HRSM chega aos 15 anos como referência em partos de alto risco
A manhã desta sexta-feira (28) foi um tanto diferente na rotina do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). Isso porque Santinha, como o hospital é carinhosamente chamado, completou 15 anos e ganhou uma festa. O hospital, que tem como missão o atendimento de excelência de forma humanizada e eficiente, atende população estimada de um milhão de habitantes. Pela localização, o HRSM é a principal referência da região sul do DF e também do sul do Entorno. A unidade conta com 391 leitos hospitalares ativos, sendo 13 de boxes/sala vermelha, 38 leitos de observação, 17 leitos no centro obstétrico, 263 leitos de enfermaria, 40 leitos de UTI adulto e 20 leitos de UTI neonatal. Entre janeiro e novembro de 2022, foram realizados no local 89.330 procedimentos, somando as consultas com equipe multiprofissional. O HRSM atende o lado sul do DF e do Entorno | Fotos: IgesDF/ Divulgação A unidade ainda é referência em partos de alto risco, pois o HRSM conta com maternidade e UTI neonatal. No centro obstétrico, no ano passado, foram realizados 3.721 partos. Já na UTI neonatal, foram 24.066 procedimentos, somados os de fisioterapia, terapia ocupacional e serviço social. Ao longo de 2022, o ambulatório do HRSM totalizou 30.125 procedimentos. A especialidade de ortopedia se destacou, com 9.612 deles. Aniversário A comemoração contou com culto ecumênico, música, vídeos de homenagem ao hospital e teve direito a bolo e Parabéns a você. “São 15 anos de muito sucesso marcados pela qualidade e segurança do paciente, além de atividades essenciais inéditas realizadas neste período”, ressaltou Denise Teresa Tavares Bastos, presidente do Conselho Regional de Saúde de Santa Maria. “O hospital enfrentou também um dos maiores desafios ao longo de sua trajetória: a pandemia de covid-19. Durante esses anos, os colaboradores mostraram maturidade”, acrescentou. A superintendente do HRSM, Eliane Souza de Abreu, se emocionou com a comemoração. “Hoje é um dia especial, de 2008 a 2023 foram 15 anos de muitas histórias e desafios. Santinha sempre esteve a serviço da população e tem uma identidade única: o clima aqui é diferente”, elogiou. “Ainda que seja tão jovem, o hospital tem consciência plena do potencial para o desenvolvimento e o crescimento. Vamos continuar adiante”, destacou Eliane. A festa teve direito a bolo de aniversário Em seguida, a superintendente das UPAs, Nadja Regina Vieira Cavalcante Carvalho, disse que, “quando a gente lembra do hospital, é com muito carinho. Agradeço a toda a equipe, gestores e colaboradores. Vocês estão de parabéns. Nós reparamos o quanto o hospital é bem-cuidado.” Para dar continuidade à comemoração, o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Rodrigo de Sousa Conti, aproveitou para elogiar o esforço dos colaboradores e os números obtidos: “O HRSM representa muito para a saúde. Passamos pela pandemia e o hospital foi muito parceiro da Secretaria de Saúde.” Já o diretor de Administração e Logística, Antonio Carlos Garcia Martins Chaves, reforçou o orgulho que sente pelo hospital. “Estarei aqui sempre para saber das necessidades de vocês para tentarmos resolver o mais rapidamente possível. Isso é um compromisso da diretoria toda, focada em resolver os problemas das unidades geridas pelo instituto”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Emanuela Dourado Rebêlo Ferraz, diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), deu boas-vindas à nova gestão e agradeceu a todas as equipes do hospital. “Parabenizo a todos vocês por fazer o HRSM ser o que é hoje. Percebemos a alegria e o ânimo dos profissionais em meio a tribulações e dificuldades, é um diferencial”, observou. Para Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, presidente do IgesDF, “o hospital cuida, acolhe e diagnostica as pessoas no momento de maior fragilidade. Sabemos o quanto as pessoas ficam frágeis no momento de doença. A nossa maior missão é dar as melhores condições de trabalho a vocês para que possam atender a população com excelência”, finalizou. Após a abertura com a mesa diretora, a diretora clínica do HRSM, Janaína Cristina dos Reis Machado, compartilhou relato sucinto da longa trajetória no HRSM: “É um hospital robusto que cresceu, tem enfermaria, múltiplas especialidades e exames de rotina.” Os agradecimentos para as equipes e a parceria dos envolvidos não poderiam ficar de fora da fala do gerente geral de assistência do HRSM, Guilherme Porfírio, que convidou os presentes para refletir em relação às evoluções obtidas. “Nós temos uma gestão compartilhada, convidamos a ponta e, juntos, chegamos a uma melhor decisão em prol do paciente”, enfatizou. *Com informações do IgesDF
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Capsi de Sobradinho celebra dez anos
?“O Capsi, durante muito tempo, foi minha segunda casa. Não são somente as pessoas, mas o ambiente daqui faz com que você se sinta melhor”. Essa foi a avaliação que o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) da região Norte recebeu da universitária Helen Kubota, durante a comemoração de dez anos do espaço. Ela começou a frequentar a instituição devido à depressão e à ansiedade, após encaminhamento do Conselho Tutelar. Helen Kubota: “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso” | Foto: Rafaella Félix/Agência Saúde Helen entrou no projeto aos 13 anos e permaneceu até os 19. Hoje, com 22, ela cursa geofísica na Universidade de Brasília (UnB) e reconhece que o centro fez diferença na sua jornada. “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas”, conta. “Não é só um profissional atendendo, tem uma empatia, tem sensibilidade. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso”. Localizado em Sobradinho, o Capsi recebe, em média, de 280 a 300 pacientes por mês, moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Planaltina. O centro atende, principalmente, crianças e adolescentes em sofrimento psíquico grave, bem como menores de 16 anos que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas. Além disso, a unidade na região norte atua em parceria com outros serviços públicos, como Conselho Tutelar e Secretaria de Educação (SEE). Atendimento Sem necessidade de encaminhamento, o centro conta com equipe composta por médico, terapeuta ocupacional, enfermeiro, técnico de enfermagem, fonoaudiólogo, psicólogo, psiquiatra, assistente social e residentes de áreas diversas. Em regra, o atendimento é grupal mas, se necessário, há a possibilidade de assistência individual com profissionais especializados. “O trabalho é feito em grupo para desenvolver essa reabilitação da parte psicossocial”, explica a supervisora do Capsi Sobradinho, Ingrid Jeane. “São feitos grupos de adolescentes, de crianças e de pais. Além disso, temos uma equipe multidisciplinar e observamos a evolução do paciente”. Os grupos funcionam no horário oposto às atividades escolares dos pacientes. Por indicação da escola, Kátia (nome fictício) buscou atendimento no Capsi de Sobradinho para a filha, que é autista e tem fobia social, e à época tinha dez anos. “Acredito que esse espaço é uma válvula de escape para ela interagir com pessoas que a entendem”, avalia. “Aqui ela melhorou muito, pois convive com os colegas da escola, que antes não tinha. Todo o amparo que ela precisa, tem no centro”. Hoje com 16 anos, a jovem participa semanalmente de um grupo com outros adolescentes e faz acompanhamento com fonoaudióloga, psiquiatra e terapeuta ocupacional. Caminho de uma década No evento que celebrou mais de uma década de Capsi, neste mês, foi feita uma assembleia coordenada pelos adolescentes atendidos e pelos pais. Servidores e convidados conheceram as ideias de quem é assistido pela instituição. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O objetivo foi ouvir as demandas dos usuários e discutir suas propostas”, conta a gerente do Capsi Sobradinho, Priscila Bueno. “Isso também é resultado do trabalho realizado na conferência da região Norte [de Saúde], realizada neste ano”. Bate-papo para trocas de experiência, atividades recreativas, pintura de rosto e apresentação de vídeos também fizeram parte da programação.? O Capsi ganhou protagonismo especialmente após o período mais intenso da covid-19. “A saúde mental infantil de certa maneira sempre foi negligenciada e, com a pandemia, cresceu”, afirma a diretora de atenção secundária da Secretaria de Saúde (SES), Elzileide de Albuquerque. “Quando as crianças deveriam estar socializando, elas estavam em casa. A ansiedade infantil é uma realidade. É preciso olhar com cuidado o sofrimento psíquico pediátrico. Ainda bem que podemos contar com o trabalho dos Capsis para atender as crianças, os pais e ajudá-los a lidar com isso”. Saiba mais Capsi Sobradinho ? Telefone: 2017-1145, ramais 2115/2116/2117 ? e-mail: capsisobradinho@gmail.com ? Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 18h. ? Acesse mais informações sobre o Centro de Atenção Psicossocial Infantil da região Norte de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Redução de quase 60% em casos prováveis de dengue no DF
As ações do Governo do Distrito Federal (GDF) contra a o mosquito Aedes aegypti tiveram resultado positivo no primeiro trimestre de 2023. De acordo com o Boletim Epidemiológico nº 13, da Secretaria de Saúde (SES), houve uma redução de 58,8% no número de casos prováveis de dengue, de janeiro a 1º de abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022 – foram 14.539 casos prováveis nos três primeiros meses de 2023, contra 24.535 em igual período do ano passado. Somente no primeiro trimestre deste ano, foram mais de 585 mil imóveis inspecionados e 418 mil estabelecimentos impactados pelo fumacê. O resultado positivo das ações é graças ao trabalho em conjunto de órgãos do GDF, que atuam insistentemente no combate ao mosquito. Somente no primeiro trimestre de 2023, foram mais de 585 mil imóveis inspecionados | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A queda no número de casos prováveis de dengue no DF é resultado de uma série de ações promovidas pela Vigilância Ambiental, como o controle químico, que é o famoso fumacê, a inspeção presencial realizada pelos agentes e o manejo ambiental, que inclui o recolhimento de material inservível, as podas de árvores e a limpeza de gramados. Trata-se de uma atuação intersetorial na promoção da saúde pública que resulta em um impacto positivo direto na população. “Cada região tem suas particularidades, então a gente vai nas administrações para entender a demanda daquele local e conseguir fazer um trabalho efetivo. É um trabalho em conjunto com as administrações regionais, a Vigilância Ambiental, o Corpo de Bombeiros e os órgãos de execução, como a Novacap”, explica o diretor da Vigilância Ambiental em Saúde, Jadir Costa. Neste ano, 418 mil estabelecimentos já foram impactados pelo fumacê | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília De janeiro a março de 2023, os agentes da Vigilância Ambiental inspecionaram mais de 585 mil imóveis. Desse total, cerca de quatro mil não autorizaram a entrada dos agentes para a inspeção de rotina, o que prejudica as ações preventivas contra a reprodução do mosquito e o combate à doença. Jadir Costa ressalta a importância de as pessoas autorizarem a atuação dos agentes nos domicílios. “É preciso que o dono ou responsável pelo imóvel confira se o agente está devidamente identificado, com colete e crachá, e o deixe entrar para fazer a inspeção. A gente atua com fumacê nas regiões, mas a inspeção interna por algum técnico é essencial para identificar possíveis focos”, defende. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, a Vigilância Ambiental inspecionou, neste ano, mais de 1 milhão e 400 mil de depósitos com eventuais focos do mosquito da dengue. Deste número, foram mais de 140 mil recipientes tratados com aplicação de larvicida ou com a atuação mecânica, ao identificar e descartar água parada nos recipientes. A atuação da população é fundamental para que os números de casos prováveis diminuam ainda mais. A inspeção feita pelo proprietário do imóvel leva cerca de dez minutos e basta que seja feita uma vez por semana. “É bem rápido. Os donos dos estabelecimentos fazem a própria inspeção em poucos minutos. Basta ficar atento nos gramados e no quintal se não tem nenhum acúmulo de água por lá”, ensina.
