Resultados da pesquisa

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Leishmaniose: saiba os riscos e onde buscar tratamento na rede pública

Pessoas contaminadas e que não fazem diagnóstico da doença ou não se tratam podem ter sequelas graves e até morrer. Foto: Arquivo / Agência Brasília Muita gente acredita que a leishmaniose é uma doença que afeta somente animais. No entanto, pessoas contaminadas e que não fazem diagnóstico da doença ou não se tratam podem ter sequelas graves e até morrer em decorrência da enfermidade. O protozoário que causa a leishmaniose visceral é o Leishmania chagasi. Contudo, o microrganismo necessita de um vetor, ou seja, um animal capaz de transportá-lo para um ser vivo, em que a doença irá se desenvolver. No caso da leishmaniose visceral, este vetor é o mosquito palha (Lutzomyia longipalpis). O que facilita o contágio pela doença é o fato de que mamíferos, principalmente os cães, podem atuar como reservatórios do protozoário, uma vez que o mosquito palha pode picar tanto os humanos quantos esses animais. Na epidemiologia, todo animal que alberga um microrganismo entre o vetor e o paciente é chamado de “reservatório”. “O protozoário fica no sangue do cachorro e quando o mosquito vai picá-lo, acaba pegando o protozoário e transferindo ele para o sangue humano”, explica o gerente da Vigilância Ambiental de Zoonoses, Rodrigo Menna. Sintomas Os principais sintomas da leishmaniose são a febre duradoura (de 10 a 15 dias), anemia, perda de peso e fraqueza. Em um estágio mais avançado da infecção, a doença pode causar hepatoesplenomegalia, que é a expansão do fígado e do baço, causada geralmente quando o sistema imunológico está comprometido, o que deixa o paciente vulnerável às demais enfermidades. Tratamento Pacientes com suspeita ou que apresentem alguns dos sintomas descritos, ou ainda, que tenham visitado matas e cachoeiras e morem em locais conhecidos pela transmissão podem procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima e declarar a exposição ao mosquito na consulta. Prevenção Usando roupas compridas, largas e de cor clara; aplicando repelentes em áreas de pele exposta; dormindo em casas protegidas com tela, mosquiteiro e outras medidas repelentes (espiral, elétrico, etc); não indo desprotegido a atividades em matas e beira de rios, especialmente à noite. Quem tem cães também deve seguir algumas orientações para mantê-los seguros e protegidos da doença. Veja medidas importantes que devem ser tomadas: Dados De acordo com o último informativo epidemiológico publicado pela Secretaria de Saúde, o Distrito Federal registrou cinco casos de leishmaniose visceral em 2020, dos quais dois são casos de residentes da Região do Entorno que buscaram tratamento na rede de saúde do DF. Ceilândia, Planaltina e Santa Maria foram as regiões administrativas que registraram os casos da doença no Distrito Federal . Leishmaniose Tegumentar Americana Diferentemente da leishmaniose visceral, a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), conhecida como LTA, não chega a acometer órgãos internos. O principal sintoma da doença é a úlcera cutânea, uma ferida na pele, como o próprio nome sugere. O principal sintoma da LTA é uma lesão cutânea localizada ou disseminada na pele e no cutâneo que não está cicatrizando. Em geral, a ferida não causa muitos incômodos como dor ou coceira, mas pode trazer graves complicações se não for devidamente tratada pelo médico. Em casos mais raros, as lesões cutâneas podem aparecer nas mucosas nasais e orais, especialmente na bochecha e na garganta. Nesses casos, rouquidão, tosse e dores podem estar entre os sintomas da LTA. A rede de saúde do Distrito Federal disponibiliza tratamento para pacientes de leishmaniose tegumentar americana, contudo, esses tratamentos requerem acompanhamento médico. Situação epidemiológica Os últimos dados consolidados pela Secretaria de Saúde informam sete infecções de leishmaniose tegumentar americana (LTA), sendo cinco de residentes do Distrito Federal e dois de municípios da Bahia e de Minas Gerais, que buscaram atendimento em unidades da rede. Planaltina, Vicente Pires e Samambaia são as regiões dos moradores infectados pela LTA em 2020. *Com informações da Secretaria de Saúde

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DF Legal, com apoio da PM, fiscaliza feiras em Samambaia

Equipes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), com apoio da Polícia Militar, realizaram neste domingo (3) ações de fiscalização e orientação aos consumidores e trabalhadores de feiras em Samambaia. A operação segue a rotina da força-tarefa, que conta com a participação de órgãos da área da segurança e verificação do GDF, para vistoriar o uso de máscaras e o cumprimento das medidas sanitárias de combate ao novo coronavírus (Covid-19), concentrado-se, também, na proibição do comércio irregular nos arredores das feiras. O grupo de trabalho percorreu as quadras 313 e 419 e 421 de Samambaia. Ambulantes que não tinham autorização foram orientados a saírem das proximidades e os consumidores que não estavam respeitando o decreto em vigor, que obriga o uso de máscaras em espaços públicos, foram instruídos a usarem o item de proteção individual. Quem não usar, pode ser multado em 2 mil reais. Houve supervisionamento também na Estrutural, no Eixão, na Feira dos Goianos, na W3 Sul e no Paranoá. Além das ações de orientação, também foi realizado o combate à venda de produtos de procedência irregular. * Com informações do DF Legal

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Pronação ajuda no tratamento precoce da Covid-19

Técnica é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) | Foto: Secretaria de Saúde Para tratar as possíveis complicações que a Covid-19 traz aos pulmões, a técnica chamada de pronação – o paciente fica em “posição de bruços” para ajudar na respiração – foi implantada no Hospital Regional do Gama (HRG). A pronação é mais comum nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e utilizada em pacientes que possuem doenças respiratórias graves, como pacientes com desconforto respiratório grave causado pelo coronavírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No HRG, o coordenador de fisioterapia da emergência, Estevão Diniz, tem utilizado de forma precoce a posição prona para tratar as possíveis complicações que a Covid-19 traz aos pulmões. A técnica tem apresentado resultados positivos nos pacientes que chegam à emergência e estão na enfermaria do bloco respiratório. A pronação é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para pacientes graves da Covid-19. Dados De acordo com pesquisas, enquanto a maioria dos pacientes infectados não desenvolve complicações ou apresenta apenas sintomas leves, aproximadamente 14% evolui para um estágio mais grave que requer hospitalização, suporte de oxigênio e, por vezes, ventilação mecânica (VM). Em relação à evolução dos quadros, a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é responsável por acometer entre 31% e 67% dos pacientes. A técnica prona pode evitar esse estágio. Técnica já é utilizada no Hospital Regional do Gama em pacientes com síndromes respiratórias graves | Foto: Secretaria de Saúde Essa estratégia da fisioterapia consiste em posicionar o paciente em decúbito ventral (barriga para baixo), o que deve resultar em distribuição mais uniforme do estresse e da tensão pulmonar, melhora da relação ventilação/perfusão, da mecânica pulmonar e da parede torácica. A ação, de acordo com nota técnica da Associação Brasileira de Fisioterapia, tem contribuído para redução da duração da VM e da taxa de mortalidade avaliada em um seguimento de 28 a 90 dias. Recuperação Segundo Estevão, a equipe observou que os pacientes que recebem a técnica apresentam melhora considerável. Em alguns casos, quem possivelmente teria indicação de ventilação mecânica não precisou do suporte. “Conseguimos perceber uma melhora significativa nesses pacientes que chegam aqui com dificuldade respiratória e baixa oxigenação. Inclusive, no momento da alta, estamos recomendando a técnica para ser continuada em casa”, explica. Estevão: “Conseguimos perceber uma melhora significativa nesses pacientes. Inclusive, no momento da alta, estamos recomendando a técnica para ser continuada em casa” | Foto: Secretaria de Saúde O profissional destaca que o processo melhora a relação difusão-perfusão mesmo com o paciente acordado e lúcido. No protocolo adotado, o ideal é que a pronação seja utilizada nas primeiras 48 horas em pacientes que apresentem falta de ar. Ela é mantida por pelo menos 16 horas. No entanto, a primeira observação da técnica já é feita após uma hora em posição prona, em que é executada uma gasometria para avaliar se o paciente responde ou não a essa estratégia. Junto com esse manejo são utilizadas outras técnicas de fisioterapia motora e respiratória. São movimentações precoces e exercícios respiratórios que ajudam a melhorar a dinâmica respiratória do paciente. Isso contribui para uma melhor interação e resposta do corpo no combate à doença. Assim, o organismo consegue manter-se estável e atuante no processo de ataque viral da patologia. * Com informações da Secretaria de Saúde

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TCDF libera repasses para Hospital de Campanha da PM

O combate à Covid-19 no Distrito Federal deve ganhar um grande reforço a partir deste sábado (01/08). O hospital de Campanha da Polícia Militar começa a receber pacientes acometidos da doença em 84 leitos de UTI, garantindo tratamento para os infectados com o coronavírus. Em despacho singular publicado na noite desta última quinta (30), o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios (TCDF) Inácio Magalhães Filho revogou a medida cautelar que proibia a Secretaria de Saúde (SES) de fazer pagamentos à Associação Saúde em Movimento (ASM), empresa que irá gerir o Hospital de Campanha da Polícia Militar do DF (PMDF). Com a decisão, a SES poderá repassar valores à ASM, que iniciará a gestão da unidade de saúde. Montado no Centro Médico da Polícia Militar, no Setor Policial Sul, o hospital de campanha conta com 104 leitos – 84 de unidade de terapia intensiva (UTI) e 20 de enfermaria – , que serão adicionados ao sistema de saúde público do DF e poderão ser utilizados para o tratamento de pacientes com a Covid-19. “Temos trabalhado muito desde o início da pandemia para reforçar a rede pública de saúde do Distrito Federal. Contratamos médicos e outros profissionais de saúde e investimos na criação de leitos de UTI para atender aos pacientes mais graves. A abertura do hospital da PM é muito importante para manter equilibrada a oferta de leitos de UTI”, disse o governador Ibaneis Rocha. Da mesma forma como acontece no Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha, todos os equipamentos instalados nesta unidade serão posteriormente incorporados ao patrimônio da Secretaria e servirão para reequipar e renovar o parque tecnológico dos hospitais da rede. “É um legado importante para a saúde pública do DF. Todo esse equipamento vai continuar nos hospitais quando tudo isso passar. Essa é a maior operação que estamos fazendo nesta crise porque o Hospital da PM será a unidade com maior número de leitos para o combate à Covid-19”, explica o secretário de saúde, Francisco Araújo. A empresa contratada vai empregar 600 profissionais, necessários para atender todos os 104 leitos disponibilizados no hospital. A quantidade inclui desde equipes operacionais a médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Todos os funcionários vão trabalhar em regime de escalas. Além dos 104 leitos, a estrutura do hospital conta com 80 monitores, 50 ventiladores mecânicos e 160 bombas de infusão, além de equipamentos de proteção individual (EPIs), insumos e um aparelho de raio-x totalmente digital, mais ágil na entrega de resultados do que o aparelho convencional. Também estão incluídos no contrato gerenciamento técnico, assistência médica multiprofissional – de forma ininterrupta –, com manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos e atendimento de pacientes, com medicamentos, materiais, alimentação, nutrição enteral e parenteral. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Parte dos servidores do GDF vai trabalhar remotamente

O Governo do Distrito Federal (GDF) adotará definitivamente o teletrabalho. As áreas que serão incluídas nesse regime, assim como a quantidade de servidores de cada unidade que exercerão as respectivas atividades de casa, ainda estão sendo definidas. Mesmo não tendo se preparado para isso, 92% dos servidores do GDF sem cargo de chefia aprovam a experiência do teletrabalho, segundo a pesquisa Trabalho Remoto no GDF — Enfrentamento à Pandemia Covid-19. O estudo foi feito pelo Grupo de Pesquisa E-Trabalho, da Universidade de Brasília (UnB). Participaram 7.421 servidores de 93 órgãos e entidades da administração pública local. Com o Decreto nº 40.546, de 20 de março, passaram a trabalhar de casa servidores de secretarias de Estado, administrações regionais, empresas públicas, fundações e autarquias que não exercem atividades essenciais e com infraestrutura tecnológica e de comunicação adequada. Eles tiveram oportunidade de responder à pesquisa, por e-mail, de 25 de abril a 31 de maio. Foram aplicados dois questionários: um para ocupantes de cargos de chefia, ao qual responderam integralmente 1.455 pessoas, e outro para os que não lideram equipes, com 5.966 respostas. Para o GDF, foi uma oportunidade de aprofundar estudos sobre a adoção dessa modalidade de trabalho. E principalmente de estar preparado para o período pós-pandemia. “Nós estamos preocupados com o retorno, olhando para o futuro, e com a pesquisa pudemos ouvir os servidores e envolvê-los nessa discussão”, afirma o secretário de Economia, André Clemente. No ano passado, o órgão promoveu um seminário sobre o tema, com o compartilhamento de experiências pontuais no governo e a participação da professora de Psicologia Organizacional e do Trabalho Gardênia da Silva Abbad, doutora na área e líder do grupo E-Trabalho. O grupo estuda, há três anos, as percepções e as práticas de servidores públicos em teletrabalho em órgãos federais do Judiciário e no Ministério Público do Trabalho. Para os acadêmicos, a pesquisa no governo local foi uma oportunidade de avaliar como o contexto da pandemia — sem planejamento e de forma compulsória — afetaria essas percepções. “Sem generalizar, podemos afirmar que a experiência no GDF foi bem-sucedida, especialmente considerando que, nos dois grupos, 60% nunca tinha trabalhado nessa modalidade. Não houve perda de produtividade — pelo contrário, em alguns casos”, resume Gardênia. Gestão da entrega São vários os arranjos possíveis de trabalho remoto. No caso do GDF, a pesquisa mostrou que a maioria interessada em seguir nesse regime após o fim das restrições da pandemia prefere um esquema parcial, e não todos os dias. Na avaliação de 78,5% dos que não lideram equipes, mais da metade de suas atividades pode ser executada remotamente, mesmo com o fim da necessidade de isolamento. Para se comunicar, as mensagens por WhatsApp são a forma mais utilizada, seguida do telefone e de plataformas de videoconferência. O Sistema Eletrônico de Informações, o SEI, também foi fundamental para a viabilização do trabalho a distância no governo, uma vez que permite o acesso a processos e sua tramitação pela internet. Nenhum desses recursos, porém, atende ao maior desafio dos líderes de equipe quando se adota o trabalho remoto: a gestão da entrega. “Em uma realidade orientada para os resultados, é bastante comum identificarmos desafios relacionados à definição de metas e ao monitoramento sem ferramentas adequadas. Entre os participantes, essas preocupações também são reportadas, mas prevalecem relatos que indicam percepções positivas, como o comprometimento das equipes e a oportunidade de reorganização das atividades”, explica a líder da pesquisa, a doutoranda em Administração Juliana Legentil. A resistência à modalidade remota é maior entre os que ocupam cargo de liderança, mas, ainda assim, no caso do GDF, 73% das chefias pretendem permitir que parte da equipe siga trabalhando dessa forma. Dos que não têm subordinados, 89% se manifestam favoráveis à manutenção do teletrabalho após a pandemia: 56% preferem trabalhar de casa de duas a três vezes por semana e 33% gostariam de cumprir as atividades exclusivamente a distância. “Para muitos, o período mais delicado foi superado e a experiência de gestão de equipes remotas, mesmo em um cenário completamente atípico, pode ser ainda mais positiva se houver investimento em ferramentas e treinamentos”, diz Juliana. “Já estamos testando no governo uma ferramenta que possibilita a gestão da entrega, mas sua eficiência dependerá da revisão de planos de trabalho e da modulação de metas possíveis dentro das equipes”, adianta Juliano Pasqual, secretário-executivo de Gestão Administrativa, da Secretaria de Economia. Ele diz que o processo de transformação digital do GDF, iniciado no ano passado, já evidencia que o atendimento à população pode ser feito de forma mais inteligente, com menos custos para o Estado e mais qualidade de vida para o servidor. O sistema, além de permitir a melhor gestão administrativa do trabalho remoto, contribuirá para que o cidadão monitore resultados de forma mais precisa, afirma Pasqual. “Podemos prestar os mesmos serviços com maior eficiência. Acredito que o teletrabalho será a reforma administrativa mais profunda na administração pública local, mas será um processo gradual, em que diversos pactos terão de ser estabelecidos, conforme a particularidade de cada unidade e do trabalho por ela realizado.” * Com informações da Secretaria de Economia  

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Impacto da alimentação infantil no meio ambiente é debatido no YouTube

  Com o tema “Apoie o aleitamento materno por um planeta saudável”, a campanha Agosto Dourado deste ano vai focar no impacto da alimentação infantil no meio ambiente, nas mudanças climáticas e na necessidade urgente de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno para a saúde do planeta e de seu povo. Além disso, haverá vários eventos e ações como o 5º Seminário de Aleitamento Materno de Brasília e a apresentação do filme Tigers, que vai gerar um debate com profissionais, estudantes e todos os que lutam pela causa do Aleitamento Materno. “Estudos indicam que o aleitamento materno como ação isolada é capaz de reduzir a mortalidade infantil em até 13%. No Distrito Federal valorizamos a amamentação desde a sua fundação. Pela primeira vez o DF conseguiu atingir, em 2019, a taxa de mortalidade infantil de um único dígito, de 8,5 para cada 1.000, um grande ganho para todos”, comemora Miriam Santos, coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano do DF. A amamentação previne a fome e todas as formas de desnutrição, além de garantir a segurança alimentar dos bebês, mesmo em tempos de crise, sem ônus adicional no orçamento da família. A amamentação é uma maneira de baixo custo para alimentar bebês, além de contribuir para a redução da pobreza. Além disso, a nutrição, a segurança alimentar e a redução da pobreza são fundamentais para alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. “No âmbito nacional e internacional, Brasília é reconhecida pelo apoio, proteção e apoio ao aleitamento materno que é historicamente realizado com o envolvimento da sociedade e dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”, explica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Por conta da pandemia do novo coronavírus, todos os eventos do Agosto Dourado e todas as ações nas Regiões de Saúde deste ano serão de forma virtual. A transmissão ocorrerá pelo canal Amamenta Brasília, no YouTube. O primeiro ocorrerá no próximo sábado (1°/8), às 15h. “O leite materno deve ser um alimento exclusivo até os seis meses e até os dois primeiros anos de vida, porque tem tudo o que é necessário para a saúde da criança, conforme orientam a Secretaria de Saúde, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde”, afirma Miriam. Segundo a coordenadora, as ações do Agosto Dourado ajudam a fortalecer a conscientização das mães. “Amamentar é um direito da criança, mas não é um dever da mãe, por isso precisamos conscientizá-la, apoiá-la e protegê-la para que ela queira amamentar”, explica. Todos os eventos relacionados à amamentação têm o amparo legal, com a Política Distrital de Aleitamento Materno – Lei Distrital nº 5.374/2014, Agosto Dourado – Lei Federal nº 13.227/2015, Agosto Dourado – Lei Distrital nº 6.097/2018. Confira a programação: *Com informações da Secretaria de Saúde

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Sistema Ajudah: tecnologia em prol da solidariedade

O trabalho do Comitê de Emergência Covid-19, uma ação coordenada do Governo do Distrito Federal, vai contar com mais um aliado: o Ajudah — Sistema de Ajuda Humanitária Covid-19. O objetivo é informatizar e automatizar processos de planejamento, registro, controle e distribuição de cestas básicas e de kits de higiene recebidos pelo governo para doação a cidadãos não atendidos por programas sociais. Com o crescimento das doações, veio a necessidade de aprimorar a logística da ação humanitária do comitê, atividade coordenada pela Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância, da Chefia de Gabinete do Governador. A pedido da subchefia, a Secretaria de Economia desenvolveu a plataforma, apresentada nesta terça-feira (28) aos órgãos envolvidos nas ações. “A equipe técnica entregou o Ajudah em tempo recorde para dar suporte a quem está na ponta desse trabalho de solidariedade, e acredito que nos ajudará a avançar nessa responsabilidade social, que mobiliza tantos servidores. Temos de ser exemplo para o País”, disse a secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, aos participantes do evento virtual, por meio de videoconferência transmitida no YouTube da Secretaria de Economia. Os servidores envolvidos na ajuda humanitária agora serão treinados para utilizar corretamente a nova ferramenta, explicou o secretário de Economia, André Clemente. “Como órgão central de planejamento e gestão do GDF, temos de criar ambiente favorável à atuação de todos nessa ação coordenada”, afirmou, ao destacar o valor do Ajudah em permitir que a administração pública identifique com precisão os cidadãos mais necessitados e planeje melhor as entregas. [Olho texto=”O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas.” assinatura=”” esquerda_direita_centro=””] Sem o sistema, quando um cidadão manifestava a uma administração regional a necessidade de receber doações por causa da crise da pandemia de Covid-19, a equipe de servidores envolvida na ajuda humanitária verificava na Secretaria de Desenvolvimento Social se ele já era beneficiário de algum programa. É que têm prioridade nas doações pessoas que não recebem benefício. O Ajudah mostrará isso assim que o CPF for cadastrado, tornando o processo mais rápido e justo. O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas. Isso facilitará o mapeamento das regiões com maior necessidade e contribuirá para a captação das doações. Cadastro São três módulos. No primeiro, servidores das administrações poderão fazer o cadastro do cidadão que deseja receber doações, apenas com o CPF. Em outro módulo, serão montadas as ações humanitárias: definem-se os beneficiários e o roteiro a ser seguido pela Defesa Civil. Assim, a tecnologia contribuirá na organização da logística e na economia de combustível. Muitos itens são doados avulsos, mas a entrega é feita em cestas e kits, que são cadastrados no estoque dessa forma. Quando uma ação humanitária for montada, o sistema já tornará indisponíveis no estoque as cestas e kits que serão doados. No terceiro módulo, a Defesa Civil vai cadastrar e registrar as doações realizadas. Assim, o novo sistema facilitará o controle da destinação dos itens, atualmente feito por meio de planilhas, o que aumentará o controle e a transparência. Os dados das doações feitas em abril, maio e junho foram migrados para a base de dados da plataforma. Comitê de Emergência Covid-19 O Comitê de Emergência Covid-19, instituído por meio do Decreto nº 40.559/2020, foi criado com o propósito de organizar as iniciativas governamentais em apoio aos afetados pela pandemia. Coordenado pela Secretaria de Economia, é formado por titulares de órgãos do GDF e por dirigentes de entidades que representam empresas privadas. Tem por competência receber, planejar e coordenar campanhas de arrecadação de doações, bem como elaborar ações para o enfrentamento da pandemia. *Com informações da Secretaria de Economia

