Resultados da pesquisa

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Leishmaniose: saiba os riscos e onde buscar tratamento na rede pública

Pessoas contaminadas e que não fazem diagnóstico da doença ou não se tratam podem ter sequelas graves e até morrer. Foto: Arquivo / Agência Brasília Muita gente acredita que a leishmaniose é uma doença que afeta somente animais. No entanto, pessoas contaminadas e que não fazem diagnóstico da doença ou não se tratam podem ter sequelas graves e até morrer em decorrência da enfermidade. O protozoário que causa a leishmaniose visceral é o Leishmania chagasi. Contudo, o microrganismo necessita de um vetor, ou seja, um animal capaz de transportá-lo para um ser vivo, em que a doença irá se desenvolver. No caso da leishmaniose visceral, este vetor é o mosquito palha (Lutzomyia longipalpis). O que facilita o contágio pela doença é o fato de que mamíferos, principalmente os cães, podem atuar como reservatórios do protozoário, uma vez que o mosquito palha pode picar tanto os humanos quantos esses animais. Na epidemiologia, todo animal que alberga um microrganismo entre o vetor e o paciente é chamado de “reservatório”. “O protozoário fica no sangue do cachorro e quando o mosquito vai picá-lo, acaba pegando o protozoário e transferindo ele para o sangue humano”, explica o gerente da Vigilância Ambiental de Zoonoses, Rodrigo Menna. Sintomas Os principais sintomas da leishmaniose são a febre duradoura (de 10 a 15 dias), anemia, perda de peso e fraqueza. Em um estágio mais avançado da infecção, a doença pode causar hepatoesplenomegalia, que é a expansão do fígado e do baço, causada geralmente quando o sistema imunológico está comprometido, o que deixa o paciente vulnerável às demais enfermidades. Tratamento Pacientes com suspeita ou que apresentem alguns dos sintomas descritos, ou ainda, que tenham visitado matas e cachoeiras e morem em locais conhecidos pela transmissão podem procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima e declarar a exposição ao mosquito na consulta. Prevenção Usando roupas compridas, largas e de cor clara; aplicando repelentes em áreas de pele exposta; dormindo em casas protegidas com tela, mosquiteiro e outras medidas repelentes (espiral, elétrico, etc); não indo desprotegido a atividades em matas e beira de rios, especialmente à noite. Quem tem cães também deve seguir algumas orientações para mantê-los seguros e protegidos da doença. Veja medidas importantes que devem ser tomadas: Dados De acordo com o último informativo epidemiológico publicado pela Secretaria de Saúde, o Distrito Federal registrou cinco casos de leishmaniose visceral em 2020, dos quais dois são casos de residentes da Região do Entorno que buscaram tratamento na rede de saúde do DF. Ceilândia, Planaltina e Santa Maria foram as regiões administrativas que registraram os casos da doença no Distrito Federal . Leishmaniose Tegumentar Americana Diferentemente da leishmaniose visceral, a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), conhecida como LTA, não chega a acometer órgãos internos. O principal sintoma da doença é a úlcera cutânea, uma ferida na pele, como o próprio nome sugere. O principal sintoma da LTA é uma lesão cutânea localizada ou disseminada na pele e no cutâneo que não está cicatrizando. Em geral, a ferida não causa muitos incômodos como dor ou coceira, mas pode trazer graves complicações se não for devidamente tratada pelo médico. Em casos mais raros, as lesões cutâneas podem aparecer nas mucosas nasais e orais, especialmente na bochecha e na garganta. Nesses casos, rouquidão, tosse e dores podem estar entre os sintomas da LTA. A rede de saúde do Distrito Federal disponibiliza tratamento para pacientes de leishmaniose tegumentar americana, contudo, esses tratamentos requerem acompanhamento médico. Situação epidemiológica Os últimos dados consolidados pela Secretaria de Saúde informam sete infecções de leishmaniose tegumentar americana (LTA), sendo cinco de residentes do Distrito Federal e dois de municípios da Bahia e de Minas Gerais, que buscaram atendimento em unidades da rede. Planaltina, Vicente Pires e Samambaia são as regiões dos moradores infectados pela LTA em 2020. *Com informações da Secretaria de Saúde