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DF Livre de Carcaças recolhe 58 veículos abandonados de Ceilândia
Em mais uma etapa da Operação DF Livre de Carcaças, retomada na última semana, foram recolhidos 58 veículos abandonados das ruas de Ceilândia entre segunda (20) e esta sexta-feira (24). Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a ação integrada reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). Mapeadas pelas administrações regionais a partir de monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF, as carcaças recolhidas pela operação conjunta são levadas para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial | Fotos: Divulgação/SSP-DF [Olho texto=”“Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O objetivo é, além de contribuir com a sensação de segurança da população, eliminar focos do Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. A orientação junto à população quanto aos cuidados necessários para acabar com os criadouros do mosquito é uma das prioridades dos servidores dos órgãos participantes. A atuação está alinhada junto à Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes (SDCC), que aponta as regiões administrativas com maior necessidade da operação. “Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. A operação reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) Para a secretária executiva de Políticas Públicas, Meire Mota, a retomada da operação conjunta é essencial para ações do GDF. “Com o comprometimento dos envolvidos e, principalmente, das administrações regionais e apoio da população no trabalho de localização dessas carcaças, estamos conseguindo promover uma grande limpeza nas cidades. Esse retorno da DF Livre de Carcaças é a soma saúde, proteção ambiental e segurança, que são políticas públicas fundamentais para o bem-estar da nossa população”. As carcaças são mapeadas pelas administrações regionais a partir do monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF. Os Conselhos de Segurança (Consegs) também contribuem com a lista. “A partir das informações que chegam à Secretaria de Segurança Pública (SSP), temos a possibilidade de identificar e geomapear o material. A partir daí, contactamos os órgãos envolvidos e preparamos a ação integrada para recolhimento dos veículos”, explica o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, tenente-coronel Jasiel Fernandes. “Importante ressaltar que recolhemos automóveis que não sejam produtos de algum ato ilícito, como furto, roubo ou assalto. Nos casos de identificação de situações criminosas, a Polícia Civil é chamada”, completa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os carros recolhidos são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial. Como denunciar O governo conta com dois canais para denúncias: a Ouvidoria do GDF, pelo site https://www.participa.df.gov.br/ ou pelo número 162, e nas próprias administrações regionais. Ao enviar a informação, é importante incluir detalhes que facilitem a localização dos veículos, como endereço, ponto de referência e, se possível, fotos. *Com informações da SSP-DF
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Casos de dengue têm redução de quase 50% em comparação a 2022
A incidência da dengue no Brasil tem aumentado. Só neste ano, já foram registrados mais de 300 mil casos da doença em todo o país, 43,8% a mais que em 2022, e 87 óbitos confirmados, segundo dados do Ministério da Saúde. O Distrito Federal (DF), no entanto, se destaca por indicar um cenário contrário a este aumento que tem ocorrido na maioria dos estados. Em 2023, até o início de março, a capital apresentou uma redução significativa de 48,8% no número de casos prováveis de dengue se comparado ao mesmo período do último ano. Além disso, não houve apontamentos de mortes pela doença na região. Mais de mil profissionais das equipes de vigilância ambiental verificaram 500 mil imóveis e quase 100 mil possíveis depósitos do Aedes aegypti este ano | Fotos: Tony Winston/Agência Saúde DF Os resultados positivos são consequência da intensificação das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e do trabalho ampliado e cuidadoso da Secretaria de Saúde (SES). O objetivo é monitorar os focos da dengue, impedir a proliferação do mosquito transmissor e controlar o avanço da doença. Ainda em outubro de 2022, a pasta investiu R$ 3 milhões na compra de 4,5 toneladas de inseticida para fortalecer as ações contra o inseto, transmissor também dos vírus da zika, da chikungunya e da febre amarela. A aquisição foi feita para abastecer o DF até junho de 2023 ou até que o Ministério da Saúde regularize o envio nacional do produto. [Olho texto=”“Todos podem e devem contribuir. Se cada um atuar como agente de saúde em sua própria residência ou local de trabalho, teremos um grande avanço no combate à dengue e, quem sabe, alcançaremos índices ainda melhores”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, explica que a chave é o planejamento e a prevenção. “O diferencial foi que nós não esperamos os dados epidemiológicos e trabalhamos em cima do marco principal desse cuidado, que é o controle do transmissor. Adiantamos nossas ações e fomos proativos para que agora, no período de chuvas, não tivéssemos números altos em casos”, relata. Já neste ano, os mais de mil profissionais das equipes de vigilância ambiental verificaram 500 mil imóveis e quase 100 mil possíveis depósitos do Aedes aegypti foram eliminados ou tratados. As visitas são feitas diariamente com abordagens educativas e de correção, quando encontradas irregularidades. Além dessas ações, o uso de armadilhas de capturas de ovos do mosquito ajudam a evitar a proliferação de possíveis transmissores. Para conter os Aedes aegypti adultos, a estratégia é o fumacê, que borrifa o inseticida e passa em quadras, bairros e locais onde são identificados o alto índice de casos comprovados de dengue e de elevada infestação dos mosquitos. Proteção coletiva O trabalho para evitar a propagação do mosquito e contribuir para a diminuição dos casos de dengue, chikungunya e zika vai além das equipes da SES. O representante de Vigilância à Saúde lembra que a população tem um papel importante nessa tarefa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Todos podem e devem contribuir. Se cada um atuar como agente de saúde em sua própria residência ou local de trabalho, teremos um grande avanço no combate à dengue e, quem sabe, alcançaremos índices ainda melhores”, reforça Valero. Para que a sociedade faça a sua parte, é necessário impedir o acúmulo de água nos quintais, em bacias, baldes, caixas d’água, pneus e garrafas – locais que propiciam a evolução da larva e a reprodução do Aedes aegypti. A população também deve comunicar à Vigilância Ambiental sobre focos no entorno de suas casas por meio do telefone 160. *Com informações da SES
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Conferências regionais de saúde seguem até o fim do mês
Nesta quarta-feira(15), a Região de Saúde Centro-Sul reuniu representantes dos usuários, trabalhadores e gestores na etapa regional da 11ª Conferência Distrital de Saúde. Cerca de 250 pessoas participaram para debater as demandas da área nas regiões administrativas da Candangolândia, Cidade Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, SIA e SCIA. Cerca de 250 pessoas debateram as demandas da área nas regiões administrativas da Candangolândia, Cidade Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, SIA e SCIA para elaborar propostas para a 11ª Conferência Distrital de Saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “O objetivo é trazer o usuário para dentro da formulação das políticas públicas. E, junto com o trabalhador e os gestores, construir um modelo de referência para todos”, explica a superintendente da Centro-Sul, Michelle Lopes. As propostas elaboradas nas etapas regionais seguem para a 11ª Conferência Distrital de Saúde, quando serão debatidas diretrizes do Plano Plurianual de Saúde do Distrito Federal para o período de 2024 a 2027. Depois, os debates chegam a nível nacional, na 17ª Conferência Nacional de Saúde, que será realizada em julho. [Olho texto=”“Os usuários, gestores e trabalhadores são as pessoas mais apropriadas para avaliarem o quanto a saúde naquela localidade avançou ou não e elaborar propostas”” assinatura=”Jeovânia Silva, presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal” esquerda_direita_centro=”edireita”] A presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Jeovânia Silva, ressalta a participação social como o grande diferencial das políticas públicas do segmento. “Os usuários, gestores e trabalhadores são as pessoas mais apropriadas para avaliarem o quanto a saúde naquela localidade avançou ou não e elaborar propostas”, afirma. Ângela Cristina Paulo, por exemplo, é moradora do Núcleo Bandeirante e usuária do SUS. Dentre as reivindicações dela, estão mais médicos geriatras. “Eu vejo que há essa necessidade, pois há muitos idosos na região”, comenta. Além disso, Ângela reivindica equipes completas de Estratégia Saúde da Família. Esta foi a terceira conferência regional. As regiões Leste e Sul se reuniram nos dias 7 e 10, respectivamente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Calendário – 16 de março: Conferência da Região Oeste – 28 de março: Conferência da Região Sudoeste – 29 de março: Conferência da Região Norte – 31 de março: Conferência da Região Central – 23 a 25 de maio: 11ª Conferência Distrital de Saúde – 2 a 5 de julho: 17ª Conferência Nacional de Saúde *Com informações da SES-DF
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Vacina bivalente estará disponível em 19 locais no sábado (11)
Mais de 56 mil doses de imunizantes bivalentes já foram aplicadas no Distrito Federal nesta nova fase da campanha de vacinação contra a covid-19. O número deve aumentar neste sábado (11). Haverá vacinação em 19 locais, sendo 18 pontos fixos e um Carro da Vacina. Todas as pessoas com mais de 60 anos podem receber a bivalente, também disponível para os imunocomprometidos a partir dos 12 anos. Mais de sete milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas pela Secretaria de Saúde do DF desde o início da campanha, em 19 de janeiro de 2021 | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF No sábado, as equipes da Secretaria de Saúde também vão aplicar vacinas monovalentes para bebês a partir dos seis meses, crianças, adolescentes e adultos. Além dos imunizantes contra a covid-19, haverá aplicação de doses previstas no calendário de vacinação, como febre amarela, tríplice viral, HPV, entre outras, conforme a idade. O atendimento começa às 8 horas e vai até as 17h. Confira as informações completas em https://www.saude.df.gov.br/locaisdevacinacao Sete milhões de doses A Secretaria de Saúde já aplicou mais de sete milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o início da campanha, em 19 de janeiro de 2021. De acordo com dados do Ministério da Saúde, foram 7.175.920 doses monovalentes aplicadas e 56.505 bivalentes até o dia 8 de março. Confira os números em https://infoms.saude.gov.br/extensions/DEMAS_C19_Vacina_v2/DEMAS_C19_Vacina_v2.html A cobertura vacinal de primeira dose está em 80,9% para toda a população acima dos seis meses. Entre as crianças, porém, o índice é mais baixo: 6,5% para os bebês de seis meses a dois anos, 20,1% para as crianças de 5 a 11 anos e 69,9% para as de 5 a 11 anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A segunda dose tem cobertura geral de 77,5%, com índices também mais baixos para as crianças: 2,4% para os bebês de seis meses a dois anos, 9,8% para as crianças de 5 a 11 anos e 52% para as de 5 a 11 anos. Já o reforço tem cobertura de 49,6% da população a partir dos cinco anos, com índices abaixo de 50% para todas as faixas etárias abaixo dos 29 anos, chegando a 2,8% entre as crianças de 5 a 11 anos. O boletim semanal de cobertura vacinal contra a covid-19 em https://www.saude.df.gov.br/coronavirus *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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GDF pede suspensão de processo de intervenção no DF
A governadora em exercício Celina Leão encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (1º), o pedido de suspensão do processo de intervenção no DF. O documento solicita a extinção da petição inicial de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental ajuizada pelo Partido Verde (PV), em 8 de janeiro deste ano, após os atos antidemocráticos e invasões às sedes dos três poderes. Conforme revela a declaração do GDF, a petição inicial não apresenta evidências de que houve, de fato, omissão por parte do governador afastado. “Simplesmente mencionar, de forma absolutamente genérica, a suposta existência de omissão por parte do Governo do Distrito Federal, não é fundamento suficiente, em si, para nenhum dos pedidos deduzidos”, diz trecho. O documento também discorre sobre as providências adotadas pelo Distrito Federal em relação aos acampamentos de extremistas políticos localizados em frente ao Quartel General do Exército Brasileiro. “Como visto, a manutenção do comércio e demais estruturas irregulares que permitiam que o acampamento funcionasse quase como se uma cidade autônoma fosse deu-se por força de circunstâncias alheias à atuação das forças de segurança do Distrito Federal, sendo, por isso, infundados os pedidos iniciais”, revela parte da solicitação. [Olho texto=”“Simplesmente mencionar, de forma absolutamente genérica, a suposta existência de omissão por parte do Governo do Distrito Federal, não é fundamento suficiente, em si, para nenhum dos pedidos deduzidos”” assinatura=”Trecho do documento encaminhado ao STF” esquerda_direita_centro=”direita”] Há, ainda, informações sobre as medidas implementadas pelo Executivo local na data da depredação das sedes dos três poderes, como a determinação de Ibaneis Rocha para que a Secretaria de Segurança Pública retirasse os criminosos do local e a prisão dos envolvidos, conforme áudios revelados pela imprensa. Por fim, o pedido de suspensão do processo de intervenção pontua que a petição ajuizada pelo PV tem como intenção alterar a Constituição por via interpretativa ao sugerir a intervenção federal no DF, por Ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental. “Fosse acolhido o pedido, a representação interventiva, reestrutura à titularidade do procurador-geral da República, poderia ser objeto de ações de controle abstratos de constitucionalidade, que podem ser aforadas por qualquer um dos legitimados arrolados no art. 103 da Constituição”, crava o documento. “O pedido inicial, portanto, envolve mutação constitucional contra a letra expressa do texto constitucional, com potencial de desequilibrar o sistema federativo brasileiro”, destaca outro trecho.
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Não usou preservativo? Saúde conta com profilaxia pós-exposição
O preservativo e o gel lubrificante são considerados os principais métodos de proteção contra as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) durante a prática sexual. Ambos são disponibilizados gratuitamente nas unidades básicas de saúde (UBSs), administradas pela Secretaria de Saúde (SES). Também indicada nos casos em que o preservativo estourou, a PEP deve ser feita no máximo até 72 horas após a exposição e seguir com orientação médica por 28 dias | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde Apesar disso, a estratégia de prevenção na rede pública conta com outros métodos. É o caso da profilaxia pós-exposição (PEP), recomendada para pessoas que tiveram relação consentida desprotegida, sofreram violência sexual ou tiveram contato com o material biológico em acidente de trabalho. Medida de urgência, a PEP consiste no uso de medicamentos ou imunobiológicos para reduzir o risco de adquirir ISTs, principalmente o HIV. O tratamento pode ser iniciado de duas horas até 72 horas depois da exposição e deve seguir com orientação médica por 28 dias para impedir a infecção. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Se o preservativo estourou, foi mal colocado ou a pessoa não o usou, ela pode procurar uma unidade de saúde, onde vai passar por uma consulta na urgência”, explica a enfermeira responsável técnica por questões relacionadas à sífilis da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, Daniela Magalhães. A prevenção está disponível nos setores de urgência e de emergência das unidades de pronto atendimento (UPAs), nos hospitais e no Núcleo de Testagem e Aconselhamento, que fica na Rodoviária do Plano Piloto. Pré-exposição Disponível também na rede pública de saúde, a profilaxia pré-exposição (PrEP) consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. A PrEP faz parte das estratégias de prevenção combinada do vírus. Arte: Agência Brasília “Esse é um medicamento que a pessoa toma antes de se expor”, pontua Daniela Magalhães. “Significa que ela vai estar mais protegida caso venha a se expor ao vírus do HIV. Ela veio primeiro para grupos mais específicos e vulneráveis, mas qualquer pessoa que queira pode fazer o uso.” A enfermeira reforça o compromisso da saúde pública em orientar a população: “Temos que ofertar escolhas para as pessoas. Cada um deve escolher a forma de prevenção que mais combina consigo. Não estamos trocando um pelo outro, mas colocando mais uma camada de proteção”. A PrEP está disponível no Centro Especializado em Doenças Infectocontagiosas (Cedin) e na Policlínica de Taguatinga. A dispensação para quem for atendido na rede privada ou em outro serviço é na Policlínica do Lago Sul, Policlínica de Taguatinga, Policlínica de Ceilândia e Farmácia Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB).
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Você está em dia com as vacinas para a sua faixa etária?
Se você tem mais de 18 anos e não tomou nenhuma vacina de 2013 para cá, sem contar as de covid-19, isso significa que você está desprotegido. Isso porque a cada dez anos é necessário receber pelo menos uma dose de reforço do imunizante dT, que protege contra difteria e tétano. E se estiver com a dT atrasada, é melhor dar uma conferida como estão as outras vacinas… Afinal, você sabe quais os imunizantes indicados para a sua faixa etária? [Olho texto=”“Todas as vacinas são seguras e passam por um controle de qualidade”” assinatura=”Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] O Calendário de Vacinação de rotina de 2023 prevê 18 imunizantes a serem aplicados em bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. A lista não inclui nem a vacina contra a covid-19 nem influenza, que seguem a campanha do Ministério da Saúde. O lado bom dessa história é a facilidade para ficar em dia: basta comparecer a uma das mais de 100 unidades de saúde no Distrito Federal com sala de vacinação. É só levar um documento e, se tiver, o Cartão de Vacina. Caso a pessoa não tenha mais nenhum registro, ela receberá todos os imunizantes previstos para a idade. O Calendário de Vacinação de rotina de 2023 prevê 18 imunizantes a serem aplicados em bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde Por exemplo: vamos supor que você tenha 30 anos, tomou as vacinas contra a covid, mas não tem a menor ideia de onde está o cartão de vacina lá da infância, quando provavelmente sua mãe te levava no posto de vacinação. Neste caso, vai receber todas as vacinas previstas para o público adulto: tríplice viral (SCR), hepatite B, dupla adulto (dT) e febre amarela. Uma praticidade é que pelo menos dá para receber todas essas vacinas de uma só vez. Se tiver com a de covid atrasada também, aproveita a oportunidade para ficar em dia com esse cuidado. [Olho texto=”As regiões administrativas de Águas Claras, Lago Norte, Cruzeiro/Sudoeste, Riacho Fundo, Sobradinho e São Sebastião não ultrapassaram os 65% de cobertura vacinal para nenhuma vacina nos primeiros quatro meses de 2022. É possível se vacinar em qualquer uma das salas de vacinação de rotina, independentemente do endereço domiciliar” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde, Renata Brandão, lembra que só não se deve tomar vacinas já fora da faixa etária. “Se você perdeu a oportunidade quando criança, infelizmente não vai retroagir”, explica. Isto é: um adolescente sem registros de imunização vai receber as vacinas previstas para a sua faixa etária, mas não tomará as da infância, por exemplo. Ainda assim, ela ressalta a importância de seguir o calendário para todas as idades. “Vacina não é feita só para crianças”, afirma. A especialista lembra ainda que muitas pessoas têm medo de reações e efeitos adversos dos imunizantes. “Todas as vacinas são seguras e passam por um controle de qualidade”, lembra. Vermelhidão, dor no braço, fadiga e até febre leve são reações esperadas, mas nada que assuste. A Secretaria de Saúde ressalta que uma ampla cobertura vacinal é uma política de saúde pública relevante, pois evita o adoecimento de várias faixas etárias | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde Renata Brandão garante também que é seguro receber mais de um imunizante no mesmo dia. “Você aproveita a oportunidade de atualizar todo o cartão de vacina. Não tem problema nenhum para o sistema imunológico”, finaliza. “A vacinação é uma ação preventiva de grande impacto para a população”, afirma o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Luciano Agrizzi. O gestor lembra que uma ampla cobertura vacinal é uma política de saúde pública relevante porque evita o adoecimento de pessoas de várias faixas etárias, desde os bebês até os idosos. “É tão importante para os adultos quanto para as crianças”, argumenta. Cobertura abaixo do esperado [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Aplicada na maternidade, logo após o nascimento dos bebês, a vacina BCG está com a cobertura esperada para o Distrito Federal. Na realidade, como há o atendimento a recém-nascidos vindos de estados vizinhos, o índice chegou a 105,7% nos primeiros quatro meses do ano passado. No período, foram 13.975 doses de BCG aplicadas. Somados, foram mais de 367 mil imunizantes da chamada vacinação de rotina. O lado ruim da notícia? A BCG é uma exceção. A cobertura vacinal está abaixo do esperado para todos os demais imunizantes. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) estabelece como meta uma cobertura de 80% para as vacinas contra o HPV e meningocócica C e meningocócica ACWY em adolescentes, 90% para as vacinas BCG e Rotavírus e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação. Os dados da Secretaria de Saúde até abril de 2022 mostram que quase a metade (48,2%) dos brasilienses estão com a tríplice viral atrasada. Poliomielite, difteria e sarampo são algumas das doenças que podem voltar se a população não fizer a sua parte e se vacinar. As regiões administrativas de Águas Claras, Lago Norte, Cruzeiro/Sudoeste, Riacho Fundo, Sobradinho e São Sebastião não ultrapassaram os 65% de cobertura vacinal para nenhuma vacina nos primeiros quatro meses de 2022. Vale lembrar, contudo, que é possível se vacinar em qualquer uma das salas de vacinação de rotina, independentemente do endereço domiciliar. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Saiba onde se vacinar neste sábado (21)