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Bloquete volta a ser alternativa na pavimentação de cidades

Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília A comunidade da Rua do Mato, na Fercal, sofreu por mais de 30 anos com ruas de terra. O calendário anual dos moradores, cerca de 1,2 mil pessoas, era dividido em duas partes: seis meses na poeira, outros seis meses na lama. Mas essa realidade já está mudando. É que foi oficialmente inaugurado um trecho de 200 metros de pavimento em bloquetes (placas de concreto) na subida que dá acesso às quadras mais altas da região. “A vida melhorou 100%. Quando chovia, carro não subia. Deixávamos tudo lá em baixo e vínhamos a pé com as crianças no colo”, lembra o morador José Valderi de Lima. “Pra quem conheceu isso aqui antes, sabe o quanto era cruel e desumano”, completa. A iniciativa da pavimentação foi da Administração da Regional da Fercal. “A gente comprou os insumos e utilizamos nossa própria mão-de-obra e também recebemos ajuda dos colaboradores da Funap [Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso]”, explica o administrador Fernando Gustavo. Segundo ele, também foram feitos serviços semelhantes em frente às escolas rurais Sonhei, Catingueiro e Córrego do Ouro e ainda em uma via da quadra da Rua do Engelho Velho. “Todos estão felizes. Agora, a vida melhorou demais. É uma alegria muito grande”, afirma a moradora Ana Maria Nunes que mora em frente à parada de ônibus da Rua do Engelho Velho. “Tudo melhorou muito, as pessoas estão com mais saúde e a casa está segurando mais tempo limpa”, comemora. Além de visualmente mais bonito, as placas de cimento são mais baratas e ecologicamente corretas. Por estar entre duas Áreas de Preservação Ambiental (APA) – Planalto Central e da Cafuringa -, a região administrativa tem dificuldade em aprovar licença ambiental para usar asfalto. “Como piso é permeável e a água infiltra para os lençóis freáticos, os bloquetes são os mais recomendados para essas localidades”, explica Fernando Gustavo. Atraído pelo sucesso da iniciativa, o presidente da Novacap, Fernando Leite, planeja alavancar o projeto. “É uma iniciativa que pretendemos levar para todas as outras regiões administrativas”, disse. Segundo ele, a empresa deve licitar, nos próximos meses, equipamentos para a fabricação dos bloquetes. “Estamos com um projeto na Novacap bem avançado para criar fábricas em vários pontos do DF”, explica. “A ideia é deixar uma máquina para cada um dos sete pólos do GDF Presente e um para área rural”, detalha Leite. “É uma ação inteligente que utiliza a mão de obra da própria administração pública e custa pouco. É tudo que o governador Ibaneis quer: um governo com soluções inovadoras, eficientes e baratas”, completa. Obras rápidas e baratas De acordo com o administrador da Fercal, Fernando Gustavo, o tempo de execução das obras de pavimentação com esse tipo de matéria-prima é rápida. Para fazer cerca de 200 metros de uma rua de mão-dupla foi preciso 1 mês de trabalho. “O mais complicado é a licitação dos insumos”, afirma. O valor da obra também é outro diferencial. Cerca de um metro quadrado em bloquetes custa pouco mais de R$ 64, já o mesmo trecho em asfalto sai por cerca de R$ 180, segundo cálculos do Departamento de Urbanização da Novacap. “É um material barato com boa vida útil e tem uma manutenção mais rápida e fácil de fazer”, explica Fernando Leite. Ele conta que o piso pode ser usado em áreas mais carentes para melhorar a qualidade de vida das pessoas. “É uma solução para vias menores onde não há trânsito pesado. Isso facilita inclusive atender a comunidade em áreas não regularizadas e área rurais”, lembra ao citar regiões de Arniqueira, São Sebastião e Planaltina.

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Gestantes devem manter o pré-natal mesmo na pandemia

Na UBS da 612 Sul, estratégia foi separar salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas normais, como o atendimento a crianças | Foto: Secretaria de Saúde Devido à pandemia do coronavírus, alguns serviços prestados nas unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal foram pontualmente suspensos para evitar aglomeração. No entanto, os atendimentos às gestantes para o pré-natal e demais necessidades estão em curso, normalmente, em toda a Atenção Primária. A recomendação do Ministério da Saúde é de que seja avaliada a situação de cada paciente de forma pontual e, a depender do caso, espaçar as consultas para evitar a exposição da gestante ao novo vírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em março de 2020, o órgão federal lançou nota técnica sobre a importância da continuidade do acompanhamento gestacional, por parte das futuras mães, mesmo durante a pandemia de Covid-19. O atendimento para esse público segue todos os protocolos sanitários vigentes. Ao chegar às UBSs, por exemplo, as gestantes devem aguardar o mínimo possível, de modo a evitar aglomerações em salas de espera. Na Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul (612), a estratégia utilizada foi separar as salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas que a unidade precisa realizar normalmente, como o atendimento a crianças, o pré-natal e a troca de receita – este, um procedimento muito comum. Além dessas atividades existe o compromisso com a parcela de pacientes crônicos, hipertensos e diabéticos, que não podem ficar sem acompanhamento. São consideradas consultas essenciais para a qualidade de vida do paciente. Saúde da Mulher Médico e gerente da UBS 1, Marcus Limeira reforça que a unidade tem feito um trabalho importante em saúde da mulher, em que atividades relacionadas ao pré-natal e à saúde sexual foram preservadas e estão em pleno funcionamento. A colocação de dispositivo intrauterino (DIU), por exemplo. “Nossa unidade atende a uma demanda importante – cerca de 180 gestantes mensais – porque o nosso hospital de referência é o Hospital Regional da Asa Norte [Hran]. Apesar de  ele estar suspenso por ser, agora, o hospital de referência para a Covid-19, elas estão sendo direcionadas para o Hospital Materno Infantil”, explica. Exame é oferecido na Atenção Primária do Distrito Federal, sem custo para o paciente | Foto: Secretaria de Saúde A unidade tem o perfil de atendimento para trabalhadoras que atuam na Asa Sul. Com a pandemia, a equipe observou que algumas pacientes deixaram de ir à unidade. Em contato remoto com elas, devido ao isolamento, os servidores da UBS 1 informam que o atendimento pode ser prestado nas UBSs próximas às residências de cada solicitante. O profissional alerta para a importância do acompanhamento pré-natal e informa que, nos termos do protocolo do Ministério da Saúde, a gestante deve ter, no mínimo, sete consultas, além de receber vacinas preconizadas. Como a da influenza, que está disponível na rede pública. Vanessa Ribeiro, de 28 anos, está grávida de quase 38 semanas. Ela espera um menino e, mesmo em se tratando de seu segundo filho, sabe da importância do acompanhamento. “Mesmo com a pandemia continuo vindo e tomo todos os cuidados recomendados para nós, que é o isolamento e a higiene correta. Para mim não modificou em nada em relação às consultas e exames. Tenho medo de recebê-lo nesse momento quanto ao hospital”, declara. Organização A Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps) destaca que, desde o início da pandemia, todas as UBSs tiveram o seu fluxo reorganizado para que todos os atendimentos fossem feitos de forma harmônica e sem riscos. A área adotou a estratégia fast-track, com dois fluxos definidos. Médico de família e coordenador da área, Fernando Érick Damasceno informa que nenhum tratamento deve ser abandonado em decorrência da Covid-19. “Organizamos os fluxos para manter a biossegurança e os pacientes em agenda separados dos pacientes com sintomas respiratórios e síndrome gripal com possível suspeita de Covid-19. Com isso, mesmo com as recomendações sanitárias que precisamos respeitar, nós preservamos a carteira de serviços da Atenção Primária”, garante.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Setores de Ceilândia e de Planaltina terão reparos na rede elétrica

A Companhia Energética de Brasília (CEB) fará, nesta quinta-feira (23), melhorias na rede elétrica de Planaltina e de Ceilândia. Será preciso interromper o fornecimento de energia, temporariamente, em alguns pontos, para realizar os serviços. Das 8h às 13h30, a CEB fará a substituição de poste em Planaltina. Por isso, a Quadra 1, Conjunto M, lotes 1 a 20; e Quadra 2, Conjunto J, lotes 43 a 60, do Arapoanga, ficarão sem energia. Já em Ceilândia a manutenção preventiva com poda de árvores ocorrerá das 9h às 16h30, afetando, assim, o fornecimento de energia no Núcleo Rural Alexandre Gusmão: Gleba 3, Chácara 367-H, lotes 1 a 6. *Com informações da CEB

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Coronavírus: 664 pacientes recebem alta de hospital de campanha

José Jesus, depois de sete dias de internação: “Aqui é um lugar de esperança” | Foto: Secretaria de Saúde Já são 664 os pacientes que saíram vitoriosos do Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha e voltaram para seus lares. Nesta sexta-feira (17), mais nove pessoas receberam alta curados da doença causada pelo novo coronavírus. Recuperados, eles agradeceram às equipes que prestaram assistência nos dias difíceis e, ansiosamente, aguardavam o reencontro com seus entes queridos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Aqui é um lugar de esperança. Você tem que ter fé e esperança para vencer essa doença. E muita confiança nos médicos, que são uns anjos para cuidar de nós”, afirma José Jesus da Paixão, de 43 anos, morador de Planaltina, que voltou para casa nesta sexta após sete dias internado no hospital de campanha. Quem também estava feliz e comemorando a vitória foi Pedro Antônio da Silva, de 58 anos. Chorando, Pedro descreveu a doença como a “pior de sua vida”, revelando um alívio em se ver livre dela. “Estou me sentindo bem. Vocês são pessoas maravilhosas, tratam a gente como gente”, agradeceu o morador de Águas Lindas, diante de profissionais que o acompanharam por 15 dias. Antônio Pereira da Silva, de 70 anos, também fez questão de agradecer. “As enfermeiras e os médicos são pessoas amigas. Fui muito bem tratado. Que Deus abençoe vocês”, disse o morador do Recanto das Emas, após 15 dias de internação. Com a ajuda dos profissionais de saúde, Pedro também derrotou a doença: “Pior de minha vida” | Foto: Secretaria de Saúde O diretor do hospital, Marcelo de Mello, comemora o fato de a unidade já ter contribuído com a cura de quase 670 pessoas. Para ele isso já é motivo de alegria, mas o trabalho em preservar vidas continua. “Em menos de 60 dias o HCMG já passa de 600 altas realizadas, 600 pacientes que têm sua vida de volta ‘ao normal’, 600 famílias que têm suas angústias dirimidas nesta terrível pandemia. Infelizmente temos perdas e, por isso mesmo, precisamos comemorar e agradecer pelas vitórias. Até agora, 600, e por elas continuamos a trabalhar, para que sejam cada vez menos perdas, cada vez mais vitórias. Juntos venceremos a Covid-19”, declarou Marcelo. Atualmente, 152 pacientes permanecem internados no local. A unidade conta com uma equipe de 125 profissionais da saúde em atuação. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Mais 360 profissionais para reforçar combate ao coronavírus

A Secretaria de Saúde convocou nesta sexta-feira (17) mais 360 servidores temporários para reforçar a linha de frente do combate à Covid-19 nos hospitais públicos. Os candidatos foram aprovados no Processo Seletivo Simplificado Emergencial para formação do cadastro de profissionais de saúde que vão complementar a força de trabalho. Eles têm entre os dias 20 a 24 de julho para entregar toda a documentação necessária. Confira o DODF com a lista dos convocados Nesta etapa foram convocados 50 enfermeiros, 80 psicólogos e 230 técnicos de enfermagem. Eles serão direcionados às unidades hospitalares que ampliaram recentemente a quantidade de leitos voltados a pacientes com coronavírus. “Basicamente, a lotação deles atenderá dois hospitais: o modular em Ceilândia, com 73 leitos, e o de Samambaia, que vai abrir mais sete leitos de UTI e 25 de retaguarda intermediário. Com isso, a força de trabalho necessária estará suprida para dar as condições de funcionamento pleno nas unidades”, informou a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida. Além disso, psicólogos chamados irão trabalhar no projeto de apoio à população, devido aos transtornos mentais que muitos desenvolveram durante a pandemia. “Ansiedade e depressão, por exemplo, são alguns exemplos claros disso. Com a vinda desses 80 psicólogos será possível reforçar o atendimento na rede pública”, acrescentou a gestora. “A Secretaria de Saúde não tem medido esforços para garantir um atendimento de qualidade e digno à população. Com a convocação desses 360 profissionais, chegamos a 860 servidores temporários chamados, até o momento, para reforçar o atendimento às vítimas da Covid-19 no Distrito Federal”, arrematou o secretário de Saúde, Francisco Araújo. Processo Nas duas convocações anteriores, 500 profissionais foram chamados para atuar na rede pública de saúde. Os candidatos devem apresentar documentação exigida pelo Edital nº 23, de 17 de junho de 2020, publicado no Diário Oficial (DODF) de 19 de junho de 2020, em até cinco dias úteis a contar da data da publicação, impreterivelmente. Para entrega de documentação e posse, os candidatos convocados deverão se apresentar no Núcleo de Admissão e Movimentação (Nuam), da Secretária de Saúde, situado no Sain s/nº Parque Rural Estação Biológica (Asa Norte), conforme horário de atendimento, das 9h às 12h e das 14h às 17h. O não comparecimento do (a) candidato (a) no prazo estipulado para contratação significará a eliminação do (a) candidato (a) no certame. No ato da sua apresentação, o candidato convocado deverá atender a todos os requisitos dispostos no edital, bem como apresentar toda documentação (original e cópia) exigida para contratação, além de apresentar declaração de que não acumula cargo, emprego ou função pública, sob pena de eliminação do processo seletivo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A secretaria não se responsabiliza por eventuais prejuízos ao candidato decorrentes de informações cadastrais não atualizadas. Os candidatos convocados no presente processo seletivo deverão apresentar avaliação médica pré-admissional, com aprovação de aptidão física e mental, bem como levar toda documentação exigida (original e cópia) no edital de abertura. A ausência de algum documento implicará em impedimento para contratação, nos termos da legislação vigente. Os candidatos que fizeram a opção pelas cotas para negros ou pardos deverão comparecer para verificação de autodeclaração, no dia 22 de julho, no período de 13h às 18h, na Secretaria de Saúde – Bloco B (térreo), sala 50. O processo de heteroidentificação é exclusivamente presencial e candidatos que fizeram a opção pelas vagas reservadas a negros ou pardos que não comparecerem, independente da aprovação no processo seletivo, serão eliminados do processo, também conforme previsto no edital. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Setur renova contrato para hospedagem de servidores

A prioridade será para servidores de emergências e UTIs da rede pública voltadas para atendimento da Covid-19 e que morem com pessoas dos grupos de risco, idosos, gestantes e crianças pequenas. Foto: Divulgação\Secretaria de Saúde Estão reabertas as inscrições para servidores da Secretaria de Saúde, que estão na linha de frente no combate ao novo coronavírus Sars-CoV-2, solicitarem hospedagem em hotel durante a pandemia. São 63 vagas disponíveis no hotel contratado. Inicialmente, apenas apenas os servidores do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência de atendimento à Covid-19 no DF puderam se inscrever. Agora, os profissionais de outras unidades hospitalares poderão participar do processo seletivo. A prioridade de seleção será dada aos servidores que trabalham nas emergências e UTIs da rede pública voltadas para atendimento da Covid-19 e que morem com pessoas dos grupos de risco, idosos, gestantes e onde tenham crianças pequenas. As inscrições começam a partir desta quinta-feira (16) e seguirão até domingo (19). Para concorrer à vaga, é preciso preencher o formulário on-line. Todos os inscritos deverão comprovar a condição por meio de processo via SEI (Sistema Eletrônico de Informações), sigiloso, próprio, com anexação dos documentos comprobatórios para o Núcleo de Saúde e Medicina do Trabalho da região de saúde a qual pertence. Portanto, poderão se inscrever os profissionais lotados nos hospitais Materno Infantil de Brasília, de Base e da Região Leste, além de regionais do Guará, Gama, Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Planaltina, Brazlândia e Samambaia. Os servidores lotados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também poderão participar do processo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Para Silene Almeida, subsecretária de Gestão de Pessoas da pasta, a ampliação de vagas para servidores de outros hospitais é uma necessidade da rede, pois todas as unidades estão atendendo pacientes acometidos pela Covid-19. Sendo assim, precisam ter a mesma segurança em não contaminar os seus familiares. “Todos os dias estamos buscando melhorias nesse momento de pandemia em que há uma fragilidade emocional muito grande. Estamos convocando profissionais por contrato temporário para ajudar, e agora essa conquista de mais vagas em hotel para profissionais de outras unidades” ressaltou Silene. Desde abril, foram disponibilizadas vagas para os servidores e no aditamento, por mais 45 dias, foram ajustados as atuais alocações e mais 63 vagas para os servidores de outras unidades. A ação é uma parceria que envolve as secretarias de Turismo e de Economia. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Economia do DF tem R$ 75 milhões de programas sociais

