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TCDF aprova contas do primeiro ano de gestão

Limites constitucionais que devem ser aplicados na saúde e na educação foram cumpridos com folga pelo governo, atesta parecer | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) aprovou nesta segunda-feira (19) o parecer das contas de governo do primeiro ano da gestão Ibaneis Rocha. No relatório, o conselheiro Manuel de Andrade destacou o cumprimento dos limites com gasto de pessoal, com endividamento, a superação das previsões dos resultados primário e nominal e as aplicações dos limites constitucionais na saúde e na educação. Em 2019 foi registrado um superávit de R$ 217,5 milhões. Os conselheiros do tribunal foram unânimes em destacar a melhoria nas contas governamentais. Em especial no que diz respeito à redução das despesas sem cobertura contratual, ao aumento dos investimentos e à manutenção das despesas com pessoal dentro dos limites descritos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). [Numeralha titulo_grande=”R$ 7,3 bilhões” texto=”investidos pelo GDF em educação e saúde em 2019″ esquerda_direita_centro=”centro”] De 2018 para 2019 foi registrada uma queda de 47,4% das despesas sem contrato. Elas passaram de R$ 265,7 milhões para R$ 139 milhões. Já os compromissos constitucionais em saúde e educação foram cumpridos com folga: R$ 4,6 bilhões foram aplicados na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino e R$ 2,7 bilhões na Saúde. Os limites de investimento mínimos eram, respectivamente, de R$ 4,2 bilhões e R$ 2,2 bilhões. Segundo o relatório do tribunal, a previsão inicial do orçamento era de R$ 42 bilhões, incluindo-se os R$ 14,3 bilhões do Fundo Constitucional do DF. Do valor orçamentário total foram executados R$ 39,8 bilhões, dos quais R$ 25,7 bilhões gastos com pessoal. Esse montante permitiu que o governo mantivesse o percentual da receita corrente líquida (RCL) em 43,54%, abaixo do limite de alerta (44,10%). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Outro destaque foram os investimentos para realizações de obras e melhorias, com total de R$ 632,4 milhões em 2019. Também foram pagos R$ 2,1 bilhões com os chamados restos a pagar, que são as despesas empenhadas e não pagas em exercícios anteriores. Nos pontos de ressalva, os conselheiros manifestaram preocupação com o crescimento do estoque da dívida ativa, que alcançou R$ 36,3 bilhões em 2019; a baixa execução dos recursos dos fundos especiais; o registro das contas previdenciárias sem notas explicativas; e a deficiência de alguns indicadores. As ressalvas e recomendações não impedem a aprovação do parecer das contas, que agora seguem para julgamento final na Câmara Legislativa do DF.   * Com informações da Secretaria de Economia

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Esporte em alta no Gama, Santa Maria e Planaltina

Em relação ao atendimento, o salto será de até 94%, um crescimento de 7.125 para 13.829 alunos nos três endereços, como o COP em Planaltina | Foto: Arquivo/Agência Brasília A realidade dos Centros Olímpicos e Paralímpicos (COPs) de Santa Maria, Gama e Planaltina mudará em breve. A Organização da Sociedade Civil (OSC) que assumir a gestão pedagógica dos espaços, a partir do próximo ano, trabalhará com importantes novidades que beneficiarão a população. O número de modalidades oferecidas, assim como de atendimento, será ampliado. E o mais importante: tudo com redução de custos no valor dos contratos. O edital de chamamento público, lançado neste mês pela Secretaria de Esporte e Lazer, prevê aumento de 43 para 53 modalidades disponíveis em cada unidade esportiva, inserindo novas modalidades olímpicas. E a pasta do Esporte ainda levantará quais atividades mais atraem os frequentadores, de acordo com a unidade, com atendimento individualizado para pessoas com deficiências. Haverá, também, aumento no atendimento, de 7.125 para 13.829 alunos nos três endereços, quase 100% E há, ainda, previsão de redução de 15% no custo de operação, levando-se em conta os contratos firmados anteriormente para a gestão dos COPs. A economia financeira fará com que o custo do contrato caia de R$ 7,9 milhões para mais de R$ 6,7 milhões por ano. O resultado do chamamento público tem validade de 12 meses, não sendo esse o prazo da vigência da parceria. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] “Os Centros estarão bem melhores do que antes, com mais possibilidades e acessibilidade aos frequentadores, seja na variedade de modalidades, número de vagas e funcionamento aos fins de semana, inclusive para atendimento da população que não está matriculada no COP, mas poderá usufruir do espaço realizando atividades esportivas. Queremos ampliar o acesso ao mundo do esporte para todas as pessoas que tiverem interesse. Essa é a nossa marca e os COPs são partes fundamentais nessa trajetória”, explica a secretária de Esporte e Lazer, Celina Leão. Todas as fases do processo de seleção, detalhadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), estão sendo divulgadas no site da Secretaria de Esporte e Lazer e concluídas até dezembro, quando a OSC selecionada precisará apresentar a documentação de habilitação e plano de trabalho detalhado. De acordo com a programação, a sessão pública para entrega da ficha de inscrição e da proposta feitas pelas instituições interessadas ocorrerá em 3 de novembro. *Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

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UBS 1 do Paranoá abre posto de coleta de exames

Além da coleta de exames, atendimentos com equipes de Saúde da Família | Foto: Geovana Albuquerque / Agência Saúde Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) das áreas tradicionais do Paranoá têm mais um serviço à disposição, a coleta de exames. A sala foi inaugurada nesta semana e os procedimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h, com agendamento prévio. A Unidade Básica de Saúde 1 é composta por dez equipes da Estratégia Saúde da Família com atendimento que abrange cerca de 40 mil pessoas. Agora, os pacientes poderão marcar exames no horário de funcionamento da sala de coleta, além de receber orientação e resultados. Para fazer a marcação é necessário pedido médico ou de enfermagem. São ofertadas 20 vagas por dia, mas a oferta poderá aumentar a depender da evolução de trabalho dos servidores. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O paciente sai da consulta com o pedido e já agenda seu exame, não há restrição de vagas. Há um limite de marcação diária, mas estamos conseguindo marcar com no máximo uma semana de prazo”, esclarece a gerente da UBS 1, Marília Gabriela Rodrigues Franco. A gestora explica que a abertura da sala de coleta visa facilitar o acesso da população assistida a todos os exames disponíveis na rede. “Estamos tentando ampliar a oferta de serviço da unidade para a nossa população”, reforça Marília. Além da UBS 1 do Paranoá, a UBS 1 do Itapoã também oferece o serviço de coleta de exames na Região de Saúde Leste. As amostras coletadas e recebidas em ambas as unidades são encaminhadas para diferentes laboratórios de destino (HRL, Hran, Hmib, HAB), conforme o tipo de exame a ser realizado. Com a nova sala, o serviço de coleta de exames da região ganhou reforço | Foto: Geovana Albuquerque / Agência Saúde “A oferta deste serviço laboratorial de apoio diagnóstico nas unidades básicas de saúde proporciona mais comodidade aos usuários, pois as UBSs são localizadas próximo às suas residências, amplia o vínculo com suas respectivas equipes e permite aos profissionais maior autonomia na organização do processo de trabalho”, afirma o diretor da Atenção Primária, Wallace dos Santos. O gestor explica ainda que o cadastramento dos exames no sistema TrakCare e o agendamento dos pacientes são realizados pelas próprias equipes, de modo a possibilitar aos usuários optar pelo melhor dia para a coleta, conforme sua disponibilidade. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Quase 15 mil crianças vacinadas no Dia D

A poliomielite pode levar à paralisia; vacinar as crianças, alerta secretário de Saúde, é fundamental | Foto: Breno Esaki/SES Marcado pelo Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, este sábado (17) alcançou, no DF, a imunização de 14.930 crianças. A cobertura vacinal foi de 9,2% do público-alvo estimado em 160 mil crianças maiores de um ano e menores de cinco. A poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. A abertura nacional da campanha ocorreu no posto de vacinação montado na Administração Regional de Ceilândia, com a presença do secretário nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, do secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, e do subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero. “Nos últimos anos, as coberturas vacinais vêm diminuindo”, alerta Alberto Correia. “Isso ocorre pela falsa sensação de que estamos seguros, de que a doença já foi erradicada e que não há necessidade de tomar uma segunda dose da vacina. Há influência de fake news e, em 2020, especificamente, a pandemia também pode ter contribuído para isso.” Salas seguras Foram abertas 95 salas de vacina, com funcionamento das 8h às 17h. Até o dia 30 deste mês, a meta da Secretaria de Saúde (SES) é vacinar 95% do público-alvo – para o qual, durante toda a campanha, o DF tem 135 salas abertas. “O objetivo do Dia D é mobilizar a população e mostrar a importância de levar os filhos para vacinar e protegê-los de uma doença tão grave como a poliomielite”, alerta o secretário de Saúde. Ao todo, durante duas semanas da campanha, foram vacinadas 31.775 crianças – o que representa uma cobertura vacinal de 19,7%. O secretário orienta que mães e pais procurem as salas de vacina. “Todas estão preparadas para receber as crianças com toda a segurança, respeitando o distanciamento social”, destaca. [Numeralha titulo_grande=”31.775 ” texto=”Total de crianças vacinadas durante duas semanas de campanha” esquerda_direita_centro=”centro”] O pequeno Guilherme, de 3 anos, foi levado até a Administração Regional de Ceilândia para tomar as duas gotinhas da vacina da poliomielite. “Quero meu filho sempre saudável”, disse sua mãe, Albaniza Lopes. Vacinar meu filho é um ato de amor e proteção, principalmente agora, com a pandemia. A prevenção é o melhor caminho sempre”, analisa. Campanha de Multivacinação Além da vacinação contra a poliomielite, as salas estarão abertas para atualização da caderneta de vacina. A Campanha Nacional de Multivacinação ocorre paralelamente à que está sendo realizada contra a poliomielite. Adolescentes menores de 15 anos devem comparecer aos locais para receber eventuais vacinas que estejam faltando em seus cartões. Até o momento, 68.513 crianças e adolescentes de até 15 anos compareceram às salas de vacina. Desse total, 42.193 estavam com alguma dose pendente e completaram o cartão de vacinação. No período de janeiro a abril deste ano, nenhuma das vacinas do calendário infantil atingiu as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde. Todas as informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, bem como sobrea a de multivacinação, podem ser acessadas na página da Secretaria de Saúde. * Com informações da SES

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Sábado é dia vacinar e atualizar carteiras de crianças e adolescentes

O Dia D Contra a Poliomielite, doença conhecida como paralisia infantil, será neste sábado (17), no Distrito Federal. A campanha nacional de vacinação começou em 5 de outubro e imunizou 7.314 crianças na primeira semana. Até 30 de outubro, a meta da Secretaria de Saúde é vacinar 95% do público-alvo estimado em 160 mil crianças menores de cinco anos. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, alerta que esse é um momento importante para proteger as crianças imunizando-as contra a paralisia infantil. “Convido a todos os pais que têm filhos na faixa etária da campanha para levá-los às salas de vacina onde receberão a dose e atualizarão a caderneta de vacinação”, explicou Okumoto. Ele tranquiliza a todos para não tenham medo, “pois as unidades estão preparadas para recebê-los com toda segurança que o momento atual de pandemia exige”. A poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Engana-se quem pensa que a doença atinge somente às crianças. A paralisia infantil também pode afetar adultos. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, até o momento, apenas 4,5% do público-alvo foi vacinado. A menor cobertura está entre as crianças com idade de 3 anos a quatro anos incompletos (3 anos, 11 meses e 29 dias). Nessa faixa etária, foram vacinadas 1.783 crianças o que representa 4,5% de cobertura. A procura foi maior entre aquelas com um ano de idade até dois incompletos, com 2.033 vacinados e cobertura de 4,6%. Campanha de Multivacinação Além da vacinação contra a poliomielite, as salas estarão abertas para atualização da caderneta de vacina. A Campanha Nacional de Multivacinação ocorre paralelamente à campanha contra a paralisia infantil. Adolescentes menores de 15 anos devem comparecer aos locais para receberem eventuais vacinas que estejam faltando em seus cartões. No período de janeiro a abril de 2020, nenhuma das vacinas do calendário infantil atingiu as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde. Os dados parciais da campanha de 2020 mostram que 12.546 pessoas, entre zero e 15 anos, compareceram às salas de vacina entre os dias 5 e 9 de outubro. Após análise da caderneta de vacinação feita pelas equipes das salas de vacina, receberam alguma dose de vacina 7.399 pessoas. Dia D A abertura nacional do Dia D contra poliomielite e multivacinação será em Ceilândia, na Administração Regional, na QNM 13, Módulo B. Na ocasião, estarão presentes o secretário nacional de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, e o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero Martins. Durante o Dia D estarão abertas 95 salas de vacina em todo o Distrito Federal. O funcionamento será das 8h às 17h.

