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Fiscalização flagra 39 motoristas alcoolizados em Taguatinga e no Recanto das Emas

No sábado (18) e no domingo (19), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar (PMDF) e da Polícia Penal, realizou operações de fiscalização no Recanto das Emas e em Taguatinga. Ao todo, 250 motoristas foram abordados e 92 infrações de trânsito foram registradas. Durante as ações, 39 condutores foram autuados por dirigir após o consumo de bebida alcoólica, sendo que um deles foi conduzido à delegacia por apresentar concentração de álcool considerada crime. Os agentes de trânsito também multaram 15 motoristas por estarem sem a habilitação, três por estarem com a CNH vencida há mais de 30 dias e 35 por outras irregularidades. *Com informações do Detran-DF

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Corpo de Baile do DF homenageia legado da professora e bailarina Gisèle Santoro

O Corpo de Baile do Distrito Federal dedicou suas primeiras aulas no recém-nomeado Centro de Dança do DF à professora e bailarina Gisèle Santoro. Após seu falecimento, em 9 de outubro, o Governo do Distrito Federal (GDF) oficializou a mudança, que rebatizou o espaço como Centro de Dança Gisèle Santoro, por meio do Decreto nº 47.806, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A decisão reconhece a importância da artista na história da dança em Brasília, na formação de bailarinos e no fortalecimento da cultura local. “O legado de Gisèle Santoro deve ser perpetuado através de iniciativas que fomentem a dança em toda sua potência. Mais ainda, Gisèle nos inspira a transformar a capital do país na capital da dança”, declarou o subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón. Em suas primeiras aulas no recém-batizado Centro de Dança Gisèle Santoro, bailarinos compartilham momentos e aprendizados vividos ao lado da artista, falecida em 9 de outubro | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Formada na Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Gisèle chegou a Brasília em 1962, a convite da russa Eugenia Feodorova, criadora da Fundação Brasileira de Ballet. Na capital, conheceu o maestro Cláudio Santoro, com quem se casou e promoveu importantes iniciativas de música e dança. Após o golpe militar de 1964, o casal se exilou na França e depois na Alemanha, onde Gisèle integrou por sete anos o Teatro Municipal de Heidelberg. De volta ao Brasil em 1978, ela participou ativamente da inauguração do Teatro Nacional, colaborando na formação da orquestra, do coro e de outros departamentos da instituição. Também fundou o Ballet de Câmara Gisèle Santoro e o Ballet de Brasília, escolas que marcaram a formação de bailarinos e professores ao longo de décadas. Além disso, organizou eventos de grande impacto, como a Mostra de Dança de Brasília e o Seminário Internacional de Dança. Luis Ruben Gonzalez, diretor artístico do Corpo de Baile do DF: "A Gisèle era nossa segunda mãe na dança, nos passou esse amor imenso pela arte. O que a gente é hoje e o que vai continuar sendo vem dela também" Novos talentos como herança O Centro de Dança Gisèle Santoro, vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), atua na formação de novos talentos, especialmente jovens em situação de vulnerabilidade, oferecendo aulas gratuitas no contraturno escolar pela Escola de Formação Bailarinos de Brasília. Em fevereiro deste ano, o espaço inaugurou o primeiro Corpo de Baile profissional do DF, composto por 16 bailarinos que se preparam para apresentar, em dezembro, o tradicional espetáculo O Quebra-Nozes. [LEIA_TAMBEM]O diretor artístico do grupo, Luis Ruben Gonzalez, destacou que o equipamento público funciona de forma estratégica para a dança em Brasília, oferecendo estrutura adequada e acolhimento aos profissionais. “Todo mundo tem acesso a várias modalidades, não só balé clássico, com um piso de qualidade, salas climatizadas, camarins, banheiros, refeitório e toda a estrutura necessária para tantas horas de trabalho intenso no corpo, que é bom em todos os aspectos, inclusive o mental”, explicou. Ele também ressaltou a importância da herança deixada pela professora: “A Gisèle era nossa segunda mãe na dança, nos passou esse amor imenso pela arte. O que a gente é hoje e o que vai continuar sendo vem dela também. Eu cheguei em Brasília como convidado em 2003, ela me abraçou e me ajudou profissionalmente. Um dos grandes sonhos dela era ter um corpo de baile, e é um orgulho poder dirigir artisticamente esse projeto, onde ela tem muito protagonismo”. O bailarino Lucas Nascimento Moreira Pio Teixeira guarda boas recordações de Gisèle Santoro: "Com ela vi pela primeira vez profissionais de balé, quando eu tinha 8 anos" Para o bailarino Lucas Nascimento Moreira Pio Teixeira, 24 anos, a professora foi determinante para que a dança se tornasse profissão: “Ela foi a primeira professora que eu tive. Com ela vi pela primeira vez profissionais de balé, quando eu tinha 8 anos. Ela me mostrou que era o que eu queria e que essa porta poderia ser um trabalho, não só um hobby”. O bailarino Renato da Silva, 32, lembra da última vez que encontrou a mestra: “Um dos últimos pedidos dela ao governo foi a fundação de um corpo de baile no DF. Na última apresentação que fizemos, na Ermida Dom Bosco, a Gisèle estava lá e viu o corpo de baile acontecer. Acho mais que merecido o Centro levar o nome dela, porque ela é a figura mais alta da representação da dança na cidade. Brasília, Gisèle Santoro e a dança se unem, se fundem”, relatou.