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DF Legal, com apoio da PM, fiscaliza feiras em Samambaia

Equipes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), com apoio da Polícia Militar, realizaram neste domingo (3) ações de fiscalização e orientação aos consumidores e trabalhadores de feiras em Samambaia. A operação segue a rotina da força-tarefa, que conta com a participação de órgãos da área da segurança e verificação do GDF, para vistoriar o uso de máscaras e o cumprimento das medidas sanitárias de combate ao novo coronavírus (Covid-19), concentrado-se, também, na proibição do comércio irregular nos arredores das feiras. O grupo de trabalho percorreu as quadras 313 e 419 e 421 de Samambaia. Ambulantes que não tinham autorização foram orientados a saírem das proximidades e os consumidores que não estavam respeitando o decreto em vigor, que obriga o uso de máscaras em espaços públicos, foram instruídos a usarem o item de proteção individual. Quem não usar, pode ser multado em 2 mil reais. Houve supervisionamento também na Estrutural, no Eixão, na Feira dos Goianos, na W3 Sul e no Paranoá. Além das ações de orientação, também foi realizado o combate à venda de produtos de procedência irregular. * Com informações do DF Legal

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Pronação ajuda no tratamento precoce da Covid-19

Técnica é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) | Foto: Secretaria de Saúde Para tratar as possíveis complicações que a Covid-19 traz aos pulmões, a técnica chamada de pronação – o paciente fica em “posição de bruços” para ajudar na respiração – foi implantada no Hospital Regional do Gama (HRG). A pronação é mais comum nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e utilizada em pacientes que possuem doenças respiratórias graves, como pacientes com desconforto respiratório grave causado pelo coronavírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No HRG, o coordenador de fisioterapia da emergência, Estevão Diniz, tem utilizado de forma precoce a posição prona para tratar as possíveis complicações que a Covid-19 traz aos pulmões. A técnica tem apresentado resultados positivos nos pacientes que chegam à emergência e estão na enfermaria do bloco respiratório. A pronação é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para pacientes graves da Covid-19. Dados De acordo com pesquisas, enquanto a maioria dos pacientes infectados não desenvolve complicações ou apresenta apenas sintomas leves, aproximadamente 14% evolui para um estágio mais grave que requer hospitalização, suporte de oxigênio e, por vezes, ventilação mecânica (VM). Em relação à evolução dos quadros, a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é responsável por acometer entre 31% e 67% dos pacientes. A técnica prona pode evitar esse estágio. Técnica já é utilizada no Hospital Regional do Gama em pacientes com síndromes respiratórias graves | Foto: Secretaria de Saúde Essa estratégia da fisioterapia consiste em posicionar o paciente em decúbito ventral (barriga para baixo), o que deve resultar em distribuição mais uniforme do estresse e da tensão pulmonar, melhora da relação ventilação/perfusão, da mecânica pulmonar e da parede torácica. A ação, de acordo com nota técnica da Associação Brasileira de Fisioterapia, tem contribuído para redução da duração da VM e da taxa de mortalidade avaliada em um seguimento de 28 a 90 dias. Recuperação Segundo Estevão, a equipe observou que os pacientes que recebem a técnica apresentam melhora considerável. Em alguns casos, quem possivelmente teria indicação de ventilação mecânica não precisou do suporte. “Conseguimos perceber uma melhora significativa nesses pacientes que chegam aqui com dificuldade respiratória e baixa oxigenação. Inclusive, no momento da alta, estamos recomendando a técnica para ser continuada em casa”, explica. Estevão: “Conseguimos perceber uma melhora significativa nesses pacientes. Inclusive, no momento da alta, estamos recomendando a técnica para ser continuada em casa” | Foto: Secretaria de Saúde O profissional destaca que o processo melhora a relação difusão-perfusão mesmo com o paciente acordado e lúcido. No protocolo adotado, o ideal é que a pronação seja utilizada nas primeiras 48 horas em pacientes que apresentem falta de ar. Ela é mantida por pelo menos 16 horas. No entanto, a primeira observação da técnica já é feita após uma hora em posição prona, em que é executada uma gasometria para avaliar se o paciente responde ou não a essa estratégia. Junto com esse manejo são utilizadas outras técnicas de fisioterapia motora e respiratória. São movimentações precoces e exercícios respiratórios que ajudam a melhorar a dinâmica respiratória do paciente. Isso contribui para uma melhor interação e resposta do corpo no combate à doença. Assim, o organismo consegue manter-se estável e atuante no processo de ataque viral da patologia. * Com informações da Secretaria de Saúde