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UBS 6 do Gama retoma combate ao câncer de mama

A Unidade Básica de Saúde 6 do Gama (UBS) já retomou os serviços de atendimento de prevenção ao câncer de mama e do colo do útero, suspensos desde o início da pandemia de Covid-19. Além das ações preventivas, a equipe da UBS 6 também começou a encaminhar as pacientes que precisam fazer exames de mamografia nas unidades especializadas da rede pública de saúde. [Numeralha titulo_grande=”7.132 mamografias” texto=”feitas entre janeiro e junho deste ano” esquerda_direita_centro=”centro”] A retomada desses serviços integra as atividades da campanha Outubro Rosa, voltada para intensificar ações de combate ao câncer de mama. A UBS 6 do Gama aderiu à iniciativa e, na última terça-feira, no primeiro dia da reativação do serviço, atendeu sete pacientes na faixa do público alvo: mulheres entre 50 e 69 anos de idade. A direção da UBS 6 estabeleceu que, até o final da campanha, o atendimento preventivo será realizado sempre às terças-feiras, das 13h às 17h, e limitado a sete vagas. Estuda-se a possibilidade de atender também às quartas-feiras pela manhã, segundo a gerente substituta da UBS 6 do Gama, Genivan Silva. Retomada dos serviços foi planejada com todas as medidas de segurança contra o coronavírus | Foto: Agência Saúde A UBS não vai se limitar a esperar as pacientes. As que já estiverem agendadas vão ser chamadas na própria residência por agentes comunitários de saúde. A previsão é de que até o final de outubro sejam chamadas e atendidas 28 mulheres, número que pode duplicar caso o atendimento seja feito também às quartas-feiras. A retomada dos serviços foi planejada seguindo todos os protocolos de segurança contra o coronavírus. Os servidores utilizam equipamentos de proteção individual adequados e a sala da consulta é desinfectada a cada atendimento. Além disso, as pacientes são orientadas a comparecer à unidade de máscara. Na entrada é aferida a temperatura de cada paciente. A UBS 6 atende moradoras das quadras 1 a 27 do Setor Oeste do Gama. A exceção é a Quadra 11, que é atendida por outra unidade. Fila zerada na mamografia A Secretaria de Saúde zerou a fila de espera para exames de mamografia no Distrito Federal. Antes da pandemia a rede ofertava em torno de 3 mil vagas do exame por mês. | Foto: Agência Saúde Esse número, por causa da pandemia, caiu para pouco mais de 1 mil procedimentos mensais. Entre janeiro e junho deste ano foram feitas 7.132 mamografias, uma média de 1,1 mil procedimentos por mês. O exame é regulado pela Central de Regulação da Secretaria de Saúde. Com o pedido em mãos, as pacientes devem procurar a UBS mais próxima de sua residência e agendar consulta com a equipe de Saúde da Família, a partir do que terão o procedimento agendado. Picolé contra o calor [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A UBS 6 do Gama encontrou uma forma criativa e refrescante para que as pacientes enfrentem o calorão que tem feito nos últimos dias no DF: distribuição de picolés às mulheres. O gesto é também uma forma de demonstrar atenção e carinho com o público-alvo da campanha Outubro Rosa. “O geladinho foi uma ideia que tivemos para dar uma amenizada no calor”, conta a gerente Genivan.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Nova rotina administrativa na Saúde

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto. afirma que essas são medidas fundamentais para, aos poucos, retomar o funcionamento normal dos serviços da rede pública de saúde. Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde A partir desta segunda-feira (5), os servidores da Secretaria de Saúde que estavam em teletrabalho voltam a trabalhar em seus respectivos locais de atuação. Somente os servidores acima de 60 anos de idade, com doenças crônicas como diabetes ou hipertensão, e gestantes, por exemplo, devem permanecer em trabalho remoto, de suas casas. Essa determinação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal por meio da portaria nº 750 de 1º de outubro de 2020, que revoga a portaria vigente desde 17 de março, quando foi decretada à pandemia. “Os critérios para esta decisão foram tomados a partir das informações da Diretoria de Vigilância Epidemiológica e do Núcleo de Medicina do Trabalho. Algumas exceções foram estabelecidas para pessoas que trabalham diretamente na assistência e que possuem fatores de risco no contato com os pacientes no dia a dia”, esclarece o secretário da Saúde, Osnei Okumoto. Outras áreas enquadradas na exceção são o Complexo Regulador e o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs). Okumoto afirma que essas são medidas fundamentais para, aos poucos, retomar o funcionamento normal dos serviços da rede pública de saúde no momento em que o DF registra queda nos números de novos casos e de óbitos por Covid-19. “Garantimos, através disso, uma melhor assistência à população do DF e ao mesmo tempo estamos trabalhando para que, até dezembro, saia a nossa portaria instituindo teletrabalho regular conforme o decreto do governador Ibaneis”, informa o secretário. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Quanto aos servidores que se enquadram no grupo de risco, a orientação é para que apresentem um novo requerimento aos núcleos de medicina do trabalho, com detalhamento do plano de trabalho e a validação da chefia imediata para avaliação e emissão de novo parecer. “Cada vez mais a Secretaria de Saúde vem pensando nos servidores, na segurança de todos que trabalham direto com a população e daqueles que também estão nas diretorias administrativas fazendo serviços de suporte e de vanguarda para que a gente possa, cada vez mais, oferecer um bom trabalho para a população”, finaliza Okumoto. Teletrabalho O teletrabalho foi instituído em todo o serviço público do Distrito Federal em 17 de março de 2020 por meio de decreto do governador Ibaneis Rocha, como parte da prevenção ao contágio do novo coronavírus. Um dos motivos apontados pelo GDF foi evitar a aglomeração de pessoas nos ambientes de trabalho, possibilitando realizar as atividades de trabalho em casa, desde que houvesse a disponibilidade da tecnologia necessária para exercer as funções pré-determinadas sem prejudicar o atendimento ao público. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Servidores serão homenageados com programação especial

Escola de Governo oferece cursos na modalidade Educação a Distância | Foto: Egov-DF A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov-DF) anuncia a Jornada desENVOLVER para o período de 5 a 30 de outubro, em comemoração ao mês do servidor público, data celebrada em 28 de outubro. Órgão vinculado à Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), da Cisco Webex Training, a Egov fará 18 minicursos destinado aos servidores, cada um com período de inscrição e data de realização distintos. Os eventos se darão pela plataforma virtual Cisco Webex Training, de segunda a sexta-feira, das 17h às 18h30. Os servidores interessados devem se inscrever pelo próprio site da Egov (clique aqui para fazer inscrição). O público-alvo dos minicursos são os servidores dos órgãos das administrações direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a diretora-executiva da Egov, Juliana Tolentino, a ideia dos minicursos é atualizar o servidor em temas variados, de maneira ágil e efetiva. “Planejamos esta jornada pensando em proporcionar ao servidor do GDF informações rápidas, atuais e indispensáveis sobre temas essenciais nas rotinas de trabalho”, destacou Juliana. Na primeira semana da jornada, as palestras serão: design thinking na prática; principais técnicas em oratória; dicas práticas para reuniões produtivas; dicas valiosas de Português e redação oficial; e dicas para orçamento no serviço público. A temática de cada minicurso foi definida com base nas necessidades atuais dos servidores públicos. “A Jornada desENVOLVER traz temas de cunho prático e de fácil assimilação. O projeto foi desenhado cuidadosamente, observando-se as necessidades mais recentes de desenvolvimento e de capacitação”, acrescentou a coordenadora de Desenvolvimento e Formação da Egov, Fabíola Salomon. Os instrutores convidados são de diversos órgãos e instituições, como Secretaria de Economia, Controladoria-Geral do Distrito Federal, DF Legal, Detran-DF, Secretaria de Educação, Vice-Governadoria, Procuradoria-Geral do Distrito Federal, Secretaria de Desenvolvimento Social e Universidade de Brasília.   * Com informações da Egov-DF

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Centro de Radioterapia do HRT será inaugurado nesta quarta-feira (30)

Centro tem recepção, salas de espera, consultórios e banheiros, tudo dentro da Lei de Acessibilidade | Foto: Agência Saúde Os pacientes oncológicos do Distrito Federal que necessitam de tratamento com radioterapia, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), serão beneficiados com uma nova unidade equipada com aparelho de última geração. O Centro de Radioterapia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) será inaugurado nesta quarta-feira (29) e irá atender, inicialmente, 25 pacientes por dia. [Numeralha titulo_grande=”R$ 9,1 milhões” texto=”é o valor total do investimento” esquerda_direita_centro=”centro”] Atualmente esse tipo de atendimento para os pacientes da Secretaria de Saúde era feito no Hospital de Base, que possui dois aparelhos, e no Universitário de Brasília, que tem um, bem como em unidades contratadas. Com a nova unidade em operação será possível acelerar os atendimentos e diminuir o tempo de espera pelo tratamento. Hoje, a fila para primeira consulta em radioterapia está em 134 pacientes. Obra A obra teve início em 8 janeiro de 2019 e foi concluída em abril deste ano. O investimento total do empreendimento foi de R$ 9,1 milhões, dos quais que R$ 3 milhões foram usados na compra do equipamento acelerador linear da empresa norte-americana Varian Medical Systems. Os recursos são provenientes do Ministério da Saúde em parceria com o Governo do Distrito Federal, que forneceu recursos humanos, terreno e conhecimento. Bunker: paredes de concreto de alta densidade vão impedir que a radiação se espalhe | Foto: Agência Saúde O prédio do Centro de Radioterapia ocupa uma área de 860 metros quadrados, ao lado do HRT. A sala onde foi instalado o acelerador linear foi construída com materiais especiais e paredes de concreto de alta densidade, chamada de bunker. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Essa estrutura é necessária para evitar que a radiação se espalhe no ambiente. O centro conta com recepção, salas de espera, consultórios, banheiros e todos os ambientes conforme a Lei de Acessibilidade.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Apoio a quem ajuda o outro

O projeto visa captar servidores que estejam sentindo algum transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, para avaliar o grau de gravidade e prestar apoio psicológico. Foto: Divulgação/Agência Brasília Cuidar da saúde de quem cuida dos outros é essencial, ainda mais neste cenário atípico de pandemia, em que algumas situações levam ao desgaste físico, mental e psicológico. Pensando nisso, várias gerências do Hospital da Região Leste (antigo Hospital do Paranoá) uniram-se para criar o projeto Psicólogo Amigo da Saúde, que irá disponibilizar atendimento psicológico aos servidores. O projeto visa captar servidores que estejam sentindo algum transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, para avaliar o grau de gravidade e prestar apoio psicológico. O evento de abertura ocorreu nesta terça-feira (29), no Espaço Saúde do HRL, e contou com a presença da superintendente da Região de Saúde Leste, Raquel Beviláqua, que se mostrou feliz com a iniciativa, que é pioneira em um projeto voltado para a saúde mental do servidor. “Este projeto vem ao encontro do cuidado da saúde do servidor, que se estiver com sua saúde em dia consegue trabalhar mais feliz, torna-se mais produtivo, tem mais qualidade de vida e adoece menos, gerando menos absenteísmo (falta de assiduidade no trabalho)”, avalia. ApoioSegundo Raquel, este é um projeto que está começando pelo HRL, mas cujo objetivo é fortalecê-lo e estender esse apoio psicológico para os servidores da atenção primária e, futuramente, em outras Regiões de Saúde, de acordo com a demanda dos profissionais. O projeto foi criado por iniciativa dos servidores do HRL com parceria da coordenação do voluntariado. “No geral, o atendimento será realizado por profissionais já formados e que se dispõem a voluntariar no hospital. Após a triagem de classificação de risco, os servidores atendidos serão encaminhados para atendimento com uma psicóloga da Secretaria de Saúde”, explica Gilson Cosme, coordenador do Voluntariado no HRL. “Se o servidor for classificado com a cor laranja ou vermelha, ele será encaminhado para fazer terapia por um período um pouco mais prolongado e, com isso, entrará na fila da regulação para obter seu tratamento”, informa o técnico de enfermagem e idealizador do projeto, Alberto Sabala. Idealização do projeto A ideia de criar o projeto Psicólogo Amigo da Saúde surgiu com a percepção dos servidores ao verem a angústia e o medo de muitos colegas em ir trabalhar no hospital por conta da pandemia. “Trabalhar na saúde é algo que gera ansiedade e com o medo de pegar a Covid-19 e infectar a família, muitos profissionais precisam de apoio psicológico para continuar trabalhando. Por isso, discutindo esse problema em várias gerências do HRL, decidimos criar o projeto”, explica o idealizador do Psicólogo Amigo da Saúde. Atendimentos De acordo com ele, os primeiros atendimentos começaram na semana passada e já tiveram 26 inscritos, sendo que 19 dos servidores já foram atendidos. Os atendimentos ocorrem de acordo com a agenda das duas psicólogas voluntárias que participam do projeto. Para entrar em contato com os voluntários, os servidores podem utilizar um QR Code criado exclusivamente para o projeto. O diretor do HRL, João Marcos Meneses, diz sentir-se grato com a atitude da equipe e elogia os profissionais por fazerem além de suas funções em prol da saúde de todos os servidores. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Hospital Modular: quase 90% de índice de recuperação