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Hospital Regional de Santa Maria realiza 1º Simpósio de Cuidados Paliativos

Com o olhar voltado à humanização da assistência, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) deu um passo significativo em sua trajetória ao realizar o 1º Simpósio de Cuidados Paliativos, sob o tema Agregando valor em saúde como linha de cuidado. No auditório da unidade, profissionais de diversas áreas da saúde, estudantes, familiares e convidados se reuniram em um encontro marcado por aprendizado, sensibilidade e reflexão sobre a importância de cuidar não apenas da doença, mas da pessoa em sua integralidade. A abertura foi conduzida pela enfermeira paliativista e idealizadora do simpósio, Léia Lima, que acolheu o público com palavras de afeto e propósito. “Os cuidados paliativos ainda carregam, muitas vezes, um estigma de fim. Mas nós sabemos que eles representam um recomeço. É uma nova forma de olhar para o paciente, a família e a vida em sua totalidade”, afirma. Reflexão e propósito no cuidado integral Convidado para ser o palestrante do dia, o médico paliativista e chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF, Arthur Amaral, trouxe uma reflexão sobre os diagnósticos e o papel da equipe multiprofissional no cuidado integral. Segundo ele, apenas 14% dos pacientes que necessitam de cuidados paliativos no Brasil recebem esse atendimento. A abertura foi conduzida pela enfermeira paliativista e idealizadora do simpósio, Léia Lima, que acolheu o público com palavras de afeto e propósito | Fotos: Alberto Ruy/Agência Brasília “O sofrimento humano não começa apenas no final da vida. Ele surge no momento da descoberta de uma doença grave. É nesse instante que o paciente precisa de suporte, escuta e cuidado especializado”, destaca. Arthur explicou que a terminalidade não está ligada ao tempo, mas à gravidade da doença, e reforçou que os cuidados paliativos devem se estender muito além dos casos oncológicos. “Doenças como insuficiência cardíaca, esclerose lateral amiotrófica e demências também ameaçam a vida. Cuidar é oferecer suporte durante o processo, e não apenas diante da morte”, pontua. O gerente-geral do HRSM, Anderson Rodrigues, enfatizou a importância do evento e o amadurecimento da instituição ao discutir o tema. “Falar sobre cuidados paliativos é sinal de maturidade institucional. Isso mostra o quanto estamos comprometidos em tratar a saúde de forma integral, com dignidade e empatia”, declara. “É muito honroso participar de um simpósio que engrandece nossa prática e reforça o valor da vida”, completa. IgesDF amplia o cuidado na rede pública Nos últimos meses, o IgesDF vem ampliando a oferta de cuidados paliativos na rede pública. As UPAs do Núcleo Bandeirante, Vicente Pires e Ceilândia I já contam com atendimento especializado, e o Hospital Cidade do Sol (HSol) passou a oferecer o serviço com uma equipe multiprofissional dedicada, garantindo assistência integral, acolhedora e voltada ao bem-estar dos pacientes. O auditório permaneceu lotado ao longo de todo o evento No HRSM, uma equipe exclusiva também se dedica a esse tipo de atendimento. O time é composto por uma enfermeira paliativista e médicos disponíveis 24 horas, responsáveis por avaliar e responder aos pareceres solicitados pelas equipes assistenciais. Homenagens reforçam a humanização do cuidado O momento mais emocionante do simpósio foi marcado por reconhecimentos aos profissionais que têm se destacado na humanização do cuidado. A médica paliativista Brunna Rezende prestou homenagem à superintendente do HRSM, Eliane Abreu, ao neurologista Nestor Miranda e à enfermeira Léia Lima, reconhecendo o empenho e a sensibilidade de cada um. Em um discurso, Brunna comparou o crescimento da equipe a uma planta que floresce com apoio mútuo. “Nossa equipe é como uma semente que brota em solo fértil. E quando quase murchamos, vieram pessoas que nos regaram com fé, coragem e esperança. Vocês são essas pessoas”, disse. Em seguida, ela entregou flores à colega Léia. “Quis te dar uma flor ainda plantada porque você não desperdiça a vida, você cultiva. O que é cuidado com amor não apenas floresce, mas ensina outros a florescerem”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Emocionado, o médico Nestor Miranda agradeceu a homenagem e falou sobre a importância do trabalho conjunto. “Vocês não estão sozinhos, e os pacientes também não. Já vivemos aqui histórias marcantes, como o casamento feito para realizar o sonho de um paciente. Isso é o verdadeiro sentido do cuidar”, destaca. A superintendente Eliane Abreu também se comoveu ao lembrar da trajetória de profissionais que contribuíram para o crescimento do hospital e que hoje não fazem mais parte da equipe. “Quem me ensinou, lá atrás, antes mesmo de vocês chegarem com todo esse brilho no olhar, a falar sobre cuidados paliativos, já não está mais entre nós. Mas não havia uma família que ele atendesse que não saísse tocada por perceber a dignidade e o acolhimento no cuidado coletivo”, relembra. Um encontro que inspira O auditório permaneceu lotado ao longo de todo o evento. Entre os participantes estava Itsalorane Mendes, moradora de Valparaíso (GO), que compareceu especialmente para acompanhar o simpósio. “Aprendi muito neste primeiro dia. É gratificante ver médicos e equipes humanizadas, que cuidam não só dos pacientes, mas também dos profissionais”, destacou a enfermeira paliativista. Também estiveram presentes a gerente-geral do HSol, Júlia Gurgel, e a gerente substituta de Práticas Assistenciais, Karine Ataíde, que acompanharam o primeiro dia da programação. O simpósio segue nesta quarta-feira (15), com novas palestras, debates e trocas de experiências. *Com informações do IgesDF

