Vigilância Sanitária interdita duas praças de alimentação neste domingo
Fiscais fazem valer a força da lei nos centros comerciais | Foto: Secretaria de Saúde Dois shoppings na Asa Norte e no Guará foram vistoriados pelos fiscais da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) na tarde deste domingo (20). A praça de alimentação do shopping localizado no Guará estava lotada e precisou ser interditada. [Numeralha titulo_grande=”R$ 2 milhões” texto=”é o valor máximo da multa por descumprimento de medida sanitária” esquerda_direita_centro=”centro”] No shopping da Asa Norte, também foi preciso interditar um restaurante que não seguia os protocolos sanitários vigentes. A praça de alimentação foi autuada por apresentar algumas inconformidades, como o não distanciamento correto das mesas. Nesse mesmo espaço comercial, um hipermercado foi autuado por não aferir a temperatura dos colaboradores e não haver distanciamento adequado de mesas na área do café. Os fiscais orientaram os comerciantes quanto às medidas que deveriam ter sido tomadas, nos termos da legislação pertinente. Após adequação e controle do fluxo de pessoas, houve a liberação para continuar recebendo clientes desde que não houvesse desrespeito às normas de segurança. Aglomeração de clientes viola necessidade de distanciamento para frear contágio | Foto: Secretaria de Saúde Desde a última segunda-feira (14), as ações do órgão em estabelecimentos comerciais foram reforçadas para garantir o cumprimento das medidas de segurança contra o coronavírus, especialmente nessa época do ano, quando as pessoas vão com mais frequência a shoppings e feiras. Os trabalhos com reforço permanecem até a véspera de Natal, no dia 24 de dezembro, em mais de 90 centros comerciais do DF. “Os shoppings precisam organizar e controlar o fluxo de pessoas nos corredores, interiores das lojas, estacionamentos, especialmente nessa época de pandemia, de modo que se evite aglomerações”, alerta a gerente de Fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, para quem “os estacionamentos não podem ultrapassar os 50% da sua capacidade máxima”. Ações em todo o DF Na última quinta-feira (17), um shopping localizado ao lado da Rodoviária do Plano Piloto teve a praça de alimentação interditada por aglomeração. Os fiscais permaneceram no local até que o fluxo de pessoas fosse controlado e as mesas distanciadas. Após a adequação, o local foi liberado para funcionar depois de algumas horas interditado. Áreas interditadas ficaram vazias até que os protocolos sanitários fossem respeitados | Foto: Secretaria de Saúde Outros dois shoppings que funcionam no Pistão Sul e na avenida Comercial Sul, em Taguatinga, também foram alvo da fiscalização neste sábado (19). O primeiro foi totalmente interditado por mais de duas horas. Ficou proibida a entrada de novos clientes até que a circulação de pessoas fosse reduzida. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Por lá os fiscais encontraram pessoas sem máscara e muito próximas umas das outras, nos corredores e na praça de alimentação. No outro estabelecimento havia aglomeração na fila de uma casa lotérica. Neste caso, houve autuação, porém sem necessidade de interdição. Sanções previstas em lei A Lei nº 6.437/1977 prevê autuação quando um estabelecimento de grande porte oferece alto risco de contaminação em massa. O flagrante do desrespeito às normas de segurança e higiene, especialmente neste período de pandemia, pode gerar a aplicação de multa ao final do processo administrativo de autuação, que varia entre R$ 2 mil a R$ 2 milhões, dependendo das irregularidades encontradas pelo órgão fiscalizador. A Vigilância Sanitária recebe denúncias que podem ser feitas via ouvidoria, pelos telefones 160 ou 162, ou pelo site www.ouv.df.gov.br. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Como o DF enfrentou a primeira onda da pandemia
Centro Médico da PM dispõe de estrutura e serviços de excelência no combate ao coronavírus | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília O combate ao novo coronavírus foi prioridade para o Governo do Distrito Federal desde o início, tão logo a Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou, em março, que o mundo já enfrentava uma pandemia. Já no dia 11 de março o GDF decretou medidas restritivas para conter a proliferação de um vírus desconhecido e, em muitos casos, fatal. Agora, quando o mundo enfrenta uma nova investida da doença (a Covid-19) – a chamada “segunda onda” – o DF está pronto para diminuir os riscos da população. Desde o início da pandemia houve um grande investimento em ações capazes de proteger a população, desde a construção emergencial de hospitais de campanha e a compra de insumos – como máscaras protetivas, para distribuição pública – até a contratação de mais profissionais de saúde. Ou seja, um intenso investimento não só de recursos financeiros, mas também de força de trabalho, estrutura e serviços de qualidade (confira na arte ao final desta matéria). [Olho texto=”“Tomamos as ações aqui de forma muito rápida, fazendo a prevenção com isolamento social, criando leitos de UTI. E atendemos a todos. Não há nenhum caso de quem não tenha sido atendido pela rede pública”” assinatura=”Ibaneis Rocha, governador do DF” esquerda_direita_centro=”centro”] Em nove meses de pandemia, o governo distribuiu mais de três milhões de máscaras de tecido; disponibilizou, nos meses mais críticos da doença, 720 leitos exclusivos em hospitais públicos e privados, e convocou um reforço de mais de 3,7 mil profissionais de saúde. Também foi erguido um hospital de campanha, no Estádio Mané Garrincha, que atendeu mais de 1,8 mil pacientes, e ampliado o Hospital de Ceilândia, com a oferta de mais 73 leitos. [Olho texto=”“Nossas medidas de enfrentamento à doença foram pioneiras no país e reconhecidas nacionalmente”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] Investimentos também foram feitos para transformar o Centro Médico da Polícia Militar em um outro ponto de apoio para tratar infectados pelo coronavírus. No hospital militar, foram admitidos 308 pacientes entre 1º de agosto e 21 de outubro. “Tomamos as ações aqui de forma muito rápida, fazendo a prevenção com isolamento social, criando leitos de UTI. E atendemos a todos. Não há nenhum caso de quem não tenha sido atendido pela rede pública”, enfatiza o governador Ibaneis Rocha. [Olho texto=”“A nossa mensagem é de valorização da vida. É preciso ter consciência de que a Covid-19 mata, e temos que nos proteger. O governo está fazendo sua parte, mas o cidadão também tem de fazer a dele”” assinatura=”José Humberto Pires, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”centro”] A testagem da população também foi reforçada. Mais de 570 mil exame foram aplicados gratuitamente na população, nas modalidades RT-PCR e sorológicos. “Nossas medidas de enfrentamento à doença foram pioneiras no país e reconhecidas nacionalmente”, destaca o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. “Ademais, o governo investiu na ampliação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no acréscimo e na valorização dos profissionais de saúde e em dezenas de campanhas educativas para a conscientização da população”, acrescenta o gestor. [Olho texto=”“Chegamos a aplicar várias multas. Mas o papel da Vigilância Sanitária foi o de orientar e fiscalizar as melhores práticas”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância em Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] Todo o mundo enfrenta uma nova onda da doença, que só será controlada com o sucesso das vacinas. Mas o Distrito Federal está pronto para qualquer emergência, lembra o secretário Okumoto, uma vez que os leitos e respiradores podem ser ampliados imediatamente, e os investimentos na saúde pública não param. Em breve será inaugurado o Hospital de Campanha de Ceilândia, que depois da pandemia será incorporado à rede de saúde do GDF, com mais 60 leitos, e sete unidades de pronto atendimento (UPA) estão em construção. [Olho texto=”“O objetivo principal é coibir as aglomerações em bares e restaurantes do DF, alertar sobre o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns desses estabelecimentos, quando não fazendo consumo de bebidas e alimentos, e a necessidade de aferição de temperatura e da disponibilização de álcool gel”” assinatura=”Cristiano Mangueira, secretário da DF Legal” esquerda_direita_centro=”centro”] Suspensão das aulas: o início da prevenção Com a edição de vários decretos, o governador Ibaneis Rocha foi suspendendo paulatinamente as atividades ao mesmo tempo em que reforçou a necessidade do isolamento social. A capital do país foi a primeira a suspender as aulas, em 12 de março. Uma semana depois, uma norma determinou o fechamento do comércio em geral, bem como a suspensão da prestação de alguns serviços e a realização de eventos públicos. Equipe da Segov em dia distribuição de máscaras em Areal, Taguatinga | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília No dia 23 de abril veio a obrigatoriedade do uso de máscaras no Distrito Federal. Essa e outras medidas são fiscalizadas pela Secretaria DF Legal e pela Vigilância Sanitária, com apoio das forças de segurança. Ao mesmo tempo em que monitorava, o GDF oferecia o item de proteção. [Numeralha titulo_grande=”538.739 vistorias” texto=”sanitárias e de distanciamento feitas pela força-tarefa do GDF” esquerda_direita_centro=”centro”] Sob coordenação da Secretaria de Governo (Segov-DF), cerca de 3 milhões de máscaras foram distribuídas até o momento por diversos órgãos e administrações regionais. “A nossa mensagem é de valorização da vida. É preciso ter consciência de que a Covid-19 mata, e temos que nos proteger. O governo está fazendo sua parte, mas o cidadão também tem de fazer a dele”, destaca o gestor da pasta, José Humberto Pires. “Trabalhamos intensamente nas ações corretiva e a educacional. Na abertura do comércio, reforçamos a necessidade do uso do álcool em gel, quantitativo de pessoas, a distância mínima, a higienização”, completa o subsecretário de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde, Divino Valero. “Chegamos a aplicar várias multas. Mas o papel da Vigilância Sanitária foi o de orientar e fiscalizar as melhores práticas”, acrescenta. Servidores da DF Legal e da Vigilância Sanitária não apenas aplicaram multas e advertências, mas também orientaram comerciantes | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília Fiscalização reforçada: mais de 500 mil vistorias O governo também reforçou a fiscalização nas ruas para que as medidas sanitárias contra o Covid 19 fossem cumpridas. De março a novembro, a Secretaria DF Legal coordenou operações em companhia de servidores da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e Secretaria de Saúde. Neste período, a força-tarefa fez 538.739 vistorias em estabelecimentos comerciais, fechando compulsoriamente 24.275 deles por desobediência a alguma regra sanitária. O DF Legal multou 395 lojas e interditou outras 1.678. [Numeralha titulo_grande=”Mais de 70 mil” texto=”pacientes atendidos no Hran” esquerda_direita_centro=”centro”] O uso obrigatório de máscaras também fez a fiscalização abordar mais de 82.225 pessoas nas ruas das 33 regiões administrativas. Deste total, 170 foram multadas. “O objetivo principal é coibir as aglomerações em bares e restaurantes do DF, alertar sobre o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns desses estabelecimentos, quando não fazendo consumo de bebidas e alimentos, e a necessidade de aferição de temperatura e da disponibilização de álcool gel”, destaca o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira. Rede hospitalar ampliada e melhorada Em Brasília, o tradicional Hospital Regional da Asa Norte (Hran) logo deu o exemplo. Tornou-se referência nacional no tratamento de casos de Covid-19. Foram mais de 70 mil pacientes atendidos na unidade hospitalar. Além da excelência médica e de uma reestruturação de fluxo, vários estudos foram feitos no Hran no sentido de reduzir a propagação da doença. A tarefa de salvar vidas se espalhou por todo o DF. Foram construídos os hospitais de campanha do Mané Garrincha (com 197 leitos de UTI) e da Polícia Militar do DF (80 leitos), além dos cuidados nas UPAs e demais hospitais regionais do Distrito Federal. Emoção marcou as mais de 1,5 mil altas clínicas no Hospital de Campanha do Mané Garrincha | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Passaram pelo Hospital de Campanha do Mané Garrincha 1,8 mil pacientes. Destes, 1.787 receberam alta do local. Já o Hospital de Campanha do Centro Médico da PM admitiu, entre 1º de agosto e 21 de outubro, 308 pacientes, dos quais 189 receberam alta. O GDF contou ainda com uma ajuda no reforço de número de leitos: a doação de uma unidade modular, anexa ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), feita pela empresa JBS. O local conta com 54 módulos hospitalares refrigerados com 73 leitos – dos quais três com suporte de ventilação mecânica – distribuídos em uma área de 1.015 metros quadrados. Mais profissionais de saúde A Secretaria de Saúde nomeou este ano, até novembro, 3.796 servidores para reforçar os atendimentos à população durante a pandemia do novo coronavírus. Ao todo, foram chamados 1.199 profissionais de saúde efetivos e 2.597 temporários, que ampliaram as equipes e atuaram na prevenção, combate, mitigação e enfrentamento da Covid-19. Corpo de servidores da Saúde, os verdadeiros heróis da pandemia, foi reforçado para vencer o novo vírus | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Para o secretário da pasta, Osnei Okumoto, os mais de 3 mil servidores chamados representam o esforço de gestão para garantir o melhor atendimento nas unidades de saúde durante a pandemia. “Esse é um compromisso do governador Ibaneis Rocha com os aprovados em concurso público. Estamos cumprindo aquilo que foi prometido a todos, que é o chamamento para os cargos na Secretaria de Saúde e, com isso, reforçar os serviços à população”, afirmou. Testagem da população A alta testagem da população sempre esteve na lista de prioridades. Segundo a Secretaria de Saúde, até o dia 31 de outubro foram realizados no DF 573.483 testes nas modalidades RT-PCR e sorológicos. Postos de drive-thru foram espalhados em pontos estratégicos do Distrito Federal para a aplicação de testes rápidos. Os resultados saíam com rapidez, majoritariamente no mesmo dia do exame. As unidades básicas de saúde também ofereceram dois tipos de teste: os rápidos e por swab nasal (RT-PCR). Em outra frente, o governo investiu cerca de R$ 15,7 milhões na aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os servidores que atuam na linha de frente do combate (saúde e segurança). Medida mais do que necessária para evitar a disseminação da doença. Baixa ocupação de leitos A taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados à Covid-19 na rede pública – incluindo adulto, pediátrico e neonatal – sempre esteve dentro da normalidade. No final de novembro, após redução gradativa dos 720 leitos exclusivos para 391 ativos, o índice de ocupação para Covid registrou 64%. Portanto, abaixo do percentual de até 70%, considerado dentro dos padrões sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A redução gradativa dos casos levou o governo a desativar as camas e estruturas a partir de 26 de setembro, obedecendo a um cronograma rígido e controlado por técnicos de saúde e estatísticos. O hospital do Mané Garrincha, por exemplo, encerrou as atividades em 15 de outubro. Taxa de recuperação é 90% Já são mais de 214 mil pacientes recuperados na capital do país, atribuindo ao DF um dos mais altos índices de recuperação em todo o Brasil: cerca de 90%. Até o início de dezembro, foram registrados 3,9 mil óbitos em decorrência da doença. A Secretaria de Saúde segue acompanhando de perto a evolução e o número de casos de infecção por aqui. “As providências e os cuidados seguem. Até mesmo para que o Distrito Federal esteja em condições de enfrentar uma possível segunda onda de Covid-19”, finaliza Osney Okumoto. CONFIRA ALGUMAS DAS AÇÕES DO GDF CONTRA O CORONAVÍRUS:
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Natal antecipado anima pacientes do Hospital de Base
O kit distribuído pelas voluntárias do MAC conta com toalhas, lenços, hidratante para pele, batom, creme de barbear, sabonete, entre outros | Foto: divulgação Secretaria de Saúde O dia começou cheio de surpresas e alegrias para os pacientes de algumas áreas do Hospital de Base. Isso porque o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) 55 kits com produtos de higiene pessoal nas unidades de Oncologia, Hematologia e Gastrologia. Francisco Manoel das Chagas foi um dos contemplados com as lembranças. Ele está em tratamento de um câncer e internado desde maio na unidade hospitalar. “Estou super feliz com esses presentes. Não tenho palavras para agradecer”, disse. “Que Deus multiplique para aqueles que fizeram isso de coração.” O kit distribuído pelas voluntárias do MAC conta com toalhas, lenços, hidratante para pele, batom, creme de barbear, sabonete, entre outros. A dona Aparecida dos Santos, que passa por tratamento de câncer, ficou feliz ao receber esse carinho. “É muito bom ser lembrada neste momento”, declarou. “Isso nos dá mais animação para continuar essa luta”. E é justamente essa a ideia do MAC. Segundo a coordenadora do movimento, Regina Selma de Sousa, muitos pacientes, mulheres ou homens, necessitam, durante o período de tratamento, de produtos básicos de higiene. “Não fazemos nenhuma distinção, preparamos kits para homens e mulheres”, explicou Regina. “Qualquer mimo nessa hora aumenta a autoestima do paciente, e isso ajuda na recuperação.” As voluntárias do MAC Além de Regina, o MAC conta com outras três voluntárias: Soraya, Márcia e Marilene. Elas distribuem cestas básicas todas as últimas terças-feiras de cada mês. E isso é feito praticamente o ano inteiro. Para 2021, eles já estão buscando donativos. Aceitam cestas básicas, produtos de higiene pessoal, roupas, calçados e acessórios. Presentes que alegram a alma de quem tem que enfrentar as dores de um câncer. Como ajudar o MAC Doações podem ser feitas às terças e quintas-feiras, das 8 às 18h, na sede do MAC: Ala dos Voluntários do Hospital de Base. Produtos preferidos: cestas básicas; alimentos para café da manhã e lanche da tarde; roupas, calçados, acessórios e utilidades para o bazar permanente; itens de higiene, como sabonetes, escovas, pastas de dente e hidratantes. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospital de Santa Maria retoma oferta de tomografias
Tomógrafo em pleno funcionamento: serviço volta a ser oferecido no hospital | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Desde esta terça-feira (15), está regularizada a oferta de tomografias do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). O serviço foi interrompido no dia 4 deste mês, depois de uma das centrais de refrigeração da unidade de saúde apresentar problemas. De janeiro a outubro, a unidade realizou 23.147 tomografias, com média de 95 exames por dia. [Numeralha titulo_grande=”23.147 ” texto=”Número de tomografias feitas pelo HRSM de janeiro a outubro” esquerda_direita_centro=”centro”] Para retomar os atendimentos, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges), que administra o HRSM, instalou na sala de tomografia um aparelho de ar-condicionado split – composto por duas partes, uma condensadora e outra evaporadora. Assim, os exames podem ser feitos em condições adequadas e sem risco de danificar o tomógrafo da unidade. O tomógrafo é sensível a altas temperaturas e precisa de um ambiente com boa refrigeração para operar corretamente. “O ar-condicionado central apresentou problemas no dia 1º”, detalhou o superintendente do Hospital de Santa Maria, Willy Pereira. “Até o dia 4, estávamos fazendo três exames e precisando desligar para ele esfriar. Optamos, então, por suspender o serviço para evitar que o tomógrafo se danificasse”. “É importante esclarecer que o nosso tomógrafo jamais esteve quebrado”, explica o gerente de apoio diagnóstico terapêutico do HRSM, Ubirajara Silveira. “O que fizemos foi interromper o funcionamento dele por medida de segurança”. Durante esse período, informa o gestor, os pacientes não ficaram desassistidos: “Encaminhamos os usuários que necessitavam do exame para outros hospitais da rede pública”. * Com informações do Iges-DF
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GDF Presente construindo caminhos
Com apoio do programa GDF Presente, a construção ou reforma de calçadas foi ampliada, chegando a todas as cidades do Distrito Federal | Fotos: GDF Presente/Divulgação Tão importantes para a mobilidade e a segurança de pedestres, além do bom funcionamento do trânsito, as calçadas são prioridade dentro da política de mobilidade urbana do DF. Com apoio do programa GDF Presente, a construção ou reforma desses equipamentos ampliou, chegando a todas as cidades do Distrito Federal. Desde janeiro, já são cerca de 160 mil metros quadrados de passeios, em um investimento de R$ 14,2 milhões. No Sol Nascente/Pôr do Sol, por exemplo, quatro mil metros de calçadas estão saindo do papel. Demandaram um investimento de R$ 1,2 milhão e as obras são executadas por uma empresa contratada por licitação pela Novacap, com o apoio do GDF Presente e da administração regional. “Estamos atentos à importância da questão da mobilidade. A Novacap tem feito um estudo das necessidades em cada região. Em 2021, o investimento e a parceria com o GDF Presente será ainda maior”, garante o subsecretário de Desenvolvimento Regional e Operações nas Cidades, Flávio Araújo. “Nossa maior preocupação é construir calçadas acessíveis, mais espaçosas e de alta qualidade, garantindo a durabilidade e elevando a segurança que a população precisa”, afirma o diretor de Urbanização da Novacap, Sérgio Lemos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Para o vigilante Edson Batista, 41 anos, os novos passeios chegam em ótimo momento. “Nessa época de pandemia, em que está tudo tão difícil, é importante pra gente se locomover em segurança”, afirma. “Na nossa cidade, que é tão carente de infraestrutura, a calçada é como um equipamento público, além dos vários PECs (Ponto de Encontro Comunitário) instalados. Estamos muitos felizes e parabenizo o governo”, completa Edson. “A calçada é de suma importância para a comunidade. Ajuda no bem-estar e na segurança dos moradores e, acima de tudo, traz conforto”, opina o administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Domingues. “Aqui, no Sol Nascente, ainda vemos muitas pessoas andando no meio da rua, perto dos carros. Mas agora vai melhorar muito com esse investimento”, assegura. No Sol Nascente/Pôr do Sol, por exemplo, quatro mil metros de calçadas estão saindo do papel. Demandaram um investimento de R$ 1,2 milhão | Foto: Divulgação/GDF Presente Guará No Guará, a construção de um passeio “salvou” um acesso que era foco de problemas na QE 15 do Guará 2. O beco entre dois quarteirões vivia alagado com as chuvas, além de o local ser alvo de alguns assaltos. Cinquenta e dois metros de calçada foram colocados na área. “O acesso ali era muito complicado na época das chuvas. Então ficou excelente, pois significa mais segurança e mais mobilidade para a população guaraense”, explica a administradora Luciane Quintana. Segundo Luciane, uma emenda parlamentar do deputado distrital Rodrigo Delmasso vai destinar R$ 575 mil para a instalação de mais passeios pela cidade em 2021. “Eles são essenciais para as mães andarem com seus carrinhos de bebê, além de idosos e crianças principalmente. No Guará, temos uma população muito ativa”, pontua. Samambaia e Taguatinga Já em Samambaia, a melhoria veio para dar acessibilidade aos usuários do hospital público da cidade, o HRSam, localizado na QR 614. Calçadas também foram colocadas no canteiro central da QR 210/410, onde há duas faixas de pedestres próximas. “Temos uma população de cerca de 300 mil habitantes e esse é um dos pedidos mais recorrentes em nossa Ouvidoria. É primordial oferecer mobilidade”, acredita o administrador Gustavo Aires. Taguatinga também vai ganhar um passeio de grandes dimensões. O GDF Presente está construindo 640 metros quadrados nas quadras 38/40 do Setor M Norte, margeando o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 17.
