Mortes por covid-19 caem mais no DF do que no resto do país
O número de mortes causadas pela covid-19 no Distrito Federal vem caindo nas últimas semanas e apresenta o menor índice entre todas as unidades da federação. O dado faz parte do levantamento diário do consórcio de veículos de imprensa e foi comentado por autoridades do governo em coletiva de imprensa, nesta quinta-feira (20), no Palácio do Buriti. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, lembrou a importância da adoção das medidas restritivas pelo GDF na segunda onda da pandemia | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Frente aos 26 estados brasileiros, o DF é onde menos pessoas têm perdido a vida para o coronavírus no Brasil. Dados dessa quarta-feira (19) apontam que o percentual de óbitos por aqui reduziu em 31%, seguido dos estados do Tocantins e do Acre, que registraram -30% cada um. No Brasil, a média móvel de mortes sofreu retração de 14%, registrando o óbito de 1.944 pessoas por dia. Secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto atribui a melhora dos índices de recuperação dos infectados às medidas restritivas adotadas pelo governo na chegada da segunda onda – como o fechamento temporário de parte do comércio, a limitação do horário para a venda de bebidas alcoólicas à noite e o toque de recolher. “O governador Ibaneis Rocha foi, mais uma vez, o primeiro a tomar essas decisões nesta segunda fase do contágio, além do número de leitos que foi expandido e oferecido e os protocolos de atendimento, desde a atenção primária à alta complexidade”, apontou. Mais vacinas, menos mortes Nesta quinta (20), o Distrito Federal registrou 8 mortes por covid-19, totalizando 8.422. Em contrapartida, cresce o número de pessoas vacinadas: 580.659 já haviam recebido a primeira dose do imunizante, e 299.165, a segunda. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Outras 11 unidades federativas seguem o DF também com quedas nos índices de mortes causadas pela doença: Pará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará, Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Piauí e Amazonas, por sua vez, são os estados onde as mortes têm aumentado. No primeiro, o registro é 45% maior nos últimos dias; no segundo, morreram 28% mais pessoas. O restante dos estados apresenta estabilidade.
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Saúde aplica mais de 100 mil vacinas em pessoas de fora do DF
Em quatro meses de campanha de vacinação contra a covid-19, a Secretaria de Saúde (SES) contabiliza a aplicação de 100.943 doses de vacina em pessoas que residem em outros estados. Ao todo, 63.836 receberam a primeira dose e 37.107, a segunda. Os dados são do último informativo da campanha divulgado pela pasta. Quem recebeu a primeira dose no DF tem garantida a aplicação da segunda | Foto: Breno Esaki/ Agencia Saúde-DF Os registros estão de acordo com os dados inseridos no novo SI-PNI, plataforma digital do Ministério da Saúde. Segundo os dados compilados, foram vacinadas pessoas de todos os estados brasileiros. A maioria vem de Goiás – 30. 139 (D1) e 17.618 (D2). Em moradores de Minas Gerais, a Saúde do DF vacinou 7.476 pessoas com a primeira dose e 4.385 com o reforço. Dos residentes de São Paulo, foram 3.884 D1 aplicadas e 2.191 D2. Do Rio de Janeiro, foram 3.568 D1 e 2.098 D2. Veja o gráfico a seguir: Segunda dose garantida Quem recebeu a primeira dose no Distrito Federal tem garantida a aplicação da segunda dose e sem qualquer atraso por falta de doses – situação diferente de vários municípios brasileiros, que não reservaram as doses de reforço para aplicação nas datas determinadas. Graças ao planejamento da pasta em garantir a guarda dessas vacinas, a população do DF não sofrerá com tais problemas. Até o momento, 853.524 doses de vacina foram administradas, sendo 559.773 como primeira dose e 293.751 como segunda. A campanha de vacinação contra a covid-19 começou em 19 de janeiro. O DF já recebeu 22 remessas dos imunizantes, totalizando 1.141.340 doses, sendo 612.960 Coronavac, 508.4 mil AstraZeneca e 19.980 Pfizer/Biontech. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Hoje, 65.001 doses para aplicação da D1 e 43.609 para D2 estão distribuídas nas regiões de Saúde. Na Rede de Frio Central há 46.814 doses para primeira aplicação e 133.310 para reforço. A pasta reforça que não vai aplicar D2 como D1 para garantir a imunização completa da população. Os quantitativos de doses distribuídas e armazenadas (Rede de Frio Central e distribuídas nas regiões) consideram 10% de perda técnica. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Com mais um hospital de campanha, cirurgias são aceleradas
Com a entrega de mais uma unidade hospitalar de campanha destinada ao tratamento de pacientes com covid-19, o Distrito Federal será capaz de reduzir a fila por cirurgias eletivas, impactadas pela pandemia. Inaugurado nesta sexta-feira (14), o Hospital de Campanha do Autódromo Internacional de Brasília amplia em mais 100 leitos o atendimento para cuidar de pacientes com covid-19. Com isso, o sistema de saúde será desafogado. Inauguração do Hospital de Campanha do Autódromo: investimento na qualidade da saúde do DF | Foto: Renato Alves/Agência Brasília [Olho texto=”“Estamos remodelando a estrutura de saúde do DF para retomar a vida com tranquilidade dentro dos nossos hospitais da rede pública” ” assinatura=”Governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o governador Ibaneis Rocha, 2,5 mil cirurgias mais graves poderão ser retomadas nos próximos meses com a ampliação do número de leitos. “Nós tivemos que transformar os leitos de UTI geral em leitos de UTI covid-19, isso em todos os hospitais do DF”, pontuou. “Com isso, paramos quase todas as cirurgias eletivas, inclusive cirurgias cardíacas tiveram que ser adiadas por conta da ausência de UTIs. Agora, vamos deslocar esses pacientes, reverter esses leitos de UTI que estavam sendo utilizados para covid-19, para que a gente possa destravar a fila de cirurgias”. A inauguração do hospital traz boas perspectivas para todo o DF, ressaltou o governador: “Agora nós temos condições médicas e hospitalares de oferecer os leitos de UTI que são necessários para essas cirurgias e também para outras cirurgias que têm um risco maior. Estamos remodelando a estrutura de saúde do DF para retomar a vida com tranquilidade dentro dos nossos hospitais da rede pública”. O hospital Os 100 leitos do hospital de campanha são equipados com suporte de diálise, monitores paramétricos e bombas de infusão. A unidade conta com cinco alas que comportam 20 leitos cada uma. Os espaços também têm salas de triagem, salas para procedimentos invasivos, salas de insumos, salas de descompressão, farmácias, pontos de hemodiálise, salas de raios-X e de tomografias. [Olho texto=”“Temos que elogiar o que é feito, como esse hospital de campanha. Com ele, teremos condições de atender a uma terceira ou quarta onda, se elas vierem” ” assinatura=”Deputado distrital Jorge Vianna” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Além disso, a unidade dispõe de área de desembarque de ambulâncias, setor administrativo, setor de tecnologia da informação (TI), setor de manutenção, espaços de descanso para médicos e enfermeiros, banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais (PNEs), copa e necrotério. Todos os ambientes contam com sistema de ar-condicionado e renovação de ar. O projeto foi desenvolvido pela Novacap em parceria com a Secretaria de Saúde (SES). Além dessa unidade, o GDF entregou o Hospital de Campanha do Gama, com 100 leitos, e concluirá, nos próximos dias, mais uma unidade, em Ceilândia, também com 100 leitos. A estrutura montada assegura o atendimento de primeira linha aos usuários | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Fica mais essa estrutura à disposição