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TCDF libera repasses para Hospital de Campanha da PM

O combate à Covid-19 no Distrito Federal deve ganhar um grande reforço a partir deste sábado (01/08). O hospital de Campanha da Polícia Militar começa a receber pacientes acometidos da doença em 84 leitos de UTI, garantindo tratamento para os infectados com o coronavírus. Em despacho singular publicado na noite desta última quinta (30), o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios (TCDF) Inácio Magalhães Filho revogou a medida cautelar que proibia a Secretaria de Saúde (SES) de fazer pagamentos à Associação Saúde em Movimento (ASM), empresa que irá gerir o Hospital de Campanha da Polícia Militar do DF (PMDF). Com a decisão, a SES poderá repassar valores à ASM, que iniciará a gestão da unidade de saúde. Montado no Centro Médico da Polícia Militar, no Setor Policial Sul, o hospital de campanha conta com 104 leitos – 84 de unidade de terapia intensiva (UTI) e 20 de enfermaria – , que serão adicionados ao sistema de saúde público do DF e poderão ser utilizados para o tratamento de pacientes com a Covid-19. “Temos trabalhado muito desde o início da pandemia para reforçar a rede pública de saúde do Distrito Federal. Contratamos médicos e outros profissionais de saúde e investimos na criação de leitos de UTI para atender aos pacientes mais graves. A abertura do hospital da PM é muito importante para manter equilibrada a oferta de leitos de UTI”, disse o governador Ibaneis Rocha. Da mesma forma como acontece no Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha, todos os equipamentos instalados nesta unidade serão posteriormente incorporados ao patrimônio da Secretaria e servirão para reequipar e renovar o parque tecnológico dos hospitais da rede. “É um legado importante para a saúde pública do DF. Todo esse equipamento vai continuar nos hospitais quando tudo isso passar. Essa é a maior operação que estamos fazendo nesta crise porque o Hospital da PM será a unidade com maior número de leitos para o combate à Covid-19”, explica o secretário de saúde, Francisco Araújo. A empresa contratada vai empregar 600 profissionais, necessários para atender todos os 104 leitos disponibilizados no hospital. A quantidade inclui desde equipes operacionais a médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Todos os funcionários vão trabalhar em regime de escalas. Além dos 104 leitos, a estrutura do hospital conta com 80 monitores, 50 ventiladores mecânicos e 160 bombas de infusão, além de equipamentos de proteção individual (EPIs), insumos e um aparelho de raio-x totalmente digital, mais ágil na entrega de resultados do que o aparelho convencional. Também estão incluídos no contrato gerenciamento técnico, assistência médica multiprofissional – de forma ininterrupta –, com manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos e atendimento de pacientes, com medicamentos, materiais, alimentação, nutrição enteral e parenteral. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Parte dos servidores do GDF vai trabalhar remotamente