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GDF Saúde distribui carteirinhas de beneficiários
Os mais de 5,5 mil servidores e familiares, que fizeram inscrição no GDF Saúde até agora, começaram a receber as carteirinhas confirmando a adesão. Os documentos estão sendo enviados por e-mail e pelos Correios e já podem ser utilizados para atendimentos de urgência e emergência na rede credenciada. Todos os inscritos no convênio irão receber a carteirinha física em casa. Mas, até que ela chegue, é possível utilizar a versão digital enviada por e-mail juntamente com o documento de identidade. Até o momento, além dos servidores da Secretaria de Saúde podem aderir ao GDF Saúde, os da Educação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os beneficiários que receberem a carteirinha podem, após 24 horas, utilizar a rede de hospitais já credenciados para atendimento de urgência e emergência. Para a utilização em consultas, exames, cirurgias e procedimentos eletivos, a carência é de 60 dias e para partos 300 dias após a data de efetivação da adesão. Uma ótima notícia para os servidores que já se inscreveram e os que pretendem aderir ao GDF Saúde. Os hospitais Home, CBV Hospital de Olhos, o Hospital Urológico de Brasília, o Hospital PAI, na Asa Sul, e o Hospital Santa Marta, em Taguatinga, já fazem parte da rede credenciada. “Estamos bastante satisfeitos com os hospitais credenciados à rede GDF Saúde. Dentro dos próximos dias a expectativa é de que novos contratos sejam assinados, ampliando ainda mais o atendimento em todo o Distrito Federal, em diversas especialidades”, ressalta Bruno Richelieu, diretor do Plano de Saúde do Instituto Assistência à Saúde dos Servidores dos Distrito Federal (Inas). Adesão De acordo com o calendário elaborado pelo GDF, os funcionários da Secretaria de Educação podem se inscrever no convênio desde a última terça-feira (1º) e, a partir de 4 de janeiro de 2021, as outras pastas poderão se cadastrar no programa. A adesão deve ser feita pelo site do Inas. Com o número da matrícula, CPF e data de nascimento em mãos, é preciso preencher o Termo de Adesão e anexar quatro documentos: a identificação com foto e um comprovante de residência para o titular e a identificação e um documento que comprove o parentesco para os dependentes. Servidores ativos, aposentados, aqueles que ocupam cargo comissionados ou temporários e empregados públicos poderão contar com os serviços do GDF Saúde. Não há limite de idade para adesão ao plano. Também poderão se inscrever o cônjuge ou companheiro, filhos menores de 21 anos, inválidos e estudantes universitários até 24 anos. Enteados e menores sob a guarda judicial também terão direito ao benefício. O recém-nascido, filho natural ou adotivo do titular, poderá ser inscrito na condição de dependente, estando isento do cumprimento dos períodos de carência, desde que a sua inscrição ocorra no máximo em 30 dias após o seu nascimento ou adoção. Também não será obrigatório o cumprimento de novos períodos de carência para o beneficiário dependente que se tornar pensionista e que manifestar intenção em permanecer no plano. Confira a rede de hospitais e laboratórios já credenciados em http://inas.df.gov.br/adesao-ao-gdf-saude/
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Saúde conta com Fecomércio e sindicatos para combater a Covid-19
A aplicação de restrições e a retirada delas está condicionada à taxa de transmissão do novo coronavírus e à ocupação hospitalar no Distrito Federal. O monitoramento semanal feito pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica tem norteado as decisões da Secretaria de Saúde e é uma das informações essenciais repassadas ao governador Ibaneis Rocha para embasar as restrições e liberações durante a pandemia. Uma nova ferramenta importante para as novas deliberações está em curso, que é o inquérito epidemiológico. Esses e outros assuntos foram abordados durante entrevista do secretário de Saúde, Osnei Okumoto, ao CB Poder, programa transmitido pela TV Brasília e o jornal Correio Braziliense. A entrevista foi conduzida pelo apresentador Carlos Alexandre, nesta quarta-feira (2). Um dos pontos abordados foi o recente decreto do Governo do Distrito Federal com a limitação do horário de fechamento dos restaurantes e bares, que devem restringir as atividades até as 23 horas. Okumoto explicou que, além do aumento da taxa de transmissibilidade, que está em 1.3 – que é preocupante –, a maioria do público que frequenta os estabelecimentos até mais tarde é de grande maioria jovem, que costumam ser assintomáticos, mas, mesmo assim, podem transmitir o vírus para pessoas do grupo de risco, que costumam desenvolver os casos mais graves da Covid-19 e acabam sendo o maior grupo que evoluem a óbito. [Olho texto=”A transmissão acontece justamente quando a gente relaxa nas medidas de segurança, então de tudo o que a gente vem falando desde o início da pandemia que é evitar aglomerações, utilizar máscara, a utilização do álcool gel, tudo isso é muito importante” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A transmissão acontece justamente quando a gente relaxa nas medidas de segurança, então de tudo o que a gente vem falando desde o início da pandemia que é evitar aglomerações, utilizar máscara, a utilização do álcool gel, tudo isso é muito importante”, reforçou. Fiscalização A fiscalização de todos os tipos de estabelecimentos é realizada pela Vigilância Sanitária, pela Secretaria de Saúde, e o DF Legal. Bares, igrejas, shoppings e outros passam constantemente por vistorias sobre o cumprimento das regras e, quando necessário, podem ser notificados, multados ou fechados. Já a Diretoria da Vigilância Epidemiológica tem como uma das suas responsabilidades realizar o monitoramento semanal da taxa de transmissibilidade do novo coronavírus no DF. Para isso, um cálculo é feito levando em conta os novos casos registrados a cada sete dias. Atualmente, a taxa é de 1.3, ou seja, cada 100 pessoas transmite para 130. O índice considerado aceitável é de 1 ou menor que isso. Os dados para esse cálculo são extraídos a partir do resultado dos exames realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública, laboratórios privados e os dados repassados ao Ministério da Saúde por meio do sistema de notificação compulsória. O secretário afirmou que a pasta se adiantou a uma possível segunda onda em vários pontos importantes. “Mesmo com a desmobilização dos leitos a gente deixou tudo muito bem organizado para que possam ser reativados esses leitos de Covid, caso haja necessidade. Hoje, temos 205 leitos de UTI, sendo que 30% a 35% estão ocupados, então, temos uma margem muito grande de leitos disponíveis e no caso de enfermarias são 290 leitos, sendo que a gente tem 130 vagos. A gente tem aí uma margem muito importante observada”, resumiu Okumoto. Outra ferramenta importante para balizar as próximas decisões em relação à pandemia é o inquérito epidemiológico que teve início nesta quarta-feira (2). Para este estudo serão testadas 230 pessoas em cada uma das 34 regiões administrativas. “Não são as pessoas que vão procurar a gente, a gente vai procurar os lares por meio de um sorteio”, explicou o secretário. A pasta utilizou o IPTU para sortear os endereços. No caso de haver mais de um morador na residência maior de 18 anos e que queira participar da pesquisa, uma nova escolha aleatória será feita. Okumoto anunciou que a pesquisa deve ser encerrada no próximo dia 15 para até o dia 18 de dezembro a pasta ter o compilado em mãos com os resultados dos estudos. A expectativa é que a análise dessa amostragem possa permitir entender o comportamento do vírus até agora, no momento atual e antever ações futuras. Os testes que estão sendo aplicados identificam os anticorpos IgG e IgM, que tem a capacidade de negativar quem nunca teve a doença, identificando quem está com a Covid ou apontando quem já teve. A análise será realizada pelo corpo de especialistas da Secretaria de Saúde. Parcerias para a educação da população Com o aumento da taxa de transmissão do vírus uma das preocupações é com as festas de final de ano. Na última terça-feira (1º), o secretário teve uma reunião com a Fecomércio que chamou outros 11 sindicatos do setor produtivo local. Em compromisso para propagar as medidas de segurança as entidades contribuirão com campanhas educativas. “Quando apresentei o índice de transmissibilidade de 1.3, reafirmando a necessidade de manter os cuidados para que a transmissão não seja tão grande e, assim ter um Natal com as lojas funcionando, com todos podendo exercer as suas atividades e estar até mesmo com as suas famílias, todos entenderam e vão trabalhar com as informações para produção de folder, spots de rádio, teremos veiculação de informativos, de educação em saúde para que a gente possa ter tranquilidade e sem transmissão”, contou Okumoto. O gestor afirmou, ainda, que “as medidas restritivas de agora visam garantir maior tranquilidade nos períodos de festas, reduzindo a transmissão do vírus”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Corpo de Bombeiros entrega Medalha Imperador D. Pedro II
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal concederá nesta quarta-feira (2) a Medalha Imperador D. Pedro II. A comenda é destinada a bombeiros militares, autoridades e personalidades que contribuíram com as ações e demandas da Corporação, com resultados positivos à sociedade. Em virtude dos protocolos advindos da pandemia de Covid-19, a solenidade ocorrerá em duas etapas: Local: Abmil – Auditório Cel. José Nilton Matos – Academia de Bombeiro Militar – Setor Policial Sul – Sais – Área Especial 3 Horários: Solenidade 1 – Grau Comendador e Grau Oficial: às 10h. Solenidade 2 – Grau Cavaleiro: às 16h. *Com informações do Corpo de Bombeiros
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Todo dia é dia de Consciência Negra nas escolas públicas do DF
O Marcos Lopes dos Reis, da Escola Classe 64 de Ceilândia, trabalha a temática diariamente | Foto: Divulgação/Secretaria de Educação “Quem danifica o caráter do outro, danifica o seu próprio.” O provérbio africano é citado pelo professor Marcos Lopes dos Reis, da Escola Classe 64 de Ceilândia. Negro, vítima do racismo ainda nos primeiros anos escolares, conhece de perto as dores e as delícias da negritude. Agora é diferente. Ele não só tem voz como abre espaço para outras meninas e meninos da rede pública de ensino do Distrito Federal. A lição do professor Marcos é clara: não basta aprender a lutar contra o racismo, é preciso empoderar a população negra, sobretudo os jovens. O professor, que também realiza palestras sobre o tema, faz parte do time da rede da Secretaria de Educação do DF, que atua durante todo o ano com atividades interdisciplinares na luta contra o preconceito e as mais cruéis formas de segregação. “Tudo que sofri na infância e na adolescência me dá forças para continuar na luta com esse trabalho, para que os meus alunos não passem pelo que eu passei”, afirma. Marcos carrega na própria história de vida a experiência de ser acusado, julgado e condenado apenas pela cor de sua pele. Em 1981, aos seis anos de idade, chegou na escola e outra criança, ainda no conhecido “prezinho”, se recusou a entrar na sala de aula. “Enquanto esse macaco estiver aí eu não entro”, lembra. A inércia dos gestores na época deixou na criança uma marca tão profunda que ela, hoje crescida, considera ser aquele o dia em que nasceu. [Olho texto=”Tudo que sofri na infância e na adolescência me dá forças para continuar na luta com esse trabalho, para que os meus alunos não passem pelo que eu passei” assinatura=”Professor Marcos Lopes dos Reis” esquerda_direita_centro=”centro”] Marcos trabalha com crianças do Ensino Fundamental. As aulas não começam antes da leitura de provérbios indígenas, africanos, europeus e judeus, com o viés da diversidade. A ideia é refletir a temática ao longo do ensino. Antes da pandemia da Covid-19, o professor chegou a ser premiado em 1º lugar no prêmio Educar para Igualdade Racial e de Gênero, com o projeto Orgulho e Consciência Negra. Além desse, também já produziu o Coral Afro Brasilidade para a Semana da Consciência Negra, com músicas que cantam a história do Brasil e o combate ao racismo, e esquetes como As Borboletas, um contraponto ao poema de Vinícius de Moraes. “Ao contrário do que diz o poema sobre as borboletas pretas, mostramos que elas podem ser da cor que quiser”, diz. O dia D O Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, é um dia de culminância das atividades do ano e do mês realizadas pelo professor Marcos e pelos demais, que assumiram o compromisso junto à Diretoria de Educação do Campo, Direitos Humanos e Diversidade (DCDHD), da Secretaria de Educação, do enfrentamento às desigualdades numa rede de ensino majoritariamente negra, formada por aproximadamente 69% de estudantes autodeclarados negros – pretos e pardos. A data em homenagem ao líder quilombola Zumbi dos Palmares está no Calendário Escolar da rede pública para celebrar as contribuições da população negra para toda a sociedade brasileira. E é sob a Lei de Diretrizes e Bases, artigo 26A, que a SEEDF cumpre com a obrigatoriedade do Ensino de História e Cultura Africana e Indígena nos currículos da Educação Básica. “Reconhecer a identidade dos estudantes negros significa torná-los visíveis. Compreender sua complexa realidade e planejar ações que não neguem sua história e sua cultura, que não colaborem com a exclusão e com o racismo institucional e estrutural é cumprir o papel social da escola. É retirar da invisibilidade os alunos que se autodeclaram negros e manter a consciência negra viva cotidianamente na vida escolar”, destaca a diretora da DCDHD, Ruth Meyre Rodrigues. Representatividade No Recanto das Emas a história é outra. A professora Renata Keila dos Santos conta, há oito anos, a parte que não está nos livros. Na Escola Classe 803 eles não falam apenas sobre a escravidão, mas relembram a resistência do povo negro. “Trabalhamos o empoderamento e a cultura afro nas escolas. Fazemos atividades para que eles possam se identificar como negros. Em seguida, entramos no tema racismo e preconceito e, após isso, exercitamos a representatividade, com brinquedos, personagens negros, heróis. As crianças não estão acostumadas com a diversidade em suas casas, é preciso trabalhar a tolerância”, alerta a docente. Renata também já levou projetos externos para fora dos muros da escola, como o Afro Ação, que trata do empoderamento estético negro na oficina de cabelos e turbantes. As meninas aprendem sobre os diferentes tipos, a curvatura de cada fio, como tratar. “Uma maneira de mostrar que a beleza natural delas também é bonita e elas podem se aceitar como são”, ressalta a professora responsável ainda pelo desfile da beleza negra, uma maneira singela de elevar a autoestima das meninas e meninos da escola. Embora esses trabalhos tenham sido realizados antes da pandemia do novo coronavírus, as atividades seguiram mundo virtual adentro, após a paralisação das aulas presenciais. Na plataforma do ensino on-line, a escola tem levantado o tema preconceito racial com personagens negros e relatos da cultura africana desde o início da história do Brasil, além de incentivar os professores a participarem de lives de formação. Antirracistas Branca, vivenciando outra realidade, a professora Regina Cotrim, atual coordenadora pedagógica do Centro de Ensino Médio 02, de Ceilândia, confessa que foi preciso muita reflexão sobre “como se colocar nesse lugar de fala”. Para isso, ela se especializou em Gestão em Políticas Públicas para Gênero e Raça na Universidade de Brasília. “Voltar para a sala de aula foi muito importante, me deu mais embasamento teórico. Com o apoio dos estudantes, então, começamos a trabalhar durante o ano a temática, que sempre foi muito presente nas minhas aulas”, conta. O projeto Lápis Cor de Pele começou em 2013 | Foto: Divulgação/Secretaria de Educação Em 2013, deu início ao projeto Lápis Cor de Pele. Qual pele? Era uma provocação. Os próprios estudantes foram incumbidos, na época, de chamar palestrantes e pessoas de fora da escola para o trabalho, que também contava com teatro, dança e ensaios fotográficos para valorizar a beleza negra. “Percebemos o crescimento dos estudantes, eles foram se soltando e aceitando cada estilo. A nossa escola realmente abraçou essa causa, e os alunos afirmam que se sentem representados”, comemora a coordenadora. Atualmente, no WhatsApp, estudantes e ex-alunos do CEM 02 de Ceilândia participam do grupo Negra Sou, onde eles debatem políticas de afirmações positivas para todas as camadas da diversidade. Ano passado, a escola elegeu o primeiro diretor negro, o professor Eliel de Aquino, que já iniciou os trabalhos com o planejamento para 365 dias de consciência negra na unidade. Uma ideia limitada pela Covid-19, mas não esgotada. “Antes da pandemia, estávamos planejando fazer valer a legislação que torna obrigatório o ensino da história das africanidades, inclusive com planos de levar os estudantes para um passeio a um quilombo próximo ao Distrito Federal. Para a Semana da Consciência Negra, nossa escola está com uma programação especial no Google Meet, que começou no dia 11 e vai até o final do mês, para todos os públicos”, informa Eliel. Temática Mesmo pelo ensino remoto, a rede pública continua trabalhando a temática dentro das possibilidades. Para facilitar, a Diretoria de Educação do Campo, Direitos Humanos e Diversidade produziu alguns materiais para a educação na plataforma, com as videoaulas: A Questão Racial no Brasil parte I e II e Quilombos – Histórias de Resistência, transmitidas no programa Bate-Papo Fundamental. A DCDHD também preparou o informativo Todo Dia é Dia de Consciência Negra, sobre o Artigo 26A da LDB, com sugestões para o fazer pedagógico, que será enviado às escolas da rede pública do DF. E, ainda, nesta sexta-feira, 20, a diretoria apresenta a live com o mesmo tema, especial sobre mulheres negras e indígenas, às 9h, no canal da SEEDF no YouTube, o EducaDF. Também no canal da secretaria, algumas lives com a temática da diversidade foram transmitidas durante a Semana Temática Letiva e continuam disponíveis, como: Garantia de Direitos das crianças e dos(as) adolescentes https://youtu.be/MfhZNVtpEkM Programa Mulheres Inspiradoras – Ressignificação do espaço escolar https://youtu.be/zRMaYY1GwBY Educação para as relações étnico-raciais na educação infantil https://youtu.be/AGW-Dg8k7vE Educação na e para a Diversidade https://www.youtube.com/watch?v=5WUk33y9RvY&t=274s Projeto RAP: 5 anos promovendo Ressocialização, Autonomia e Protagonismo https://www.youtube.com/watch?v=jqEy2QjYN70 Convivência Escolar e Cultura de paz – Lançamento do Caderno Orientador. https://www.youtube.com/watch?v=VhExP3aMe9M&t=313s Ensino de História e Cultura Indígena https://www.youtube.com/watch?v=opohX2LC1f0 Educação antirracista https://www.youtube.com/watch?v=m8O8moTrF7A Programação com acesso garantido no YouTube, abertas a toda comunidade: CREs São Sebastião Dia 19, às 14h Oficina de construção de pandeiro com material reciclado e cantigas de samba de roda com Ricardo Costa Link de acesso: meet.google.cim/pgm-hncv-uqx Gerência de Educação em Direitos Humanos e Diversidade Dia 20, às 9h Todo dia é dia de Consciência Negra Link de acesso: https://www.youtube.com/c/EducaDF Gama Dia 25, às 14h30 Racismo e antirracismo no espaço escolar Link de acesso: https://bit.ly/33LYCYX *Com informações da Secretaria de Educação
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Educação: liberados mais R$ 1,79 milhão do Pdaf
O Pdaf pode ser utilizado para custeio de reparos nas escolas, como pintura e consertos em telhados e pisos. E para compra de materiais permanentes, como computadores e impressoras, que se incorporam ao patrimônio da unidade | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Mais investimento para a educação pública do Distrito Federal com a liberação de R$ 1,79 milhão do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). Com esse valor, a Secretaria de Educação do DF já disponibilizou cerca de R$ 130 milhões para as coordenações regionais de ensino e unidades escolares no ano de 2020. A publicação está no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (18). O montante desse Pdaf será destinado às coordenações regionais de ensino de Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga. Os recursos do Pdaf detalhados abaixo são provenientes de emenda parlamentar do deputado distrital Leandro Grass. CRE / UE Capital Custeio Total CRE Brazlândia R$ 25.000,00 R$ 60.000,00 R$ 85.000,00 CRE Ceilândia R$ 45.000,00 R$ 225.000,00 R$ 270.000,00 CRE Gama R$ 22.500,00 R$ 220.000,00 R$ 242.500,00 CRE Guará R$ 12.500,00 R$ 0,00 R$ 12.500,00 CRE Núcleo Bandeirante R$ 27.500,00 R$ 0,00 R$ 27.500,00 CRE Paranoá R$ 92.500,00 R$ 215.000,00 R$ 307.500,00 CRE Planaltina R$ 90.000,00 R$ 172.800,00 R$ 262.800,00 CRE Plano Piloto R$ 95.000,00 R$ 160.000,00 R$ 255.000,00 CRE Recanto das Emas R$ 52.500,00 R$ 0,00 R$ 52.500,00 CRE Samambaia R$ 12.500,00 R$ 70.000,00 R$ 82.500,00 CRE Santa Maria R$ 112.500,00 R$ 0,00 R$ 112.500,00 CRE São Sebastião R$ 10.000,00 R$ 0,00 R$ 10.000,00 CRE Taguatinga R$ 35.000,00 R$ 40.000,00 R$ 75.000,00 Total R$ 632.500,00 R$ 1.162.800,00 R$ 1.795.300,00 O Pdaf pode ser utilizado para custeio de pequenos reparos nas escolas, como pintura, consertos em telhados e pisos. Eles também podem ser utilizados para despesas de capital, a partir da compra de materiais permanentes, tais como computadores e impressoras, que se incorporam ao patrimônio da unidade. Como utilizar o Pdaf Para utilizar os valores liberados, as coordenações regionais de ensino devem iniciar processos no Sistema Eletrônico de Informação (SEI), contendo a portaria que descentralizou o recurso e o documento que aprova a destinação do investimento pelo Conselho Escolar. Além disso, é preciso comprovar a adimplência das unidades executoras (que utilizam os valores). A comprovação é feita por meio da prestação de contas anual dos exercícios anteriores e da regularidade das prestações de contas parciais do período em curso. Como os recursos são provenientes de emendas parlamentares, a execução deve ser efetivada no exercício referente ao primeiro pagamento. No entanto, caso haja saldo residual ou a execução não se complete, a utilização poderá ser autorizada pela Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav). Os recursos do Pdaf devem ser empenhados de acordo com a Lei Distrital nº 6.023/2017 e demais normativos que deliberam sobre o Programa. *Com informações da Secretaria de Educação
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Saúde confirma situação de abastecimento nos hospitais do DF
A Secretaria de Saúde reforça que não faltam nas unidades da rede pública de saúde do Distrito Federal insumos hospitalares, como luvas, álcool gel e equipamentos de proteção individual (EPIs) | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde Um levantamento feito pela Subsecretaria de Logística em Saúde (Sulog) mostra que está regularizada a situação atual de abastecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs) e demais insumos considerados críticos para o enfrentamento à Covid-19. Uma circular com o detalhamento dos materiais, recomendações e orientação foi encaminhada pelo gabinete da Secretaria de Saúde às superintendências de saúde do DF. O subsecretário de Logística em Saúde, Artur Brito, acrescentou que já está em andamento uma nova política de gestão de estoque de medicamentos e insumos. “O objetivo é garantir o abastecimento regular da rede pública e minimizar os efeitos da falta temporária de determinados produtos”, revelou. Com relação ao estoque de luvas de procedimento, por exemplo, na sala de situação da Secretaria de Saúde havia um total de 460.354 luvas disponíveis nesta quinta-feira (12), de todos os tamanhos, nas sete regiões de saúde. A maioria delas na Região de Saúde Sul, que engloba Gama e Santa Maria, com 101.019. Das máscaras de proteção respiratória equivalente a N95, há 37.893 em estoque em toda a rede pública de saúde. A programação de aquisição de EPIs por parte da pasta, bem como de todos os insumos adquiridos, segue as normas técnicas de uso, a exemplo das recomendações de paramentação nas práticas clínicas da Organização Mundial de Saúde (OMS), e os relatórios de atendimento das unidades da Secretaria de Saúde. Além disso, leva em consideração outros fatores como dados epidemiológicos e sazonalidade. A Secretaria de Saúde reforça que não faltam nas unidades da rede pública de saúde do Distrito Federal insumos hospitalares, como luvas, álcool gel e equipamentos de proteção individual (EPIs). Mais uma vez, a pasta esclarece que não correspondem à realidade informações veiculadas que destacaram o desabastecimento generalizado de produtos e materiais para a saúde. Situação que estaria, inclusive, trazendo riscos à população. De acordo com o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez, caso algum dos hospitais públicos não tenha os EPIs ou produtos disponíveis, cabe a superintendência da região fazer a devida gestão da cadeia logística regional, com o objetivo de minimizar qualquer possibilidade de excessos ou desabastecimentos pontuais. “Se tem nas regiões e não tem nos hospitais, é de responsabilidade da superintendência providenciar o remanejamento desses insumos”, alertou. Sanchez relatou que, caso algum hospital esteja com falta pontual de algum material, deve comunicar imediatamente a situação à sua devida superintendência, para que sejam tomadas as medidas que resguardem tanto a segurança hospitalar dos servidores, quanto dos pacientes. Insumos armazenados O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, já explicou, em outras oportunidades, que, no caso de álcool gel e dos EPIs, o armazenamento desses insumos está concentrado em unidades específicas da rede. Esses insumos, segundo ele, já estão sendo transferidos para outras unidades, seguindo as prioridades estabelecidas pelas superintendências regionais de saúde. A pandemia ocasionou muitos problemas no mercado global, inclusive na produção de materiais médico-hospitalares. No caso das luvas, por exemplo, houve aumento significativo da demanda, queda na produção da matéria-prima (o látex) e redução da fabricação do produto. “Ocorreu o mesmo com os respiradores, que faltaram no mundo todo”, acrescentou Okumoto. A Secretaria de Saúde reforça a importância de uma atuação em conjunto que possa colaborar com o desenvolvimento de ações positivas no âmbito da rede, além de proporcionar um atendimento de qualidade aos usuários do SUS. “Estão sendo realizados esforços para gerir as políticas e ações de saúde em benefício da população”, reitera o secretário. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Cinquenta leitos de UTI Covid são convertidos para outros pacientes