Novo em folha, hospital foi erguido em 33 dias | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Dois meses de muitas vidas salvas. O Hospital Modular de Ceilândia comemora os índices de recuperação desde a inauguração da unidade, em 13 de julho. Destinada ao tratamento exclusivo de pacientes com Covid-19, a unidade admitiu 479 enfermos desde então, dos quais 415 receberam alta e dois vieram a óbito. O índice de recuperação chega a 86,6%, enquanto o de morte está bem abaixo da média distrital, 0,4%. [Olho texto=”“Fiquei sete dias aqui. As condições são excelentes e o tratamento que recebi foi sempre no sentido de melhorar minha autoestima. Foi nota 10”” assinatura=”Geraldo dos Reis, motorista de aplicativo” esquerda_direita_centro=”centro”] Atualmente, 57 pessoas estão internadas no local, recebendo os devidos cuidados dos profissionais de saúde. A unidade modular está anexada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e foi construída em tempo recorde, reforçando o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) de combater o coronavírus de forma responsável. O hospital de 1.015 metros quadrados foi erguido em 33 dias e logo entrou na rede de atendimento à Covid-19 no DF. Com capacidade para 63 leitos, o hospital recebeu 148 servidores temporários. Foram lotados 18 clínicos gerais, 30 enfermeiros e 100 técnicos de enfermagem. A estrutura – de saltar aos olhos – ainda de dispõe de farmácia, três postos de enfermagem, dois depósitos de materiais, área para lavagem de material, sanitários adaptados e copa para funcionários. Estrutura que surpreende o motorista de aplicativo, Geraldo dos Reis Ferreira, de 63 anos, internado no hospital. “Fiquei sete dias aqui. As condições são excelentes e o tratamento que recebi foi sempre no sentido de melhorar minha autoestima. Foi nota 10”, disse. Geraldo, que tem diabetes e é hipertenso, teve 35% do pulmão comprometido pela doença, mas venceu a batalha na sexta-feira (11). Ele se preparava para receber alta enquanto conversava com a reportagem da Agência Brasília. Supervisora da unidade, Maria Lopes é servidora da Saúde há 30 anos | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Assim como ele, o aposentado Francisco das Chagas Lima, de 75 anos, preparava-se para deixar o hospital na sexta-feira. “Faço hemodiálise e os cuidados aqui sempre foram muito bons. Eles me levam na clínica para fazer a diálise e me acompanham o tempo todo. Aqui é um hospital muito bom e hoje eu sinto que nasci de novo”, relata. Tal retorno dos pacientes enche os olhos de quem está na linha de frente no combate à Covid-19, como o médico Daniel Bonfim. “A gente fica comovido e não deixa de agradecer o carinho dos pacientes. O que temos visto aqui, nas últimas três semanas, é uma queda nos casos mais graves. Isso nos anima, também”, comemora. [Olho texto=”“Trabalhar em um lugar assim traz tranquilidade para seguir nosso trabalho e prestar nossa assistência sem nos expor”” assinatura=”Daniel Bonfim, médico do hospital modular” esquerda_direita_centro=”centro”] Daniel conta que, no início da pandemia, o trabalho foi mais complicado em razão da novidade que o coronavírus representava, além da apreensão gerada pela doença. Ele também relata que ter uma estrutura adequada para trabalhar, como a que o hospital modular oferece, motiva os profissionais. “Trabalhar em um lugar assim traz tranquilidade para seguir nosso trabalho e prestar nossa assistência sem nos expor”, afirma. Ainda segundo o médico, a pandemia trouxe um senso de coletividade entre os profissionais e até de reaproximação com antigos colegas. “Estamos sempre trocando informações, lendo artigos. Até meus grupos com amigos da faculdade voltaram a se movimentar, trocar mensagens”, arremata. Futuro pós-pandemia: unidade modular deve ser transformada em clínica médica | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Esse senso de coletividade também é observado pela supervisora do hospital modular, Maria Lopes. Servidora da Secretaria de Saúde há 30 anos, Maria conta que nunca tinha visto nada parecido na profissão, em um contexto de desafios em série provocados pela Covid-19. “Tem sido um grande aprendizado. As equipes se sincronizaram ainda mais, estão comunicando melhor. Esse hospital é um grande ganho para Ceilândia. Nos organizamos como pudemos para esse momento e tenho visto o empenho de todos, formando uma grande corrente do bem”, destaca. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A expectativa do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) para o pós-pandemia é transformar a unidade modular em clínica médica, que é uma grande demanda da população de Ceilândia e região. Com ou sem pandemia, fica o legado da estrutura para a população da cidade e todos os que buscam atendimento por lá. Responsabilidade social A empresa JBS, por meio do programa Fazer o Bem Faz Bem, doou R$ 11 milhões para o enfrentamento do coronavírus no Distrito Federal, incluindo o valor a construção do hospital modular. Além da nova unidade em Ceilândia, o DF tem recebido da empresa equipamentos de proteção individual (EPIs), itens de higiene e limpeza e cestas básicas para instituições sociais, benefícios que devem impactar mais de 2,5 milhões de pessoas. As doações integram um esforço nacional da JBS de enfrentamento à Covid-19. Ao todo, a empresa pretende doar R$ 400 milhões a 19 unidades da Federação e a mais de 200 cidades.

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Região de Saúde Centro-Sul ganha ambulatório para doenças crônicas

Pacientes da região são beneficiados com centro especializado em doenças crônicas | Foto: Agência Saúde A Região de Saúde Centro-Sul * recebeu o primeiro Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), núcleo especializado em atendimento ambulatorial. A unidade começou a funcionar no Hospital Regional do Guará nesta quarta-feira (9) e amplia, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a oferta de serviços especializados para os moradores da região. [Olho texto=”“O paciente passa por um circuito de várias especialidades no mesmo dia: cardiologista, endocrinologista, psicologia, enfermeira, assistente social e fisioterapia. Agora os atendimentos são integrados”” assinatura=”Flávia Costa, superintendente da Região de Saúde Centro-Sul” esquerda_direita_centro=”centro”] Com atendimento multidisciplinar, o novo ambulatório é destinado para pacientes da Região de Saúde Centro-Sul classificados como de alto e muito alto risco para hipertensão e diabetes. O atendimento aos pacientes com doenças crônicas na região já era oferecido, mas de forma não integrada. “O paciente passa por um circuito de várias especialidades no mesmo dia – cardiologista, endocrinologista, psicologia, enfermeira, assistente social e fisioterapia. Agora os atendimentos são integrados. No mesmo dia o paciente passa por diferentes especialistas, tendo em vista serem pacientes de alto e muito alto risco”, explica a superintendente da Região de Saúde Centro-Sul, Flávia Costa. Com o atendimento multidisciplinar, o resultado esperado é aumentar a resolutividade regional, de modo a serem reduzidas as ocorrências de infarto, acidente vascular cerebral e amputações. “Há substancial melhora na qualidade de vida de pacientes portadores de doenças crônicas, sem aumentar custos para o sistema de saúde”, analisa a gestora. Atendimentos são agendados pela Central de Regulação da Secretaria de Saúde | Foto: Agência Saúde A expectativa é de atender cerca de 60 casos novos por mês, com perspectiva de multiplicação desse número por cinco ou seis vezes nos próximos seis meses. Porta de entrada Os pacientes atendidos pelo Cedhic são encaminhados para o ambulatório pelas unidades básicas de saúde (UBSs). São as UBSs que realizam o primeiro atendimento, avaliam cada caso e direcionam aqueles de alto e muito alto risco para as atenções secundária ou especializada. Ao fundo, a superintendente Flávia Costa e o diretor administrativo da Cedhic, Evilásio Sousa Ramos, ao lado da cardiologista Luciane Santoro (de jaleco) e o diretor de Atenção Secundária, Thiago Braga | Foto: Agência Saúde Esse atendimento é feito nos ambulatórios e policlínicas que funcionam em todas as regiões de saúde. Com o modelo de atendimento integrado, a expectativa é de mais adesão e continuidade no tratamento dos doentes crônicos e de acesso à rede de atenção especializada. O novo ambulatório é mais um avanço da Região de Saúde Centro-Sul na proposta de Planificação de Atenção à Saúde, projeto viabilizado pelo Proadi-SUS, do Ministério da Saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O ambulatório O Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca funciona no Hospital Regional do Guará. Trata-se de uma policlínica vinculada à Gerência de Serviços da Atenção Secundária. Os atendimentos serão realizados sob forma de circuito multidisciplinar composto por especialistas em cardiologia – especialmente insuficiência cardíaca e hipertensão arterial –, endocrinologistas, enfermeiras especializadas em cuidados com “pé diabético”, atendimento psicoterapêutico, nutricional, fisioterapêutico e com assistente social.   * Com informações da Secretaria de Saúde. ** A Região de Saúde Centro-Sul é formada pelas seguintes regiões administrativas: Guará, Estrutural, Setor de Indústria e Abastecimento, Setor Complementar de Indústria e Abastecimento, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Park Way, Riacho Fundo e Riacho Fundo II.

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Respirador de baixo custo vai ampliar atendimento a pacientes com Covid-19

Expectativa é de que 30 unidades fiquem prontas para uso em dois meses | Foto: FAP-DF Criar respiradores mecânicos baratos para ampliar o acesso de pacientes com Covid-19 em leitos de UTI. Esse é o objetivo do projeto apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), instituição vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), e coordenado pelo pesquisador Sanderson César Macêdo Barbalho. O cronograma do projeto é de 120 dias a partir da assinatura do Termo de Outorga e Aceitação (TOA) junto à FAP-DF, o que foi feito no início do mês de junho. Ao final deste período, a expectativa do pesquisador e sua equipe é de ter 30 unidades prontas para uso.Covi [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto recebeu investimento de R$ 1,1 milhão. O valor foi repassado pela Secti/FAP-DF no âmbito do Convênio 03/2020, que conta com orçamento global de R$ 30 milhões para apoiar projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à Covid-19. “Nosso objetivo inicial é desenvolver um respirador de baixo custo, mas que atenda às normas de segurança médica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa], validar o produto e certificá-lo de acordo com os padrões simplificados da agência para a pandemia, para que possamos entregar um lote-piloto”, explica o coordenador do projeto, que também é professor adjunto do Departamento de Engenharia de Produção (EPR) da Universidade de Brasília (UnB). “Estamos organizados em grupos divididos por área tecnológica – eletrônica e software, mecânica, testes médicos e logística de aquisições e fabricação. Cada grupo se reúne e planeja suas atividades semanalmente. Usamos metodologia ágil baseada em softwares de uso livre para registrar as atividades. Fazemos uma reunião semanal toda sexta-feira para consolidar o avanço do projeto, e assim por diante. Serão 17 semanas de trabalho nesse ritmo para atingir a nossa meta”, acrescenta Sanderson. Ele destaca ainda a importância do fomento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e em Pesquisa Desenvolvimento (P&D) para que projetos como esse saiam do papel e, assim, possam efetivamente ajudar a população do DF, bem como os profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate à pandemia. “Sem o fomento o projeto não aconteceria. Tivemos contato com investidores de Brasília, os quais infelizmente não se prontificaram em contribuir minimamente com a proposta. E, com recursos próprios, conseguiríamos no máximo fazer um protótipo de bancada, não muito diferente do que encher um balão de festas”, arremata.   * Com informações da FAP-DF

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Febre amarela pode ser prevenida com vacina

O mesmo da dengue: mosquito Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela urbana | Foto: Agência Saúde A febre amarela é uma doença viral que há algum tempo voltou a ser notícia no Brasil e ainda preocupa as autoridades. Em 2017, ocorreu um novo surto da doença no leste de Minas Gerais com diversas mortes. No Distrito Federal, a situação está sob controle e a cobertura vacinal da população tem sido essencial para manter a doença longe da população. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão dá-se pelo mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). Há ainda o Aedes albopictus que apresenta ampla valência ecológica, adaptando-se aos ambientes rurais, periurbanos e urbanos. Essa característica lhe confere destaque pela possibilidade de fazer a ponte entre os ciclos silvestre e urbano de transmissão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Por isso, é importante manter a vacina em dia, principalmente as pessoas que mantêm contato direto com regiões de mata, ecoturismo entre outras atividades em que a pessoa fica exposta na zona rural. O Distrito Federal não tem casos confirmados da doença, mas em outros estados do Brasil há registro da doença tanto em locais urbanos quanto em regiões rurais. No país já é admitida a presença dos dois ciclos de transmissão. Por isso ela ainda tem grande importância epidemiológica por sua gravidade clínica e potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas pelo Aedes. Membro da gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis (GVDT), Fabiano Martins destaca que a doença continua exigindo uma vigilância permanente pelo quadro clínico grave que apresenta. Como recorrentemente não chega a dar sintomas nas pessoas, o paciente não é tratado de maneira precoce, podendo ter hemorragia e chegar a óbito. O profissional alerta para os deslocamentos para áreas endêmicas e propensas à transmissão. “A doença tem um potencial muito grande de transmissão em área urbana por conta do Aedes. A vigilância é essencial para evitar essa proliferação que pode acontecer de maneira muito rápida. Por isso, a pessoa não vacinada, independentemente da idade ou sexo, que se exponha em áreas de risco pode ser contaminada e morrer. Viajar para lugares de mata onde há registro de casos e não estar com a vacina em dia é se expor ao risco de contaminação com a doença”, alerta. Em viagens internacionais, o cidadão pode ser barrado por não ter a comprovação da vacina, bem como correr o risco em países endêmicos como o Brasil. Primatas A Vigilância Ambiental trabalha no controle do ambiente e mapeamento de macacos que aparecem mortos. Rodrigo Menna, gerente de Vigilância Ambiental de Zoonoses, explica que a população deve contribuir informando a gerência sempre ao encontrar macacos mortos para que os animais sejam recolhidos e feita a autópsia. Vacina contra a febre amarela está disponível em todas as UBSs do DF | Foto: Agência Saúde “Esse animal não pode ser descartado, jogado no lixo ou enterrado. É preciso a investigação de sua morte, pois é o principal hospedeiro da doença no meio ambiente. Também reforçamos o alerta sobre os possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Não podemos mais permitir que ele nasça, deixando depósitos de água para o seu desenvolvimento”, afirmou Rodrigo. O Distrito Federal, no último boletim do Ministério da Saúde sobre monitoramento de mortes de macacos, recolheu 69 macacos mortos para análise, sem a confirmação de caso positivo para a febre amarela. Caso a população encontre macacos mortos, deve comunicar pelo telefone (61) 99269-3673 ou pelo e-mail zoonosesdf@gmail.com. Sintomas e prevenção Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou eles são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A vacina contra a febre amarela está disponível em todas as salas de vacina do DF. Assim como as demais vacinas do calendário nacional de imunização, a que previne contra essa doença está com baixa cobertura em 2020. Até o momento, a cobertura vacinal é de 62,9%, número abaixo do registrado em 2019, quando atingiu-se 90,5% e a meta preconizada foi alcançada. Veja todos os dados abaixo: Casos De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (28), o Distrito Federal não registrou casos da doença em 2019 e em 2020. Este ano, foram notificados 16 casos suspeitos de residentes e não residentes do DF. Porém nenhum foi positivo para a doença. No entanto, em 2018, o DF teve dois casos confirmados. Por isso, a vacinação é a única proteção. Nas duas últimas décadas, diversas reemergências do vírus foram registradas. A última, iniciada em 2014 apresenta efeitos até o presente e resultou nos maiores surtos de febre amarela silvestre da história do país, desde que esse ciclo foi descrito na década de 1930, alcançando a área de domínio de Mata Atlântica, onde as populações não estavam imunizadas. No século XXI, além da área endêmica, casos humanos e/ou epizootias em primatas não humanos foram registrados em todos os estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além da Bahia, caracterizando a expansão recorrente da área de circulação viral nos sentidos Leste e Sul do país. Isso afetou áreas antes consideradas indenes, onde o vírus não era registrado há décadas, o que gerou profundos impactos à saúde pública e à biodiversidade. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Ceilândia: mais três núcleos de saúde e cerca de um milhão de beneficiados