As consequências da pandemia do novo coronavírus foram sentidas tanto pelo sistema de saúde quanto pela economia do Distrito Federal. Diante da incerteza e da instabilidade do cenário, os benefícios sociais distribuídos pelo governo conseguiram mitigar o impacto provocado nos últimos meses. Até 31 de junho, o GDF já havia repassado R$ 75,5 milhões para mais de 130 mil cartões de quatro programas de assistência social. Esse dinheiro, que beneficiou a população mais carente, circulou principalmente por pequenos e médios comércios e, paralelamente ajudou os micro e pequenos empresários das regiões administrativas (RAs). Dois destes benefícios, o Cartão Prato Cheio e o Renda Emergencial, foram criados durante a pandemia e são vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Social. Os outros dois, o Bolsa Alimentação e o Bolsa Alimentação Creche, usam a base cadastral de programas assistenciais da Secretaria de Educação (SEE): o Cartão Material Escolar e o Cartão Creche, respectivamente. A emissão dos cartões por meio dos quais os beneficiados recebem esses valores foi feita pelo Banco de Brasília (BRB). A forma de uso é variada: os benefícios voltados à alimentação (Prato Cheio, Bolsa Alimentação e Bolsa Alimentação Creche) só podem ser utilizados em estabelecimentos do ramo alimentício, como mercados, supermercados e padarias, e os cartões estão habilitados para uso apenas na função débito.  Já os beneficiários do Renda Emergencial podem realizar tanto saques na rede do BRB e Banco 24 Horas quanto utilizar o cartão na função débito em qualquer estabelecimento comercial. Este mês, o GDF também começa a pagar os benefícios do programa Mobilidade Cidadã, que vai destinar R$ 4,3 milhões a cerca de 1,8 mil donos de ônibus e micro-ônibus ou outros veículos do transporte coletivo escolar e de turismo. A dona de casa Maria de Fátima Ferreira Coelho é uma das beneficiadas com o Cartão Prato Cheio. Diabética, ela integra o grupo de risco da Covid-19 e está em quarentena desde março. Mora em Samambaia Norte com duas filhas e uma neta. E reconhece: os R$ 500 que recebeu até o momento do GDF foram essenciais para o sustento de sua família. “Infelizmente, minhas duas filhas ficaram desempregadas; eu não posso sair de casa, então está ajudando muito. Pudemos comprar leite, biscoito, pão. Melhor ter esse dinheiro na mão do que nenhum voando”, relata. “Os benefícios de transferência de renda acabam sendo um suporte para as famílias em situação de vulnerabilidade social ou de insegurança alimentar, em especial as que possuem crianças e idosos. É um auxílio que evita, principalmente em um período de pandemia como esse, que várias pessoas possam ter a situação de pobreza agravada e até mesmo se envolvam na criminalidade. É uma forma de amenizar as diferenças socioeconômicas”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha. Auxílio providencial Segundo o economista e gestor público José Luiz Pagnussat, o auxílio financeiro que o GDF vem repassando serve como uma injeção venosa na economia local. “O dinheiro é gasto e não guardado. Com isso, se tem mais demanda, mais produção, mais emprego, mais gente comprando. É um efeito multiplicador de grande efeito, o impacto é o melhor possível”, avalia. Além de direcionar esforços para a população mais carente, o GDF, segundo Pagnussat, tem papel fundamental no cenário pós-pandemia na economia local: “Há que se implementar tanto uma sustentação da demanda, gerando renda para as pessoas, quanto também linhas de financiamento a juros baixos para os pequenos empreendedores, reativando o sistema produtivo”.  Pagnussat reconhece que muitos empregos se perderam e que pequenos negócios não conseguiram se sustentar. “E, para isso ser reativado rapidamente, é preciso ajuda do governo com microcrédito e políticas públicas”, pontua. “O GDF já está implementando algumas ações nesse sentido.” Esforço consciente A estratégia do GDF com a implementação dos programas de assistência financeira durante a pandemia do coronavírus possui três eixos principais: o social, o de enfrentamento à Covid-19 e o econômico.  [Olho texto=”O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédios” assinatura=”André Clemente, secretário de Economia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédios. Por isso, as áreas sociais do governo fizeram uma série de ações de transferência de renda, seja para pessoas em vulnerabilidade, seja para pequenos empreendedores”, explica o secretário de Economia, André Clemente. Ciente do impacto dos R$ 75 milhões injetados na economia local (até 31 de junho, fora o que circulou desde o início deste mês), o secretário destaca o desafio de continuar ajudando a população com os repasses e manter a estabilidade do orçamento do Executivo local. “Tem sido feito um grande esforço para economizar recursos a fim de garantir as verbas necessárias e, ao mesmo tempo, manter o equilíbrio das contas públicas e os pagamentos em dia”, ressalta. “O GDF vai continuar atento às necessidades da população e agindo responsavelmente de acordo com as demandas e a capacidade do Estado”. O que vem depois? A condição presente que a economia local vive é desafiadora e demanda muita atenção, mas o GDF também já está olhando para o futuro e analisando os cenários pós-pandemia. “Os prognósticos econômicos para 2020 e 2021 não são animadores. Toda ajuda, seja de ordem financeira ou assistencial, colabora de forma considerável, e o governo não medirá esforços para atenuar ao máximo os impactos da crise”, afirma a secretária de Empreendedorismo, Fabiana di Lúcia. Um dos planos que o GDF pretende colocar em prática para auxiliar a retomada após o fim da crise é o investimento em infraestrutura, principalmente na construção civil. “Vamos gerar emprego e renda para que possamos voltar a crescer, e esse é um setor que pode responder rapidamente à retomada econômica. Por isso, o governador determinou a desburocratização e simplificação na aprovação de projetos”, explica André Clemente. “O desafio é grande, mas com o apoio da população e a clara vontade dos setores organizados em contribuir nesse momento, vamos cuidadosamente voltar à normalidade”. Quem tem direito aos benefícios Cartão Prato Cheio Estão na lista para receber o auxílio famílias que já solicitaram a cesta de alimentos em alguma unidade de assistência social, como as do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) – desde que o requerimento esteja registrado no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e atenda os critérios e perfil de acesso do programa. Têm direito ao benefício famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita –, residentes no Distrito Federal e que declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. Entre as famílias com esse perfil, serão priorizadas aquelas que são monoparentais–  chefiadas por mulheres, com crianças de zero a 6 anos –, bem como as que possuem em sua composiçao pessoas com deficiência e idosas. Renda Emergencial Têm direito ao benefício as famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita – que residem no Distrito Federal e declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. O beneficiário apto para receber o auxílio precisa já ter passado ou estar passando pelo atendimento em alguma unidade socioassistencial do DF, estando, assim, cadastrado no Sids. O beneficiário não pode estar inscrito em nenhum outro programa de transferência de renda, como o Bolsa Família, DF sem Miséria, Bolsa Alfa, BPC ou o Auxílio Emergencial do governo federal. O Renda Emergencial foi instituído como enfrentamento da emergência de saúde pública, de importância internacional, decorrente do coronavírus. Bolsa Alimentação O programa é destinado a famílias beneficiárias do Cartão Material Escolar (CME), elaborado para estudantes devidamente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal cujas famílias façam parte do Programa Bolsa Família. Bolsa Alimentação Creche  O programa é destinado a famílias com de todas as crianças de zero a 5 anos atendidas nas creches e instituições parceiras da rede pública de ensino do Distrito Federal. * Com informações do BRB e das secretarias de Economia, de Desenvolvimento Social e de Educação   

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Sanear Dengue fiscaliza mais de 6 mil imóveis no DF

Equipes observam as recomendações da Secretaria de Saúde acerca do combate ao coronavírus | Foto: Secretaria de Saúde As ações do Sanear Dengue continuam em curso por todo o Distrito Federal. Nesta semana, agentes de Vigilância Ambiental e servidores de outros órgãos – administrações regionais, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e Corpo de Bombeiros (CBMDF), por exemplo – já visitaram São Sebastião, Taguatinga e Núcleo Bandeirante. Juntas, as cidades tiveram 2.196 imóveis vistoriados e 4.918 depósitos inspecionados. Além desses, os profissionais flagraram 656 imóveis fechados. Segundo o último boletim epidemiológico, Taguatinga e São Sebastião se destacam entre as três regiões administrativas, com 3.197 e 2.425 casos prováveis da dengue, respectivamente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em três dias de ação, além dos imóveis vistoriados, também foram recolhidos inservíveis abandonados nas ruas e realizados manejos ambientais, com colocação de armadilhas em locais específicos para que o mosquito não se desenvolva. A equipe visitou os lugares de Taguatinga que mais concentram casos e, em São Sebastião, agentes visitaram os residenciais do Oeste e do Bosque, o bairro São José e o Morro da Santa Cruz. “Estamos atentos e atuantes no combate à dengue, que é uma doença grave e exige cuidados permanentes dos órgãos públicos. E, principalmente, dos moradores, no dia a dia, garantindo que o mosquito não procrie e nem se alastre levando a doença para outras pessoas da comunidade”, reforça o secretário de Saúde, Francisco Araújo, lembrando que o trabalho do Sanear Dengue é contínuo. Segundo as regiões de saúde, para os coeficientes de incidência dos casos prováveis observa-se que o Distrito Federal continua com alta incidência, com apenas uma região administrativa com média incidência – Sudoeste/Octogonal. Apesar do decréscimo de registros, a capital ainda está com número alto de casos em relação ao mesmo período do ano passado. Observa-se, em 2020, um aumento de 21,4% no número de casos prováveis, registrando-se 41.797 casos prováveis neste ano contra 34.432 em 2019. Sem trégua A recomendação da Vigilância Ambiental é única: não permitir que o mosquito nasça e evitar que objetos acumulem água.  Diretora de Vigilância Ambiental, Jahila de Sousa Anselmo destaca que “o trabalho do Sanear Dengue aumenta nossa capacidade de tempo resposta às necessidades de prevenção e combate ao Aedes aegypti”. “Pois buscamos agir localmente, por meio de força-tarefa, nas cidades que necessitam de intervenção urgente”, observa a dirigente. A área conta com a colaboração e o cuidado da população para manter os locais limpos e sem reservatórios que possam servir de criadouro para o mosquito. Trata-se de um trabalho contínuo e perene, que deve perdurar durante todo o ano, pois os ovos dos mosquitos sobrevivem por até 450 dias na seca. Logo nas primeiras chuvas, milhares de lavas eclodem e dão vida ao mosquito. Para saber mais e tirar dúvidas, a população pode acessar o site aedes.saude.df.gov.br. Próximas cidades que receberão o Sanear Dengue: 16/07 – Recanto das Emas 17/07 – Riacho Fundo I 20/07 – Guará I e II   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Sanitária orienta reabertura de bares e restaurantes

Restaurante da 402 Sul montou um kit rodízio, individual, para evitar manuseio compartilhado de itens de rodízio | Foto: Secretaria de Saúde Como parte do plano de abertura gradual dos serviços, bares, restaurantes e demais locais de alimentação com atendimento direto ao cliente serão reabertos a partir desta quarta-feira (15) no Distrito Federal. A Vigilância Sanitária disponibilizou nota técnica a ser observada pelos estabelecimentos que manipulem, comercializem ou forneçam alimentos, com o objetivo de combater a transmissão do novo coronavírus. As orientações são direcionadas para cuidados com local, funcionários, pedidos e clientes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ao todo são 67 orientações, duas delas em destaque – a não recomendação dos sistemas self-service e rodízio. Ambos têm alto potencial para transmissão da Covid-19, a doença causada pelo novo vírus, devido à emissão de aerossóis por pessoas contaminadas e assintomáticas. Há ainda um difícil controle da higienização adequada de mãos pelos clientes. Nesses sistemas também há manipulação de materiais, por diversas pessoas, tanto para servir quanto na hora de troca de pratos e feitura de marmitas. O manuseio de pegadores, colheres e outros utensílios para servir-se também é risco considerável. Para o gerente de alimentos André Godoy, a nota técnica traz a forma segura do chamado “novo normal” – realidade em que um mínimo de interação social se dá enquanto não há vacina ou tratamento eficazes contra a Covid-19. Infelizmente, segundo o profissional, a população terá que lidar com o vírus até que haja uma solução definitiva para a pandemia. “São recomendações extremamente importantes que permitem a volta do comércio de forma gradativa. Estamos trazendo a forma mais segura, na nova vivência, em situações que ajudam na propagação do vírus. Por isso desaconselhamos o autosserviço e está proibido nos mercados. Mesmo com a luva, cria-se uma sensação de segurança. Mas, ao retirá-la, a pessoa pode contaminar-se. O uso do álcool em gel e lavar as mãos é o seguro”, afirma. Estabelecimentos devem seguir as normas estabelecidas pelos órgãos sanitários | Foto: Secretaria de Saúde No interior dos estabelecimentos, empresários devem dispor mesas com distanciamento mínimo de dois metros entre elas. Com isso, deve-se reduzir o número de mesas e fazer restrição de acesso de clientes de modo a manter o distanciamento social, especialmente em ambientes fechados. Cardápios podem ser adaptados para acesso online pelo celular, com uso de QR Code. Já para os pagamentos, os locais deverão dar preferência ao recebimento das contas nas próprias mesas, bem como utilizar tecnologia de aproximação do cartão. Além disso, deverão limitar o número de pessoas por mesa, de forma a manter o distanciamento social de dois metros entre as pessoas, marcando os lugares que não devem ser utilizados nas mesas a fim de proteger funcionários e clientes. Para não haver espera, devem priorizar acesso aos serviços com hora marcada, evitando aglomerações e, se possível, utilizar ao máximo as áreas externas para atendimento aos clientes. Sugere-se ainda que sejam utilizadas tecnologias de “fila por aplicativo”, evitando-se também o uso de buzzers ou pagers. Toten de álcool em gel são uma das principais exigências para bares e restaurantes | Foto: Secretaria de Saúde Clientes têm que utilizar máscaras durante a permanência no restaurante, exceto durante a refeição. As máscaras devem ser retiradas e recolocadas após a higienização das mãos, com toque restrito às cordas e laterais de ajuste. Como o vírus se propaga por meio de contato físico – as gotículas contendo o vírus alcançam mucosas dos olhos, nariz e boca –, recomenda-se falar pouco e evitar tocar olhos, nariz e boca. Não é recomendável usar o telefone celular durante as refeições nos estabelecimentos. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Flores da solidariedade celebram a vida nos hospitais do DF

Um toque de delicadeza e gesto de conforto em tempos de pandemia. Com um ato simples e motivador, a Novacap prestou uma homenagem singela a todos os profissionais da saúde que estão na linha de frente no combate à Covid-19. São cerca de 2.100 vasos ornamentais que serão distribuídos até o fim do mês nos Hospitais Regionais da Asa Norte (Hran), Santa Maria (HRSM) e Ceilândia (HRC). Na manhã dessa quarta-feira (8), a ação de solidariedade foi no Hran. “A entrega das flores tem um significado ainda maior porque vem para alegrar, é um sinal de esperança e renascimento. Ao mesmo tempo que a morte desanima, a vida sempre renasce, junto com o Sol e as flores”, agradece, emocionado, o médico dermatologista, Pedro Zancanaro, 40 anos. “É o que podemos fazer para demonstrar o carinho que temos por todos os funcionários da saúde do DF num momento tão difícil como esse. É nosso reconhecimento, gratidão e solidariedade por todo o trabalho que está sendo feito”, reconhece o presidente da Novacap, Fernando Leite. Mais de cinco mil atendimentos Desde o início da pandemia, o Hran já atendeu mais de 5 mil casos de pessoas contaminados pela Covid-19, onde profissionais da saúde atuam diretamente com os pacientes todos os dias. São profissionais que arriscam a própria saúde e sacrificam o convívio familiar para cuidar de quem está doente, de salvar vidas, mostrando que cuidar, também é um dos gestos de amor mais nobre. “Nos sentimos agraciados nesse momento de crise, a gente fica mexido com tudo que vem acontecendo, perdas, não só de pacientes, mas de colegas também, está todo mundo abalado”, confessa a técnica de enfermagem, Rosilene Martins. “Significa muito para gente nesse momento tão triste, às vezes somos esquecidos e com gestos como esse nos sentimos lembrados e valorizados”, disse a técnica de enfermagem, Elizabeth Batista de Souza. Nas próximas semanas, médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, além de vigilantes, agentes de limpeza e conservação dos hospitais regionais de Santa Maria e da Ceilândia, serão lembrados pela bravura e dedicação com que têm enfrentado esse momento de crise. Por meio da beleza de mudas de gazânias, torênias, gerânios, érikas, celósias, cravos amarelos e outras espécies, poderão sonhar com um futuro de esperança e fé. “É claro que essas mudas têm uma representação de esperança, principalmente nesse momento que sentimos que a pandemia chegou ao seu pico”, avalia o diretor do Hran, Ulisses Castro.

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Coordenação de obras dará agilidade e integração às ações no DF

Foto: Renato Alves / Agência Brasília Integração e bom andamento no fluxo de obras. Essas são duas metas fundamentais que levaram o Governo do Distrito Federal a criar um grupo envolvendo Secretaria de Obras, Novacap, CEB, Caesb, Terracap e SLU para coordenar as ações na capital. A medida foi publicada na edição desta sexta-feira (3) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Estruturada dentro da Secretaria de Obras, a coordenação do grupo tem como objetivo promover maior integração entre os órgãos, evitar atuações individualizadas, dar maior efetividade a quem é responsável por cada serviço e etapa e acelerar os trabalhos em cada obra. Ou seja, visa à ampliação da comunicação entre os responsáveis pelos reparos. A criação do grupo partiu de uma ideia do governador Ibaneis Rocha, que, durante diversas visitas às cidades do DF, percebeu que a integração e a unidade entre secretarias e órgãos é o melhor caminho. Nos últimos dias, o chefe do Executivo tem percorrido as  regiões administrativas (RAs) para ver de perto as necessidades de reparos e estar mais próximo à população. Composição e atribuições O grupo será composto por um membro de cada um dos órgãos envolvidos, a ser indicado nos próximos dez dias, cabendo ao titular da Novacap a presidência. Representantes de outros órgãos poderão ser convidados para os trabalhos. Não haverá remuneração extra para os membros do grupo. Veja, abaixo, os principais objetivos do grupo recém-criado. Coordenar as atividades relativas às obras a serem executadas no Distrito Federal Promover  maior integração entre os órgãos participantes Dar efetividade à incumbência definida na realização das obras Evitar a atuação individual de cada órgão em descompasso com a dos demais responsáveis pelas obras Diminuir o tempo de execução das obras a partir de um fluxo coordenado dos órgãos responsáveis pela execução de cada trabalho.

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Mais de 1,1 mil feirantes do DF já foram testados para Covid-19

Os feirantes e produtores rurais do Distrito Federal continuam sendo orientados e testados para Covid-19. A ação da Secretaria de Saúde leva as equipes de Saúde da Família para as feiras onde avaliam, em cada box, cada um desses trabalhadores. O objetivo é identificar em quais desses profissionais, que têm contato direto com uma parcela da população, o vírus está presente e diagnosticar a doença na fase inicial. Aqueles com sintomas gripais poderão fazer o teste na UBS mais próxima da feira, caso seja necessário. Desta forma, sendo constatado o vírus, o tratamento pode ser iniciado de forma precoce evitando que algum trabalhador transmita a doença para os clientes. A testagem não ocorre na própria feira para evitar aglomeração. Até o momento, 1.151 feirantes já foram testados e 68 diagnosticados com Covid-19. Nesta quinta-feira, as equipes estiveram na Feira Permanente da QNL/QNJ e no Shopping Popular, em Taguatinga. No primeiro local, dos 55 feirantes triados cinco apresentaram sintomas de síndromes gripais. Quatro foram encaminhados para fazer o teste na UBS e nenhum testou positivo para o coronavírus. No shopping, 190 trabalhadores foram avaliados, 80 referenciados para fazer o teste e, em apenas três exames, o vírus foi detectado. Ação A ação começou de forma piloto em 18 de junho, na Feira Permanente do Cruzeiro. Foram avaliados 11 trabalhadores com sintomas da Covid-19. Eles foram encaminhados para a UBS e, em nenhum exame, o resultado foi positivo. A feira do Gama foi a que mais teve trabalhadores levados para fazer o teste rápido, com 220 encaminhamentos e nove resultados positivos. Na Feira Permanente da QN 202 de Samambaia, 213 feirantes foram testados e nove foram diagnosticados. Os outros locais que receberam a ação foram: – Feira do Produtor de Vicente Pires: 175 testes – 4 positivos; – Feira Permanente QN 210 de Samambaia Norte: 87 – 5 positivos; – Feira Modelo da Quadra 510 de Samambaia: 138 – 10; – Feira do Produtor da Ceilândia: 151 – 22; – Feira Permanente do Paranoá – 14 – 0; – Feira Permanente de São Sebastião – 100 – 6; Na Feira dos Importados e na Feira Permanente do Núcleo Bandeirante, assim como na Feira de Sobradinho e na Feira da Torre, após a triagem dos profissionais da Secretaria de Saúde, nenhum feirante precisou ser testado. Rodoviários Em dois dias, 207 rodoviários fizeram o teste rápido. Em 45 exames o resultado foi positivo. Nesta ação, as empresas de transporte coletivo foram comunicadas sobre a testagem e selecionaram os rodoviários para fazer o teste rápido. Outra categoria que também faz parte do transporte público do Distrito Federal, e que participou da ação, é a dos metroviários. Nos dias 29 e 30 de junho, 250 profissionais do Metrô-DF, que trabalham nas áreas de operação, manutenção, pilotos, centro de controle, segurança e estações fizeram o teste. A escolha dos profissionais levou em consideração critérios como: sintomas e ter tido contato com alguém infectado pelo novo coronavírus. Dos 250 metroviários testados, somente cinco foram positivos e afastados imediatamente. *Com informações Secretaria de Saúde * Atualizado às 21h08

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Convênio garante 1,6 milhão de máscaras à comunidade escolar

Representantes do BRB, Fibra e secretarias do GDF participaram da assinatura do convênio. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A secretaria de Educação do Distrito Federal deu mais um importante passo para o retorno seguro das aulas após a suspensão devido à pandemia do novo coronavírus. Serão entregues gratuitamente 1,6 milhão de máscaras a várias escolas. A iniciativa que vai beneficiar alunos, professores e servidores se dará graças a um pool que inclui o Banco de Brasília (BRB), a Federação das Indústrias do DF (Fibra) e a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus). A maior parcela da produção de máscaras sairá de um convênio entre o BRB e a Fibra. Um aditivo assinado na tarde desta terça-feira (30) ao acordo feito em abril entre as duas partes garantiu a confecção de mais 1 milhão de peças. A Fibra utilizará a mão de obras de costureiras conveniadas com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), Serviço Social da Indústria (Sesi) e Sindicato Textuário do DF. “Essa nova ação ocorreu após uma conversa com o govenador Ibaneis Rocha, que está bastante preocupado com a questão da pandemia”, revelou o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar. Segundo ele, o convênio firmado em abril garantiu a confecção de 1 milhão de máscaras. Na ocasião, as peças tinham como destino a população e foram confeccionadas por empresas do setor do vestuário. Além dessa grande remessa de máscaras, o BRB, em parceria com a Secretaria de Justiça também fará a doação de outras 600 mil peças que fazem parte agora do vestiário do brasiliense em tempos de Covid-19. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Presente na solenidade de assinatura do aditivo ao convênio entre o BRB e a Fibra na sede do banco no Setor Bancário Sul, o secretário de Educação, Leandro Cruz, disse que a entrega de 1,6 milhão de máscaras será um apoio significativo, pois cobrirá 80% do total necessitado, que é de 2 milhões. “Embora não seja suficiente para a toda a nossa comunidade estudantil, é um apoio muito significativo. Mais uma vez o BRB demonstra sua responsabilidade com o Distrito Federal. Essa medida é fundamental para que a gente possa viabilizar a volta às aulas”, ressaltou Cruz. Segundo o secretário, a volta às aulas ainda será anunciada pelo governador. No entanto, ele garante que a Secretaria de Educação tomou os devidos cuidados para garantir aos alunos, professores e servidores dos colégios a segurança recomendada em protocolo pela Organização Mundial de Saúde (OMS), com a disponibilidade de álcool gel, higienização das unidades escolares e, claro, máscaras. Programa Todos contra a Covid-19 O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ressaltou que a produção de máscaras com a Fibra foi construída dentro do Programa Todos contra a Covid-19 com atuação intensa do banco e do Instituto BRB. “É uma quantidade importante e que vai dar segurança para a retomada das aulas. A produção será financiada em parte pelo BRB e pelas doações que recebemos na Campanha Supera DF e no Programa Todos contra a Covid-19”, destacou. Além de promover a segurança da comunidade estudantil brasiliense, o convênio entre BRB e Fibra também fomentará a atividade de microempreendedores do setor têxtil. “Esse convênio tem um valor social muito grande porque favorece a renda de aproximadamente 1,5 mil microempreendedores que estavam sem renda e hoje ganham o sustento produzindo máscara”, emendou Jamal Jorge Bittar. 