Foram desmobilizados 20 leitos de UTI no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), 20 no Hospital Regional do Gama (HRG) e dez no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A Secretaria de Saúde desmobilizou na rede pública, até o momento, 50 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19. Com isso, eles voltaram a atender pacientes com outras patologias não relacionadas ao coronavírus. A medida só foi possível depois da redução de casos e do índice de transmissibilidade da doença em todo o Distrito Federal. Foram desmobilizados 20 leitos de UTI no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), 20 no Hospital Regional do Gama (HRG) e dez no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). A expectativa é que, nos próximos dez dias, mais 40 leitos de terapia intensiva voltados para Covid-19 sejam convertidos no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), reforçando o atendimento a pacientes com outros agravos. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, comemora esses números por entender que essa conversão “vai ajudar a diminuir a fila por UTI no DF, contribuindo para salvar vidas e a aliviar o sofrimento de tantos pacientes que esperam por um leito”. Segundo o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez, a desmobilização tem respaldo técnico e otimiza o uso dos leitos de terapia intensiva. “Entendemos que agora os pacientes portadores de enfermidades não Covid-19 é que têm maior necessidade, enquanto há leitos que estão ficando ociosos no atendimento ao paciente Covid-19. Com a desmobilização, teremos uma redução significativa na demanda reprimida por leitos de UTI”, ressaltou. Mudança A mudança mais recente foi na UTI Adulto do HRC. A partir dessa quinta-feira (12), eles retornaram como Unidade de Terapia Intensiva Geral. Ao longo de quase seis meses de atendimento restrito a esses pacientes, foram 71 enfermos recebidos na terapia intensiva adulto do hospital. “É com extrema sensação de dever cumprido que fizemos a ‘virada de chave’ da assistência, de UTI Covid para não Covid. Passamos por todas as etapas protocolares para desinfecção e, nesta data, retornamos com nove leitos de UTI não Covid dialíticos e um leito de isolamento”, informou a superintendente da Região de Saúde Oeste, Lucilene Florêncio. Avaliação Outra unidade que “virou a chave” recentemente foi o HRSam, que já começou a atender enfermos de outras patologias. “Tudo foi desmobilizado para não Covid, com a exceção de três leitos de isolamento no pronto-socorro usados para atender pacientes com coronavírus”, afirmou o diretor do HRSam, Luciano Gomes. Na avaliação da diretora-geral do Complexo Regulador do Distrito Federal, Joseane Gomes, leitos considerados mais completos, não limitados apenas à hemodiálise, têm sido liberados primeiro conforme a necessidade. O objetivo é garantir que um perfil maior de pacientes sejam contemplados com a conversão. “O processo tem sido dinâmico e sempre buscando proporcionar os melhores recursos para os pacientes, no menor tempo possível”, ressaltou. Enquanto isso, os serviços têm sido centralizados em outras unidades, como o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e o Hospital de Campanha da PM, que tem alas inteiras para Covid. “Mas de forma específica, cada hospital ainda tem um setor destinado a pacientes com coronavírus, a exemplo dos leitos de isolamento. Se em algum momento aumentar o número de casos, faremos a mobilização novamente”, completou a diretora. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Terracap retoma atendimento presencial
Para evitar aglomerações, a entrada no hall de atendimento será controlada. A temperatura corporal será auferida na entrada do prédio, assim como será feita a higienização das mãos | Foto: Divulgação/Terracap O atendimento presencial aos clientes da Agência de Desenvolvimento ao Distrito Federal (Terracap) será reaberto nesta quinta-feira (12). Para a segurança do público externo, a empresa adotou todas as medidas de segurança determinadas pelas autoridades de saúde. O horário de atendimento será mantido das 7h às 19h em dias úteis. O edifício-sede da Terracap está localizado no Bloco “F”, Setor de Áreas Municipais (SAM) – atrás do anexo do Palácio do Buriti. Para evitar aglomerações, a entrada no hall de atendimento será controlada. A temperatura corporal será auferida na entrada do prédio, assim como será feita a higienização das mãos. Também foram instaladas barreiras de acrílico nas baias para maior proteção durante o atendimento. O local terá álcool gel disponível para os clientes e a limpeza dos ambientes coletivos será intensificada. Segundo a chefe da Gerência de Atendimento ao Cliente da Terracap, Maria do Amparo Vilela, “a empresa se preparou para receber a população com toda segurança, a fim de evitar a propagação da Covid-19 e, assim, preservar a saúde de todos”. Amparo ressalta que embora o atendimento seja reduzido neste momento, os demais canais da empresa seguem funcionado, como o call dente, a ouvidoria e o chat online. Atendimento online Para aqueles que precisam de atendimento, mas optarem por não ir à Terracap, a empresa disponibiliza o Chat Online. Por meio da ferramenta, o cliente é atendido de forma ágil e simples, acessando o portal da empresa. A solução foi implementada em tempos de pandemia, permitindo que haja acesso à Agência de forma remota. Os clientes podem ser atendidos, ainda, por meio do call center, no telefone: (61) 3350-2222, pelo SAC ou pela ouvidoria, em casos de reclamações, denúncias, elogios ou solicitações. Requerimentos também podem ser feitos no portal da Terracap. Pausa para sanitização Excepcionalmente nesta sexta-feira (13), o atendimento não será realizado, em razão de sanitização do prédio. *Com informações da Terracap
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Hmib atendeu mais de 1,2 mil crianças com doenças raras
Conforme o fluxo estabelecido no Hmib, são atendidas crianças de até nove anos e 11 meses de idade com malformação, doenças metabólicas e deficiência intelectual | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) fez na Unidade de Genética, neste ano, 1.231 atendimentos voltados a crianças com doenças raras. O serviço do hospital foi habilitado pelo Ministério da Saúde em dezembro do ano passado e se tornou, em pouco tempo, uma das referências na rede pública de saúde do Distrito Federal para esse tipo de atendimento. A unidade continuou disponível à população mesmo durante a pandemia, com todas as medidas de segurança sendo tomadas para evitar a disseminação do coronavírus. Ainda assim, o atendimento apresentou ausência de pacientes em vários meses, o que reduziu a expectativa de serviços ofertados no período. Conforme o fluxo estabelecido no Hmib, são atendidas crianças de até nove anos e 11 meses de idade com malformação, doenças metabólicas e deficiência intelectual. Para isso, elas são referenciadas por médicos das unidades básicas de saúde (UBS). Quando chegam na Unidade de Genética, passam por uma triagem até serem direcionados às especialidades que necessitam. É o caso do pequeno Paulo Augusto, 3 anos, que foi levado pelos pais ao Hmib depois de receber a indicação na UBS e de um neurologista. Como Paulo nasceu no hospital e faz tratamento de estrabismo no local, também é acompanhado por outros especialistas, para identificar qual doença rara ele possui. “Gosto muito do atendimento, porque tem de tudo aqui para ele”, elogia Paulo Williams, pai da criança. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] A equipe multidisciplinar da unidade conta com geneticistas, neurologistas, endocrinologistas, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, odontopediatra e nutricionista. Dispõe, por exemplo, de três salas de atendimento que atendem de forma semanal. A estrutura ainda conta com um Centro de Reabilitação (CER) dentro da unidade. “Apesar de ter virado uma referência há pouco tempo, a Unidade de Genética do Hmib se mostrou um serviço essencial para a rede pública do DF, para que as crianças com doenças raras tenham um local que possam acessar o atendimento”, afirmou a Referência Técnica Distrital (RTD) de Doenças Raras da Secretaria de Saúde, Maria Teresinha Cardoso Dados no mundo De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença é considerada rara quando afeta 1,3 indivíduos em cada grupo de 2 mil pessoas. Pelo menos 80% das patologias são de origem genética, enquanto as demais têm causas infecciosas, virais ou degenerativas. As enfermidades são agrupadas conforme os principais eixos de doenças raras, estabelecidos pelo Ministério da Saúde, em malformações congênitas e as de início tardio; deficiência intelectual; e erros inatos do metabolismo (doenças metabólicas). Assim, após a triagem inicial, conforme a idade, o acompanhamento é realizado nos centros de referência. No mundo, cerca de 8% da população tem algum dos 6 mil a 8 mil tipos de doenças consideradas raras, entre enfermidades de origem genética e não genética. Todo recém-nascido tem direito a realizar o teste de triagem neonatal, mais conhecido como Teste do Pezinho, para auxiliar na detecção dessas doenças. Dados no DF No Distrito Federal, a cada ano pelo menos 100 bebês são diagnosticados com doenças raras por meio do Teste do Pezinho. Mais do que isso: o DF é a única unidade da Federação que possui o teste ampliado. Atualmente, são triadas 36 doenças raras, com previsão para chegar a 45, graças à Lei Distrital n° 6.382/2019. Sancionada pelo governador Ibaneis Rocha no ano passado, ela assegura a “todas as crianças nascidas nos hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes da rede pública de saúde do DF o direito ao teste do pezinho, na sua modalidade ampliada”. Além do Hmib, as doenças raras também são atendidas no Hospital de Apoio de Brasília (HAB), para pacientes a partir dos 10 anos. O local foi o primeiro no DF credenciado pelo Ministério da Saúde, em 2016. Tanto ele como a Unidade de Genética do Hmib integram o Centro de Referência de Doenças Raras da Secretaria de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Saúde investigará circulação do coronavírus no DF
Iniciativa foi apresentada em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti | Foto: Renato Alves / Agência Brasília A Secretaria de Saúde começa a aplicar, na próxima semana, 8,5 mil testes rápidos em moradores das 33 regiões administrativas. O objetivo do esforço concentrado é entender como o coronavírus se propaga pelo território do DF, qual é o grau de contaminação e se a progressão pode levar a uma segunda onda da pandemia. Esse inquérito epidemiológico servirá de subsídio para que o Governo do Distrito Federal decida pela adoção de novas medidas de enfrentamento ao contágio. A aplicação dos testes faz parte do Plano Estratégico de Combate ao Coronavírus no Distrito Federal – Ações de Enfrentamento 2020-2021. A iniciativa foi apresentada nesta terça-feira (10) pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti. O plano também prevê mudanças no atendimento aos pacientes com coronavírus na rede pública do DF. Confira o anúncio no vídeo: A Saúde priorizará o atendimento na rede de atenção primária, ou seja, nas unidades básicas de saúde (UBSs), e não mais nos hospitais de referência. As UBSs receberão os equipamentos dos hospitais de campanha que estão sendo desativados – como o do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, desmontado em outubro. Circulação do vírus Para fazer o inquérito epidemiológico no DF, a Saúde utilizará 10 mil testes rápidos do tipo IgG e IgM que foram doados, no fim de outubro, pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF). Serão feitos 8,5 mil testes: 250 em cada uma das 33 regiões administrativas, em moradores escolhidos por sorteio; os 250 testes restantes servem como reserva de segurança para casos em que seja necessário repetir o exame. [Olho texto=”“Vai ter segunda onda? Impossível dizer sem o inquérito epidemiológico, sem testagem em massa. Estamos saindo na frente, nos precavendo para dar melhores respostas se houver uma transmissão mais acentuada”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] “O teste rápido que vamos usar avalia anticorpos tanto na fase aguda quanto na fase crônica da doença. Então, é um dado precioso para melhorar nosso inquérito epidemiológico e oferecer mais subsídios à análise”, explicou Osnei Okumoto. A meta é fazer a pesquisa por amostragem em cerca de 30 dias, começando na segunda quinzena de novembro e terminando até 15 de dezembro. A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde estima de 15 a 20 dias para os trabalhos de campo e mais dez dias para a análise dos dados. Haverá uma equipe por região administrativa, com dois profissionais de saúde e um motorista. Os grupos vão atuar de forma simultânea, indo às casas sorteadas e, com o consentimento do morador, aplicando o teste. [Olho texto=”“Entendemos que o planejamento é baseado em critérios científicos, o que traz uma segurança para a população de Brasília”” assinatura=”Paulo Ricardo Silva, presidente do Iges-DF” esquerda_direita_centro=”centro”] O diretor de Vigilância Epidemiológica, Cássio Peterka, ressalta que o inquérito sorológico tem o objetivo de saber se as pessoas tiveram contato com o vírus e quantas ainda estão suscetíveis à doença. “Uma região com pouca circulação, por exemplo, poderá ter um olhar mais diferenciado e atento do sistema de vigilância, porque os casos poderão aumentar ali”, enfatizou. Foco na atenção primária Diferentemente do que ocorreu até agora no DF, em que o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) foi a unidade de referência para casos de Covid-19, a população será orientada a procurar as unidades básicas de saúde em caso de sintomas. Nas UBSs, equipes atenderão por demanda espontânea, ou seja, sem agendamento. A depender da primeira consulta, o teste será efetuado. Em caso positivo para a doença, a pessoa ficará em sala isolada e receberá as devidas orientações. A testagem em massa nessa fase será possível graças a 150 mil testes rápidos que o DF conseguiu com o Ministério da Saúde em novembro. Os dispositivos já estão à disposição e vão ser usados pela atenção primária, no atendimento inicial aos pacientes suspeitos. Além dos 150 mil testes, o Laboratório Central é reabastecido mensalmente com 18 mil kits. Com esses testes o governo espera ter ações específicas em relação à probabilidade de uma segunda onda. “Vai ter segunda onda? Impossível dizer sem o inquérito epidemiológico e sem a testagem em massa. Estamos saindo na frente, nos precavendo para dar melhores respostas se houver uma transmissão mais acentuada”, ressaltou Okumoto. [Numeralha titulo_grande=”599 equipes” texto=”de saúde da família a postos contra o coronavírus no DF” esquerda_direita_centro=”centro”] No caso de quadros leves, os pacientes deverão voltar para casa e serão monitorados por telefone ou aplicativo de celular a cada 24 horas (se tiverem comorbidades) ou 48 horas. Caso seja necessário, um agente de saúde irá ao local para medir a saturação de oxigênio. Para isso, o governo conta com 600 aparelhos de oxímetro, um por equipe de saúde da família. Se a saturação estiver maior que 94%, a pessoa será encaminhada ao hospital regional mais próximo de sua casa ou a uma unidade de pronto atendimento (UPA). “Todos os hospitais estarão preparados para atender pacientes de Covid. Não será preciso procurar uma unidade de referência”, esclarece o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Alexandre Garcia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O subsecretário informa também que o DF tem 599 equipes de saúde da família, 498 delas completas, e o restante com ao menos um enfermeiro, um técnico de enfermagem ou um agente comunitário. “A quantidade de equipes permitirá que a população seja bem atendida em todas as regiões administrativas no combate à pandemia de Covid.” Ainda segundo Alexandre Garcia, estudos mostraram que entre 80% e 85% dos infectados por coronavírus tiveram quadros leves ou foram assintomáticos, o que permite tal estratégica de atendimento com foco na atenção primária e no monitoramento domiciliar. Protagonismo do Hospital de Base O presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), Paulo Ricardo Silva, participou da apresentação do plano. “Entendemos que o planejamento é baseado em critérios científicos, o que traz uma segurança para a população de Brasília”, afirmou. Paulo Ricardo destacou ainda que o Hospital de Base tem um protagonismo no processo de reabilitação dos pacientes que tiveram a doença. A unidade foi uma das cinco escolhidas, em todo o Brasil, para participar do projeto Reab pós Covid-19, parceria do Ministério da Saúde com o Hospital Sírio-Libanês. * Com informações do Iges-DF
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Ação contra febre amarela começa pelo bairro São José
Residências são visitadas por servidores de várias equipes de saúde, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnico administrativos e gestores | Foto: Geovana Albuquerque / Agência Brasília O primeiro dia da ação de bloqueio vacinal contra a febre amarela em São Sebastião cobriu parte do bairro São José nesta segunda-feira (9). A ação será mantida durante toda a semana para conferir às residências que estão em um raio de 300 metros quadrados do local onde foi encontrado um macaco morto infectado com a doença. Nesse primeiro momento foram avaliados 82 cartões de vacinação, em que 22 pessoas precisaram ser imunizadas. As casas estão sendo visitadas por servidores de várias equipes de saúde, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnico administrativos e gestores. Eles conferem o cartão de vacinação dos residentes e verificam se estão imunizados contra a doença. Serão vacinados todos aqueles que não tiverem recebido as doses necessárias ou que não se lembrarem se já foram imunizados. [Olho texto=”“Além da vacinação, a população também deve ficar atenta para, quando vir um macaco morto, nos comunicar para fazermos o exame nos corpos. Por meio deles temos a primeira ideia de monitoramento das áreas prováveis de contaminação”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância em Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] Uma das casas visitadas no bairro São José foi a da estudante Kauany Rodrigues, de 17 anos. Ela foi a única na casa que precisou ser imunizada contra a febre amarela, enquanto o restante da sua família estava com a vacina em dia. “Essa ação foi muito importante. Como tem muitas crianças na área, é bom proteger. Aproveitei e atualizei meu cartão de vacinação”, disse. Outro morador que também foi beneficiado com a ação volante foi Rene Barros, de 18 anos. Ele não tinha a quantidade de doses necessárias para estar imunizado contra a doença, por isso precisou ser vacinado. “É melhor prevenir e vacinar logo, antes que a doença se espalhe. Ainda bem que eles estão passando por aqui”, elogiou. [Numeralha titulo_grande=”62,9%” texto=”é o atual estágio da cobertura vacinal da febre amarela no DF” esquerda_direita_centro=”centro”] Serão visitadas todas as quadras, ruas e chácaras dos bairros São José, São Francisco, Morro da Cruz, Vila Nova e núcleo rural Zumbi dos Palmares, além da Avenida Central. Caso os moradores não tenham sido vacinados contra a febre amarela, as doses serão aplicadas pelos profissionais de saúde na casa das pessoas. Nos casos em que moradores de São Sebastião não estejam presentes durante as visitas, eles podem buscar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de suas residências para conferir se precisam da vacina. Nesse sentido, comunicados estão sendo deixados nas casas visitadas pelas equipes de saúde. A população também pode enviar mensagem de WhatsApp para o telefone (61) 99451-0143, informando nome e endereço e registrando foto do cartão de vacinação. Óbito de macacos Em 2020, este foi o primeiro caso de óbito de macaco confirmado com a doença no Distrito Federal. A última ocorrência do tipo havia sido registrada em 2016. Equipe da Dival faz controle químico em áreas de mata, com borrifação, para eliminar mosquitos / Foto: Geovana Albuquerque / Agência Saúde No último boletim do Ministério da Saúde sobre monitoramento de mortes de macacos, o Distrito Federal recolheu 69 macacos mortos para análise, sem a confirmação de caso positivo para febre amarela. Vacinação e prevenção Presente à ação sanitária, o subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero, destacou que a vacinação é a principal medida para prevenir a disseminação da febre amarela, transmitida em áreas urbanas pelo mosquito Aedes aegypti. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da doença é principalmente o mosquito Haemagogus. “Além da vacinação, a população também deve ficar atenta para, quando vir um macaco morto, nos comunicar para fazermos o exame nos corpos. Lembrando que eles não transmitem a doença aos seres humanos. Por meio deles temos a primeira ideia de monitoramento das áreas prováveis de contaminação”, explicou Divino. Ao mesmo tempo, uma equipe da Vigilância em Saúde vai fazer uma busca ativa no local por mais corpos de macacos em toda a região. Desde quinta-feira (5), como medida ambiental, a equipe da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) tem atuado próximo ao bairro São José e realizado controle químico, com borrifação, para eliminar os mosquitos Aedes aegypti da área, além de fazer a captura de alguns insetos para análise laboratorial. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A morte de um primata não humano (PNH) em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus em regiões de matas e florestas. Portanto, eles são indicadores importantes para a vigilância contra a febre amarela. Caso a população encontre macacos mortos, o ideal é comunicar a ocorrência pelo telefone (61) 99269-3673 ou pelo e-mail zoonosesdf@gmail.com. Casos em humanos De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde, o Distrito Federal não registrou casos da doença em seres humanos em 2019 e em 2020. Neste ano foram notificados nove casos suspeitos, mas nenhum deles positivo para a doença. No entanto, em 2018, o DF teve dois casos confirmados, mas de pessoas contaminadas em São Paulo. Cabe ressaltar que a principal medida de prevenção contra a doença é a vacinação. No DF, a cobertura vacinal de febre amarela está em 62,9%. A vacina é aplicada com uma dose aos nove meses de idade e um reforço aos quatro anos. Pessoas de cinco a 59 anos de idade, não vacinadas ou sem comprovação vacinal devem tomar dose única. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Homenagem aos profissionais de saúde do Hran
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) fará uma homenagem aos 197 profissionais contratados pelo instituto para atuar no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), primeiro a internar pacientes com Covid-19. O evento será transmitido pelas redes sociais do Governo do Distrito Federal. Os trabalhadores – médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem – serão redistribuídos para fortalecer outros serviços de saúde no Hospital de Base (HB), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e em unidades de pronto atendimento (UPAs), que são geridos pelo Iges-DF. Acesse e confira a transmissão ao vivo: https://twitter.com/AgenciaBrasilia https://facebook.com/govdf SERVIÇO: Data: 5/11, quinta-feira Horário: 14h30 Local: Jardim do Hospital de Base (HB) * Com informações do Iges-DF
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Obras reduzem impacto da crise e geram empregos
Nova Ponte do Bragueto | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Em menos de dois anos, o Governo do Distrito Federal coleciona um quadro de 393 obras, entre concluídas e em execução. São R$ 2,269 bilhões investidos, pagos ou contratados, para dar mais qualidade de vida à população. Mesmo durante a pandemia, o ritmo não diminuiu e a máquina pública se esforçou para não deixar a cidade parada. Entre as ações, estão intervenções em água e esgoto, urbanização, iluminação, desenvolvimento rural, viadutos e muita dedicação à qualidade de vida. Somente neste ano, 116 obras foram concluídas e entregues – totalizando R$ 407,229 milhões investidos. São destaques três unidades básicas de saúde (UBS), a nova Ponte do Bragueto e a praça da Galeria dos Estados, bem como a ampliação do balão de saída de Águas Claras, a entrega de três estações do Metrô – Estrada Parque, 106 e 110 Sul –, a reforma do Terminal Rodoviário de Sobradinho e as melhorias do Mercadão do Núcleo Bandeirante – demandas antigas das comunidades dessas regiões, além da Galeria dos Estados, no Eixo Rodoviário Sul. O GDF ainda inaugurou um novo canal de abastecimento em Vargem Bonita e a Praça dos Direitos do Itapoã. Mercadão do Núcleo Bandeirante | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília [Numeralha titulo_grande=”R$ 407,2 milhões ” texto=”Recursos investidos em 116 obras entregues neste ano” esquerda_direita_centro=”centro”] Trabalho intenso Atualmente, há mais de cem intervenções em andamento, com recursos que somam R$ 1,885 bilhão. Desses trabalhos, destacam-se sete unidades de pronto-atendimento (UPA) e cinco novas UBS; a recuperação da Avenida dos Pioneiros, no Gama; a reforma das tesourinhas do Plano Piloto; o recapeamento da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig); o túnel de Taguatinga e as diversas melhorias de urbanização e drenagem em Vicente Pires. Também seguem as construções de calçadas, de ciclovias e reformas de pontos importantes da capital, como a W3 Sul. Juntas, essas obras geram mais de 7 mil empregos diretos e indiretos. Obras do Túnel de Taguatinga | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília Das entregas de 2019, há ainda as construções de centros de educação da primeira infância (Cepi) e execuções e manutenções de calçadas. E vem mais por aí. Entre tantas outras intervenções, estão previstas para começar em breve as melhorias no Setor de Rádio e TV Sul, as reformas das demais quadras da W3 Sul, a transformação da Avenida Hélio Prates e o viaduto do Recanto das Emas. Galeria dos Estados | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília “O Distrito Federal não parou sequer um minuto”, ressalta o governador Ibaneis Rocha. “Mesmo em épocas ruins, temos que manter a cabeça erguida, mostrando para a população que tudo vai ter uma saída. Estamos fazendo obras em todas as cidades para empregar mais e mostrar que, se 2020 foi difícil, 2021 vai ser um ano bem melhor. Vamos trabalhar cada vez mais.” [Olho texto=”“Mesmo em épocas ruins, temos que manter a cabeça erguida, mostrando para a população que tudo vai ter uma saída” ” assinatura=”Governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”centro”] Por sua vez, o secretário de Economia, André Clemente, acredita que, após a crise provocada pela pandemia, o DF terá um legado por ter se esforçado em não deixar a cidade parar. “Acreditamos que a questão epidemiológica é uma das vertentes de gestão dessa crise”, avalia. “A outra é a questão social, de assistência, de desemprego, de fome. A terceira é a onda econômica. Se mantivermos os gastos públicos em dia, a segurança jurídica, a confiança econômica dos setores, vamos voltar a crescer mais rápido no ano que vem”. As obras são fator importante para enfrentar o desemprego – um grave reflexo da pandemia, como aponta o secretário de Obras, Luciano Carvalho. “A construção civil é um dos pilares para a retomada dos empregos, uma vez que emprega muito e emprega rápido”, pontua. “Esse é um dos motivos pelos quais não estamos medindo esforços para tirar do papel inúmeras obras”. [Olho texto=”“A construção civil é um dos pilares para a retomada dos empregos” ” assinatura=”Luciano Carvalho, secretário de Obras” esquerda_direita_centro=”centro”] Acompanhamento constante O monitoramento das obras de todos os órgãos do GDF é realizado rotineiramente pela Secretaria de Governo. “Apesar de todas as dificuldades por causa da pandemia, o governo tem focado em todas as regiões administrativas, sem contar as ações de zeladoria”, aponta o titular da pasta, José Humberto Pires. “O cuidado com a cidade para mantê-la conservada, além de obras que são fonte de emprego e renda, não parou”, assegura o secretário. “Estamos usando tudo o que tem de recursos federais, de emendas parlamentares, refazendo convênios e investindo nas cidades”. O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca ainda o papel fundamental da companhia nesse processo de cuidado e busca de melhorias para as cidades. “Atuamos em duas vertentes: mantemos a cidade limpa, organizada e em funcionamento com zeladoria diuturna nas cidades, a partir dos programas Cidade Sempre Viva e GDF Presente”, enumera. “Também trabalhamos nas obras de edificação e urbanização em todas as cidades. Nada disso pode parar, porque atende às reivindicações da população e traz aumento da oferta de emprego e renda”.