do DF e Entorno de modo que a gente possa trazer saúde para a população, mesmo neste momento de tanta dificuldade”, destacou Ibaneis durante a inauguração. A unidade do Autódromo de Brasília foi erguida pela DMDL Montagens de Stands Ltda, que apresentou a proposta de custo de R$ 6,5 milhões no pregão eletrônico promovido pela Novacap. A estrutura impressiona o deputado distrital Jorge Vianna, servidor do DF e defensor da saúde. “De fato, nós não estávamos preparados para a pandemia, mas o governador Ibaneis Rocha tem feito muito e trabalhado”, destacou o parlamentar. “As críticas acontecem, mas também temos que elogiar o que é feito, como esse hospital de campanha. Com ele, teremos condições de atender a uma terceira ou quarta onda, se elas vierem.” A deputada federal Celina Leão também elogiou as ações do governo: “Temos orgulho de dizer que em Brasília ninguém morreu em fila. Todas as pessoas que tiveram covid-19 puderam contar com um atendimento adequado. O DF vai sair dessa luta contra a covid-19 de cabeça erguida”. Gestão [Numeralha titulo_grande=”R$ 199,4 milhões ” texto=”Valor total do contrato, sendo R$ 66,4 milhões por hospital” esquerda_direita_centro=”direita”] Assim como na unidade em funcionamento no Estádio Bezerrão, no Gama, a Mediall Brasil é a contratada para gerir o hospital do Autódromo. A empresa é responsável pelo gerenciamento técnico, assistência multiprofissional – eles de forma ininterrupta –, com manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos – incluindo computadores e impressoras – e atendimento dos pacientes – medicamentos, materiais médico-hospitalares, gases medicinais e esterilização de equipamentos e materiais, alimentação, nutrição enteral e parenteral. O valor total do contrato é de R$ 199,4 milhões para o período de 180 dias, sendo R$ 66,4 milhões por hospital – há ainda a unidade de campanha em Ceilândia para entrar em funcionamento. O pagamento será realizado por diária, sendo R$ 3,6 mil o valor de cada uma, um valor que ficou abaixo do estimado pela pasta, gerando uma economia de R$ 81 mil para os cofres públicos no total da contratação. Mais hospitais, mais saúde [Olho texto=”Nesta sexta (14), também foi inaugurada uma UBS nos Jardins Mangueiral. Outras serão construídas no DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os esforços do GDF para melhorar o atendimento na saúde vão além das estruturas temporárias dos hospitais de campanha. Está em construção uma unidade modular com 102 leitos no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), que vai permitir o remanejamento de leitos para cirurgias e de outras unidades para atendimento à covid-19. “Temos feito muito na área da saúde”, reforçou o governador Ibaneis. “Criamos mais leitos que os dois ou três governadores que passaram pelo DF antes de nós. Contratamos, pelo Iges-DF e Secretaria de Saúde, sete mil profissionais da saúde ao longo desse período de governo. É isso não é pouco, é quase que dobrar a capacidade dos profissionais de saúde do DF.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ainda nesta sexta-feira (14), a população recebeu mais uma Unidade Básica de Saúde (UBS), localizada nos Jardins Mangueiral. Outras UBSs estão por vir ainda no primeiro semestre – em Ceilândia, no Paranoá, no Riacho Fundo II –, e também, até o final do ano, no Buritizinho e no Vale do Amanhecer. Ainda está prevista a construção de uma UBS no Gama, onde o GDF vai recuperar uma estrutura abandonada desde 2015 e investir R$ 6 milhões para colocá-la em funcionamento. Há ainda sete unidades de pronto atendimento (UPAs) em obras. A primeira a ser entregue será a de Ceilândia, nas próximas semanas. Além dessa, devem ser concluídas ainda em 2021 as outras seis unidades com obras em andamento: as de Brazlândia, Vicente Pires, Paranoá, Gama, Planaltina e Riacho Fundo II.
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Sua Vida Vale Muito tem posto de vacinação no Itapoã
Começou no Distrito Federal, a vacinação contra a covid-19 para pessoas com comorbidades, que estão na faixa etária de 50 a 54 anos. Para quem tem entre 18 e 59 anos, o cadastramento já está disponível. Para auxiliar nesta etapa, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), por meio do Programa Sua Vida Vale Muito, oferece como ponto de apoio, a partir desta quinta-feira (13), a Praça dos Direitos, na quadra 203, no Del Lago, no Itapoã, das 8h às 17h. O Programa Sua Vida Vale Muito agora é Programa de Governo | Foto: Divulgação/Sejus Os idosos que ainda não tomaram a vacina, também poderão se imunizar no local. Além do Itapoã, a Sejus tem mais dois pontos de apoio voltados para a imunização (das duas doses) de idosos: Recanto das Emas, na quadra 113, no CEU das Artes, e em Ceilândia, na QNN 13, na Praça dos Direitos. Os pontos funcionam das 9h às 17h. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, poder ofertar o Programa Sua Vida Vale Muito, exclusivo para vacinação, nesse momento de pandemia, é grandioso. “ Trabalhamos diuturnamente para conseguir efetivar políticas públicas e levar para a população do DF mais cidadania, garantia de direitos, acessos à serviços essenciais e mais dignidade. Com as vacinas, ajudamos a salvar vidas, a levar esperança para vida das pessoas mais vulneráveis e principalmente, a combater o coronavírus. Acredito que em breve, estaremos com o DF todo imunizado”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Novos atendimentos A partir desta sexta-feira (14), até o dia (28), no Itapoã, serão realizados testes de HIV, sífilis e hepatites B e C. As senhas serão distribuídas no local. Funcionamento Servidores das secretarias de Justiça e Cidadania e de Saúde, assim como voluntários cadastrados no site do Voluntariado em Ação da Sejus, realizam o atendimento ao público-alvo. As ações contam com a parceria da Caeb, Polícia Militar e Bombeiros. Programa O Programa Sua Vida Vale Muito da Sejus, foi instituído pelo governador Ibaneis Rocha como Programa de Governo. As ações itinerantes já percorreram inúmeras regiões administrativas do DF, com mais de 10 mil atendimentos nas áreas de saúde, bem-estar e cidadania. Serviço Para agendamento e cadastro da vacinação, acesse o site da Secretaria de Saúde. *Com informações da Secretaria de Justiça
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Iges serve oito mil refeições diariamente nas unidades
Uma das formas de cuidar de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde é oferecendo uma alimentação saudável. Para isso, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) acompanha de perto a produção de oito mil refeições por dia que são servidas nas oito unidades sob sua administração. Do total de refeições, o Hospital de Base (HB) recebe mais da metade: são cinco mil feitas pela empresa Salutar. A mesma empresa faz outras 3,1 mil dietas. Dessas, 2,4 mil refeições são distribuídas para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e outras 700, aproximadamente, destinadas às unidades de pronto atendimento (UPAs) de Ceilândia, Recanto das Emas e de Samambaia — com média de 200 refeições para cada uma. Já a Vogue, segunda terceirizada, dispõe de cerca de 480 refeições para outras três UPAs – as de Sobradinho, São Sebastião e Núcleo Bandeirante –, entregando aproximadamente 160 refeições em cada uma delas. As refeições são preparadas levando em consideração as especificidades do público atendido| Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Produção O preparo dos alimentos funciona 24 horas, todos os dias, e segue padrões sanitários rigorosos para garantir a qualidade e evitar desperdício. Além disso, há nutricionistas que atuam do início ao fim do processo, sendo que aqueles que ficam na área assistencial ou clínica fazem a avaliação de cada paciente para prescrever a alimentação ideal, de acordo com