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Familiares enviam cartas de apoio aos pacientes do HRG

Diante da nova realidade imposta pela pandemia de Covid-19 e, na era digital, um meio de comunicação antigo entrou em cena no bloco respiratório do Hospital Regional do Gama. As cartas, em papel, foram resgatadas e ganharam um valor inestimável para os pacientes internados com a doença causada pelo novo coronavírus. O projeto “cartas para uma pessoa única” leva mensagens de apoio e carinho para aqueles que estão isolados. A iniciativa partiu da gerência de enfermagem do HRG e tem o intuito de humanizar a atenção dada aos pacientes que estão distantes do convívio familiar enquanto cumprem a quarentena no hospital. Uma caixa foi deixada para que os parentes e amigos possam colocar as cartas que serão lidas por uma enfermeira para os internados. Após a leitura, os papéis são descartadas para evitar a contaminação. Michelle Almeida, supervisora de enfermagem, relata a emoção dos pacientes ao receber o afago. Comovidos, eles agradecem a equipe e a oportunidade de poderem estar próximos de alguma maneira da família. “O momento de incerteza e dúvida sobre a doença é muito grande. Para isso, não existe idade. A fragilidade e situação de impotência são vividas tanto pelo paciente quanto pelo familiar. Decidimos fazer isso como forma de humanizar esse atendimento e encurtar essa distância. Isso tem trazido um pouco de conforto para eles. Como o próprio cartaz que fizemos de forma manual, intencionalmente, a fala primordial é que o paciente é único para quem o ama e insubstituível para quem o tem. Ele não é mais um, ele é único”, explica. Para participar do projeto, a família é convidada na ocasião em que o paciente dá entrada na internação. * Com informações Saúde

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Servidores receberão R$ 6,4 milhões em pecúnia nesta segunda-feira (29)

A Secretaria de Saúde pagará, na noite desta segunda-feira (29), o valor devido de R$ 6.439.884,01 para 2.173 servidores. Serão beneficiados 2.148 aposentados, 17 exonerados e oito pensionistas. A quantia é referente à pecúnia por indenização de licença-prêmio. Esse é o sexto montante desse tipo pago neste ano, cumprindo o determinado pelo Decreto 40.208/2019. A norma estabeleceu que a indenização de licença-prêmio seja paga, todo mês, pelo órgão ou entidade do servidor, em até 36 parcelas mensais e sucessivas. Entre janeiro e maio deste ano foram beneficiados 7.464 servidores da Secretaria de Saúde aposentados, pensionistas e exonerados. Eles receberam o valor total de mais de R$ 21,9 milhões. Compromisso “Mais uma vez a Secretaria de Saúde cumpre com seus deveres em relação ao pagamento das pecúnias aos que dedicaram anos das suas vidas à pasta. Sempre seguindo o determinado pelo governador Ibaneis Rocha, de garantir o direito dos servidores”, afirmou o secretário de Saúde, Francisco Araújo. Na avaliação da subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Saúde, Silene Almeida, os pagamentos em dia mostram o compromisso da atual gestão de valorizar os servidores da pasta. “Garantir essas pecúnias é a prova do respeito que temos aos servidores que passaram anos trabalhando e se dedicando à população”, ressaltou. Histórico O atual governo recebeu um passivo de quase R$ 150 milhões em pecúnias acumuladas dos anos de 2016 a 2018, inviabilizando o pagamento dentro do prazo previsto na Lei n° 840/2011. Acrescidas as aposentadorias de 2019, o montante para pagar seria de mais de R$ 200 milhões. No entanto, o governador Ibaneis Rocha determinou em outubro do ano passado o pagamento e o parcelamento com a correção, maneira encontrada para garantir os direitos dos servidores. Decreto O Decreto nº 40.208/2019 estabeleceu que a indenização de licença-prêmio devida a esses servidores será paga todo mês pelo órgão ou entidade responsável. De acordo com o artigo n° 17 do decreto, a partir da segunda cota recebida pelo servidor haverá atualização dos valores, incidindo a correção pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC). O valor mínimo de cada parcela é de R$ 2 mil. Na época o decreto não estabeleceu qual seria o índice a ser aplicado na atualização das parcelas. A Secretaria de Economia informou que o INPC seria escolhido por ser rotineiramente utilizado pelo governo como parâmetro para reajuste de salários em negociações trabalhistas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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UTI do HRSam passa a atender pacientes de Covid-19

O espaço possui dez leitos com suporte respiratório e foi totalmente sanitizado, com mais de 100 profissionais da equipe multiprofissional treinados para receber os novos pacientes. Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde A partir desta quinta-feira (25), uma das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) atenderá somente casos de Covid-19. O espaço possui dez leitos com suporte respiratório e foi totalmente sanitizado, com mais de 100 profissionais da equipe multiprofissional treinados para receber os novos pacientes. De acordo com o chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSam, Danilo Saigg, a UTI escolhida fica justamente no térreo do hospital, para evitar o uso de elevadores e reduzir a possibilidade de contágio entre os usuários e profissionais de saúde. “Terminamos nessa quarta-feira (24) a transferência dos pacientes que ficavam na unidade para a segunda UTI, no andar superior, enquanto dois precisaram ser encaminhados para outros hospitais. O espaço foi higienizado e nossos profissionais de saúde estão preparados para receber os pacientes com Covid-19”, informou Danilo Saigg. O gestor destacou que o hospital tem se organizado bem antes de receber a determinação da Secretaria de Saúde para atender pacientes com coronavírus na UTI. A preparação incluiu desde simulações de atendimentos de casos suspeitos até treinamentos de paramentação e desparamentação dos equipamentos de proteção individual (EPIs). “Quando chegasse essa hora queríamos que a equipe estivesse tranquila e preparada. Temos EPIs suficientes para os profissionais e nossa UTI conta com 60 horas disponíveis de atendimento odontológico, para dar todo o suporte aos pacientes com Covid-19 e evitar complicações”, afirmou. Segundo o diretor do HRSam, Luciano Gomes, há um processo constante de treinamento no hospital desde quando foi informado que o coronavírus chegava ao DF. “A equipe está preparada e consciente do que precisa ser feito para ajudar a população. E com a cobertura desses mais dez leitos, a rede pública tem mostrado que está cada vez mais equipada para dar todo o suporte necessário às pessoas”, ressaltou Luciano Gomes. Leitos Somando o HRSam, o Distrito Federal conta agora com o total de 453 leitos para pacientes da Covid-19. Desses, 316 estão em hospitais públicos, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Núcleo Bandeirante e no hospital de campanha no estádio Mané Garrincha. Os outros 125 leitos foram abertos por meio de contratos com hospitais privados, enquanto os 12 restantes ficam no Hospital Universitário de Brasília (HUB), usados graças a um convênio firmado com a Secretaria de Saúde. Síndrome gripal Além da UTI voltada aos pacientes com coronavírus, o hospital também ganhou recentemente uma área exclusiva de atendimento para pacientes com síndrome gripal e suspeita de Covid-19, no pronto-socorro. O local foi reformado e possui três leitos com ponto de oxigênio, vácuo, ar comprimido e ventilador mecânico e oferece isolamento para aqueles que necessitam de internação até ser possível o encaminhamento para uma unidade de referência, como o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) ou o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A medida obedece às necessidades de atendimento emergencial em tempos de coronavírus. Além disso, a sala de medicação também foi reformada e a equipe conseguiu criar uma sala de evolução do paciente. Outra iniciativa no hospital foi a criação de um canal de telemedicina para que os servidores efetivos e terceirizados, com sintomas gripais ou da Covid-19, sejam atendidos. A medida reduz o trânsito de funcionários possivelmente infectados pelas dependências da unidade e diminui o índice de transmissão do vírus para outros profissionais e pacientes que aguardam atendimentos, exames, cirurgias e acompanhantes. *Com informações da Secretaria de Saúde

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DER implanta sistema de canalização em área rural de Planaltina

O trecho da rodovia é ligado à DF-310 pela VC- 173, na comunidade Rio Preto. A obra vai substituir a ponte de 7m de comprimento por 4,5m de largura que existia sobre o riacho. Foto: Divulgação/DER-DF O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) está trabalhando em mais uma ponte de uma região rural do DF. O novo trabalho consiste na implantação do sistema de canalização do Córrego Barbatimão, localizado na DF–320, em Planaltina. Este trecho da rodovia é ligado à DF-310 pela VC- 173, na comunidade Rio Preto. A obra vai substituir a ponte de 7m de comprimento por 4,5m de largura que existia sobre o riacho. Com 10% da obra já executada, foi iniciada a fase de fundação do terreno que receberá 12 galerias de concreto armado de 2m de largura por 2m de comprimento por onde a água do córrego vai escoar. Nesta etapa também serão abertas as valas onde serão inseridas as galerias. Após o término da obra a vala será aterrada para a reposição da superfície do terreno por onde os veículos vão trafegar. Início da obra O serviço realizado por obra direta do DER a pedido da comunidade teve como ponto de partida a criação de um desvio para as águas do regato, seguida da interrupção do tráfego no trecho. Na sequência, a estrutura de metal e o assoalho de madeira da passagem foram desmontados pelos oito operários que executam a obra. “Nós realizamos um estudo técnico e concluímos que, ao invés de simplesmente substituirmos a ponte que existia por outra, será melhor para o tráfego e segurança da população implantarmos esse sistema de canalização, em que as galerias de concreto armado são colocadas por baixo da terra”, explicou o engenheiro responsável pela obra, Kênio Avelar. A previsão é que a obra seja executada em 60 dias e vai beneficiar aproximadamente mil moradores da área rural, onde estão localizadas 20 fazendas da Cooperativa Agrícola Rio Preto Ltda. (Coarp), que fica às margens da DF- 320. O produtor João Batista Soares agradeceu o órgão pelas melhorias que tem realizado na área rural da cidade. “Temos acompanhado as várias obras que o DER tem feito para o benefício de todos nós que moramos nesta região agrícola. As melhorias ajudam muito na distribuição dos produtos que produzimos aqui e que vão para vários lugares do Distrito Federal”, ressaltou. Melhorias nas pontes da região Esta é a terceira passagem do setor rural de Planaltina que passa por obras realizadas pelo departamento este ano. Em 19 de maio, o DER inaugurou uma passagem de 17m de comprimento por 5,5m de largura na região do Ribeirão Extrema, na VC-173, que liga a DF-320 à DF-310. A obra foi realizada em parceria com a Secretaria de Agricultura (Seagri-DF). A restauração da ponte precisou ser executada depois que um caminhão quebrou o piso de madeira. A estrutura foi reforçada e passou a ser totalmente metálica para garantir a segurança viária dos cerca de mil moradores do setor e para assegurar a passagem de caminhões carregados de feijão, milho e soja dos produtores da região. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Três dias depois, cerca de três mil moradores do Núcleo Rural Rajadinha puderam usufruir da passagem sobre o Córrego Pipiripau. A obra foi resultado de uma ação preventiva logo após uma vistoria de rotina, que constatou o risco de desmoronamento da ponte. O trabalho no local contou com o alargamento da ponte em 3m para totalizar 6,5m, a canalização da água com manilhas e a construção de novas galerias, com o intuito de garantir a segurança no deslocamento de população que conta com mais de 300 alunos que estudam na Escola Classe Rajadinha. Os trabalhos foram realizados por técnicos da autarquia em parceria com diversos órgãos, como a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Secretaria de Agricultura e Administração Regional de Planaltina. *Com informações do DER-DF

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Governador faz blitz em quatro cidades nesta quarta-feira (24)

Além da vistoria em obras, ideia da visita é levantar problemas e necessidades das regiões administrativas | Foto: Renato Alves / Agência Brasília O governador Ibaneis Rocha voltou às ruas do Distrito Federal nesta quarta-feira (24) para visitar cidades e ficar ainda mais perto da população. Depois de visitar São Sebastião e Paranoá na terça (23), desta vez ele passou por Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Recanto das Emas e Santa Maria a fim de fiscalizar obras e levantar problemas e necessidades desses locais. [Olho texto=”“Em tempos de Covid-19 trabalhamos juntos para a comunidade crescer unida”” assinatura=”Ibaneis Rocha, governador do DF” esquerda_direita_centro=”direita”] O passeio teve início no Riacho Fundo. Na região administrativa, o chefe do Executivo percorreu quadras da cidade e se dirigiu ao Centro de Saúde nº 3. Lá, conversou com profissionais de saúde e ouviu sobre demandas. Ele prometeu estender o contrato dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de vigilância ambiental após um pedido de duas funcionárias. Na cidade, também sinalizou a ampliação da Unidade Básica de Saúde (UBS) da cidade, que é de pequeno porte. “Estamos aqui olhando os equipamentos públicos e verificando as necessidades juntos dos secretários para trabalharmos juntos”, destacou o chefe do Executivo, acompanhado dos titulares da Saúde, Francisco Araújo; da Economia, André Clemente; e de Esporte e Lazer, Celina Leão. No Riacho Fundo II, equipe do GDF visitou posto de Saúde da Família abandonado | Foto: Renato Alves / Agência Brasília No Riacho Fundo II, um olhar aguçado para a saúde. Ibaneis visitou as obras da Unidade Básica de Saúde (UBS) e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ambas com previsão de entrega em 2021. Ele também ouviu dos moradores a necessidade de uma agência bancária na cidade. O pedido foi prontamente aceito e uma agência do Banco de Brasília (BRB) será viabilizada na região administrativa. Enquanto conversava com moradores, o chefe do Executivo distribuiu máscaras. “Em tempos de Covid-19 trabalhamos juntos para a comunidade crescer unida”, disse o governador. Ainda no Riacho Fundo II, Ibaneis verificou as condições do posto de Saúde da Família, que está abandonado. Localizado na QN 8D, o espaço será demolido e reconstruído do zero. Palavra de ordem no governo é retomar obras interrompidas em outras gestões e reaproveitar material inutilizado em depósitos | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília No Recanto das Emas e em Santa Maria, o chefe do Executivo guiou o carro por quadras para ver as condições e limpeza das ruas. Ibaneis também passou por equipamentos públicos para verificar as condições de uso. Na terça-feira (23), Ibaneis esteve em São Sebastião e no Paranoá vistoriando obras. Nesta visita, ele verificou a necessidade de reparos em pistas, meios-fios, podas e outras necessidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No Paranoá Parque, viu de perto o andamento das obras da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e da Unidade Básica de Saúde (UBS), que vão reforçar o atendimento à população da chamada Região Leste de Saúde. Em frente à obra da UBS, ao lado do administrador do Paranoá, Sérgio Damasceno, o governador anunciou a assinatura de decreto que regulariza moradias na cidade. Esta medida vai beneficiar 65 mil famílias. O chefe do Executivo tem feito essas visitas-surpresa em várias cidades do DF. Há pouco mais de um mês, por exemplo, ele esteve em Ceilândia e Brazlândia para conferir o andamento das obras das UPAs destas regiões administrativas.

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Testes em drive-thru e nas feiras chegam a quase 3 mil

A testagem para identificar a infecção pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) na população segue firme no Distrito Federal. Na terça-feira (23), foram registrados 2.983 testes rápidos, que confirmaram a presença do vírus em 834 pessoas. Os exames, por meio da Secretaria de Saúde (SES), foram aplicados nos postos fixos por drive-thru em dez regiões administrativas e nas feiras. Feirantes e produtores rurais do DF estão sendo testados para a Covid-19 desde a última segunda-feira (22). As equipes de Saúde da Família fazem uma triagem com os trabalhadores de cada box das feiras. Durante a avaliação, se houver suspeita da doença, a pessoa é encaminhada para fazer o teste em uma unidade básica de saúde (UBS). Por meio dessa modalidade de exames, 266 pessoas já foram encaminhadas. Na terça-feira (23), as feiras de Sobradinho e Ceilândia receberam as equipes da SES. Após a triagem, 53 pessoas de Ceilândia fizeram o teste na UBS, e o resultado foi positivo em 13 exames. Em Sobradinho, como nenhum feirante apresentou sintomas, não houve necessidade de teste. Ao todo, foram 19 detecções até o momento. Drive-thru Pelo sistema de drive-thru, 2.930 testes foram aplicados, com 821 resultados positivos para o coronavírus. Novamente, o posto do Paranoá, que atende toda a Região de Saúde Leste (Paranoá, Itapoã, São Sebastião, Jardim Botânico, Jardins Mangueiral e Lago Sul), foi o que mais teve registro da Covid-19. Dos 315 testes feitos no local, 188 detectaram a doença. Em São Sebastião, que abrange a mesma região de saúde do Paranoá, 297 testes registraram 90 confirmações. Os testes, informa a SES, são seguros, aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e apresentam sensibilidade superior a 86% e especificidade superior a 95%. Também possuem avaliação técnica satisfatória pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). O teste rápido é indicado para pessoas sintomáticas e deve ser feito a partir do sétimo dia do surgimento sintomas da Covid-19. A partir desse período é que a detecção do vírus ocorre com mais precisão. Para fazer o exame, o cidadão pode fazer o agendamento pela internet. Unidades básicas Cidadãos que não residem nas regiões atendidas pelo sistema de drive-thru podem procurar uma das 172 unidades básicas de saúde (UBSs), que estão abertas e oferecem atendimento para casos suspeitos da Covid-19. Lá, as pessoas serão atendidas, avaliadas e possivelmente farão um exame. A SES intensificou a testagem em pessoas sintomáticas para detectar a Covid-19 na Atenção Primária, porta de entrada para atendimento na rede pública. O serviço conta agora com 98 UBSs que oferecem os testes rápidos e o swab nasal, de acordo com o perfil de cada paciente. Essas unidades estão distribuídas nas sete regiões de Saúde do Distrito Federal. Os exames de pacientes que apresentarem sintomas são coletados nas próprias unidades. Além disso, a estratégia fast track (duplo fluxo) permite que os pacientes com quadros respiratórios entrem em fluxos separados na unidade. A população do DF também conta com o TeleCovid, pelos telefones 190 (Polícia Militar), 193 (Bombeiros) e 199 (Defesa Civil). * Com informações da SES

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HRSam faz atendimento por telemedicina para servidores com sintomas gripais

O Hospital Regional de Samambaia (HRSam) criou um canal de telemedicina para que os servidores efetivos e terceirizados, com sintomas gripais ou da Covid-19, sejam atendidos. A medida reduz o trânsito de funcionários possivelmente infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) nas dependências da unidade, reduzindo o índice de transmissão do vírus para outros profissionais e pacientes que aguardam atendimentos, exames, cirurgias e acompanhantes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, uma tenda foi instalada no estacionamento interno da unidade para que os servidores sejam testados. Durante o acolhimento, se o servidor apresentar sintomas agravados, ele será encaminhado imediatamente para atendimento médico no pronto-socorro. O serviço funciona desde 8 de junho e, até o momento, já atendeu 35 profissionais e testou 11. Todos os testes foram positivos para o coronavírus. Havendo este resultado, o trabalhador é afastado por 14 dias para cumprir a quarentena. Se não, volta imediatamente ao trabalho. Os testes na tenda ocorrem nas segundas, quartas e sextas. Com mais essa opção, o fluxo de atendimentos no pronto-socorro (PS) é reduzido, uma vez que o PS passou a ser exclusivo para o público externo, o que torna o atendimento mais célere. O secretário de Saúde, Francisco Araújo, comemora a implantação de mais essa ferramenta de combate ao coronavírus, beneficiando os servidores da saúde que estão na linha de frente do combate à pandemia. “Estamos regularmente ampliando e melhorando o atendimento dos servidores da rede pública, o que também beneficia a população de um modo geral, que passa a ser atendida num ambiente mais seguro quando procura as unidades de saúde”, declarou Araújo. Gestão do hospital de Samambaia prioriza segurança de pacientes e profissionais de saúde | Foto: Secretaria de Saúde O chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSam, Danilo Saigg, lembra que o servidor com sintomas da Covid será acolhido e, apresentando sintomas leves, deverá ir para casa e aguardar atendimento por videochamada. “Temos um médico exclusivo para fazer esse atendimento e avaliar o profissional. Durante a avaliação, se o médico considera necessário fazer o teste, o servidor é encaminhado para a tenda e fará o exame, seja o teste rápido, ou com coleta de swab nasal”, explica. Medidas similares O Hospital Regional de Ceilândia também adotou um novo fluxo para otimizar o atendimento na Emergência e reduzir o tempo de espera. Lá, os servidores que estão com suspeita de infecção pelo coronavírus, e com sintomas leves, recebem atendimento em um ambulatório exclusivo. Desta forma, o pronto-socorro atenderá somente a população com suspeita da Covid-19 e servidores com sintomas graves. Já no Hospital Regional de Sobradinho a alteração foi nos locais de funcionamento das emergências adulta e pediátrica. Os atendimentos para os dois públicos ocorriam no mesmo espaço. Agora, clínica médica e pediatria funcionam em locais diferentes, de modo a proteger crianças que precisam de atendimento emergencial.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Campanha contra a gripe já alcançou 92,4% do público-alvo

