22/2/21 17:43
Atualizado em 22/2/21 às 18:55

Vinte cachorrinhos prontos para adoção

Para levar um deles para casa é necessário ser maior de 18 anos e assinar termo de responsabilidade. Animais já foram vacinados contra raiva

Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde
Os cães já fizeram exames para leishmaniose. Também foram tratados contra possíveis parasitas (pulgas e carrapatos) e estão em excelentes condições para serem adotados | Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde

O canil da gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses está com 20 cães aptos para adoção. Todos são adultos, com idades entre dois e seis anos. A maioria, fêmeas. Os bichinhos estão disponíveis para adoção e aguardam ansiosamente por um novo lar. Os cães já realizaram exames para leishmaniose e foram vacinados contra raiva. Além disso, também foram tratados contra possíveis parasitas (pulgas e carrapatos). Assim, estão todos em excelentes condições para serem adotados.

Para adotar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, ter acima de 18 anos e assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animalRodrigo Menna, gerente de Zoonoses

“Para adotar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, ter acima de 18 anos e assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal”, explica o gerente de Zoonoses, Rodrigo Menna.

Custos financeiros

A adoção de um animal implica em custos financeiros, pois além de alimentá-lo, também é preciso realizar exames anuais, aplicar as vacinas necessárias e administrar vermífugo. No caso dos cães, além de aplicar remédio contra pulga e carrapato, também é necessário utilizar repelente de flebótomo, conhecido como mosquito palha (transmissor do parasita da leishmaniose visceral canina).

“São animais dóceis e considerados adultos jovens, a maioria de porte médio. Temos alguns que já são mais velhos, com até 6 anos. Todos eles estão em condições de serem adotados. Eles foram abandonados e alguns são vítimas de maus tratos”, explica.

Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde
Antes de ser doado, cada bichinho fica em observação por dez dias e é vacinado contra a raiva. Também fazem testes para identificar possíveis casos de leishmaniose | Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde

No momento da adoção, o interessado recebe orientações quanto à guarda responsável de animais domésticos e às medidas de prevenção e controle de doenças. Antes de ser doado, cada bichinho fica em observação por dez dias e é vacinado contra a raiva. Os cães também fazem testes para identificar possíveis casos de leishmaniose.

Castração

Segundo Menna, quem tiver interesse em castrar seu animal é só avisar na hora da adoção, pois existe uma parceria da Zoonoses com o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), em que eles ligam e agendam a castração gratuitamente. “Quem tem mais pressa, pode entrar em contato com alguma das clínicas parceiras da Zoonoses que cobram um valor menor pela castração”, afirma.

Os especialistas recomendam ainda levar o animal sempre ao médico veterinário para realizar um check-up clínico anualmente, além de imunoprofilaxia para prevenir as doenças infecciosas que acometem cães e gatos. Também é recomendado utilizar coleiras impregnadas com inseticidas que contenham repelentes.

Serviço:

As pessoas interessadas em adotar um bichinho devem comparecer à Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), lote 4, Estrada do Contorno Bosque, Noroeste. O horário de visitação é das 11h às 17h, de segunda a sexta-feira.

*Com informações da Secretaria de Saúde

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