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Grupo de motociclistas doa sabonetes para campanha da Caesb

O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar a campanha. Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social. Foto: Divulgação | Caesb A união de motociclistas do Distrito Federal vai ajudar no combate à pandemia do novo coronavírus. O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar campanha solidária da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias e instituições em situação de vulnerabilidade social. A doação dos motociclistas ocorreu na tarde deste sábado (8), na sede da Caesb, em Águas Claras. “Vimos a campanha da Caesb na televisão e nos mobilizamos. Sempre estamos fazendo trabalho social e decidimos dar essa força para quem mais precisa. Se cada um fizer a sua parte, vamos poder mudar essa realidade de alguma forma. É o mínimo que podemos fazer para ajudar o próximo”, contou Wagner Lino, presidente do grupo Loucos do Cerrado, que existe desde 2014. A secretária-geral da Companhia, Claudia Marques, agradeceu.“São ações como essa que fazem a empresa pública abraçar com muito mais força os projetos de responsabilidade social. Além de trabalhar com muita responsabilidade para garantir água de qualidade e esgoto 100% tratado para a população do DF, a atual gestão da Caesb tem o cuidado com o próximo como uma de suas maiores marcas”, enfatizou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] A ação solidária da Caesb foi lançada em 5 de maio com a meta inicial de arrecadar 20 mil unidades de sabonetes e barras de sabão. A empresa já atingiu o objetivo inicial e decidiu continuar arrecadando e distribuindo os itens às famílias carentes até o fim da pandemia de Covid-19. Os produtos de higiene arrecadados já foram doados para famílias de Ceilândia, Itapoã e Paranoá atendidas no Golfinho, um projeto social da Caesb, além do Instituto Solidário de Ceilândia, Lar dos Velhinhos e instituto El Shadai. Responsável pelo Projeto Golfinho, que tem recebido as doações da campanha, Nivia Pedrosa agradeceu ao grupo de motociclistas e reforçou a importância da doação. “Demonstra que a população está junta e engajada na luta contra o coronavírus. Com o apoio que temos recebido, já fizemos doações para seis instituições. E não vamos parar até o fim desta pandemia”, destacou Nivia.  Doadores Entre os doadores, desde o início da campanha, estão: – próprios empregados e aposentados da Caesb; – associados da Caesb Esportiva e Social (Caeso); – equipes do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) e da Secretaria de Comunicação do Governo do Distrito Federal (Secom) – que se uniram à campanha e viraram pontos de coleta dos itens; – empresárias Heloísa Helena e Pollyana Prudente – Drogaria Brasil; – servidor do TJDFT, Michael Xavier; – Mirante Incorporações – que iniciou a campanha doando 2 mil sabonetes; – Shopping DF Plaza; – Rede D’Or, que doou 3,6 mil sabonetes; – psicólogos e neurocientistas da HeartBrain; – Instituto Plástica Oclusal- IPO Palmieri; – ótica Audrey Brants; – advogados de Brasília; – pessoas anônimas da comunidade que estão deixando suas doações nos pontos de coleta. Serviço: Os itens de higiene pessoal continuam sendo recebidos nas portarias das unidades Sede e SIA da Caesb, na sede do Biotic e na ótica Audrey Brants, na Asa Sul. Saiba mais sobre a campanha

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Hran vai ganhar mais 60 vagas de estacionamento

Já foram realizadas a terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. Foto: Divulgação | DER-DF O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) está realizando mais uma obra que vai proporcionar mais conforto à população. Dessa vez a melhoria é para os pacientes do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). O órgão deu início, na última segunda-feira (3), à construção de um estacionamento na parte externa do hospital, em uma área de 1.150 metros quadrados. Ali, vão ser construídas e demarcadas 60 vagas mistas que serão disponibilizadas para funcionários e pacientes. O serviço está em execução por obra direta do DER e conta com a força de trabalho de dez servidores. Já foram realizadas as fases de terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. O superintendente de Obras, Cristiano Cavalcante, ressalta que o DER-DF não mede esforços para garantir a melhoria nos serviços prestados para a população, por mais simples que o serviço pareça. “É uma obra rápida e que vai proporcionar mais conforto para quem precisa estacionar no hospital para cuidar da saúde. E, em se tratando de saúde, nenhum esforço é em vão”, explicou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] O pedreiro Gilson Ramalho, 39 anos, acompanha a irmã ao Hran ao menos uma vez na semana para um tratamento. Ele destacou a importância da melhoria neste momento em que o sistema de saúde do Distrito Federal passou a ser mais utilizado por conta da pandemia do novo coronavírus. “Qualquer obra que venha a facilitar a vida da população, ainda mais nesse momento de pandemia, deve ser aplaudid. Aumenta o conforto de quem precisa utilizar o sistema público de saúde. E aqui era realmente necessário esse estacionamento”, disse.  *Com informações do DER-DF

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Saúde alerta: mantenha suas vacinas em dia