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Interdição na via expressa da Epia sentido Sobradinho/Plano Piloto
O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) vai interditar, parcialmente, a partir desta sexta- feira (23), o fluxo de veículos na via expressa da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia/DF-003). O objetivo da interdição é dar sequência à demolição e reconstrução do guarda-corpo do Viaduto Ayrton Senna que foram iniciadas na primeira quinzena deste mês. O bloqueio de duas das três faixas da Epia está previsto para ocorrer até a próxima quarta-feira (28), entre 21h e 5h, horário que não vai interferir na operação de fluidez da Estrada Parque Ceilândia – Estrutural (DF-095) que ocorre de segunda a sexta, de 6h às 9h, quando o fluxo de veículos é invertido para o Plano Piloto, enquanto que à tarde a pista sul troca de direção para Taguatinga, entre 17h30 e 19h45. Durante a interdição os motoristas que dirigem no sentido Sobradinho/Plano Piloto trafegarão pela terceira faixa da via expressa da EPIA, próxima à obra de arte especial. “Optamos por fazer este trabalho em um horário que vai causar menos impacto no trânsito da região. Nosso intuito é diminuir ao máximo os transtornos causados à população com as obras”, explicou o responsável pelo serviço e chefe do 5º Distrito Rodoviário, Geraldo Jacinto. Confira o ponto de interdição na arte abaixo: No sentido Plano Piloto/Sobradinho, inicialmente, não há previsão de interdição da via expressa, mas caso haja a necessidade de bloquear o trecho, o impacto no trânsito será reduzido, pois o fluxo de veículos será direcionado para a pista marginal. Melhorias no viaduto Ayrton Senna A obra está na fase de demolição e reconstrução dos pilares que compõem o guarda-corpo de aproximadamente 300 metros de comprimento. Para evitar que o material demolido caia sobre a pista, serão instaladas as chamadas bandejas que servem para armazenar os pedaços de concreto retirados da construção anterior. Paralelamente ocorre a construção dos pilaretes e vigas da estrutura, que medem 1,20 metro de altura. A última fase do serviço será a pintura do dispositivo de segurança. O serviço conta com a força de trabalho de 40 operários e está orçado em cerca de R$ 633 mil. A conclusão dos trabalhos está prevista para janeiro de 2021. Para a secretária Gilmara Pontes, 28 anos, moradora da Taguatinga, a obra significará maior segurança para motoristas e pedestres. “O viaduto Ayrton Senna é uma área por onde passam muitos carros, mas, também, muitos pedestres, então será ótimo para todos quando a obra foi concluída“ comemorou. Sobre o elevado passam cerca 50 mil veículos por dia. Já na parte de baixo do viaduto o Tráfego Médio Diário é de 70 mil carros. O viaduto Ayrton Senna, o principal ponto de ligação entre o Plano Piloto e a Estrada Parque Ceilândia (EPCL/DF-095) começou a ser construído em janeiro de 1993 e foi concluído em fevereiro de 1994, ao custo de R$ 6,3 milhões na moeda atual. O nome dado ao viaduto foi definido por meio de licitação, em concurso que fez homenagem ao piloto tricampeão mundial de Fórmula 1. *Com informações do DER-DF
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Esporte no combate ao câncer de mama
Fabíola Constâncio e Larissa Lima participam da live nesta quinta-feira | Foto: Secretaria de Esporte e Lazer A Secretaria de Esporte e Lazer promove nesta quinta-feira (22), a partir das 19h, um debate na sua plataforma do Instagram sobre um tema muito pertinente, “Esporte no combate ao câncer de mama”, com a participação presencial da nutricionista Larissa Lima e da ex-atleta de vôlei de praia Fabíola Constâncio. A titular da pasta, Celina Leão, mediará o bate-papo, que integra a campanha Outubro Rosa – Novembro Azul, Juntos contra o Câncer de Mama e de Próstata, que propõe uma série de ações de conscientização durante esses dois meses. As convidadas dividirão com o público suas trajetórias de vida e superação após o diagnóstico da doença. Também falarão sobre como a prática esportiva foi e continua fundamental em todo esse processo. [Olho texto=”“Destaco sempre a melhoria da qualidade de vida, o bem-estar físico e emocional que um esporte coletivo pode implementar na vida dessas mulheres. Para mim, ser atleta me fez ter força e determinação para seguir em frente”” assinatura=”Larissa Lima, nutricionista” esquerda_direita_centro=”centro”] Após a finalização dos tratamentos, elas também alimentaram a mesma vontade de chamar a atenção de outras mulheres para o assunto, abordando temas como a importância do autoexame, e criaram iniciativas distintas de informação e acolhimento. Larissa formou um time de mulheres mastectomizadas remadoras, enquanto Fabíola abriu um espaço virtual para falar sobre a questão. [Olho texto=”“Eu criei o perfil porque consciente foi o que me tornei depois da doença. Quero falar o que eu posso para passar essa conscientização às pessoas”” assinatura=”Fabíola Constâncio, ex-atleta” esquerda_direita_centro=”centro”] A secretária Celina Leão acredita ser de fundamental importância disseminar, para um público mais abrangente, informações sobre o câncer de mama, já que cerca de 30% dos casos podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis. “Precisamos falar sobre isso durante todo o ano, mas esse período específico se mostra muito eficaz, em todo o mundo, para chamar a atenção da população para sinais, detecção precoce e autoexame, entre outras coisas”, destaca. Atenção Detectado o câncer de mama em fases iniciais, há maior possibilidade de tratamentos menos agressivos e sucesso satisfatório. Foi o que aconteceu com Fabíola Constâncio, 36 anos, que descobriu o problema em abril do ano passado e, após 16 sessões de quimioterapia e duas cirurgias, ultrapassou com vitória a fase mais complicada do tratamento. Se antes do diagnóstico Fabíola se destacava no vôlei de praia, com uma carreira esportiva consolidada, agora se dedica a projetos pessoais que focam na conscientização do câncer de mama. Em agosto ela criou o perfil no Instagram chamado Fabíola Consciente e, em breve, deve lançar uma linha de biquínis exclusivamente para mulheres mastectomizadas. “Eu criei o perfil porque consciente foi o que me tornei depois da doença. Quero falar o que eu posso para passar essa conscientização às pessoas. Tiveram questões que me ajudaram muito, como atividades físicas, alimentação saudável, fé, espiritualidade e, por que não, moda. Quando estamos fazendo o tratamento, muitas vezes é bem difícil se olhar no espelho. Essa parte também é bem importante”, explica a ex-atleta, que criou sua “bolha” com amigos e familiares mais próximos que a apoiaram durante o tratamento, assim como selecionou as informações que consumiria nesse período. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Desde a infância a nutricionista Larissa Lima, 46 anos, construiu também uma trajetória esportiva forte, passando por handebol, esportes de aventura e ciclismo de montanha. Competiu 10 anos nessa área, disputando provas de mountain bike, canoagem e corrida, entre outras, até descobrir o câncer. Com três cirurgias, nove sessões de quimioterapia e mastectomia, Larissa venceu a doença após um ano e seis meses de tratamento. Incentivada por um amigo, há quatro anos ela criou a Associação Canomama, primeiro time brasileiro de canoagem para sobreviventes do câncer de mama, com 26 mulheres. “Todas as participantes fazem avaliação física, avaliação fisioterápica e apresentam relatório médico e atestado. Com essa avaliação elas são orientadas quanto às atividades complementares. A atividade da canoagem é realizada duas vezes por semana. Destaco sempre a melhoria da qualidade de vida, o bem-estar físico e emocional que um esporte coletivo pode implementar na vida dessas mulheres. Para mim, ser atleta me fez ter força e determinação e, assim, tive energia motivadora para seguir em frente”, ressalta Fabíola. * Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer
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TCDF aprova contas do primeiro ano de gestão
Limites constitucionais que devem ser aplicados na saúde e na educação foram cumpridos com folga pelo governo, atesta parecer | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) aprovou nesta segunda-feira (19) o parecer das contas de governo do primeiro ano da gestão Ibaneis Rocha. No relatório, o conselheiro Manuel de Andrade destacou o cumprimento dos limites com gasto de pessoal, com endividamento, a superação das previsões dos resultados primário e nominal e as aplicações dos limites constitucionais na saúde e na educação. Em 2019 foi registrado um superávit de R$ 217,5 milhões. Os conselheiros do tribunal foram unânimes em destacar a melhoria nas contas governamentais. Em especial no que diz respeito à redução das despesas sem cobertura contratual, ao aumento dos investimentos e à manutenção das despesas com pessoal dentro dos limites descritos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). [Numeralha titulo_grande=”R$ 7,3 bilhões” texto=”investidos pelo GDF em educação e saúde em 2019″ esquerda_direita_centro=”centro”] De 2018 para 2019 foi registrada uma queda de 47,4% das despesas sem contrato. Elas passaram de R$ 265,7 milhões para R$ 139 milhões. Já os compromissos constitucionais em saúde e educação foram cumpridos com folga: R$ 4,6 bilhões foram aplicados na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino e R$ 2,7 bilhões na Saúde. Os limites de investimento mínimos eram, respectivamente, de R$ 4,2 bilhões e R$ 2,2 bilhões. Segundo o relatório do tribunal, a previsão inicial do orçamento era de R$ 42 bilhões, incluindo-se os R$ 14,3 bilhões do Fundo Constitucional do DF. Do valor orçamentário total foram executados R$ 39,8 bilhões, dos quais R$ 25,7 bilhões gastos com pessoal. Esse montante permitiu que o governo mantivesse o percentual da receita corrente líquida (RCL) em 43,54%, abaixo do limite de alerta (44,10%). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Outro destaque foram os investimentos para realizações de obras e melhorias, com total de R$ 632,4 milhões em 2019. Também foram pagos R$ 2,1 bilhões com os chamados restos a pagar, que são as despesas empenhadas e não pagas em exercícios anteriores. Nos pontos de ressalva, os conselheiros manifestaram preocupação com o crescimento do estoque da dívida ativa, que alcançou R$ 36,3 bilhões em 2019; a baixa execução dos recursos dos fundos especiais; o registro das contas previdenciárias sem notas explicativas; e a deficiência de alguns indicadores. As ressalvas e recomendações não impedem a aprovação do parecer das contas, que agora seguem para julgamento final na Câmara Legislativa do DF. * Com informações da Secretaria de Economia
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Esporte em alta no Gama, Santa Maria e Planaltina
Em relação ao atendimento, o salto será de até 94%, um crescimento de 7.125 para 13.829 alunos nos três endereços, como o COP em Planaltina | Foto: Arquivo/Agência Brasília A realidade dos Centros Olímpicos e Paralímpicos (COPs) de Santa Maria, Gama e Planaltina mudará em breve. A Organização da Sociedade Civil (OSC) que assumir a gestão pedagógica dos espaços, a partir do próximo ano, trabalhará com importantes novidades que beneficiarão a população. O número de modalidades oferecidas, assim como de atendimento, será ampliado. E o mais importante: tudo com redução de custos no valor dos contratos. O edital de chamamento público, lançado neste mês pela Secretaria de Esporte e Lazer, prevê aumento de 43 para 53 modalidades disponíveis em cada unidade esportiva, inserindo novas modalidades olímpicas. E a pasta do Esporte ainda levantará quais atividades mais atraem os frequentadores, de acordo com a unidade, com atendimento individualizado para pessoas com deficiências. Haverá, também, aumento no atendimento, de 7.125 para 13.829 alunos nos três endereços, quase 100% E há, ainda, previsão de redução de 15% no custo de operação, levando-se em conta os contratos firmados anteriormente para a gestão dos COPs. A economia financeira fará com que o custo do contrato caia de R$ 7,9 milhões para mais de R$ 6,7 milhões por ano. O resultado do chamamento público tem validade de 12 meses, não sendo esse o prazo da vigência da parceria. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] “Os Centros estarão bem melhores do que antes, com mais possibilidades e acessibilidade aos frequentadores, seja na variedade de modalidades, número de vagas e funcionamento aos fins de semana, inclusive para atendimento da população que não está matriculada no COP, mas poderá usufruir do espaço realizando atividades esportivas. Queremos ampliar o acesso ao mundo do esporte para todas as pessoas que tiverem interesse. Essa é a nossa marca e os COPs são partes fundamentais nessa trajetória”, explica a secretária de Esporte e Lazer, Celina Leão. Todas as fases do processo de seleção, detalhadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), estão sendo divulgadas no site da Secretaria de Esporte e Lazer e concluídas até dezembro, quando a OSC selecionada precisará apresentar a documentação de habilitação e plano de trabalho detalhado. De acordo com a programação, a sessão pública para entrega da ficha de inscrição e da proposta feitas pelas instituições interessadas ocorrerá em 3 de novembro. *Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer
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UBS 1 do Paranoá abre posto de coleta de exames
Além da coleta de exames, atendimentos com equipes de Saúde da Família | Foto: Geovana Albuquerque / Agência Saúde Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) das áreas tradicionais do Paranoá têm mais um serviço à disposição, a coleta de exames. A sala foi inaugurada nesta semana e os procedimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h, com agendamento prévio. A Unidade Básica de Saúde 1 é composta por dez equipes da Estratégia Saúde da Família com atendimento que abrange cerca de 40 mil pessoas. Agora, os pacientes poderão marcar exames no horário de funcionamento da sala de coleta, além de receber orientação e resultados. Para fazer a marcação é necessário pedido médico ou de enfermagem. São ofertadas 20 vagas por dia, mas a oferta poderá aumentar a depender da evolução de trabalho dos servidores. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O paciente sai da consulta com o pedido e já agenda seu exame, não há restrição de vagas. Há um limite de marcação diária, mas estamos conseguindo marcar com no máximo uma semana de prazo”, esclarece a gerente da UBS 1, Marília Gabriela Rodrigues Franco. A gestora explica que a abertura da sala de coleta visa facilitar o acesso da população assistida a todos os exames disponíveis na rede. “Estamos tentando ampliar a oferta de serviço da unidade para a nossa população”, reforça Marília. Além da UBS 1 do Paranoá, a UBS 1 do Itapoã também oferece o serviço de coleta de exames na Região de Saúde Leste. As amostras coletadas e recebidas em ambas as unidades são encaminhadas para diferentes laboratórios de destino (HRL, Hran, Hmib, HAB), conforme o tipo de exame a ser realizado. Com a nova sala, o serviço de coleta de exames da região ganhou reforço | Foto: Geovana Albuquerque / Agência Saúde “A oferta deste serviço laboratorial de apoio diagnóstico nas unidades básicas de saúde proporciona mais comodidade aos usuários, pois as UBSs são localizadas próximo às suas residências, amplia o vínculo com suas respectivas equipes e permite aos profissionais maior autonomia na organização do processo de trabalho”, afirma o diretor da Atenção Primária, Wallace dos Santos. O gestor explica ainda que o cadastramento dos exames no sistema TrakCare e o agendamento dos pacientes são realizados pelas próprias equipes, de modo a possibilitar aos usuários optar pelo melhor dia para a coleta, conforme sua disponibilidade. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Quase 15 mil crianças vacinadas no Dia D
A poliomielite pode levar à paralisia; vacinar as crianças, alerta secretário de Saúde, é fundamental | Foto: Breno Esaki/SES Marcado pelo Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, este sábado (17) alcançou, no DF, a imunização de 14.930 crianças. A cobertura vacinal foi de 9,2% do público-alvo estimado em 160 mil crianças maiores de um ano e menores de cinco. A poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. A abertura nacional da campanha ocorreu no posto de vacinação montado na Administração Regional de Ceilândia, com a presença do secretário nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, do secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, e do subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero. “Nos últimos anos, as coberturas vacinais vêm diminuindo”, alerta Alberto Correia. “Isso ocorre pela falsa sensação de que estamos seguros, de que a doença já foi erradicada e que não há necessidade de tomar uma segunda dose da vacina. Há influência de fake news e, em 2020, especificamente, a pandemia também pode ter contribuído para isso.” Salas seguras Foram abertas 95 salas de vacina, com funcionamento das 8h às 17h. Até o dia 30 deste mês, a meta da Secretaria de Saúde (SES) é vacinar 95% do público-alvo – para o qual, durante toda a campanha, o DF tem 135 salas abertas. “O objetivo do Dia D é mobilizar a população e mostrar a importância de levar os filhos para vacinar e protegê-los de uma doença tão grave como a poliomielite”, alerta o secretário de Saúde. Ao todo, durante duas semanas da campanha, foram vacinadas 31.775 crianças – o que representa uma cobertura vacinal de 19,7%. O secretário orienta que mães e pais procurem as salas de vacina. “Todas estão preparadas para receber as crianças com toda a segurança, respeitando o distanciamento social”, destaca. [Numeralha titulo_grande=”31.775 ” texto=”Total de crianças vacinadas durante duas semanas de campanha” esquerda_direita_centro=”centro”] O pequeno Guilherme, de 3 anos, foi levado até a Administração Regional de Ceilândia para tomar as duas gotinhas da vacina da poliomielite. “Quero meu filho sempre saudável”, disse sua mãe, Albaniza Lopes. Vacinar meu filho é um ato de amor e proteção, principalmente agora, com a pandemia. A prevenção é o melhor caminho sempre”, analisa. Campanha de Multivacinação Além da vacinação contra a poliomielite, as salas estarão abertas para atualização da caderneta de vacina. A Campanha Nacional de Multivacinação ocorre paralelamente à que está sendo realizada contra a poliomielite. Adolescentes menores de 15 anos devem comparecer aos locais para receber eventuais vacinas que estejam faltando em seus cartões. Até o momento, 68.513 crianças e adolescentes de até 15 anos compareceram às salas de vacina. Desse total, 42.193 estavam com alguma dose pendente e completaram o cartão de vacinação. No período de janeiro a abril deste ano, nenhuma das vacinas do calendário infantil atingiu as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde. Todas as informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, bem como sobrea a de multivacinação, podem ser acessadas na página da Secretaria de Saúde. * Com informações da SES
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Sábado é dia vacinar e atualizar carteiras de crianças e adolescentes
O Dia D Contra a Poliomielite, doença conhecida como paralisia infantil, será neste sábado (17), no Distrito Federal. A campanha nacional de vacinação começou em 5 de outubro e imunizou 7.314 crianças na primeira semana. Até 30 de outubro, a meta da Secretaria de Saúde é vacinar 95% do público-alvo estimado em 160 mil crianças menores de cinco anos. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, alerta que esse é um momento importante para proteger as crianças imunizando-as contra a paralisia infantil. “Convido a todos os pais que têm filhos na faixa etária da campanha para levá-los às salas de vacina onde receberão a dose e atualizarão a caderneta de vacinação”, explicou Okumoto. Ele tranquiliza a todos para não tenham medo, “pois as unidades estão preparadas para recebê-los com toda segurança que o momento atual de pandemia exige”. A poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Engana-se quem pensa que a doença atinge somente às crianças. A paralisia infantil também pode afetar adultos. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, até o momento, apenas 4,5% do público-alvo foi vacinado. A menor cobertura está entre as crianças com idade de 3 anos a quatro anos incompletos (3 anos, 11 meses e 29 dias). Nessa faixa etária, foram vacinadas 1.783 crianças o que representa 4,5% de cobertura. A procura foi maior entre aquelas com um ano de idade até dois incompletos, com 2.033 vacinados e cobertura de 4,6%. Campanha de Multivacinação Além da vacinação contra a poliomielite, as salas estarão abertas para atualização da caderneta de vacina. A Campanha Nacional de Multivacinação ocorre paralelamente à campanha contra a paralisia infantil. Adolescentes menores de 15 anos devem comparecer aos locais para receberem eventuais vacinas que estejam faltando em seus cartões. No período de janeiro a abril de 2020, nenhuma das vacinas do calendário infantil atingiu as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde. Os dados parciais da campanha de 2020 mostram que 12.546 pessoas, entre zero e 15 anos, compareceram às salas de vacina entre os dias 5 e 9 de outubro. Após análise da caderneta de vacinação feita pelas equipes das salas de vacina, receberam alguma dose de vacina 7.399 pessoas. Dia D A abertura nacional do Dia D contra poliomielite e multivacinação será em Ceilândia, na Administração Regional, na QNM 13, Módulo B. Na ocasião, estarão presentes o secretário nacional de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, e o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero Martins. Durante o Dia D estarão abertas 95 salas de vacina em todo o Distrito Federal. O funcionamento será das 8h às 17h.