A população do Distrito Federal terá a oportunidade de atualizar a carteira de vacinação neste sábado (21). Ao todo, serão 19 pontos fixos e dois carros da vacina para atendimento. Além da imunização contra a covid-19, na maioria dos locais será oferecida a atualização de outras vacinas do calendário, como poliomielite (paralisia infantil), febre amarela, sarampo, meningite. Uma das novidades é que a vacina contra o HPV agora está disponível para meninos e meninas dos 9 aos 14 anos. Além da proteção contra a covid-19, serão ofertados outros imunizantes do calendário de vacinação | Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para quem mora em Taguatinga, Ceilândia e regiões próximas, o JK Shopping (Av. Hélio Prates, QNM 34) terá vacinação das 10h às 17h. Mais cedo, às 8h, começará o atendimento no Supermercado Coisas da Roça (QNP 32, Conjunto D). Também haverá vacinação na UBS 2 de Ceilândia (QNN 15). No Plano Piloto, das 9h às 17h, haverá vacinação contra a covid-19 para pessoas acima dos 12 anos na Feira da Ponte Norte (SQN 216) e no Parque Olhos d’Água (Asa Norte). A UBS 1 da Asa Sul (SGAS 612) e a UBS 2 da Asa Norte (EQN 114/115) terão os imunizantes do calendário de vacinação, com exceção da BCG – contra tuberculose. Haverá atendimento ainda em unidades básicas de saúde de Sobradinho II, Santa Maria, Gama, São Sebastião, Guará, Estrutural, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Riacho Fundo II. Dois carros da vacina vão percorrer a QNP 28, em Ceilândia, e a área rural do Paranoá. Por fim, a Escola Classe do Café Sem Troco, na zona rural do Paranoá, também vai oferecer vacina. Confira no site da Secretaria de Saúde a lista completa com os endereços, horários de atendimento e imunizantes disponíveis em cada local. *Com informações da Secretaria de Saúde
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GDF convoca 5.419 crianças para segunda dose da CoronaVac
A Secretaria de Saúde está com 26 unidades básicas de saúde abastecidas com CoronaVac para aplicação da segunda dose para 5.419 crianças de 3 e 4 anos que iniciaram o ciclo de vacinação contra a covid-19 com esse imunizante. Os pais ou responsáveis devem comparecer a um desses locais com cartão de vacina da criança e documento de identificação. A reabertura da oferta de primeira dose para crianças dessa faixa etária ocorre a partir do envio de um lote de 6.740 imunizantes CoronaVac pelo Ministério da Saúde | Foto: Breno Esaki / Arquivo Agência Saúde-DF A lista completa dos endereços e horários de funcionamento está disponível no site da Secretaria de Saúde. [Olho texto=”“É muito importante vacinar. Mas é imperativo estar imunizado, e isso só ocorre com a segunda dose, que já está disponível para essa população”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerdo”] O recebimento de um lote de 6.740 imunizantes CoronaVac enviados pelo Ministério da Saúde também permitiu a reabertura da oferta de primeira dose para crianças dessa faixa etária. Neste caso, serão duas unidades básicas de saúde com a oferta: a UBS 1 de Taguatinga (QNG AE 18/19) e a UBS 1 da Asa Sul (SGAS 612). “Nosso objetivo é garantir o maior número possível de crianças imunizadas e, principalmente, concluir o ciclo vacinal das mais de cinco mil que precisam receber a segunda dose”, afirma a coordenadora de Atenção Primária à Saúde, Ramá Celani. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “É muito importante vacinar. Mas é imperativo estar imunizado, e isso só ocorre com a segunda dose, que já está disponível para essa população”, completa o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. A Secretaria de Saúde também oferece a vacinação de segunda dose da Pfizer Baby para crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vacinação itinerante busca ampliar imunização do brasiliense
Com o objetivo de aumentar a quantidade de pessoas com o esquema de imunização atualizado, o projeto Carro da Vacina circula, neste sábado (14), em três localidades do Distrito Federal. A vacinação itinerante ocorre no Parque da Cidade, em Ceilândia (QNP 22 e QNP 26) e no Núcleo Rural Sarandi (Planaltina). A vacinação itinerante ocorre no Parque da Cidade, em Ceilândia (QNP 22 e QNP 26) e no Núcleo Rural Sarandi (Planaltina) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília “Durante a rotina, as pessoas às vezes não têm tempo de procurar as unidades de saúde, então a gente tenta facilitar esse acesso trazendo a vacina até elas”, explica a enfermeira e responsável técnica do Carro da Vacina, Islaine de Carvalho. No caso da iniciativa no Parque da Cidade, estão sendo oferecidas apenas as vacinas contra a covid-19 para adolescentes a partir dos 12 anos, adultos e idosos, enquanto os demais carros da vacina contam com todos os imunizantes do calendário de vacinação (exceto BCG). Os serviços seguem até as 17h no parque e em Ceilândia, e até as 16h30 em Planaltina. No Parque da Cidade, estão sendo oferecidas as vacinas contra a covid-19 para adolescentes a partir dos 12 anos, adultos e idosos Proteção contra covid-19 Até este sábado, a capital federal contava com 7.205.237 doses de imunizantes contra o coronavírus aplicados. Destas, 4.983.894 são referentes à primeira e segunda dose, cobertura de mais de 84% da população. Islaine de Carvalho, enfermeira e responsável técnica do Carro da Vacina: “Durante a rotina, as pessoas às vezes não têm tempo de procurar as unidades de saúde, então a gente tenta facilitar esse acesso trazendo a vacina até elas” “Queremos captar o maior número de pessoas que não esteja com as vacinas da covid em dia, que seriam as três doses para menores de 40 anos e quatro doses para maiores [de 40 anos], profissionais de saúde e imunodeprimidos”, detalha a enfermeira Islaine de Carvalho. À frente da iniciativa no Parque da Cidade, Islaine explica que a escolha do local se deve pelo perfil dos frequentadores. “Aqui, no parque, são pessoas que buscam a saúde, então a gente acredita que a captação será ainda melhor”, acrescenta. Imunizante no braço Após a caminhada matutina e enquanto tomava uma água de coco, o empresário Marcos José Rodrigues, 55 anos, foi abordado pela equipe e topou tomar a segunda dose de reforço (também conhecida como quarta dose). Empresário Marcos José Rodrigues: “Acho superválido colocar um ponto de vacinação aqui. É um lugar onde as pessoas buscam qualidade de vida e saúde, e a vacina representa saúde” “Já tinha tomado a terceira dose e acabei não acompanhando mais o calendário. Eu não sabia que minha dose já estava atrasada, senão já teria tomado. As outras eu tomei espontaneamente, porque é uma forma de respeito a minha vida e das pessoas do meu convívio”, diz. Ele avalia como positiva a imunização itinerante no Parque da Cidade. “Acho superválido colocar um ponto de vacinação aqui. É um lugar onde as pessoas buscam qualidade de vida e saúde, e a vacina representa saúde”, comenta. Nutricionista Alline Monteiro: “A vacina continua sendo essencial para a prevenção da covid. É excelente esse tipo de iniciativa” A nutricionista Alline Monteiro tinha acabado de correr 15 quilômetros quando viu a estrutura da Secretaria de Saúde nas proximidades dos quiosques do parque. Como morava em Londres, onde se imunizou com três doses, ela foi entender se já poderia tomar o segundo reforço. “Teoricamente não era para eu estar na faixa de idade da dose [prevista no Plano Nacional de Imunização para pessoas a partir de 40 anos], mas sendo profissional de saúde me ofereceram a quarta dose e eu acabei de tomar”, revela. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para Alline, a vacinação itinerante é uma forma de ajudar quem tem dificuldade de ir até uma unidade básica de saúde no dia a dia. “Acho superimportante, porque nem sempre a gente tem tempo na rotina. A vacina continua sendo essencial para a prevenção da covid. É excelente esse tipo de iniciativa”, classifica. A vacinação contra a covid-19 segue nas unidades básicas de saúde (UBS) do Distrito Federal. Todos os pontos podem ser conferidos no site da Secretaria de Saúde. Quem quiser atualizar a caderneta vacinal com imunizantes para outras doenças, deve procurar a UBS mais próxima. O Distrito Federal oferece 19 vacinas do Plano Nacional de Imunização. https://www.flickr.com/photos/agenciabrasilia/albums/72177720305229451
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DF tem 15 pontos fixos de imunização neste sábado (7)
A vacinação no Distrito Federal não para. Neste sábado (7), a população terá acesso a 15 pontos fixos para se imunizar e ainda contará com três carros da vacina. Todas as regiões de saúde terão locais estratégicos para atender os interessados. Os pontos podem ser consultados neste link. [Olho texto=”“Faz parte do esforço permanente que a secretaria tem tido de oferecer vacinação em pontos estratégicos aos sábados em todas as regiões de saúde”” assinatura=”Ramá Celani, coordenadora da Atenção Primária à Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com a coordenadora da Atenção Primária à Saúde, Ramá Celani, os pontos são definidos para atender uma demanda de pessoas que, ao longo da semana, não conseguem comparecer às unidades básicas de saúde (UBSs). “A cada sábado, diferentes unidades são designadas de maneira rotativa, de modo que nenhum território fique sem esta oportunidade”, detalha a profissional. “Faz parte do esforço permanente que a secretaria tem tido de oferecer vacinação em pontos estratégicos aos sábados em todas as regiões de saúde”, afirma a coordenadora. Vacinação itinerante Com o objetivo de chegar às pessoas cada vez mais, a Secretaria de Saúde vai disponibilizar três carros para fazer a vacinação itinerante. Os veículos vão percorrer Ceilândia, Cruzeiro e Itapoã. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No Itapoã, o carro da vacina vai cumprir três rotas diferentes. A chefe-substituta do núcleo de vigilância da região Leste, Giselle Alves, explica que o roteiro do veículo foi definido para levar os imunizantes às famílias vulneráveis da região. “São pessoas que, muitas vezes, não têm emprego fixo ou a segurança de sair do local para levar os filhos para se vacinarem”, exemplificou. A profissional da saúde acrescenta que o carro da vacina é uma oportunidade para acessar essas áreas. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Ação Natal com Saúde tem vacinação e exames em locais de grande movimento
Mais uma ação do Natal com Saúde foi realizada nesta quinta-feira (22). Na ocasião, equipes da Secretaria de Saúde atuaram em frente ao shopping Conjunto Nacional, próximo à Rodoviária do Plano Piloto oferecendo à população vacinas contra a covid-19 e influenza, além da testagem para HIV, hepatites, sífilis, covid e glicemia. Ação especial realizada na área central de Brasília vai se repetir neste sábado com multivacinação na Torre de TV, das 8h às 14h | Fotos: Sandro Araújo / Agência Saúde-DF A ação especial visa ampliar a cobertura vacinal com a promoção do serviço em pontos estratégicos. A proposta é fazer com que a população retome o hábito de se imunizar e tenha a oportunidade de fazer a testagem de outras doenças. No dia 24 de dezembro, haverá multivacinação na Torre de TV, das 8h às 14h. Os eventos natalinos começaram no domingo (18), no Parque da Cidade e no Terraço Shopping. Até o momento, foram aplicadas 391 doses – 210 no shopping (multivacinação), do dia 18 a 20, e 181 no Parque da Cidade (covid e influenza). [Olho texto=”“Qualquer pessoa que esteja com dúvidas se tomou ou não todas as vacinas, ou que até tenha certeza que falta alguma, deve procurar uma sala de vacinação”” assinatura=”Pedro Zancanaro, diretor de Atenção Primária da Região de Saúde Central” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O diretor da Atenção Primária da Região de Saúde Central, Pedro Zancanaro, diz que as ações natalinas têm como objetivo chegar a pacientes que, muitas vezes por indisponibilidade de tempo, não vão às unidades básicas de saúde. Ele acrescenta que a atualização do cartão vacinal é de suma importância para evitar casos graves da doença. “Em um momento em que há repique dos casos de covid, precisamos garantir que as pessoas estejam com o esquema vacinal atualizado”, explica o diretor. “Qualquer pessoa que esteja com dúvidas se tomou ou não todas as vacinas, ou que até tenha certeza que falta alguma, deve procurar uma sala de vacinação”, completa. Segundo a diretora de Atenção Secundária da Região de Saúde Central, Pollyanna Mertens, ações levam os serviços diretamente para a população. “Aqui em frente ao shopping, conseguimos atender quem vem fazer compras de Natal, almoçar ou passear e que, provavelmente, não pensava em se consultar ainda nesse ano”, pondera Mertens. Atendimento ampliado O professor Francisco Rodrigues dos Santos, 45 anos, saiu de Águas Lindas para cuidar da saúde na manhã desta quinta. “Vim fazer um check-up geral, com exames de hepatite, HIV, glicemia. É um costume meu: de três em três meses, procuro atendimento para saber como estou, como posso melhorar”, conta ele. “Desde o ano passado aproveito ações assim pra fazer os exames, pois sinto que o atendimento é muito bom e mais rápido”, completa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Já o engenheiro químico Daniel Valencia, 33 anos, soube da ação por cartazes em frente ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), da Rodoviária do Plano. “Aproveitei para fazer tudo que podia. Geralmente, as esperas são longas e, hoje, foi rápido e fácil”, comenta o morador do Guará. Quem também não perdeu a oportunidade de dar uma olhadinha na saúde foi a aposentada Genezira Moreira, 62 anos. Ela acordou cedo para arrumar o cabelo no shopping Conjunto Nacional mas, antes do cuidado com a beleza, decidiu dar uma verificada na saúde. “Passei, vi o movimento e me interessei. Fiz todos os exames e, como minhas vacinas estão em dia, deu tudo certo”, diz ela. Acesse aqui informações sobre a aplicação das vacinas contra a covid e os pontos de imunização.
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Carro da Vacina vai ao Sol Nascente e servidores são homenageados
Seja em uma rua de terra em uma área rural ou no asfalto de uma comunidade da periferia, a presença do Carro da Vacina se tornou uma realidade, comum em várias regiões administrativas do Distrito Federal ao longo de 2022. Criado em janeiro para ajudar na campanha de imunização contra a covid-19, o projeto ampliou o foco e agora ajuda a combater outras doenças, como a influenza e a pólio. Ao todo, já são mais de 9 mil doses aplicadas. Neste sábado (3), na 30ª edição do Carro da Vacina, a Secretaria de Saúde realizou na Escola Classe 66, no Sol Nascente, uma cerimônia para homenagear 25 servidores envolvidos na iniciativa. Lucilene Florêncio: “Eu acredito em um Sistema Único de Saúde que vá até o usuário”| Foto: Tony Winston/Secretaria de Saúde “O Carro da Vacina é um exemplo para o Brasil”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A gestora destaca que o projeto foi iniciado em Ceilândia e no Sol Nascente e conta desde a primeira edição com a parceria de lideranças comunitárias, igrejas, escolas e outros apoiadores que ajudam a mobilizar a população e a definir as rotas de passagem dos carros. “Eu acredito em um Sistema Único de Saúde que vá até o usuário”, acrescenta. [Olho texto=”“Nós precisamos encontrar inovações, novas formas de aumentar a nossa cobertura vacinal. Por isso, o Carro da Vacina veio para ficar”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Em julho, o projeto foi expandido para outras regiões do Distrito Federal e o plano agora é ampliar a frota de veículos para reforçar a logística necessária para o projeto. “Nós precisamos encontrar inovações, novas formas de aumentar a nossa cobertura vacinal. Por isso, o Carro da Vacina veio para ficar”, completa a secretária. Lucilene Florêncio também elogia o trabalho dos servidores públicos responsáveis pelo planejamento e pela execução do trabalho. A diretora de Atenção Primária da região de saúde oeste, Sandra França, elenca as principais iniciativas para ampliar o acesso à vacinação, como a imunização dentro de escolas e a abertura de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) aos sábados. A UBS 2 de Ceilândia, por exemplo, vai completar um ano de vacinação todos os sábados. Porém, o Carro da Vacina é apontado como uma estratégia fundamental para levar imunizantes para quem dificilmente iria comparecer a uma UBS. “Conforme a gente foi percebendo a necessidade da população, a gente foi se reinventado para assistir”, explica. De acordo com Sandra França, o Carro da Vacina é uma alternativa adequada para pessoas que têm dificuldades de ir até um ponto fixo, seja por dificuldades do transporte ou por conta da rotina. “Imagine uma mãe de família com quatro crianças para se vacinar. Para ela, esse deslocamento é difícil. A gente passando na porta é muito melhor”, exemplifica. Também há o caso de trabalhadores que não encontram tempo para ir até uma Unidade Básica de Saúde. “A gente já pegou motoboy saindo para trabalhar e fizemos a vacina”, lembra. O Carro da Vacina é uma alternativa adequada para pessoas que têm dificuldades de ir até um ponto fixo, seja por dificuldades do transporte ou por conta da rotina | Foto: Tony Winston/Secretaria de Saúde Vacinação em escola A cada edição do Carro da Vacina é montado um ponto fixo para apoio logístico, que também funciona como local de vacinação. Hoje, no Sol Nascente, a Escola Classe 66 foi selecionada para o atendimento. Estavam disponíveis imunizantes contra covid, influenza e pólio, além dos imunizantes do calendário de vacinação, com exceção da BCG. Também foram ofertados serviços como testes rápidos de Infecções Sexualmente Transmissíveis, distribuição de preservativos, orientações sobre o combate à dengue e entregas de kits de higiene bucal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para animar, um pula-pula e palhaços animaram as crianças, o que significou uma verdadeira festa para a Gabriela Pereira. A menina completou nove anos e ficou feliz em ganhar parabéns de toda a equipe da Secretaria de Saúde. “Foi muito bom! E eu estudo aqui!”, conta. Quem também gostou foi a avó dela, a auxiliar de serviços gerais Maria Conceição Rosário, de 59 anos. A menina e avó receberam imunizantes contra a covid-19 e a influenza. “A proteção é a melhor coisa que se faz. Sempre vacinei meus filhos. E agora levo a minha neta”, garante Maria Conceição Rosário.