a condição de saúde. [Olho texto=”A distribuição dos alimentos se dá ao longo do dia nos quartos dos pacientes, seguindo os horários de seis refeições. Aos acompanhantes são distribuídas três refeições (café da manhã, almoço e jantar)” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Outros atuam na produção fiscalizando a confecção das refeições e ajudando na logística da distribuição dos pratos. “Nós garantimos que os alimentos ofertados sejam de qualidade, seguros e adequados às necessidades de cada paciente”, garantiu a chefe de produção do HB, Ana Cecília Nunes. Além disso, há nutricionistas responsáveis por elaborar o cardápio. “Os itens são padronizados para atender o máximo de pacientes, mas sempre levamos em consideração alergias alimentares, intolerâncias e as preferências nutricionais do nosso público”, explicou a chefe de produção do HRSM, Juliana Siqueira. Os hospitais também contam com um lactário onde são manipuladas fórmulas infantis para crianças internadas e produzidos alimentos em forma líquida (chamados de enterais) utilizados quando o paciente não pode ingerir sólidos por via oral. No local, também são produzidos suplementos alimentares administrados nos pacientes via sonda ou oral. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Logística As dietas começam a ser servidas no café da manhã, passam pelo lanche da manhã, almoço, jantar, lanche da tarde e finalizam na ceia. Elas ajudam na reabilitação dos internados e garantem energia para os profissionais de saúde que cuidam dos pacientes. A distribuição dos alimentos se dá ao longo do dia nos quartos dos pacientes, seguindo os horários das seis refeições. Aos acompanhantes são distribuídas três refeições (café da manhã, almoço e jantar). Já para os profissionais de saúde, são permitidas até duas por dia, servidas nos refeitórios das unidades, de acordo com o tempo de permanência no plantão. *Com informações do Iges-DF
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‘Correio do amor’ no Hospital Regional de Planaltina
Quem passa pela entrada da emergência do Hospital Regional de Planaltina (HRPL) se depara com um convite: “Deixe aqui sua cartinha para pacientes e servidores do HRPL”. O bilhete fixado em um escaninho na parede faz parte da ação Correio do amor, criada pelo Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP/HRPL) e iniciada na segunda-feira (10). Ideia foi inspirada no projeto ‘HRL por você, para você’, do Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá| Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Segundo a técnica de enfermagem e idealizadora do projeto, Agostinha Maria de Queiroz, o local será destinado para que familiares e amigos possam deixar suas cartinhas para pacientes internados ou como forma de carinho e gratidão aos servidores. “As cartinhas serão recolhidas e entregues diariamente. Essa ideia foi uma forma que o NQSP encontrou para promover a humanização e levar um pouco de carinho para quem tanto precisa”, relata. O primeiro a receber esse carinho foi o pequeno João Pedro, de 5 anos, que estava internado na pediatria. Ele ganhou duas cartinhas que alegraram seu dia. Nesta terça-feira (11), ele recebeu alta e, por meio de um áudio, contou como se sentiu: “Eu gostei muito da carta que meus primos fizeram, amei”, disse, aliviado por já estar em casa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Humanização A ideia foi inspirada no projeto HRL por você, para você, realizado no Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá. Agostinha destaca que o intuito é levar amor e felicidade para quem passa por uma hospitalização. A iniciativa se torna ainda mais necessária em um momento em que as visitas estão suspensas devido à pandemia. Ao todo, quatro pessoas da equipe do NQSP participam do projeto. Papéis e canetas estão disponíveis para quem quiser escrever uma mensagem. As cartas deverão ser colocadas no escaninho e serão recolhidas diariamente e entregues aos destinatários. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mamães internadas na enfermaria covid do HRPL recebem homenagem
Flores, presentes e chamadas por vídeo. Assim foi o Dia das Mães para pacientes internados na ala covid do Hospital Regional de Planaltina (HRPL). A ação, organizada pela Gerência de Assistência Multidisciplinar e Apoio Diagnóstico (Gamad) do hospital, foi a forma encontrada para tentar amenizar a dor da distância dos familiares em uma data tão significativa e na qual muitos estariam reunidos com a família. Primeiro foi realizada a homenagem, a entrega da flor e do kit e, depois, a videochamada, que não teve limite de tempo | Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde Para levar um pouco de alegria e acolhimento aos pacientes, a psicóloga do HRPL Ana Paula Cardoso Simplício disse que decidiu levar rosas como uma demonstração de carinho e para dar um valor afetivo pela data. Com a enfermeira Talita Queiroz, fizeram a entrega das flores e do presente, um kit higiene preparado pelo serviço social com itens de doação (shampoo, condicionador, sabonetes, escova dental e desodorante). [Olho texto=”“O intuito foi fortalecer o vínculo deles com a família, já que estão na área de isolamento e ficam muito tempo sem contato. Você entra na casa de cada pessoa e, para o paciente, parece que ele está dentro da casa dele. É como se a gente deixasse ele dentro de casa, mas no hospital”” assinatura=”Ana Paula Cardoso Simplício, psicóloga do HRPL” esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, fizeram chamada por vídeo para que os pacientes pudessem ver os familiares. “O intuito foi fortalecer o vínculo deles com a família, já que estão na área de isolamento e ficam muito tempo sem contato”, conta a psicóloga. Ela explica que era feita uma conversa com o paciente para saber sobre a vontade ou não de participar da ligação. Primeiro era feita a homenagem, a entrega da flor e do kit e, depois, a videochamada, que não tinha limite de tempo. Segundo Ana Paula, essas iniciativas ajudam na recuperação do paciente, pois quando recebem o apoio da família, percebem essa rede fortalecida, renovam o ânimo e se recuperam melhor. Para os familiares, o sentimento é de gratidão por receberem notícias e terem contato com o familiar hospitalizado. Emoção “É bem emocionante o momento”, relata a psicóloga. “Você entra na casa de cada pessoa e, para o paciente, parece que ele está dentro da casa dele. É como se a gente deixasse ele dentro de casa, mas no hospital. A tecnologia facilita bastante”, destaca. Ela diz que é gratificante poder levar esse momento aos pacientes e aos familiares, além de ser benéfico para a própria equipe de saúde. “O paciente fica feliz, agradece. Quando saio do plantão, saio com a sensação de missão cumprida”, comenta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Planejamento da ação A gerente de Assistência Multidisciplinar e Apoio Diagnóstico da Regional do HRPL, Maria do Socorro Nunes Aguiar, conta que a ideia de planejar algo diferente foi devido à data especial e ao impacto que a covid-19 causa nas pessoas. Inclusive, por esse motivo, ela ressalta que teve o cuidado de que toda a ação fosse realizada por uma profissional preparada para efetuar a abordagem e acolhimento psicológico prévio. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Começa a aplicação da vacina da Pfizer/BioNTech