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UBS 6 do Gama retoma combate ao câncer de mama
A Unidade Básica de Saúde 6 do Gama (UBS) já retomou os serviços de atendimento de prevenção ao câncer de mama e do colo do útero, suspensos desde o início da pandemia de Covid-19. Além das ações preventivas, a equipe da UBS 6 também começou a encaminhar as pacientes que precisam fazer exames de mamografia nas unidades especializadas da rede pública de saúde. [Numeralha titulo_grande=”7.132 mamografias” texto=”feitas entre janeiro e junho deste ano” esquerda_direita_centro=”centro”] A retomada desses serviços integra as atividades da campanha Outubro Rosa, voltada para intensificar ações de combate ao câncer de mama. A UBS 6 do Gama aderiu à iniciativa e, na última terça-feira, no primeiro dia da reativação do serviço, atendeu sete pacientes na faixa do público alvo: mulheres entre 50 e 69 anos de idade. A direção da UBS 6 estabeleceu que, até o final da campanha, o atendimento preventivo será realizado sempre às terças-feiras, das 13h às 17h, e limitado a sete vagas. Estuda-se a possibilidade de atender também às quartas-feiras pela manhã, segundo a gerente substituta da UBS 6 do Gama, Genivan Silva. Retomada dos serviços foi planejada com todas as medidas de segurança contra o coronavírus | Foto: Agência Saúde A UBS não vai se limitar a esperar as pacientes. As que já estiverem agendadas vão ser chamadas na própria residência por agentes comunitários de saúde. A previsão é de que até o final de outubro sejam chamadas e atendidas 28 mulheres, número que pode duplicar caso o atendimento seja feito também às quartas-feiras. A retomada dos serviços foi planejada seguindo todos os protocolos de segurança contra o coronavírus. Os servidores utilizam equipamentos de proteção individual adequados e a sala da consulta é desinfectada a cada atendimento. Além disso, as pacientes são orientadas a comparecer à unidade de máscara. Na entrada é aferida a temperatura de cada paciente. A UBS 6 atende moradoras das quadras 1 a 27 do Setor Oeste do Gama. A exceção é a Quadra 11, que é atendida por outra unidade. Fila zerada na mamografia A Secretaria de Saúde zerou a fila de espera para exames de mamografia no Distrito Federal. Antes da pandemia a rede ofertava em torno de 3 mil vagas do exame por mês. | Foto: Agência Saúde Esse número, por causa da pandemia, caiu para pouco mais de 1 mil procedimentos mensais. Entre janeiro e junho deste ano foram feitas 7.132 mamografias, uma média de 1,1 mil procedimentos por mês. O exame é regulado pela Central de Regulação da Secretaria de Saúde. Com o pedido em mãos, as pacientes devem procurar a UBS mais próxima de sua residência e agendar consulta com a equipe de Saúde da Família, a partir do que terão o procedimento agendado. Picolé contra o calor [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A UBS 6 do Gama encontrou uma forma criativa e refrescante para que as pacientes enfrentem o calorão que tem feito nos últimos dias no DF: distribuição de picolés às mulheres. O gesto é também uma forma de demonstrar atenção e carinho com o público-alvo da campanha Outubro Rosa. “O geladinho foi uma ideia que tivemos para dar uma amenizada no calor”, conta a gerente Genivan. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Nova rotina administrativa na Saúde
O secretário de Saúde, Osnei Okumoto. afirma que essas são medidas fundamentais para, aos poucos, retomar o funcionamento normal dos serviços da rede pública de saúde. Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde A partir desta segunda-feira (5), os servidores da Secretaria de Saúde que estavam em teletrabalho voltam a trabalhar em seus respectivos locais de atuação. Somente os servidores acima de 60 anos de idade, com doenças crônicas como diabetes ou hipertensão, e gestantes, por exemplo, devem permanecer em trabalho remoto, de suas casas. Essa determinação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal por meio da portaria nº 750 de 1º de outubro de 2020, que revoga a portaria vigente desde 17 de março, quando foi decretada à pandemia. “Os critérios para esta decisão foram tomados a partir das informações da Diretoria de Vigilância Epidemiológica e do Núcleo de Medicina do Trabalho. Algumas exceções foram estabelecidas para pessoas que trabalham diretamente na assistência e que possuem fatores de risco no contato com os pacientes no dia a dia”, esclarece o secretário da Saúde, Osnei Okumoto. Outras áreas enquadradas na exceção são o Complexo Regulador e o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs). Okumoto afirma que essas são medidas fundamentais para, aos poucos, retomar o funcionamento normal dos serviços da rede pública de saúde no momento em que o DF registra queda nos números de novos casos e de óbitos por Covid-19. “Garantimos, através disso, uma melhor assistência à população do DF e ao mesmo tempo estamos trabalhando para que, até dezembro, saia a nossa portaria instituindo teletrabalho regular conforme o decreto do governador Ibaneis”, informa o secretário. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Quanto aos servidores que se enquadram no grupo de risco, a orientação é para que apresentem um novo requerimento aos núcleos de medicina do trabalho, com detalhamento do plano de trabalho e a validação da chefia imediata para avaliação e emissão de novo parecer. “Cada vez mais a Secretaria de Saúde vem pensando nos servidores, na segurança de todos que trabalham direto com a população e daqueles que também estão nas diretorias administrativas fazendo serviços de suporte e de vanguarda para que a gente possa, cada vez mais, oferecer um bom trabalho para a população”, finaliza Okumoto. Teletrabalho O teletrabalho foi instituído em todo o serviço público do Distrito Federal em 17 de março de 2020 por meio de decreto do governador Ibaneis Rocha, como parte da prevenção ao contágio do novo coronavírus. Um dos motivos apontados pelo GDF foi evitar a aglomeração de pessoas nos ambientes de trabalho, possibilitando realizar as atividades de trabalho em casa, desde que houvesse a disponibilidade da tecnologia necessária para exercer as funções pré-determinadas sem prejudicar o atendimento ao público. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Servidores serão homenageados com programação especial
Escola de Governo oferece cursos na modalidade Educação a Distância | Foto: Egov-DF A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov-DF) anuncia a Jornada desENVOLVER para o período de 5 a 30 de outubro, em comemoração ao mês do servidor público, data celebrada em 28 de outubro. Órgão vinculado à Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), da Cisco Webex Training, a Egov fará 18 minicursos destinado aos servidores, cada um com período de inscrição e data de realização distintos. Os eventos se darão pela plataforma virtual Cisco Webex Training, de segunda a sexta-feira, das 17h às 18h30. Os servidores interessados devem se inscrever pelo próprio site da Egov (clique aqui para fazer inscrição). O público-alvo dos minicursos são os servidores dos órgãos das administrações direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a diretora-executiva da Egov, Juliana Tolentino, a ideia dos minicursos é atualizar o servidor em temas variados, de maneira ágil e efetiva. “Planejamos esta jornada pensando em proporcionar ao servidor do GDF informações rápidas, atuais e indispensáveis sobre temas essenciais nas rotinas de trabalho”, destacou Juliana. Na primeira semana da jornada, as palestras serão: design thinking na prática; principais técnicas em oratória; dicas práticas para reuniões produtivas; dicas valiosas de Português e redação oficial; e dicas para orçamento no serviço público. A temática de cada minicurso foi definida com base nas necessidades atuais dos servidores públicos. “A Jornada desENVOLVER traz temas de cunho prático e de fácil assimilação. O projeto foi desenhado cuidadosamente, observando-se as necessidades mais recentes de desenvolvimento e de capacitação”, acrescentou a coordenadora de Desenvolvimento e Formação da Egov, Fabíola Salomon. Os instrutores convidados são de diversos órgãos e instituições, como Secretaria de Economia, Controladoria-Geral do Distrito Federal, DF Legal, Detran-DF, Secretaria de Educação, Vice-Governadoria, Procuradoria-Geral do Distrito Federal, Secretaria de Desenvolvimento Social e Universidade de Brasília. * Com informações da Egov-DF
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Centro de Radioterapia do HRT será inaugurado nesta quarta-feira (30)
Centro tem recepção, salas de espera, consultórios e banheiros, tudo dentro da Lei de Acessibilidade | Foto: Agência Saúde Os pacientes oncológicos do Distrito Federal que necessitam de tratamento com radioterapia, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), serão beneficiados com uma nova unidade equipada com aparelho de última geração. O Centro de Radioterapia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) será inaugurado nesta quarta-feira (29) e irá atender, inicialmente, 25 pacientes por dia. [Numeralha titulo_grande=”R$ 9,1 milhões” texto=”é o valor total do investimento” esquerda_direita_centro=”centro”] Atualmente esse tipo de atendimento para os pacientes da Secretaria de Saúde era feito no Hospital de Base, que possui dois aparelhos, e no Universitário de Brasília, que tem um, bem como em unidades contratadas. Com a nova unidade em operação será possível acelerar os atendimentos e diminuir o tempo de espera pelo tratamento. Hoje, a fila para primeira consulta em radioterapia está em 134 pacientes. Obra A obra teve início em 8 janeiro de 2019 e foi concluída em abril deste ano. O investimento total do empreendimento foi de R$ 9,1 milhões, dos quais que R$ 3 milhões foram usados na compra do equipamento acelerador linear da empresa norte-americana Varian Medical Systems. Os recursos são provenientes do Ministério da Saúde em parceria com o Governo do Distrito Federal, que forneceu recursos humanos, terreno e conhecimento. Bunker: paredes de concreto de alta densidade vão impedir que a radiação se espalhe | Foto: Agência Saúde O prédio do Centro de Radioterapia ocupa uma área de 860 metros quadrados, ao lado do HRT. A sala onde foi instalado o acelerador linear foi construída com materiais especiais e paredes de concreto de alta densidade, chamada de bunker. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Essa estrutura é necessária para evitar que a radiação se espalhe no ambiente. O centro conta com recepção, salas de espera, consultórios, banheiros e todos os ambientes conforme a Lei de Acessibilidade. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Apoio a quem ajuda o outro
O projeto visa captar servidores que estejam sentindo algum transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, para avaliar o grau de gravidade e prestar apoio psicológico. Foto: Divulgação/Agência Brasília Cuidar da saúde de quem cuida dos outros é essencial, ainda mais neste cenário atípico de pandemia, em que algumas situações levam ao desgaste físico, mental e psicológico. Pensando nisso, várias gerências do Hospital da Região Leste (antigo Hospital do Paranoá) uniram-se para criar o projeto Psicólogo Amigo da Saúde, que irá disponibilizar atendimento psicológico aos servidores. O projeto visa captar servidores que estejam sentindo algum transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, para avaliar o grau de gravidade e prestar apoio psicológico. O evento de abertura ocorreu nesta terça-feira (29), no Espaço Saúde do HRL, e contou com a presença da superintendente da Região de Saúde Leste, Raquel Beviláqua, que se mostrou feliz com a iniciativa, que é pioneira em um projeto voltado para a saúde mental do servidor. “Este projeto vem ao encontro do cuidado da saúde do servidor, que se estiver com sua saúde em dia consegue trabalhar mais feliz, torna-se mais produtivo, tem mais qualidade de vida e adoece menos, gerando menos absenteísmo (falta de assiduidade no trabalho)”, avalia. ApoioSegundo Raquel, este é um projeto que está começando pelo HRL, mas cujo objetivo é fortalecê-lo e estender esse apoio psicológico para os servidores da atenção primária e, futuramente, em outras Regiões de Saúde, de acordo com a demanda dos profissionais. O projeto foi criado por iniciativa dos servidores do HRL com parceria da coordenação do voluntariado. “No geral, o atendimento será realizado por profissionais já formados e que se dispõem a voluntariar no hospital. Após a triagem de classificação de risco, os servidores atendidos serão encaminhados para atendimento com uma psicóloga da Secretaria de Saúde”, explica Gilson Cosme, coordenador do Voluntariado no HRL. “Se o servidor for classificado com a cor laranja ou vermelha, ele será encaminhado para fazer terapia por um período um pouco mais prolongado e, com isso, entrará na fila da regulação para obter seu tratamento”, informa o técnico de enfermagem e idealizador do projeto, Alberto Sabala. Idealização do projeto A ideia de criar o projeto Psicólogo Amigo da Saúde surgiu com a percepção dos servidores ao verem a angústia e o medo de muitos colegas em ir trabalhar no hospital por conta da pandemia. “Trabalhar na saúde é algo que gera ansiedade e com o medo de pegar a Covid-19 e infectar a família, muitos profissionais precisam de apoio psicológico para continuar trabalhando. Por isso, discutindo esse problema em várias gerências do HRL, decidimos criar o projeto”, explica o idealizador do Psicólogo Amigo da Saúde. Atendimentos De acordo com ele, os primeiros atendimentos começaram na semana passada e já tiveram 26 inscritos, sendo que 19 dos servidores já foram atendidos. Os atendimentos ocorrem de acordo com a agenda das duas psicólogas voluntárias que participam do projeto. Para entrar em contato com os voluntários, os servidores podem utilizar um QR Code criado exclusivamente para o projeto. O diretor do HRL, João Marcos Meneses, diz sentir-se grato com a atitude da equipe e elogia os profissionais por fazerem além de suas funções em prol da saúde de todos os servidores. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospital Modular: quase 90% de índice de recuperação
Novo em folha, hospital foi erguido em 33 dias | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Dois meses de muitas vidas salvas. O Hospital Modular de Ceilândia comemora os índices de recuperação desde a inauguração da unidade, em 13 de julho. Destinada ao tratamento exclusivo de pacientes com Covid-19, a unidade admitiu 479 enfermos desde então, dos quais 415 receberam alta e dois vieram a óbito. O índice de recuperação chega a 86,6%, enquanto o de morte está bem abaixo da média distrital, 0,4%. [Olho texto=”“Fiquei sete dias aqui. As condições são excelentes e o tratamento que recebi foi sempre no sentido de melhorar minha autoestima. Foi nota 10”” assinatura=”Geraldo dos Reis, motorista de aplicativo” esquerda_direita_centro=”centro”] Atualmente, 57 pessoas estão internadas no local, recebendo os devidos cuidados dos profissionais de saúde. A unidade modular está anexada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e foi construída em tempo recorde, reforçando o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) de combater o coronavírus de forma responsável. O hospital de 1.015 metros quadrados foi erguido em 33 dias e logo entrou na rede de atendimento à Covid-19 no DF. Com capacidade para 63 leitos, o hospital recebeu 148 servidores temporários. Foram lotados 18 clínicos gerais, 30 enfermeiros e 100 técnicos de enfermagem. A estrutura – de saltar aos olhos – ainda de dispõe de farmácia, três postos de enfermagem, dois depósitos de materiais, área para lavagem de material, sanitários adaptados e copa para funcionários. Estrutura que surpreende o motorista de aplicativo, Geraldo dos Reis Ferreira, de 63 anos, internado no hospital. “Fiquei sete dias aqui. As condições são excelentes e o tratamento que recebi foi sempre no sentido de melhorar minha autoestima. Foi nota 10”, disse. Geraldo, que tem diabetes e é hipertenso, teve 35% do pulmão comprometido pela doença, mas venceu a batalha na sexta-feira (11). Ele se preparava para receber alta enquanto conversava com a reportagem da Agência Brasília. Supervisora da unidade, Maria Lopes é servidora da Saúde há 30 anos | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Assim como ele, o aposentado Francisco das Chagas Lima, de 75 anos, preparava-se para deixar o hospital na sexta-feira. “Faço hemodiálise e os cuidados aqui sempre foram muito bons. Eles me levam na clínica para fazer a diálise e me acompanham o tempo todo. Aqui é um hospital muito bom e hoje eu sinto que nasci de novo”, relata. Tal retorno dos pacientes enche os olhos de quem está na linha de frente no combate à Covid-19, como o médico Daniel Bonfim. “A gente fica comovido e não deixa de agradecer o carinho dos pacientes. O que temos visto aqui, nas últimas três semanas, é uma queda nos casos mais graves. Isso nos anima, também”, comemora. [Olho texto=”“Trabalhar em um lugar assim traz tranquilidade para seguir nosso trabalho e prestar nossa assistência sem nos expor”” assinatura=”Daniel Bonfim, médico do hospital modular” esquerda_direita_centro=”centro”] Daniel conta que, no início da pandemia, o trabalho foi mais complicado em razão da novidade que o coronavírus representava, além da apreensão gerada pela doença. Ele também relata que ter uma estrutura adequada para trabalhar, como a que o hospital modular oferece, motiva os profissionais. “Trabalhar em um lugar assim traz tranquilidade para seguir nosso trabalho e prestar nossa assistência sem nos expor”, afirma. Ainda segundo o médico, a pandemia trouxe um senso de coletividade entre os profissionais e até de reaproximação com antigos colegas. “Estamos sempre trocando informações, lendo artigos. Até meus grupos com amigos da faculdade voltaram a se movimentar, trocar mensagens”, arremata. Futuro pós-pandemia: unidade modular deve ser transformada em clínica médica | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Esse senso de coletividade também é observado pela supervisora do hospital modular, Maria Lopes. Servidora da Secretaria de Saúde há 30 anos, Maria conta que nunca tinha visto nada parecido na profissão, em um contexto de desafios em série provocados pela Covid-19. “Tem sido um grande aprendizado. As equipes se sincronizaram ainda mais, estão comunicando melhor. Esse hospital é um grande ganho para Ceilândia. Nos organizamos como pudemos para esse momento e tenho visto o empenho de todos, formando uma grande corrente do bem”, destaca. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A expectativa do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) para o pós-pandemia é transformar a unidade modular em clínica médica, que é uma grande demanda da população de Ceilândia e região. Com ou sem pandemia, fica o legado da estrutura para a população da cidade e todos os que buscam atendimento por lá. Responsabilidade social A empresa JBS, por meio do programa Fazer o Bem Faz Bem, doou R$ 11 milhões para o enfrentamento do coronavírus no Distrito Federal, incluindo o valor a construção do hospital modular. Além da nova unidade em Ceilândia, o DF tem recebido da empresa equipamentos de proteção individual (EPIs), itens de higiene e limpeza e cestas básicas para instituições sociais, benefícios que devem impactar mais de 2,5 milhões de pessoas. As doações integram um esforço nacional da JBS de enfrentamento à Covid-19. Ao todo, a empresa pretende doar R$ 400 milhões a 19 unidades da Federação e a mais de 200 cidades.
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Região de Saúde Centro-Sul ganha ambulatório para doenças crônicas
Pacientes da região são beneficiados com centro especializado em doenças crônicas | Foto: Agência Saúde A Região de Saúde Centro-Sul * recebeu o primeiro Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), núcleo especializado em atendimento ambulatorial. A unidade começou a funcionar no Hospital Regional do Guará nesta quarta-feira (9) e amplia, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a oferta de serviços especializados para os moradores da região. [Olho texto=”“O paciente passa por um circuito de várias especialidades no mesmo dia: cardiologista, endocrinologista, psicologia, enfermeira, assistente social e fisioterapia. Agora os atendimentos são integrados”” assinatura=”Flávia Costa, superintendente da Região de Saúde Centro-Sul” esquerda_direita_centro=”centro”] Com atendimento multidisciplinar, o novo ambulatório é destinado para pacientes da Região de Saúde Centro-Sul classificados como de alto e muito alto risco para hipertensão e diabetes. O atendimento aos pacientes com doenças crônicas na região já era oferecido, mas de forma não integrada. “O paciente passa por um circuito de várias especialidades no mesmo dia – cardiologista, endocrinologista, psicologia, enfermeira, assistente social e fisioterapia. Agora os atendimentos são integrados. No mesmo dia o paciente passa por diferentes especialistas, tendo em vista serem pacientes de alto e muito alto risco”, explica a superintendente da Região de Saúde Centro-Sul, Flávia Costa. Com o atendimento multidisciplinar, o resultado esperado é aumentar a resolutividade regional, de modo a serem reduzidas as ocorrências de infarto, acidente vascular cerebral e amputações. “Há substancial melhora na qualidade de vida de pacientes portadores de doenças crônicas, sem aumentar custos para o sistema de saúde”, analisa a gestora. Atendimentos são agendados pela Central de Regulação da Secretaria de Saúde | Foto: Agência Saúde A expectativa é de atender cerca de 60 casos novos por mês, com perspectiva de multiplicação desse número por cinco ou seis vezes nos próximos seis meses. Porta de entrada Os pacientes atendidos pelo Cedhic são encaminhados para o ambulatório pelas unidades básicas de saúde (UBSs). São as UBSs que realizam o primeiro atendimento, avaliam cada caso e direcionam aqueles de alto e muito alto risco para as atenções secundária ou especializada. Ao fundo, a superintendente Flávia Costa e o diretor administrativo da Cedhic, Evilásio Sousa Ramos, ao lado da cardiologista Luciane Santoro (de jaleco) e o diretor de Atenção Secundária, Thiago Braga | Foto: Agência Saúde Esse atendimento é feito nos ambulatórios e policlínicas que funcionam em todas as regiões de saúde. Com o modelo de atendimento integrado, a expectativa é de mais adesão e continuidade no tratamento dos doentes crônicos e de acesso à rede de atenção especializada. O novo ambulatório é mais um avanço da Região de Saúde Centro-Sul na proposta de Planificação de Atenção à Saúde, projeto viabilizado pelo Proadi-SUS, do Ministério da Saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O ambulatório O Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca funciona no Hospital Regional do Guará. Trata-se de uma policlínica vinculada à Gerência de Serviços da Atenção Secundária. Os atendimentos serão realizados sob forma de circuito multidisciplinar composto por especialistas em cardiologia – especialmente insuficiência cardíaca e hipertensão arterial –, endocrinologistas, enfermeiras especializadas em cuidados com “pé diabético”, atendimento psicoterapêutico, nutricional, fisioterapêutico e com assistente social. * Com informações da Secretaria de Saúde. ** A Região de Saúde Centro-Sul é formada pelas seguintes regiões administrativas: Guará, Estrutural, Setor de Indústria e Abastecimento, Setor Complementar de Indústria e Abastecimento, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Park Way, Riacho Fundo e Riacho Fundo II.