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Cerca de 60 mil adolescentes não tomaram 2ª dose da vacina contra covid
No Distrito Federal, cerca de 60 mil adolescentes – com idade entre 12 e 17 anos – tomaram somente a primeira dose da vacina contra a covid-19. Segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, esse dado é preocupante. “Esse calendário vacinal não está completo. Isso significa dizer que eles não estão imunoprevenidos e que podem ser suscetíveis a adquirir o vírus”, explica. “Quando se tem vírus circulando e uma população com uma baixa cobertura, permitimos que haja mutação e o surgimento de novas cepas, de novas variantes”, complementa. [Olho texto=”“Vamos conseguir diminuir a circulação porque nós vamos ter a população prevenida, protegida, imunizada”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Até segunda-feira (7), 86,2% da população acima dos 3 anos de idade já havia recebido a primeira dose. A cobertura também está acima de 80% para a segunda dose: 82,5%. Porém, só 54,4% dos adolescentes voltaram para receber o primeiro reforço. E a segunda dose de reforço foi aplicada em 37,5% desse público-alvo. O foco da Secretaria de Saúde é levar os imunizantes para quem ainda não tomou nem a primeira dose e completar o ciclo vacinal de quem está atrasado. Para isso, são mais de 90 unidades básicas de saúde (UBS) com salas de vacina abastecidas com imunizantes contra a covid-19, além de ações extramuros, como o Carro da Vacina e a campanha montada nesse domingo (6) no Eixão Sul. Mais atividades fora das unidades de saúde estão ocorrendo, com foco nas escolas. “Vamos conseguir diminuir a circulação porque nós vamos ter a população prevenida, protegida, imunizada”, defende Lucilene Florêncio. [Olho texto=”“O GDF tem todo o interesse em baixar a faixa etária para vacinar. A questão, não só no DF, mas em todo o Brasil, é que a Política Nacional de Imunização é do Ministério da Saúde, que se baseia na Cetai”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ampliação da campanha Hoje, conforme as orientações da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Cetai), a primeira dose de reforço é indicada para quem tem mais de 12 anos, enquanto o segundo reforço é restrito para os de 40 anos ou mais. No DF, a Secretaria de Saúde até chegou a reduzir, temporariamente, a faixa etária do segundo reforço para 35 anos, mas recuou porque depende do envio de doses pelo Ministério da Saúde. “Quando o ministério faz a recomendação que tecnicamente não seria viável para um público-alvo, ele automaticamente não manda essas doses”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero. A Secretaria de Saúde também aguarda orientações federais a respeito da vacinação de crianças de 3 e 4 anos. “O GDF tem todo o interesse em baixar a faixa etária para vacinar. A questão, não só no DF, mas em todo o Brasil, é que a Política Nacional de Imunização é do Ministério da Saúde, que se baseia na Cetai”, esclarece o subsecretário. Apenas 54,4% dos adolescentes voltaram para receber o primeiro reforço. E a segunda dose de reforço foi aplicada em 37,5% desse público-alvo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, há cerca de 40 mil doses disponíveis, entre os estoques das unidades de saúde e da Rede de Frio Central. Novas remessas já foram solicitadas. “Tão logo essas doses cheguem ao DF, nós temos toda uma infraestrutura de logística para atender a população”, completa Divino Valero. Segurança O subsecretário lembra ainda que as notas técnicas da Cetai consideram vários aspectos, como o cenário epidemiológico e a segurança para a população. “É um conselho multidisciplinar e multi-institucional, onde também estão a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade Brasileira de Infectologia, técnicos do Ministério da Saúde e da Fiocruz, que determina um estudo científico, de evidência científica, de segurança da vacina”, ressalta. A Câmara Técnica, criada em agosto de 2021 pela Portaria GM/MS Nº 1.841, também conta com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Testagem Nesta quarta-feira (9), o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde mostrou que a taxa de transmissão, o chamado índice RT, está em 1,29. Isso significa que 100 pessoas com covid-19 contaminam outras 129. O número de novos casos ainda é pequeno: foram 223 registros entre os dias 8 e 9, porém os números indicam uma aceleração da doença. De acordo com a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, a primeira medida a ser tomada para enfrentar esse aumento no número de casos é ressaltar a importância da testagem. O DF conta com 280 mil testes no estoque e as UBSs, unidades de pronto atendimento (UPA) e hospitais estão com equipes preparadas para testar pacientes sintomáticos. “A população que está com sintoma gripal deve procurar nossas unidades básicas de saúde para fazer o teste, e assim nós vamos ter a população protegida”, indica. A secretária de saúde destaca ainda a importância da testagem para a detecção de novas variantes do coronavírus no Distrito Federal. “Quanto mais pessoas nós testamos, nós podemos fazer o sequenciamento genômico, sendo possível o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) verificar se há a nova variante circulando”, detalha. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Congresso vai debater inovação, ensino e pesquisa em saúde
O Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF) realizará, nos dias 16, 17 e 18 de novembro, o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa. Por meio palestras, mesas-redondas e workshops, serão abordados quatro eixos temáticos: Urgência e Emergência, Atendimento ao Traumatizado Grave Adulto e Pediátrico, Oncologia e Gestão Voltada para o Atendimento de Excelência. Coordenado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), o evento englobará a IV Jornada dos Residentes do IgesDF, a XI Jornada dos Médicos Residentes e Egressos do Hospital de Base do DF e o II Simpósio de Pesquisa Científica. [Olho texto=”“O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”” assinatura=”Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente do IgesDF” esquerda_direita_centro=”direita”] Com vagas presenciais e online, o encontro promoverá debates entre pesquisadores, estudiosos, residentes e especialistas consagrados nacionalmente. “Estamos trabalhando para entregar um evento completo, com atividades dinâmicas, incluindo simulação realística, apresentação de trabalhos científicos, e-poster, mesas-redondas e palestras multidisciplinares, com o intuito de corroborar com as práticas assistenciais e de melhorar ainda mais o funcionamento de nossas unidades”, detalha a diretora da Diep, Emanuela Ferraz. As inscrições para o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa podem ser feitas até 15 de novembro por este link. “O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”, destaca a diretora-presidente do IgesDF, Mariela Souza de Jesus. Confira a programação completa do evento *Com informações do Iges-DF
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Reforma na UTI do Hospital Regional de Taguatinga começa nesta quinta (27)
Começa nesta quinta-feira (27) o processo de renovação da ala de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Ao longo de 40 dias, será feita a troca do piso, das portas, do forro de gesso e dos dutos de ar-condicionado, de água quente, de esgoto e de vácuo. Os serviços de manutenção são possíveis graças ao novo contrato regular assinado pela Secretaria de Saúde e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (26). Construído no início dos anos 1970, o Hospital Regional de Taguatinga terá serviços de renovação da ala de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF A diretora administrativa da Região Sudoeste de Saúde, Loyani Katrina Ipac, lembra que o HRT foi construído no início dos anos 1970 e suas estruturas são muito antigas, com dutos ainda em cobre. “A tubulação será trocada porque a antiga apresentava vazamentos”, conta. [Olho texto=”“Vamos entregar uma nova ala, com qualidade para prestar o melhor atendimento aos pacientes e com infraestrutura completa para os servidores trabalharem”” assinatura=”Loyani Katrina Ipac, diretora administrativa da Região Sudoeste de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Ao longo dos 40 dias do serviço de manutenção, os pacientes que necessitarem de leitos de UTI serão transferidos para outras unidades, como o Hospital Regional de Samambaia ou o Hospital Regional de Ceilândia. No período, também será realizada a manutenção dos equipamentos de apoio aos oito leitos de UTI adulta e cinco de UTI pediátrica, com recursos do Programa de Descentralização de Aquisições de Saúde. “Vamos entregar uma nova ala, com qualidade para prestar o melhor atendimento aos pacientes e com infraestrutura completa para os servidores trabalharem”, conclui Loyani Katrina Ipac. Novos contratos A manutenção da UTI do HRT é a primeira grande ação prevista no âmbito dos novos contratos regulares de manutenção assinados pela Secretaria de Saúde. A publicação no DODF desta quarta é referente a 19 lotes da contratação, do total de 28. Ao todo, em um ano, serão investidos R$ 74 milhões para melhorar as condições físicas de 297 unidades de saúde. Os contratos podem ser prorrogados por até cinco anos. “Esses novos contratos vão ajudar os gestores a melhorar a infraestrutura dos espaços. Vão servir para conserto de infiltrações em telhados, pintura, arrumar banheiros, reparar pisos em centros cirúrgicos e ambulatórios. Estamos comemorando muito essa contratação”, enumera a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A licitação foi dividida em 28 lotes, negociados separadamente em pregões online, com participação de empresas de todo o Brasil. A ampla concorrência permitiu fechar os contratos com uma economia de 27% frente ao valor total estimado. Oito companhias foram vencedoras, ficando responsáveis por serviços em todas as sete regiões de saúde. Os diretores administrativos das regiões de saúde foram orientados previamente a fazer um levantamento dos reparos necessários. “A prioridade é focar na cobertura, teto e telhado, por causa do período chuvoso. Estamos, ainda, orientando ações voltadas à manutenção elétrica e hidráulica, para dar mais conforto e segurança para a comunidade. Também é prioridade número um a manutenção voltada à infraestrutura das maternidades do DF”, destaca o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Mário Furtado. Os contratos cobrem reparos e manutenção em todas as unidades de saúde, passando por policlínicas, laboratórios, hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs) e centros de atenção psicossocial. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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UBS oferece ensaio fotográfico às grávidas que concluírem pré-natal
A enfermeira Ana Cristina Braz é uma profissional que vai além de suas atribuições funcionais para que o serviço prestado atinja os objetivos esperados. Chefiando a Unidade Básica de Saúde (UBS) Torre, na zona rural de Brazlândia, ela encontrou uma maneira de fazer com que as mulheres que realizam acompanhamento pré-natal na unidade compareçam a no mínimo seis consultas e a pelo menos uma visita ao dentista, como determina o Ministério da Saúde. Para evitar a evasão, Ana criou a promoção do book, que consiste em oferecer para a grávida um ensaio fotográfico no final da gestação. [Olho texto=”A iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Em busca de encontrar uma forma de evitar que as futuras mães abandonassem o acompanhamento da gravidez, o que era comum na UBS, há cerca de um ano Ana teve a ideia de fazer o book. “No ano passado tive essa ideia devido à baixa adesão ao pré-natal e neste ano resolvemos implementar. O projeto é apresentado à gestante, e assim incentivamos que elas compareçam às consultas”, explica a enfermeira. Segundo Ana, para ganhar o ensaio fotográfico é preciso estar no terceiro trimestre de gravidez, comparecer a pelo menos seis consultas, mais uma com o odontólogo, e ter participado de ao menos uma das atividades oferecidas. Hoje, existem 13 gestantes realizando pré-natal na unidade da Torre e todas são trabalhadoras rurais. A grávida Ana Cristina Lucena, no oitavo mês de gestação, posa para a enfermeira Ana Cristina Braz, que criou a ideia do ensaio fotográfico na UBS Torre, em Brazlândia | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Ana Cristina e os oito servidores que trabalham com ela na UBS de Brazlândia são os patrocinadores do book. Antes do ensaio, as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado. O ensaio fica por conta de Ana Cristina, e o cenário onde as fotos são feitas foi comprado e montado pela equipe da UBS. Após a sessão de fotos é oferecido um lanche à futura mãe. “Nós compramos o lanche, fazemos vaquinha. Cada um traz uma coisa”, conta. Ana garante que a iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%. Importância do pré-natal Antes do ensaio as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado, tudo feito pelas servidoras da UBS Todo o esforço dos servidores da UBS Torre para que as mulheres da localidade não abandonem o pré-natal deve-se ao fato da grande importância do acompanhamento de uma gestação. De acordo com a enfermeira, as consultas periódicas previnem a morte materna, a morte neonatal e faz com que sejam descobertas doenças na mãe, como hipertensão, sífilis, HIV e toxoplasmose, por exemplo. “Quanto mais cedo elas iniciarem o acompanhamento, mais cedo será possível descobrir essas doenças e tratar”, avalia a enfermeira. A participação dos maridos no pré-natal é incentivada pela UBS e eles podem participar do ensaio fotográfico. Para a grávida Ana Cristina Lucena, que ganhou o ensaio no oitavo mês de gestação, o book foi uma boa surpresa para ela, que não tinha pensado em fazer um. A filha Isabela, a primeira de Ana, era esperada para setembro. A mãe já faz planos de enviar as fotos para amigos e parentes.
