8/11/19 17:38
Atualizado em 10/11/19 às 13:38

Boas Práticas Agropecuárias: veja alterações

Publicação do documento aumentou o leque de propriedades que poderão ser certificadas

Foi publicada nesta sexta-feira (8), no Diário Oficial do Distrito Federal, a Portaria 113, de 1º de novembro de 2019. O documento altera e acrescenta anexos à Portaria 35, de 12 de maio de 2016, que dispõe sobre a instituição do programa de Boas Práticas Agropecuárias do Distrito Federal (BPA).

Segundo a gerente de Boas Práticas Agropecuárias da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF), Lara Pereira Souza, a portaria fez alterações nos padrões avaliados para a certificação de Boas Práticas Agropecuárias (BPA) do Programa Brasília Qualidade no Campo. Ela explicou que também foram incluídas a certificação das cadeias de suíno e de piscicultura, além da certificação de bem-estar animal.

“É um programa que existe desde 2016 e teve início com hortaliças e frutas. E, por demanda do setor produtivo, nós estendemos para outras cadeias”, explicou.

Com a publicação da portaria, aumentou o leque de propriedades que poderão ser certificadas. A partir de agora, as propriedades rurais que produzem hortaliças, frutas, grãos, suínos, peixes e leite poderão participar.

Brasília Qualidade no Campo

O programa Brasília Qualidade no Campo certifica propriedades rurais que promovem as boas práticas agropecuárias, visando o respeito aos procedimentos que buscam a produção de um alimento seguro, respeitando o meio ambiente, aliado à melhoria da qualidade de vida, ao aumento da renda e à promoção da saúde dos produtores/trabalhadores rurais.

A gerente de BPA, Lara Pereira Souza, exortou consumidores que queiram adquirir produtos mais sustentáveis e seguros a priorizar propriedades certificadas. “No final das contas, o consumidor é o principal beneficiado com esse programa de certificação. Ele vai adquirir um produto de maior qualidade, com garantia de alimento seguro, produzido de forma sustentável, em uma propriedade que promove a qualidade de vida e a saúde do produtor rural”, afirmou.

O programa é gerido em conjunto por Seagri-DF, Centrais de Abastecimento (Ceasa-DF), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) e Vigilância Sanitária.

 

* Com informações da Secretaria de Agricultura do DF