Alta demanda: por mês nascem mais de 600 crianças na cidade | Foto: Arquivo Agência Brasília Assim que a pandemia da Covid-19 estiver controlada, Ceilândia vai herdar melhorias que vão mudar completamente a cara da saúde pública da maior cidade do Distrito Federal. Uma delas é a nova Unidade Básica de Saúde, obra com 10% de trabalhos executados, uma estrutura que deve ser inaugurada ainda neste ano. São benfeitorias que vão permanecer, uma vez encerrada a crise sanitária, para reforçar o sistema de saúde pública de toda a região, de modo a beneficiar cerca de um milhão de pessoas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Na manhã desta sábado (29), o secretário de Saúde do DF, Osney Okumoto, e o presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Gestão (Iges-DF), Sérgio Costa, estiveram na cidade para acompanhar obras e ações em andamento. Acompanhados pelo administrador regional, Marcelo Piaui, e pela superintendente de Saúde da Região Oeste, Lucilene Florêncio de Queirós, eles foram conferir o andamento das obras da nova UPA, no Setor O, e do Hospital de Campanha na QNN 27, em Ceilândia Norte, que se tornará o primeiro Hospital Materno Infantil do DF fora do Plano Piloto. O administrador Marcelo Piauí acredita que a construção das novas instituições, em Ceilândia – aliada a outras ações e obras, como a ala anexa ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), com mais de 60 leitos – será um divisor de águas para a saúde da cidade. “São edificações que seguem os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, o que habilita a atender milhares de pacientes quando as obras forem entregues. Por mês nascem mais de 600 crianças na cidade, o que justifica a presença de um hospital especializado para atender as mães e fazer todo o acompanhamento necessário. Todas essas benfeitorias ficarão como legado na saúde para toda comunidade”, enfatiza Piauí. [Numeralha titulo_grande=”1 milhão” texto=”de pessoas beneficiadas com a nova rede de saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] O administrador também ressalta que a estruturação da saúde em Ceilândia tem sido intensa e por meio de parcerias. “Ceilândia ganhou o novo Hospital Modular, a ala anexa ao HRC, que está em pleno funcionamento e que, depois que passar essa pandemia, irá reforçar a oferta de atendimento do Hospital de Ceilândia. Uma das nossas prioridades é desenvolver e oferecer uma saúde pública de qualidade para a população”, acrescenta. O secretario de Saúde, Osney Okumoto, disse que as obras vêm reforçar o sistema como um todo. “Já ampliamos enormemente o programa Saúde da Família, que hoje tem a maior cobertura do Brasil, e vai prover a população da fase mais importante, que é a saúde preventiva. Importante ressaltar que todo o investimento feito para o combate à Covid-19 fica na rede, reforçando muito a nossa capacidade de atendimento”, explicou. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em construção na cidade é uma das oito unidades que serão entregues até o final do ano. As obras estão adiantadas e o presidente do Iges-DF, Sérgio Costa, afirma que elas entrarão rapidamente em funcionamento. “Já estamos providenciando todo o mobiliário e pessoal necessários para que as UPAs entrem em operação assim que as obras físicas forem concluídas”, vislumbrou.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Tecnologia ajuda UBSs a traçar estratégias contra a Covid-19

| Foto: Divulgação A pandemia do coronavírus tem se mostrado um grande desafio para a humanidade, mas também tem despertado a necessidade de inovações tecnológicas em várias frentes, inclusive na saúde pública. Na Região de Saúde Leste, as Unidades Básicas de Saúde 3, do Paranoá Parque, e a UBS 1 do Itapoã estão utilizando uma plataforma indicada pela Organização Mundial da Saúde para estudo de dados, e outro aplicativo gratuito do Google. Apesar de usarem a mesma base, o painel de cada unidade tem suas diferenças, conforme a necessidade de cada local. “O Painel Epidemiológico dos casos de Covid-19 tem como principal função conhecer o perfil dos pacientes que procuram a UBS 1 do Itapoã com sintomas gripais e, com isso, pensar em estratégias que melhorem os fluxos internos e os processos de trabalho a fim de melhorar a eficiência no nosso atendimento”, simplifica a gerente da unidade Thaís Fonseca Lima. Conheça o painel da UBS 1 do Itapoã aqui. A gestora destaca como uma das principais características do painel da sua unidade o mapa de calor que ele apresenta, indicando os locais onde há mais casos. “Outro ponto é saber como está o contágio de nossos servidores e tentar minimizar os efeitos dos afastamentos na assistência pois sabemos que aquele servidor ficará tantos dias afastados”, indica Thaís. A atualização dos dados é semanal, exceto dos servidores que é atualizado sempre que há um novo afastamento ou recuperação. O painel apresenta, ainda, o monitoramento do consumo dos testes sorológico e PCR, com a memória do consumo desses insumos, permitindo a solicitação apenas do necessário para atender a demanda dessa UBS. “Os dados estatísticos são de extrema importância para qualquer organização, sabendo sua demanda, de onde ela vem, a quantidade atendida, as queixas mais comuns de determinada área e a doença que necessita de acompanhamento por exemplo, podemos traçar estratégias para tentar minimizar os problemas da população, perceber o perfil de nossa comunidade e traçar uma estratégia assistencial fazendo grupos, por exemplo”, finaliza a gestora. Paranoá No caso da unidade do Paranoá, a gerente de Serviços da Atenção Primária, Mariana Alencar Sales, conta que, desde o início da pandemia é realizado o monitoramento diário dos casos suspeitos e confirmados da Covid-19. “O acompanhamento desses dados é de grande importância para a compreensão do cenário epidemiológico do nosso território e para a organização das ações de cuidado. A elaboração de um painel ajuda na visualização destas informações. É uma forma mais agradável de se relacionar com esses dados do que, por exemplo, as tabelas”, justifica a gestora. Os responsáveis pela consolidação semanal dos dados são dois residentes de Gestão em Saúde, da Fiocruz. | Foto: Divulgação A fim de conscientizar a comunidade, os profissionais daquela unidade buscaram aproximação dos síndicos dos condomínios locais, inicialmente divulgando os dados e discutindo estratégias de cuidados coletivos. Com a criação do painel, essa atualização dos casos suspeitos e confirmados ficou mais fácil. “O painel interativo possibilita maior dinamicidade na apresentação das informações e ajuda na divulgação dos dados para as equipes pois podemos divulgar apenas o link no qual está hospedado e todos podem acessar de forma mais rápida. É mais atrativo também para as equipes pois podemos ver os dados gerais da Unidade de Saúde ou os dados referentes aos atendimentos dos usuários daquela equipe, bastando clicar no gráfico”, explica Mariana. O painel entrou no ar no último dia 18 de agosto e pode ser acessado aqui. Para chegar até o painel, os dados dos casos suspeitos e confirmados, e seus respectivos contatos, são lançados no Go.Data. As equipes dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) e Odontologia fazem monitoramento diário usando o sistema da OMS. A partir desses sistema, os dados são extraídos para consolidar e fazer o painel interativo no Data.Studio, do Google. A UBS 3 do Paranoá participa de um projeto piloto, junto à UnB, na utilização da plataforma da OMS. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Ambiental: vacinação contra raiva

Campanha Anual de Vacinação Antirrábica tem início previsto para 3 de outubro, em meio rural e urbano | Foto: Secretaria de Saúde O calendário da vacinação antirrábica está se aproximando. Por isso, a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) tem capacitado funcionários para a aplicação da vacina no Distrito Federal. São cerca de 300 agentes contratados no primeiro semestre, temporariamente, a receber treinamento para auxiliar na vacinação de cães e gatos, nas zonas rural e urbana. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Com turmas que variam entre dez e 20 pessoas, o curso teve início em 17 de agosto, com previsão de que a capacitação seja ministrada para as últimas turmas no próximo dia 25. Entre os conteúdos, além da própria doença, estão etiologia, profilaxia e técnicas de vacinação. “A gente espera que todos estejam aptos a realizar essa atividade de fundamental importância para a saúde humana, que é por meio da vacinação de cães e gatos na campanha, na rotina e na identificação de áreas vulneráveis, e do aparecimento de foco nos casos de morcegos ou bovinos com diagnósticos positivo para a raiva. A gente faz um reforço na vacinação desses cães e gatos em um raio adjacente a este caso”, explica o gerente ambiental de Zoonoses, Rodrigo Menna Barreto Rodrigues. Campanha A Campanha Anual de Vacinação Antirrábica tem início previsto para 3 de outubro, em meio rural e urbano. A ação será dividida em três etapas, programadas para os dias 24 e 31 de outubro e 7 de novembro. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Fiscalização no uso de máscaras na Feira dos Goianos

Servidores de 12 órgãos do Governo do Distrito Federal que atuam na força-tarefa intensificaram, nesta quinta-feira (20), a fiscalização do uso de máscaras nos comércios das regiões do Areal, Setor H Norte e Feira dos Goianos.  O objetivo foi conscientizar as pessoas sobre a importância do uso de máscaras e da manutenção das normas de distanciamento no comércio para o combate à Covid-19. Foram abordados pedestres e estabelecimentos e cobrado o cumprimento das regras estabelecidas pelo poder público. Nos períodos da manhã e tarde, auditores da Secretaria DF Legal, Secretaria de Governo, Vigilância Sanitária, Ibram, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Detran-DF e DER-DF, entre outros, andaram pelas ruas com o objetivo de orientar sobre o uso correto das máscaras e distribuir o acessório para os pedestres. Pelo menos 700 pessoas foram abordadas e 3.500 máscaras foram distribuídas. Segundo o secretário do DF Legal, Cristiano Mangueira, o governo do Distrito Federal, preocupado com o aumento do número de casos nessa última semana, resolveu intensificar as ações para aumentar a observância aos protocolos sanitários e o uso de máscaras, além da conscientizar a população. Caso haja desobediência às normas ocorrerá a aplicação de multas de R$ 2 mil a R$ 4 mil pelo não uso de máscaras. Caso o estabelecimento comercial não esteja respeitando os protocolos, ele receberá uma multa – nunca inferior a R$ 3.628. “Nesses últimos cinco meses, com a abertura gradual do comércio, a observância dos protocolos foi relaxada. Esse incremento da força-tarefa busca aumentar o respeito a esses protocolos”, alerta Cristiano Mangueira. “Os estabelecimentos em geral devem respeitar o distanciamento de 2 metros, aferição de temperatura e a oferta de álcool em gel a todos os seus clientes”, reforça. Também houve punição para os estabelecimentos que descumpriram normas. Ao todo, foram vistoriados 525 estabelecimentos, desse total três foram autuados por irregularidades e um multado por descumprimento de normas de combate à Covid-19. * Com informações da Secretaria DF Legal

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Região de Sobradinho recebe ações do Sanear Dengue

Já foram notificados 43.857 casos prováveis de dengue no DF | Foto: Agência Saúde As ações para o combate ao mosquito da dengue não param. Nos dias 17 e 18 de agosto o Sanear Dengue esteve em Sobradinho e Sobradinho II, onde agentes de Vigilância Ambiental e bombeiros militares inspecionaram um total de 1.718 imóveis. Mesmo em período de seca, foi necessário utilizar larvicida em 98 depósitos de água, em um universo de 5.056 encontrados durante as vistorias. [Olho texto=”“Neste período antiepidêmico temos que intensificar as ações, principalmente em pontos estratégicos como ferros-velhos, floriculturas, oficinas, reciclagens, acumuladores e depósitos. Estes locais podem promover uma infestação em pelo menos 500 imóveis ao redor”” assinatura=”Reginaldo Braga, gerente da Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] No último Boletim Epidemiológico, com dados relativos a até 1º de agosto, Sobradinho figurava com 2.147 casos de dengue, enquanto Sobradinho II registrava 2.442 ocorrências. Apesar de essas regiões administrativas não possuírem os maiores números de casos do Distrito Federal, elas estão entre as que apresentam maior incidência de casos por 100 mil habitantes. “As escolhas das cidades são por meio dos critérios apontados nos Boletins Epidemiológicos e das análises técnicas dos nossos chefes de núcleo, mediante informações das ações de campo de novas tecnologias”, esclarece o gerente de Operações da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, Reginaldo Braga. No DF, já foram notificados 43.857 casos prováveis de dengue – 65 casos graves e 4 óbitos confirmados, dois de moradores de Sobradinho e outros dois de Sobradinho II. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Neste período antiepidêmico temos que intensificar as ações, principalmente em pontos estratégicos como ferros-velhos, floriculturas, oficinas, reciclagens, acumuladores e depósitos. Estes locais podem promover uma infestação em pelo menos 500 imóveis ao redor”, alerta o gerente. A ação do Sanear Dengue também serviu de combate ao coronavírus e contou com a participação do Centro de Referência da Assistência Social (Cras), do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), de centros de convivência (Cose), da Agência do Trabalhador e da Inspetoria de Saúde.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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No DF, 1,45% dos casos de Covid terminam em morte