A Secretaria de Saúde começou a utilizar a vacina da Pfizer/BioNTech na manhã desta segunda-feira (10). O imunizante será aplicado em pontos estratégicos em todas as Regiões de Saúde. A pasta não irá divulgar esses locais e reforça a importância de a população buscar a vacina independentemente da marca. As equipes passaram por um treinamento para lidar com as características da vacina da Pfizer | Breno Esaki/Agência Saúde “Iniciamos o uso da vacina da Pfizer e, mais uma vez, peço para aqueles que estão no grupo de risco contemplado com a vacina que agende o atendimento ou, no caso dos idosos, que procurem um dos 55 pontos e vacinem-se. Não importa qual vacina é oferecida, o importante é se vacinar e garantir a proteção”, recomenda o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, que lembra que a pasta está em campanha de conscientização para que a população não escolha qual vacina receber e aceite a que o ponto de vacinação oferece. Os três imunizantes disponibilizados no Brasil possuem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem aplicados e garantem proteção contra a covid-19. Preparo Diferentemente das vacinas CoronaVac e AstraZeneca, a Pfizer/BioNTech deve ser armazenada a temperatura negativa de -65 graus e, antes de ser aplicada, deve ser diluída e agitada. Todo esse processo é bem específico e cuidadoso para que a vacina seja bem preparada. As equipes de vacinação vêm sendo treinadas desde janeiro para manusear e preparar a vacina. Após aberto, o frasco deve ser utilizado em até 6 horas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A seringa utilizada é mais fina e diferente das utilizadas nas outras vacinas contra a covid-19. O volume aplicado também é menor, 0,3 ml. Para efeito de comparação, nas vacinas CoronaVac e AstraZeneca o volume aplicado é de o,5 ml. *Com informações da Secretaria da Saúde
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As profissionais de saúde que cuidam de filhos e pacientes
Cuidar do amor de alguém, enquanto está longe do seu, é um verdadeiro gesto de empatia. E essa tem sido a escolha diária dos profissionais de saúde na linha de frente do combate à covid-19 durante mais de um ano. Em especial, isso atinge as mães, que se viram para acalentar e salvar vidas cuidando de filhos e pacientes. Luciana trabalha no Hospital Regional de Santa Maria e ficou grávida no início da pandemia. Hoje, já de volta ao trabalho, toma todos os cuidados necessários para não infectar a filha pequena | Foto (tirada em casa): Arquivo / SES-DF No segundo Dias das Mães registrado nesse período comemorado neste domingo (9), essas guerreiras compartilham quais são os desafios e sentimentos enfrentados na maternidade em meio à crise sanitária. A enfermeira Luciana Cardoso, de 43 anos, é uma delas. No início da pandemia, ela estava gestante e teve a oportunidade de ficar em casa de teletrabalho por sete meses. Mas, após a licença maternidade, ela precisou retornar à atividade presencial, em 19 de fevereiro, para atuar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). O retorno foi um desafio, principalmente porque a bebê, Alexia Cardoso, nasceu prematura. “No início foi bem angustiante. Eu chorava bastante com medo de colocar a vida dela em risco. Tinha até medo de respirar perto”, relembra a profissional de saúde, que tem deixado a criança aos cuidados da mãe na maior parte do tempo com medo de infectar a filha. A mãe garante que se mantém em alerta com todos os cuidados com a higienização. “A primeira coisa que faço ao chegar em casa é deixar a roupa na área de serviço e ir direto para o banho. Foi a única forma que encontrei de tranquilizar a minha mente um pouco e conseguir ter contato com a minha filha. Eu sempre penso que é um dia de cada vez”, define. Além da redução do tempo de contato entre mãe e filha imposta pela pandemia, outros fatores que aumentam ainda mais a distância é a carga horária intensa de trabalho de Luciana e os afazeres em casa. “Dói bastante não conseguir me dedicar totalmente a ela, porque a rotina é muito cansativa e pesada. O que compensa é ver que meu trabalho tem resultado e que, juntamente com a equipe, consigo restabelecer vidas em um cenário de pandemia tão difícil”. Transformação Na vida da enfermeira Ivone Dias, 43 anos, a pandemia também causou uma reviravolta quando passou a atuar na UTI Covid-19 do Hospital de Base (HB), em julho de 2020. No início, o medo de contaminar quem ama com uma doença da qual havia poucos conhecimentos mudou completamente a configuração na casa. A enfermeira Ivone trabalha no Hospital de Base, na ala específica da covid-19, e teve que isolar a filha caçula que é asmática na casa da mãe | Foto (tirada antes da pandemia): Arquivo / SES-DF Por ser asmática, a caçula Amanda Dias, de 16 anos, teve que se mudar para a casa da avó paterna, de forma a reduzir as chances de se expor ao vírus. Já o marido de Ivone e o filho mais velho – Alisson Dias, de 27 anos –mantiveram o distanciamento da profissional de saúde, apesar de dividirem a mesma casa. “No começo foi muito difícil me acostumar, porque, querendo ou não, eu poderia ser um vetor de transmissão. Minha mãe e meu esposo chegaram a pedir para eu abandonar a profissão, mas não consegui, porque considero uma obrigação ajudar a quem precisa”, contou a profissional. Ivone ainda teve que deixar de visitar o filho de 23 anos, Wesley Dias, da nora e do neto, de 7 anos, que moram em outra residência. “Foi preciso muita resiliência para aguentar a distância e a saudade da família”, relembra. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O contato inicialmente era virtual. Mas, com o passar do tempo e mais conhecimento sobre a doença, a família voltou a se ver, seguindo todos os protocolos sanitários. “Mesmo assim, todo o cuidado é pouco e, por isso, vamos comemorar o segundo Dia das Mães na pandemia por chamada de vídeo”, decidiu. A pandemia também tem sido um desafio para a gerente da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho, Janaína Vieira Almeida, de 35 anos. A rotina puxada a deixou longe das filhas Lívia Almeida, 3 anos, e Laura Almeida, 5 anos. “O fato de ocupar um cargo de gestão e me expor ao vírus cotidianamente é bem difícil. Durante o dia, elas ficam com minha mãe. Saio cedo e as deixo lá. Depois, busco, mas sem um horário exato”, contou. Para ela, apesar do pouco tempo com as filhas e da necessidade de evitar a proximidade, o período de enfrentamento da covid trouxe muitos aprendizados. “Mostrou-me a importância de acompanhar a alfabetização das crianças e dar todo carinho e amor que posso. Assim como eu sou apaixonada pela minha profissão, sou apaixonada por ser mãe e tento dividir ao máximo a atenção nos dois âmbitos”, declara, ao dizer que mantém uso contínuo de máscara mesmo dentro de casa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Casos de dengue continuam em queda no DF
Nos primeiros quatro meses deste ano, a Secretaria de Saúde registrou 4.570 casos prováveis de dengue na capital federal. O número é 81,6% menor comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 24.808 casos prováveis. O número de óbitos também registrou queda, sendo 19 em 2020, e 2 entre janeiro e abril deste ano. Cenário de queda reflete as ações que a Secretaria de Saúde tem feito em todo o DF e a colaboração da população em ajudar por meio da vigilância contra possíveis criadouros | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (7) no informativo epidemiológico semanal. Eles são referentes ao período de 3 de janeiro a 24 de abril. Planaltina foi a região administrativa que apresentou o maior número de casos prováveis no DF (937), seguida de Ceilândia (479) e Sobradinho (435). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ações contra o Aedes aegypti O cenário de queda nos indicadores reflete as ações intensificadas que a Secretaria de Saúde tem feito em todo o DF e, também, a colaboração da população em ajudar no combate ao Aedes aegypti por meio da vigilância contra possíveis criadouros. Para manter o cenário positivo de diminuição de casos de dengue no Distrito Federal é preciso que os cuidados sejam mantidos dentro e fora de casa, buscando evitar água parada e a proliferação do inseto. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vigilância Sanitária já interditou 40 estabelecimentos