O Governo do Distrito Federal (GDF) adotará definitivamente o teletrabalho. As áreas que serão incluídas nesse regime, assim como a quantidade de servidores de cada unidade que exercerão as respectivas atividades de casa, ainda estão sendo definidas. Mesmo não tendo se preparado para isso, 92% dos servidores do GDF sem cargo de chefia aprovam a experiência do teletrabalho, segundo a pesquisa Trabalho Remoto no GDF — Enfrentamento à Pandemia Covid-19. O estudo foi feito pelo Grupo de Pesquisa E-Trabalho, da Universidade de Brasília (UnB). Participaram 7.421 servidores de 93 órgãos e entidades da administração pública local. Com o Decreto nº 40.546, de 20 de março, passaram a trabalhar de casa servidores de secretarias de Estado, administrações regionais, empresas públicas, fundações e autarquias que não exercem atividades essenciais e com infraestrutura tecnológica e de comunicação adequada. Eles tiveram oportunidade de responder à pesquisa, por e-mail, de 25 de abril a 31 de maio. Foram aplicados dois questionários: um para ocupantes de cargos de chefia, ao qual responderam integralmente 1.455 pessoas, e outro para os que não lideram equipes, com 5.966 respostas. Para o GDF, foi uma oportunidade de aprofundar estudos sobre a adoção dessa modalidade de trabalho. E principalmente de estar preparado para o período pós-pandemia. “Nós estamos preocupados com o retorno, olhando para o futuro, e com a pesquisa pudemos ouvir os servidores e envolvê-los nessa discussão”, afirma o secretário de Economia, André Clemente. No ano passado, o órgão promoveu um seminário sobre o tema, com o compartilhamento de experiências pontuais no governo e a participação da professora de Psicologia Organizacional e do Trabalho Gardênia da Silva Abbad, doutora na área e líder do grupo E-Trabalho. O grupo estuda, há três anos, as percepções e as práticas de servidores públicos em teletrabalho em órgãos federais do Judiciário e no Ministério Público do Trabalho. Para os acadêmicos, a pesquisa no governo local foi uma oportunidade de avaliar como o contexto da pandemia — sem planejamento e de forma compulsória — afetaria essas percepções. “Sem generalizar, podemos afirmar que a experiência no GDF foi bem-sucedida, especialmente considerando que, nos dois grupos, 60% nunca tinha trabalhado nessa modalidade. Não houve perda de produtividade — pelo contrário, em alguns casos”, resume Gardênia. Gestão da entrega São vários os arranjos possíveis de trabalho remoto. No caso do GDF, a pesquisa mostrou que a maioria interessada em seguir nesse regime após o fim das restrições da pandemia prefere um esquema parcial, e não todos os dias. Na avaliação de 78,5% dos que não lideram equipes, mais da metade de suas atividades pode ser executada remotamente, mesmo com o fim da necessidade de isolamento. Para se comunicar, as mensagens por WhatsApp são a forma mais utilizada, seguida do telefone e de plataformas de videoconferência. O Sistema Eletrônico de Informações, o SEI, também foi fundamental para a viabilização do trabalho a distância no governo, uma vez que permite o acesso a processos e sua tramitação pela internet. Nenhum desses recursos, porém, atende ao maior desafio dos líderes de equipe quando se adota o trabalho remoto: a gestão da entrega. “Em uma realidade orientada para os resultados, é bastante comum identificarmos desafios relacionados à definição de metas e ao monitoramento sem ferramentas adequadas. Entre os participantes, essas preocupações também são reportadas, mas prevalecem relatos que indicam percepções positivas, como o comprometimento das equipes e a oportunidade de reorganização das atividades”, explica a líder da pesquisa, a doutoranda em Administração Juliana Legentil. A resistência à modalidade remota é maior entre os que ocupam cargo de liderança, mas, ainda assim, no caso do GDF, 73% das chefias pretendem permitir que parte da equipe siga trabalhando dessa forma. Dos que não têm subordinados, 89% se manifestam favoráveis à manutenção do teletrabalho após a pandemia: 56% preferem trabalhar de casa de duas a três vezes por semana e 33% gostariam de cumprir as atividades exclusivamente a distância. “Para muitos, o período mais delicado foi superado e a experiência de gestão de equipes remotas, mesmo em um cenário completamente atípico, pode ser ainda mais positiva se houver investimento em ferramentas e treinamentos”, diz Juliana. “Já estamos testando no governo uma ferramenta que possibilita a gestão da entrega, mas sua eficiência dependerá da revisão de planos de trabalho e da modulação de metas possíveis dentro das equipes”, adianta Juliano Pasqual, secretário-executivo de Gestão Administrativa, da Secretaria de Economia. Ele diz que o processo de transformação digital do GDF, iniciado no ano passado, já evidencia que o atendimento à população pode ser feito de forma mais inteligente, com menos custos para o Estado e mais qualidade de vida para o servidor. O sistema, além de permitir a melhor gestão administrativa do trabalho remoto, contribuirá para que o cidadão monitore resultados de forma mais precisa, afirma Pasqual. “Podemos prestar os mesmos serviços com maior eficiência. Acredito que o teletrabalho será a reforma administrativa mais profunda na administração pública local, mas será um processo gradual, em que diversos pactos terão de ser estabelecidos, conforme a particularidade de cada unidade e do trabalho por ela realizado.” * Com informações da Secretaria de Economia  