A última análise dos índices de cobertura vacinal no Distrito Federal revelou que houve uma queda nas imunizações no primeiro quadrimestre de 2020, quando analisados os indicadores do mesmo período do ano passado. As informações estão no informativo publicado pela Secretaria de Saúde especificamente da cobertura do calendário infantil, já que este contempla a maioria das vacinas e é porta de entrada para o Programa de Imunização. A avaliação da Subsecretaria de Vigilância à Saúde engloba todas as Regiões de Saúde do DF. “A partir desses dados, os gestores vão conseguir observar melhor sua cobertura vacinal – se está baixa, adequada ou acima da meta estabelecida”, explica a enfermeira e colaboradora do Informe, Milena Fontes.  O trabalho também servirá, ressalta a profissional, para informar à população em geral e gestores sobre como está a imunização da população para que se desenvolvam melhorias e se resgatem as pessoas que não estão indo vacinar. Atualmente, são 128 salas de vacina em todo o Distrito Federal abertas ao público. A enfermeira da área técnica de imunização, Fernanda Ledes, reforça a importância de manter a caderneta de vacinação sempre atualizada. “As salas de vacinas estão funcionando normalmente para vacinação de rotina e, portanto, reiteramos a importância de as pessoas procurarem as salas para atualizar a situação vacinal. Com a retomada gradual das atividades, muitas doenças podem voltar a circular, caso as pessoas não estejam adequadamente vacinadas”, afirma. Reflexo da pandemia? A meta de cobertura vacinal utilizada no Distrito Federal segue os parâmetros do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, de 80% para as vacinas contra o HPV e meningocócica C em adolescentes; 90% para as vacinas BCG e Rotavírus; e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação.  Porém, as coberturas estão baixas nesse primeiro quadrimestre de 2020, menores que as coberturas vacinais para o mesmo período de 2019, o que pode ser reflexo da pandemia do novo coronavírus. De acordo com Milena, as coberturas vacinais medem a proporção de pessoas vacinadas diante da população que deveria estar vacinada. “É possível ver como está a proteção da população e acompanhar a efetividade das ações planejadas de vacinação”. * Com informações da Secretaria de Saúde/DF

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Hospital da Papuda abre na primeira quinzena do mês

Dos 1.708 detentos da Papuda diagnosticados com Covid-19, três morreram | Foto: Renato Alves / Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo para a inauguração do hospital que funcionará dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. Foi aberto nesta segunda-feira (3) o processo para contratação emergencial de empresa que prestará serviço de gestão integrada de 20 leitos de enfermaria. Previsão é que o local entre em operação ainda na primeira quinzena do mês. [Olho texto=”“A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos”” assinatura=”Sócrates Alves, subsecretário de Infraestrutura e Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) registra a dispensa de licitação para a contratação da empresa que prestará serviço no local. Os grupos interessados na gestão da unidade têm até 15h de 7 de agosto para enviar as propostas ao e-mail dispensadelicitacao.sesdf@gmail.com. A vencedora deverá fornecer aparelhos, gerenciamento técnico, assistência multiprofissional de forma ininterrupta, manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos. A empresa selecionada também será responsável pelo atendimento dos pacientes, com medicamentos, materiais médico-hospitalares e esterilização de equipamentos e materiais, além de alimentação (nutrição enteral e parenteral). Toda a infraestrutura da unidade está pronta, o que significa que há capacidade para ampliação com aditivos contratuais, com abertura de novos leitos, caso isso seja necessário. Cenário A população do complexo é de 15 mil apenados. Segundo a Secretaria de Saúde (SES), 1.708 detentos foram diagnosticados com Covid-19. Desse total de presidiários infectados pelo novo coronavírus, três morreram e apenas 75 têm a doença ativa. A pasta aponta que o sistema penitenciário tem uma taxa de letalidade de 0,29% na população privada de liberdade e de 0,23% em policiais penais – percentuais menores do que o esperado. Construída em caráter emergencial, estrutura do hospital foi inicialmente destinada apenas a pacientes de Covid-19 e será ampliada após a pandemia | Foto: Renato Alves / Agência Brasília Todo esse cenário motivou a mudança no planejamento de contratação. Inicialmente, estavam previstos 40 leitos – 20 de enfermaria, 10 semi-intensivos e 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, o subsecretário de Infraestrutura da SES, Sócrates Alves, explica que isso não se mostra mais necessário. “A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos, então é questão de gestão. Diante do cenário atual, não há necessidade de contratar além dos 20 leitos de enfermaria”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O hospital Idealizado como espaço para atendimento a casos de Covid-19, o hospital que seria apenas de campanha ficará para a população carcerária, dos servidores e dos trabalhadores do meio prisional. Com investimentos em torno de R$ 5,9 milhões, a obra tem mil metros quadrados de área construída. A gestão é da Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). A permanência do hospital no complexo vai evitar o deslocamento de presos para atendimentos médicos em unidades da rede externa. * Com informações da Secretaria de Saúde

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