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29/5/20 às 11:49, Atualizado em 29/5/20 às 20:50

Junta Comercial do DF altera regra para registro de atas

Empresas em que sócios ou participantes de conselhos deliberativos não tenham certificado digital poderão encaminhar documento com assinatura física

Agência Brasília* | Edição: Freddy Charlson

Foto: Divulgação
A vantagem para os empresários é que poderão economizar com o investimento em certificados digitais. Foto: Divulgação

Preocupada em ajudar os empresários neste momento de pandemia provocada pela Covid-19, a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis.DF), em acordo com o Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei), passará a registrar atas assinadas fisicamente e encaminhadas em formato PDF.

A mudança atende aos interesses de várias empresas, pois só precisarão investir em um certificado digital neste momento para validar os documentos. A regra até então era que todos os sócios ou participantes de conselhos deliberativos assinassem digitalmente as atas.

“A vantagem para os empresários é que poderão economizar com o investimento em certificados digitais, principalmente neste momento em que todos passamos por dificuldades econômicas”, afirmou o presidente da Jucis.DF, Walid Sariedine.

O pedido pela alteração foi feito por empresários e atendido pelo presidente da autarquia distrital e pelo órgão federal. “O governador Ibaneis Rocha nos deu a missão de ajudar os setores produtivo e comercial no que pudéssemos e é isso o que temos sempre como objetivo principal”, enfatizou Sariedine.

Junta 100% Digital

No dia 18 de dezembro de 2019, foram lançados os serviços 100% digitais da autarquia. Desde então, empresários e contadores podem resolver todos os processos que envolvem abertura, alteração, regularização ou extinção de negócios exclusivamente pela internet.

Para ter acesso a esses serviços digitais, os empreendedores precisam ter certificados digitais para assinar os documentos protocolados na Junta Comercial. Por isso, o pedido neste momento, pois algumas empresas contam com muitos sócios ou participantes em conselhos deliberativos e seria um investimento a mais agora.

*Com informações da Junta Comercial

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