De janeiro a abril deste ano, a Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) da Secretaria de Saúde vistoriou 779 bares e restaurantes, dos quais 175 foram autuados e 40 interditados. Os estabelecimentos que foram fechados ofereciam risco à saúde tanto dos trabalhadores quanto dos frequentadores. A multa, em caso de autuação, varia de R$ 2 mil a R$ 20 mil. A Vigilância Sanitária orienta a população a evitar ambientes com aglomeração e locais com pouca ventilação, utilizar a máscara de forma correta e usar álcool gel, além de observar se o estabelecimento segue os protocolos de segurança sanitária | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF [Olho texto=”As principais irregularidades encontradas foram aglomeração, circulação de pessoas sem o uso de máscaras e condições precárias de higiene” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A Vigilância Sanitária continua realizando ações fiscais em todo o Distrito Federal para verificar o cumprimento do decreto do governo local. Durante a fiscalização, são verificados os protocolos de segurança e as medidas de prevenção de transmissão da covid-19. O Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou o horário de funcionamento de bares e restaurantes, que passaram a funcionar das 11h às 23h. Segundo a gerente de fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, as ações ocorrem diariamente, principalmente no período noturno. “Dessas, 30% são realizadas para atender as denúncias encaminhadas pela Ouvidoria do GDF”, informa. Segundo a gerente, “as principais irregularidades encontradas foram aglomeração, circulação de pessoas sem o uso de máscaras e condições precárias de higiene”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cuidados A Vigilância Sanitária orienta a população a evitar ambientes com aglomeração e locais com pouca ventilação, além de utilizar sempre a máscara de forma correta, fazer uso de álcool gel para higienizar as mãos e observar se o estabelecimento segue os demais protocolos de segurança sanitária. Caso os cidadãos constatem irregularidades em estabelecimentos podem efetuar denúncias pelo telefone 162 ou pela internet via OUV-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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AstraZeneca é segura e aguarda público de 60 e 61 anos
Apesar do empenho do Governo do Distrito Federal (GDF) em garantir e acelerar a imunização da população, a procura por vacinas nos postos de saúde nesse fim de semana foi aquém do esperado. Entre sexta-feira (30) e domingo (2), quando já estava liberada a primeira dose do imunizante contra a covid-19 para idosos com 60 e 61 anos de idade, apenas 16% dessa população buscou atendimento. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, falou sobre as vacinas AstraZeneca e Coronavac: “As duas marcas disponíveis no Brasil são igualmente confiáveis e seguras, por isso não há o que temer” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Estima-se que no DF vivam cerca de 50 mil pessoas nessa faixa etária, mas apenas 8 mil foram vacinadas nos três primeiros dias da campanha para o grupo. Acredita-se que há resistência ao imunizante oferecido, já que o lote destinado para essa etapa de vacinação é da fabricante Oxford/AstraZeneca. Autoridades de saúde, no entanto, alertam que não há contraindicações que devam preocupar a população. “As duas marcas disponíveis no Brasil são igualmente confiáveis e seguras, por isso não há o que temer”, reforçou o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (3), no Palácio do Buriti. “Se você estiver no perfil autorizado, procure logo um posto de vacinação”, completou. Nesta segunda-feira (3) também começou o funcionamento de um posto de vacinação noturno para a população que não consegue buscar atendimento durante o dia. Confira a íntegra da entrevista coletiva desta segunda-feira (3): Queda na infecção Levantamentos da Secretaria de Saúde apontam que a redução do número de infectados pelo novo coronavírus, de internações, complicações graves e óbitos entre a parcela da população que já foi vacinada no Distrito Federal vem caindo drasticamente. “Isso reforça que a saída mais rápida para esse momento [de crise sanitária] que estamos vivendo é a vacinação”, observou o secretário da Casa Civil Gustavo Rocha. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Distrito Federal vem registrando quedas no índice de transmissibilidade, que nesse domingo estava em 0,87. No período mais crítico da pandemia esse número chegou a 1.38. Nota-se também a redução no número de casos ativos – que no auge ultrapassou 16 mil e agora está em torno de 8 mil casos – e da espera por internação em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que chegou a 331 pacientes e começa a semana praticamente zerada. “Isso tudo é reflexo das medidas tomadas pelo governador Ibaneis Rocha de restringir a circulação de pessoas e o funcionamento de alguns serviços durante a noite”, reforçou Rocha. Decreto publicado no Diário Oficial do DF nesta segunda (3) flexibiliza o horário de funcionamento de algumas atividades comerciais, assim como altera o horário de restrição na circulação de pessoas pelas ruas.
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Pessoas com comorbidades podem agendar vacinação a partir das 9h
A Secretaria de Saúde vai abrir, a partir das 9h desta segunda-feira (3), 10 mil vagas para agendamento da vacinação contra a covid-19 para o primeiro grupo de pessoas com comorbidades. Por meio do site vacina.saude.df.gov.br, pessoas com síndrome de Down, com deficiência cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pacientes que fazem terapia renal substitutiva (hemodiálise) e gestantes com comorbidades poderão agendar o recebimento da primeira dose da vacina. A aplicação de imunizantes que previnem a covid-19 será ampliada no Distrito Federal com a chegada de 81,5 mil doses da vacina AstraZeneca e mais 5.850 da Pfizer BioNTech na manhã de hoje. Nesta terça-feira (4), a partir das 9h, será aberta mais uma etapa da vacinação para profissionais de saúde que não fazem parte da rede pública e que possuem registro em conselhos de classe. Para esse grupo serão disponibilizadas 10 mil doses para as categorias que ainda não atingiram grande cobertura. São elas: medicina, enfermagem, biologia, técnicos em radiologia, trabalhadores de laboratório e da Secretaria DF Legal. Na quarta-feira (5), também a partir das 9h, será a vez do agendamento de pessoas com comorbidades na faixa etária de 55 a 59 anos. Para este grupo, a Secretaria de Saúde vai destinar 60 mil doses de imunizantes. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, considera como muito importante esse avanço na vacinação contra a covid-19 na capital federal. “Estamos concluindo a vacinação em pessoas idosas e, agora, iniciando a vacinação em pessoas que têm comorbidades. É um passo muito importante para proteger nossa população contra o coronavírus”, afirma. Balanço [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Até o momento, o DF já recebeu 835.360 doses das vacinas CoronaVac (559.360) e AstraZeneca (276 mil). Com a chegada de mais essa remessa prevista para essa segunda-feira (3), a capital terá o total de 922.710 doses. Durante a campanha, que começou no dia 19 de janeiro, 456.551 pessoas receberam a primeira dose e 252.356 a dose de reforço. As categorias mais vacinadas foram de trabalhadores da Saúde (124.009 D1 aplicadas e 96.744 D2) e idosos entre 65 e 69 anos (76.659 D1 e 45.941 D2). A vacinação ocorre em 55 pontos cobrindo todo o território do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Agendamento para vacinação tem 5 mil vagas nesta terça