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GDF autoriza concurso para a educação com mais de 10 mil vagas

O Governo do Distrito Federal (GDF) autorizou um novo concurso público para a Secretaria de Educação do DF (SEEDF), com 2.650 vagas imediatas e 7.954 para formação de cadastro de reserva. A Portaria nº 825, de 10 de outubro, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (14) e tem como objetivo ampliar o quadro de servidores efetivos e assegurar a continuidade das ações pedagógicas e administrativas da rede pública de ensino.  O certame contemplará cargos das carreiras de magistério público e políticas públicas e gestão educacional do DF, com oportunidades para professores da educação básica, pedagogos-orientadores educacionais, gestores e analistas em políticas públicas e gestão educacional, incluindo a especialidade de monitor. "Esse concurso vai nos permitir ampliar o quadro de servidores, garantir mais estabilidade e continuar investindo na valorização dos educadores e na qualidade da aprendizagem" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação “O ingresso de novos profissionais é fundamental para fortalecer o trabalho pedagógico e a gestão das nossas escolas. Esse concurso vai nos permitir ampliar o quadro de servidores, garantir mais estabilidade e continuar investindo na valorização dos educadores e na qualidade da aprendizagem. Isso é a prova de que o governo está cumprindo seu acordo com as duas categorias e com a população”, destacou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. O prazo de validade do concurso será de dois anos, prorrogável por igual período. A portaria estabelece, ainda, que 10% das vagas previstas deverão ser preenchidas em até 12 meses após a homologação do resultado final, podendo esse percentual ser ampliado de acordo com a necessidade do serviço público e a disponibilidade orçamentária. Serão abertas 2.650 vagas imediatas e mais de sete mil para cadastro de reserva | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF A Secretaria de Educação será responsável por conduzir todo o processo, desde a elaboração do edital, que será aberto no primeiro semestre de 2026, até a homologação do certame, com acompanhamento técnico da Secretaria de Economia e da Procuradoria-Geral do DF. “Estamos construindo uma política permanente de renovação e fortalecimento da carreira. Cada novo servidor que chega traz energia, inovação e compromisso com o futuro da educação do Distrito Federal”, completou a secretária. *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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Estudante de Ceilândia cruza fronteiras para estudar no exterior pelo Programa Pontes para o Mundo