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Impacto da alimentação infantil no meio ambiente é debatido no YouTube

  Com o tema “Apoie o aleitamento materno por um planeta saudável”, a campanha Agosto Dourado deste ano vai focar no impacto da alimentação infantil no meio ambiente, nas mudanças climáticas e na necessidade urgente de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno para a saúde do planeta e de seu povo. Além disso, haverá vários eventos e ações como o 5º Seminário de Aleitamento Materno de Brasília e a apresentação do filme Tigers, que vai gerar um debate com profissionais, estudantes e todos os que lutam pela causa do Aleitamento Materno. “Estudos indicam que o aleitamento materno como ação isolada é capaz de reduzir a mortalidade infantil em até 13%. No Distrito Federal valorizamos a amamentação desde a sua fundação. Pela primeira vez o DF conseguiu atingir, em 2019, a taxa de mortalidade infantil de um único dígito, de 8,5 para cada 1.000, um grande ganho para todos”, comemora Miriam Santos, coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano do DF. A amamentação previne a fome e todas as formas de desnutrição, além de garantir a segurança alimentar dos bebês, mesmo em tempos de crise, sem ônus adicional no orçamento da família. A amamentação é uma maneira de baixo custo para alimentar bebês, além de contribuir para a redução da pobreza. Além disso, a nutrição, a segurança alimentar e a redução da pobreza são fundamentais para alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. “No âmbito nacional e internacional, Brasília é reconhecida pelo apoio, proteção e apoio ao aleitamento materno que é historicamente realizado com o envolvimento da sociedade e dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”, explica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Por conta da pandemia do novo coronavírus, todos os eventos do Agosto Dourado e todas as ações nas Regiões de Saúde deste ano serão de forma virtual. A transmissão ocorrerá pelo canal Amamenta Brasília, no YouTube. O primeiro ocorrerá no próximo sábado (1°/8), às 15h. “O leite materno deve ser um alimento exclusivo até os seis meses e até os dois primeiros anos de vida, porque tem tudo o que é necessário para a saúde da criança, conforme orientam a Secretaria de Saúde, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde”, afirma Miriam. Segundo a coordenadora, as ações do Agosto Dourado ajudam a fortalecer a conscientização das mães. “Amamentar é um direito da criança, mas não é um dever da mãe, por isso precisamos conscientizá-la, apoiá-la e protegê-la para que ela queira amamentar”, explica. Todos os eventos relacionados à amamentação têm o amparo legal, com a Política Distrital de Aleitamento Materno – Lei Distrital nº 5.374/2014, Agosto Dourado – Lei Federal nº 13.227/2015, Agosto Dourado – Lei Distrital nº 6.097/2018. Confira a programação: *Com informações da Secretaria de Saúde

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Sistema Ajudah: tecnologia em prol da solidariedade