No total, 867.555 doses já foram aplicadas pelas redes pública e privada | Foto: Secretaria de Saúde A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe já entrou na fase final. Até o momento, as redes públicas e privadas já aplicaram 867.555 doses da vacina contra o vírus influenza. Nas unidades públicas, o número de vacinas aplicadas é de 849.080 doses. A campanha de vacinação está em sua 23ª semana e conta com 128 salas de vacinas distribuídas por todas as regiões do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A meta estipulada pelo Ministério da Saúde para cobertura vacinal é de 90% da população-alvo, índice que foi atingido pelo Distrito Federal na última sexta-feira (19), chegando a 92,4%. Apesar desse avanço, a campanha ainda não atingiu a meta de imunização para os grupos prioritários de crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas (mulheres com até 45 dias depois do parto). A Secretaria de Saúde continua convocando as pessoas desses grupos para que procurem uma sala de vacinação mais próxima. Até o último levantamento, crianças de 6 meses a menores de 2 anos tinham 63,6% de cobertura vacinal; crianças de 2 anos a menores de 5 anos tinham 44%; crianças de 5 anos, 54,6%; gestantes, 52,9%; e puérperas, 60,8%. Todos esses grupos estão com coberturas vacinais abaixo da meta. O secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo, alerta a população do Distrito Federal para a importância da vacinação contra o vírus influenza. “Estamos no período mais propício para a propagação de doenças respiratórias. E a prevenção, por meio da vacina, é o melhor e mais seguro caminho para contermos a propagação de vírus e evitar doenças graves”, enfatizou. Terceira fase A vacina previne três tipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e B. A campanha começou no dia 23 de março. No dia 4 de maio teve início a terceira fase, tendo em vista a disponibilidade de doses para vacinação do grupo que envolve crianças, gestantes e puérperas. Ainda em maio, pessoas com deficiência, professores da rede pública e privada e pessoas de 55 a 59 anos de idade foram incluídos na imunização. Para aumentar a cobertura vacinal nesses grupos, a Secretaria de Saúde sugeriu às unidades de saúde e aos hospitais da rede algumas medidas de mobilização junto às suas respectivas comunidades. Maternidades públicas também estão aproveitando para vacinar gestantes e puérperas, mas o trabalho ainda não terminou. “Estamos há uma semana para o encerramento previsto da campanha de vacinação contra a Influenza e, embora o Distrito Federal tenha superado a meta de 90% de cobertura vacinal, considerando todos os grupos, esse alcance da cobertura não ocorreu de forma homogênea, sendo que os grupos prioritários das crianças, das gestantes e das puérperas ainda não atingiu a meta preconizada. Ressaltamos a importância de que esses grupos estejam devidamente vacinados, com a finalidade de evitar as complicações, internações e óbitos em decorrência da influenza”, explica a enfermeira da Área Técnica de Imunização, Fernanda Ledes. “Pedimos aos pais e responsáveis das crianças menores de 6 anos que levem seus filhos às unidades básicas [de saúde] para receberem não só a vacina contra influenza, mas também para atualização da situação vacinal conforme necessário. Da mesma forma recomendamos que as gestantes e as puérperas que ainda não foram vacinadas procurem a UBS e recebam as vacinas preconizadas”, complementou a enfermeira. Contraindicações A vacina é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática em doses prévias da vacina. Contudo, na maioria dos casos as vacinas contra influenza têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas. Pacientes que tenham alergia comprovada grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados podem receber a vacina, contanto que ela seja administrada em ambiente hospitalar. Para pessoas acamadas e com mais de 60 anos é possível fazer um agendamento para que a imunização seja providenciada em domicílio. A solicitação pode ser feita pelo telefone 160 ou na unidade básica de saúde (UBS) de referência do domicílio da pessoa acamada. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Mutirão limpa e higieniza Setor Comercial Sul

Vários órgãos do GDF participaram da ação, como o SLU. Foto: Divulgação Pela segunda vez neste mês, o Setor Comercial Sul (SCS) recebeu várias ações do Governo do Distrito Federal (GDF). O programa Sanear-DF higienizou e sanitizou os corredores e plataformas do local para reforçar o combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus. Para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya – o Aedes aegypti – o carro fumacê também percorreu ruas e praças.  Gerente de uma ótica da região, Antônio Leocy, 25 anos, comentou que o local estava precisando desses serviços. “Principalmente por causa do coronavírus e da dengue”, reforça. “Desde que foram retomadas as atividades do comércio aqui, o GDF higieniza e sanitiza duas ou três vezes por semana”, lembra.   Em parceria com o programa GDF Presente, a operação trabalhou na manutenção e reconstrução de oito bocas de lobos e, ainda, reformou calçadas em frente ao posto policial. Com o apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), foram retirados oito caminhões de lixo e entulho. Ao mesmo tempo, os garis varreram e lavaram os becos do subsolo e calçadas, além de pintar os meios-fios.  Laís Moura, 29 anos, gerente há uma ano de uma loja de joias, aprovou a operação do governo local. “Por ser uma área central e ter muita gente circulando, precisávamos desse tipo de ação”, ressalta. Dessa forma, nos sentimos mais protegidos contra o coronavírus e a dengue”, garante.  A chefe da Unidade de Projetos da Secretaria de Governo (Segov), Beth Guilherme, explica que o objetivo foi desinfectar uma região que tem muitos comércios e grande circulação de pessoas. “O movimento no Setor Comercial Sul é grande. A meta é garantir que as lojas funcionem com segurança”, destaca.  População vulnerável  Equipes da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) abordou pessoas em situação de rua para orientar sobre os serviços oferecidos pela pasta, principalmente neste período de frio, além de distribuir duas mil máscaras. A ação contou com a ajuda da Administração Regional do Plano Piloto, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Cerca de 60 pessoas participaram da operação.  Em abril deste ano, as ruas do Setor Comercial Sul receberam uma limpeza reforçada, em parceria da Defesa Civil e do SLU. O objetivo foi diminuir o risco de contaminação por Covid-19 da população em situação de rua. Segundo a Sedes, mais de 300 pessoas vivem em situação vulnerável na área central do Plano Piloto. 

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Saúde abre inscrições para Processo Seletivo Emergencial

Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (18), o edital para o Processo Seletivo Simplificado Emergencial da Secretaria de Saúde. O objetivo é a formação de um banco de cadastro de profissionais de nível superior e técnico para atuação na prevenção, combate, mitigação, e enfrentamento da Covid-19, assim como a triagem e atendimento direto ou indireto aos pacientes confirmados ou suspeitos de Covid-19, mediante contratação temporária pelo período inicial de seis meses. A convocação dos candidatos aprovados ocorrerá de acordo com a situação de emergência e a necessidade da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. O local de exercício das atividades inerentes aos cargos, pelos candidatos contratados, também será definido conforme a necessidade da Secretaria, podendo, excepcionalmente, ocorrer a movimentação dos contratados de acordo com a situação de emergência. Inscrições As inscrições deverão ser feitas via internet na página do Instituto AOCP a partir das 8h desta sexta até às 23h59 do dia 21 de junho, mediante o preenchimento do Formulário Eletrônico de Inscrição, anexação de Currículo, Diploma e documentação original comprobatória dos Títulos e Experiência Profissional a serem pontuados (cópias frente e verso). Não será cobrada taxa de inscrição para participação no processo. Os critérios de avaliação e aprovação do Processo Seletivo Simplificado Emergencial acontecerá mediante Avaliação de Títulos, Experiência Profissional e Curso de Aperfeiçoamento, caso haja. Dúvidas ou informações sobre o processo seletivo, o candidato poderá entrar em contato com a Gerência de Planejamento, Seleção e Provimento (GESP), através dos telefones (61) 2017 1145 ramal 1035 ou (61) 99159-8358, e pelo e-mail: gesp.sesdf@gmail.com. Cronograma Período de Inscrições 19/06 à 21/06/2020 Divulgação do Resultado Preliminar 25/06/2020 Prazo para Recurso 26/06 à 28/06/2020 Divulgação do Resultado Final/homologação 06/07/2020Carreiras Médico – Clínica médica – 20h semanais Médico – Psiquiatria – 20h Enfermeiro generalista – 20h Psicólogo – 20h Técnico em enfermagem – 20h * Com informações da Secretaria de Saúde

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Pontos de encontro interditados são utilizados indevidamente

Plano Piloto tem 69 pontos de encontro comunitários | Foto: Emanuelle Sena / AR Plano Piloto A Administração Regional do Plano Piloto tem mantido a força-tarefa iniciada no último dia 9 e retomada na segunda-feira (15) para interditar pontos de encontro comunitários (PECs). Mas, infelizmente, a equipe já presenciou locais com os lacres retirados. O serviço é executado para proteger a população da transmissão da Covid-19, em resposta ao Decreto nº 40.853, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Tiraram os lacres que a gente colocou. Isso não é bom, porque atrapalha o andamento dos trabalhos”, relata o gerente de Obras da administração regional, Sebastião Pinheiro. Ele conta que foram lacrados PECs na segunda e na terça-feira, mas a equipe precisou refazer o trabalho. “Estamos trabalhando pelo bem da população e pela saúde de todos”, ressalta. Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, “é lamentável que existam pessoas ignorando medidas importantes para saúde coletiva”. “Em tempos de pandemia, precisamos do cuidado com o próximo, com a coletividade e com a coisa pública”, destaca. Vice-prefeita da 113 Sul, Rosemary Lacerda informa que no bloco onde ela mora duas pessoas já faleceram vítimas da Covid-19. Ela acrescenta que, no mesmo dia em que a administração fez o serviço de interdição, um rapaz retirou todos os lacres dos PECs para utilizar os equipamentos. “É triste de ver porque, na nossa quadra, a gente tem moradores que são centenários. Acho que é uma falta de consciência cidadã das pessoas de fazer esse tipo de coisa”, lamenta. Servidores têm que refazer todo o trabalho de vedação depois da ação de violadores da lei | Foto: Emanuelle Sena / AR Plano Piloto “Desrespeito grave” A Região Administrativa I possui 69 pontos de encontro comunitários, 39 kits de academia, 113 quadras de esporte e mais de 250 parquinhos. “É com tristeza e preocupação que escuto o relato de nossa equipe externa de que muitos desses espaços – que já tinham sido alvo de interdição, com lacre e emissão de documento oficial dando publicidade ao mérito da medida e suas implicações penais – estão sendo indevidamente utilizados pela população”, diz a assessora de Planejamento da Administração do Plano Piloto, Jeanine Woycicki, que coordena as equipes de interdição. Para o presidente do Conselho Comunitário da Asa Sul (CCAS), José Daldegan, a retirada dos lacres “é um desrespeito muito grave, não só com as normas de saúde, mas principalmente com as pessoas em geral, pois pode contribuir para o aumento do contágio”. O Decreto nº 40.853 diz que quem desobedecer o previsto na norma “por deixar de executar, dificultar ou opor-se à execução de medidas que visem à prevenção das doenças transmissíveis e sua disseminação, à preservação e à manutenção da saúde” poderá pagar multa e ser responsabilizado pelo crime de infração de medida sanitária preventiva, de que trata o artigo 268 do Código Penal. A pena prevista é de detenção de até um ano.   * Com informações da Administração Regional do Plano Piloto

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Hran começa a aplicar plasma de curados da Covid-19 em pacientes internados

Hran é referência no tratamento da Covid-19 | Foto: Breno Esaki / SES Referência no tratamento de pacientes com Covid-19, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) inicia, a partir da próxima segunda-feira (15), um estudo científico inédito no Distrito Federal: a aplicação de plasma de pacientes curados do novo coronavírus (Sars-CoV-2) em pacientes que estão tratando a doença. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Este é um estudo científico realizado em conjunto pela Universidade de Brasília (UnB), o Hemocentro e o Hran. A expectativa é de que a aplicação desse plasma funcione bem no organismo dos pacientes infectados pela Covid-19, trazendo a cura mais rapidamente”, explica o chefe da Unidade de Pneumologia do Hran e colaborador da pesquisa na unidade, Paulo Feitosa. O procedimento se inicia no Hemocentro, onde é coletada uma bolsa de sangue dos pacientes curados da Covid-19 (Igg positivo) que se enquadram no perfil. Na preparação, é informado o tipo sanguíneo de cada doador, pois a doação do plasma é semelhante à de sangue, em que os tipos sanguíneos precisam ser compatíveis. Após a coleta, é retirado do sangue apenas o soro, em que ficam armazenados o plasma e os anticorpos, que serão aplicados nos pacientes doentes. De acordo com Paulo, a aplicação do plasma com anticorpos é semelhante a uma transfusão de sangue. Tanto que o material é armazenado em uma bolsa coletora. Por isso, o procedimento será realizado pelas equipes do banco de sangue do Hran. “Cada bolsa de sangue coletado consegue atender mais de um paciente. É um procedimento simples, de baixo risco e com vários estudos embasados neste campo. Uma perspectiva real do tratamento. Mesmo assim, cada paciente que se propuser a receber a transfusão de plasma assinará um termo de consentimento que será entregue na hora do procedimento”, informa o chefe da Unidade de Pneumologia do Hran. A ideia é conseguir realizar a aplicação do plasma em pelo menos 200 pacientes, exceto nos que estão internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os profissionais do Hran envolvidos no estudo científico realizaram capacitações específicas sobre o tema. Estudo No Brasil já estão em curso estudos científicos com o plasma em alguns estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No entanto, o que difere do estudo realizado no Distrito Federal é o fato de o plasma ser aplicado em pacientes moderados, diferentemente do que acontece nos outros estados, que têm realizado a aplicação em pacientes graves, internados na UTI. “Estamos focando em pacientes com a Covid-19 moderada. A hipótese do nosso estudo é que dando certo, haverá diminuição do número de casos que se agravam, diminuindo uma evolução para estado grave e reduzindo a necessidade de internação na UTI”, explica André Moraes Nicola, médico e professor da Faculdade de Medicina da UnB. Ele é o responsável pelo estudo científico no Distrito Federal. De acordo com André, se o plasma se mostrar eficaz para o tratamento de pacientes com a Covid-19 haverá menor demanda por UTIs, pois haverá menos casos de pacientes graves. “Será importante tanto para os pacientes que estão em tratamento da doença como para as pessoas sem Covid-19, pois terá mais leitos disponíveis para outras patologias, evitando que a rede fique sobrecarregada”, conclui.   * Com informações da Secretaria de Saude

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Doenças respiratórias são frequentes com as mudanças bruscas de temperatura

A poucos dias da chegada do inverno, o Distrito Federal já vem registrando temperaturas baixas. Mesmo sem entrar oficialmente na temporada, o DF já registrou, no último dia 27 de maio, na região de Águas Emendadas, no Paranoá, a noite mais fria do ano com a mínima de 6,3ºC. O tempo seco e frio é propício para a transmissão de doenças propagadas pelo ar por meio de partículas de secreção. Há ainda as que são transmitidas por bactérias, fungos e vírus, que também ficam em objetos e superfícies. Devido às baixas temperaturas, naturalmente, o corpo perde imunidade e assim, pode estar mais suscetível a desenvolver doenças respiratórias como gripe, resfriado, pneumonias, bronquites, asmas, dentre outras. Em um ano atípico, os cuidados precisam ser redobrados também por conta da Covid-19. Os sintomas da doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) são similares aos da gripe comum e asma. Já nos primeiros casos da doença, o DF estabeleceu seu plano de enfrentamento à pandemia e as principais ações foram tomadas. Foi feito o isolamento da população com a proibição de aglomerações, o fechamento de comércios e escolas, antecipação da campanha de vacinação contra a gripe e adequação dos serviços públicos com adoção de teletrabalho, por exemplo. Outro exemplo, foi a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra o influenza, que foi ampliada para até o dia 30 de junho. Segundo doutora Marta Guidacci, especialista em alergia e imunologia e coordenadora substituta da Alergia na Secretaria de Saúde, a proibição de aglomeração, uso obrigatório de máscaras e a conscientização da importância de higienização das mãos foram medidas essenciais para ajudar no controle da Covid-19 e das demais doenças que também são transmissíveis nessa época do ano. Elas possuem semelhanças na forma de contágio, e igualmente, podem ter sintomas muito parecidos. É a partir da transmissão de gotículas contaminadas ao falar, tossir, espirrar além de existir a possibilidade de transmissão através de superfícies contaminadas e levar as mãos à face que a pessoa pode se contaminar. “As medidas de precaução contra a Covid-19 são iguais as que já preconizamos para a prevenção de outras doenças respiratórias. A diferença é que estamos lidando com um vírus novo. Quanto mais estudamos, vemos que ainda temos muito a descobrir. Existem várias manifestações clínicas desde febre, tosse seca, falta de ar, dores no corpo, diarreia, lesões em corpo, falta de sentir cheiro e de gosto dos alimentos até a Síndrome Respiratória Aguda Grave que pode evoluir para óbito. No caso das doenças respiratórias transmissíveis, que inclui a Covid-19, nós profissionais sempre recomendamos a prevenção e com isso, uso de máscaras, higienizar as mãos, evitar as aglomerações e ambientes fechados, são dicas permanentes para evitar essas doenças típicas da estação. Já para quem sofre das alergias respiratórias como rinite e asma, manter o tratamento preventivo e redobrar o controle ambiental são essenciais para evitar crises e piora das suas doenças crônicas, acrescentou Guidacci. Isolamento social  A profissional destaca que durante o isolamento social as pessoas permanecem mais tempo em casa. Por isso é preciso redobrar a atenção ao Controle Ambiental, evitando a exposição aos agentes desencadeadores das alergias respiratórias como fungos e ácaros da poeira doméstica. Manter uma alimentação saudável e pensamentos positivos. A especialista destaca que é preciso ficar atento aos sintomas que persistem e podem indicar que o indivíduo esteja com a Covid-19. A tosse constante, febre e a falta de ar repentina são sinais de alerta e deve-se procurar a unidade básica de saúde mais próxima. Caso seja à noite, deve procurar as emergências. “A Covid-19 é uma doença que pode ter evolução rápida e que ataca principalmente sistema respiratório. Por isso, é importante procurar a unidade básica de saúde com sintomas persistentes. Os pacientes que têm doenças respiratórias crônicas precisam manter tratamento preventivo conforme orientação do seu Especialista. Isso ajuda a manter as doenças em controle. É possível ainda evitar, principalmente, agentes desencadeadores ou agravantes de crises. Isso engloba desde produtos de limpeza que tem cheiro forte como também a falta de cuidado com o colchão e travesseiro. Cheiros ativos como água sanitária podem ser o gatilho para uma crise, pois o alérgico tem uma hipersensibilidade. Então, limpar a casa com aspirador de pó, e pano úmido, não usar vassoura ou espanador são medidas simples que podem evitar uma crise”, afirmou Marta. Tratamento  Como os sintomas das infecções respiratórias são bem similares, o paciente deve ficar atento. Caso eles persistam por mais de cinco dias, principalmente, a febre e tosse, é recomendada a procura pelo serviço de saúde mais próximo. Não é recomendado o uso de medicamentos por conta própria, como os antigripais. A automedicação pode mascarar sintomas, contribuir para o agravamento da doença e dificultar o diagnóstico, que deve ser feito por um médico. No DF, existem os Centros de Referência do Programa de Atendimento ao Paciente Asmáticos com profissionais de saúde capacitados ao atendimento.       *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Sanitária faz inspeções em motéis do Distrito Federal