A 18ª edição semanal do Boletim Codeplan Covid divulgado nesta semana aponta que a taxa de letalidade da doença no DF é a 25ª mais baixa entre as 27 unidades da federação. Desde o começo da pandemia, o DF ocupa as três últimas posições do país na taxa que compara o percentual de óbitos causados por Covid-19 em relação ao número de casos confirmados. A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) analisou os dados sobre a infecção pelo coronavírus até o último dia 16. De acordo com o boletim, o DF tinha 136.467 casos e 1.976 óbitos. Só perde para Roraima, com taxa de 1,43, e Tocantins (1,38%). A média do Brasil é de 3,2%, mas o índice chega a 7,5% no Rio de Janeiro e a 6,36% em Pernambuco. “Desde que começamos o Boletim Covid-19 em abril, a taxa de letalidade do DF sempre manteve-se entre as melhores do país, sendo a antepenúltima na análise da semana passada.” afirma Jean Lima, presidente da Codeplan. A taxa de letalidade do DF tem variado entre 1,2 e 1,5 desde o começo da pandemia. “Os outros estados têm variado muito. A nossa se mantém estável. Ontem excepcionalmente chegou 1,6 porque a gente consolida esses dados às 18h e alguns laboratórios privados mandaram dados de casos confirmados depois desse horário”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Haje. Para ele, a taxa de letalidade é o melhor indicador para se avaliar a eficiência da rede de saúde pública e privada nas ações de enfrentamento ao coronavírus. “A taxa de letalidade daqui é uma das menores do país graças ao atendimento dado aos pacientes. Tem estudos que mostram que 90% das pessoas que chegam a precisar de leitos de UTI, morrem se não tiverem acesso a um tratamento adequado”, diz. “Se fosse esse desastre como às vezes se supõe, nós não teríamos uma taxa de letalidade tão baixa”, ressalta. De acordo com o secretário de Saúde, Francisco Araújo, o GDF, no início da pandemia, fez três projeções de abertura de leitos de UTI. No último dos cenários, seria preciso ofertar mil leitos de UTI na rede pública e privada. “Hoje, somando os 730 leitos UTI Covid com 240 no privado, nós chegamos próximos a mil leitos”, afirma. “Enquanto durar a pandemia a Secretaria de Saúde vai abrir leitos, não em grande número como antes”, completa. Reestruturação da rede Em seis meses de pandemia, a Secretaria de Saúde estruturou no Distrito Federal uma rede totalmente preparada para receber e atender os casos relacionados ao coronavírus. Hoje, são 739 leitos com suporte de ventilação mecânica aos pacientes mais graves da Covid-19, com dificuldade respiratória. Entre eles, os de Unidade de Terapia Intensiva (535), de Cuidado Intermediário (196) e Cuidado Intermediário Neonatal (8). Isso foi possível depois de um esforço de gestão para entregar em poucos meses estruturas adaptadas e preparadas para receber esses pacientes. A mais recente foi a do Hospital de Campanha do Centro Médico da Polícia Militar. A nova unidade disponibiliza, desde o início de agosto, 80 novos leitos de UTI à população e 20 de enfermaria. Com isso, contribuiu para reduzir a taxa de ocupação total de leitos no DF para 69%, até o momento. Além disso, a pasta tem 533 leitos de enfermaria para os casos menos graves, disponíveis em cinco unidades hospitalares. A maior quantidade está no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), uma das referências no DF para tratamento da Covid-19, com 233 leitos. Também estão nessa lista os hospitais de campanha do Mané Garrincha e da Polícia Militar, com 177 e 20 leitos de enfermaria, respectivamente, além dos hospitais de Ceilândia (95) e do Guará (8).

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Covid-19: novos dados no DF. Confira

Novos dados sobre infectados pela Covid-19 foram disponibilizados no Portal Covid-19 Agora, o site também mostra quais os sintomas mais apresentados pelos contaminados e dados mais específicos sobre os casos avaliados, como etnias indígenas, raça/cor, número de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) disponibilizados e profissionais de saúde em serviço na rede do DF. Há também uma nova área que diferencia os que tiveram síndrome respiratória grave causada pelo novo coronavírus ou por outras doenças. Segundo levantamento disponibilizado pela Secretaria de Saúde do DF no Portal Covid-19, dos 64.545 casos avaliados, 38,7% (24.989) apresentaram tosse, 19,8% (12.764) febre, 9,6% (6.185) dor de garganta e 10,23%  (6.608) dispneia (falta de ar ou dificuldade de respirar). Para o critério raça/cor, dos 46.818 mil respondentes, 61,5% (28.801) se autodeclararam como pardos, 23,8% (11.161) como brancos, 10,1% (4.711) como amarelos, 4,4% (2.074) como pretos e 0,2% (71) como indígenas. Todos esses dados foram extraídos do sistema e-SUS no dia 11 de agosto de 2020 e serão atualizados semanalmente. Dos 71 indígenas autodeclarados, 66 informaram residência no DF e 5 em Goiás, não sendo localizados, dentre os autodeclarados, nenhum indígena aldeado ou que tenha informado residência em terra indígena. Outra questão importante levantada nas novas informações é a diferenciação de casos que apresentaram a síndrome respiratória aguda causada pelo novo coronavírus de outras doenças como a Influenza. Essa distinção levou a Secretaria de Saúde a promover uma reestruturação das ações de vigilância entre as regiões de saúde do DF, com ampliação e redistribuição das unidades de atendimento da síndrome gripal (Influenza e outros vírus respiratórios) e da Síndrome Respiratória Aguda Grave2. No Portal Covid-19 também estão disponíveis os boletins epidemiológicos semanais que apresentam o cenário e casos hospitalizados de Covid-19. Essas informações têm sido usadas para subsidiar recomendações de ações de vigilância, prevenção e controle. O portal é administrado pela Controladoria-Geral do DF em parceria com outras Secretarias como Saúde e Segurança. Contratações Para dar mais transparência às contratações realizadas durante o combate ao novo coronavírus, também foi criado um painel que detalha os recursos financeiros públicos investidos desde março. É possível verificar, inclusive, quais órgãos realizaram mais contratações, os valores por fornecedor e filtrar os contratos a serem analisados. Além disso, a Secretaria de Saúde e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges/DF) lançaram um aplicativo para o monitoramento de Covid-19 por meio de um número de WhatsApp (61) 99819-6599, com o objetivo de divulgar informações sobre a doença e, principalmente, agregar mais uma ferramenta para aprimorar a sua vigilância na população, por meio da coleta direta de dados sobre possíveis casos, seu monitoramento diário e a identificação de situações de risco que precisem ser avaliadas pelas equipes locais de saúde. * Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Conselho recomenda trabalho a distância para pessoas com deficiência visual

O Conselho Distrital de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos publicou nesta segunda-feira (17), no Diário Oficial do DF, uma recomendação para que os órgãos públicos e as empresas privadas mantenham os trabalhadores com deficiência visual em home office durante a pandemia de Covid-19. As orientações do colegiado, que é vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), estão na Resolução Nº 14, aprovada em reunião plenária no dia 20 de maio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Apesar de a Organização Mundial de Saúde (OMS) não ter incluído as pessoas com deficiência como grupo de risco, o conselho alerta que este segmento está mais vulnerável em função da própria deficiência, que muitas vezes é associada a problemas de saúde. Além disso, em tempos de distanciamento social e de cuidados para evitar toques em objetos e superfícies, as pessoas cegas ou com baixa visão enfrentam mais risco de contaminação por coronavírus, porque precisam utilizar o tato e o contato na interação com outras pessoas, e mesmo com o ambiente. Caso não seja possível a prestação de serviço remoto, a sugestão é que o empregador ofereça à pessoa com deficiência licença remunerada, antecipação de férias, aproveitamento de feriados ou uso do banco de horas. O importante, de acordo com o conselho, é viabilizar a proteção desses trabalhadores, com a manutenção dos empregos e sem prejuízos trabalhistas.   * Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Reforço nos serviços de saúde do Paranoá

Posto desativado fica em ponto estratégico da principal avenida do Paranoá | Foto: AR Paranoá / Agência Brasília Os moradores do Paranoá ganharão reforço nos serviços de saúde. O posto da Polícia Militar desativado, que ocupa um canto da praça central, será transformado em ponto de apoio da Unidade de Saúde Básica (UBS) 1 da região. A ideia é que profissionais da equipe de Saúde da Família reforcem a assistência aos cercas de 81 mil habitantes da cidade, com meta de 50 atendimentos por dia, segundo gestores de saúde da Região Leste. [Olho texto=”“Vamos conseguir dar mais assistência aos moradores, ficando mais próximos da comunidade e garantindo o acesso à saúde”” assinatura=”Wallace dos Santos, diretor de Atenção Primária da Região Leste” esquerda_direita_centro=”centro”] A nutricionista Janaína Soares, 41 anos, mora ao lado do imóvel e comemora a novidade. “Minha mãe é cadeirante e não temos carro, então é difícil para nos locomovermos. Com esse ponto de apoio, é só descermos a rua que já estamos lá. Vai melhorar muito para nós que dependemos de transporte público”, comenta a moradora. O administrador do Paranoá, Sérgio Damasceno, ressalta que, principalmente devido à pandemia de Covid-19, o objetivo é melhorar o atendimento da comunidade. “A expectativa é de que as obras comecem em até 60 dias”, informa o gestor, vislumbrando os próximos passos do empreendimento. O primeiro passo será cercar o local e reestruturar as redes elétrica e hidráulica. “Será uma parceria entre a administração e a secretaria para reformar o imóvel”, explica. Projeto Segundo o diretor de Atenção Primária da Região Leste, Wallace dos Santos, a previsão é de que a estrutura tenha dois consultórios e uma sala de acolhimento com um médico, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes de saúde. “Serão cerca de 50 atendimentos por dia. Vamos conseguir dar mais assistência aos moradores, ficando mais próximos da comunidade e garantindo o acesso à saúde”, reforça. [Numeralha titulo_grande=”81 mil” texto=” moradores do Paranoá terão mais atendimento na área da saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] As pessoas em situação de rua, que ficam ao redor do prédio, terão atenção especial. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) faz abordagens e encaminha, aqueles que aceitam, para abrigos. A administração também acionou a Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), subordinada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), para conscientizar usuários de álcool e drogas. Outras ações O Centro Obstétrico do Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, foi totalmente reformado. Além disso, houve a ambientação do local de acordo com as recomendações da Rede Cegonha. O ambiente foi revitalizado, as salas de pré-parto pintadas, os consultórios ganharam seis pontos de oxigênio, todas as infiltrações foram solucionadas e houve troca de portas de madeira por peças de vidro. A procura pelo trabalho voluntário para atuar nas unidades de saúde da Região Leste é outro ganho para a cidade. Em comparação ao ano passado, o aumento foi de 100% e a maioria desses profissionais atuam no hospital da região. Para incentivar o ingresso de novos voluntários, a equipe desenvolveu um QR Code, para inscrição de interessados, e o fixou em cartazes nos principais pontos do hospital, com informações sobre a documentação necessária para se tornar um colaborador. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Paranoá Parque O Paranoá Parque também ganhará dois importantes equipamentos públicos: uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A primeira está sendo erguida na Quadra Comercial 1 e terá capacidade para atender 4,5 mil pessoas por mês. A UBS, por sua vez, conta com investimento de R$ 3,1 milhões. Recentemente, o governador Ibaneis Rocha visitou as obras e ressaltou a importância delas para a geração de emprego e renda no DF.

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Hospitais e Lacen recebem máquinas de esterilização e desinfecção

Aparelhos têm o ciclo de lavagem e desinfecção mais rápido e vão gerar economia de água e energia | Foto: Divulgação Hospitais públicos do Distrito Federal começaram a receber máquinas de última geração que vão otimizar a esterilização e a desinfecção de equipamentos e materiais cirúrgicos. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, investiu R$ 9.826.113,84 na compra de 30 autoclaves e 18 termodesinfectoras das marcas Cisa e Baumer. As máquinas, muito mais modernas, dinâmicas e econômicas, vão substituir as atuais e atender cada Núcleo de Material Esterilizado (NME) de 13 unidades hospitalares e do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Os aparelhos têm o ciclo de lavagem e desinfecção mais rápido e o processo de secagem automático das peças, o que nem sempre era possível. A autoclave é um equipamento que impacta diretamente no atendimento do centro cirúrgico. É responsável pela esterilização de materiais contaminados por meio do contato com vapor de água sob pressão a alta temperatura (134°C). A autoclave híbrida esteriliza também em baixa temperatura (-60°C) as peças mais sensíveis – como umidificadores, por onde passam o oxigênio e mangueiras de ventiladores, muito utilizados no tratamento de pacientes com Covid-19. Também são esterilizados materiais como cânulas de entubadores, pinças cirúrgicas, bandejas utilizadas em partos, capotes de proteção usados pela equipe médica e até potes de vidro para leite materno nos bancos de coleta. Já as termodesinfectoras fazem a lavagem e a desinfecção de materiais por meio de um vapor de ar quente. Para o secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo, a troca desses equipamentos e sua consequente implantação são de absoluta importância para o sistema de saúde pública, principalmente neste momento especial de demanda por serviços. “Dentro desse processo de modernização da rede, as autoclaves servem como instrumentos operacionais de ação para agilizar os serviços prestados nas unidades, ganhando tempo e diminuindo custos.” Transporte dos equipamentos, de mais de uma tonelada cada, tem suporte de caminhões da Novacap | Foto: Divulgação O Núcleo de Material Esterilizado é uma unidade de apoio técnico montada dentro do hospital. Tem a função de receber material considerado sujo ou contaminado em procedimentos cirúrgicos ou laboratoriais. Nas máquinas, esses materiais são descontaminados, esterilizados e preparados para novos procedimentos. O mesmo acontece com as roupas limpas liberadas da lavanderia e armazenadas para futura distribuição. “Essa modernização impacta diretamente no atendimento à população, principalmente na marcação de cirurgias eletivas, com menos riscos de serem comprometidas. Sem falar na economia de água e energia, já que são mais eficientes”, ressalta o subsecretário de Infraestrutura e Saúde do DF, Sócrates Alves de Souza. Avanço A rede hospitalar do DF já contava com equipamentos similares, com mais de dez anos de uso, fabricados ainda nas décadas de 1980 e 1990. Os atuais aparelhos são mais modernos, de manuseio e controle mais fáceis, o que fez com que a equipe do NME do Hospital Regional de Samambaia comemorasse as trocas. Chefe do núcleo daquela unidade, Kelly de Carvalho Lima conta que chegou a ter vários funcionários afastados com problemas nas articulações diante da dificuldade de manejo dos antigos equipamentos. Agora tudo é automatizado e consome bem menos tempo, o que já possibilita ao hospital desinfectar e esterilizar os materiais que recebem das unidades básicas de saúde (UBSs) do Recanto das Emas e de Samambaia, além das equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) que atendem a região. “É um ganho operacional gigantesco que se reflete em toda a cadeia de atendimento”, diz Kelly. O transporte dos equipamentos de mais de uma tonelada cada conta com um suporte de caminhões da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Já a instalação é feita com guinchos de empresas terceirizadas.

