Resultados da pesquisa

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DF possui ampla rede de atendimento a pacientes estomizados

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal possui uma rede preparada para tratar de assuntos relacionados à assistência aos pacientes estomizados. As estomias intestinais, em geral, são indicadas no intuito de se desviar o trânsito fecal do local patologicamente comprometido. São 12 polos de estomias e quatro de atendimento dentro do complexo prisional (veja a lista ao final do texto), com mais de 1,5 mil pessoas portadoras de eliminação cadastradas no Programa de Assistência ao Estomizado no DF. “As principais indicações operatórias são má formação congênita do intestino, tumores intestinais, doença inflamatória intestinal e traumas abdominais, entre outras”, explica a Referência Técnica Distrital (RTD) de Estomaterapia, Edlaine Lopes Meneses Cardoso. A Secretaria de Saúde possui uma rede de enfermeiros especialistas em estomaterapia e na Referência Técnica Distrital RTD para tratar de assuntos relacionados à assistência aos portadores, avaliação e padronização de produtos, capacitação e atualização dos enfermeiros dos polos de atendimento. Além da assistência ambulatorial de enfermagem aos usuários, a Diretoria de Enfermagem, juntamente com a RTD de Estomaterapia realiza anualmente eventos científicos e reuniões como os profissionais de saúde. “O objetivo é difundir o conhecimento, atualização e propor melhorias relacionadas às pessoas, proporcionando assim, melhor qualidade de vida para esses usuários”, afirma. Funcionamento Em todos esses serviços, o usuário passa por um cadastro e avaliação do estoma, onde são fornecidos insumos de acordo com a avaliação feita pelo enfermeiro e necessidade do paciente. A Secretaria de Saúde possui mais de 15 tipos de bolsas coletoras e diversos tipos de adjuvantes padronizados e utilizados por este público no DF. Além disso, a pasta está baseada na Portaria nº 400, de 16 de novembro de 2009, para o atendimento a pessoas com estomas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Técnica de enfermagem do Hran se dedica a trabalho no pronto-socorro

Em um momento de pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), o trabalho dos profissionais da saúde nunca foi tão essencial e necessário. Doar-se em tempo quase integral, afastar-se da família e arriscar a própria vida em prol de um desconhecido é o sacrifício feito por quem tem trabalhado na linha de frente no combate a Covid-19. Bruna Almeida, 28 anos, é uma das heroínas que atuam na rede pública de saúde do Distrito Federal. Ela é servidora da Secretaria de Saúde há quatro anos e sempre trabalhou como técnica de enfermagem no pronto-socorro e no box de emergência do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Desde quando a unidade hospitalar se tornou referência no atendimento a pacientes com Covid-19, Bruna está longe do marido e dos dois filhos, de 7 e 5 anos. “Por medo de pegar o coronavírus, preferi não colocar a vida da minha família em risco. Um dos meus filhos tem bronquite. Além disso, eles sempre têm contato com as avós, que são do grupo de risco por serem idosas, diabéticas. Foi uma decisão muito difícil, sempre me pego pensando se fiz certo em me afastar, em estar longe deles”, relata. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Bruna está hospedada no hotel Gran Bittar. Ela, juntamente com outros 249 servidores do Hran foram beneficiados pelo Programa Acolher, parceria entre as Secretarias de Saúde e de Turismo. Para matar a saudade dos filhos, que é imensa, sempre que pode faz chamadas de vídeos para conversar com os pequenos. “Mesmo antes da pandemia, quando eu chegava em casa, antes de abraçar meus filhos eu ia direto para o banheiro tomar banho. Da última vez que estive lá em casa meu filho menor questionou se eu não iria entrar e tomar meu banho. Isso cortou meu coração, porque eles sentem muito a minha falta e apesar de estar aqui no hotel, nada substitui o aconchego do meu lar”, diz. Trabalho A rotina de trabalho de Bruna tem sido cada vez mais cansativa, tanto fisicamente como psicologicamente. Segundo ela, o trabalho tem sido dobrado, tendo em vista que foi ampliada a carga horária de boa parte dos servidores que trabalham no Hran, inclusive, a dela. “Além do trabalho, tem o psicológico da gente, que fica muito afetado. Somos seres humanos, também temos medo de pagar a Covid-19. Ficamos vulneráveis tanto fisicamente, como psicologicamente”, destaca Bruna. De acordo com a técnica de enfermagem, todos os profissionais que estão na linha de frente dos atendimentos aos pacientes com coronavírus estão trabalhando com dedicação exclusiva, pois é uma rotina dura e desafiadora. “Hoje, minha família se tornou os colegas de trabalho e também os pacientes. É com eles que eu converso diariamente. É uma situação muito difícil para todos, principalmente para os pacientes, que estão doentes e não podem ter ninguém da família para dar apoio”, analisa. Segundo Bruna, os profissionais da saúde vivem um momento ímpar, de entrega e em prol de salvar diversas vidas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Hospital de Campanha do Mané Garrincha recebe 143 monitores