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Busca da interoperabilidade dos sistemas para dar celeridade a atendimentos
Fortalecer o sistema público de saúde é um dos grandes desafios do governo. Esta também é a missão que a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, assumiu quando passou a liderar a pasta, há pouco mais de quatro meses. Há mais de 30 anos atuando como médica do Sistema Único de Saúde (SUS), ela carrega na bagagem experiência suficiente para provocar mudanças significativas na rede pública local. Tem liderado ações de reforço da cobertura vacinal contra covid-19, inclusive implementando o projeto de busca ativa. O carro da vacina foi uma ação exitosa que Lucilene coordenou inicialmente em Ceilândia, e que agora chegou a todas as sete regiões de saúde do Distrito Federal. Em entrevista à Agência Brasília, a secretária fala sobre o cenário atual da covid-19, o mutirão de cirurgias eletivas em parceria com a rede privada e a organização dos processos com a efetivação de contratos importantes, como o de manutenção predial. Ela revela ainda os projetos para melhorar a gestão da pasta, com reflexos diretos para o cidadão. “Vamos buscar a interoperabilidade dos sistemas da Saúde para dar celeridade aos processos de trabalho e melhorar a assistência ao cidadão”, afirma. “Isso é urgente.” Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista. Foto: Divulgação/Agência Saúde A taxa de transmissibilidade para covid vem aumentando nos últimos dias. Como a Secretaria de Saúde está se preparando para isso? Considerando que não houve mudança no cenário epidemiológico quanto ao aumento de hospitalização ou óbito por covid-19, como até o momento não houve introdução de uma nova variante no país, o aumento do número de casos demonstra que o vírus está circulando. Por isso, a necessidade de fortalecer as estratégias de testagem dos casos suspeitos e a vacinação. Neste sentido, abrimos pontos para vacinação e testagem tanto em horário noturno quanto aos sábados. O Distrito Federal sai na frente quando faz a busca ativa com o carro da vacina. Estamos indo às localidades mais vulneráveis, fazendo inquérito vacinal, o que nos permite aumentar a cobertura vacinal da população. Com a chegada do fim de ano, festas, confraternizações, viagens, o cenário aponta ainda mais para a importância da vacinação. Estamos fazendo nossa parte como responsável sanitário e conclamamos a população a completar o calendário vacinal. [Olho texto=”“Precisamos trabalhar a questão do descarte do lixo e de inservíveis. Nossos agentes ambientais, este ano, visitaram mais de 2,3 milhões de residências”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Outro desafio que se observa no fim de ano é a chegada das chuvas e a proliferação da dengue. Quais são os planos para combater os casos? Estamos absolutamente focados nas arboviroses – não só a dengue, mas zika e chikungunya. O cuidado com a dengue não é isolado. É uma doença que perpassa várias secretarias. Precisamos primeiramente evitar e coibir os criadouros. A maior contaminação de dengue é peridomiciliar, ou seja, próximo das residências. Precisamos trabalhar a questão do descarte do lixo e de inservíveis. Nossos agentes ambientais, este ano, visitaram mais de 2,3 milhões de residências, vistoriaram, alertaram. Mas precisamos muito da colaboração da população. Estamos no nível 3 da ação. A SES adquiriu inseticidas e larvicidas, mais de 4,5 toneladas; intensificaremos os ciclos de fumacê em regiões de maior risco. O borrifamento será inicialmente feito em regiões administrativas como Sobradinho II, Vicente Pires, Estrutural e Santa Maria, locais onde identificamos um maior número de casos. A senhora traz no currículo 30 anos de SUS e a experiência como gestora em quase todas as regiões de saúde do DF. Esse histórico a ajudou a diagnosticar os problemas da rede pública de saúde? O que precisa mudar? A população aumentou nas últimas décadas, e parte de nossos equipamentos públicos são da década de 1980, exigindo ampliações e adequações. Mesmo em momento pandêmico, tivemos incremento na rede na atenção, com a construção de UPAs [unidades de pronto atendimento], UBSs [unidades básicas de saúde] e hospitais acoplados em Ceilândia e Samambaia, que ficaram como legado. Também ampliamos a força de trabalho com muitas contratações em diversas categorias. Mas faz-se necessária a mudança nos processos de trabalho, exercitar na sua plenitude os acordos de gestão regional e local em todas as regiões de saúde e unidades de referência distrital. Conhecemos as necessidades da população do DF, e as pactuações e metas vêm ao encontro dos maiores desafios encontrados, na melhoria da prestação dos serviços de saúde. Precisamos focar logística, abastecimento, sistemas de informação e vocacionar os hospitais para economia de escala, aumentando a produtividade – aumento da cobertura da Estratégia Saúde da Família e cobertura vacinal. [Olho texto=” “A rede pública também não parou. Estamos reabrindo salas de cirurgias, reativando leitos, e também adquirimos mais 32 perfuradores e arcos cirúrgicos para dar mais celeridade às cirurgias ortopédicas”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O que pode ser feito para melhorar a gestão do serviço de saúde no DF? A motivação e valorização do servidor é, sem dúvida, pilar fundamental para melhoria da saúde no DF. Acredito que, com a melhoria dos sistemas de informação, daremos um salto do ponto de vista de gestão. Hoje, temos vários sistemas na Secretaria de Saúde. São sistemas que não se comunicam. Começamos o processo de modernização do nosso parque computacional agora, com a aquisição de 7,5 mil computadores. É um pedido do nosso governador, a interoperabilidade. Precisamos que o médico no hospital conheça todo o histórico do paciente na rede pública, toda a medicação que ele já usou, seja porque buscou nas nossas farmácias, seja como ele foi acompanhado no prontuário da UBS. Isso vai melhorar a oferta dos serviços, facilitará o trabalho do servidor. O estudo técnico preliminar já está em andamento, bem como as demais etapas exigidas pela legislação até o lançamento do edital de licitação para contratação desse sistema. Não é um plus, é uma necessidade. Quero esse edital na rua até o primeiro semestre de 2023. Estamos trabalhando diuturnamente neste projeto. Um dos grandes gargalos são as cirurgias eletivas. Como enfrentar essa fila de pacientes sem comprometer o atendimento emergencial na porta dos hospitais? O DF tem uma demanda reprimida de cerca de 27 mil pacientes aguardando cirurgias eletivas de todas as especialidades. Esse represamento deveu-se principalmente à pandemia. Para resolver, buscamos a complementaridade do SUS pela rede privada para quatro patologias: hérnias inguinais, hérnias umbilicais, histerectomias [retirada do útero] e vesícula. Por que essas cirurgias? Observamos que são as patologias mais comuns, que acabavam por se tornar situações levadas às emergências impactando os PSs [prontos-socorros] dos hospitais. Quando fizemos esse recorte, encontramos em torno de 3,5 mil pacientes esperando por essas quatro especialidades. No entanto, conseguimos um aporte de recurso da Secretaria de Economia para realizar 3.233 procedimentos. Então, elaboramos um edital de chamamento público, que é previsível nos normativos; e, com a aprovação do controle social e sempre acompanhados pelo Ministério Público, conseguimos contratar, por tempo determinado, sete hospitais particulares. Estamos atualizando os pré-operatórios dos doentes já cadastrados na fila do complexo regulador, respeitando o tempo de inserção e a classificação. A rede pública também não parou. Estamos reabrindo salas de cirurgias, reativando leitos, e também adquirimos mais 32 perfuradores e arcos cirúrgicos para dar mais celeridade às cirurgias ortopédicas. Hoje, estamos conseguindo realizar em torno de mil cirurgias por mês, e seguimos em busca pelo incremento desses números. Uma grande reclamação dentro da saúde pública é burocracia. Como enfrentar isso? O enfrentamento da burocracia é fundamental, e hoje, na gestão pública, há formas de enfrentamento, como revisão de processos de trabalho, capacitação continuada e permanente motivação e autonomia à equipe. São ações que abordamos e valorizamos em todos os momentos, com gestão participativa e focada no coletivo. [Olho texto=”“São 7 milhões de pessoas (3,1 milhões no DF e 4 milhões no Entorno) que estão sob os nossos cuidados”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A senhora, nesses quatro mês de gestão, já consegue citar avanços? Podemos listar vários avanços nesse curto intervalo em que estamos à frente da pasta: assinatura do contrato das cirurgias cardíacas em adultos e crianças no ICTDF [Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal]; celebração do contrato de complementaridade nas cirurgias eletivas com a rede privada; assinatura do contrato regular de manutenção predial nos equipamentos públicos da saúde, sendo que o último foi assinado em 2011; grupo de trabalho para dar celeridade nos processos judiciais com três procuradores dentro da SES com apoio da Procuradoria-Geral do DF e grupo de trabalho na Subsecretaria de Infraestrutura com a construção de matriz de acompanhamento em todos os processos, melhorando a infraestrutura para a assistência. Outro tema constante na saúde do DF é o acolhimento dos pacientes do Entorno. A senhora esteve com o secretário de saúde de Goiás; qual entendimento tiveram? Estamos em construção de um termo de cooperação. Já tivemos a primeira reunião com o secretário de Saúde de Goiás, o Ministério Público dos dois estados e a Defensoria Pública de Goiás. A gente tem consciência de que precisamos andar juntos e focados na saúde desse cidadão, que muitas vezes reside em Goiás e trabalha no Distrito Federal. São 7 milhões de pessoas [3,1 milhões no DF e 4 milhões no Entorno] que estão sob os nossos cuidados. A demanda do DF fica bastante tensionada, principalmente nas portas de emergência, no diagnóstico e nas cirurgias eletivas. O estado de Goiás reconhece isso, e por isso nós precisamos primeiramente orientar o usuário para estar na porta certa. Nosso dever de casa foi criar os grupos temáticos e iniciar o debate. Vamos ter um segundo encontro no mês de novembro. Depois, vamos para a construção do termo de cooperação, que foi uma proposição do Ministério Público do DF e que nós recebemos com muita alegria. Foi o olhar do controle externo vendo a necessidade desse alinhamento nas relações na saúde de Goiás e do DF.
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Hospital de Base completa 62 anos como referência em atendimento ao público
Brasília, 16 de setembro de 2022 – Maior unidade de atendimento à saúde pública do Distrito Federal, o Hospital de Base (HBDF) completou 62 anos de existência na última segunda-feira (12). Com 54 mil m² de área construída, é referência na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de alta complexidade, em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia. [Olho texto=”Até julho deste ano, o número total de procedimentos de média e alta complexidade no Hospital de Base supera a marca de 530 mil. Foram 134.418 exames, 277.136 consultas, 107.415 atendimentos na emergência, 9.260 internações, 2.637 cirurgias e 45 transplantes de córnea e rim” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] São 634 leitos, divididos nos setores pronto-socorro, internação, unidade de terapia intensiva (UTI), assistência multidisciplinar, serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, psiquiatria e ambulatório. Com administração do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF), o atendimento é prestado por uma equipe de quatro mil colaboradores e uma rede de voluntários. “É o maior hospital do Centro-Oeste, um dos maiores do Brasil. Aqui, temos especialidades que são muito caras e raras dentro da saúde nacional. Por isso que, além dos pacientes do Centro-Oeste, atendemos muitas pessoas do Norte e Nordeste do país”, explica o diretor de Atenção à Saúde do Iges-DF, Nestor Francisco Miranda Júnior. O Hospital de Base é referência na rede do SUS para atendimento de alta complexidade, em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília Em 2021, foram feitos 1,2 milhão de procedimentos de média e alta complexidade, sendo 731.606 exames de imagem e laboratoriais, 246 mil consultas, 88.668 atendimentos de urgência, 19 mil internações, 8.453 cirurgias e 111 transplantes de córnea e rim. Até julho deste ano, conforme informações do portal InfoSaúde, o número total de intervenções supera a marca de 530 mil. Foram 134.418 exames, 277.136 consultas, 107.415 atendimentos na emergência, 9.260 internações, 2.637 cirurgias e 45 transplantes de córnea e rim. Planejamento de contingência Além da atuação diária, neste ano, o HBDF foi preparado para receber grandes contingentes de pacientes no feriado da Independência, 7 de setembro, com o Plano de Ação para Atendimento a Eventos de Massa e Acidentes de Múltiplas Vítimas, desenhado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Foram definidas normas de organização de equipes de profissionais, soluções logísticas, procedimentos e fluxos de atendimento especiais, entre outros pontos, com o objetivo de manter a eficiência do trabalho executado pela unidade. “Estávamos preparados para atender caso houvesse um desastre com múltiplas vítimas, sem prejudicar a missão do Hospital de Base, que é alta complexidade na área clínica”, afirma a gerente da Emergência do HBDF, Marenice Cabral Moraes. Mais de 600 colaboradores foram mobilizados para a execução do planejamento de contingência. A ação deve ser replicada em outras datas, como, por exemplo, na votação eleitoral para primeiro e segundo turnos, nos dias 2 e 30 de outubro, respectivamente. “Conseguimos organizar o hospital para que ele pudesse, com tranquilidade, atender a qualquer tipo de acidente que ocorresse no Distrito Federal e Centro-Oeste, sem prejudicar outros atendimentos e sem piorar a situação”, completa o diretor do Iges-DF. Carinho que vem de berço Projetada pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, a unidade foi inaugurada em 12 de setembro de 1960, data de aniversário do então presidente Juscelino Kubitschek e cinco meses após a fundação de Brasília. Em tantos anos de existência, o Hospital de Base garantiu a saúde de milhões de pessoas e conquistou o coração de milhares de médicos e enfermeiros. Marenice Cabral diz: “Sou emergencista de coração. Só saio no dia que me mandarem embora. É o maior hospital de referência do país” Uma dessas pessoas é a gerente da Emergência, Marenice Cabral Moraes, que nutre um sentimento que ultrapassa os limites profissionais. Nascida em uma sala de cirurgia do HBDF, ela cresceu pelos corredores da unidade e se apaixonou pela medicina logo cedo. Os pais dela, o neurocirurgião Ailton e a patologista Waldete, foram residentes no hospital em 1962 e trabalharam lá até a aposentadoria compulsória, em 2018. “Foi a continuidade de um sonho. Eles foram médicos desde o começo aqui no Base, foram residentes e trabalharam a vida inteira aqui”, relata Marenice, que pretende seguir o mesmo caminho. Hoje, ela soma mais de 30 anos de carreira, sendo mais de duas décadas no HBDF. “Sou emergencista de coração. Só saio no dia que me mandarem embora. É o maior hospital de referência do país”, frisa.
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Sábado terá vacinação para toda a família e também para cães e gatos
Brasília, 2 de setembro de 2022 – Temperaturas de até 30º C, sem previsão de chuva e com possibilidade de passeios por todo o Distrito Federal. O sábado (3) promete várias programações para famílias brasilienses, e com uma vantagem: em todos os cantos do “quadradinho”, vai ser possível fazer uma parada rápida para garantir a proteção de todos, dos avós aos bebês. Das 9h às 17h, sete unidades de saúde vão estar abertas para vacinação. Unidades de saúde vão oferecer imunizantes para proteção contra covid-19, influenza e febre amarela, por exemplo | Foto: Tony Winston/Agência Saúde E não é só covid. Para quem for utilizar o metrô, por exemplo, uma dica é descer na estação Ceilândia. A menos de 400 metros dali, uma Unidade Básica de Saúde (UBS) estará com suas equipes prontas para aplicar todos os imunizantes do calendário básico de vacinação. Tem febre amarela, tétano, pólio, HPV, hepatite, varicela… e, claro, covid-19, tanto para crianças quanto para adolescentes, adultos e idosos. E todo mundo, a partir dos seis meses, também pode aproveitar para receber uma das doses remanescentes da campanha de vacinação contra a influenza. [Olho texto=”Uma das novidades de 2022 é que agora é possível receber mais de um imunizante no mesmo dia. Por exemplo: se uma pessoa estiver com a dose de reforço contra a covid atrasada, pode aproveitar e se imunizar também contra a influenza” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Haverá ainda locais de vacinação na Asa Sul, Gama, Taguatinga, Recanto das Emas, Itapoã e no Núcleo Rural Vale do Palha, ali no Lago Norte. Todos vão estar abertos das 9h às 17h. Para se vacinar, basta levar documento de identidade e CPF. Quem não tiver cartão de vacina ou tiver perdido o seu tem também a chance de receber outro, na hora. Uma das novidades de 2022 é que agora é possível receber mais de um imunizante no mesmo dia. Por exemplo: se uma pessoa estiver com a dose de reforço contra a covid atrasada, pode aproveitar e se imunizar também contra a influenza. Se tiver mais vacinas em atraso, mais imunidade num dia só – tudo dependendo da análise da equipe de saúde. Além disso, oito veículos da Secretaria de Saúde estão prontos para neste sábado serem conhecidos por um mesmo nome: Carro da Vacina. Com imunizantes contra covid, pólio e influenza a bordo, eles devem percorrer núcleos rurais e áreas de periferia em uma busca ativa pela população. Todos os detalhes sobre os pontos de vacinação estão disponíveis neste link. Cães e gatos Campanha antirrábica de 2022 já imunizou mais de 209 mil cães e gatos no DF | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Famílias com “filhos de quatro patas” também podem fazer uma programação especial no sábado para cuidar da saúde. Opção é que não falta: vão ser 41 pontos com imunizantes para cães e gatos, em Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Noroeste, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Taguatinga e Vila Telebrasília. A campanha antirrábica de 2022 avança para se tornar recordista na história do DF. Iniciada em 6 de julho, há 69 dias, já imunizou mais de 209 mil cães e gatos. Em 2012, foram 222 mil. Só que neste ano a campanha vai até 6 de outubro, sempre com reforço no número de locais de vacinação aos sábados. Confira aqui a lista completa dos locais de vacinação antirrábica. *Com informações da Secretaria de Saúde.