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Mais 20 leitos de UTI com hemodiálise na UPA de Sobradinho

Nesta sexta-feira (14), 20 novos leitos de UTI completos com respiradores e suporte de hemodiálise para pacientes com Covid-19 entraram em funcionamento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). O investimento é de R$ 17.928 milhões. O diretor-presidente do Instituto, Sergio Costa, foi pessoalmente vistoriar a nova estrutura e reforçou que os leitos já estão prontos e em plenas condições para entrar em uso. Agora, as vagas serão reguladas pela Secretaria de Saúde do DF, que vai encaminhar os pacientes de acordo com o perfil clínico.  De acordo com a superintendente Pré-Hospitalar do Iges-DF, Nadja Carvalho, as UPAs já disponibilizaram 82 leitos. “São  42 na UPA do Núcleo Bandeirante, 10 na Ceilândia, 10 em São Sebastião e hoje mais 20”, contabilizou. “Os leitos estão sendo ativados de acordo com a projeção do número de casos. Esses 20 leitos potencializam nossas ações em reposta às necessidades da sociedade. É importante ressaltar que eles têm suporte dialítico para pacientes com evolução para o quadro de insuficiência renal, dando todo o suporte necessário e garantindo o restabelecimento da saúde”, disse.  “Esses leitos chegam para dar apoio aos pacientes vítimas da Covid-19. É uma estrutura excelente, que dá uma maior segurança para a Secretaria de Saúde do DF dar o apoio à população no combate à pandemia da Covid-19”, reforçou o secretário adjunto de Saúde do DF, Olavo Muller, durante a vistoria.  Suporte Os leitos de UTI ativados contam com ventiladores pulmonares, equipamentos de hemodiálise, pontos de gases medicinais, monitores multipârametros, bombas de infusão, cardioversores, entre outros aparelhos. A UPA continuará atendendo pacientes que busquem outros tipos de atendimento. Por isso, as alas que receberão esses pacientes foram isoladas e contam com sala de paramentação e desparamentação, evitando a contaminação em outros setores. Antes, já tinham sido erguidas tendas na área externa para atender pacientes com suspeita e casos confirmados da Covid-19 nas UPAs. Diferencial Os pacientes dos leitos de UTI da UPA de Sobradinho ganham um lugar especial para colocar fotos de parentes e familiares. O projeto Memória da Vitória tem como objetivo humanizar o atendimento. Basta que os familiares levem a foto, que será digitalizada, impressa e colocada num suporte de acrílico colado acima de cada leito. Quando receber alta, o paciente receberá um porta-retrato com a frase “Venci a Covid-19”, onde poderá colocar a foto e levar para casa. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Hran organiza fluxo de atendimento para tomografia

| Foto: Divulgação Para organizar o fluxo de atendimentos dos exames de tomografia, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) elaborou uma nota técnica para informar às unidades de saúde que devem enviar pacientes, de preferência, das 7h às 17h para serem atendidos. Depois desse horário, apenas os pacientes de extrema gravidade poderão ser recebidos pelo Hran, devido a grande demanda do pronto-socorro e dos internados do próprio hospital durante o período noturno. Por ser um hospital referência no tratamento contra a Covid-19, possuir dois tomógrafos e a expertise de profissionais, o Hran tem recebido demandas de diversos locais ao mesmo tempo. Como das unidades de pronto atendimento (UPAs), do hospital de campanha do Mané Garrincha e hospitais como do Guará (HRGu), Samambaia (HRSam) e Planaltina (HRPL), entre outros que atendem os acometidos pelo coronavírus. Com os atendimentos, aumentam os pedidos por tomografias específicas para pacientes com a Covid-19. No Hran, a média mensal subiu de 1 mil, no início da pandemia, para 3.296, em julho. “Com esse grande número de atendimentos, temos que ordenar o fluxo. O período das 7h às 17h é o melhor para receber pacientes de outras unidades porque é quando temos mais funcionários para dar vazão. No fim da tarde e início da noite, além de termos menos profissionais, é quando recebemos mais pessoas com a doença, que vem por demanda espontânea”, explica o chefe do Núcleo de Radiologia e Imagiologia do Hran, Gleim Souza. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com o gestor, devido a uma peculiaridade da Covid-19, a demanda vinda do pronto socorro do hospital é 500% maior no período entre o fim da tarde e início da noite, na sua maioria de pessoas com classificação amarela. Por isso, acredita que restringir a vinda de pacientes de outras unidades de saúde é uma necessidade, para garantir o melhor atendimento possível à população. “Se não liberamos esse horário de pico, prejudicamos quem faz a busca espontânea, além dos pacientes no pronto-socorro e internados que fazem os exames no Hran. O objetivo é reduzir a fila de espera por eles. Ressaltando que os casos excepcionais, ou seja, os mais graves, serão tratados como tal”, destaca o chefe do Núcleo de Radiologia. A medida já está em vigor no Hospital Regional da Asa Norte. A estimativa inicial é que serão ofertadas 25 vagas para exames de tomografia das 7h ao meio-dia, e 10 vagas das 13h às 17h. O atendimento é realizado durante todos os dias da semana. Imagens de tomografia dos pulmões são essenciais para o acompanhamento da evolução do quadro respiratório em pacientes com  covid-19, pois mostram lesões pulmonares características da doença e não visíveis em imagens de Raio X. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Sanitária detecta fraudes e apreende testes

Seis caixas do produto clandestino foram apreendidas | Foto: Agência Saúde A Vigilância Sanitária flagrou nesta quinta-feira (13), em Águas Claras e Arniqueira, uma empresa clandestina fazendo exames para detecção do novo coronavírus. A empresa oferecia serviço de teste rápido de Covid-19 não possui licenciamento sanitário no Distrito Federal e nem autorização para exercer a atividade no âmbito do Distrito Federal. Foram apreendidos 140 testes na ação. [Numeralha titulo_grande=”361 testes ” texto=”irregulares apreendidos desde junho” esquerda_direita_centro=”centro”] Além disso, os veículos utilizados para o teste de Covid-19 não foram inspecionados pela Vigilância Sanitária do DF e não possuem o Certificado de Vistoria de Veículo (CVV). As vans estavam estacionadas em área pública e não estavam fazendo o teste no momento da abordagem, mas dentro dos veículos foram encontrados kits de teste rápido, máquina de cartão de crédito e recibos de operação financeira. Também foi encontrado lixo hospitalar com resíduos, tais como luvas descartáveis, algodão e embalagens de teste de Covid-19, todos usados e inadequadamente armazenados no veículo. “Ao todo já foram apreendidos 361 testes de Covid-19 irregulares de junho até hoje. Só quem pode oferecer essas testagens são laboratórios licenciados e autorizados pela Vigilância Sanitária”, informa a gerente de Fiscalização da instituição, Márcia Olivé. “Essas vans são totalmente irregulares, o lixo é armazenado de maneira incorreta. A empresa não possui contrato com a empresa de resíduo hospitalar”, acrescenta Márcia. As seis caixas de testes de Covid-19, um total de 140 unidades, além de máquina de cartão de crédito e recibos foram apreendidos pela Polícia Civil do DF. Um dos donos da empresa foi autuado por desacato à autoridade. A empresa também foi autuada e vai responder penalmente por crime de infração de medida sanitária preventiva. Fiscalização itinerária já recolheu centenas de testes pelo DF | Foto: Agência Saúde Ações No último final de semana foi feita fiscalização no estacionamento de um hipermercado da Asa Norte. A testagem para Covid-19 era totalmente clandestina, sem CNPJ e nem nota fiscal dos exames. A Vigilância Sanitária autuou a pessoa física responsável e apreendeu todos os 117 testes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em julho foram apreendidos 104 testes aplicados em um drive-thru irregular no estacionamento de uma igreja, em Taguatinga. Ao todo já foram recolhidos 361 testes irregulares de detecção do novo coronavírus. Ainda segundo a gerente de Fiscalização, os locais que funcionam ilegalmente com sistema de drive-thru não seguem os protocolos de segurança de combate ao coronavírus. Por isso é necessário realizar os exames, em sistema de drive-thru, de laboratórios autorizados pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Em caso de denúncia, basta ligar para o 162 e fornecer as informações necessárias, com anonimato assegurado.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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HB vai operar até 70 mulheres com câncer

Cirurgias foram planejadas em conjunto com a equipe de profissionais que atuam na mastologia e na ginecologia oncológica | Foto: Secretaria de Saúde Aproximadamente 70 mulheres com câncer serão operadas no Hospital de Base até o final da próxima semana, em uma nova força-tarefa de cirurgias. A ação beneficiará 100% das pacientes em tratamento neoadjuvante, ou seja, em quimioterapia e radioterapia para redução do câncer, o que aumenta as chances de cura. [Numeralha titulo_grande=”Cerca de 200 pacientes” texto=”já foram beneficiados nas ações de desospitalização do Iges-DF” esquerda_direita_centro=”centro”] “Foram chamadas todas as pacientes que estão dentro desse perfil para operar. Elas fazem parte de uma janela em que é passível o tratamento cirúrgico, antes que a doença evolua, dificultando o tratamento”, ressaltou o gerente-geral de Assistência do HB, Lucas Seixas. As cirurgias foram planejadas em conjunto com a equipe de profissionais que atuam na mastologia e na ginecologia oncológica. Os procedimentos ocorrem de segunda a domingo e atendem cerca de 35 pacientes por semana. “Na primeira semana vamos fazer mastectomia em mulheres com câncer de mama. Na segunda semana serão as pacientes da especialidade de ginecologia oncológica”, destacou Lucas. Estratégia de desospitalização já foi levada aos setores de hemodinâmica, urologia e ortopedia | Foto: Secretaria de Saúde Após as cirurgias, o Hospital de Base atuará para fazer a desospitalização desses pacientes, dando continuidade às ações para atingir também pacientes com outras patologias. “Queremos atender, principalmente, as patologias oncológicas, porque saíram de foco em virtude da pandemia, mas que continuam existindo e acometendo muitos pacientes que necessitam da nossa ajuda”, acrescentou o gerente-geral. Serão mais de 30 médicos envolvidos, além da equipe de enfermagem, da farmácia, do centro de material esterelizável e da mobilidade. “É preciso desenvolver um esquema de logística dentro do hospital, bem como pelo Complexo Regulador da Secretaria de Saúde do DF, que regula as filas de pacientes”, concluiu. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Força-tarefa contínua As ações de força-tarefa adotadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) serão realizadas até dezembro. A ação, que já beneficiou aproximadamente 200 pacientes, já foi aplicada com sucesso nos setores de hemodinâmica, urologia e ortopedia e faz parte da estratégia de desospitalização de pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos no Hospital de Base, no Hospital Regional de Taguatinga e em outras unidades da rede pública de saúde. A ideia é promover a alta de pacientes de forma ágil, diminuindo-se o risco de contaminação por Covid-19.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Pessoas acima de 60 podem participar de missas e cultos

Continua vetado o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas também não podem fazer celebrações presenciais. Foto: Joel Rodrigues | Agência Brasília O decreto nº 41.099, publicado na edição desta quarta (12) do Diário Oficial do Distrito Federal, traz alterações nos textos dos decretos nº 40.846, de 30 de maio, e nº 40.982, de 13 de junho, que dispõe sobre a realização de cultos, missas e rituais de qualquer credo ou religião e reconhece as atividades religiosas como serviços essenciais, respectivamente. O texto do novo decreto permite que as pessoas maiores de 60 anos de idade sem comorbidades para a Covid-19 possam participar presencialmente das atividades religiosas. De acordo com o coordenador de assuntos religiosos do GDF, Kildare Araújo, a liberação dos maiores de 60 anos não altera os procedimentos que as igrejas e estabelecimentos religiosos já tinham que cumprir, como medição de temperatura; exigência da utilização de máscara; distanciamento de, no mínimo, dois metros entre os presentes; e higienização constante das mãos e dos sapatos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] “Era um pleito das lideranças religiosas essa liberação em função de ser um público que frequenta muito as igrejas, e estava fazendo falta na rotina das pessoas as idas presenciais a missas e cultos”, explica Kildare. Vetos Continuam vetados o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos e de pessoas com comorbidades para a Covid-19. Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas estão proibidas de realizarem celebrações presenciais, estando liberados, para estes locais, somente cultos online e em formato drive-in, além de atendimento e aconselhamento individuais.