Com a aproximação do Dia dos Namorados – no Brasil, a data é comemorada em 12 de junho –, a Vigilância Sanitária tem intensificado as vistorias em motéis do Distrito Federal. Desde o último domingo (7), já foram realizadas inspeções em 30 estabelecimentos, seis dos quais precisaram ser intimados a sanarem algumas irregularidades. Foram vistoriados os principais motéis do DF nas cidades com maior fluxo – Taguatinga, Sobradinho, Núcleo Bandeirante e Lago Norte. Todo ano, esses estabelecimentos são fiscalizados com o objetivo de minimizar riscos à saúde dos frequentadores. “É importante saber que, assim como os hotéis, os motéis ficam proibidos de disponibilizar aos hóspedes o uso e acesso a piscinas, saunas e banheiras”, adverte a gerente de fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé. “A maioria das intimações foi sobre essas providências, e todos os motéis que foram intimados com prazo de 24 horas cumpriram a exigência.” [Olho texto=”“Assim como os hotéis, os motéis ficam proibidos de disponibilizar aos hóspedes o uso e acesso a piscinas, saunas e banheiras”” assinatura=”Márcia Olivé, gerente de fiscalização da Vigilância Sanitária” esquerda_direita_centro=”centro”] Itens inspecionados Nessas ações fiscais são verificados, entre outros itens, a estrutura física; medidas de segurança e prevenção da saúde dos funcionários; protocolos de intensificação de realização da limpeza e desinfecção de ambientes, objetos e superfícies; protocolos com todas as etapas do processamento das roupas, de forma a garantir que todas as peças processadas estejam seguras para uso dos hóspedes. Além disso, são fiscalizados procedimentos de higiene e boas práticas de manipulação de alimentos, bem como se foram implantados protocolos específicos de limpeza e desinfecção dos quartos, a cada utilização, a fim de evitar transmissão da Covid-19. Nota técnica Este ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, a Vigilância Sanitária elaborou nota técnica com 48 medidas de prevenção de na rede hoteleira e motéis do DF, que devem ser seguidas pelo setor. Entre as orientações, informa Márcia Olivé, está um protocolo específico para evitar o contágio pelo Sasr-CoV-2, com intensificação de limpeza e desinfecção de superfícies – ações que levam em consideração os locais com maior circulação de pessoas, depósitos e sanitários. A higienização deve ser feita no mínimo quatro vezes ao dia. A nota técnica também prevê fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) aos profissionais desse segmento, conforme o risco a que se expõem. Está ainda prevista a capacitação para os profissionais da limpeza sobre as técnicas de paramentação e desparamentação. Principais procedimentos Além disso, há orientações sobre a forma correta de servir refeições demandadas de forma individualizada, somente nos quartos, observando cuidados como material higienizado com álcool 70% ou outro sanitizante adequado. Outros procedimentos indicados são higienizar os talheres e entregá-los embalados, descartar todas as sobras, não utilizar guardanapos de tecido e capacitar funcionários para o adequado recolhimento de bandejas e descarte de lixo. [Numeralha titulo_grande=”R$ 70 mil” texto=”Valor a que pode chegar a multa por descumprimento das normas sanitárias” esquerda_direita_centro=”centro”] O descumprimento das normas sanitárias, atenta a chefe de fiscalização da Vigilância Sanitária, poderá acarretar interdição parcial ou total do estabelecimento e/ou multa que varia de R$ 2 mil a R$ 70 mil. Caso os frequentadores verifiquem alguma irregularidade no local, poderão denunciar pelo telefone 162 ou no site da Ouvidoria. * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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Sete instituições de idosos receberão apoio de secretarias do GDF

A Secretaria de Atendimento à Comunidade articula parceria com o programa Todos pela Saúde, do Itaú Unibanco. O comitê responsável pelo programa explicou como atua e quais são áreas de abrangência do projeto. A reunião foi on-line nesta quarta-feira (10) com o Secretário Severino Cajazeiras. A proposta apresentada para o Distrito Federal compreende em apoiar o combate à Covid-19 em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). A iniciativa já mapeou sete ILPIs no DF para atuar em quatro frentes: informar, cuidar, proteger e retomada. Entre as ações desenvolvidas estão a distribuição de material educativo para os colaboradores e idosos, fornecimento de equipamento de proteção individual e outros materiais necessários, além do fomento a pesquisa.  A implantação do projeto será em conjunto com as secretarias de Atendimento à Comunidade, Saúde,  Desenvolvimento Social e Justiça e Cidadania. De acordo com projeto, a intenção é somar força sem sobrepor os trabalhos em andamento pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Ao total, 324 idosos das setes instituições serão atendimentos seguindo notas técnicas do Ministério da Saúde e os protocolos definidos pelo Todos Pela Saúde O projeto atende a população vulnerável, pela idade, histórico de comorbidades e por morar em habitação coletiva. Esses itens são motivos para atenção dos idosos e têm a alta taxa de mortalidade registrada em países da Europa. A estratégia do projeto é atuar na prevenção, orientação, avaliação e monitoramento juntos as ILPIS. E quando há o diagnóstico precoce tomar as precauções corretas e cabíveis ao momento. Realocando os idosos que testaram positivo, por exemplo. O secretário Severino Cajazeiras avalia que a parceria é interessante para o GDF, porque já existe um aparato estruturado e essa ajuda chega como forma de ampliar a atuação do estado. “Vou articular para firmar a parceria o mais breve possível. O papel da nossa secretaria é ser um elo entre as entidades e as diversas áreas do executivo”, afirmou o secretário Cajazeiras. A previsão para o desenvolvimento nas instituições são de duas semanas, após finalizarem os trâmites burocráticos. Todos pela Saúde  O programa Todos pela Saúde do Itaú Unibanco é um projeto criado para contribuir no combate ao novo coronavírus apoiando as iniciativas da saúde pública em todo o Brasil. O projeto é integrado por um grupo de especialistas sob a liderança do médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio Libanês.  Em parceria como Sistema Único de Saúde o Todos pela Saúde colabora na organização das demandas estaduais para definir e realizar as ações prioritárias.

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Administração interdita PECs no Plano Piloto

Os equipamentos  não devem ser utilizados durante a pandemia, pelo risco de contaminação | Foto: Emanuelle Sena / Administração do Plano Piloto Com o foco em evitar aglomerações num período em que é vital o isolamento social como forma de prevenção contra o coronavírus, a Administração Regional do Plano Piloto fez uma grande operação para interditar os pontos de encontro comunitários (PECs). Esses espaços públicos reúnem equipamentos destinados à prática de musculação, alongamento e ginástica. O trabalho contemplou as asas Sul e Norte e o Noroeste. A medida cumpre determinação do Decreto nº 40.853, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). “Enquanto não tivermos total segurança de como lidar com o vírus, é melhor evitar o uso de locais de potencial contaminação”, ressalta a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro. “Os equipamentos públicos de ginástica/musculação não devem ser utilizados.” A ação, deflagrada na terça-feira (9), foi bem-recebida pelos moradores das imediações dos PECs. “Desde março, com o início da pandemia, temos essa parceria com as lideranças comunitárias recomendando e apoiando a interdição desses equipamentos”, conta a assessora de planejamento da Administração do Plano Piloto, Jeanine Woycicki. Segundo ela, várias pessoas foram às janelas aplaudir o trabalho das equipes. População aprova A prefeita da 210 Norte, Maria Goreti, acompanhou de perto os trabalhos. “Eu agradeço a presença de vocês aqui no parquinho”, disse. “No início da pandemia, a comunidade da quadra tinha essa preocupação. Após a circular da administração recomendando o bloqueio dos equipamentos públicos, fechamos o parque e fizemos uma faixa educativa”. Na 202 Sul, a medida também é aprovada pelos moradores desde o início. “Colocamos uma placa fazendo referência ao decreto e à circular da administração”, reata a prefeita da quadra, Maria de Lourdes Baldez Américo. A prefeitura também fez a divulgação da medida no Instagram. “Acho muito importante essa atitude do governador e da Administração do Plano Piloto de conscientizar a população, porque ainda não passamos pelo pico da pandemia, então é fundamental todo cuidado”, destaca o presidente do Conselho Comunitário da Asa Sul, José Daldegan. Trabalho conjunto Igualmente no Noroeste, a ação foi bem-recebida pela comunidade. “A medida é de extrema relevância, porque agora dá embasamento concreto para cobrarmos a não utilização desses espaços durante a pandemia”, avalia o presidente da Associação de Moradores do Noroeste, Antônio Netto. “Infelizmente, algumas pessoas ainda não entenderam a importância do distanciamento social nesse momento tão crítico”. Na Asa Norte e no Noroeste, os trabalhos tiveram apoio do 3º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, enquanto o 1º Batalhão acompanhou as ações na Asa Sul. Para esta quarta-feira (10), estão previstas ações de bloqueio de PECs na Vila Telebrasília e na Vila Planalto, bem como a finalização dos trabalhos nas asas Sul e Norte. * Com informações da Administração Regional do Plano Piloto

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DF possui ampla rede de atendimento a pacientes estomizados

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal possui uma rede preparada para tratar de assuntos relacionados à assistência aos pacientes estomizados. As estomias intestinais, em geral, são indicadas no intuito de se desviar o trânsito fecal do local patologicamente comprometido. São 12 polos de estomias e quatro de atendimento dentro do complexo prisional (veja a lista ao final do texto), com mais de 1,5 mil pessoas portadoras de eliminação cadastradas no Programa de Assistência ao Estomizado no DF. “As principais indicações operatórias são má formação congênita do intestino, tumores intestinais, doença inflamatória intestinal e traumas abdominais, entre outras”, explica a Referência Técnica Distrital (RTD) de Estomaterapia, Edlaine Lopes Meneses Cardoso. A Secretaria de Saúde possui uma rede de enfermeiros especialistas em estomaterapia e na Referência Técnica Distrital RTD para tratar de assuntos relacionados à assistência aos portadores, avaliação e padronização de produtos, capacitação e atualização dos enfermeiros dos polos de atendimento. Além da assistência ambulatorial de enfermagem aos usuários, a Diretoria de Enfermagem, juntamente com a RTD de Estomaterapia realiza anualmente eventos científicos e reuniões como os profissionais de saúde. “O objetivo é difundir o conhecimento, atualização e propor melhorias relacionadas às pessoas, proporcionando assim, melhor qualidade de vida para esses usuários”, afirma. Funcionamento Em todos esses serviços, o usuário passa por um cadastro e avaliação do estoma, onde são fornecidos insumos de acordo com a avaliação feita pelo enfermeiro e necessidade do paciente. A Secretaria de Saúde possui mais de 15 tipos de bolsas coletoras e diversos tipos de adjuvantes padronizados e utilizados por este público no DF. Além disso, a pasta está baseada na Portaria nº 400, de 16 de novembro de 2009, para o atendimento a pessoas com estomas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Técnica de enfermagem do Hran se dedica a trabalho no pronto-socorro

Em um momento de pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), o trabalho dos profissionais da saúde nunca foi tão essencial e necessário. Doar-se em tempo quase integral, afastar-se da família e arriscar a própria vida em prol de um desconhecido é o sacrifício feito por quem tem trabalhado na linha de frente no combate a Covid-19. Bruna Almeida, 28 anos, é uma das heroínas que atuam na rede pública de saúde do Distrito Federal. Ela é servidora da Secretaria de Saúde há quatro anos e sempre trabalhou como técnica de enfermagem no pronto-socorro e no box de emergência do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Desde quando a unidade hospitalar se tornou referência no atendimento a pacientes com Covid-19, Bruna está longe do marido e dos dois filhos, de 7 e 5 anos. “Por medo de pegar o coronavírus, preferi não colocar a vida da minha família em risco. Um dos meus filhos tem bronquite. Além disso, eles sempre têm contato com as avós, que são do grupo de risco por serem idosas, diabéticas. Foi uma decisão muito difícil, sempre me pego pensando se fiz certo em me afastar, em estar longe deles”, relata. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Bruna está hospedada no hotel Gran Bittar. Ela, juntamente com outros 249 servidores do Hran foram beneficiados pelo Programa Acolher, parceria entre as Secretarias de Saúde e de Turismo. Para matar a saudade dos filhos, que é imensa, sempre que pode faz chamadas de vídeos para conversar com os pequenos. “Mesmo antes da pandemia, quando eu chegava em casa, antes de abraçar meus filhos eu ia direto para o banheiro tomar banho. Da última vez que estive lá em casa meu filho menor questionou se eu não iria entrar e tomar meu banho. Isso cortou meu coração, porque eles sentem muito a minha falta e apesar de estar aqui no hotel, nada substitui o aconchego do meu lar”, diz. Trabalho A rotina de trabalho de Bruna tem sido cada vez mais cansativa, tanto fisicamente como psicologicamente. Segundo ela, o trabalho tem sido dobrado, tendo em vista que foi ampliada a carga horária de boa parte dos servidores que trabalham no Hran, inclusive, a dela. “Além do trabalho, tem o psicológico da gente, que fica muito afetado. Somos seres humanos, também temos medo de pagar a Covid-19. Ficamos vulneráveis tanto fisicamente, como psicologicamente”, destaca Bruna. De acordo com a técnica de enfermagem, todos os profissionais que estão na linha de frente dos atendimentos aos pacientes com coronavírus estão trabalhando com dedicação exclusiva, pois é uma rotina dura e desafiadora. “Hoje, minha família se tornou os colegas de trabalho e também os pacientes. É com eles que eu converso diariamente. É uma situação muito difícil para todos, principalmente para os pacientes, que estão doentes e não podem ter ninguém da família para dar apoio”, analisa. Segundo Bruna, os profissionais da saúde vivem um momento ímpar, de entrega e em prol de salvar diversas vidas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Hospital de Campanha do Mané Garrincha recebe 143 monitores

O Hospital de Campanha do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha recebeu 143 monitores multiparamétricos. Essa é a segunda entrega deste tipo de aparelho que, somadas, possibilitam equipar todos os 177 leitos de enfermaria adulto da unidade. A estrutura foi equipada com 197 leitos, sendo 20 de suporte de ventilação mecânica. Os equipamentos controlam todos os parâmetros vitais do paciente, como o índice de saturação e de oxigênio. Este tipo de monitoramento é um grande aliado no tratamento para a Covid-19. A Unidade receberá também um novo carregamento de bombas de infusão para os leitos de enfermaria. A Unidade Em operação desde 22 de abril, a estrutura se tornou o primeiro hospital de campanha do DF a ser montado exclusivamente para o atendimento aos pacientes infectados pelo coronavírus. O local possui todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários para os profissionais que estão na linha de frente dos atendimentos aos pacientes infectados, como luvas, capotes, jalecos, máscaras N95, óculos de proteção e protetor de face. O Hospital de Campanha do Mané Garrincha conta, ainda, com quatro salas de estabilização, além de uma farmácia com estoque de medicamentos capazes de atender até 100 pacientes por 30 dias sem interrupção. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Ceilândia ganhará hospital de campanha e outro, acoplado ao HRC

O Governo do Distrito Federal (GDF) decidiu instalar um gabinete especial da Secretaria de Saúde em Ceilândia para dar mais agilidade às ações da pasta. A medida foi tomada devido o crescimento do número de infectados com o novo coronavírus na região administrativa. Entre as ações já anunciadas pelo governo estão a inauguração de um hospital de campanha e outro hospital acoplado, no prazo de 60 dias. A cidade também ganhará uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) até dezembro. Na manhã desta quinta-feira (4), primeiro dia de funcionamento da nova sede da pasta, o vice-governador Paco Britto esteve em Ceilândia para acompanhar o início dos trabalhos. Ele explicou que, por determinação do governador Ibaneis Rocha, o secretário de Saúde, Francisco Araújo, ficará na cidade até o próximo dia 10 para implantar o novo fluxo no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). “O governo está preocupado e se mostra presente para conter o avanço da doença em Ceilândia. Mas é preciso também que a população se conscientize, porque esse vírus mata”, frisou o vice-governador. Paco explicou que o HRC terá uma área específica – entre 30 e 50 leitos – para os pacientes da Covid-19. “Todas essas ações trarão mais agilidade para que possamos agir em Ceilândia”, destacou. Antes da inauguração da UPA, Ceilândia ganhará, ainda, um hospital acoplado ao HRC com cerca de 70 leitos para atendimento aos pacientes infectados pelo coronavírus. O hospital da campanha – outra construção prevista para os próximos dias – também terá foco no atendimento aos pacientes de Covid-19 da região. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] O vice-governador explicou que embora o lockdown seja uma medida extrema, ela não está descartada em cidades que apresentem crescimento significativo no número de casos da doença. “O principal, porém, é a conscientização da população. Mas não adianta fazermos campanhas, determinar o uso obrigatório de máscaras, e as pessoas não praticarem o distanciamento, o comércio não respeitar as novas normas de funcionamento”, disse. De acordo com Paco Britto, outras medidas podem ser tomadas anteriores à decisão de lockdown, como o fechamento responsável de algumas áreas. “O governador Ibaneis não tem problema algum em voltar atrás de seus decretos. Tudo é analisado em cima dos índices da Codeplan e, se for preciso, pelo bem da população do DF, ele voltará atrás sim”, adiantou. Gestão em Ceilândia Até o dia 10 de junho, o secretário de Saúde Francisco Araújo trabalhará em Ceilândia. De lá, fará despachos internos e vai alinhar ações que tenham como objetivo reduzir o aumento dos casos de coronavírus registrados na cidade. Segundo o vice-governador, o aumento no número de testagens realizadas pelo governo nos moradores de Ceilândia influencia, diretamente, no crescimento de casos da Covid-19 na região. “Foram cerca de 25 mil testes, ou seja, muitos assintomáticos apareceram nas estatísticas. Mas faço um apelo à população que é o de se conscientizar que o vírus é perigoso, mata, e a única forma de evitarmos o contágio, neste momento, é praticando o isolamento social, o distanciamento, usando a máscara e evitando aglomerações”.

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Saúde chega à marca de 134 mil testes rápidos para a Covid-19, por drive-thru

Mais 744 brasilienses testaram positivo para a Covid-19 durante a ação de testagem em massa, por drive-thru, nessa segunda-feira (1º), promovida pela Secretaria de Saúde em dez Regiões Administrativas do Distrito Federal. Ao todo, 6.823 exames foram feitos. Somados desde o início da testagem, em 21 de abril, chega-se à marca de 134.120 de cidadãos testados e 3.760 confirmações da doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). (Confira a lista dos postos de testagem no final do texto.) Samambaia foi a unidade que mais obteve registro da doença. Com 726 testes realizados, 147 foram positivos. O posto montado no ParkShopping fez 929 exames e detectou a Covid-19 em 105 pessoas. No Riacho Fundo I, onde a unidade começou a funcionar na própria segunda-feira, foram 105 registros. O menor registro foi em Sobradinho II, com 25 diagnósticos. Veja os números abaixo, por região: Cadastro Para fazer o exame, é necessário fazer um cadastro no site testa.df.gov.br. Em seguida é preciso preencher o formulário e escolher o ponto em que será feita a testagem. A visualização das vagas é disponibilizada até dois dias seguintes à data de marcação. A realização do exame, que detecta a presença de anticorpos gerados pelo organismo para enfrentar o vírus, não descarta a necessidade de procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na ocorrência de sintomas. Eles costumam ser detectáveis com maior segurança a partir do sétimo dia da exposição. O drive-thru é exclusivo para pessoas sintomáticas ou que tenham histórico de contato com algum caso confirmado e residam com idosos, e que moram nas regiões administrativas abrangidas pelo local onde o posto está montado. Funcionamento A testagem ocorre de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 17h. Os testes, que são seguros e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), produzem o resultado em até 30 minutos. Após esse período, o usuário deve entrar novamente na página da Testagem em Massa e autorizar o envio do resultado do teste para o e-mail cadastrado. Por outro lado, os brasilienses que chegarem com sintomas mais agravados tem a possibilidade de fazer o teste swab – quando coleta-se material da garganta e do nariz com um cotonete, para a amostra ser analisada em laboratório. O resultado sai em até 48 horas. Em circunstâncias mais graves, o paciente já pode ser direcionado ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência em atendimento para a Covid-19. A Secretaria de Saúde frisa que todos os casos confirmados devem ser notificados. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Mais de 127 mil testes rápidos, por drive-thru, já foram feitos no DF

Recorde de casos foi na última sexta-feira (29), com 501 testes positivos | Foto: Geovana Albuquerque / Secretaria de Saúde Importante medida para avaliar o cenário epidemiológico do Distrito Federal diante da pandemia de coronavírus (Sars-CoV-2), a testagem em massa começou em 21 de abril e já fez 127.297 testes rápidos para detecção da Covid-19, doença causada pelo novo vírus. Esta ação de saúde confirmou 3.016 casos de infecção no período. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O maior registro ocorreu na última sexta-feira (29), com 501 testes positivos para a doença. A testagem rápida ocorre de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8h às 17h, em dez pontos de coleta. A partir da próxima segunda-feira (1º/6), os exames serão feitos em dez regiões administrativas (veja locais e endereços na arte abaixo). Os testes são seguros e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ontem (29), 5.846 exames foram feitos. Os postos com mais registros de infectados foram: Samambaia, com 117, Paranoá, com 89, e Taguatinga e Ceilândia, com 67 cada. O menor registro foi em Brazlândia, com 8 casos e no Plano Piloto, com 11 (veja os dados completos na tabela abaixo). Cadastro Para fazer o exame é necessário fazer um cadastro no site testa.df.gov.br. Em seguida é preciso preencher o formulário e escolher o ponto em que será feita a testagem. A visualização das vagas é disponibilizada até dois dias seguintes à data de marcação. A realização do exame, que detecta a presença de anticorpos gerados pelo organismo para enfrentar o vírus, não descarta a necessidade de procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na ocorrência de sintomas. Eles costumam ser detectáveis com maior segurança a partir do sétimo dia da exposição. O drive-thru é exclusivo para pessoas sintomáticas ou que tenham histórico de contato com algum caso confirmado e residam com idosos. Além disso, devem morar nas regiões administrativas abrangidas pelo local onde o posto está montado. Novos postos A partir da próxima segunda-feira (1º/6), Riacho Fundo e Sobradinho II terão pontos para testagem da Covid-19, também por drive-thru. Os postos funcionarão nas administrações regionais das duas cidades. O primeiro posto de testes atenderá os moradores do Riacho Fundo I e II, enquanto o segundo receberá moradores de Sobradinho I e II. Com os novos locais, as unidade montadas no Terraço Shopping e na Administração Regional do Guará serão desativadas. No entanto, a população que faz parte das áreas que abrangem esses postos continuará sendo testada por meio das unidades situadas no Parque da Cidade e no ParkShopping. Já os moradores de Sobradinho contarão, novamente, com um posto de testagem rápida.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Profissionais do Hran recebem flores em homenagem ao trabalho