Durante o agendamento, será possível escolher data, horário e local para receber o imunizante. Esse público será vacinado nos próximos dias 22, 23 e 26 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF A Secretaria de Saúde vai abrir 5 mil vagas para agendamento da vacinação para profissionais de saúde a partir das 9h desta terça-feira (20). Essa é a quarta etapa da vacinação para as categorias profissionais definidas a partir de critérios técnicos, pelo Comitê Gestor de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. O agendamento estará disponível na internet. Na semana passada, o DF recebeu uma remessa de vacinas para dar prosseguimento à campanha de vacinação contra a covid-19. Do total de doses recebidas, a orientação técnica do Ministério da Saúde é que 3.906 fossem usadas como primeira dose (D1) para os profissionais de saúde. Esse número foi ampliado para 4.414 doses, pois 508 doses do agendamento passado haviam sido separadas para perda técnica. No entanto, nenhuma dose foi perdida. Outras 586 doses que deveriam ter sido aplicadas no agendamento anterior e não foram utilizadas por não comparecimento dos profissionais de saúde serão utilizadas nesta fase. [Olho texto=”As listas com os dados cadastrais são de responsabilidade dos respectivos Conselhos de Classe, dos órgãos públicos ou das entidades representativas reconhecidas pela secretaria, não havendo a inclusão de cadastros individuais no sistema” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A vacinação deste grupo contempla os profissionais do Instituto Médico Legal (IML), servidores da Policlínica da Polícia Civil, Procon, profissionais que estão na linha de frente pela Secretaria DF Legal, técnicos de laboratório e fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram). Além disso, o agendamento contempla profissionais de saúde internos e aqueles com registro nos seguintes conselhos e entidades representativas: biologia, nutrição, educação física, fisioterapia e terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, técnico de radiologia, enfermagem, medicina, odontologia, biomedicina, veterinária, serviço social, farmácia e agentes funerários. Durante o agendamento, será possível escolher data, horário e local para receber o imunizante. Esse público será vacinado nos dias 22, 23 e 26 de abril em quatro locais: drive-thru do Centro de Práticas Sustentáveis, no Jardim Botânico; Policlínica do Lago Sul; UBS 5 de Ceilândia; e estacionamento da Administração Regional de Samambaia. Caso o CPF do profissional não seja reconhecido durante o agendamento, ele deverá procurar o órgão que o representa para atualização cadastral com a Secretaria de Saúde. Controle do agendamento As listas com os dados cadastrais são de responsabilidade dos respectivos conselhos de classe, dos órgãos públicos ou das entidades representativas reconhecidas pela secretaria, não havendo a inclusão de cadastros individuais no sistema. É importante ressaltar que os servidores da Secretaria de Saúde em atividade, os trabalhadores da saúde de serviços privados e qualquer cidadão que já tenha recebido a vacina, conforme registro no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), são automaticamente retirados do sistema eletrônico de agendamento, de forma a impedir duplicações ou fraudes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Nas três etapas já realizadas, foi agendada a vacinação de 34,7 mil profissionais, o que totaliza 29,7% do total de pessoas cadastradas. Para maior segurança no agendamento, é importante que ao final do processo os profissionais imprimam a Ficha de Agendamento, que deverá ser entregue no local da vacinação, juntamente com a apresentação dos documentos de identificação com foto e registro profissional. Recomenda-se levar o cartão de vacina. Caso não tenha o cartão de vacina, um novo será feito no local. Não é necessário agendar a segunda dose. O usuário pode comparecer ao ponto de vacinação na data prevista no cartão de vacinação, levando esse documento e outro de identificação com foto. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mil profissionais das forças de segurança são vacinados nesta 2ª
A ordem da vacinação dos servidores da segurança pública segue prioridades estabelecidas pelo Programa Nacional de Imunizações | Foto: Geovana Albuquerque/SES [Olho texto=”“Perdi amigos pessoais e irmãos de farda para a covid-19. Com a vacina, tenho esperança de dias melhores, com menos mortes”” assinatura=” 1º sargento Kátia Martingil” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Saúde iniciou, nesta segunda-feira (5), a vacinação contra covid-19 para os profissionais das forças de segurança pública do Distrito Federal. Foram vacinadas 1.081 pessoas no primeiro dia, totalizando, até o momento, 1.479 profissionais de segurança vacinados. Apesar de hoje ser o primeiro dia da vacinação para esse público, anteriormente os profissionais já estavam sendo contemplados com as doses remanescentes. Seguindo orientação do Ministério da Saúde, foram destinadas 2,3 mil doses da remessa mais recente enviada ao DF para vacinar esse grupo. Alexandre Garcia, subsecretário de Atenção Integral à Saúde, explica que a divisão das 116 mil doses recebidas na quinta-feira passada (1º) foi feita pela Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações. [Olho texto=”“A perspectiva é que dentro de alguns dias todos os profissionais da Segurança Púbica estejam vacinados, o que é de extrema importância para continuidade dos serviços. Mas é claro que essa previsão depende do repasse das vacinas pelo Ministério da Saúde (MS) à SES”” assinatura=”Delegado Júlio Danilo, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] O “alívio” de quem foi vacinado A 1º sargento Kátia Martingil foi se vacinar na UBS 1 do Núcleo Bandeirante. Ela ficou surpresa com a vacinação e disse que agora se sente mais aliviada para ir trabalhar. “Perdi amigos pessoais e irmãos de farda para a covid-19. Com a vacina, tenho esperança de dias melhores, com menos mortes”, afirma. Na avaliação do 2º sargento Fidelis, a vacinação é muito importante para os policiais militares para preservar a saúde e integridade física da corporação, tendo em vista que eles fazem parte das categorias essenciais e que se arriscam diariamente. “Hoje demos o primeiro passo para imunização dos profissionais da Segurança Pública. A perspectiva é que dentro de alguns dias todos os profissionais da Segurança Púbica estejam vacinados, o que é de extrema importância para continuidade dos serviços. Vale ressaltar que em nenhum momento desses servidores pararam. Mas é claro que essa previsão depende do repasse das vacinas pelo Ministério da Saúde (MS) à SES”, informou. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) elencou o número de profissionais proporcionalmente ao quadro de cada órgão que compõe a Pasta e a distribuição ficou da seguinte maneira: 770 profissionais da Polícia Militar (PMDF); 460 do Corpo de Bombeiro Militar (CBMDF); 350 da Polícia Civil (PCDF); 140 servidores da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape); 60 servidores do Sistema Socioeducativo (Sejus); 80 agentes do Departamento de Trânsito (Detran-DF); 50 servidores da Secretaria de Segurança Pública (SSP); 240 policiais da Polícia Federal (PF); 70 da Polícia Rodoviária Federal (PRF); 120 servidores do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP); e 30 servidores do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A superintendência da Região de Saúde Centro-Sul, da Secretaria de Saúde, ficou responsável por operacionalizar a vacinação dos servidores nos dias 5 e 6 de abril, nos períodos matutino e vespertino, nas unidades básicas de saúde da região, sendo elas a UBS 1 do Núcleo Bandeirante, UBS 1 do Guará 1, UBS 1 da Estrutural, UBS 1 do Riacho Fundo e UBS 1 da Candangolândia e UBS 4 do Lúcio Costa. A respeito da distribuição, o secretário de Segurança Pública comentou que foi estabelecido o critério de proporcionalidade: “As doses foram distribuídas proporcionalmente de acordo com o efetivo de cada corporação. Dessa forma, a PMDF tem a maior quantidade, por conta do grande número de profissionais. Em seguida, temos os bombeiros e logo na sequência os demais. De toda forma, terão prioridade os profissionais que estão na linha de frente, ou seja, mais expostos ao contágio e transmissão da doença. Outro critério é a idade”. Prioridades A ordem da vacinação será de acordo com as prioridades: trabalhadores envolvidos no atendimento e/ou transporte de pacientes; trabalhadores envolvidos em resgates e atendimento pré-hospitalar; trabalhadores envolvidos diretamente nas ações de vacinação contra a covid-19; trabalhadores envolvidos nas ações de vigilância das medidas de distanciamento social, com contato direto e constante com o público independentemente da categoria. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário Garcia informa que “as forças de segurança pública que apoiam as medidas de restrição no DF também estão na lista de vacinação”. E citou que foi dada “preferência para os profissionais da ativa com idade mais avançada”. O Ministério da Saúde estabelece que os demais trabalhadores da segurança pública e forças armadas que não se enquadrarem nas atividades consideradas prioritárias deverão ser vacinados de acordo com o andamento da campanha nacional de vacinação contra a covid-19. *Com informações das secretarias de Saúde e da Segurança Pública
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Enfermeira realiza sonho ao vacinar os pais contra covid-19
A enfermeira não estava escalada para a vacinação, mas passou a noite na fila para guardar o lugar dos pais | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde Neste sábado (3), o sonho do casal Antônio José Cerqueira e Fátima Lavínia Cerqueira, ambos de 66 anos, se concretizou. Eles receberam a primeira dose da vacina contra Covid-19 com aplicação feita pela própria filha, Maria Fernanda Dias Cerqueira, que é enfermeira da Secretaria de Saúde desde 2008. Eles se vacinaram no drive-thru da Unieuro, em Águas Claras. A enfermeira não estava escalada para a vacinação, mas passou a noite na fila para guardar o lugar dos pais. Na hora que chegou a vez deles, ela se identificou como enfermeira da Secretaria de Saúde para a coordenadora do local, que autorizou Maria Fernanda a aplicar a dose nos pais. “Ter a oportunidade de “usar” minha profissão para estar junto dos meus pais neste momento histórico e tão esperado é maravilhoso. Acredito demais no SUS, na ciência e na vacinação. E apoio muito a gestão da Secretaria de Saúde. Tenho muito orgulho de ser profissional de saúde”, afirma. Maria Fernanda parabenizou a organização do drive-thru da Unieuro e a rapidez após o início da aplicação das doses. Ela afirmou que este é um momento emocionante em sua carreira e está muito feliz pelos pais terem sido vacinados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”]A expectativa pela vacina era muito grande, pois seu Antônio e dona Fátima estavam sendo privados de muita coisa por conta do isolamento. “Hoje o dia é de muito orgulho, de quem nós sempre cuidamos, hoje estar cuidando da gente, nos vacinando. Eu me sinto muito feliz por ter vencido essa primeira etapa. Agora é tomar a segunda dose e ficar protegido contra essa doença”, diz emocionado o pai de Maria Fernanda. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Planaltina recebe ação de combate à dengue neste sábado (27)
O Corpo de Bombeiros participará da ação em Planaltina com a inspeção nas casas e sobrevoo de drones em busca de focos e criadouros | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF Os casos de dengue seguem em queda no Distrito Federal, mas a Secretaria de Saúde está atenta à evolução semanal da doença. As ações de combate ao mosquito Aedes aegypti serão intensificadas nas cidades que têm apresentado maior incidência. É o caso de Planaltina, que receberá a partir das 9h deste sábado (27) uma ação no Arapoanga. Os trabalhos ocorrem a partir de parceria de diversos órgãos do GDF. [Olho texto=”“O DF tem vivenciado uma queda bastante significativa nos casos de dengue e podemos associar isso principalmente aos esforços da Saúde e dos demais órgãos do GDF que nos ajudam no combate ao Aedes aegypti. Mas isso não é motivo para que diminuamos as ações que já estávamos fazendo”” assinatura=”Divino Valero Martins, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Os agentes de Vigilância Ambiental inspecionarão imóveis e aplicarão inseticida em depósitos com possíveis criadouros do Aedes aegypti. Serão instaladas cem armadilhas no Setor Arapoanga com o objetivo de fazer o levantamento de índice de vetor no bairro. O Corpo de Bombeiros participará com a inspeção aos domicílios e sobrevoo de drones em busca de focos e criadouros. “O DF tem vivenciado uma queda bastante significativa nos casos de dengue e podemos associar isso principalmente aos esforços da Saúde e dos demais órgãos do GDF que nos ajudam no combate ao Aedes aegypti. Mas isso não é motivo para que diminuamos as ações que já estávamos fazendo. Seguimos em alerta para o avanço da doença em todas as regiões administrativas”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero Martins. Decréscimo O monitoramento da dengue ocorre semanalmente e é divulgado nos boletins epidemiológicos na página da Secretaria de Saúde. O informativo mais recente aponta um decréscimo de 76,7% no número de casos prováveis de dengue, quando comparado ao mesmo período de 2020. Foram 2.435 casos registrados este ano, contra 10.439 registros em 2020. Não houve óbito este ano e no ano passado foram 9 mortes. As ações de combate ao Aedes Aegypti ocorrem diariamente. Cada região de Saúde conta com equipes de Vigilância Ambiental para vistoriar residências, imóveis abandonados e espaços que estão sem uso, como prédios abandonados. O trabalho de inspeção das equipes da Vigilância Ambiental não cessou durante a pandemia. “Neste período de pandemia, as visitas domiciliares estão focadas nas inspeções nos quintais dos imóveis. Os principais criadouros do mosquito Aedes aegypti continuam sendo encontrados nos quintais como baldes sem tampa, vasilhas, pratos de plantas e caixas d’água destampadas. Por isso, não se pode descuidar da atenção a pequenos reservatórios, como calhas entupidas e garrafas, entre outros. É importante que toda a população tire 10 minutos por semana para inspecionar seu quintal e possíveis áreas que podem acumular água parada”, destaca o subsecretário. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Saúde realiza, ao longo de todo o ano, diversas medidas que contemplam vigilância constante, controle larvário, parte educacional, controle da população de mosquitos, assistência aos casos prováveis, encaminhamento de diagnósticos laboratoriais, tratamento do paciente e recuperação do imóvel contaminado. Semanalmente são discutidas estratégias internas da Vigilância Ambiental e também discussões da Sala Distrital de Ações de combate ao Aedes. Há parceria de órgãos do GDF que atuam em medidas preventivas e de combate, a exemplo das secretarias de Estado, das Cidades, da Agricultura, da Educação, de Comunicação, da Casa Civil, DF Legal, além de SLU, Novacap, Caesb, DER, Corpo de Bombeiros, Emater, Ibram e administrações regionais, entre outros. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospital Regional de Planaltina não está sem oxigênio