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Maternidades públicas e Casa de Parto terão vacina contra tuberculose

Cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os demais cuidados necessários | Foto: Agência Saúde A Secretaria de Saúde implantará a vacina BCG nas maternidades dos hospitais regionais e na Casa de Parto para ampliar a cobertura vacinal e prevenir as formas graves de tuberculose (miliar e meníngea). A ação segue recomendação do Ministério da Saúde, que orienta que a administração da vacina BCG seja em dose única, o mais precocemente possível – de preferência na maternidade, logo após o nascimento. Nesse sentido, a Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde elaborou o Plano Integrado de Melhoria dos Indicadores de Imunização para o DF. O documento foi publicado em 2019 e, desde a sua publicação no Diário Oficial do DF, a área técnica vem desenvolvendo estratégias para melhorar os níveis da cobertura vacinal. [Olho texto=”“a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”” assinatura=”Renata Brandão, gerente de Imunização da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] A BCG é uma vacina que protege contra as formas graves de tuberculose e faz parte do primeiro pilar da Estratégia pelo Fim da Tuberculose, concertação aprovada em 2015 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No DF, no primeiro quadrimestre deste ano, a adesão à BCG estava abaixo da expectativa em comparação ao mesmo período do ano passado. Apenas 72% do público está com a cobertura da vacina em dia. As demais vacinas do calendário infantil também apresentam coberturas abaixo da meta no primeiro quadrimestre de 2020. Gerente de Imunização da Secretaria de Saúde, Renata Brandão afirma que as vacinas são uma estratégia de bloqueio de doenças e a maneira mais eficaz de evitar as formas graves de algumas delas, como é o caso da tuberculose. “O objetivo é facilitar o acesso e melhorar as coberturas vacinais no DF. Atualmente, para otimização do imunobiológico, a vacina da BCG é realizada nas UBSs em dias específicos e, com a realização nas maternidades, as puérperas não precisarão se deslocar com o recém-nascido logo após a alta”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No momento da vacina cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os cuidados necessários, bem como sobre as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Renata ressalta ainda que “a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”. O Sistema Único Saúde (SUS) oferece vacinas para a população que são iniciadas na infância até a fase adulta. Saiba mais sobre o calendário vacinal do DF para todas as idades no site da Secretaria de Saúde. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Operação 5º Mandamento faz mais de 300 abordagens no fim de semana

A operação integrada 5º Mandamento, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), fez mais de 300 abordagens pessoais entre sexta-feira (7) e domingo (9), no Gama, Plano Piloto, Santa Maria, Sobradinho II e Itapoã. O foco foi a redução de crimes violentos contra a vida. A operação é de caráter contínuo e reúne as forças de segurança – Polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) -, além de outros órgãos, como DF Legal e Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF). [Numeralha titulo_grande=”180″ texto=”servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas.” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cerca de 180 servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas. Durante as abordagens realizadas conjuntamente pela PMDF e PCDF, foram consultados antecedentes criminais das 311 pessoas abordadas. A Divisão de Operações Especiais (DOE), da PCDF, apoiou a ação.  “A 5º Mandamento faz parte de uma série de ações estratégicas da SSP-DF para manter o índice de redução de crimes contra vida. O último mês foi considerado o mês de julho em que o maior número de vidas foram poupadas em 21 anos. Queremos manter esses índices em queda e levar ainda mais segurança para a população do Distrito Federal”, argumenta o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres. O Detran-DF fez 179 autuações de infração diversas, carteiras vencidas ou não habilitados. Dois veículos foram recolhidos ao depósito. O DER-DF realizou 12 notificações de trânsito. Vinte e nove estabelecimentos foram fiscalizados pelo DF Legal. Desses, oito apresentaram inconsistências no funcionamento e foram autuados. Dois outros comércios foram fechados, pois havia aglomeração de pessoas sem máscaras de proteção individual, em descumprimento a medidas de enfrentamento à Covid-19 estabelecidas pelo governo local. Estabelecimentos comerciais também receberam orientações da equipe do Corpo de Bombeiros.  Planejamento A coordenação operacional da 5º Mandamento é feita pela Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi), vinculada à SSP-DF. Os locais percorridos são definidos a partir de levantamento das Subsecretarias de Inteligência (SI) e de Gestão da Informação (SGI) da pasta, que mapearam locais, dias e horários e locais de maior incidência de cada crime.  “O objetivo é, além do policiamento ostensivo a pé e motorizado, ações de vigilância sanitária e fiscalização de trânsito, com ações nos locais apontados pela análise criminal e apoio de tropas e forças especializadas da PMDF e PCDF”, contou o subsecretário de Operações Integradas, o coronel Márcio Vasconcelos. A operação integrada faz referência ao mandamento bíblico: Não Matarás. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Resultados zerados e testes liberados

Com foco e em tempo recorde, 35 profissionais zeraram a fila de pendências | Foto: Agência Saúde Graças à força-tarefa promovida por servidores durante este fim de semana, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) conseguiu zerar a fila de 3,8 mil exames RT-PCR pendentes de resultado para detectar casos suspeitos da Covid-19. Mais do que isso, os esforços levaram o laboratório a atingir a marca de 80 mil testes liberados desde o início da pandemia, em março, até esta segunda-feira (10). [Olho texto=”“Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”” assinatura=”Fabiano Costa, gerente de Biologia Médica do Lacen” esquerda_direita_centro=”centro”] A equipe é formada por aproximadamente 50 servidores, que possibilitam ao Lacen funcionar 24 horas por dia, durante toda a semana. Mas, desde sexta-feira (7), em torno de 35 profissionais se comprometeram exclusivamente a zerar a fila. “Somente ontem [9] foram quase 2 mil exames liberados. Vários servidores se disponibilizaram a vir no fim de semana, fora de suas escalas e independentemente de carga horária contratual, com esse objetivo de zerar essas amostras represadas”, afirmou o gerente de Biologia Médica do Lacen-DF, Fabiano Costa. Equipe de Biologia Molecular realizou diagnósticos e desenvolveu técnica que possibilita aumentar média diária de exames RT-PCR | Foto: Agência Saúde Com os profissionais a postos, todos os equipamentos do Lacen-DF para testes ficaram direcionados no fim de semana para entregar os resultados dos exames de coronavírus pendentes. Assim, ao longo de três dias, quase 5 mil amostras foram liberadas. “Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”, agradeceu o gerente. Novo protocolo Além disso, o Lacen-DF também desenvolveu e aprimorou um novo protocolo de extração interno, para dar respostas mais céleres aos casos suspeitos de Covid-19. Tudo isso graças à equipe de Biologia Molecular, que, além de realizar o diagnóstico, desenvolveu a técnica que possibilitou aumentar a média diária de exames RT-PCR. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste protocolo, determinado volume do reagente de extração é pipetado (levado de um recipiente a outro) em placa de PCR, seguido da adição da amostra. Essa placa passa por uma etapa de variação de temperatura em termobloco e gelo, depois submetida à RT-PCR. Essa técnica permite um resultado mais rápido e com menor custo. Surgiu devido à alta demanda por testes para diagnosticar a Covid-19 e a dificuldade mundial em adquirir os kits para extração automatizada de ácidos nucleicos, que é etapa inicial do processo de detecção molecular do vírus Sars-CoV-2, essencial em exames do tipo RT-PCR.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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No Dia dos Pais, paciente na UTI ganha videochamada da família

Depois de nove dias internado com Covid-19, o paciente Jorge Eugênio de Carvalho, de 77 anos, recebeu neste domingo (9) um presente especial de Dia dos Pais. Poder ver toda sua família por uma videochamada feita por celular, graças à equipe de enfermagem que estava de plantão na UTI do Hospital Regional de Samambaia (HRSam), onde faz tratamento. Confira a telechamada do paciente Jorge Eugênio com a família: /documents/d/guest/videochamada-paciente-covid-1-mp4 Ao aproveitar que o paciente tinha saído da sedação e estava mais disposto naquele momento, os profissionais de saúde decidiram fazer uma surpresa para Jorge e seus familiares. Ligaram no celular de sua filha para que todos pudessem se ver e interagir por um breve momento. “Ao me ligarem, falaram que iam dar um presente de Dia dos Pais. Quando vimos meu pai pelo celular foi uma emoção muito forte aqui em casa. Minha mãe, minha irmã e eu choramos e ficamos muito felizes”, contou, emocionada, a filha de Jorge, Tatiane Soares. “Como já tínhamos perdido um parente antes por causa dessa doença, estávamos todos sem chão. Vê-lo interagindo com a gente nos incentiva e dá esperança por uma situação melhor”, comenta. [Olho texto=”Tentamos ao máximo aproximar os pacientes das suas famílias, dentro dos limites impostos pela Covid-19.” assinatura=”Luciano Gomes, diretor do HRSam” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A técnica de enfermagem Iranilda dos Reis foi uma das responsáveis por conseguir reduzir a distância e a saudade entre os familiares. Mas essa não foi a primeira vez que ela ajudou em uma ação semelhante. Na semana passada, fez uma videochamada entre um paciente com Covid-19 e seus seis filhos que estavam na Paraíba. Poucos dias depois, ele recebeu alta. “Creio que esse tipo de ação ajuda no tratamento dos pacientes. Eles ficam sedados, em coma induzido e sem ver a família por muito tempo. Quando acordam, não entendem direito o que está acontecendo, e por ser uma área restrita, acabam ficando distantes daqueles que mais amam. Ao verem a família, isso acaba ajudando muito pelo lado psicológico”, acredita Iranilda. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Para a supervisora de Enfermagem da UTI do HRSam, Raquel Fonseca, a equipe do hospital compreendeu a apreensão dos familiares e sua necessidade de contato com os internados. Por isso, decidiu estabelecer essa ligação entre os parentes e pacientes. “Vemos o quanto isso é importante e quanto colabora na recuperação deles. Além de ser gratificante para a equipe”, ressalta. De acordo com o diretor do HRSam, Luciano Gomes, mais do que simplesmente atender os pacientes, é necessário um trabalho de humanização dos serviços de saúde, que passa por ações como manter esse vínculo familiar presente. “Tentamos ao máximo aproximar os pacientes das suas famílias, dentro dos limites impostos pela Covid-19. Sempre buscamos algum jeito deles conversarem e fazer essa ponte entre eles, porque esse contato ajuda na recuperação de todos, tanto dos pacientes como dos familiares que se sentem apreensivos”, pondera Luciano Gomes. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Dia dos Pais: amor e saudade marcam profissionais na linha de frente

O Dia dos Pais, celebrado neste domingo (9), será diferente do ideal para alguns profissionais de saúde. Mesmo sendo um momento especial de comemoração e de passar o tempo com a família, muitos estão atuando agora na linha de frente contra a Covid-19, reforçando os atendimentos e fortalecendo os serviços de saúde em meio a uma pandemia global. É o caso do auxiliar de enfermagem Luzivan Gonçalves. Neste momento, ele está trabalhando no centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam), uma das unidades que tem atendido pacientes com coronavírus no Distrito Federal. De bem com a vida e alto-astral, o profissional de saúde enxerga isso como uma oportunidade de fazer o melhor pelo próximo. “Meus filhos até se surpreenderam quando eu disse que trabalharia no Dia dos Pais. Falei pra eles: graças a Deus o papai tem saúde e vai poder trabalhar, para poder fazer o melhor que eu puder. Como esse é meu trabalho, e eu quis isso, só tenho motivos para agradecer”, comenta. Descontraído e bem-humorado, Luzivan tenta mostrar aos seus filhos, Gabriel e Ana Júlia, a como encarar cada dia como uma verdadeira dádiva. “A vida é um presente, e vou receber esse presente trabalhando no Dia dos Pais, sem titubear. E quando acabar a tarefa, eu sei que vou voltar para me divertir com meus filhos, confraternizar e mostrar o quanto amo eles”, reforça. Saudade Já o enfermeiro Étrio Pereira, além de estar como supervisor da UTI do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), também tem dado suporte nos trabalhos do hospital modular anexo ao HRC. Para ele, neste Dia dos Pais, um sentimento resume esse momento: a saudade. “Desde que começou essa pandemia, meus filhos estão na casa dos avós maternos, em Minas Gerais. Como minha esposa trabalha no centro cirúrgico, decidimos que seria o melhor para eles. Não é fácil ficar longe da família, mas entendo que nesse momento crítico a sociedade precisa da gente. Temos que tentar ajudar”, explica o enfermeiro. Pai de Samuel, com oito anos, e do pequeno Josué, de dois anos, Étrio decidiu manter o distanciamento social como uma forma de garantir a segurança dos seus filhos. Enquanto isso se candidatou para ajudar nos trabalhos do hospital anexo depois que a unidade foi inaugurada. “É um serviço novo que abriu, e como tenho sete anos de Secretaria de Saúde, tento ajudar como eu posso. Temos que ver o lado da sociedade, que agora tem muitos pais que estão precisando do nosso suporte. Há um lado humano de cuidar do próximo e quero fazer a minha parte, apesar de eu estar longe da minha família por um breve período”, lembra. Futuro papai Enquanto uns profissionais de saúde já são pais, outros estão prestes a se tornar um, como o enfermeiro do HRC Júlio Arantes. Sua esposa, grávida de nove meses, deve dar a luz ainda em agosto. A mistura de ansiedade em se tornar papai com o ambiente imprevisível na linha de frente contra a Covid-19 tem sido um dos principais desafios da vida de Júlio. “É complicado. Lutamos contra um inimigo invisível, e fico preocupado com o que pode vir. Como tenho uma esposa grávida em casa, então o cuidado tem que ser redobrado, para não transmitir nada para ela”, disse Júlio. Contudo, como também integra o Corpo de Bombeiros, o enfermeiro reforça que o treinamento militar tem sido um aliado valioso para manter a estabilidade emocional. A preparação para situações extremas o tem ajudado a manter a serenidade nos momentos mais adversos. “Apesar da situação, posso dizer que estou tranquilo. Sinto que sou afortunado, porque já presenciei colegas em momento de dificuldade. Mas como estou na iminência de mudar minha vida, e dizem que ter um filho é sentir um amor inexplicável, estou mais ansioso para quando isso acontecer”, afirma o futuro papai de Cecília. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Não vacile, combata a dengue mesmo no período de seca

A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 600 agentes que estão divididos em todas as Regiões Administrativas do DF. Foto: Divulgação | Secretaria de Saúde A receita é simples e muita gente já tem decorado: é necessário evitar depósitos com água parada para que não haja proliferação do mosquito Aedes aegypti. Mesmo assim, os principais criadouros do mosquito ainda são encontrados nas residências, principalmente nos quintais, como baldes sem tampa, vasilhas, pratos de plantas e caixas d’água destampadas. A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 600 agentes que estão divididos em todas as Regiões Administrativas do DF. Para reforçar esse efetivo, a atual gestão da Secretaria de Saúde contratou mais 268 profissionais temporariamente. “Esse reforço nas equipes nos possibilitou ter mais agentes nas ruas e ampliar as visitas aos imóveis, podendo assim ter a dimensão exata de onde estão os principais focos do mosquito e eliminá-los prontamente”, reforçou o secretário de Saúde, Francisco Araújo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Mesmo no período de estiagem, as ações não param. Todos os dias as equipes partem para as visitas aos imóveis de todo o Distrito Federal em ações educativas e de inspeção para combater o Aedes. Além da dengue, o mosquito também é transmissor da Chikungunya, Zika e Febre Amarela. “Não podemos diminuir a atenção no período de seca e é por isso que precisamos do apoio da população. É importante que cada um reserve alguns minutos durante a semana para fazer uma inspeção no seu imóvel, principalmente no quintal. Durante as visitas as equipes sempre orientam os moradores a como evitar a proliferação do mosquito. Qualquer recipiente esquecido pode acumular água e se tornar um criadouro. Será unindo forças que conseguiremos vencer o mosquito”, destacou a diretora da Vigilância Ambiental, Jahila Anselmo. Dados epidemiológicos O informativo epidemiológico mais recente mostra que, até o dia 25 de julho, foram notificados 43.578 casos prováveis de dengue, um aumento de 21,4% quando comparado ao mesmo período de 2019. O número de óbitos se manteve o mesmo da semana passada e continua sendo menor que em 2019. Até o momento, 40 pessoas morreream em decorrência de complicações da enfermidade. Sanear Dengue Como medida de reforço nas atividades, o Governo do Distrito Federal criou o Sanear Dengue, que conta com diversos órgãos do GDF para o enfrentamento do Aedes, como SLU, Novacap, Secretaria das Cidades e Corpo de Bombeiros. Além das inspeções nas residências e em imóveis abandonados, as equipes fazem a retirada de lixo e entulho das ruas, inclusive carcaças de carros abandonados, com o auxílio do DER. Quem quiser denunciar um local com provável foco do Aedes, pode ligar diretamente na Ouvidoria da Saúde, pelo telefone 160. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Dia dos Pais: uma celebração à vida