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Respirador de baixo custo vai ampliar atendimento a pacientes com Covid-19
Expectativa é de que 30 unidades fiquem prontas para uso em dois meses | Foto: FAP-DF Criar respiradores mecânicos baratos para ampliar o acesso de pacientes com Covid-19 em leitos de UTI. Esse é o objetivo do projeto apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), instituição vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), e coordenado pelo pesquisador Sanderson César Macêdo Barbalho. O cronograma do projeto é de 120 dias a partir da assinatura do Termo de Outorga e Aceitação (TOA) junto à FAP-DF, o que foi feito no início do mês de junho. Ao final deste período, a expectativa do pesquisador e sua equipe é de ter 30 unidades prontas para uso.Covi [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto recebeu investimento de R$ 1,1 milhão. O valor foi repassado pela Secti/FAP-DF no âmbito do Convênio 03/2020, que conta com orçamento global de R$ 30 milhões para apoiar projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à Covid-19. “Nosso objetivo inicial é desenvolver um respirador de baixo custo, mas que atenda às normas de segurança médica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa], validar o produto e certificá-lo de acordo com os padrões simplificados da agência para a pandemia, para que possamos entregar um lote-piloto”, explica o coordenador do projeto, que também é professor adjunto do Departamento de Engenharia de Produção (EPR) da Universidade de Brasília (UnB). “Estamos organizados em grupos divididos por área tecnológica – eletrônica e software, mecânica, testes médicos e logística de aquisições e fabricação. Cada grupo se reúne e planeja suas atividades semanalmente. Usamos metodologia ágil baseada em softwares de uso livre para registrar as atividades. Fazemos uma reunião semanal toda sexta-feira para consolidar o avanço do projeto, e assim por diante. Serão 17 semanas de trabalho nesse ritmo para atingir a nossa meta”, acrescenta Sanderson. Ele destaca ainda a importância do fomento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e em Pesquisa Desenvolvimento (P&D) para que projetos como esse saiam do papel e, assim, possam efetivamente ajudar a população do DF, bem como os profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate à pandemia. “Sem o fomento o projeto não aconteceria. Tivemos contato com investidores de Brasília, os quais infelizmente não se prontificaram em contribuir minimamente com a proposta. E, com recursos próprios, conseguiríamos no máximo fazer um protótipo de bancada, não muito diferente do que encher um balão de festas”, arremata. * Com informações da FAP-DF
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Febre amarela pode ser prevenida com vacina
O mesmo da dengue: mosquito Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela urbana | Foto: Agência Saúde A febre amarela é uma doença viral que há algum tempo voltou a ser notícia no Brasil e ainda preocupa as autoridades. Em 2017, ocorreu um novo surto da doença no leste de Minas Gerais com diversas mortes. No Distrito Federal, a situação está sob controle e a cobertura vacinal da população tem sido essencial para manter a doença longe da população. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão dá-se pelo mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). Há ainda o Aedes albopictus que apresenta ampla valência ecológica, adaptando-se aos ambientes rurais, periurbanos e urbanos. Essa característica lhe confere destaque pela possibilidade de fazer a ponte entre os ciclos silvestre e urbano de transmissão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Por isso, é importante manter a vacina em dia, principalmente as pessoas que mantêm contato direto com regiões de mata, ecoturismo entre outras atividades em que a pessoa fica exposta na zona rural. O Distrito Federal não tem casos confirmados da doença, mas em outros estados do Brasil há registro da doença tanto em locais urbanos quanto em regiões rurais. No país já é admitida a presença dos dois ciclos de transmissão. Por isso ela ainda tem grande importância epidemiológica por sua gravidade clínica e potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas pelo Aedes. Membro da gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis (GVDT), Fabiano Martins destaca que a doença continua exigindo uma vigilância permanente pelo quadro clínico grave que apresenta. Como recorrentemente não chega a dar sintomas nas pessoas, o paciente não é tratado de maneira precoce, podendo ter hemorragia e chegar a óbito. O profissional alerta para os deslocamentos para áreas endêmicas e propensas à transmissão. “A doença tem um potencial muito grande de transmissão em área urbana por conta do Aedes. A vigilância é essencial para evitar essa proliferação que pode acontecer de maneira muito rápida. Por isso, a pessoa não vacinada, independentemente da idade ou sexo, que se exponha em áreas de risco pode ser contaminada e morrer. Viajar para lugares de mata onde há registro de casos e não estar com a vacina em dia é se expor ao risco de contaminação com a doença”, alerta. Em viagens internacionais, o cidadão pode ser barrado por não ter a comprovação da vacina, bem como correr o risco em países endêmicos como o Brasil. Primatas A Vigilância Ambiental trabalha no controle do ambiente e mapeamento de macacos que aparecem mortos. Rodrigo Menna, gerente de Vigilância Ambiental de Zoonoses, explica que a população deve contribuir informando a gerência sempre ao encontrar macacos mortos para que os animais sejam recolhidos e feita a autópsia. Vacina contra a febre amarela está disponível em todas as UBSs do DF | Foto: Agência Saúde “Esse animal não pode ser descartado, jogado no lixo ou enterrado. É preciso a investigação de sua morte, pois é o principal hospedeiro da doença no meio ambiente. Também reforçamos o alerta sobre os possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Não podemos mais permitir que ele nasça, deixando depósitos de água para o seu desenvolvimento”, afirmou Rodrigo. O Distrito Federal, no último boletim do Ministério da Saúde sobre monitoramento de mortes de macacos, recolheu 69 macacos mortos para análise, sem a confirmação de caso positivo para a febre amarela. Caso a população encontre macacos mortos, deve comunicar pelo telefone (61) 99269-3673 ou pelo e-mail zoonosesdf@gmail.com. Sintomas e prevenção Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou eles são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A vacina contra a febre amarela está disponível em todas as salas de vacina do DF. Assim como as demais vacinas do calendário nacional de imunização, a que previne contra essa doença está com baixa cobertura em 2020. Até o momento, a cobertura vacinal é de 62,9%, número abaixo do registrado em 2019, quando atingiu-se 90,5% e a meta preconizada foi alcançada. Veja todos os dados abaixo: Casos De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (28), o Distrito Federal não registrou casos da doença em 2019 e em 2020. Este ano, foram notificados 16 casos suspeitos de residentes e não residentes do DF. Porém nenhum foi positivo para a doença. No entanto, em 2018, o DF teve dois casos confirmados. Por isso, a vacinação é a única proteção. Nas duas últimas décadas, diversas reemergências do vírus foram registradas. A última, iniciada em 2014 apresenta efeitos até o presente e resultou nos maiores surtos de febre amarela silvestre da história do país, desde que esse ciclo foi descrito na década de 1930, alcançando a área de domínio de Mata Atlântica, onde as populações não estavam imunizadas. No século XXI, além da área endêmica, casos humanos e/ou epizootias em primatas não humanos foram registrados em todos os estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além da Bahia, caracterizando a expansão recorrente da área de circulação viral nos sentidos Leste e Sul do país. Isso afetou áreas antes consideradas indenes, onde o vírus não era registrado há décadas, o que gerou profundos impactos à saúde pública e à biodiversidade. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Ceilândia: mais três núcleos de saúde e cerca de um milhão de beneficiados
Alta demanda: por mês nascem mais de 600 crianças na cidade | Foto: Arquivo Agência Brasília Assim que a pandemia da Covid-19 estiver controlada, Ceilândia vai herdar melhorias que vão mudar completamente a cara da saúde pública da maior cidade do Distrito Federal. Uma delas é a nova Unidade Básica de Saúde, obra com 10% de trabalhos executados, uma estrutura que deve ser inaugurada ainda neste ano. São benfeitorias que vão permanecer, uma vez encerrada a crise sanitária, para reforçar o sistema de saúde pública de toda a região, de modo a beneficiar cerca de um milhão de pessoas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Na manhã desta sábado (29), o secretário de Saúde do DF, Osney Okumoto, e o presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Gestão (Iges-DF), Sérgio Costa, estiveram na cidade para acompanhar obras e ações em andamento. Acompanhados pelo administrador regional, Marcelo Piaui, e pela superintendente de Saúde da Região Oeste, Lucilene Florêncio de Queirós, eles foram conferir o andamento das obras da nova UPA, no Setor O, e do Hospital de Campanha na QNN 27, em Ceilândia Norte, que se tornará o primeiro Hospital Materno Infantil do DF fora do Plano Piloto. O administrador Marcelo Piauí acredita que a construção das novas instituições, em Ceilândia – aliada a outras ações e obras, como a ala anexa ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), com mais de 60 leitos – será um divisor de águas para a saúde da cidade. “São edificações que seguem os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, o que habilita a atender milhares de pacientes quando as obras forem entregues. Por mês nascem mais de 600 crianças na cidade, o que justifica a presença de um hospital especializado para atender as mães e fazer todo o acompanhamento necessário. Todas essas benfeitorias ficarão como legado na saúde para toda comunidade”, enfatiza Piauí. [Numeralha titulo_grande=”1 milhão” texto=”de pessoas beneficiadas com a nova rede de saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] O administrador também ressalta que a estruturação da saúde em Ceilândia tem sido intensa e por meio de parcerias. “Ceilândia ganhou o novo Hospital Modular, a ala anexa ao HRC, que está em pleno funcionamento e que, depois que passar essa pandemia, irá reforçar a oferta de atendimento do Hospital de Ceilândia. Uma das nossas prioridades é desenvolver e oferecer uma saúde pública de qualidade para a população”, acrescenta. O secretario de Saúde, Osney Okumoto, disse que as obras vêm reforçar o sistema como um todo. “Já ampliamos enormemente o programa Saúde da Família, que hoje tem a maior cobertura do Brasil, e vai prover a população da fase mais importante, que é a saúde preventiva. Importante ressaltar que todo o investimento feito para o combate à Covid-19 fica na rede, reforçando muito a nossa capacidade de atendimento”, explicou. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em construção na cidade é uma das oito unidades que serão entregues até o final do ano. As obras estão adiantadas e o presidente do Iges-DF, Sérgio Costa, afirma que elas entrarão rapidamente em funcionamento. “Já estamos providenciando todo o mobiliário e pessoal necessários para que as UPAs entrem em operação assim que as obras físicas forem concluídas”, vislumbrou. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Tecnologia ajuda UBSs a traçar estratégias contra a Covid-19
| Foto: Divulgação A pandemia do coronavírus tem se mostrado um grande desafio para a humanidade, mas também tem despertado a necessidade de inovações tecnológicas em várias frentes, inclusive na saúde pública. Na Região de Saúde Leste, as Unidades Básicas de Saúde 3, do Paranoá Parque, e a UBS 1 do Itapoã estão utilizando uma plataforma indicada pela Organização Mundial da Saúde para estudo de dados, e outro aplicativo gratuito do Google. Apesar de usarem a mesma base, o painel de cada unidade tem suas diferenças, conforme a necessidade de cada local. “O Painel Epidemiológico dos casos de Covid-19 tem como principal função conhecer o perfil dos pacientes que procuram a UBS 1 do Itapoã com sintomas gripais e, com isso, pensar em estratégias que melhorem os fluxos internos e os processos de trabalho a fim de melhorar a eficiência no nosso atendimento”, simplifica a gerente da unidade Thaís Fonseca Lima. Conheça o painel da UBS 1 do Itapoã aqui. A gestora destaca como uma das principais características do painel da sua unidade o mapa de calor que ele apresenta, indicando os locais onde há mais casos. “Outro ponto é saber como está o contágio de nossos servidores e tentar minimizar os efeitos dos afastamentos na assistência pois sabemos que aquele servidor ficará tantos dias afastados”, indica Thaís. A atualização dos dados é semanal, exceto dos servidores que é atualizado sempre que há um novo afastamento ou recuperação. O painel apresenta, ainda, o monitoramento do consumo dos testes sorológico e PCR, com a memória do consumo desses insumos, permitindo a solicitação apenas do necessário para atender a demanda dessa UBS. “Os dados estatísticos são de extrema importância para qualquer organização, sabendo sua demanda, de onde ela vem, a quantidade atendida, as queixas mais comuns de determinada área e a doença que necessita de acompanhamento por exemplo, podemos traçar estratégias para tentar minimizar os problemas da população, perceber o perfil de nossa comunidade e traçar uma estratégia assistencial fazendo grupos, por exemplo”, finaliza a gestora. Paranoá No caso da unidade do Paranoá, a gerente de Serviços da Atenção Primária, Mariana Alencar Sales, conta que, desde o início da pandemia é realizado o monitoramento diário dos casos suspeitos e confirmados da Covid-19. “O acompanhamento desses dados é de grande importância para a compreensão do cenário epidemiológico do nosso território e para a organização das ações de cuidado. A elaboração de um painel ajuda na visualização destas informações. É uma forma mais agradável de se relacionar com esses dados do que, por exemplo, as tabelas”, justifica a gestora. Os responsáveis pela consolidação semanal dos dados são dois residentes de Gestão em Saúde, da Fiocruz. | Foto: Divulgação A fim de conscientizar a comunidade, os profissionais daquela unidade buscaram aproximação dos síndicos dos condomínios locais, inicialmente divulgando os dados e discutindo estratégias de cuidados coletivos. Com a criação do painel, essa atualização dos casos suspeitos e confirmados ficou mais fácil. “O painel interativo possibilita maior dinamicidade na apresentação das informações e ajuda na divulgação dos dados para as equipes pois podemos divulgar apenas o link no qual está hospedado e todos podem acessar de forma mais rápida. É mais atrativo também para as equipes pois podemos ver os dados gerais da Unidade de Saúde ou os dados referentes aos atendimentos dos usuários daquela equipe, bastando clicar no gráfico”, explica Mariana. O painel entrou no ar no último dia 18 de agosto e pode ser acessado aqui. Para chegar até o painel, os dados dos casos suspeitos e confirmados, e seus respectivos contatos, são lançados no Go.Data. As equipes dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) e Odontologia fazem monitoramento diário usando o sistema da OMS. A partir desses sistema, os dados são extraídos para consolidar e fazer o painel interativo no Data.Studio, do Google. A UBS 3 do Paranoá participa de um projeto piloto, junto à UnB, na utilização da plataforma da OMS. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vigilância Ambiental: vacinação contra raiva
Campanha Anual de Vacinação Antirrábica tem início previsto para 3 de outubro, em meio rural e urbano | Foto: Secretaria de Saúde O calendário da vacinação antirrábica está se aproximando. Por isso, a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) tem capacitado funcionários para a aplicação da vacina no Distrito Federal. São cerca de 300 agentes contratados no primeiro semestre, temporariamente, a receber treinamento para auxiliar na vacinação de cães e gatos, nas zonas rural e urbana. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Com turmas que variam entre dez e 20 pessoas, o curso teve início em 17 de agosto, com previsão de que a capacitação seja ministrada para as últimas turmas no próximo dia 25. Entre os conteúdos, além da própria doença, estão etiologia, profilaxia e técnicas de vacinação. “A gente espera que todos estejam aptos a realizar essa atividade de fundamental importância para a saúde humana, que é por meio da vacinação de cães e gatos na campanha, na rotina e na identificação de áreas vulneráveis, e do aparecimento de foco nos casos de morcegos ou bovinos com diagnósticos positivo para a raiva. A gente faz um reforço na vacinação desses cães e gatos em um raio adjacente a este caso”, explica o gerente ambiental de Zoonoses, Rodrigo Menna Barreto Rodrigues. Campanha A Campanha Anual de Vacinação Antirrábica tem início previsto para 3 de outubro, em meio rural e urbano. A ação será dividida em três etapas, programadas para os dias 24 e 31 de outubro e 7 de novembro. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Fiscalização no uso de máscaras na Feira dos Goianos
Servidores de 12 órgãos do Governo do Distrito Federal que atuam na força-tarefa intensificaram, nesta quinta-feira (20), a fiscalização do uso de máscaras nos comércios das regiões do Areal, Setor H Norte e Feira dos Goianos. O objetivo foi conscientizar as pessoas sobre a importância do uso de máscaras e da manutenção das normas de distanciamento no comércio para o combate à Covid-19. Foram abordados pedestres e estabelecimentos e cobrado o cumprimento das regras estabelecidas pelo poder público. Nos períodos da manhã e tarde, auditores da Secretaria DF Legal, Secretaria de Governo, Vigilância Sanitária, Ibram, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Detran-DF e DER-DF, entre outros, andaram pelas ruas com o objetivo de orientar sobre o uso correto das máscaras e distribuir o acessório para os pedestres. Pelo menos 700 pessoas foram abordadas e 3.500 máscaras foram distribuídas. Segundo o secretário do DF Legal, Cristiano Mangueira, o governo do Distrito Federal, preocupado com o aumento do número de casos nessa última semana, resolveu intensificar as ações para aumentar a observância aos protocolos sanitários e o uso de máscaras, além da conscientizar a população. Caso haja desobediência às normas ocorrerá a aplicação de multas de R$ 2 mil a R$ 4 mil pelo não uso de máscaras. Caso o estabelecimento comercial não esteja respeitando os protocolos, ele receberá uma multa – nunca inferior a R$ 3.628. “Nesses últimos cinco meses, com a abertura gradual do comércio, a observância dos protocolos foi relaxada. Esse incremento da força-tarefa busca aumentar o respeito a esses protocolos”, alerta Cristiano Mangueira. “Os estabelecimentos em geral devem respeitar o distanciamento de 2 metros, aferição de temperatura e a oferta de álcool em gel a todos os seus clientes”, reforça. Também houve punição para os estabelecimentos que descumpriram normas. Ao todo, foram vistoriados 525 estabelecimentos, desse total três foram autuados por irregularidades e um multado por descumprimento de normas de combate à Covid-19. * Com informações da Secretaria DF Legal
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Região de Sobradinho recebe ações do Sanear Dengue
Já foram notificados 43.857 casos prováveis de dengue no DF | Foto: Agência Saúde As ações para o combate ao mosquito da dengue não param. Nos dias 17 e 18 de agosto o Sanear Dengue esteve em Sobradinho e Sobradinho II, onde agentes de Vigilância Ambiental e bombeiros militares inspecionaram um total de 1.718 imóveis. Mesmo em período de seca, foi necessário utilizar larvicida em 98 depósitos de água, em um universo de 5.056 encontrados durante as vistorias. [Olho texto=”“Neste período antiepidêmico temos que intensificar as ações, principalmente em pontos estratégicos como ferros-velhos, floriculturas, oficinas, reciclagens, acumuladores e depósitos. Estes locais podem promover uma infestação em pelo menos 500 imóveis ao redor”” assinatura=”Reginaldo Braga, gerente da Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] No último Boletim Epidemiológico, com dados relativos a até 1º de agosto, Sobradinho figurava com 2.147 casos de dengue, enquanto Sobradinho II registrava 2.442 ocorrências. Apesar de essas regiões administrativas não possuírem os maiores números de casos do Distrito Federal, elas estão entre as que apresentam maior incidência de casos por 100 mil habitantes. “As escolhas das cidades são por meio dos critérios apontados nos Boletins Epidemiológicos e das análises técnicas dos nossos chefes de núcleo, mediante informações das ações de campo de novas tecnologias”, esclarece o gerente de Operações da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, Reginaldo Braga. No DF, já foram notificados 43.857 casos prováveis de dengue – 65 casos graves e 4 óbitos confirmados, dois de moradores de Sobradinho e outros dois de Sobradinho II. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Neste período antiepidêmico temos que intensificar as ações, principalmente em pontos estratégicos como ferros-velhos, floriculturas, oficinas, reciclagens, acumuladores e depósitos. Estes locais podem promover uma infestação em pelo menos 500 imóveis ao redor”, alerta o gerente. A ação do Sanear Dengue também serviu de combate ao coronavírus e contou com a participação do Centro de Referência da Assistência Social (Cras), do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), de centros de convivência (Cose), da Agência do Trabalhador e da Inspetoria de Saúde. * Com informações da Secretaria de Saúde
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No DF, 1,45% dos casos de Covid terminam em morte
A 18ª edição semanal do Boletim Codeplan Covid divulgado nesta semana aponta que a taxa de letalidade da doença no DF é a 25ª mais baixa entre as 27 unidades da federação. Desde o começo da pandemia, o DF ocupa as três últimas posições do país na taxa que compara o percentual de óbitos causados por Covid-19 em relação ao número de casos confirmados. A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) analisou os dados sobre a infecção pelo coronavírus até o último dia 16. De acordo com o boletim, o DF tinha 136.467 casos e 1.976 óbitos. Só perde para Roraima, com taxa de 1,43, e Tocantins (1,38%). A média do Brasil é de 3,2%, mas o índice chega a 7,5% no Rio de Janeiro e a 6,36% em Pernambuco. “Desde que começamos o Boletim Covid-19 em abril, a taxa de letalidade do DF sempre manteve-se entre as melhores do país, sendo a antepenúltima na análise da semana passada.” afirma Jean Lima, presidente da Codeplan. A taxa de letalidade do DF tem variado entre 1,2 e 1,5 desde o começo da pandemia. “Os outros estados têm variado muito. A nossa se mantém estável. Ontem excepcionalmente chegou 1,6 porque a gente consolida esses dados às 18h e alguns laboratórios privados mandaram dados de casos confirmados depois desse horário”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Haje. Para ele, a taxa de letalidade é o melhor indicador para se avaliar a eficiência da rede de saúde pública e privada nas ações de enfrentamento ao coronavírus. “A taxa de letalidade daqui é uma das menores do país graças ao atendimento dado aos pacientes. Tem estudos que mostram que 90% das pessoas que chegam a precisar de leitos de UTI, morrem se não tiverem acesso a um tratamento adequado”, diz. “Se fosse esse desastre como às vezes se supõe, nós não teríamos uma taxa de letalidade tão baixa”, ressalta. De acordo com o secretário de Saúde, Francisco Araújo, o GDF, no início da pandemia, fez três projeções de abertura de leitos de UTI. No último dos cenários, seria preciso ofertar mil leitos de UTI na rede pública e privada. “Hoje, somando os 730 leitos UTI Covid com 240 no privado, nós chegamos próximos a mil leitos”, afirma. “Enquanto durar a pandemia a Secretaria de Saúde vai abrir leitos, não em grande número como antes”, completa. Reestruturação da rede Em seis meses de pandemia, a Secretaria de Saúde estruturou no Distrito Federal uma rede totalmente preparada para receber e atender os casos relacionados ao coronavírus. Hoje, são 739 leitos com suporte de ventilação mecânica aos pacientes mais graves da Covid-19, com dificuldade respiratória. Entre eles, os de Unidade de Terapia Intensiva (535), de Cuidado Intermediário (196) e Cuidado Intermediário Neonatal (8). Isso foi possível depois de um esforço de gestão para entregar em poucos meses estruturas adaptadas e preparadas para receber esses pacientes. A mais recente foi a do Hospital de Campanha do Centro Médico da Polícia Militar. A nova unidade disponibiliza, desde o início de agosto, 80 novos leitos de UTI à população e 20 de enfermaria. Com isso, contribuiu para reduzir a taxa de ocupação total de leitos no DF para 69%, até o momento. Além disso, a pasta tem 533 leitos de enfermaria para os casos menos graves, disponíveis em cinco unidades hospitalares. A maior quantidade está no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), uma das referências no DF para tratamento da Covid-19, com 233 leitos. Também estão nessa lista os hospitais de campanha do Mané Garrincha e da Polícia Militar, com 177 e 20 leitos de enfermaria, respectivamente, além dos hospitais de Ceilândia (95) e do Guará (8).
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Covid-19: novos dados no DF. Confira
Novos dados sobre infectados pela Covid-19 foram disponibilizados no Portal Covid-19 Agora, o site também mostra quais os sintomas mais apresentados pelos contaminados e dados mais específicos sobre os casos avaliados, como etnias indígenas, raça/cor, número de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) disponibilizados e profissionais de saúde em serviço na rede do DF. Há também uma nova área que diferencia os que tiveram síndrome respiratória grave causada pelo novo coronavírus ou por outras doenças. Segundo levantamento disponibilizado pela Secretaria de Saúde do DF no Portal Covid-19, dos 64.545 casos avaliados, 38,7% (24.989) apresentaram tosse, 19,8% (12.764) febre, 9,6% (6.185) dor de garganta e 10,23% (6.608) dispneia (falta de ar ou dificuldade de respirar). Para o critério raça/cor, dos 46.818 mil respondentes, 61,5% (28.801) se autodeclararam como pardos, 23,8% (11.161) como brancos, 10,1% (4.711) como amarelos, 4,4% (2.074) como pretos e 0,2% (71) como indígenas. Todos esses dados foram extraídos do sistema e-SUS no dia 11 de agosto de 2020 e serão atualizados semanalmente. Dos 71 indígenas autodeclarados, 66 informaram residência no DF e 5 em Goiás, não sendo localizados, dentre os autodeclarados, nenhum indígena aldeado ou que tenha informado residência em terra indígena. Outra questão importante levantada nas novas informações é a diferenciação de casos que apresentaram a síndrome respiratória aguda causada pelo novo coronavírus de outras doenças como a Influenza. Essa distinção levou a Secretaria de Saúde a promover uma reestruturação das ações de vigilância entre as regiões de saúde do DF, com ampliação e redistribuição das unidades de atendimento da síndrome gripal (Influenza e outros vírus respiratórios) e da Síndrome Respiratória Aguda Grave2. No Portal Covid-19 também estão disponíveis os boletins epidemiológicos semanais que apresentam o cenário e casos hospitalizados de Covid-19. Essas informações têm sido usadas para subsidiar recomendações de ações de vigilância, prevenção e controle. O portal é administrado pela Controladoria-Geral do DF em parceria com outras Secretarias como Saúde e Segurança. Contratações Para dar mais transparência às contratações realizadas durante o combate ao novo coronavírus, também foi criado um painel que detalha os recursos financeiros públicos investidos desde março. É possível verificar, inclusive, quais órgãos realizaram mais contratações, os valores por fornecedor e filtrar os contratos a serem analisados. Além disso, a Secretaria de Saúde e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges/DF) lançaram um aplicativo para o monitoramento de Covid-19 por meio de um número de WhatsApp (61) 99819-6599, com o objetivo de divulgar informações sobre a doença e, principalmente, agregar mais uma ferramenta para aprimorar a sua vigilância na população, por meio da coleta direta de dados sobre possíveis casos, seu monitoramento diário e a identificação de situações de risco que precisem ser avaliadas pelas equipes locais de saúde. * Com informações da Controladoria-Geral do DF
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Conselho recomenda trabalho a distância para pessoas com deficiência visual
O Conselho Distrital de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos publicou nesta segunda-feira (17), no Diário Oficial do DF, uma recomendação para que os órgãos públicos e as empresas privadas mantenham os trabalhadores com deficiência visual em home office durante a pandemia de Covid-19. As orientações do colegiado, que é vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), estão na Resolução Nº 14, aprovada em reunião plenária no dia 20 de maio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Apesar de a Organização Mundial de Saúde (OMS) não ter incluído as pessoas com deficiência como grupo de risco, o conselho alerta que este segmento está mais vulnerável em função da própria deficiência, que muitas vezes é associada a problemas de saúde. Além disso, em tempos de distanciamento social e de cuidados para evitar toques em objetos e superfícies, as pessoas cegas ou com baixa visão enfrentam mais risco de contaminação por coronavírus, porque precisam utilizar o tato e o contato na interação com outras pessoas, e mesmo com o ambiente. Caso não seja possível a prestação de serviço remoto, a sugestão é que o empregador ofereça à pessoa com deficiência licença remunerada, antecipação de férias, aproveitamento de feriados ou uso do banco de horas. O importante, de acordo com o conselho, é viabilizar a proteção desses trabalhadores, com a manutenção dos empregos e sem prejuízos trabalhistas. * Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Reforço nos serviços de saúde do Paranoá
Posto desativado fica em ponto estratégico da principal avenida do Paranoá | Foto: AR Paranoá / Agência Brasília Os moradores do Paranoá ganharão reforço nos serviços de saúde. O posto da Polícia Militar desativado, que ocupa um canto da praça central, será transformado em ponto de apoio da Unidade de Saúde Básica (UBS) 1 da região. A ideia é que profissionais da equipe de Saúde da Família reforcem a assistência aos cercas de 81 mil habitantes da cidade, com meta de 50 atendimentos por dia, segundo gestores de saúde da Região Leste. [Olho texto=”“Vamos conseguir dar mais assistência aos moradores, ficando mais próximos da comunidade e garantindo o acesso à saúde”” assinatura=”Wallace dos Santos, diretor de Atenção Primária da Região Leste” esquerda_direita_centro=”centro”] A nutricionista Janaína Soares, 41 anos, mora ao lado do imóvel e comemora a novidade. “Minha mãe é cadeirante e não temos carro, então é difícil para nos locomovermos. Com esse ponto de apoio, é só descermos a rua que já estamos lá. Vai melhorar muito para nós que dependemos de transporte público”, comenta a moradora. O administrador do Paranoá, Sérgio Damasceno, ressalta que, principalmente devido à pandemia de Covid-19, o objetivo é melhorar o atendimento da comunidade. “A expectativa é de que as obras comecem em até 60 dias”, informa o gestor, vislumbrando os próximos passos do empreendimento. O primeiro passo será cercar o local e reestruturar as redes elétrica e hidráulica. “Será uma parceria entre a administração e a secretaria para reformar o imóvel”, explica. Projeto Segundo o diretor de Atenção Primária da Região Leste, Wallace dos Santos, a previsão é de que a estrutura tenha dois consultórios e uma sala de acolhimento com um médico, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes de saúde. “Serão cerca de 50 atendimentos por dia. Vamos conseguir dar mais assistência aos moradores, ficando mais próximos da comunidade e garantindo o acesso à saúde”, reforça. [Numeralha titulo_grande=”81 mil” texto=” moradores do Paranoá terão mais atendimento na área da saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] As pessoas em situação de rua, que ficam ao redor do prédio, terão atenção especial. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) faz abordagens e encaminha, aqueles que aceitam, para abrigos. A administração também acionou a Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), subordinada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), para conscientizar usuários de álcool e drogas. Outras ações O Centro Obstétrico do Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, foi totalmente reformado. Além disso, houve a ambientação do local de acordo com as recomendações da Rede Cegonha. O ambiente foi revitalizado, as salas de pré-parto pintadas, os consultórios ganharam seis pontos de oxigênio, todas as infiltrações foram solucionadas e houve troca de portas de madeira por peças de vidro. A procura pelo trabalho voluntário para atuar nas unidades de saúde da Região Leste é outro ganho para a cidade. Em comparação ao ano passado, o aumento foi de 100% e a maioria desses profissionais atuam no hospital da região. Para incentivar o ingresso de novos voluntários, a equipe desenvolveu um QR Code, para inscrição de interessados, e o fixou em cartazes nos principais pontos do hospital, com informações sobre a documentação necessária para se tornar um colaborador. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Paranoá Parque O Paranoá Parque também ganhará dois importantes equipamentos públicos: uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A primeira está sendo erguida na Quadra Comercial 1 e terá capacidade para atender 4,5 mil pessoas por mês. A UBS, por sua vez, conta com investimento de R$ 3,1 milhões. Recentemente, o governador Ibaneis Rocha visitou as obras e ressaltou a importância delas para a geração de emprego e renda no DF.