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Monkeypox: mitos e verdades no enfrentamento ao vírus da varíola
Brasília, 15 de agosto de 2022 – A monkeypox é uma infecção sexualmente transmissível (IST)? Errado. O vírus que fez com o que o Ministério da Saúde determinasse nível máximo de alerta emergencial é transmitido pela saliva, pelo contato com as feridas causadas pela doença ou pelo compartilhamento de objetos, como roupas de cama ou toalhas. A monkeypox tem como grupo de risco homens adultos? Errado. Tanto no Brasil quanto em outros países do mundo, há registros também de mulheres e crianças com a varíola e não há grupos populacionais mais ou menos propensos a se contaminar pelo vírus. Material coletado de pessoas suspeitas de infecção é encaminhado para análise no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), em Brasília | Foto: Tony Oliveira / Agência Brasília Mitos e verdades sobre a doença têm confundido a população quanto às formas de contágio, tratamento e prevenções. Com o objetivo de concentrar esforços no enfrentamento ao vírus que, em 12 de agosto, já chegava a 106 casos em Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, criou o Comitê Operacional de Emergência Monkeypox. O grupo tem estabelecido um plano de ação com atendimento em todos os níveis de atenção, desde a primária, nas unidades básicas de saúde (UBSs) e até nas unidades de pronto atendimento (UPAs), ou em casos de internação, nos três hospitais referências para esse tipo de tratamento: Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e Hospital de Base. Pessoas com suspeita de infecção devem procurar atendimento com as lesões cobertas, se for o caso, e usando máscara. Elas são encaminhadas para exame e o material de coleta, enviado para análise no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), aqui mesmo em Brasília. O GDF comprou insumos e sondas para que as análises não precisassem mais ir para o Rio de Janeiro. O tempo médio para o resultado é de até 48 horas após a entrada do material para análise. “Isso facilita o manejo clínico, dá mais agilidade no diagnóstico e no controle da doença”, explica o diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Fabiano Martins. De acordo com ele, não há chance de falso positivo. “Se o resultado deu positivo, não tem possibilidade de estar errado.” Arte: Agência Brasília Nada a ver com macacos A Fiocruz recomenda o uso do termo monkeypox para diminuir o estigma que pode causar e a associação com o contágio por contato com macacos. Primatologistas se referem à doença como nova varíola, para deixar claro que nada tem a ver com animais. Embora a contaminação seja pelo contato físico, por meio de objetos contaminados ou por meio de gotículas da saliva, a monkeypox tem um curso de evolução clínica considerado benigno. Isso significa que o potencial de transmissão e, consequentemente, de letalidade, é menor do que o da covid-19. [Olho texto=”“Os sintomas variam em cada organismo”” assinatura=”Fábio Martins, médico infectologista” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Gestantes, menores de 8 anos de idade e imunocomprometidos – transplantados, soropositivos e portadores de doenças autoimunes como lúpus – devem ter cuidado com a contaminação. Fazer autoanálise do corpo para ver se existe alguma lesão é um dos cuidados importantes para o diagnóstico precoce da doença. Febre, dor de cabeça, fraqueza generalizada e o surgimento de lesões pelo corpo a partir do quarto ou quinto dia de contágio e ínguas no pescoço são alguns dos sintomas. O tratamento é sintomático, variando de acordo com o que cada paciente estiver sentindo, e o número de lesões pode ir de apenas uma a 300, começando pela face. “Os sintomas variam em cada organismo”, garante o médico infectologista Fábio Martins. De acordo com a literatura médica, o período de isolamento para que o paciente não infecte ninguém é de no mínimo 16 dias e no máximo 24, segundo cada tratamento.
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Olha o Zé Gotinha chegando, criançada!
Brasília, 7 de agosto de 2022 – A partir desta segunda-feira (8) tem início no Distrito Federal a campanha nacional de vacinação contra a poliomielite para crianças de 1 ano a 5 anos incompletos. Simultaneamente, ocorre a multivacinação para atualização do calendário vacinal de crianças e adolescentes até 15 anos. A iniciativa segue até 9 de setembro nas unidades básicas de saúde (UBSs) e tem o 20 de agosto (sábado) como o Dia D de mobilização nacional. As campanhas têm como objetivo aumentar a cobertura vacinal da faixa etária que está em processo de queda nos últimos anos. No caso da poliomielite, doença infectocontagiosa aguda causada por vírus que pode provocar paralisias irreversíveis, desde 2017, o DF não atingiu a meta de imunizar 95% da população vacinável. O público-alvo para a vacinação contra poliomielite é estimado em 199,6 mil crianças. Já no caso da multivacinação, que engloba crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade, não vacinados ou com esquemas vacinais incompletos, está em torno de 395,9 mil pessoas. O público-alvo para a vacinação contra poliomielite é estimado em 199,6 mil crianças | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Saúde Segundo relatório da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) de 2022, o Brasil é um dos países que apresenta maior risco de reintrodução da doença, que tem como única forma de prevenção a vacina. “Nossa meta de vacinação vem caindo a cada ano. Essa última cobertura, que relatamos 72,7% em 2021, teve um maior reflexo da pandemia”, destaca a enfermeira da área técnica de imunização da Secretaria de Saúde, Ligiane Seles. “Por isso, essa estratégia de vacinação tem que ser enfatizada para buscar uma melhor cobertura e não deixar perder oportunidades vacinais”, completa. A vacina contra a paralisia infantil é administrada em dois formatos. A vacina inativada poliomielite (VIP) é um imunizante trivalente injetável em três doses, aplicadas em bebês de 2 meses (1ª dose), 4 meses (2ª dose) e 6 meses (3ª dose). Conhecida popularmente como “gotinha”, a vacina oral poliomielite (VOP) é considerada um reforço do esquema primário em duas doses para crianças a partir de 15 meses (1ª dose) e a partir de 4 anos (2ª dose). Atualização vacinal A multivacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos busca atualizar as cadernetas vacinais conforme o calendário previsto no Programa Nacional de Imunizações (PNI) para minimizar a ocorrência das doenças imunopreveníveis. “Todas as crianças terão a oportunidade de atualização da carteira, com as vacinas que estão dentro do calendário, como febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), pneumocócica e rotavírus”, explica Ligiane. A análise será feita nas UBSs, que poderão utilizar o intervalo entre as vacinas de 30 a 60 dias. Durante a vacinação da covid-19 nos postos de saúde, as equipes também vão observar a caderneta. “É bom lembrar que hoje a gente não precisa de intervalo entre a vacina da covid e as outras vacinas do calendário”, complementa a enfermeira.
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Com umidade em baixa, se hidratar é fundamental para manter a saúde
O período de seca chegou ao Distrito Federal. Já são mais de 6o dias sem chuvas, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Na semana passada, a umidade variou de 25% a 30%, o que é alerta amarelo para a região. Este cenário chama a atenção para cuidados que se deve ter para hidratar o corpo. Falta de hidratação pode causar sintomas como tontura, mal-estar, raciocínio lento, irritabilidade, garganta seca e até fome | Fotos: Tony Winston/Agência Saúde DF “Cerca de 10% das pessoas que procuram atendimento com queixa de cansaço simplesmente bebem pouca água”, explica a referência técnica distrital (RTD) de medicina da família Camila Monteiro Damasceno. Ela explica que uma pessoa, em geral, deve beber diariamente cerca de 30 mililitros para cada quilo da massa do indivíduo. Ou seja, para quem pesa 60 kg, o mínimo de água a consumir é cerca de 1,8 litro. [Olho texto=”“Nossos centros de sede e de fome no cérebro são um pouco confusos. Então, às vezes a pessoa está com sede e fica querendo beliscar algo toda hora, sentindo ‘fome’ quando na verdade o que ela está sentindo é sede”” assinatura=”Camila Monteiro Damasceno, referência técnica distrital (RTD) de medicina da família” esquerda_direita_centro=”direita”] Falta de hidratação pode causar tontura, mal-estar, raciocínio lento, dificuldade de concentração, irritabilidade, garganta seca ou arranhando e inclusive fome. “Porque os nossos centros de sede e de fome no cérebro são um pouco confusos. Então, às vezes a pessoa está com sede e fica querendo beliscar algo toda hora, sentindo ‘fome’ quando na verdade o que ela está sentindo é sede”, explica Camila. Segundo a médica, para perceber se o nível de água está dentro do estipulado, a principal forma de fazer o controle é pela cor da urina. O ideal é que a urina seja sempre amarela clara. Damasceno explica que a secreção muito escura, com cheiro forte e eliminada poucas vezes ao longo do dia é um sinal de desidratação. Crianças e idosos O cuidado deve ser redobrado para o caso de crianças e idosos. Damasceno destaca que é preciso evitar trocar água por bebidas açucaradas para o público infantil. “No entanto, quem a gente mais atende nas unidades básicas de saúde com queixa de sintomas de desidratação e relacionado à secura são os idosos”, afirma a médica Camila Damasceno. [Olho texto=”Para não esquecer de beber água, as médicas recomendam truques como ter sempre em mãos uma garrafinha d’água ou tomar um copo de água sempre após ir ao banheiro” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A referência técnica distrital colaboradora em geriatria Juliana Bento da Cunha explica que os idosos tendem a sentir menos sede com o passar dos anos e, assim, são mais propensos à desidratação. “Um sinal do consumo insuficiente de líquidos é a urina mais concentrada (de coloração mais escura), boca seca, constipação, tontura, dor de cabeça, câimbras, fraqueza, prostração, batimentos cardíacos acelerados, sonolência e, em alguns casos, confusão mental”, enumera. Ela também orienta evitar atividade física externa nas horas mais quentes do dia ou em horários com baixa umidade, usar roupas leves e, manter os cuidados com a pele, os olhos e o nariz. Também não são aconselhados banhos quentes demorados. “É bom usar hidratantes para pele e lábios, colírios lubrificantes e soro fisiológico para lavagem nasal várias vezes ao dia”, completa. Frutas são ricas em vitaminas, minerais, compostos bioativos e fibras, que colaboram com o adequado funcionamento do corpo | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF Dicas para beber mais água Para reforçar a bebida de água, as médicas recomendam alguns truques. Um deles é ter sempre em mãos uma garrafinha d’água. Outra estratégia pode ser toda vez, após ir ao banheiro, tomar um copo com o líquido. “Isso ajuda a lembrar”, explica a médica da família Camila Damasceno. Outra dica para quem não tem o costume de beber água ou não gosta pode ser o consumo de água com gás, saborizada (com rodelas de limão ou laranja, hortelã e alecrim). É importante ressaltar que nenhuma bebida substitui a água, mas outras podem complementar, por exemplo: água de coco, suco de fruta com pouco açúcar (como de limão e maracujá) e até a água de chá sem açúcar. [Olho texto=”“As frutas são ótimas opções para os lanches. Além disso, possuem um percentual importante de água, que não substitui a ingestão do líquido, mas podem contribuir para uma hidratação adequada”” assinatura=”Carolina Gama, nutricionista e gerente de Serviços de Nutrição” esquerda_direita_centro=”direita”] Alimentação A nutricionista e gerente de Serviços de Nutrição, Carolina Gama, acrescenta que alimentos como frutas, legumes e verduras também possuem alto percentual de água na composição e devem fazer parte das refeições principais e lanches. “As frutas são ótimas opções para os lanches. Além disso, possuem um percentual importante de água, que não substitui a ingestão do líquido, mas podem contribuir para uma hidratação adequada”, explica. As frutas também são ricas em vitaminas, minerais, compostos bioativos e fibras, que colaboram com o adequado funcionamento do corpo. A gerente sugere, ainda, que sejam oferecidas para as crianças de maneira atrativa, como os espetinhos de frutas ou picolé do alimento in natura, como melancia. “Também é possível consumir as frutas com iogurtes naturais, leite, castanhas e aveia”, completa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Primeira noite de testagem e vacinação tem 2,5 mil atendimentos
Aos 58 anos, o servidor público Vilamar Tadeu já poderia ter tomado até o segundo reforço da vacina contra covid-19, mas não havia voltado a uma unidade de saúde nem para o reforço inicial. O atraso no cartão de vacinação, no entanto, foi zerado nesta quarta-feira (22). “Eu vim trazer a minha filha para testar e aproveitei para me vacinar”, contou. [Olho texto=”“O atendimento à noite ajudou muito, porque de dia é muito corrido”” assinatura=”Andressa Inaiazy, estudante” esquerda_direita_centro=”direita”] A estratégia de levar promover vacinação e testagem em 14 unidades básicas de saúde (UBSs) da rede pública do Distrito Federal atendeu 2.546 pessoas na primeira noite. As unidades ficaram abertas das 19h às 22h, com espaços separados para atender aos dois grupos de cidadãos, sem riscos de contaminação. Unidades de saúde receberam reforço para contemplar quem quer fazer teste e quem vai se imunizar | Fotos: Tony Winston/Agência Saúde DF “Eu estava querendo fazer o teste, mas não queria ir a um hospital. Quando vi a reportagem, vim direto para cá”, contou Giovana Medeiros, 17 anos. A estudante elogiou o atendimento da UBS 5, localizada na Avenida Samdu Sul, que não registrou fila de espera ao longo da noite. [Olho texto=”Todas as pessoas com mais de 12 anos podem procurar as unidades para a vacinação, seja para primeira dose, segunda dose ou reforços” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O mesmo cenário de tranquilidade foi visto na UBS 1 de Águas Claras. “O atendimento à noite ajudou muito, porque de dia é muito corrido”, afirmou a estudante Andressa Inaiazy. Com uma rotina de aulas, estágio e cuidados com o filho de um ano, ela aproveitou o funcionamento noturno da unidade de saúde para receber seu reforço da vacina contra a covid-19. Todas as pessoas com mais de 12 anos podem procurar as unidades para a vacinação – primeira dose, segunda dose ou reforços. Quem está com sintomas é encaminhado para a testagem, mas não é possível receber imunizantes até estar bem de saúde, mesmo com o exame de covid-19 negativado. Atendimento noturno Vilamar Tadeu estava com a dose de reforço atrasada e se vacinou no ponto noturno localizado em Taguatinga Dos 2.864 atendimentos prestados na primeira noite, 642 foram de testes de covid-19 e 1.904 de vacinação. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, afirmou que trabalha para reforçar as equipes com o objetivo de ampliar as estratégias de atendimento. “Queremos facilitar o acesso para ampliar a cobertura vacinal. E a testagem é fundamental para conseguirmos reduzir o avanço da doença”, detalhou. O atendimento de dia prossegue com mais de 70 unidades de imunização, incluindo locais específicos para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos. Já a testagem pode ser feita em qualquer UBS ou no ponto montado na Rodoviária do Plano Piloto. Confira aqui a lista completa dos locais de vacinação. Localize aqui a UBS mais próxima da sua residência. Unidades com testagem e vacinação noturna ? UBS 1 Asa Sul Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: SGAS 612 Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 2 Asa Norte Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: EQN 114/115 Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 1 Guará Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: QI 06 Área Especial – Lote A Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac e Janssen ? UBS 1 Paranoá Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: Quadra 21 Conjunto 15 Área Especial Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 1 São Sebastião Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: Centro de Múltiplas Atividades Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 3 Ceilândia Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: QNM 15 Lote D Área Especial 15 Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 5 Ceilândia Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: QNM 16 Lote F Área Especial 16 Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 7 Ceilândia Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: QNO 10 Área Especial 10 Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 12 Ceilândia Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: EQNQ 03/04 Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 1 Águas Claras (Areal) Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: QS 5 Lote 24, Av. Areal Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 5 Taguatinga Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: Setor D Sul Área Especial 23 Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 1 Vicente Pires Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: Rua 4C Chácara 12 – Colônia Agrícola Samambaia Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 3 Gama Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: Entrequadra – 3/5 Setor Leste Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech ? UBS 1 Santa Maria Horário de vacinação e testagem: das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira (dias úteis) Endereço: QR 207/307 Conjunto T Vacinas disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer-BioNTech *Com informações da Secretaria de Saúde
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Conheça quais os pontos de vacinação mais e menos procurados do DF
A Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul (Quadra 612 Sul) é uma verdadeira referência na vacinação contra a covid-19. É um dos locais recordistas nos números de doses aplicadas, facilmente superando a marca de mil atendimentos diários, que acontecem das 8h às 17h para pedestres e das 18h às 22h no posto drive-thru. Mas quem estiver por aquela região tem mais opções. Por exemplo: em menos de 15 minutos de carro é possível estar na UBS 3 da Vila Planalto, unidade próxima à região central da cidade. Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul é uma das recordistas nos números de doses aplicadas: supera a marca de mil atendimentos diários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Apesar de também oferecer imunizantes AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer para primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço, a unidade da Vila Planalto não chega a números semelhantes de atendimento. A enfermeira Evelyn Heinzen, gerente da unidade básica de saúde, conta que a média diária fica em torno de 200 a 250 doses aplicadas, atingindo picos de 800 apenas quando há abertura de novas faixas etárias. Quem conhece, até prefere ir até o local. “É a unidade mais próxima da Esplanada dos Ministérios. Praticamente todos os servidores do Ministério da Saúde se vacinam aqui”, conta. A UBS 3 fica na Rua Piauí, no Acampamento Pacheco. Situação semelhante é vista do outro lado do Distrito Federal. Enquanto a UBS 5 de Taguatinga (Av. Samdu, Setor D Sul, Área Especial 23) já soma mais de 150 mil doses aplicadas desde o início da campanha de imunização, a UBS 8 de Samambaia (QS 314, Conjunto 5) também conta com todas as vacinas para qualquer pessoa acima dos 12 anos, mas é uma das unidades menos procuradas da região. A distância entre as duas pode ser percorrida em menos de dez minutos de carro. A diretora regional de Atenção Primária à Saúde da área, Cleunici Godois, lembra que enquanto a primeira fica em uma via movimentada, a segunda está a uma quadra da Avenida Sul de Samambaia. “Também há outra unidade próxima a UBS 8, e por isso muitas pessoas não a procuram”, avalia. Na 612 Sul a vacinação funciona no posto drive-thru das 18h às 22h | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde DF A questão do acesso também é ressaltada pela diretora regional de Atenção Primária à Saúde da região Sul, Regiane Martins. Ela explica que as UBS 3, 5 e 6 do Gama, além das unidades 1 e 2 de Santa Maria são as mais procuradas da área por conta do fácil acesso ao transporte público, inclusive de moradores do entorno do Distrito Federal. “A gente orienta que a população procure as unidades de referência próximas às suas residências”, ressalta Regiane. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Quem depende do transporte público para se vacinar contra a covid-19 conta com o posto instalado na Rodoviária do Plano Piloto, que de segunda a sexta-feira, das 7h às 20h, vacina adultos com primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço. Outra opção é a UBS 2 de Ceilândia (QNN 15 Lote F), com vacinação para crianças e adultos. A unidade fica a poucos metros da estação de metrô Ceilândia. A diretora Regional de Atenção Primária à Saúde da região Central, Charmene Menezes, lembra também sobre a importância de haver unidades de referência amplamente conhecidas pela população. “A UBS 1 da Asa Sul é referência há muito tempo. A gente mantém um local que a população se acostume”, conta. Localizada ao lado da avenida L2 Sul, a unidade é acessível por meio de linhas de ônibus que passam na localidade. UBS 3 da Vila Planalto é a mais próxima da Esplanada dos Ministérios | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde DF Nas regiões rurais do Distrito Federal, a estratégia é levar o atendimento em dias específicos da semana. Quem mora no Núcleo Rural Pipiripau II, em Planaltina, por exemplo, não precisa se deslocar para se proteger contra a covid-19. Todas as segundas-feiras, das 8h às 12h, a unidade básica de saúde instalada ali faz a vacinação de adultos e de crianças. Outro exemplo é o atendimento, todas as terças e quintas, no Setor Habitacional Água Quente, já próximo a Santo Antônio do Descoberto (GO), no limite Oeste do Distrito Federal. A Secretaria de Saúde também adota outras estratégias para ampliar a cobertura vacinal no DF, como ações de vacinação em escolas e o Carro da Vacina. Unidades mais procuradas UBS 1 Asa Sul UBS 5 Taguatinga UBS 1 Santa Maria UBS 3 Gama Unidades para fugir das filas UBS 8 Samambaia UBS 3 Vila Planalto USB 4 Gama Ponto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto Drive-thru da 612 Sul Confira a lista completa dos locais de vacinação no Distrito Federal, com o endereço de cada unidade. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Crianças que ficaram órfãs na pandemia terão apoio psicossocial
Uma nova lei prevê diretrizes para a implantação de programa de proteção social e atenção psicológica às crianças e adolescentes em situação de orfandade bilateral ou de famílias monoparentais em decorrência da covid-19. [Olho texto=”“A Gerência de Serviços de Psicologia, subordinada à Diretoria de Saúde Mental, entende como relevante a nova lei por trazer mais um amparo à vulnerabilidade da infância e adolescência”” assinatura=”Mirna Dutra, gerente de Serviços de Psicologia da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] O texto, de autoria dos deputados distritais Eduardo Pedrosa e Arlete Sampaio, prioriza aqueles em situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social. A Lei nº 7.143, de 20 de maio de 2022, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na segunda-feira (30), data em que entrou em vigor. “A Gerência de Serviços de Psicologia, subordinada à Diretoria de Saúde Mental, entende como relevante a nova lei por trazer mais um amparo à vulnerabilidade da infância e adolescência. Destacamos que a rede de atenção à saúde estrutura-se de forma a dar assistência a crianças e adolescentes conforme sua demanda, considerando desenvolvimento, agravos e territorialidade”, explica a gerente de Serviços de Psicologia da Secretaria de Saúde, Mirna Dutra. Entre as diretrizes previstas pela nova lei, no âmbito da saúde, está a garantia de atenção psicossocial, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), de crianças e adolescentes, bem como de suas famílias substitutas, quando for o caso; garantia de atenção multiprofissional, visando ao desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes órfãos; prestação de informações aos familiares a respeito dos serviços públicos de saúde mental disponíveis para acompanhamento psicológico de crianças e adolescentes, estendida aos familiares. A lei prevê, além disso, o incentivo a ações que integrem o atendimento e apoio à saúde mental e à assistência social, fomentando o acolhimento de crianças e adolescentes que se tornaram órfãos por seus familiares ou por pessoas com as quais tenham vínculo afetivo. Mirna destaca que a porta de entrada nos serviços de saúde mental para toda criança e adolescente, bem como para toda população, é a Atenção Primária à Saúde. Ela ressalta que é de suma importância que esse fluxo seja respeitado, pois trata-se da lógica do cuidado estabelecida pelo modelo de atenção à saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A Atenção Primária à Saúde é a coordenadora e integradora do cuidado em cada região de saúde, sendo assim, capaz de atender a maior parte das demandas da população, evitando acesso de demandas não urgentes a serviços especializados e permitindo que estes atendam casos mais graves e complexos oportunamente”, informa. Ao serem detectadas demandas mais específicas que exijam uma abordagem psicossocial especializada, o fluxo para estes serviços de saúde mental que possuem psicólogos em suas equipes multiprofissionais estão estabelecidos pelas notas técnicas: sobre o fluxo de encaminhamento de estudantes da rede pública de ensino do DF com demandas de saúde mental e/ou dificuldades no desenvolvimento e aprendizagem; e sobre os critérios para encaminhamento de crianças e adolescentes para os serviços de saúde mental infantojuvenil da Atenção Secundária. “Faz parte do processo de trabalho das equipes multiprofissionais de saúde mental a articulação em rede, inclusive, intersetorial, bem como o compartilhamento do cuidado com os usuários da Atenção Primária à Saúde. Entendemos que as demandas de saúde mental advindas da infância e da adolescência estão contempladas nestes espaços de saúde ofertados pelo SUS”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Sintomas de dengue? Procure uma unidade básica de saúde
Febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas no corpo, dor nas articulações, mal-estar, dor nos olhos e falta de apetite são sintomas que podem indicar a contaminação por dengue e devem ser comunicados à unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. Consulte aqui. Unidades de saúde são o primeiro lugar a procurar para esclarecer dúvidas sobre os sintomas da dengue, que se assemelham aos da covid-19 | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde “Clinicamente, a gente é capaz de formular a hipótese diagnóstica de dengue e, com um exame simples de hemograma, conseguimos acompanhar esse paciente, intervir e ajudar no bom desfecho”, explica o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Oronides Urbano Filho. Segundo o médico, o diagnóstico pode ser feito tanto por exame quanto por análise clínica. O mais importante, indica ele, é iniciar o tratamento imediatamente, em geral com a reidratação. [Olho texto=”“A dengue tem um agente intermediário, que é o mosquito; o caso da covid, não: você é o transmissor”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O critério do diagnóstico clínico também é apresentado no Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES), divulgado semanalmente. O documento trabalha com o número de casos considerados prováveis, isto é, pessoas que apresentam sintomas de dengue e que morem ou tenham viajado nos 14 dias anteriores para áreas com ocorrência da doença ou presença do mosquito Aedes aegypti. Os exames ajudam a ampliar a vigilância epidemiológica e tirar dúvidas em determinados casos de pacientes, mas não impedem a notificação do caso nem o tratamento. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, lembra que, diferentemente da covid-19 – situação em que a pessoa precisa ser isolada para impedir a disseminação da doença –, a dengue não é transmitida diretamente. “O principal fator é que a dengue tem um agente intermediário, que é o mosquito; o caso da covid, não: você é o transmissor”, alerta o gestor. Como a dengue e a covid-19 apresentam sintomas semelhantes, é sempre aconselhável procurar uma unidade básica de saúde em caso de suspeita. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Todas as UBSs ganham espaços exclusivos para pacientes com dengue
Todas as unidades básicas de saúde do Distrito Federal estão preparadas para receber pacientes com sintomas de dengue. Em cada uma, foi montado um espaço para acolhimento inicial, seja em salas destinadas para hidratação ou em tendas na área externa. “A gente ainda não chegou ao pico dos casos de dengue. Devemos chegar nos próximos dias e estamos preparados”, afirmou o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro, durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (5). Cerca de 1,5 mil profissionais estão dedicados a combater o Aedes aegypti em ações de fiscalização, educativas e de busca por focos do mosquito no DF | Foto: Tony Winston/Agência Saúde A orientação é que pessoas com sintomas de dengue procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência. As unidades funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Quarenta e duas UBSs funcionam também aos sábados. Os atendimentos em Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais devem ocorrer, prioritariamente, para os casos em que a pessoa apresentar manchas roxas ou alteração da capacidade visual ou do nível de consciência. Dedicação Neste momento, o Distrito Federal conta com cerca de 1,5 mil profissionais dedicados a combater o Aedes aegypti em ações de fiscalização, educativas e de busca por focos do mosquito. “Pedimos a todos que os recebam, que ouçam as suas orientações”, ressaltou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, destacou que 97% dos focos de dengue estão nas residências, portanto, a única forma de eliminar criadouros do mosquito é com a participação ativa da população. “É uma solicitação que a gente faz para conter a questão da dengue”, afirmou o gestor, que também agradeceu a parceria de instituições como Corpo de Bombeiros e o Exército Brasileiro. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Certificado atesta confiabilidade do laboratório do Hospital de Base
[Olho texto=”“Validar e atestar como ótima a realização das análises laboratoriais é importante para que tenhamos a certeza de que estamos prestando o melhor atendimento aos usuários dos serviços de saúde do instituto” – Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente interina do Iges-DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O Laboratório Clínico do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o certificado de proficiência Controllab – Ensaio de Proficiência Clínico, que tem a chancela da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML). A certificação, referente à atuação em 2021, demonstra a confiabilidade do laboratório em relação aos resultados e o ótimo desempenho para executar análises de exames. Farmacêutica bioquímica e chefe do laboratório, Lara Cristina Ferreira Malheiros contabilizou em 2021 a realização de mais de 1,8 milhão de exames. Em 2022, só no primeiro trimestre, já foram realizados 452.240. A equipe do laboratório conta com 91 colaboradores, entre recepcionistas, assistentes administrativos, auxiliares e técnicos de laboratório, analistas microbiologistas, médicos e analistas clínicos (biomédicos e farmacêuticos bioquímicos). O setor realiza exames de bioquímica, hematologia, líquidos corporais, imunologia, hormônios, parasitologia, urinálise e microbiologia, com demandas de média e alta complexidade, para diagnóstico, prognóstico e acompanhamento de pacientes oriundos das especialidades médicas de oncologia, nefrologia, ortopedia, cardiologia e demais especialidades. Em 2021, o Laboratório Clínico do HBDF realizou mais de 1,8 milhão de exames. Em 2022, só no primeiro trimestre, já foram realizados 452.240 | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Melhoria contínua Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente interina do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), gestor do HBDF, ressalta a importância de participar dessa avaliação de rotina, feita por empresa especializada, como uma condição para atestar a qualidade dos serviços prestados no laboratório do Hospital de Base. “Validar e atestar como ótima a realização das análises laboratoriais é importante para que tenhamos a certeza de que estamos prestando o melhor atendimento aos usuários dos serviços de saúde do Iges-DF”, afirma Mariela Souza. [Olho texto=”“Receber, pelo terceiro ano seguido, o certificado da Controllab demonstra que prezamos pela qualidade de nossos serviços” – Isabella Baptista Mariano, analista de qualidade do Laboratório Clínico” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo Lara Cristina, a participação em um programa de proficiência é um elemento fundamental no processo de melhoria contínua dos processos. “Significa uma gestão comprometida com a qualidade, que auxilia na promoção do conhecimento dos processos de análise. A certificação demonstra a confiabilidade do laboratório em relação aos resultados e o ótimo desempenho para executar análises de exames”, disse. A profissional cita que, entre os requisitos da certificação, estão avaliar a eficiência do controle externo e assegurar sua adequação em métodos específicos; avaliar e monitorar o desempenho do laboratório; identificar acertos e conformidades; determinar as características de desempenho de métodos já estabelecidos e/ou novos métodos e tecnologias e prover ações corretivas/preventivas. “Também é importante ressaltar que ter o certificado de proficiência é obrigatório, por exigência de órgãos regulamentadores, como pré-requisito de processos de licitações, para credenciamento junto às principais instituições de pesquisa e também um diferencial frente a outros laboratórios”, ressalta. “Receber, pelo terceiro ano seguido, o certificado da Controllab demonstra que prezamos pela qualidade de nossos serviços”, diz a analista de qualidade do Laboratório Clínico, Isabella Baptista Mariano Hiyane, que faz o acompanhamento dos resultados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Como é feita a avaliação Em cumprimento à RDC/302-2005 Anvisa, o Laboratório Clínico do Hospital de Base possui contrato de ensaio de proficiência com a empresa Controllab. Mensalmente, são enviadas amostras biológicas padrão para realizar o controle de qualidade externo. É necessário obter desempenho ótimo em suas análises clínicas. A participação do laboratório anualmente, contínua e assídua durante os 12 meses, na execução dos ensaios de proficiência laboratoriais, com desempenho avaliado como ótimo, permite à empresa Controllab emitir o Certificado de Proficiência em ensaios laboratoriais. Nesta última avaliação, o HBDF cumpriu satisfatoriamente todas as análises de proficiência clínica nas amostras enviadas mensalmente pela empresa Controllab para a realização dos 112 ensaios (exames). *Com informações do Iges-DF
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Novo fumacê reforça combate à dengue