O abraço apertado vai ficar para depois, mas o coração cheio de amor está garantido para este Dia dos Pais. Aos 73 anos, Francisco Osmédio da Silva está há mais de 20 dias longe do aconchego do lar por causa da Covid-19, mas o tratamento conta com doses homeopáticas de carinho com a presença virtual diária da família. Neste domingo (9), a homenagem por telechamada é, também, celebração à vida.    Cearense de Solonópole, o servidor aposentado do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) chegou à capital federal em 1970 e nunca havia sido internado em hospitais. Descrito como forte, prestativo e generoso, ele acabou infectado pelo novo coronavírus e passou as últimas semanas em isolamento hospitalar – desde Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até enfermaria.  Confira o vídeo da telechamada envolvendo Francisco e a família: A recuperação é acompanhada de perto pela família. De contêineres instalados na área externa do Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha, onde ele passou os últimos dias, a família fez telechamadas diárias com o paciente. As conversas, feitas por meio de tablets, os aproximam dia após dia, e amenizam a distância.  “Neste Dia dos Pais, é um presente saber que ele está bem, se recuperando. Temos que agradecer a Deus e à equipe, que trabalha com tanto amor”, valoriza a filha, Lidiane Pinheiro, secretária de 42 anos. “É uma situação bem difícil. Durante o processo, várias pessoas próximas pegaram a doença. Sabemos que muitos não conseguem atravessar. Eu posso resumir meu sentimento em gratidão.” A família é pequena – pai, mãe, dois filhos e três netos – e todos vivem próximos. “Fomos criados em ambiente de paz e união, com contato diário. Por mais que a doença impeça contato físico, fizemos o esforço de acompanhar a evolução de perto, com televisitas”, afirma a filha. “Por mais que as telechamadas sejam rápidas, é especial para o paciente saber que alguém que o ama está acompanhando”, valoriza. [Olho texto=”Neste Dia dos Pais, é um presente saber que ele está bem, recuperado. Sabemos que muitos não conseguiram atravessar a doença. Meu sentimento é de gratidão.  ” assinatura=”Lidiane Pinheiro, filha de paciente recuperado ” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Está marcada para a tarde deste domingo mais uma chamada especial por vídeo, mas a espera é que o paciente tenha alta. “A expectativa é passar a mensagem de que ele é um pai maravilhoso, que nunca deixou nos faltar nada, que é um exemplo de pessoa honesta. Seja indo pra casa ou por telechamada, quero dizer que o amo muito, que é muito importante para nós e que estamos muito felizes de poder dizer tudo isso nesse dia dos pais”, planeja a filha.  Não se sabe exatamente como o idoso pegou a doença. Lidiane Pinheiro relata que ele começou a perder o apetite, ficar mais deitado. Foi uma semana passando mal em casa, até que piorou e passou a não comer ou beber. Da unidade básica de saúde, ele já saiu internado no Hospital Regional de Samambaia (Hrsam) até ser transferido para o Hospital de Campanha, dois dias depois.  A esperança é que nos próximos dias Francisco Omédio da Silva se junte aos mais de 103 mil pacientes recuperados registrados no Distrito Federal. Dos 121 mil casos confirmados na capital até a noite de sábado (8), 85% já tinham conseguido passar pelo ciclo da doença no organismo.  Televisitas  No estacionamento do Hospital de Campanha do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha foram instalados dois contêineres, de onde funciona o sistema de televisitas. O agendamento ocorre pela internet. É necessário fazer um cadastro e, após esse procedimento, selecionar datas e horários disponíveis.  O hospital foi inaugurado em maio de 2020 e dedica-se exclusivamente ao atendimento de pacientes com Covid-19 que estão com necessidade de internação. Na última semana, a unidade atingiu a marca de mil altas médicas de recuperados da doença. 

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Grupo de motociclistas doa sabonetes para campanha da Caesb

O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar a campanha. Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social. Foto: Divulgação | Caesb A união de motociclistas do Distrito Federal vai ajudar no combate à pandemia do novo coronavírus. O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar campanha solidária da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias e instituições em situação de vulnerabilidade social. A doação dos motociclistas ocorreu na tarde deste sábado (8), na sede da Caesb, em Águas Claras. “Vimos a campanha da Caesb na televisão e nos mobilizamos. Sempre estamos fazendo trabalho social e decidimos dar essa força para quem mais precisa. Se cada um fizer a sua parte, vamos poder mudar essa realidade de alguma forma. É o mínimo que podemos fazer para ajudar o próximo”, contou Wagner Lino, presidente do grupo Loucos do Cerrado, que existe desde 2014. A secretária-geral da Companhia, Claudia Marques, agradeceu.“São ações como essa que fazem a empresa pública abraçar com muito mais força os projetos de responsabilidade social. Além de trabalhar com muita responsabilidade para garantir água de qualidade e esgoto 100% tratado para a população do DF, a atual gestão da Caesb tem o cuidado com o próximo como uma de suas maiores marcas”, enfatizou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] A ação solidária da Caesb foi lançada em 5 de maio com a meta inicial de arrecadar 20 mil unidades de sabonetes e barras de sabão. A empresa já atingiu o objetivo inicial e decidiu continuar arrecadando e distribuindo os itens às famílias carentes até o fim da pandemia de Covid-19. Os produtos de higiene arrecadados já foram doados para famílias de Ceilândia, Itapoã e Paranoá atendidas no Golfinho, um projeto social da Caesb, além do Instituto Solidário de Ceilândia, Lar dos Velhinhos e instituto El Shadai. Responsável pelo Projeto Golfinho, que tem recebido as doações da campanha, Nivia Pedrosa agradeceu ao grupo de motociclistas e reforçou a importância da doação. “Demonstra que a população está junta e engajada na luta contra o coronavírus. Com o apoio que temos recebido, já fizemos doações para seis instituições. E não vamos parar até o fim desta pandemia”, destacou Nivia.  Doadores Entre os doadores, desde o início da campanha, estão: – próprios empregados e aposentados da Caesb; – associados da Caesb Esportiva e Social (Caeso); – equipes do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) e da Secretaria de Comunicação do Governo do Distrito Federal (Secom) – que se uniram à campanha e viraram pontos de coleta dos itens; – empresárias Heloísa Helena e Pollyana Prudente – Drogaria Brasil; – servidor do TJDFT, Michael Xavier; – Mirante Incorporações – que iniciou a campanha doando 2 mil sabonetes; – Shopping DF Plaza; – Rede D’Or, que doou 3,6 mil sabonetes; – psicólogos e neurocientistas da HeartBrain; – Instituto Plástica Oclusal- IPO Palmieri; – ótica Audrey Brants; – advogados de Brasília; – pessoas anônimas da comunidade que estão deixando suas doações nos pontos de coleta. Serviço: Os itens de higiene pessoal continuam sendo recebidos nas portarias das unidades Sede e SIA da Caesb, na sede do Biotic e na ótica Audrey Brants, na Asa Sul. Saiba mais sobre a campanha

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Hran vai ganhar mais 60 vagas de estacionamento

Já foram realizadas a terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. Foto: Divulgação | DER-DF O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) está realizando mais uma obra que vai proporcionar mais conforto à população. Dessa vez a melhoria é para os pacientes do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). O órgão deu início, na última segunda-feira (3), à construção de um estacionamento na parte externa do hospital, em uma área de 1.150 metros quadrados. Ali, vão ser construídas e demarcadas 60 vagas mistas que serão disponibilizadas para funcionários e pacientes. O serviço está em execução por obra direta do DER e conta com a força de trabalho de dez servidores. Já foram realizadas as fases de terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. O superintendente de Obras, Cristiano Cavalcante, ressalta que o DER-DF não mede esforços para garantir a melhoria nos serviços prestados para a população, por mais simples que o serviço pareça. “É uma obra rápida e que vai proporcionar mais conforto para quem precisa estacionar no hospital para cuidar da saúde. E, em se tratando de saúde, nenhum esforço é em vão”, explicou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] O pedreiro Gilson Ramalho, 39 anos, acompanha a irmã ao Hran ao menos uma vez na semana para um tratamento. Ele destacou a importância da melhoria neste momento em que o sistema de saúde do Distrito Federal passou a ser mais utilizado por conta da pandemia do novo coronavírus. “Qualquer obra que venha a facilitar a vida da população, ainda mais nesse momento de pandemia, deve ser aplaudid. Aumenta o conforto de quem precisa utilizar o sistema público de saúde. E aqui era realmente necessário esse estacionamento”, disse.  *Com informações do DER-DF

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Saúde alerta: mantenha suas vacinas em dia

A última análise dos índices de cobertura vacinal no Distrito Federal revelou que houve uma queda nas imunizações no primeiro quadrimestre de 2020, quando analisados os indicadores do mesmo período do ano passado. As informações estão no informativo publicado pela Secretaria de Saúde especificamente da cobertura do calendário infantil, já que este contempla a maioria das vacinas e é porta de entrada para o Programa de Imunização. A avaliação da Subsecretaria de Vigilância à Saúde engloba todas as Regiões de Saúde do DF. “A partir desses dados, os gestores vão conseguir observar melhor sua cobertura vacinal – se está baixa, adequada ou acima da meta estabelecida”, explica a enfermeira e colaboradora do Informe, Milena Fontes.  O trabalho também servirá, ressalta a profissional, para informar à população em geral e gestores sobre como está a imunização da população para que se desenvolvam melhorias e se resgatem as pessoas que não estão indo vacinar. Atualmente, são 128 salas de vacina em todo o Distrito Federal abertas ao público. A enfermeira da área técnica de imunização, Fernanda Ledes, reforça a importância de manter a caderneta de vacinação sempre atualizada. “As salas de vacinas estão funcionando normalmente para vacinação de rotina e, portanto, reiteramos a importância de as pessoas procurarem as salas para atualizar a situação vacinal. Com a retomada gradual das atividades, muitas doenças podem voltar a circular, caso as pessoas não estejam adequadamente vacinadas”, afirma. Reflexo da pandemia? A meta de cobertura vacinal utilizada no Distrito Federal segue os parâmetros do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, de 80% para as vacinas contra o HPV e meningocócica C em adolescentes; 90% para as vacinas BCG e Rotavírus; e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação.  Porém, as coberturas estão baixas nesse primeiro quadrimestre de 2020, menores que as coberturas vacinais para o mesmo período de 2019, o que pode ser reflexo da pandemia do novo coronavírus. De acordo com Milena, as coberturas vacinais medem a proporção de pessoas vacinadas diante da população que deveria estar vacinada. “É possível ver como está a proteção da população e acompanhar a efetividade das ações planejadas de vacinação”. * Com informações da Secretaria de Saúde/DF

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Hospital da Papuda abre na primeira quinzena do mês

Dos 1.708 detentos da Papuda diagnosticados com Covid-19, três morreram | Foto: Renato Alves / Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo para a inauguração do hospital que funcionará dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. Foi aberto nesta segunda-feira (3) o processo para contratação emergencial de empresa que prestará serviço de gestão integrada de 20 leitos de enfermaria. Previsão é que o local entre em operação ainda na primeira quinzena do mês. [Olho texto=”“A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos”” assinatura=”Sócrates Alves, subsecretário de Infraestrutura e Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) registra a dispensa de licitação para a contratação da empresa que prestará serviço no local. Os grupos interessados na gestão da unidade têm até 15h de 7 de agosto para enviar as propostas ao e-mail dispensadelicitacao.sesdf@gmail.com. A vencedora deverá fornecer aparelhos, gerenciamento técnico, assistência multiprofissional de forma ininterrupta, manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos. A empresa selecionada também será responsável pelo atendimento dos pacientes, com medicamentos, materiais médico-hospitalares e esterilização de equipamentos e materiais, além de alimentação (nutrição enteral e parenteral). Toda a infraestrutura da unidade está pronta, o que significa que há capacidade para ampliação com aditivos contratuais, com abertura de novos leitos, caso isso seja necessário. Cenário A população do complexo é de 15 mil apenados. Segundo a Secretaria de Saúde (SES), 1.708 detentos foram diagnosticados com Covid-19. Desse total de presidiários infectados pelo novo coronavírus, três morreram e apenas 75 têm a doença ativa. A pasta aponta que o sistema penitenciário tem uma taxa de letalidade de 0,29% na população privada de liberdade e de 0,23% em policiais penais – percentuais menores do que o esperado. Construída em caráter emergencial, estrutura do hospital foi inicialmente destinada apenas a pacientes de Covid-19 e será ampliada após a pandemia | Foto: Renato Alves / Agência Brasília Todo esse cenário motivou a mudança no planejamento de contratação. Inicialmente, estavam previstos 40 leitos – 20 de enfermaria, 10 semi-intensivos e 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, o subsecretário de Infraestrutura da SES, Sócrates Alves, explica que isso não se mostra mais necessário. “A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos, então é questão de gestão. Diante do cenário atual, não há necessidade de contratar além dos 20 leitos de enfermaria”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O hospital Idealizado como espaço para atendimento a casos de Covid-19, o hospital que seria apenas de campanha ficará para a população carcerária, dos servidores e dos trabalhadores do meio prisional. Com investimentos em torno de R$ 5,9 milhões, a obra tem mil metros quadrados de área construída. A gestão é da Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). A permanência do hospital no complexo vai evitar o deslocamento de presos para atendimentos médicos em unidades da rede externa. * Com informações da Secretaria de Saúde

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