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Hospitais e Lacen recebem máquinas de esterilização e desinfecção
Aparelhos têm o ciclo de lavagem e desinfecção mais rápido e vão gerar economia de água e energia | Foto: Divulgação Hospitais públicos do Distrito Federal começaram a receber máquinas de última geração que vão otimizar a esterilização e a desinfecção de equipamentos e materiais cirúrgicos. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, investiu R$ 9.826.113,84 na compra de 30 autoclaves e 18 termodesinfectoras das marcas Cisa e Baumer. As máquinas, muito mais modernas, dinâmicas e econômicas, vão substituir as atuais e atender cada Núcleo de Material Esterilizado (NME) de 13 unidades hospitalares e do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Os aparelhos têm o ciclo de lavagem e desinfecção mais rápido e o processo de secagem automático das peças, o que nem sempre era possível. A autoclave é um equipamento que impacta diretamente no atendimento do centro cirúrgico. É responsável pela esterilização de materiais contaminados por meio do contato com vapor de água sob pressão a alta temperatura (134°C). A autoclave híbrida esteriliza também em baixa temperatura (-60°C) as peças mais sensíveis – como umidificadores, por onde passam o oxigênio e mangueiras de ventiladores, muito utilizados no tratamento de pacientes com Covid-19. Também são esterilizados materiais como cânulas de entubadores, pinças cirúrgicas, bandejas utilizadas em partos, capotes de proteção usados pela equipe médica e até potes de vidro para leite materno nos bancos de coleta. Já as termodesinfectoras fazem a lavagem e a desinfecção de materiais por meio de um vapor de ar quente. Para o secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo, a troca desses equipamentos e sua consequente implantação são de absoluta importância para o sistema de saúde pública, principalmente neste momento especial de demanda por serviços. “Dentro desse processo de modernização da rede, as autoclaves servem como instrumentos operacionais de ação para agilizar os serviços prestados nas unidades, ganhando tempo e diminuindo custos.” Transporte dos equipamentos, de mais de uma tonelada cada, tem suporte de caminhões da Novacap | Foto: Divulgação O Núcleo de Material Esterilizado é uma unidade de apoio técnico montada dentro do hospital. Tem a função de receber material considerado sujo ou contaminado em procedimentos cirúrgicos ou laboratoriais. Nas máquinas, esses materiais são descontaminados, esterilizados e preparados para novos procedimentos. O mesmo acontece com as roupas limpas liberadas da lavanderia e armazenadas para futura distribuição. “Essa modernização impacta diretamente no atendimento à população, principalmente na marcação de cirurgias eletivas, com menos riscos de serem comprometidas. Sem falar na economia de água e energia, já que são mais eficientes”, ressalta o subsecretário de Infraestrutura e Saúde do DF, Sócrates Alves de Souza. Avanço A rede hospitalar do DF já contava com equipamentos similares, com mais de dez anos de uso, fabricados ainda nas décadas de 1980 e 1990. Os atuais aparelhos são mais modernos, de manuseio e controle mais fáceis, o que fez com que a equipe do NME do Hospital Regional de Samambaia comemorasse as trocas. Chefe do núcleo daquela unidade, Kelly de Carvalho Lima conta que chegou a ter vários funcionários afastados com problemas nas articulações diante da dificuldade de manejo dos antigos equipamentos. Agora tudo é automatizado e consome bem menos tempo, o que já possibilita ao hospital desinfectar e esterilizar os materiais que recebem das unidades básicas de saúde (UBSs) do Recanto das Emas e de Samambaia, além das equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) que atendem a região. “É um ganho operacional gigantesco que se reflete em toda a cadeia de atendimento”, diz Kelly. O transporte dos equipamentos de mais de uma tonelada cada conta com um suporte de caminhões da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Já a instalação é feita com guinchos de empresas terceirizadas.
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Mais 20 leitos de UTI com hemodiálise na UPA de Sobradinho
Nesta sexta-feira (14), 20 novos leitos de UTI completos com respiradores e suporte de hemodiálise para pacientes com Covid-19 entraram em funcionamento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). O investimento é de R$ 17.928 milhões. O diretor-presidente do Instituto, Sergio Costa, foi pessoalmente vistoriar a nova estrutura e reforçou que os leitos já estão prontos e em plenas condições para entrar em uso. Agora, as vagas serão reguladas pela Secretaria de Saúde do DF, que vai encaminhar os pacientes de acordo com o perfil clínico. De acordo com a superintendente Pré-Hospitalar do Iges-DF, Nadja Carvalho, as UPAs já disponibilizaram 82 leitos. “São 42 na UPA do Núcleo Bandeirante, 10 na Ceilândia, 10 em São Sebastião e hoje mais 20”, contabilizou. “Os leitos estão sendo ativados de acordo com a projeção do número de casos. Esses 20 leitos potencializam nossas ações em reposta às necessidades da sociedade. É importante ressaltar que eles têm suporte dialítico para pacientes com evolução para o quadro de insuficiência renal, dando todo o suporte necessário e garantindo o restabelecimento da saúde”, disse. “Esses leitos chegam para dar apoio aos pacientes vítimas da Covid-19. É uma estrutura excelente, que dá uma maior segurança para a Secretaria de Saúde do DF dar o apoio à população no combate à pandemia da Covid-19”, reforçou o secretário adjunto de Saúde do DF, Olavo Muller, durante a vistoria. Suporte Os leitos de UTI ativados contam com ventiladores pulmonares, equipamentos de hemodiálise, pontos de gases medicinais, monitores multipârametros, bombas de infusão, cardioversores, entre outros aparelhos. A UPA continuará atendendo pacientes que busquem outros tipos de atendimento. Por isso, as alas que receberão esses pacientes foram isoladas e contam com sala de paramentação e desparamentação, evitando a contaminação em outros setores. Antes, já tinham sido erguidas tendas na área externa para atender pacientes com suspeita e casos confirmados da Covid-19 nas UPAs. Diferencial Os pacientes dos leitos de UTI da UPA de Sobradinho ganham um lugar especial para colocar fotos de parentes e familiares. O projeto Memória da Vitória tem como objetivo humanizar o atendimento. Basta que os familiares levem a foto, que será digitalizada, impressa e colocada num suporte de acrílico colado acima de cada leito. Quando receber alta, o paciente receberá um porta-retrato com a frase “Venci a Covid-19”, onde poderá colocar a foto e levar para casa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hran organiza fluxo de atendimento para tomografia
| Foto: Divulgação Para organizar o fluxo de atendimentos dos exames de tomografia, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) elaborou uma nota técnica para informar às unidades de saúde que devem enviar pacientes, de preferência, das 7h às 17h para serem atendidos. Depois desse horário, apenas os pacientes de extrema gravidade poderão ser recebidos pelo Hran, devido a grande demanda do pronto-socorro e dos internados do próprio hospital durante o período noturno. Por ser um hospital referência no tratamento contra a Covid-19, possuir dois tomógrafos e a expertise de profissionais, o Hran tem recebido demandas de diversos locais ao mesmo tempo. Como das unidades de pronto atendimento (UPAs), do hospital de campanha do Mané Garrincha e hospitais como do Guará (HRGu), Samambaia (HRSam) e Planaltina (HRPL), entre outros que atendem os acometidos pelo coronavírus. Com os atendimentos, aumentam os pedidos por tomografias específicas para pacientes com a Covid-19. No Hran, a média mensal subiu de 1 mil, no início da pandemia, para 3.296, em julho. “Com esse grande número de atendimentos, temos que ordenar o fluxo. O período das 7h às 17h é o melhor para receber pacientes de outras unidades porque é quando temos mais funcionários para dar vazão. No fim da tarde e início da noite, além de termos menos profissionais, é quando recebemos mais pessoas com a doença, que vem por demanda espontânea”, explica o chefe do Núcleo de Radiologia e Imagiologia do Hran, Gleim Souza. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com o gestor, devido a uma peculiaridade da Covid-19, a demanda vinda do pronto socorro do hospital é 500% maior no período entre o fim da tarde e início da noite, na sua maioria de pessoas com classificação amarela. Por isso, acredita que restringir a vinda de pacientes de outras unidades de saúde é uma necessidade, para garantir o melhor atendimento possível à população. “Se não liberamos esse horário de pico, prejudicamos quem faz a busca espontânea, além dos pacientes no pronto-socorro e internados que fazem os exames no Hran. O objetivo é reduzir a fila de espera por eles. Ressaltando que os casos excepcionais, ou seja, os mais graves, serão tratados como tal”, destaca o chefe do Núcleo de Radiologia. A medida já está em vigor no Hospital Regional da Asa Norte. A estimativa inicial é que serão ofertadas 25 vagas para exames de tomografia das 7h ao meio-dia, e 10 vagas das 13h às 17h. O atendimento é realizado durante todos os dias da semana. Imagens de tomografia dos pulmões são essenciais para o acompanhamento da evolução do quadro respiratório em pacientes com covid-19, pois mostram lesões pulmonares características da doença e não visíveis em imagens de Raio X. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vigilância Sanitária detecta fraudes e apreende testes
Seis caixas do produto clandestino foram apreendidas | Foto: Agência Saúde A Vigilância Sanitária flagrou nesta quinta-feira (13), em Águas Claras e Arniqueira, uma empresa clandestina fazendo exames para detecção do novo coronavírus. A empresa oferecia serviço de teste rápido de Covid-19 não possui licenciamento sanitário no Distrito Federal e nem autorização para exercer a atividade no âmbito do Distrito Federal. Foram apreendidos 140 testes na ação. [Numeralha titulo_grande=”361 testes ” texto=”irregulares apreendidos desde junho” esquerda_direita_centro=”centro”] Além disso, os veículos utilizados para o teste de Covid-19 não foram inspecionados pela Vigilância Sanitária do DF e não possuem o Certificado de Vistoria de Veículo (CVV). As vans estavam estacionadas em área pública e não estavam fazendo o teste no momento da abordagem, mas dentro dos veículos foram encontrados kits de teste rápido, máquina de cartão de crédito e recibos de operação financeira. Também foi encontrado lixo hospitalar com resíduos, tais como luvas descartáveis, algodão e embalagens de teste de Covid-19, todos usados e inadequadamente armazenados no veículo. “Ao todo já foram apreendidos 361 testes de Covid-19 irregulares de junho até hoje. Só quem pode oferecer essas testagens são laboratórios licenciados e autorizados pela Vigilância Sanitária”, informa a gerente de Fiscalização da instituição, Márcia Olivé. “Essas vans são totalmente irregulares, o lixo é armazenado de maneira incorreta. A empresa não possui contrato com a empresa de resíduo hospitalar”, acrescenta Márcia. As seis caixas de testes de Covid-19, um total de 140 unidades, além de máquina de cartão de crédito e recibos foram apreendidos pela Polícia Civil do DF. Um dos donos da empresa foi autuado por desacato à autoridade. A empresa também foi autuada e vai responder penalmente por crime de infração de medida sanitária preventiva. Fiscalização itinerária já recolheu centenas de testes pelo DF | Foto: Agência Saúde Ações No último final de semana foi feita fiscalização no estacionamento de um hipermercado da Asa Norte. A testagem para Covid-19 era totalmente clandestina, sem CNPJ e nem nota fiscal dos exames. A Vigilância Sanitária autuou a pessoa física responsável e apreendeu todos os 117 testes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em julho foram apreendidos 104 testes aplicados em um drive-thru irregular no estacionamento de uma igreja, em Taguatinga. Ao todo já foram recolhidos 361 testes irregulares de detecção do novo coronavírus. Ainda segundo a gerente de Fiscalização, os locais que funcionam ilegalmente com sistema de drive-thru não seguem os protocolos de segurança de combate ao coronavírus. Por isso é necessário realizar os exames, em sistema de drive-thru, de laboratórios autorizados pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Em caso de denúncia, basta ligar para o 162 e fornecer as informações necessárias, com anonimato assegurado. * Com informações da Secretaria de Saúde
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HB vai operar até 70 mulheres com câncer
Cirurgias foram planejadas em conjunto com a equipe de profissionais que atuam na mastologia e na ginecologia oncológica | Foto: Secretaria de Saúde Aproximadamente 70 mulheres com câncer serão operadas no Hospital de Base até o final da próxima semana, em uma nova força-tarefa de cirurgias. A ação beneficiará 100% das pacientes em tratamento neoadjuvante, ou seja, em quimioterapia e radioterapia para redução do câncer, o que aumenta as chances de cura. [Numeralha titulo_grande=”Cerca de 200 pacientes” texto=”já foram beneficiados nas ações de desospitalização do Iges-DF” esquerda_direita_centro=”centro”] “Foram chamadas todas as pacientes que estão dentro desse perfil para operar. Elas fazem parte de uma janela em que é passível o tratamento cirúrgico, antes que a doença evolua, dificultando o tratamento”, ressaltou o gerente-geral de Assistência do HB, Lucas Seixas. As cirurgias foram planejadas em conjunto com a equipe de profissionais que atuam na mastologia e na ginecologia oncológica. Os procedimentos ocorrem de segunda a domingo e atendem cerca de 35 pacientes por semana. “Na primeira semana vamos fazer mastectomia em mulheres com câncer de mama. Na segunda semana serão as pacientes da especialidade de ginecologia oncológica”, destacou Lucas. Estratégia de desospitalização já foi levada aos setores de hemodinâmica, urologia e ortopedia | Foto: Secretaria de Saúde Após as cirurgias, o Hospital de Base atuará para fazer a desospitalização desses pacientes, dando continuidade às ações para atingir também pacientes com outras patologias. “Queremos atender, principalmente, as patologias oncológicas, porque saíram de foco em virtude da pandemia, mas que continuam existindo e acometendo muitos pacientes que necessitam da nossa ajuda”, acrescentou o gerente-geral. Serão mais de 30 médicos envolvidos, além da equipe de enfermagem, da farmácia, do centro de material esterelizável e da mobilidade. “É preciso desenvolver um esquema de logística dentro do hospital, bem como pelo Complexo Regulador da Secretaria de Saúde do DF, que regula as filas de pacientes”, concluiu. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Força-tarefa contínua As ações de força-tarefa adotadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) serão realizadas até dezembro. A ação, que já beneficiou aproximadamente 200 pacientes, já foi aplicada com sucesso nos setores de hemodinâmica, urologia e ortopedia e faz parte da estratégia de desospitalização de pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos no Hospital de Base, no Hospital Regional de Taguatinga e em outras unidades da rede pública de saúde. A ideia é promover a alta de pacientes de forma ágil, diminuindo-se o risco de contaminação por Covid-19. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Pessoas acima de 60 podem participar de missas e cultos
Continua vetado o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas também não podem fazer celebrações presenciais. Foto: Joel Rodrigues | Agência Brasília O decreto nº 41.099, publicado na edição desta quarta (12) do Diário Oficial do Distrito Federal, traz alterações nos textos dos decretos nº 40.846, de 30 de maio, e nº 40.982, de 13 de junho, que dispõe sobre a realização de cultos, missas e rituais de qualquer credo ou religião e reconhece as atividades religiosas como serviços essenciais, respectivamente. O texto do novo decreto permite que as pessoas maiores de 60 anos de idade sem comorbidades para a Covid-19 possam participar presencialmente das atividades religiosas. De acordo com o coordenador de assuntos religiosos do GDF, Kildare Araújo, a liberação dos maiores de 60 anos não altera os procedimentos que as igrejas e estabelecimentos religiosos já tinham que cumprir, como medição de temperatura; exigência da utilização de máscara; distanciamento de, no mínimo, dois metros entre os presentes; e higienização constante das mãos e dos sapatos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] “Era um pleito das lideranças religiosas essa liberação em função de ser um público que frequenta muito as igrejas, e estava fazendo falta na rotina das pessoas as idas presenciais a missas e cultos”, explica Kildare. Vetos Continuam vetados o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos e de pessoas com comorbidades para a Covid-19. Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas estão proibidas de realizarem celebrações presenciais, estando liberados, para estes locais, somente cultos online e em formato drive-in, além de atendimento e aconselhamento individuais.