Um vídeo com informações falsas sobre o Hospital Regional de Planaltina (HRPl) está circulando na internet, de forma irresponsável, e mobilizando pessoas a fazerem doações de oxigênio para a unidade hospitalar. O vídeo, que tem duração de 29 segundos, traz a foto da fachada do hospital, com cilindros ilustrando o banner, e uma voz feminina dizendo que a unidade amanheceu sem o insumo hospitalar. Também circula no instagram uma publicação com o mesmo conteúdo. [Olho texto=”A Secretaria de Saúde esclarece tratar-se de uma Fake News e que o Hospital de Planaltina está devidamente abastecido com oxigênio líquido” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A Secretaria de Saúde esclarece tratar-se de uma Fake News e que o HRPl está devidamente abastecido com oxigênio líquido (armazenado em tanque e distribuído aos setores através da rede de gases) e de oxigênio gasoso (armazenado em cilindros). É fato que todas as unidades de saúde são abastecidas de oxigênio conforme programação prevista em contrato cuja recarga ocorre periodicamente. No Hospital de Planaltina, o tanque da central de gases e os cilindros são recarregados três vezes por semana pelas empresas White Martins e Air Liquide, respectivamente. As últimas recargas ocorreram na sexta-feira (19). Havendo necessidade, está previsto em contrato um abastecimento de urgência. A Secretaria de Saúde informa, ainda, que, em momento algum, o hospital chegou a ficar sem oxigênio. O que houve na última quinta-feira (17) foi um problema com a pressão na central de distribuição para a rede de gases do hospital. Mesmo com esse problema, que foi corrigido no mesmo dia, não chegou a ocasionar problemas mais graves para os pacientes. É fato que o HRPl registrou alta taxa de internação nos últimos dias, o que ocasionou aumento no consumo de oxigênio. Porém não há necessidade de a população se mobilizar para doar oxigênio para a unidade. Saúde Sem Fake News Recebeu uma notícia suspeita? Desconfie e, na dúvida, não compartilhe! A página Saúde Sem Fake News foi criada para que esse tipo de conteúdo possa ser checado e devidamente esclarecido. Se receber alguma informação sobre a Secretaria e achar que é falsa, pode remetê-la pelo aplicativo WhatsApp no telefone (61) 99252-3540. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Vale destacar que o canal não funciona como um SAC ou tira dúvidas dos usuários, mas um espaço exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente neste espaço se são verdade ou mentira, bem como nas nossas redes sociais. *Com informação da Secretaria de Saúde
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Vacinação contra a covid-19 também aos domingos
Os locais de vacinação são o Estacionamento 13 do Parque da Cidade, o Shopping Iguatemi e a Faculdade Unieuro (Águas Claras) | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A Secretaria de Saúde definiu os pontos de vacinação contra a covid-19 que estarão abertos no próximo domingo (21). São três locais: Estacionamento 13 do Parque da Cidade, Shopping Iguatemi e Faculdade Unieuro (Águas Claras). Esses mesmos postos também funcionarão aos sábados para receber o público que não conseguiu se vacinar ao longo da semana. [Olho texto=”“Ampliamos não só o grupo prioritário, como tornamos o serviço ininterrupto, de domingo a sábado, atendendo a todos”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O horário de funcionamento será das 9h às 15h e o atendimento será por drive-thru. O grupo prioritário é de pessoas com 72 anos ou mais. Durante a semana, o atendimento ocorre em 47 pontos de vacinação, sendo 14 drive-thrus. Não é necessário agendar o atendimento. “Ampliamos não só o grupo prioritário, como tornamos o serviço ininterrupto, de domingo a sábado, atendendo a todos”, destaca o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. Ele lembra que a inclusão de novas faixas etárias ao grupo prioritário ocorre à medida em que o DF recebe novas doses do imunizante pelo Ministério da Saúde. “Recebemos nessa quarta-feira (17), o total de 59,8 mil doses da CoronaVac e já vacinamos mais de 188 mil pessoas com a primeira dose”. E 15.727 pessoas foram vacinadas nesta quinta-feira (18) no Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O DF já recebeu 354.360 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 287.360 da CoronaVac e 67 mil da vacina Covishield. A primeira é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A segunda é desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford, com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca. Cerca de 5% do total de doses recebidas são reservadas tecnicamente para repor eventuais perdas. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mais 38 leitos de UTI Covid nesta terça-feira (16)
Até a última segunda-feira (15), a oferta de leitos no DF era de 366 vagas. Para os próximos dias, a pasta espera contar com 449 leitos de UTI Covid, com mais dez leitos no Hospital Home, por meio de contrato, somados à mobilização iniciada esta semana | Foto: Geovana Albuquerque / Agência Saúde Nesta terça-feira (16), a Secretaria de Saúde ampliou a oferta de leitos de UTI Covid na rede pública do DF. Já foram mobilizados 20 leitos no Hospital de Base (HB), 10 no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e oito no Hospital Regional de Sobradinho (HRS). [Olho texto=”Para os próximos dias, a Secretaria de Saúde espera contar com 449 leitos de UTI Covid” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A previsão é de que outros 40 leitos sejam mobilizados ainda nesta semana, sendo 30 no Hospital Regional do Gama (HRG) e 10 no Hospital Anna Nery, unidade contratada. Até a última segunda-feira (15), a oferta de leitos no DF era de 366 vagas. Para os próximos dias, a pasta espera contar com 449 leitos de UTI Covid, com mais dez leitos no Hospital Home, por meio de contrato, somados à mobilização iniciada esta semana. Com o aumento nos casos de Covid-19 nas últimas semanas, a Secretaria de Saúde tem trabalhado intensamente para ampliar a oferta de leitos para atender pacientes com Covid-19. Essa mobilização iniciou no dia 10 de fevereiro, com a oferta de 10 leitos no Hospital Regional de Samambaia (HRSam). Alta demanda Nos casos das unidades que operam com alta demanda, a pasta avalia a abertura de novas alas e construção de novos espaços e anexos, como no Hospital Regional de Samambaia, para maximizar a capacidade de atendimento. É o que explica o secretário adjunto de assistência à Saúde, Petrus Sanchez. [Olho texto=” Além da mobilização de novos leitos, está em pleno funcionamento os hospitais de campanha na Ceilândia e no Centro Médico da Polícia Militar” assinatura=”” esquerda_direita_centro=” “] “A Secretaria trabalha com duas situações distintas: A conversão dos leitos de UTI em leitos covid, visto que cirurgias eletivas foram suspensas temporariamente, porque quando há essas medidas restritivas, principalmente no período noturno, há menos uso de leitos em função de traumas, e também a aquisição e ampliação de uma nova unidade”, afirma. Além da mobilização de novos leitos, a pasta mantém em pleno funcionamento os hospitais de campanha na Ceilândia e no Centro Médico da Polícia Militar, além dos leitos mobilizados nos hospitais que compõem a rede pública de saúde e a rede privada contratada. Hospital de Campanha do Mané Garrincha O Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha funcionou por seis meses e atendeu a mais de 1,8 mil doentes. A unidade foi equipada com 197 leitos, sendo 173 de enfermaria para adulto, 20 de suporte avançado e quatro de emergência. Esse hospital não foi equipado com leitos de UTI. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As atividades foram encerradas em outubro de 2020, quando terminou o contrato e o DF estava com queda na taxa de transmissibilidade do coronavírus, ocupação de leitos e óbitos por Covid-19. Os equipamentos adquiridos para montar a estrutura provisória no estádio foram todos direcionados a outras unidades de saúde, bem como foram transferidos os últimos pacientes do hospital. * Com informações da Secretaria de Saúde
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