Um sonho que saiu do papel. Aos 17 anos, Letícia Joana Alves, aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Ceilândia, realizou a primeira viagem internacional antes mesmo de concluir o ensino médio. Ela foi uma das selecionadas do Pontes para o Mundo, programa da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que oferece intercâmbio gratuito a estudantes da rede pública. Selecionada pelo programa Pontes para o Mundo, Letícia Joana vive o sonho de aperfeiçoar o inglês no País de Gales | Foto: Divulgação/SEEDF Na véspera do embarque, em 2 de setembro, Letícia mal conseguia dormir. Observava o movimento da rua em frente à casa onde mora, tentando assimilar o que estava prestes a viver. No dia seguinte, deixaria o país para vivenciar uma experiência de três meses no Reino Unido, destino que parecia distante para quem tinha o sonho, mas não os recursos financeiros. “Tudo aconteceu muito rápido. Eu estava sentada na calçada de casa, pensando no meu futuro, e no dia seguinte, embarcando para fora do país”, lembra a estudante. “Aqui no Reino Unido, os alunos têm muita autonomia. Eles tomam decisões, resolvem tudo sozinhos. No Brasil, a gente ainda não tem isso tão forte, mas o potencial é o mesmo”. [LEIA_TAMBEM]A comparação entre os dois mundos fez Letícia perceber o talento presente nas escolas públicas brasileiras e como a desigualdade limita sonhos. “Eu tive amigos com muito potencial, mas que precisaram deixar a escola para trabalhar. Se a gente tivesse a estrutura que tem aqui, de lá sairiam gênios, eu não tenho dúvida. O que me deixa mais feliz é saber que estão investindo na educação pública, e estar aqui, vivendo essa experiência, é a prova viva disso”, declarou. Inspiração de família O olhar maduro de Letícia vem de quem carrega uma história marcada por esforço e inspiração familiar. “Minha irmã faz Nutrição na UnB. Ela entrou pelo PAS, e foi com ela que aprendi o valor do estudo. Meus pais sempre disseram que é a única forma de mudar nossa realidade”, conta. A mãe, a promotora de vendas Marcilene de Lima, enfrentou dores e dificuldades sem deixar de ser exemplo. “Teve uma vez que ela machucou o braço e, mesmo com o atestado, a empresa não a deixou faltar. Ela trabalhou sentindo dor. E me disse: ‘Pra ter uma vida diferente, você tem que estudar’. Isso ficou na minha cabeça”, observa Letícia. Marcilene fala com emoção sobre a trajetória da filha e o orgulho que sente por suas conquistas: “A Letícia sempre foi uma criança muito falante, esperta e curiosa. Desde pequena, sempre se destacou nos estudos, sempre foi muito aplicada. Nossa família é composta por cinco pessoas: eu, meu esposo Jaílson Alves, que é pintor de automóvel, e três filhas. E nós cinco somos muito unidos. Em tudo o que acontece na nossa família, a gente está junto, um dando força para o outro”. A família da estudante: o pai, Jaílson Alves; as irmãs Lívia Michelle e Laura Miriam; a mãe, Marcilene de Lima; e Letícia | Foto: Arquivo pessoal Com a filha vivendo um novo capítulo longe de casa, Marcilene conta que o sentimento é de saudade, mas também de alegria e orgulho. “A gente conversa todos os dias. Está sendo difícil, porque nunca tínhamos nos separado, mas é uma coisa muito boa para ela, um futuro brilhante. É o que ela sempre quis, e a gente sempre deu força. Claro que tem dia que a saudade bate, mas estamos felizes por ela ter conseguido chegar onde chegou.” A estudante falou também sobre as lembranças de Ceilândia e as descobertas no Reino Unido. “Tudo que estou vivendo aqui está me mostrando que a vida pode ser melhor, mas também me dá mais vontade de ajudar a mudar a minha realidade, a realidade da minha família e até da minha cidade”, conta Letícia. “Eu amo a minha cultura. O jeito do brasileiro é único, a empatia, o calor humano, a força”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Estudantes do Cemi Cruzeiro apresentam nove projetos na Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica

A Arena BRB Mané Garrincha recebe, até esta quinta-feira (9), a 5ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica (SNEPT). Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), o evento tem como tema Juventudes que inovam, Brasil que avança. Com mais de 1.400 expositores, 54 estudantes do Cemi Cruzeiro participam do encontro, apresentando nove projetos. Os trabalhos da escola abordam as temáticas: Como a Inteligência Artificial está Revolucionando a Comunicação, as Mídias Sociais e o Mundo; Sistema de gestão de padarias; Sistema Educa+: plataforma digital de curso; Sistema Multi Plataforma de Gerenciamento de Pizzarias; Alimentação alternativa no cultivo de Pancs; Fogo colorido; Uso de óleos e velas aromáticas curativas; Chafariz ecológico; Carcinicultura ecológica. Uma das turmas expositoras do Cemi Cruzeiro desenvolveu um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias | Fotos: Ascom/SEEDF Aluno do terceiro ano, Gustavo Freitas, 18 anos, é um dos responsáveis pelo desenvolvimento de um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias, criado com foco em simplicidade, acessibilidade e eficiência. O projeto permite o controle de contas de administradores e funcionários, o registro de ingredientes e produtos e o acompanhamento de movimentações de entrada e saída, emitindo alertas de estoque baixo e relatórios em PDF por período. A iniciativa integra os aprendizados das disciplinas qualificação profissional 3, prática profissional supervisada e linguagem técnica de programação e foi desenvolvida como parte do trabalho de conclusão de curso. “O sistema foi pensado para ser simples e acessível tanto para quem desenvolve quanto para quem utiliza. A experiência de participar do evento tem sido muito positiva, porque estamos recebendo bastante feedback e aprendendo na prática a lidar com as pessoas. Estou gostando bastante desse processo e de ver nosso projeto ganhando vida”, destacou Gustavo. O trabalho de Kamille Victoria Aguiar é sobre um método de identificação de metais pesados na água A estudante Kamille Victoria Aguiar, de 17 anos, participa pela primeira vez de uma feira de ciências desde que se mudou do Pará para a capital. Ela conta que, no Estado natal, não havia tantas oportunidades como essa, e que a experiência tem sido fundamental para o seu aprendizado. [LEIA_TAMBEM]“Agora que estou aqui na capital, vim para aprender e melhorar na escola. Está sendo uma experiência muito boa ter esse contato com a Feira de Ciências e poder aprender cada vez mais”. “O nosso trabalho é um método de identificação de metais pesados na água, e ele é uma forma mais caseira. Assim, pessoas que não têm tanto acesso a esse tipo de informação podem descobrir se a água que estão consumindo é contaminada ou se está pura”, explica a estudante. A semana tem como objetivo possibilitar que estudantes, professores e técnicos mostrem projetos interativos e pesquisas desenvolvidas por redes de ensino ofertantes da educação profissional e tecnológica de todo o país. “A iniciativa visa à integração, à divulgação, ao fortalecimento e à valorização dessa modalidade educacional junto à sociedade, contribuindo com a ampliação do seu reconhecimento social e da sua atratividade junto aos jovens e aos trabalhadores”, explica a diretora de Educação Profissional, Joelma Bomfim da Cruz Campos. *Com informações da Secretaria de Educação

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GDF reforma passagem subterrânea da 103 Norte