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Maternidades públicas e Casa de Parto terão vacina contra tuberculose
Cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os demais cuidados necessários | Foto: Agência Saúde A Secretaria de Saúde implantará a vacina BCG nas maternidades dos hospitais regionais e na Casa de Parto para ampliar a cobertura vacinal e prevenir as formas graves de tuberculose (miliar e meníngea). A ação segue recomendação do Ministério da Saúde, que orienta que a administração da vacina BCG seja em dose única, o mais precocemente possível – de preferência na maternidade, logo após o nascimento. Nesse sentido, a Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde elaborou o Plano Integrado de Melhoria dos Indicadores de Imunização para o DF. O documento foi publicado em 2019 e, desde a sua publicação no Diário Oficial do DF, a área técnica vem desenvolvendo estratégias para melhorar os níveis da cobertura vacinal. [Olho texto=”“a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”” assinatura=”Renata Brandão, gerente de Imunização da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] A BCG é uma vacina que protege contra as formas graves de tuberculose e faz parte do primeiro pilar da Estratégia pelo Fim da Tuberculose, concertação aprovada em 2015 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No DF, no primeiro quadrimestre deste ano, a adesão à BCG estava abaixo da expectativa em comparação ao mesmo período do ano passado. Apenas 72% do público está com a cobertura da vacina em dia. As demais vacinas do calendário infantil também apresentam coberturas abaixo da meta no primeiro quadrimestre de 2020. Gerente de Imunização da Secretaria de Saúde, Renata Brandão afirma que as vacinas são uma estratégia de bloqueio de doenças e a maneira mais eficaz de evitar as formas graves de algumas delas, como é o caso da tuberculose. “O objetivo é facilitar o acesso e melhorar as coberturas vacinais no DF. Atualmente, para otimização do imunobiológico, a vacina da BCG é realizada nas UBSs em dias específicos e, com a realização nas maternidades, as puérperas não precisarão se deslocar com o recém-nascido logo após a alta”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No momento da vacina cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os cuidados necessários, bem como sobre as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Renata ressalta ainda que “a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”. O Sistema Único Saúde (SUS) oferece vacinas para a população que são iniciadas na infância até a fase adulta. Saiba mais sobre o calendário vacinal do DF para todas as idades no site da Secretaria de Saúde. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Operação 5º Mandamento faz mais de 300 abordagens no fim de semana
A operação integrada 5º Mandamento, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), fez mais de 300 abordagens pessoais entre sexta-feira (7) e domingo (9), no Gama, Plano Piloto, Santa Maria, Sobradinho II e Itapoã. O foco foi a redução de crimes violentos contra a vida. A operação é de caráter contínuo e reúne as forças de segurança – Polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) -, além de outros órgãos, como DF Legal e Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF). [Numeralha titulo_grande=”180″ texto=”servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas.” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cerca de 180 servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas. Durante as abordagens realizadas conjuntamente pela PMDF e PCDF, foram consultados antecedentes criminais das 311 pessoas abordadas. A Divisão de Operações Especiais (DOE), da PCDF, apoiou a ação. “A 5º Mandamento faz parte de uma série de ações estratégicas da SSP-DF para manter o índice de redução de crimes contra vida. O último mês foi considerado o mês de julho em que o maior número de vidas foram poupadas em 21 anos. Queremos manter esses índices em queda e levar ainda mais segurança para a população do Distrito Federal”, argumenta o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres. O Detran-DF fez 179 autuações de infração diversas, carteiras vencidas ou não habilitados. Dois veículos foram recolhidos ao depósito. O DER-DF realizou 12 notificações de trânsito. Vinte e nove estabelecimentos foram fiscalizados pelo DF Legal. Desses, oito apresentaram inconsistências no funcionamento e foram autuados. Dois outros comércios foram fechados, pois havia aglomeração de pessoas sem máscaras de proteção individual, em descumprimento a medidas de enfrentamento à Covid-19 estabelecidas pelo governo local. Estabelecimentos comerciais também receberam orientações da equipe do Corpo de Bombeiros. Planejamento A coordenação operacional da 5º Mandamento é feita pela Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi), vinculada à SSP-DF. Os locais percorridos são definidos a partir de levantamento das Subsecretarias de Inteligência (SI) e de Gestão da Informação (SGI) da pasta, que mapearam locais, dias e horários e locais de maior incidência de cada crime. “O objetivo é, além do policiamento ostensivo a pé e motorizado, ações de vigilância sanitária e fiscalização de trânsito, com ações nos locais apontados pela análise criminal e apoio de tropas e forças especializadas da PMDF e PCDF”, contou o subsecretário de Operações Integradas, o coronel Márcio Vasconcelos. A operação integrada faz referência ao mandamento bíblico: Não Matarás. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Resultados zerados e testes liberados
Com foco e em tempo recorde, 35 profissionais zeraram a fila de pendências | Foto: Agência Saúde Graças à força-tarefa promovida por servidores durante este fim de semana, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) conseguiu zerar a fila de 3,8 mil exames RT-PCR pendentes de resultado para detectar casos suspeitos da Covid-19. Mais do que isso, os esforços levaram o laboratório a atingir a marca de 80 mil testes liberados desde o início da pandemia, em março, até esta segunda-feira (10). [Olho texto=”“Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”” assinatura=”Fabiano Costa, gerente de Biologia Médica do Lacen” esquerda_direita_centro=”centro”] A equipe é formada por aproximadamente 50 servidores, que possibilitam ao Lacen funcionar 24 horas por dia, durante toda a semana. Mas, desde sexta-feira (7), em torno de 35 profissionais se comprometeram exclusivamente a zerar a fila. “Somente ontem [9] foram quase 2 mil exames liberados. Vários servidores se disponibilizaram a vir no fim de semana, fora de suas escalas e independentemente de carga horária contratual, com esse objetivo de zerar essas amostras represadas”, afirmou o gerente de Biologia Médica do Lacen-DF, Fabiano Costa. Equipe de Biologia Molecular realizou diagnósticos e desenvolveu técnica que possibilita aumentar média diária de exames RT-PCR | Foto: Agência Saúde Com os profissionais a postos, todos os equipamentos do Lacen-DF para testes ficaram direcionados no fim de semana para entregar os resultados dos exames de coronavírus pendentes. Assim, ao longo de três dias, quase 5 mil amostras foram liberadas. “Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”, agradeceu o gerente. Novo protocolo Além disso, o Lacen-DF também desenvolveu e aprimorou um novo protocolo de extração interno, para dar respostas mais céleres aos casos suspeitos de Covid-19. Tudo isso graças à equipe de Biologia Molecular, que, além de realizar o diagnóstico, desenvolveu a técnica que possibilitou aumentar a média diária de exames RT-PCR. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste protocolo, determinado volume do reagente de extração é pipetado (levado de um recipiente a outro) em placa de PCR, seguido da adição da amostra. Essa placa passa por uma etapa de variação de temperatura em termobloco e gelo, depois submetida à RT-PCR. Essa técnica permite um resultado mais rápido e com menor custo. Surgiu devido à alta demanda por testes para diagnosticar a Covid-19 e a dificuldade mundial em adquirir os kits para extração automatizada de ácidos nucleicos, que é etapa inicial do processo de detecção molecular do vírus Sars-CoV-2, essencial em exames do tipo RT-PCR. * Com informações da Secretaria de Saúde
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No Dia dos Pais, paciente na UTI ganha videochamada da família
Depois de nove dias internado com Covid-19, o paciente Jorge Eugênio de Carvalho, de 77 anos, recebeu neste domingo (9) um presente especial de Dia dos Pais. Poder ver toda sua família por uma videochamada feita por celular, graças à equipe de enfermagem que estava de plantão na UTI do Hospital Regional de Samambaia (HRSam), onde faz tratamento. Confira a telechamada do paciente Jorge Eugênio com a família: /documents/d/guest/videochamada-paciente-covid-1-mp4 Ao aproveitar que o paciente tinha saído da sedação e estava mais disposto naquele momento, os profissionais de saúde decidiram fazer uma surpresa para Jorge e seus familiares. Ligaram no celular de sua filha para que todos pudessem se ver e interagir por um breve momento. “Ao me ligarem, falaram que iam dar um presente de Dia dos Pais. Quando vimos meu pai pelo celular foi uma emoção muito forte aqui em casa. Minha mãe, minha irmã e eu choramos e ficamos muito felizes”, contou, emocionada, a filha de Jorge, Tatiane Soares. “Como já tínhamos perdido um parente antes por causa dessa doença, estávamos todos sem chão. Vê-lo interagindo com a gente nos incentiva e dá esperança por uma situação melhor”, comenta. [Olho texto=”Tentamos ao máximo aproximar os pacientes das suas famílias, dentro dos limites impostos pela Covid-19.” assinatura=”Luciano Gomes, diretor do HRSam” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A técnica de enfermagem Iranilda dos Reis foi uma das responsáveis por conseguir reduzir a distância e a saudade entre os familiares. Mas essa não foi a primeira vez que ela ajudou em uma ação semelhante. Na semana passada, fez uma videochamada entre um paciente com Covid-19 e seus seis filhos que estavam na Paraíba. Poucos dias depois, ele recebeu alta. “Creio que esse tipo de ação ajuda no tratamento dos pacientes. Eles ficam sedados, em coma induzido e sem ver a família por muito tempo. Quando acordam, não entendem direito o que está acontecendo, e por ser uma área restrita, acabam ficando distantes daqueles que mais amam. Ao verem a família, isso acaba ajudando muito pelo lado psicológico”, acredita Iranilda. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Para a supervisora de Enfermagem da UTI do HRSam, Raquel Fonseca, a equipe do hospital compreendeu a apreensão dos familiares e sua necessidade de contato com os internados. Por isso, decidiu estabelecer essa ligação entre os parentes e pacientes. “Vemos o quanto isso é importante e quanto colabora na recuperação deles. Além de ser gratificante para a equipe”, ressalta. De acordo com o diretor do HRSam, Luciano Gomes, mais do que simplesmente atender os pacientes, é necessário um trabalho de humanização dos serviços de saúde, que passa por ações como manter esse vínculo familiar presente. “Tentamos ao máximo aproximar os pacientes das suas famílias, dentro dos limites impostos pela Covid-19. Sempre buscamos algum jeito deles conversarem e fazer essa ponte entre eles, porque esse contato ajuda na recuperação de todos, tanto dos pacientes como dos familiares que se sentem apreensivos”, pondera Luciano Gomes. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Dia dos Pais: amor e saudade marcam profissionais na linha de frente
O Dia dos Pais, celebrado neste domingo (9), será diferente do ideal para alguns profissionais de saúde. Mesmo sendo um momento especial de comemoração e de passar o tempo com a família, muitos estão atuando agora na linha de frente contra a Covid-19, reforçando os atendimentos e fortalecendo os serviços de saúde em meio a uma pandemia global. É o caso do auxiliar de enfermagem Luzivan Gonçalves. Neste momento, ele está trabalhando no centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam), uma das unidades que tem atendido pacientes com coronavírus no Distrito Federal. De bem com a vida e alto-astral, o profissional de saúde enxerga isso como uma oportunidade de fazer o melhor pelo próximo. “Meus filhos até se surpreenderam quando eu disse que trabalharia no Dia dos Pais. Falei pra eles: graças a Deus o papai tem saúde e vai poder trabalhar, para poder fazer o melhor que eu puder. Como esse é meu trabalho, e eu quis isso, só tenho motivos para agradecer”, comenta. Descontraído e bem-humorado, Luzivan tenta mostrar aos seus filhos, Gabriel e Ana Júlia, a como encarar cada dia como uma verdadeira dádiva. “A vida é um presente, e vou receber esse presente trabalhando no Dia dos Pais, sem titubear. E quando acabar a tarefa, eu sei que vou voltar para me divertir com meus filhos, confraternizar e mostrar o quanto amo eles”, reforça. Saudade Já o enfermeiro Étrio Pereira, além de estar como supervisor da UTI do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), também tem dado suporte nos trabalhos do hospital modular anexo ao HRC. Para ele, neste Dia dos Pais, um sentimento resume esse momento: a saudade. “Desde que começou essa pandemia, meus filhos estão na casa dos avós maternos, em Minas Gerais. Como minha esposa trabalha no centro cirúrgico, decidimos que seria o melhor para eles. Não é fácil ficar longe da família, mas entendo que nesse momento crítico a sociedade precisa da gente. Temos que tentar ajudar”, explica o enfermeiro. Pai de Samuel, com oito anos, e do pequeno Josué, de dois anos, Étrio decidiu manter o distanciamento social como uma forma de garantir a segurança dos seus filhos. Enquanto isso se candidatou para ajudar nos trabalhos do hospital anexo depois que a unidade foi inaugurada. “É um serviço novo que abriu, e como tenho sete anos de Secretaria de Saúde, tento ajudar como eu posso. Temos que ver o lado da sociedade, que agora tem muitos pais que estão precisando do nosso suporte. Há um lado humano de cuidar do próximo e quero fazer a minha parte, apesar de eu estar longe da minha família por um breve período”, lembra. Futuro papai Enquanto uns profissionais de saúde já são pais, outros estão prestes a se tornar um, como o enfermeiro do HRC Júlio Arantes. Sua esposa, grávida de nove meses, deve dar a luz ainda em agosto. A mistura de ansiedade em se tornar papai com o ambiente imprevisível na linha de frente contra a Covid-19 tem sido um dos principais desafios da vida de Júlio. “É complicado. Lutamos contra um inimigo invisível, e fico preocupado com o que pode vir. Como tenho uma esposa grávida em casa, então o cuidado tem que ser redobrado, para não transmitir nada para ela”, disse Júlio. Contudo, como também integra o Corpo de Bombeiros, o enfermeiro reforça que o treinamento militar tem sido um aliado valioso para manter a estabilidade emocional. A preparação para situações extremas o tem ajudado a manter a serenidade nos momentos mais adversos. “Apesar da situação, posso dizer que estou tranquilo. Sinto que sou afortunado, porque já presenciei colegas em momento de dificuldade. Mas como estou na iminência de mudar minha vida, e dizem que ter um filho é sentir um amor inexplicável, estou mais ansioso para quando isso acontecer”, afirma o futuro papai de Cecília. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Não vacile, combata a dengue mesmo no período de seca
A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 600 agentes que estão divididos em todas as Regiões Administrativas do DF. Foto: Divulgação | Secretaria de Saúde A receita é simples e muita gente já tem decorado: é necessário evitar depósitos com água parada para que não haja proliferação do mosquito Aedes aegypti. Mesmo assim, os principais criadouros do mosquito ainda são encontrados nas residências, principalmente nos quintais, como baldes sem tampa, vasilhas, pratos de plantas e caixas d’água destampadas. A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 600 agentes que estão divididos em todas as Regiões Administrativas do DF. Para reforçar esse efetivo, a atual gestão da Secretaria de Saúde contratou mais 268 profissionais temporariamente. “Esse reforço nas equipes nos possibilitou ter mais agentes nas ruas e ampliar as visitas aos imóveis, podendo assim ter a dimensão exata de onde estão os principais focos do mosquito e eliminá-los prontamente”, reforçou o secretário de Saúde, Francisco Araújo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Mesmo no período de estiagem, as ações não param. Todos os dias as equipes partem para as visitas aos imóveis de todo o Distrito Federal em ações educativas e de inspeção para combater o Aedes. Além da dengue, o mosquito também é transmissor da Chikungunya, Zika e Febre Amarela. “Não podemos diminuir a atenção no período de seca e é por isso que precisamos do apoio da população. É importante que cada um reserve alguns minutos durante a semana para fazer uma inspeção no seu imóvel, principalmente no quintal. Durante as visitas as equipes sempre orientam os moradores a como evitar a proliferação do mosquito. Qualquer recipiente esquecido pode acumular água e se tornar um criadouro. Será unindo forças que conseguiremos vencer o mosquito”, destacou a diretora da Vigilância Ambiental, Jahila Anselmo. Dados epidemiológicos O informativo epidemiológico mais recente mostra que, até o dia 25 de julho, foram notificados 43.578 casos prováveis de dengue, um aumento de 21,4% quando comparado ao mesmo período de 2019. O número de óbitos se manteve o mesmo da semana passada e continua sendo menor que em 2019. Até o momento, 40 pessoas morreream em decorrência de complicações da enfermidade. Sanear Dengue Como medida de reforço nas atividades, o Governo do Distrito Federal criou o Sanear Dengue, que conta com diversos órgãos do GDF para o enfrentamento do Aedes, como SLU, Novacap, Secretaria das Cidades e Corpo de Bombeiros. Além das inspeções nas residências e em imóveis abandonados, as equipes fazem a retirada de lixo e entulho das ruas, inclusive carcaças de carros abandonados, com o auxílio do DER. Quem quiser denunciar um local com provável foco do Aedes, pode ligar diretamente na Ouvidoria da Saúde, pelo telefone 160. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Dia dos Pais: uma celebração à vida
O abraço apertado vai ficar para depois, mas o coração cheio de amor está garantido para este Dia dos Pais. Aos 73 anos, Francisco Osmédio da Silva está há mais de 20 dias longe do aconchego do lar por causa da Covid-19, mas o tratamento conta com doses homeopáticas de carinho com a presença virtual diária da família. Neste domingo (9), a homenagem por telechamada é, também, celebração à vida. Cearense de Solonópole, o servidor aposentado do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) chegou à capital federal em 1970 e nunca havia sido internado em hospitais. Descrito como forte, prestativo e generoso, ele acabou infectado pelo novo coronavírus e passou as últimas semanas em isolamento hospitalar – desde Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até enfermaria. Confira o vídeo da telechamada envolvendo Francisco e a família: A recuperação é acompanhada de perto pela família. De contêineres instalados na área externa do Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha, onde ele passou os últimos dias, a família fez telechamadas diárias com o paciente. As conversas, feitas por meio de tablets, os aproximam dia após dia, e amenizam a distância. “Neste Dia dos Pais, é um presente saber que ele está bem, se recuperando. Temos que agradecer a Deus e à equipe, que trabalha com tanto amor”, valoriza a filha, Lidiane Pinheiro, secretária de 42 anos. “É uma situação bem difícil. Durante o processo, várias pessoas próximas pegaram a doença. Sabemos que muitos não conseguem atravessar. Eu posso resumir meu sentimento em gratidão.” A família é pequena – pai, mãe, dois filhos e três netos – e todos vivem próximos. “Fomos criados em ambiente de paz e união, com contato diário. Por mais que a doença impeça contato físico, fizemos o esforço de acompanhar a evolução de perto, com televisitas”, afirma a filha. “Por mais que as telechamadas sejam rápidas, é especial para o paciente saber que alguém que o ama está acompanhando”, valoriza. [Olho texto=”Neste Dia dos Pais, é um presente saber que ele está bem, recuperado. Sabemos que muitos não conseguiram atravessar a doença. Meu sentimento é de gratidão. ” assinatura=”Lidiane Pinheiro, filha de paciente recuperado ” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Está marcada para a tarde deste domingo mais uma chamada especial por vídeo, mas a espera é que o paciente tenha alta. “A expectativa é passar a mensagem de que ele é um pai maravilhoso, que nunca deixou nos faltar nada, que é um exemplo de pessoa honesta. Seja indo pra casa ou por telechamada, quero dizer que o amo muito, que é muito importante para nós e que estamos muito felizes de poder dizer tudo isso nesse dia dos pais”, planeja a filha. Não se sabe exatamente como o idoso pegou a doença. Lidiane Pinheiro relata que ele começou a perder o apetite, ficar mais deitado. Foi uma semana passando mal em casa, até que piorou e passou a não comer ou beber. Da unidade básica de saúde, ele já saiu internado no Hospital Regional de Samambaia (Hrsam) até ser transferido para o Hospital de Campanha, dois dias depois. A esperança é que nos próximos dias Francisco Omédio da Silva se junte aos mais de 103 mil pacientes recuperados registrados no Distrito Federal. Dos 121 mil casos confirmados na capital até a noite de sábado (8), 85% já tinham conseguido passar pelo ciclo da doença no organismo. Televisitas No estacionamento do Hospital de Campanha do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha foram instalados dois contêineres, de onde funciona o sistema de televisitas. O agendamento ocorre pela internet. É necessário fazer um cadastro e, após esse procedimento, selecionar datas e horários disponíveis. O hospital foi inaugurado em maio de 2020 e dedica-se exclusivamente ao atendimento de pacientes com Covid-19 que estão com necessidade de internação. Na última semana, a unidade atingiu a marca de mil altas médicas de recuperados da doença.
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Grupo de motociclistas doa sabonetes para campanha da Caesb
O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar a campanha. Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social. Foto: Divulgação | Caesb A união de motociclistas do Distrito Federal vai ajudar no combate à pandemia do novo coronavírus. O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar campanha solidária da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias e instituições em situação de vulnerabilidade social. A doação dos motociclistas ocorreu na tarde deste sábado (8), na sede da Caesb, em Águas Claras. “Vimos a campanha da Caesb na televisão e nos mobilizamos. Sempre estamos fazendo trabalho social e decidimos dar essa força para quem mais precisa. Se cada um fizer a sua parte, vamos poder mudar essa realidade de alguma forma. É o mínimo que podemos fazer para ajudar o próximo”, contou Wagner Lino, presidente do grupo Loucos do Cerrado, que existe desde 2014. A secretária-geral da Companhia, Claudia Marques, agradeceu.“São ações como essa que fazem a empresa pública abraçar com muito mais força os projetos de responsabilidade social. Além de trabalhar com muita responsabilidade para garantir água de qualidade e esgoto 100% tratado para a população do DF, a atual gestão da Caesb tem o cuidado com o próximo como uma de suas maiores marcas”, enfatizou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] A ação solidária da Caesb foi lançada em 5 de maio com a meta inicial de arrecadar 20 mil unidades de sabonetes e barras de sabão. A empresa já atingiu o objetivo inicial e decidiu continuar arrecadando e distribuindo os itens às famílias carentes até o fim da pandemia de Covid-19. Os produtos de higiene arrecadados já foram doados para famílias de Ceilândia, Itapoã e Paranoá atendidas no Golfinho, um projeto social da Caesb, além do Instituto Solidário de Ceilândia, Lar dos Velhinhos e instituto El Shadai. Responsável pelo Projeto Golfinho, que tem recebido as doações da campanha, Nivia Pedrosa agradeceu ao grupo de motociclistas e reforçou a importância da doação. “Demonstra que a população está junta e engajada na luta contra o coronavírus. Com o apoio que temos recebido, já fizemos doações para seis instituições. E não vamos parar até o fim desta pandemia”, destacou Nivia. Doadores Entre os doadores, desde o início da campanha, estão: – próprios empregados e aposentados da Caesb; – associados da Caesb Esportiva e Social (Caeso); – equipes do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) e da Secretaria de Comunicação do Governo do Distrito Federal (Secom) – que se uniram à campanha e viraram pontos de coleta dos itens; – empresárias Heloísa Helena e Pollyana Prudente – Drogaria Brasil; – servidor do TJDFT, Michael Xavier; – Mirante Incorporações – que iniciou a campanha doando 2 mil sabonetes; – Shopping DF Plaza; – Rede D’Or, que doou 3,6 mil sabonetes; – psicólogos e neurocientistas da HeartBrain; – Instituto Plástica Oclusal- IPO Palmieri; – ótica Audrey Brants; – advogados de Brasília; – pessoas anônimas da comunidade que estão deixando suas doações nos pontos de coleta. Serviço: Os itens de higiene pessoal continuam sendo recebidos nas portarias das unidades Sede e SIA da Caesb, na sede do Biotic e na ótica Audrey Brants, na Asa Sul. Saiba mais sobre a campanha
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Hran vai ganhar mais 60 vagas de estacionamento
Já foram realizadas a terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. Foto: Divulgação | DER-DF O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) está realizando mais uma obra que vai proporcionar mais conforto à população. Dessa vez a melhoria é para os pacientes do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). O órgão deu início, na última segunda-feira (3), à construção de um estacionamento na parte externa do hospital, em uma área de 1.150 metros quadrados. Ali, vão ser construídas e demarcadas 60 vagas mistas que serão disponibilizadas para funcionários e pacientes. O serviço está em execução por obra direta do DER e conta com a força de trabalho de dez servidores. Já foram realizadas as fases de terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. O superintendente de Obras, Cristiano Cavalcante, ressalta que o DER-DF não mede esforços para garantir a melhoria nos serviços prestados para a população, por mais simples que o serviço pareça. “É uma obra rápida e que vai proporcionar mais conforto para quem precisa estacionar no hospital para cuidar da saúde. E, em se tratando de saúde, nenhum esforço é em vão”, explicou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] O pedreiro Gilson Ramalho, 39 anos, acompanha a irmã ao Hran ao menos uma vez na semana para um tratamento. Ele destacou a importância da melhoria neste momento em que o sistema de saúde do Distrito Federal passou a ser mais utilizado por conta da pandemia do novo coronavírus. “Qualquer obra que venha a facilitar a vida da população, ainda mais nesse momento de pandemia, deve ser aplaudid. Aumenta o conforto de quem precisa utilizar o sistema público de saúde. E aqui era realmente necessário esse estacionamento”, disse. *Com informações do DER-DF
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Saúde alerta: mantenha suas vacinas em dia
A última análise dos índices de cobertura vacinal no Distrito Federal revelou que houve uma queda nas imunizações no primeiro quadrimestre de 2020, quando analisados os indicadores do mesmo período do ano passado. As informações estão no informativo publicado pela Secretaria de Saúde especificamente da cobertura do calendário infantil, já que este contempla a maioria das vacinas e é porta de entrada para o Programa de Imunização. A avaliação da Subsecretaria de Vigilância à Saúde engloba todas as Regiões de Saúde do DF. “A partir desses dados, os gestores vão conseguir observar melhor sua cobertura vacinal – se está baixa, adequada ou acima da meta estabelecida”, explica a enfermeira e colaboradora do Informe, Milena Fontes. O trabalho também servirá, ressalta a profissional, para informar à população em geral e gestores sobre como está a imunização da população para que se desenvolvam melhorias e se resgatem as pessoas que não estão indo vacinar. Atualmente, são 128 salas de vacina em todo o Distrito Federal abertas ao público. A enfermeira da área técnica de imunização, Fernanda Ledes, reforça a importância de manter a caderneta de vacinação sempre atualizada. “As salas de vacinas estão funcionando normalmente para vacinação de rotina e, portanto, reiteramos a importância de as pessoas procurarem as salas para atualizar a situação vacinal. Com a retomada gradual das atividades, muitas doenças podem voltar a circular, caso as pessoas não estejam adequadamente vacinadas”, afirma. Reflexo da pandemia? A meta de cobertura vacinal utilizada no Distrito Federal segue os parâmetros do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, de 80% para as vacinas contra o HPV e meningocócica C em adolescentes; 90% para as vacinas BCG e Rotavírus; e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação. Porém, as coberturas estão baixas nesse primeiro quadrimestre de 2020, menores que as coberturas vacinais para o mesmo período de 2019, o que pode ser reflexo da pandemia do novo coronavírus. De acordo com Milena, as coberturas vacinais medem a proporção de pessoas vacinadas diante da população que deveria estar vacinada. “É possível ver como está a proteção da população e acompanhar a efetividade das ações planejadas de vacinação”. * Com informações da Secretaria de Saúde/DF
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Hospital da Papuda abre na primeira quinzena do mês
Dos 1.708 detentos da Papuda diagnosticados com Covid-19, três morreram | Foto: Renato Alves / Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo para a inauguração do hospital que funcionará dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. Foi aberto nesta segunda-feira (3) o processo para contratação emergencial de empresa que prestará serviço de gestão integrada de 20 leitos de enfermaria. Previsão é que o local entre em operação ainda na primeira quinzena do mês. [Olho texto=”“A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos”” assinatura=”Sócrates Alves, subsecretário de Infraestrutura e Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) registra a dispensa de licitação para a contratação da empresa que prestará serviço no local. Os grupos interessados na gestão da unidade têm até 15h de 7 de agosto para enviar as propostas ao e-mail dispensadelicitacao.sesdf@gmail.com. A vencedora deverá fornecer aparelhos, gerenciamento técnico, assistência multiprofissional de forma ininterrupta, manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos. A empresa selecionada também será responsável pelo atendimento dos pacientes, com medicamentos, materiais médico-hospitalares e esterilização de equipamentos e materiais, além de alimentação (nutrição enteral e parenteral). Toda a infraestrutura da unidade está pronta, o que significa que há capacidade para ampliação com aditivos contratuais, com abertura de novos leitos, caso isso seja necessário. Cenário A população do complexo é de 15 mil apenados. Segundo a Secretaria de Saúde (SES), 1.708 detentos foram diagnosticados com Covid-19. Desse total de presidiários infectados pelo novo coronavírus, três morreram e apenas 75 têm a doença ativa. A pasta aponta que o sistema penitenciário tem uma taxa de letalidade de 0,29% na população privada de liberdade e de 0,23% em policiais penais – percentuais menores do que o esperado. Construída em caráter emergencial, estrutura do hospital foi inicialmente destinada apenas a pacientes de Covid-19 e será ampliada após a pandemia | Foto: Renato Alves / Agência Brasília Todo esse cenário motivou a mudança no planejamento de contratação. Inicialmente, estavam previstos 40 leitos – 20 de enfermaria, 10 semi-intensivos e 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, o subsecretário de Infraestrutura da SES, Sócrates Alves, explica que isso não se mostra mais necessário. “A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos, então é questão de gestão. Diante do cenário atual, não há necessidade de contratar além dos 20 leitos de enfermaria”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O hospital Idealizado como espaço para atendimento a casos de Covid-19, o hospital que seria apenas de campanha ficará para a população carcerária, dos servidores e dos trabalhadores do meio prisional. Com investimentos em torno de R$ 5,9 milhões, a obra tem mil metros quadrados de área construída. A gestão é da Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). A permanência do hospital no complexo vai evitar o deslocamento de presos para atendimentos médicos em unidades da rede externa. * Com informações da Secretaria de Saúde
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