20/1/20 18:23
Atualizado em 20/1/20 às 18:41

Programa remove mais de 10 mil toneladas de entulho

Limpeza de equipamentos públicos, operação tapa-buracos, poda de árvores e outros serviços foram feitos em ação que uniu a administração regional a diversos órgãos do GDF

Cem servidores se envolveram nos trabalhos em Ceilândia | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília

Em 12 dias de atuação, o programa Ceilândia Limpa removeu 10.399.55 toneladas de entulho na região administrativa. A ação, que transcorreu de 6 a 17 de janeiro, foi realizada pela administração regional com apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Secretaria de Saúde e da Defesa Civil do Distrito Federal.

Algumas ruas também ganharam operação tapa-buracos e restauração, a exemplo da QNP 32, da EQNP 12/16, no P Sul, no conjunto B da QNM 10, no Conjunto V da ANP 16, na EQNM 1/3 no e Condomínio Privê. Os trabalhos consumiram 165.66 toneladas de massa asfáltica.  Foram feitas também 671 desobstruções de bocas de lobo e 20 manutenções, além de 427 metros de desobstrução de poços de visitas.

Também receberam limpeza 26 abrigos de ônibus e foram feitos 213.500 metros quadrados de terraplanagem; 24.460 metros quadrados de área limpa com máquina (vassoura coletora Bobcat); 57,7 metros quadrados de corte e podas de árvores; e 427 metros de poço de visita desobstruído. A ação contou ainda com a desobstrução de bocas de lobo.

Para retirar lixo, entulho e galhos das ruas, 100 servidores trabalharam com afinco no local. Foram usados nesses serviços 90 equipamentos pesados, como  motoniveladoras, retroescavadeiras, pás-carregadeiras e caminhões. O esforço conjunto se estendeu às escolas e ao comércio em geral, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e o bem-estar dos moradores.

Motoniveladoras, retroescavadeiras, pás-carregadeiras e caminhões entraram em ação no trabalho | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília

O administrador Ceilândia, Marcelo Piauí, avalia que a ação foi positiva. “Nessa primeira etapa, fizemos um trabalho de limpeza na cidade. Agora, podemos avaliar o que é preciso fazer para organização da limpeza em Ceilândia, para ajudarmos a comunidade a manter a cidade limpa. Se precisamos recorrer a medidas judiciais ou colocar contêineres para os carroceiros depositarem, se colocamos mais lixeiras na cidade, enfim.”

“Limpeza também é uma questão de saúde pública”, reforçou Marcelo.