A Secretaria de Saúde testa, nesta terça-feira (12), um novo sistema de fumacê. O equipamento lança o inseticida mais alto e a maior distância. O teste ocorre das 5h30 às 7h na Estância Mestre D’Armas, em Planaltina. A imprensa será aguardada no local a partir das 6h40. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O diretor de Vigilância Ambiental, Jadir Filho, explica que a atividade faz parte do desenvolvimento do equipamento, que conta com parceria do Ministério da Saúde e da FioCruz. O fumacê utiliza um larvicida biológico, produto inofensivo aos humanos, mas com potencial de eliminar as larvas do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Pauta Teste de novo equipamento de fumacê – Local: Estância Mestre D’Armas – Horário da ação: das 5h30 às 7h – Horário para encontro com a imprensa: a partir das 6h40 – Local do encontro com a imprensa: https://goo.gl/maps/BRJHeJWygLtTi4EZA Contato: diretor de Vigilância Ambiental, Jadir Filho (61) 9 8405 3179
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Tratamentos terapêuticos garantem bem-estar aos servidores da Saúde
Em quase dois anos de pandemia de covid-19, o estresse e a sobrecarga de trabalho fazem parte da rotina dos profissionais de saúde. Na linha de frente, eles não pararam. Pelo contrário, viram a rotina chegar ao extremo. Mas quem está cuidando de quem cuida da saúde da população? Desde junho de 2020, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) mudou o formato das Práticas Integrativas em Saúde (PIS). Antes voltada para a população, agora a política que promove o autocuidado e a saúde de forma multidimensional (física, emocional, mental, social e espiritual) é ofertada para os servidores da pasta. Atualmente são ofertadas 17 atividades terapêuticas em 31 regiões do DF, em unidades básicas de saúde, centros de atenção psicossocial (CAPs), policlínicas e hospitais, também em formato online | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília “Durante a pandemia, iniciamos um processo de monitoramento dos nossos servidores. Percebemos um adoecimento dos nossos profissionais. A cada servidor que se afastava pela covid, nós percebíamos um sofrimento das equipes, o que gerou preocupação”, lembra a diretora da Atenção Primária da Região de Saúde Sul, Regiane Martins. [Olho texto=”Para não interferir no dia a dia de trabalho, as práticas ocorrem em horários alternativos, como no período de almoço e antes ou após o expediente” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A partir daí veio a ideia de aplicar os conhecimentos das PIS para cuidar dos servidores. “Entendemos que as práticas integrativas eram uma boa medida de cuidado desses servidores e começamos a fomentar isso”, completa. Atualmente são ofertadas 17 atividades terapêuticas em 31 regiões do DF, que ocorrem nas unidades básicas de saúde (UBSs), nos centros de atenção psicossocial (Caps), nas policlínicas e nos hospitais e também em formato online. Os atendimentos podem ser feitos em grupo ou de forma individual. Entre as práticas estão hatha yoga (forma de yoga milenar para acalmar a mente), laya yoga (técnica de relaxamento profundo), terapia comunitária integrativa, meditação, técnica de redução de estresse (TRE), automassagem, reiki, tai chi chuan, musicoterapia, auriculoterapia (terapia alternativa com base no pavilhão auditivo da orelha), fitoterapia, acupuntura, homeopatia e antroposofia. Os profissionais são atendidos na mesma unidade em que trabalham ou na mais próxima Atendimento Desde a mudança, o programa registra 1.054 atendimentos a servidores por mês. Número ainda baixo diante do efetivo da Secretaria de Saúde. “Sabemos que pode ser bem mais. Porém, são muitos desafios em função dos esforços necessários ao enfrentamento à covid-19″, comenta o gerente da Gerência de Práticas Integrativas em Saúde, Cristian da Cruz Silva. “Em geral, a equipe que promove o serviço de PIS, na UBS, por exemplo, é a mesma que atende a linha de frente do atendimento à população, mantendo todos os demais serviços da unidade”, acrescenta Cristian. [Olho texto=”Técnica milenar, a auriculoterapia atua na prevenção, promoção e recuperação, estimulando os nervos cranianos que passam pela orelha” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os profissionais costumam ser atendidos na mesma unidade em que trabalham ou na mais próxima. Os atendimentos são feitos pelos próprios servidores que são capacitados pela SES. Para não interferir no dia a dia de trabalho, as práticas ocorrem em horários alternativos, como no período de almoço e antes ou após o expediente. O trabalho já tem tido resultado nas unidades em que é oferecido. “Notamos vários pontos de melhoria no processo de trabalho, na integração da equipe, melhores resultados e desempenhos. A gente avalia também uma queda no absenteísmo”, avalia a diretora Regiane Martins. A intenção é expandir as PIS para 100% das unidades de saúde. Práticas Na UBS 7 de Santa Maria, o tratamento que tem mudado a vida dos servidores é a auriculoterapia. A prática é conduzida pelo gerente da unidade, o enfermeiro Wendel José dos Santos Araújo. Técnica milenar, ela atua na prevenção, promoção e recuperação, estimulando os nervos cranianos que passam pela orelha. “A gente consegue ter resultados fisiológicos e neurológicos imediatos no tratamento de dor e prolongados quando são doenças”, explica Araújo. [Olho texto=”“Se cuido de outra pessoa, preciso, primeiramente, me cuidar, senão vou consumir a minha própria força para ajudar o outro. Essa iniciativa do GDF vem promover momentos de autocuidado extremamente importantes e benéficos”, destaca o farmacêutico bioquímico Pedro Luís Silva Pereira” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O gerente da UBS 7 conta que a maioria dos servidores que chegam até ele aparecem com estresse, pós-trauma devido à covid-19 e ansiedade. “A gente percebe que o comportamento dos servidores é de pessoas ansiosas e que podem desenvolver depressão. Com a prática, conseguimos equilibrar e diminuir esses sintomas”, observa. Farmacêutico bioquímico da UBS 2 de Santa Maria, Pedro Luís Silva Pereira vai semanalmente à UBS 7 para sessões de auriculoterapia. Ele reserva alguns minutos na rotina para ir até a unidade fazer o tratamento. “Se cuido de outra pessoa, preciso, primeiramente, me cuidar, senão vou consumir minha própria força para ajudar o outro”, afirma. “Essa iniciativa do GDF vem promover momentos de autocuidado extremamente importantes e benéficos”. Em sua quinta sessão de auriculoterapia, a técnica de enfermagem da UBS 7, Karoline Ediélic, consegue perceber o impacto da prática. “É qualidade de vida. Dores nas articulações são um pouco incapacitantes. A gente não consegue se levantar, render ou praticar as atividades normais. Estou fazendo e estou melhorando cada dia mais”, conta. Karoline também gosta do fato de poder ser atendida gratuitamente e no ambiente de trabalho. “Faço minha terapia e depois continuo trabalhando normalmente. Não perco tempo indo para consultório fora e nem gasto dinheiro”, acrescenta. Já na UB2 do Gama, as práticas ofertadas aos servidores são o tai chi chuan e o reiki. O primeiro é uma arte marcial chinesa que une meditação e atividade física, enquanto o reiki trabalha com a imposição das mãos para transferência de energia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A técnica de enfermagem e facilitadora Juliane Gonçalves responsável pelas aulas de tai chi chuan. “Observamos que durante a pandemia muitos servidores estavam fragilizados. Entendemos que a gente precisava de um cuidado, de um carinho. A melhor forma de ofertar saúde é estar com ela em dia”, defende Juliane. Os servidores da Secretaria de Saúde que desejam participar das PIS podem procurar as unidades que oferecem as terapias e que estão disponíveis no site. Demais servidores do GDF e a população em geral também podem participar das ações das PIS.
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Carro da Vacina percorre o Sol Nascente em sua sétima edição
O Carro da Vacina voltou a circular pelas ruas do Sol Nascente/Pôr do Sol em busca da população que ainda não se vacinou, ou que está no prazo de receber a segunda dose ou o reforço. Neste sábado (19), foi a sétima edição do projeto da Superintendência de Saúde da Região Oeste, que resultou na aplicação de 190 doses contra a covid-19. A Região Oeste também contou com dois pontos fixos de vacinação neste sábado, um na UBS 2 de Brazlândia e o outro na UBS 2 de Ceilândia | Foto: Divulgação/SES-DF Do total de vacinas aplicadas, 30 foram de primeira dose, 22 de segunda e 138 de doses de reforço. A ação contou com três automóveis, que percorreram vários setores da região com o objetivo de facilitar o acesso da população mais vulnerável à vacinação. Para a superintendente da Região Oeste, Lucilene Florêncio, é de extrema importância imunizar os moradores dessas áreas. “A nossa busca a cada sábado é pelo aumento da cobertura vacinal. É levar vida, cuidado e amor, pois vacinar é um ato de amor, visando moradores de alta vulnerabilidade que, de alguma forma, ainda não se vacinaram ou não completaram o esquema vacinal”, destaca. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com a superintendente, quando é feita a busca ativa cria-se um maior vínculo dos profissionais de saúde com a população, o que fortalece a essência da Estratégia Saúde da Família. “São profissionais de saúde em um território buscando promoção e proteção à saúde, diagnóstico, cura, tratamento, reabilitação e redução de danos”, enfatiza. A Região Oeste também contou com dois pontos fixos de vacinação neste sábado, sendo um na UBS 2 de Brazlândia, que aplicou 56 doses e o outro na UBS 2 de Ceilândia, que aplicou 229 doses. Somados ao quantitativo de doses aplicadas pelo Carro da Vacina, na região que engloba Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol, foram aplicadas 545 doses. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Técnicos em enfermagem temporários começaram a trabalhar nesta quarta (9)
Os técnicos em enfermagem temporários contratados para reforçar as equipes de saúde durante a pandemia começaram a trabalhar nesta quarta-feira (9), em todas as regiões de saúde. Já foram admitidos 71 profissionais. Os profissionais vão trabalhar no enfrentamento da covid-19 e estão animados com a experiência. “Estou muito feliz em contribuir para o melhor atendimento da população”, celebra Josenilda da Silva, técnica em enfermagem. Mesmo sendo um contrato com tempo determinado, ela encontra vários motivos para comemorar. “É uma preparação para quando vier o concurso efetivo e uma oportunidade de ajudar quem precisa”, destaca a recém-contratada que planeja ser servidora efetiva da pasta. Recém-contratada, a técnica em enfermagem Josenilda da Silva está otimista: “É uma preparação para quando vier o concurso efetivo e uma oportunidade de ajudar quem precisa” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Adequação ao edital Foram convocados 362 profissionais para atender à alta demanda provocada pelo avanço da variante ômicron. Porém, 78 candidatos foram reprovados por não ter a documentação necessária ou não possuir experiência solicitada em áreas hospitalares, como emergência e UTI. “Muitos não conseguem comprovar o que foi declarado na inscrição”, explica Bruno Guedes, gerente substituto de Seleção e Provimento. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, o gerente substituto destaca que “muitos candidatos não se atentaram ao que era solicitado no edital”, enfatiza. Outros 213 inscritos não compareceram para a entrega dos documentos. Com o fim de suprir as vagas remanescentes, será aberto novo processo seletivo emergencial para contratação temporária de técnicos em enfermagem. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Último dia para inscrição de médicos que atuarão na rede pública
Vão até esta quarta-feira (9) as inscrições do Processo Seletivo Simplificado Emergencial que selecionará 100 médicos em contrato temporário. Até às 19h desta terça-feira, 177 profissionais estavam inscritos. O GDF tem a expectativa de que os médicos comecem a trabalhar no fim de fevereiro. Eles devem atuar no combate à covid-19 nas regiões de saúde, de acordo com a necessidade | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agencia Saúde Com carga horária de 20 horas semanais e remuneração de R$ 6.327,00, os profissionais serão contratados por um ano, com possibilidade de renovação para mais um. As inscrições são feitas pelo endereço eletrônico https://ceperj.selecao.net.br O edital completo foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última sexta-feira (4). A expectativa da Secretaria de Saúde é a de que os médicos comecem a trabalhar no fim do mês de fevereiro. Eles vão atuar no combate à covid-19 nas regiões de saúde, de acordo com a necessidade. A contratação está amparada pela Lei nº 4266, de 2008, alterada pela Lei nº 5240, de 2013. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Concurso para efetivos O DODF, publicado na segunda-feira (07), trouxe a autorização para um novo concurso da Secretaria de Saúde. Serão 50 vagas para cirurgiões dentistas, 101 para enfermeiros e 230 para médicos, todos de carreira. A espera é pelo lançamento do edital em dois meses. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Mais de 500 mil devem retornar para vacina de reforço
A Secretaria de Saúde estima que 500 mil pessoas com idade a partir dos 18 anos estão com a dose de reforço atrasada. “A vacina é o recurso mais valioso, mais importante, mais significativo para nos proteger nesse momento difícil da pandemia”, destaca o secretário adjunto de assistência à saúde, Fernando Erick Damasceno. Depois de receber a segunda dose de AstraZeneca, Pfizer ou CoronaVac, a pessoa deve retornar, passados quatro meses, para receber a dose de reforço. Para grávidas e puérperas, o intervalo é de cinco meses. Já quem tomou Janssen precisa de um intervalo mínimo de dois meses entre as doses. Os locais de vacina são divulgados diariamente na página da Secretaria de Saúde. Cerca de 90% das pessoas internadas com a doença não se vacinaram ou não completaram a imunização | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde Outras 113 mil pessoas acima de 12 anos já estão aptas a receber a segunda dose dos imunizantes contra a covid-19, mas também ainda não retornaram aos locais de vacinação. Nesse caso, o intervalo entre a primeira e a segunda dose é de 28 dias para quem recebeu a CoronaVac e de 56 dias para quem tomou AstraZeneca ou Pfizer-BioNTech. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Hoje, em torno de 90% dos nossos pacientes internados não se vacinaram ou estão com a vacinação incompleta”, alertou o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache. *Com informações da Secretaria de Saúde
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GDF proíbe público em competições esportivas
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio de um decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha, retomou a proibição da participação de público em competições e jogos esportivos, tanto profissionais quanto amadores. A determinação altera o Decreto nº 42.730, de 23 de novembro de 2021, que dispõe sobre as medidas adotadas pelo Executivo para enfrentamento da pandemia de covid-19. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O documento, que será publicado na edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (27), suspende os itens 2.1, 2.2, 8, 9 e 10 da letra G, do anexo único, que tratam de normas para a presença de público durante as partidas. Ele se soma a outras suspensões da flexibilização das regras de enfrentamento à pandemia, como a volta do uso obrigatório de máscaras em locais abertos, desde que o número de casos de contaminados voltou a subir no DF. De acordo com o governador Ibaneis Rocha, o fechamento brusco de espaços e a suspensão de atividades, como ocorreu em 15 de março de 2020, não serão necessários, porém, é preciso tomar medidas pontuais para evitar grandes aglomerações. “Ter um jogo de futebol com 40 mil pessoas, 50 mil pessoas, não é recomendável em um momento como esse”, declarou.
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UBSs estão prontas para iniciar a vacinação infantil contra a covid
Na manhã deste sábado (15), a Secretaria de Saúde distribuiu 10 mil doses da vacina pediátrica contra a covid-19 para as 11 Unidades Básicas de Saúde que farão a vacinação neste domingo (16). Os imunizantes chegaram ao DF na tarde da última sexta-feira (14). Ao todo, o DF recebeu 16,3 mil doses da vacina Pfizer-BioNTech já aprovadas pelo pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). Na Rede Central de Frio, antes da distribuição para as Regiões de Saúde, os imunobiológicos passaram pelo processo de adequação à temperatura de aplicação: 2ºC a 8ºC. Desse total, 5% é reserva técnica. Além dos imunizantes, seringas e outros insumos utilizados no processo de vacinação também foram distribuídos pela manhã. “Nós oferecemos treinamento específico, com foco nas boas práticas de vacinação”, explicou Karine Castro, chefe substituta da Rede de Frio Central.Na Unidade Básica de Saúde 2 de Brazlândia, 900 vacinas chegaram na manhã de sábado. Dezoito servidores devem participar da atividade. Todos participaram de treinamentos sobre os detalhes da vacinação infantil. “Com criança tudo é mais delicado”, destacou Jane da Cruz, supervisora da unidade. Nos locais de vacinação haverá um responsável técnico e três aplicadores, sendo um para crianças de 5 a 11 anos com comorbidades, um segundo para crianças de 5 a 11 anos com deficiências permanentes e o terceiro para as crianças de 11 anos sem comorbidades. Haverá, ainda, profissionais para o atendimento inicial, controle de fluxo e triagem, com verificação dos documentos. A vacinação ocorrerá das 8h às 17h. A criança deverá estar acompanhada do pai, mãe ou responsável, com documento de identidade e/ou caderneta de vacinação. Para as crianças com comorbidades ou deficiência permanente, é preciso apresentar laudo médico que comprove a sua condição clínica, de acordo com a lista de comorbidades indicadas como prioridade. Confira os locais de vacinação: *Com informações da Secretaria de Saúde
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