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), entregou nesta quarta-feira (8) mais uma passagem subterrânea completamente reformada, desta vez na 103 Norte. A obra integra o projeto de recuperação das 16 travessias subterrâneas do Plano Piloto, que já contemplou a estrutura da 102 Sul e agora avança para as da 104 Sul e 106 Sul. O investimento total é de R$ 4 milhões, destinados à melhoria da acessibilidade, segurança e conservação desses espaços. A obra incluiu pintura, recomposição do piso, substituição de grelhas danificadas, manutenção da iluminação — em parceria com a Companhia Energética de Brasília (CEB) — e limpeza geral. O serviço foi executado pela Diretoria das Cidades da Novacap e faz parte de um cronograma contínuo de recuperação das passagens da Asa Sul e da Asa Norte. “Entregamos a 102, a 103, e as da 104 e 106 estão quase prontas. A ideia é continuar até reformar todas as travessias”, destacou o diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva. “Nosso objetivo é entregar espaços renovados, seguros e confortáveis para a população.” As obras na passagem subterrânea da 103 Norte incluíram pintura, recomposição do piso, substituição de grelhas danificadas e manutenção da iluminação | Fotos: Adriano Teixeira/Novacap Vandalismo De acordo com o presidente da Novacap, Fernando Leite, a ação reforça o compromisso do GDF com a preservação dos espaços públicos e o combate ao vandalismo. “O governo Ibaneis Rocha tem investido muito na preservação da qualidade de vida e do patrimônio urbano. As passagens subterrâneas são exemplos claros de locais que sofrem com depredações — nosso trabalho é recuperá-las e evitar que sejam novamente vandalizadas”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A Secretaria de Segurança Pública também acompanha o processo de recuperação, com foco na sensação de segurança e no monitoramento dos locais. O secretário Sandro Avelar destacou a importância da parceria com a Novacap e o impacto positivo na rotina dos brasilienses: “Estou muito feliz com essa iniciativa. Fui criado na Asa Sul e conheço bem essas passagens desde criança. É gratificante ver o cuidado com esses espaços, que antes geravam receio nas pessoas”. As obras começaram no primeiro semestre de 2025 e devem continuar ao longo dos próximos meses, contemplando todas as passagens subterrâneas do Plano Piloto. Além das melhorias estruturais, está em andamento o processo de contratação de câmeras de monitoramento e implantação de rondas regulares de vigilância nos acessos subterrâneos. A medida será executada por meio de convênio entre a Novacap e a Secretaria de Segurança Pública, garantindo manutenção e monitoramento contínuos. “Vamos implantar um sistema de vigilância 24 horas e fazer a reposição imediata de qualquer item danificado. A ideia é manter as passagens limpas, seguras e bem cuidadas para o cidadão”, reforçou Fernando Leite. *Com informações da Novacap

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DF é o primeiro do Centro-Oeste a integrar o aplicativo da Uber ao sistema 190 da PMDF

O botão “Ligar para a Polícia”, disponível no aplicativo da Uber, agora está oficialmente integrado à Polícia Militar do Distrito Federal, responsável pelo Serviço 190. A partir desta semana, sempre que o passageiro ou motorista pressionar o botão para ligar para a polícia no aplicativo, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) receberá automaticamente a localização em tempo real e os dados da viagem — incluindo informações do veículo, do condutor e do solicitante. O objetivo é garantir maior agilidade na resposta a emergências e reforçar a segurança de quem utiliza o aplicativo. A medida marca o início da operação prática do Acordo de Cooperação Técnica firmado em abril entre a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e a Uber. Desde então, técnicos e agentes das duas instituições trabalharam na integração dos sistemas e na capacitação das equipes que atuam no atendimento às ocorrências. “Este acordo traduz a estratégia de segurança pública alinhada à Constituição Federal, que define a segurança como dever do Estado e responsabilidade de todos”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “A parceria reforça a articulação entre governo e sociedade civil, unindo esforços para ampliar a proteção de motoristas e passageiros e agilizar a resposta a emergências pelo aplicativo.” Objetivo da iniciativa é garantir maior agilidade na resposta a emergências e reforçar a segurança de quem utiliza o aplicativo | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil A iniciativa integra os eixos Cidade Mais Segura e Cidadão Mais Seguro, do programa Segurança Integral do Governo do Distrito Federal (GDF), que incentiva a cooperação entre o poder público e a sociedade na prevenção da criminalidade e na promoção dos direitos humanos. Como funciona O botão de emergência — identificado por um escudo — aparece no aplicativo logo após o início da corrida e permanece disponível durante todo o trajeto. Ao acionar a opção “Ligar para a Polícia”, o aplicativo envia automaticamente à central do 190 as informações sobre o veículo (placa, modelo, cor), além dos dados do motorista ou passageiro e da localização exata. Em seguida, a ligação é completada, permitindo que o solicitante relate a situação sem precisar repassar manualmente essas informações. A tecnologia responsável por essa integração é fornecida pela RapidSOS, empresa norte-americana que desenvolveu a primeira plataforma mundial de envio automático de dados a serviços de emergência. A solução já é utilizada em mais de 1.200 cidades nos Estados Unidos e em países como México, Canadá e África do Sul. No Brasil, o DF é a sexta unidade federativa (UF) a dispor da ferramenta — ao lado do Rio de Janeiro, Maranhão, Amazonas, Pará e Bahia — e a primeira do Centro-Oeste. “A parceria reforça a articulação entre governo e sociedade civil, unindo esforços para ampliar a proteção de motoristas e passageiros e agilizar a resposta a emergências pelo aplicativo" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF “Sabemos que em situações críticas cada segundo pode ser decisivo. Essa integração é um avanço importante nesse sentido”, afirmou Analu Cordeiro, gerente de Políticas Públicas da Uber no Brasil. “Acreditamos no poder da tecnologia para gerar impacto positivo e auxiliar em uma resposta rápida e coordenada das autoridades.” Pioneirismo e proteção de dados Durante a solenidade de oficialização do Acordo de Cooperação Técnica, ocorrida em abril, a vice-governadora Celina Leão, destacou que a iniciativa reforça o protagonismo da capital na área da segurança pública: “O DF tem uma política inovadora de proteção. Temos os melhores índices de segurança da história, e sermos referência na segurança dos aplicativos é uma grande conquista.” O acordo entre a SSP-DF e a Uber prevê ainda a capacitação contínua dos operadores do 190 e o cumprimento integral da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que as informações sejam usadas exclusivamente para fins de segurança e resposta a emergências. O acordo entre a SSP-DF e a Uber prevê ainda a capacitação contínua dos operadores do 190 e o cumprimento integral da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Com o novo sistema, este GDF dá mais um passo na consolidação de um modelo de segurança pública inteligente e conectado, no qual a tecnologia atua como aliada da prevenção e da proteção da vida.  

