20/3/15 20:30
Atualizado em 20/3/15 às 20:30

Operação da PM diminui ocorrência de crimes

Policiamento ostensivo em pontos de grande circulação de pessoas aumenta segurança da população e reduz registros de roubo a carro, sequestro relâmpago, lesão corporal e homicídio


. Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Desde o início de janeiro, a Polícia Militar do Distrito Federal reforçou o número de servidores no policiamento ostensivo nas ruas de todas as cidades brasilienses. É a operação de Redução dos Índices de Criminalidade (RIC), na qual a corporação pretende deslocar, pelo menos em um dia na semana, o máximo de funcionários administrativos para reforçar a vigilância externa.

De acordo com as estatísticas da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, todas as cidades obtiveram reduções significativas em crimes como roubo a carro, sequestro relâmpago, homicídio e lesão corporal, comparando-se os dados dos dois primeiros meses de 2015 com o mesmo período de 2014.

No Sudoeste, no mês passado, não houve qualquer homicídio registrado pela secretaria. Além disso, o número de veículos furtados caiu pela metade, de 24 para 12, em relação a fevereiro de 2014. Por outro lado, houve aumento dos casos de lesão corporal, de 5 para 12.

Morador de Águas Claras e comerciante no Sudoeste, Igor Pereira da Silva, de 30 anos, diz que é visível o aumento de policiais nas ruas. “Costumo sair tarde do trabalho e chegar mais tarde ainda em casa e eu me sinto tranquilo ao ver uma viatura estacionada ou fazendo a ronda”, conta.

Abordagens
Entre as ações executadas pelos policiais, há fiscalização de trânsito e abordagens a pedestres e em estabelecimentos comerciais, além do atendimento domiciliar de chamados para ocorrências.

Segundo o chefe do Departamento Operacional da PMDF, coronel Mauro de Faria Lemos, a iniciativa compõe a Operação Visibilidade: policiamento ostensivo em pontos estratégicos das cidades.

“Os pontos de atuação da RIC são locais de grande circulação de pessoas, como a área central de Brasília e o Centro de Taguatinga”, explica o coronel Lemos. “Levamos em consideração também os que são apontados pelas avaliações estatísticas elaboradas pela secretaria como zonas de criminalidade.”

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