O Hospital de Campanha do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha recebeu 143 monitores multiparamétricos. Essa é a segunda entrega deste tipo de aparelho que, somadas, possibilitam equipar todos os 177 leitos de enfermaria adulto da unidade. A estrutura foi equipada com 197 leitos, sendo 20 de suporte de ventilação mecânica. Os equipamentos controlam todos os parâmetros vitais do paciente, como o índice de saturação e de oxigênio. Este tipo de monitoramento é um grande aliado no tratamento para a Covid-19. A Unidade receberá também um novo carregamento de bombas de infusão para os leitos de enfermaria. A Unidade Em operação desde 22 de abril, a estrutura se tornou o primeiro hospital de campanha do DF a ser montado exclusivamente para o atendimento aos pacientes infectados pelo coronavírus. O local possui todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários para os profissionais que estão na linha de frente dos atendimentos aos pacientes infectados, como luvas, capotes, jalecos, máscaras N95, óculos de proteção e protetor de face. O Hospital de Campanha do Mané Garrincha conta, ainda, com quatro salas de estabilização, além de uma farmácia com estoque de medicamentos capazes de atender até 100 pacientes por 30 dias sem interrupção. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Ceilândia ganhará hospital de campanha e outro, acoplado ao HRC

O Governo do Distrito Federal (GDF) decidiu instalar um gabinete especial da Secretaria de Saúde em Ceilândia para dar mais agilidade às ações da pasta. A medida foi tomada devido o crescimento do número de infectados com o novo coronavírus na região administrativa. Entre as ações já anunciadas pelo governo estão a inauguração de um hospital de campanha e outro hospital acoplado, no prazo de 60 dias. A cidade também ganhará uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) até dezembro. Na manhã desta quinta-feira (4), primeiro dia de funcionamento da nova sede da pasta, o vice-governador Paco Britto esteve em Ceilândia para acompanhar o início dos trabalhos. Ele explicou que, por determinação do governador Ibaneis Rocha, o secretário de Saúde, Francisco Araújo, ficará na cidade até o próximo dia 10 para implantar o novo fluxo no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). “O governo está preocupado e se mostra presente para conter o avanço da doença em Ceilândia. Mas é preciso também que a população se conscientize, porque esse vírus mata”, frisou o vice-governador. Paco explicou que o HRC terá uma área específica – entre 30 e 50 leitos – para os pacientes da Covid-19. “Todas essas ações trarão mais agilidade para que possamos agir em Ceilândia”, destacou. Antes da inauguração da UPA, Ceilândia ganhará, ainda, um hospital acoplado ao HRC com cerca de 70 leitos para atendimento aos pacientes infectados pelo coronavírus. O hospital da campanha – outra construção prevista para os próximos dias – também terá foco no atendimento aos pacientes de Covid-19 da região. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] O vice-governador explicou que embora o lockdown seja uma medida extrema, ela não está descartada em cidades que apresentem crescimento significativo no número de casos da doença. “O principal, porém, é a conscientização da população. Mas não adianta fazermos campanhas, determinar o uso obrigatório de máscaras, e as pessoas não praticarem o distanciamento, o comércio não respeitar as novas normas de funcionamento”, disse. De acordo com Paco Britto, outras medidas podem ser tomadas anteriores à decisão de lockdown, como o fechamento responsável de algumas áreas. “O governador Ibaneis não tem problema algum em voltar atrás de seus decretos. Tudo é analisado em cima dos índices da Codeplan e, se for preciso, pelo bem da população do DF, ele voltará atrás sim”, adiantou. Gestão em Ceilândia Até o dia 10 de junho, o secretário de Saúde Francisco Araújo trabalhará em Ceilândia. De lá, fará despachos internos e vai alinhar ações que tenham como objetivo reduzir o aumento dos casos de coronavírus registrados na cidade. Segundo o vice-governador, o aumento no número de testagens realizadas pelo governo nos moradores de Ceilândia influencia, diretamente, no crescimento de casos da Covid-19 na região. “Foram cerca de 25 mil testes, ou seja, muitos assintomáticos apareceram nas estatísticas. Mas faço um apelo à população que é o de se conscientizar que o vírus é perigoso, mata, e a única forma de evitarmos o contágio, neste momento, é praticando o isolamento social, o distanciamento, usando a máscara e evitando aglomerações”.

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