O trabalho do Comitê de Emergência Covid-19, uma ação coordenada do Governo do Distrito Federal, vai contar com mais um aliado: o Ajudah — Sistema de Ajuda Humanitária Covid-19. O objetivo é informatizar e automatizar processos de planejamento, registro, controle e distribuição de cestas básicas e de kits de higiene recebidos pelo governo para doação a cidadãos não atendidos por programas sociais. Com o crescimento das doações, veio a necessidade de aprimorar a logística da ação humanitária do comitê, atividade coordenada pela Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância, da Chefia de Gabinete do Governador. A pedido da subchefia, a Secretaria de Economia desenvolveu a plataforma, apresentada nesta terça-feira (28) aos órgãos envolvidos nas ações. “A equipe técnica entregou o Ajudah em tempo recorde para dar suporte a quem está na ponta desse trabalho de solidariedade, e acredito que nos ajudará a avançar nessa responsabilidade social, que mobiliza tantos servidores. Temos de ser exemplo para o País”, disse a secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, aos participantes do evento virtual, por meio de videoconferência transmitida no YouTube da Secretaria de Economia. Os servidores envolvidos na ajuda humanitária agora serão treinados para utilizar corretamente a nova ferramenta, explicou o secretário de Economia, André Clemente. “Como órgão central de planejamento e gestão do GDF, temos de criar ambiente favorável à atuação de todos nessa ação coordenada”, afirmou, ao destacar o valor do Ajudah em permitir que a administração pública identifique com precisão os cidadãos mais necessitados e planeje melhor as entregas. [Olho texto=”O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas.” assinatura=”” esquerda_direita_centro=””] Sem o sistema, quando um cidadão manifestava a uma administração regional a necessidade de receber doações por causa da crise da pandemia de Covid-19, a equipe de servidores envolvida na ajuda humanitária verificava na Secretaria de Desenvolvimento Social se ele já era beneficiário de algum programa. É que têm prioridade nas doações pessoas que não recebem benefício. O Ajudah mostrará isso assim que o CPF for cadastrado, tornando o processo mais rápido e justo. O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas. Isso facilitará o mapeamento das regiões com maior necessidade e contribuirá para a captação das doações. Cadastro São três módulos. No primeiro, servidores das administrações poderão fazer o cadastro do cidadão que deseja receber doações, apenas com o CPF. Em outro módulo, serão montadas as ações humanitárias: definem-se os beneficiários e o roteiro a ser seguido pela Defesa Civil. Assim, a tecnologia contribuirá na organização da logística e na economia de combustível. Muitos itens são doados avulsos, mas a entrega é feita em cestas e kits, que são cadastrados no estoque dessa forma. Quando uma ação humanitária for montada, o sistema já tornará indisponíveis no estoque as cestas e kits que serão doados. No terceiro módulo, a Defesa Civil vai cadastrar e registrar as doações realizadas. Assim, o novo sistema facilitará o controle da destinação dos itens, atualmente feito por meio de planilhas, o que aumentará o controle e a transparência. Os dados das doações feitas em abril, maio e junho foram migrados para a base de dados da plataforma. Comitê de Emergência Covid-19 O Comitê de Emergência Covid-19, instituído por meio do Decreto nº 40.559/2020, foi criado com o propósito de organizar as iniciativas governamentais em apoio aos afetados pela pandemia. Coordenado pela Secretaria de Economia, é formado por titulares de órgãos do GDF e por dirigentes de entidades que representam empresas privadas. Tem por competência receber, planejar e coordenar campanhas de arrecadação de doações, bem como elaborar ações para o enfrentamento da pandemia. *Com informações da Secretaria de Economia

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Bloquete volta a ser alternativa na pavimentação de cidades

Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília A comunidade da Rua do Mato, na Fercal, sofreu por mais de 30 anos com ruas de terra. O calendário anual dos moradores, cerca de 1,2 mil pessoas, era dividido em duas partes: seis meses na poeira, outros seis meses na lama. Mas essa realidade já está mudando. É que foi oficialmente inaugurado um trecho de 200 metros de pavimento em bloquetes (placas de concreto) na subida que dá acesso às quadras mais altas da região. “A vida melhorou 100%. Quando chovia, carro não subia. Deixávamos tudo lá em baixo e vínhamos a pé com as crianças no colo”, lembra o morador José Valderi de Lima. “Pra quem conheceu isso aqui antes, sabe o quanto era cruel e desumano”, completa. A iniciativa da pavimentação foi da Administração da Regional da Fercal. “A gente comprou os insumos e utilizamos nossa própria mão-de-obra e também recebemos ajuda dos colaboradores da Funap [Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso]”, explica o administrador Fernando Gustavo. Segundo ele, também foram feitos serviços semelhantes em frente às escolas rurais Sonhei, Catingueiro e Córrego do Ouro e ainda em uma via da quadra da Rua do Engelho Velho. “Todos estão felizes. Agora, a vida melhorou demais. É uma alegria muito grande”, afirma a moradora Ana Maria Nunes que mora em frente à parada de ônibus da Rua do Engelho Velho. “Tudo melhorou muito, as pessoas estão com mais saúde e a casa está segurando mais tempo limpa”, comemora. Além de visualmente mais bonito, as placas de cimento são mais baratas e ecologicamente corretas. Por estar entre duas Áreas de Preservação Ambiental (APA) – Planalto Central e da Cafuringa -, a região administrativa tem dificuldade em aprovar licença ambiental para usar asfalto. “Como piso é permeável e a água infiltra para os lençóis freáticos, os bloquetes são os mais recomendados para essas localidades”, explica Fernando Gustavo. Atraído pelo sucesso da iniciativa, o presidente da Novacap, Fernando Leite, planeja alavancar o projeto. “É uma iniciativa que pretendemos levar para todas as outras regiões administrativas”, disse. Segundo ele, a empresa deve licitar, nos próximos meses, equipamentos para a fabricação dos bloquetes. “Estamos com um projeto na Novacap bem avançado para criar fábricas em vários pontos do DF”, explica. “A ideia é deixar uma máquina para cada um dos sete pólos do GDF Presente e um para área rural”, detalha Leite. “É uma ação inteligente que utiliza a mão de obra da própria administração pública e custa pouco. É tudo que o governador Ibaneis quer: um governo com soluções inovadoras, eficientes e baratas”, completa. Obras rápidas e baratas De acordo com o administrador da Fercal, Fernando Gustavo, o tempo de execução das obras de pavimentação com esse tipo de matéria-prima é rápida. Para fazer cerca de 200 metros de uma rua de mão-dupla foi preciso 1 mês de trabalho. “O mais complicado é a licitação dos insumos”, afirma. O valor da obra também é outro diferencial. Cerca de um metro quadrado em bloquetes custa pouco mais de R$ 64, já o mesmo trecho em asfalto sai por cerca de R$ 180, segundo cálculos do Departamento de Urbanização da Novacap. “É um material barato com boa vida útil e tem uma manutenção mais rápida e fácil de fazer”, explica Fernando Leite. Ele conta que o piso pode ser usado em áreas mais carentes para melhorar a qualidade de vida das pessoas. “É uma solução para vias menores onde não há trânsito pesado. Isso facilita inclusive atender a comunidade em áreas não regularizadas e área rurais”, lembra ao citar regiões de Arniqueira, São Sebastião e Planaltina.

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Gestantes devem manter o pré-natal mesmo na pandemia