Os profissionais foram presenteados com 400 buquês de tulipas, sendo 6 mil flores. Uma maneira de transmitir o reconhecimento e agradecimento por toda a dedicação e esforço dos profissionais da saúde. A ação se concentrou no prédio administrativo do Hran, na saída do turno dos funcionários do hospital. “Este é um ato de solidariedade, carinho e reconhecimento com nossos servidores. Por isso, agradeço de coração essa homenagem”, afirma o diretor do Hran, Ulysses Castro. De acordo com a Embaixada do Reino dos Países Baixos, responsável pela ação, são tempos desafiadores e os profissionais de saúde enfrentam o maior desafio de todos, que é o de preservar vidas. Reconhecimento A “flor é alimento para a alma”, e esta é a forma que a Embaixada do Reino dos Países Baixos encontrou de honrar quem faz enormes sacrifícios diários para cuidar de todos. “A tulipa representa o amor fraterno, o amor perfeito e é esse amor que precisamos ter uns com os outros durante esta pandemia, no cuidado com nossos pacientes acometidos pela Covid-19”, destaca Ulysses. A residente em fisioterapia Vitória Soares, ficou muito feliz e entusiasmada com a homenagem aos servidores do Hran. “Estamos passando por um momento muito difícil, afastados da família, em confinamento, em que a população espera muito de nós. Então, essas flores trazem um conforto e um carinho para todos os profissionais da saúde. É gratificante receber este buquê”, declara. Para a técnica de enfermagem Elivânia Porto, as flores dão conforto e são uma forma de reconhecimento do trabalho de todos que estão na linha de frente do enfrentamento ao coronavírus. “Essa pandemia afeta psicologicamente quem está na linha de frente, tendo contato direto com essa doença. Receber flores no ambiente hospitalar alegra todos nós, pois demonstra o reconhecimento e valor do nosso trabalho”, avalia a servidora. Elza Laudares, enfermeira, ficou muito feliz por receber um dos buquês de tulipas. Na opinião da profissional, a ação é algo que demonstra carinho, conforto e dá mais confiança para todos trabalharem. Tulipas A Embaixada do Reino dos países Baixos, através de seu departamento de Agricultura, acionou diversos atores do setor de floricultura a nível nacional, estadual e local de todas as partes para concretizar esta homenagem. As tulipas vieram do município de Holambra, em São Paulo. Seu nome, junção de Holanda, América e Brasil, se dá em virtude da colônia neerlandesa que se firmou na antiga fazenda Ribeirão. *Com informações Agência Saúde

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No combate à Covid-19, Saúde adquire 24 mil litros de álcool líquido

Antes dessa entrega, 12.498 litros de álcool líquido estavam sendo distribuídos para a rede pública de saúde. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde A Secretaria de Saúde recebeu, nesta quinta-feira (28), 24 mil litros de álcool líquido para desinfectar superfícies de ambientes hospitalares e contribuir na assepsia de pacientes e servidores, como forma de reforçar o combate contra a Covid-19. O produto faz parte da primeira remessa de mais de 69 mil litros comprados pela pasta no valor total de R$ 220.924,80. A primeira parcela do insumo foi entregue no Parque de Apoio da pasta e foi dividido em 26 paletes de madeira, pois o volume é grande e não cabia em apenas uma carreta. Ainda resta entregar 45.030 litros, o que equivale a mais 49 paletes. Como a fábrica que distribui o álcool líquido fica em Goianésia (GO) e está limitando a quantidade das entregas por CNPJ dos fornecedores, como medida de segurança, o restante do valor empenhado no produto só será recebido pela empresa responsável quando a entrega total tiver sido concluída. A expectativa é que os fornecedores enviem o restante do produto dentro dos próximos 30 dias, para não pagarem multa. Abastecido Apesar do reforço, o estoque da Secretaria de Saúde se mantém abastecido do produto. Antes dessa entrega, 12.498 litros de álcool líquido, adquiridos de outra compra, estavam sendo distribuídos para toda a rede pública de saúde do Distrito Federal. Enquanto isso, os 24 mil litros do álcool líquido já recebidos pela pasta ficarão no Parque de Apoio até que o estoque anterior seja totalmente distribuído. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Já são 311 as carcaças retiradas das ruas do DF em 2020

Poder público e sociedade se unem na detecção de carros abandonados | Foto: SSP-DF / Divulgação A Operação DF Livre de Carcaças retirou das ruas do Distrito Federal nesta semana 16 veículos abandonados. Nesta quarta-feira (27), a equipe coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) esteve em Sobradinho. Desde janeiro, 311 sucatas foram rebocadas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A atenção da SSP-DF está voltadas para todas as administrações regionais do DF – na segunda-feira (25) foi a vez de o Riacho Fundo receber a visita das equipes de remoção. A operação faz parte das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para eliminar focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya. A identificação dos veículos abandonados foi feita por conselhos comunitários de segurança (Consegs). Administrações regionais e a própria população também se envolveram no trabalho de localização. “Contamos ainda com o apoio das administrações regionais locais e, nesta operação de hoje, não foi diferente. Além da retirada das carcaças, fizemos um trabalho educativo com a população e explicamos a importância de retirar esses materiais das ruas”, contou o coordenador dos Consegs na SSP-DF, Marcelo Batista. Abandono de equipamentos e veículos vira terreno propício para proliferação do mosquito da dengue | Foto: SSP-DF / Divulgação A ação conjunta reúne as secretarias executivas das Cidades e de Políticas Públicas, do DF Legal, do Departamento de Trânsito (Detran-DF), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), da Secretaria de Saúde (SES), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF). O material recolhido tem sido monitorado pelo menos duas vezes por semana por agentes da Dival. “Enquanto estão recolhidos no pátio em Samambaia, as carcaças são vistoriadas por equipes de combate à dengue. Não seria viável apenas transferir os veículos e não sanar o problema da proliferação dos mosquitos transmissores de doenças”, acrescenta Marcelo. As próximas operações serão realizadas em São Sebastião, na próxima segunda-feira (1º/6), e no Núcleo Bandeirante, na quarta (3/6). * Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Pacientes recebem alta do hospital de campanha do Mané Garrincha

Rodrigo dos Santos: “Tem quem brinca que não vai usar a máscara. Não deixem de usar” | Foto: Geovana Albuquerque / Secretaria de Saúde A incerteza por enfrentar o novo coronavírus deu lugar à vitória, à felicidade e à comemoração pela vida. Internados no hospital de campanha montado no Estádio Nacional Mané Garrincha, Teones Albino dos Fernandes, 42 anos, e Rodrigo dos Santos Araujo, 37 anos, receberam alta na noite desta segunda-feira (25), em meio à expectativa em rever a família e voltar, enfim, curados para casa (veja nos vídeos abaixo). Os dois venceram a Covid-19 depois de terem recebido tratamento na rede pública de saúde. Eles foram internados no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e, já no estágio de recuperação final da doença, foram transferidos para o hospital de campanha. Ela chegou ao estádio na última sexta-feira (22) e, ele, no último sábado (23). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Teones, que inicialmente foi internada no Hospital da Região Leste, agradeceu a equipe médica pela assistência recebida e deu um alerta para que a população evite se expor ao vírus. “Não é brincadeira. Eu peço que se cuidem, é muito sério o que eu passei”, alertou. Agora, fora do hospital, a expectativa dela é de vida normal de agora em diante. “Com fé em Deus eu vou ficar boa, seguindo as recomendações dos médicos”, alivia-se. Expectativa Rodrigo foi levado pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) ao Hran e ficou internado no pronto-socorro. Ele foi o segundo paciente a receber alta da internação do hospital de campanha e, agradecido, elogia o atendimento que recebeu. “Fui cuidado como como se fosse filho da equipe. Agradeço pelo cuidado que tiveram comigo, desde o primeiro atendimento no posto de saúde até me encaminharem para o Hran. Só tenho a agradecer”, afirma. Unidade de saúde possui todos os equipamentos de proteção individual | Foto: Geovana Albuquerque / Secretaria de Saúde Agora ex-paciente, Rodrigo deixa um recado à população. “Fiquem em casa. Não brinquem, que a doença é séria. Só sabe como é quem passa por isso. Tem quem brinca que não vai usar a máscara. Não deixem de usar”, recomenda. A unidade O hospital de campanha foi equipado com 197 leitos, sendo 173 de enfermaria adulto, mais 20 de suporte avançado e quatro de emergência. Para garantir o funcionamento deles já foram contratados, até o momento, 123 profissionais de várias especialidades. A expectativa é chegar a aproximadamente 300 funcionários, quando todos os leitos estiverem ocupados. Os primeiros pacientes foram internados na unidade na última sexta-feira (22) e, no sábado, outros foram internados no local, totalizando 20 pessoas. Com as duas altas na noite desta segunda-feira e uma transferência no domingo (24), 17 pacientes seguem internados no hospital de campanha. O local possui todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários para os profissionais que estão na linha de frente dos atendimentos aos pacientes com Covid-19. Luvas, capotes, jalecos, máscaras N-95, óculos de proteção, protetor face Shield, além de insumos e medicamentos, integram o aparato de proteção. Veja mais nos vídeos: Rodrigo dos Santos Araujo Teones Albino dos Fernandes   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Conscientização e multa: a distribuição de máscaras é diária no DF

Aproximadamente 95% dos frequentadores e comerciantes da rodoviária do Plano Piloto usam a proteção. Apesar disso, a distribuição é diária no local, só nesta segunda-feira (25), 2,5 mil máscaras foram entregues. O GDF faz as doações e o trabalho de conscientização da população, diariamente, há duas semanas, nos lugares de maior circulação das RAs. O administrador da rodoviária do Plano Piloto, Josué Martins, esclareceu que são pontuais os que não usam máscara. “Mais de 10 mil já foram ofertadas. Queremos chegar a 100% das pessoas, com o equipamento de proteção e uso de forma correta, por isso nosso trabalho diário de orientação e oferta”. afirmou administrador. Ao todos 10 mil unidades já foram distribuídas na rodoviária: Fotos: Acácio Pinheiro Apesar da adesão, o uso errado é recorrente, muitas pessoas deixam abaixo do queixo, com nariz aparente, para falar ao telefone, se alimentar ou fumar em espaço público. Com apenas uma máscara, o vendedor de balas Rafael Silva garantiu outra para trocar no decorrer do trabalho. “Muito legal a atitude. Agora estarei mais seguro”, disse Rafael. Conduta Durante as abordagens o trabalho de orientação é intensificado com os servidores do DF Legal, administração da rodoviária, vigilância sanitária e apoio da Polícia Militar. As equipes supervisionam o uso e fiscalizam: o uso é obrigatório no DF e pode gerar multa de R$ 2 mil para pessoa física e R$ 4 mil para os comerciantes.

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Mobilização de 300 servidores para entrega de máscaras e fiscalização

Ação que se estende pelas 33 regiões administrativas do DF | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília O Comitê Covid-19 realizou nesta sexta-feira (22) a maior operação de entrega de máscaras, orientação e fiscalização desde o início das medidas tomadas pelo GDF no combate ao coronavírus. Ao todo, 10 mil equipamentos de proteção foram levados  por 300 servidores às cidades de Ceilândia, Samambaia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Taguatinga, em ação que se estende às 33 regiões administrativas do DF. Servidores das administrações regionais, de secretarias e de outros órgãos do governo intensificaram as atividades de orientação, fiscalização e distribuição do acessório. O subsecretário de Desenvolvimento Regional e Operação nas Cidades, Flávio Araújo, explicou que os trabalhos de hoje têm o objetivo de cobrir a maior área das localidades e educar a população sobre a importância das medidas sanitárias. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “É a maior operação feita de conscientização para uso das máscaras. Atingimos um número grande de casos e estamos reforçando todas as indicações de saúde para proteção de todos”, afirmou Flávio Araújo. Na força-tarefa, as três centenas de servidores estiveram envolvidos na orientação dos pedestres e comércios sobre horário de funcionamento, disponibilização de álcool 70%, distanciamento e obrigatoriedade do acessório. Rigor A respeito da não adequação, por parte de comerciantes e demais cidadãos, à legislação de isolamento social, somente em último caso as medidas punitivas serão adotadas. Neste sentido, a comerciante de materiais de construção Deuseline Maria da Silva já se antecipou e tomou providências para conter o avanço do coronavírus, bem como passou a cobrá-las de seus clientes. Moradores e comerciantes foram atenciosamente orientados pelos servidores do GDF | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília “Temos que nos prevenir”, resumiu a aposentada Maria de Fátima, 65 anos, agradecendo às equipes do comitê pela ação de conscientização. “Isso é muito bom, importante para nossa saúde.” Confira, abaixo, o testemunho dos quatro administradores regionais à Agência Brasília: Ceilândia (7 mil máscaras entregues até 22/5) O administrador da cidade, Marcelo Cunha, lembrou que a área central e algumas vias concentram atividades econômicas e intenso fluxo de pessoas, o que demanda atenção especial. “Vamos reforçar para que as pessoas e comércios cumpram a legislação”, afirmou. Samambaia (7 mil máscaras até 22/5) “A mensagem principal de hoje é que estamos unidos para manter a saúde da população. Precisamos nos cuidar e atender também os mais vulneráveis”, declarou o administrador regional, Gustavo Aires, acrescentando que a cidade está com ponto de testagem prorrogado até 30 de maio. Taguatinga (7,7 mil  máscaras até 22/5) “Estamos conseguindo chegar às áreas com maior circulação e centros comerciais”, pontuou o administrador de Taguatinga, Geraldo César de Araújo, feliz pela parceria com os órgão do Comitê Covid-19. Sol Nascente/Pôr do sol (4,5 mil máscaras até 22/5) Já o administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol, José Gondim, lamentou haver resistência por parte de alguns moradores da região quanto às medidas de higiene e funcionamento de lojas. “O trabalho de educação é muito importante para mudar a cultura dos moradores. A população da cidade é diferenciada, existe uma cultura própria”, observou.

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Limpeza adequada ainda é a melhor prevenção contra escorpiões

Escorpiões se escondem em cantos de obra, caixas de esgoto, entulho, caixas de fiação elétrica e em tomadas abertas, ensina especialista | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Todos os anos escorpiões costumam surgir nas áreas urbanas do Distrito Federal, o que aumenta significativamente a quantidade de acidentes relacionados ao veneno do inseto. Para evitar esse tipo de problema, tanto dentro de casa e quanto em quintais e demais áreas ao ar livre, é necessário adotar alguns cuidados, principalmente a higiene adequada. “Os escorpiões gostam de se esconder em materiais de construção, caixas de esgoto, entulho, frestas e buracos em paredes, além de caixas de fiação elétrica, de telefone e tomadas abertas. Para evitar o surgimento deles é importante colocar telas de proteção nas janelas, ralos, aqueles rodinhos de vedação nas portas”, explica o biólogo da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) Israel Martins. [Olho texto=”“É um animal muito ativo durante a noite. Muitas vezes podem chegar aos apartamentos dos últimos andares, já que usam as tubulações para isso”” assinatura=”Israel Martins, biólogo da Dival” esquerda_direita_centro=”direita”] Ele alerta que também é necessário redobrar os cuidados para evitar o aparecimento de baratas, pois elas são a fonte de alimento dos escorpiões. Ou seja, a presença de baratas significa ameaça de escorpiões em busca de alimento. “É importante manter os ambientes limpos. Limpar a caixa de gordura, evitar deixar migalhas espalhadas pela casa e ter cuidado com o lixo, pois tudo isso atrai as baratas, que consequentemente podem atrair os escorpiões. Por isso, eliminar as baratas reduz muito o risco de aparecimento desses animais peçonhentos”, acrescenta. O biólogo esclarece ainda que o surgimento de escorpiões em apartamentos é comum porque eles podem se abrigar em redes de instalações elétricas e telefônicas. Nesse sentido, tomadas e luminárias mal encaixadas representam possíveis canais de entrada desses insetos nos imóveis. “É um animal muito ativo durante a noite. Muitas vezes podem chegar aos apartamentos dos últimos andares, já que usam as tubulações para isso.” Crianças O cuidado deve ser redobrado em locais que têm crianças ou animais de estimação, tendo em vista que o efeito do veneno após a picada de escorpião pode ser mais forte em vítimas com menos peso. “O escorpião não sai de seu abrigo para picar ninguém. Geralmente os acidentes acontecem porque alguém pisou, colocou a mão em um lugar e o esmagou. Por isso é importante verificar lençóis, roupas de cama e toalhas antes de usar. Além de afastar as camas das paredes”, continua Israel. Segundo o biólogo, sempre que aparecer um escorpião em casa é necessário acionar a Vigilância Ambiental em Saúde, por meio do telefone 160. Equipes vão ao local de chamada para descobrir as condições que favorecem o aparecimento e o abrigo do animal peçonhento. O biólogo também alerta que não existe inseticida comprovadamente eficaz para combater escorpiões. A melhor maneira é prevenir o aparecimento, com limpeza correta de todas as áreas da residências e colocação de barreiras de proteção nos possíveis locais de entrada dos escorpiões. Vigilância A Diretoria de Vigilância Ambiental monitora a distribuição temporal e espacial da população de escorpiões e de acidentes, além de promover, em todo o Distrito Federal, ações de prevenção e controle do aracnídeo. O atendimento à população é feito por demanda passiva, ou seja, a população aciona o serviço de saúde (telefones: 2017-1343 ou 160) para que as providências sejam tomadas. A Dival acrescenta que se compromete a verificar o local nos dias conseguintes à primeira visita. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Centro de Informações Toxicológicas dá as primeiras orientações nos casos de acidente com animais peçonhentos. O telefone é o 0800 644-6774. Números De janeiro a abril foram registrados 601 acidentes envolvendo escorpiões no Distrito Federal. Até 21 de maio foram solicitadas 451 inspeções, que resultaram em 307 animais capturados. Todo paciente que sofrer um acidente por animal peçonhento deve procurar a emergência dos hospitais do DF ou de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – unidades que possuem atendimento de clínica médica estão aptos para receber esse tipo de paciente.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Doença crônica agravou situação de paciente com Covid em 87% dos óbitos

O cenário dos quadros mais graves de infecção pelo novo coronavírus no Distrito Federal segue uma tendência mundial: o agravamento da doença se relaciona diretamente às condições clínicas específicas de cada paciente. Levantamento do Painel Covid-19 no DF, divulgado nesta quinta-feira (21), às 17h30, mostra que dos 84 óbitos registrados na capital da República, 73 possuíam pelo menos uma doença crônica.  Entre as comorbidades mais comuns identificadas estão as de origem cardiovasculares e as metabólicas. “O que mais vemos são quadros de saúde agravados por hipertensão, diabetes e obesidade”, avalia o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Ricardo Tavares.  No perfil das vítimas da Covid-19, há outras características a se destacar: cerca de 75,3% das vítimas sofriam de hipertensão e 74% tinham mais de 60 anos. A fatalidade atingiu mais homens (43) que mulheres (41). A diabetes também foi identificada em 38,4% dos casos fatais; e, a obesidade em 17,8%.  “Na população do DF, são características que se destacam. Quando partimos para uma análise nacional, temos de considerar também a subnutrição”, avalia Tavares. “Na região Norte é uma situação que preocupa tanto o número de infecções como o que tem impacto em casos de mortes”, completa.  Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, emitido em 8 de maio, 65% dos casos de óbitos no Brasil estão relacionados à pelo menos um fator de risco. No entanto, o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Hage, alerta: “Quando o vírus afeta uma pessoa de maneira grave a evolução é muito rápida e bem pior do que a Influenza e outros virais respiratórios”.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Hage destaca que, no cenário nacional, já há registros de mortes entre crianças e adultos aparentemente fora do quadro de risco. “Ainda não conhecemos bem quais os fatores para essa evolução grave em pessoas fora do quadro de risco. Pode ser carga viral ou outros fatores ainda desconhecidos”. Por isto, ele alerta, a melhor escolha no momento é redobrar a prevenção e evitar ao máximo sair de casa.   Taxa de mortalidade Outro estudo elaborado pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), divulgado na terça-feira passada (19), mostra que o Distrito Federal caiu duas posições no ranking nacional de mortes por Covid 19, no intervalo de uma semana. Até o dia 10 de maio, a unidade da Federação ocupava a 20ª posição e passou para 22ª no dia 17. O DF ainda apresentou um salto positivo quanto à mortalidade a cada 100 mil habitantes, saindo da 10ª para 16ª posição em sete dias.  [Numeralha titulo_grande=”458,5″ texto=”casos por 100 mil habitantes, proporção registrada no Lago Sul” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo o levantamento, a incidência de casos ainda se concentra em localidades de maior renda. O Lago Sul permanece como a região administrativa com o maior número de casos quando se analisa a proporção de sua população: 458,5 para cada 100 mil habitantes. “Permanecemos com um índice de mortalidade relativamente baixo e estamos perto do pico, que deve ser em julho”, avalia o secretário-adjunto Ricardo Tavares. Para ele, o quadro só foi possível em função das medidas certas tomadas pelo governo.  “Além das ações iniciais de isolamento social, aumentamos a testagem em massa e oferecemos a internação precoce. Todo esse conjunto de ações estão dando resultados e agora ficamos numa situação mais confortável”, explica.  * Com informações da Codeplan-DF

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Geração de renda e solidariedade: GDF recebe doação de 4 mil máscaras

