1/4/15 13:53
Atualizado em 1/4/15 às 13:53

Fórum Mundial da Água começa a ser organizado

Brasília sediará o evento em 2018. Até lá, governo pretende tornar o DF referência no uso consciente dos recursos hídricos


O governador Rodrigo Rollemberg e o diretor-presidente da Adasa, Vinícius Benevides
O governador Rodrigo Rollemberg e o diretor-presidente da Adasa, Vinícius Benevides. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Atualizado em 1º de abril, às 13h28

As primeiras discussões sobre a organização do oitavo Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília, em março de 2018, foram iniciadas nesta quarta-feira (1º), durante encontro da Seção Brasil do Conselho Mundial da Água. “Essa será a grande oportunidade para a capital mostrar ao mundo que pode ser referência em relação ao uso consciente dos recursos hídricos”, ressaltou o governador Rodrigo Rollemberg.

Também esteve em pauta a participação brasileira na sétima edição do Fórum Mundial da Água, de 12 a 17 deste mês em Daegu, na Coreia do Sul. No evento, o Brasil terá um dos maiores estandes, com 600 metros quadrados, onde serão expostas as tecnologias nacionais utilizadas para a preservação dos recursos hídricos.

Com o tema Água para nosso futuro, o fórum no país asiático deverá reunir milhares de representantes de 180 países, entre membros de universidades, empresas e organizações não governamentais, entre outros. Será um espaço de discussão dos principais desafios que envolvem a água, prioridade da agenda internacional.

Para que em 2018 Brasília seja um exemplo nacional em relação ao tema, o governador pretende mobilizar a população, por meio de ações educativas nas escolas e em outros espaços públicos. “Vamos construir constantemente na cabeça das pessoas um novo paradigma da água. Temos infraestrutura adequada para receber o evento, que reúne cerca de 40 mil pessoas.”

Maior do planeta
O fórum mundial é o principal evento do planeta sobre o tema água. Desde sua primeira versão, em 1997, até a sexta — em 2012 —, o Brasil se apresentou como ator privilegiado pela importância de deter a maior quantidade de água doce do mundo e dispor de um sólido arcabouço institucional no que se refere à gestão dos recursos hídricos.

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