Na UBS da 612 Sul, estratégia foi separar salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas normais, como o atendimento a crianças | Foto: Secretaria de Saúde Devido à pandemia do coronavírus, alguns serviços prestados nas unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal foram pontualmente suspensos para evitar aglomeração. No entanto, os atendimentos às gestantes para o pré-natal e demais necessidades estão em curso, normalmente, em toda a Atenção Primária. A recomendação do Ministério da Saúde é de que seja avaliada a situação de cada paciente de forma pontual e, a depender do caso, espaçar as consultas para evitar a exposição da gestante ao novo vírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em março de 2020, o órgão federal lançou nota técnica sobre a importância da continuidade do acompanhamento gestacional, por parte das futuras mães, mesmo durante a pandemia de Covid-19. O atendimento para esse público segue todos os protocolos sanitários vigentes. Ao chegar às UBSs, por exemplo, as gestantes devem aguardar o mínimo possível, de modo a evitar aglomerações em salas de espera. Na Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul (612), a estratégia utilizada foi separar as salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas que a unidade precisa realizar normalmente, como o atendimento a crianças, o pré-natal e a troca de receita – este, um procedimento muito comum. Além dessas atividades existe o compromisso com a parcela de pacientes crônicos, hipertensos e diabéticos, que não podem ficar sem acompanhamento. São consideradas consultas essenciais para a qualidade de vida do paciente. Saúde da Mulher Médico e gerente da UBS 1, Marcus Limeira reforça que a unidade tem feito um trabalho importante em saúde da mulher, em que atividades relacionadas ao pré-natal e à saúde sexual foram preservadas e estão em pleno funcionamento. A colocação de dispositivo intrauterino (DIU), por exemplo. “Nossa unidade atende a uma demanda importante – cerca de 180 gestantes mensais – porque o nosso hospital de referência é o Hospital Regional da Asa Norte [Hran]. Apesar de  ele estar suspenso por ser, agora, o hospital de referência para a Covid-19, elas estão sendo direcionadas para o Hospital Materno Infantil”, explica. Exame é oferecido na Atenção Primária do Distrito Federal, sem custo para o paciente | Foto: Secretaria de Saúde A unidade tem o perfil de atendimento para trabalhadoras que atuam na Asa Sul. Com a pandemia, a equipe observou que algumas pacientes deixaram de ir à unidade. Em contato remoto com elas, devido ao isolamento, os servidores da UBS 1 informam que o atendimento pode ser prestado nas UBSs próximas às residências de cada solicitante. O profissional alerta para a importância do acompanhamento pré-natal e informa que, nos termos do protocolo do Ministério da Saúde, a gestante deve ter, no mínimo, sete consultas, além de receber vacinas preconizadas. Como a da influenza, que está disponível na rede pública. Vanessa Ribeiro, de 28 anos, está grávida de quase 38 semanas. Ela espera um menino e, mesmo em se tratando de seu segundo filho, sabe da importância do acompanhamento. “Mesmo com a pandemia continuo vindo e tomo todos os cuidados recomendados para nós, que é o isolamento e a higiene correta. Para mim não modificou em nada em relação às consultas e exames. Tenho medo de recebê-lo nesse momento quanto ao hospital”, declara. Organização A Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps) destaca que, desde o início da pandemia, todas as UBSs tiveram o seu fluxo reorganizado para que todos os atendimentos fossem feitos de forma harmônica e sem riscos. A área adotou a estratégia fast-track, com dois fluxos definidos. Médico de família e coordenador da área, Fernando Érick Damasceno informa que nenhum tratamento deve ser abandonado em decorrência da Covid-19. “Organizamos os fluxos para manter a biossegurança e os pacientes em agenda separados dos pacientes com sintomas respiratórios e síndrome gripal com possível suspeita de Covid-19. Com isso, mesmo com as recomendações sanitárias que precisamos respeitar, nós preservamos a carteira de serviços da Atenção Primária”, garante.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Setores de Ceilândia e de Planaltina terão reparos na rede elétrica

A Companhia Energética de Brasília (CEB) fará, nesta quinta-feira (23), melhorias na rede elétrica de Planaltina e de Ceilândia. Será preciso interromper o fornecimento de energia, temporariamente, em alguns pontos, para realizar os serviços. Das 8h às 13h30, a CEB fará a substituição de poste em Planaltina. Por isso, a Quadra 1, Conjunto M, lotes 1 a 20; e Quadra 2, Conjunto J, lotes 43 a 60, do Arapoanga, ficarão sem energia. Já em Ceilândia a manutenção preventiva com poda de árvores ocorrerá das 9h às 16h30, afetando, assim, o fornecimento de energia no Núcleo Rural Alexandre Gusmão: Gleba 3, Chácara 367-H, lotes 1 a 6. *Com informações da CEB

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