O GDF recebeu, na tarde desta quinta-feira (21), doação de mais 4 mil máscaras em tecido do Instituto Levvo e do Grupo Mulheres do Brasil. Ao todo, as duas instituições doaram, juntas, 10 mil unidades do item de proteção ao programa Todos Contra a Covid – coordenado pelo vice-governador Paco Britto. Dez costureiras foram as responsáveis pela confecção das máscaras. Todas foram selecionadas pelo grupo e remuneradas pelo trabalho. Fabiana Fonseca foi uma delas, que agradeceu, emocionada, a oportunidade em conseguir renda e ocupação neste tempo de pandemia. “Estávamos paradas, sem saber o que fazer e essa oportunidade caiu de paraquedas no meu colo”, contou. As profissionais receberam, além de pagamento pelo serviço, cesta básica e lanche. Além de material com instruções de normas de higiene para manuseio dos tecidos e aviamentos. Representante do Levvo Instituto, Laura Oliveira entregou um relatório ao vice-governador com todo o protocolo adotado durante a ação. “O intuito foi levar ajuda à comunidade, garantir remuneração a essas famílias e apoio emocional. Queremos replicar ações como essas”, enfatizou. Discurso endossado por Andrea Toledo, do Grupo Mulheres do Brasil. “Somos 3.800 mulheres voluntárias, não paramos nossas atividades e nos colocamos à disposição para qualquer outra ação”. O vice-governador agradeceu o empenho das entidades com a doação e destacou a importância de proporcionar formas de ocupação intelectual para as pessoas durante o período de pandemia. “Sabemos que o isolamento social trouxe sérios problemas para as pessoas. Não apenas a falta de remuneração, muitas vezes. Mas psíquicos, inclusive”. Paco aproveitou para reforçar a importância do uso de máscaras e disse que o GDF está distribuindo milhares delas para a população do DF. “Se puderem doar mais, nós queremos essa ajuda”, completou. O Grupo Levvo é formado pela rede de Food Service McDonald’s. O Levvo Instituto, com atuação diretamente ligada ao grupo, vem com a missão de ampliar e dinamizar as ações sociais do grupo, oferecendo projetos de geração de renda e sustentabilidade. Uma parceria com o Senai mantém, em São Sebastião, oficina de corte e costura, entre outras ações. Doe para o comitê Todos Contra a Covid Banco de Brasília (BRB) – 070 Agência: 0027 Conta Poupança: 0027.049528-2 CNPJ: 02.174.279/0001-55 Instituto BRB de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Socioambiental

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UBS 5 de Santa Maria cria “kits de EPIs” para evitar desperdício de equipamentos

Uma simples atitude pode fazer a diferença em tempos de pandemia. Foi o caso dos servidores da Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Santa Maria, que tiveram a iniciativa de controlar, de forma responsável, os equipamentos de proteção individual (EPIs) entregues pela Secretaria de Saúde. Eles confeccionaram “kits de EPIs”, para uso semanal dos servidores. Cada kit vem com uma viseira no modelo face shield, óculos de proteção e até 15 máscaras cirúrgicas para cada profissional de saúde utilizar ao longo da semana. O resultado disso é que a UBS tem conseguido manter sempre disponível os equipamentos para os servidores e pacientes que necessitam de máscaras. Segundo o gerente da UBS 5 de Santa Maria, Antônio Santiago, a ideia surgiu em equipe, quando os próprios servidores identificaram o uso desordenado dos materiais, principalmente das máscaras cirúrgicas, o que gerava o desabastecimento da unidade. Assim, todos se uniram para confeccionar os kits, que recebem no início de cada semana. “Com o uso consciente, notamos o resultado no último levantamento feito na região de saúde sul. Depois que adotamos a medida, nossa unidade continuou com o estoque alto. Percebemos que enquanto tinham UBSs com equipamentos disponíveis somente para alguns dias, nós estávamos com o estoque para duas a três semanas”, contou o gerente. Dessa forma, foi possível até mesmo ajudar os pacientes que, por alguma razão, chegam à unidade sem máscaras. “Nós sempre os orientamos a virem com máscaras. Mas se alguém com sintomas suspeitos chegar sem elas, temos como fornecer, porque o uso consciente possibilitou isso”, ressaltou Antônio Santiago. Assim, uma simples atitude, tomada pelos 18 servidores da UBS 5 de Santa Maria, proporcionou um efeito positivo que se estendeu para além da unidade básica de saúde. “E como não utilizamos mais de forma desnecessária, também estamos garantindo que estes materiais sejam otimizados por maior tempo aqui”, destacou o gestor. *Com informações da Agência Saúde

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Inas-DF lança pesquisa sobre perfil de servidor usuário de planos de saúde

Ter um plano de saúde é a principal reivindicação dos servidores públicos do Governo do Distrito Federal. E, para conhecer esse usuário, o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF) lançará um questionário, nos próximos dias, por meio de plataformas do GDF. Esta é a primeira pesquisa do tipo realizada pelo instituto. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A finalidade é conhecer o perfil do servidor interessado na adesão ao Plano GDF Saúde. O questionário poderá ser respondido em até 30 dias, inicialmente, pela internet ou por meio dos sistemas SEI e SIGRH. A consulta composta de nove perguntas poderá ser respondida em menos de cinco minutos. Segundo o instituto, os dados servirão para compreender melhor o perfil dos trabalhadores e seus dependentes. Os resultados estarão disponíveis no site do Inas-DF. A pesquisa mercadológica visa entender o perfil de renda e outras situações do servidor do GDF. A primeira pergunta é se ele possui plano de saúde. Por meio das respostas, o Inas-DF poderá compreender o universo do servidor e se ele estaria disposto a migrar de seu plano de saúde, caso possua, para o Plano GDF Saúde. Para o presidente do Inas-DF, Ricardo Peres, a pesquisa “determinará o nível de informação que os servidores têm sobre o plano”.   * Com informação do Inas-DF

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Técnicas de relaxamento e automassagem são oferecidas para profissionais da UBS 5 de Samambaia

Como alternativa para aliviar o estresse e a rotina de trabalho, os servidores da UBS 5 de Samambaia estão recebendo sessões com técnicas de relaxamento e automassagem. A iniciativa ocorre em meio a pandemia do novo coronavírus e como uma forma de motivar os guerreiros que estão na linha de frente no combate à doença. Além disso, as técnicas trazem melhora na qualidade de vida dos profissionais e as atividades fazem parte das Práticas Integrativas de Saúde, que também são ofertadas à população do DF, em diversas UBSs, mas, por enquanto, devido à pandemia, estão suspensas ao público. A ideia é fruto de uma conversa entre servidores da equipe do Núcleo de Assistência em Saúde da Família (NASF). Luciana Escarião, fisioterapeuta, e Élyda Moura, assistente social, se sensibilizaram com os relatos dos servidores e, junto à gerência, alinharam para realizar a atividade no início do turno de trabalho. Em sessão especial, gravaram um vídeo com os depoimentos dos familiares que trouxeram palavras de incentivo para os servidores, além de distribuir  um mimo que trazia um lanche numa sacola com a frase “Tudo vai ficar bem!”. As técnicas são usadas como relaxamento para aliviar o estresse dos servidores. Fotos: Divulgação Agência Saúde A automassagem e o relaxamento são amplamente divulgadas cientificamente como iniciativas que ajudam a reduzir os níveis de cortisol, hormônio liberado pelo nosso organismo quando ficamos muito estressados, além de aumentar os níveis de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Para Vanessa Sena, gerente da UBS 5, um alento nesse momento delicado que todos estão passando. “É um momento diferente e de troca entre as equipes. Esse olhar para o bem estar dos servidores é fundamental para a motivação de todos os que se dedicam em prol de cuidar do outro. Isso significa que estamos atentos às questões que fogem ao trabalho prático. É olhar o servidor de forma global. Utilizamos as práticas como uma oportunidade de aliviar a tensão e começar o dia mais leve”, declarou. A agente de Saúde, Maria Aparecida Bonfim, aprovou a iniciativa. “Me senti muito melhor após a prática. Ânimo para trabalhar e percebi um melhora do pensamento também”, afirmou. *Com informações Agência Saúde

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Comitê Covid-19 distribui 3 mil máscaras protetivas em Taguatinga

Administração Regional de Taguatinga distribuiu equipes pelos locais de comércio mais movimentados | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília A Região Administrativa de Taguatinga recebeu nesta quarta-feira (20), pela quarta vez, a força-tarefa do Comitê Covid-19 para distribuição de máscaras faciais. Os trabalhos foram pautados na orientação, distribuição e fiscalização do uso adequado do equipamento de proteção, em que cidadãos, clientes e comerciantes se unem à administração pública no combate à transmissão do novo coronavírus, conscientes que estão sobre a importância do uso obrigatório dos acessórios. Com a ação de hoje, já são 7,7 mil equipamentos entregues em Taguatinga. “Temos 3 mil máscaras para disponibilizar. Será um trabalho diferente, porque vamos orientar os comerciantes sobre as normas de segurança e a importância no uso do equipamento, e também aos pedestres”, informou o administrador da cidade, Geraldo Araújo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O grupo de trabalho reúne administração regional, DF Legal, Departamento de Trânsito (Detran-DF), Polícia Militar, Polícia Civil, Vigilância Sanitária, Vigilância Ambiental e Corpo de Bombeiros. As equipes percorreram a área central da cidade, a Avenida Comercial Norte, o Taguacenter e a Feira dos Goianos, que são regiões com maior fluxo de pessoas. De acordo com o coordenador da ação e administrador do Taguaparque, Daniel Leite, os flagrantes mais recorrentes são o uso incorreto das máscaras. “Diferente das outras visitas, nessa a receptividade dos cidadãos foi muito boa. Estão mais conscientes sobre a importância do uso correto”, afirmou. Além de Taguatinga, Brasília, Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Lago Sul, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, São Sebastião, Varjão, Vicente Pires e Park Way também contaram com a distribuição de máscaras. Feira do Goianos Um dos pontos de distribuição foi a tradicional Feira dos Goianos, na avenida Hélio Prates. Segundo o comitê, a área recebeu atenção especial em razão de sua principal característica: inúmeras opções de lojas, comércio diversificado e circulação intensa de clientes. Com a restrição no funcionamento de determinadas atividades econômicas, o movimento havia reduzido significativamente, mas a retomada gradual dos trabalhos exigiu cuidados especiais. Além das máscaras, servidores do GDF orientam sobre medidas de segurança | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Com os novos decretos do GDF sobre liberação de algumas atividades, voltaram a funcionar apenas as lojas de calçados e roupas, que dão acessos às vias. As equipes intensificaram os trabalhos por lá e o vendedor de roupas Richard Cleverson elogiou as entregas. “Achei muito boa a distribuição [de máscara], apesar de ser barata. Tem pessoas que não têm condições de comprar”, afirmou Cleverson, trocando sua máscara descartável pela reutilizável oferecida pelo governo. Direcionamento A força-tarefa orienta comerciantes sobre como cobrar dos clientes a obrigatoriedade das máscaras, assim como disponibilização de álcool 70%, medição de temperatura, higienização do ambiente e sinalização, na entrada do estabelecimento, sobre o decreto que estabelece as normas. A expectativa é de que toda a região de Taguatinga seja alcançada até o final desta semana, com meta de entrega de 12 mil máscaras. O lojista Francisco de Assis, que trabalha na Comercial Norte, sanou todas as dúvidas com relação às regras estabelecidas pela Executivo local. Segundo ele, é raro clientes estarem sem máscaras, mas acontece. “Não sabia como agir ou exigir. E, depois da orientação, sei direitinho como fazer”, afirmou Assis.

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Servidores da UBS 7 de Samambaia fabricam máscaras para pacientes

Seis servidores da UBS 7 produzem 50 unidades por dia com máquina própria | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação Com a obrigatoriedade do uso de máscaras no Distrito Federal, servidores da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7 de Samambaia estão produzindo as peças para os seus pacientes. Todos os que chegam sem o equipamento de proteção recebem um. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Com máquinas próprias, desde a semana passada seis servidores estão produzindo 50 unidades por dia. Para ajudar na logística de atendimento foram colocadas três tendas para organizar o fluxo e evitar a entrada desnecessária no local. Ao chegar à UBS, o paciente vai até a primeira tenda, que é a de acolhimento. Após a identificação da necessidade, ele é direcionado para o serviço de forma ordenada. Quem chega sem a máscara imediatamente recebe uma peça no local. Outra tenda é específica para receber pacientes com síndrome gripal e, por último, funciona a tenda para vacinação contra o vírus influenza (H1N1). A unidade atende a um território com 24 mil pessoas. Segundo o gerente da UBS 7, Leandro Morais, apesar da redução de outros tipos de atendimento, em razão da pandemia de coronavírus, todos tê acesso à unidade básica de saúde para serviços diversos. O uso do acessório de proteção, no entanto, é obrigatório para qualquer atendimento. “Montamos as tendas como estratégia para evitar a circulação dentro da UBS. Estamos administrando a agenda aberta para não termos muitos pacientes na espera, e quem chega sem a máscara não pode ficar sem atendimento. Não dava para oferecer a da SES [Secretaria de Saúde, que também fornece a máscara], específica para pacientes que estão com suspeita de Covid-19. Então, passamos a produzir porque queremos preservar esse paciente”, afirmou.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Moradores de Samambaia receberam máscaras nesta terça-feira

Três mil máscaras foram distribuídas para os moradores de Samambaia, ação faz parte das medidas do GDF para conter a transmissão da Covid-19. Em um dos pontos de entrega, o funcionário de um supermercado local agradeceu pela ação ter chegado à cidade. “Vocês estarem aqui hoje é muito importante pra ajudar a gente, pois têm muitas pessoas que não estão respeitando”, disse Aldenir Ramos. A obrigatoriedade do uso de máscaras no Distrito Federal está valendo desde o dia 11 de maio, e a não utilização da proteção, acarretará em multa de R$2 mil. Por isso, o administrador de Samambaia, Gustavo Aires, disse que esse auxílio do governador Ibaneis Rocha para a população é essencial, de forma que todos estejam protegidos contra o novo coronavírus. “Com essa força-tarefa de hoje, ao total, mais de quatro mil máscaras foram concedidas nas estações de metrô, terminais rodoviários, bancos e supermercados”, conta Aires. Mais de 30 servidores da Secretaria de Segurança Pública, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, DETRAN DF, Vigilância Sanitaria, Secretaria de Governo, Secretaria Executiva das Cidades e o DF Legal participaram da atuação. * Com informações Ascom Samambaia

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Saúde apreende mais de 12 mil testes para Covid-19 vendidos por drogaria

Os auditores encontraram a nota fiscal de 12.600 unidades compradas de uma distribuidora, no valor de R$ 1 milhão. Foto: Divulgação/SES Os auditores da Diretoria de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde apreenderam 12.135 testes rápidos para detecção de Covid-19. As unidades eram vendidas sem autorização por uma drogaria em Samambaia, que foi autuada. A ação só foi possível depois de uma denúncia anônima feita ao Conselho Regional de Farmácia (CRF), que participou da ação. “Esses testes não podem ser comercializados pela drogaria. A legislação proíbe isso. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 377/20 da Anvisa autorizou que as drogarias realizem o teste por meio do profissional habilitado, que é o farmacêutico. Mas elas não podem comercializar para pessoas físicas ou empresas”, informou a gerente de Medicamentos e Correlatos, Renata Moreira Ferreira. No estabelecimento em Samambaia, os auditores encontraram a nota fiscal de 12.600 unidades compradas de uma distribuidora, no valor de R$ 1 milhão. Apesar de serem apreendidas 12.135 testes, faltaram 465 do total, que foram vendidos pela drogaria. Dessas, 260 tinham notas fiscais de compra, enquanto as 205 restantes não tinham os comprovantes. “Ou seja, isso caracteriza uma atividade de comércio atacadista que eles, enquanto drogaria, não podiam fazer. As 260 unidades foram vendidas para empresas, como demonstram as notas, enquanto as outras 205 os responsáveis pela drogaria não explicaram o que fizeram, porque estão sem nota fiscal”, explicou a gerente. Caixa Conforme a denúncia anônima, a drogaria vendia cada caixa de testes rápidos por cerca de R$ 3,5 mil, cada. Além de autuada, um processo administrativo sanitário será aberto contra o estabelecimento, com prazo para a defesa responder no auto da infração. A multa pode variar entre R$ 2 mil a R$ 75 mil. Apesar da venda sem autorização, os produtos se encontram regulares e ficarão guardados como fiel depositário. Ao final do processo, será decidido se os testes rápidos apreendidos podem ser devolvidos à distribuidora que os vendeu à drogaria, ou se darão outra destinação. *Com informações da Secretaria de Saúde

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GDF doa 300 máscaras para a Cúria Metropolitana

O bispo auxiliar de Brasília, Dom Marcony Ferreira, recebeu a doação na Cúria, ao lado da Catedral Metropolitana de Brasília. Foto: Vinícius de Melo/Agência Brasília Com a pandemia de Covid-19 e o uso obrigatório de máscaras em todo o Distrito Federal, 300 delas chegaram, na manhã desta terça-feira (19), às mãos do bispo auxiliar de Brasília, Dom Marcony Ferreira, para distribuição. A confecção dos itens de segurança ficou por conta de uma comissão formada por aprovados no último concurso da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que, em parceria com o programa Todos Contra a Covid, do GDF, tem feito doação de milhares de máscaras no DF. Ao receber os insumos, Dom Marcony ressaltou que “pequenos gestos têm feito a diferença” neste período vivido pela humanidade. “Sempre que no mundo vivemos uma pandemia, uma guerra, o depois é sempre muito mais humano. E nós devemos ser os artistas disso. O sofrimento de agora dará fruto amanhã, que são as relações humanas que serão muito mais fortes”, disse. O bispo usou ainda uma metáfora para passar uma mensagem de otimismo aos moradores do Distrito Federal: “A gente precisa de uma ‘Sexta-feira da Paixão’ para chegarmos ao ‘Domingo de Páscoa’”. Responsável pela entrega das máscaras, que aconteceu na sede da Cúria Metropolitana, ao lado da Catedral de Brasília, o vice-governador Paco Britto, acompanhando de sua esposa, Ana Paula Hoff, frisou a importância da conscientização da população sobre o uso das máscaras e os cuidados para combater o contágio com o coronavírus. “Temos feito ações constantes distribuindo kits com máscaras e álcool em gel juntamente com uma cartilha que orienta as pessoas sobre como evitar a disseminação da Covid-19 e também da dengue, outro problema sério que enfrentamos”, lembrou. De acordo com Paco, o momento é de educar a população. “Foi assim com a faixa de pedestres, com o uso do cinto de segurança, com a proibição de fumar em locais fechados. Com o uso de máscaras não será diferente e, quando a população estiver educada para isso, vamos sentir até falta de não usá-la”, enfatizou. “É importante conscientizar a população para que todos entendam que usar máscaras é proteção a todos”, completou Ana Paula. Doações Mais de 7 mil máscaras já foram confeccionadas e doadas pela comissão de concursados. Milhares deles, feitas em acetato, foram entregues a profissionais de saúde em todos os hospitais públicos do Distrito Federal, além do Incor. As demais, reutilizáveis, feitas em tecido de algodão, já foram entregues à policiais civis e federais, motoboys e população vulnerável, nas ruas da cidade. Para Daniella Caetano, representante da comissão, a quantidade de doações recebidas pelo grupo tem ajudado na confecção dos insumos que custam, em média, R$ 2. “É um momento muito difícil o que estamos passando e isso nos leva a pensar nos outros”, enfatizou. Doe para o comitê Todos Contra a Covid Banco de Brasília (BRB) – 070 Agência: 0027 Conta Poupança: 0027.049528-2 CNPJ: 02.174.279/0001-55 Instituto BRB de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Socioambiental 

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Máscaras: GDF põe 300 fiscais nas ruas; brasiliense adere ao uso

Boa parte da população do Distrito Federal está seguindo à risca o cuidado com a saúde e tem usado máscaras ao sair de casa. A constatação é dos mais de 300 servidores de 10 órgãos do GDF que estão nas ruas atuando na orientação e fiscalização da obrigatoriedade do protetor facial como medida preventiva à proliferação do novo coronavírus.  Segundo os técnicos da Secretaria de Governo, que coordena a distribuição das equipes nas cidades, cerca de 90% da população já está consciente da necessidade do equipamento. “Neste segunda-feira (18), previmos distribuir 100 mil máscaras, e só foram necessárias 70 mil. A adesão da população é muito grande”, explica o secretário José Humberto Pires, responsável pela pasta.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Pires crê que já há no consciente coletivo um entendimento da necessidade do uso da máscara. “Não tivemos transtornos. Quem não estava usando, aceitou uma máscara de tecido e se prontificou a usá-la na mesma hora”, descreve.  Não houve nem mesmo registro de autos de infração em função do descumprimento da lei. “Estivemos em regiões onde há grande concentração populacional – como Taguatinga, Ceilândia e Planaltina. Deu para perceber que a adesão está  muito boa e precisamos que continuem assim”, afirma. Na manhã desta terça-feira (19), o secretário de Governo acompanhou parte das ações de fiscalização em Águas Claras.  O Distrito Federal registrou até o momento, 66 mortes motivadas pela infecção, além de 4.619 casos confirmados. Deste total, 2.358 pessoas já estão recuperadas.  No ranking das localidades com maior número de contaminados, estão o Plano Piloto, com 477 casos; seguido de Ceilândia, com 324; e de Águas Claras, com 273. O Sistema Penitenciário é outra preocupação para o governo. Nele, já foram identificados 547 casos.  A assepsia de celas, viaturas, prédios da administração e parte externa dos presídios continua a ser feita pela Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) nesta semana.

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