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Modernização da irrigação no Rio Preto beneficia produtores rurais e fortalece agricultura familiar no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) entrega, neste sábado (4), às 11h, no Núcleo Rural do Rio Preto, em Planaltina, a primeira etapa do projeto de modernização da infraestrutura hídrica rural. Nesta fase, foram construídos 6,5 km de canais de irrigação e instalados 50 tanques lonados, com capacidade de 405 mil litros de água cada. A ação vai beneficiar diretamente 247 propriedades e cerca de 300 famílias de produtores rurais da região. As obras, iniciadas em 2024, são resultado de um Acordo de Cooperação Técnica firmado em dezembro de 2023, durante a XLVI Plenária Ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). A Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF) é uma das parceiras da iniciativa, ao lado da Emater-DF, da Adasa e da Agência Peixe Vivo, unindo esforços para ampliar a eficiência da irrigação e fortalecer a segurança hídrica no DF. “Com essa iniciativa, estamos garantindo que os pequenos produtores tenham melhores condições para manter suas lavouras irrigadas. Isso significa mais produtividade no campo, geração de emprego e renda e, sobretudo, o fortalecimento da agricultura familiar no Distrito Federal”, destacou o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. A ação vai beneficiar diretamente 247 propriedades e cerca de 300 famílias de produtores rurais da região | Foto: Divulgação/Seagri Ao todo, o acordo prevê a construção de 247 tanques lonados na região, capazes de reduzir perdas que chegavam a mais de 50% nos sistemas antigos, totalizando 100,035 milhões de litros de armazenamento ao final do projeto, além da implantação de 16,5 km de canais de irrigação. As novas estruturas beneficiarão comunidades onde predomina a agricultura familiar, garantindo abastecimento mesmo em períodos de escassez e aumentando a eficiência no uso da água. Para o diretor da Adasa, Apolinário Rebelo, é fundamental reconhecer a importância da agricultura no Cerrado. “Há cerca de 100 anos, o Cerrado era visto como área improdutiva. O homem do campo, junto com a Embrapa e a Emater, mudou essa realidade. Garantir acesso à água é garantir produção. Sem água, não há agricultura viável. O risco é que essas áreas sejam loteadas. Hoje, o DF importa 87% dos alimentos que consome. Produzir localmente poderá reduzir custos para todos”, afirmou. Atualmente, o Distrito Federal conta com cerca de 250 km de canais de irrigação, dos quais mais de 160 km já foram tubulados pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, em parceria com diferentes órgãos. “A inauguração desses reservatórios representa muito mais do que obras concluídas. É um marco de esperança e de fortalecimento da agricultura familiar no Distrito Federal. Com água garantida para irrigação, nossos produtores terão mais segurança para cultivar, produzir e sustentar suas famílias. Esse resultado só foi possível graças às parcerias firmadas entre instituições que acreditam no desenvolvimento rural. A união de esforços entre governo, comitês de bacia e agências parceiras mostra que, quando trabalhamos juntos, conseguimos transformar a realidade das comunidades rurais e levar dignidade a centenas de famílias”, disse o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. Bacia Hidrográfica do Rio Preto A Bacia Hidrográfica do Rio Preto é considerada o coração da agricultura irrigada do Distrito Federal. A região concentra 74% de toda a área irrigada do DF: dos mais de 23 mil hectares que recebem irrigação no território, 17 mil estão localizados no Rio Preto. Essa concentração consolidou a bacia como o principal polo de produção irrigada da capital federal, especialmente em culturas como grãos, frutas e hortaliças. Além de garantir alta produtividade, a irrigação tem papel estratégico na segurança alimentar do DF e no abastecimento de mercados nacionais e internacionais, já que parte da produção é destinada à exportação. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural

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GDF cria Comitê Distrital de Bem-Estar e Saúde Mental para servidores públicos

O Governo do Distrito Federal oficializou, nesta terça-feira (30), a criação do Comitê Distrital de Bem-Estar e Saúde Mental, formado por representantes de órgãos e entidades da administração direta, autárquica e fundacional. A portaria que institui o novo grupo de trabalho foi assinada pelo secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho, e pelo secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), Epitácio Júnior, durante o I Encontro de Bem-Estar e Saúde Mental, realizado na Escola de Governo (Egov). O comitê será responsável por apoiar estudos e pesquisas; planejar e realizar ações de prevenção, a partir da gestão humanizada e colaborativa; assim como poderá sugerir a construção de parcerias institucionais para a promoção do bem-estar e saúde mental do funcionalismo público do DF. O grupo será composto por oito integrantes da Secretaria de Economia (Seec-DF), dois da Secretaria de Educação (SEEDF), dois da Secretaria de Saúde (SES-DF) e dois da Defensoria Pública do Distrito Federal. “Estamos criando um grupo de trabalho para se concentrar no tema. Realizar pesquisas e se debruçar com dedicação em ações preventivas e efetivas. Hoje, a saúde mental está entre os maiores motivos de afastamento dos nossos servidores”, destaca o secretário-executivo Epitácio Júnior. Para o secretário de Economia, Daniel Izaias, com a atuação do comitê o governo vai ter uma visão mais pontual dos problemas, para poder atuar melhor. “Poderão realizar pesquisas e contarão com apoio das pastas para buscar ações preventivas eficientes. Será um grupo dedicado a pensar e buscar a implementação da política distrital de saúde mental”, explica. A portaria que institui o novo grupo de trabalho foi assinada pelo secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho, e pelo secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida da Seec, Epitácio Júnior | Foto: Vinícius de Melo/Seec Na avaliação do secretário, a política distrital amplia o conceito de saúde mental para a saúde organizacional. “Produtividade e desenvolvimento só são possíveis em ambientes de trabalho saudáveis”, avalia. “Antes, a maior preocupação era só com a saúde física. Mas, na medida em que a sociedade vai se dinamizando, os processos vão ficando cada vez mais complexos e o uso de ferramentas e automação de processos vai fazendo com que o ser humano seja cobrado por mais produtividade, isso começa a afetar a saúde mental dos servidores”, completa. Esforço coletivo O I Encontro de Bem-Estar e Saúde Mental também destacou a importância da Política Pública Distrital de Bem-Estar e Saúde Mental no Trabalho instituída no DF, por decreto publicado em julho passado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A legislação estabelece diretrizes para prevenir o adoecimento e valorizar os servidores públicos. A política está estruturada em quatro eixos principais: Promoção da Saúde, Prevenção ao Adoecimento, Capacitação e Cuidado. Para o secretário-executivo Epitácio Júnior, o encontro representa uma “virada de página” no enfrentamento dos problemas relacionados à saúde mental dos servidores. Ele destacou que o DF é a primeira unidade da federação a instituir, por decreto, uma política pública voltada ao tema. “Isso muda a forma de tratamento, que deixa de ser apenas uma demanda individual do servidor e passa a ser um compromisso do governo”, afirmou. A psicóloga Jacqueline Ferraz, da Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (Subsaúde) da Seec, ressaltou a importância da participação coletiva para o sucesso da política. Em sua palestra, Estratégias preventivas e cuidados especializados no contexto da saúde mental, ela reforçou que a responsabilidade deve ser compartilhada. “Tanto cada pessoa, quanto a instituição como um todo e a sociedade de uma maneira geral devem atuar de forma paralela, contínua e permanente para favorecer a saúde mental individual e coletiva, uma vez que uma depende da outra”, destaca. *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

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