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Servidores das forças ganham política de qualidade de vida no trabalho

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) publicou nesta quinta-feira (18), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Política de Qualidade de Vida no Trabalho. A iniciativa é fruto do eixo Servidor Mais Seguro, do programa DF Mais Seguro – Segurança Integral, lançado no ano passado pela pasta, e prevê ações de suporte e de prevenção de riscos à saúde para todos os profissionais do sistema de segurança pública do DF. [Olho texto=”“Investir na saúde desses profissionais não apenas melhora seu bem-estar individual, mas também fortalece a segurança pública, promovendo um ambiente de trabalho mais resiliente e capaz de enfrentar os desafios complexos que enfrentamos diariamente”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] O objetivo da nova política é fomentar uma nova cultura organizacional nas forças de segurança, impactando diretamente na qualidade dos serviços prestados à sociedade. Para tanto, os órgãos deverão dar especial atenção às condições psicossociais dos servidores na relação com o seu trabalho e vida pessoal, visando a promoção do bem-estar, e considerando todos os aspectos de sua formação, em seus significados: pessoal, familiar, social e profissional. “O cuidado com a saúde física e mental dos servidores das forças de segurança é crucial para garantir o desempenho eficaz e equilibrado de suas funções e, consequentemente, um serviço melhor à sociedade. Manter uma boa condição física e mental contribui não apenas para o exercício das atividades operacionais, mas também para a redução do absenteísmo e outros afastamentos que impactam na atividade do setor como um todo. Investir na saúde desses profissionais não apenas melhora seu bem-estar individual, mas também fortalece a segurança pública, promovendo um ambiente de trabalho mais resiliente e capaz de enfrentar os desafios complexos que enfrentamos diariamente”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. De acordo com o secretário Sandro Avelar, “é um orgulho ter pela primeira vez na história do país duas mulheres à frente das nossas corporações militares, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar” | Foto: Divulgação/SSP-DF Entre as prioridades da nova política estão os projetos e as ações destinadas à prevenção da violência autoprovocada e do suicídio, estabelecendo estratégias de prevenção para os profissionais em situação de risco. Também serão destinadas ações de preparação para a vida subsequente à aposentadoria, e de desenvolvimento de práticas de gestão, de atitudes e de comportamentos que contribuam para a proteção da saúde no âmbito individual e coletivo. Conjunto de novas ações: olhar feminino A pasta lançou recentemente uma série de ações para promover um ambiente profissional sadio e de integração nas forças de segurança pública do DF. Entre as ações, estão a criação da Política das Mulheres na Segurança Pública para o combate à desigualdade de gênero, o Conselho das Mulheres da Segurança Pública, que obriga a participação feminina nas decisões da alta gestão das corporações, a Comissão Especial de Prevenção e Combate ao Assédio, e o  programa Ressignificar, que prevê a capacitação de 100% dos servidores do segmento no respeito e no combate à violência contra a mulher. O Conselho das Mulheres da Segurança Pública está entre as ações lançadas pela SSP-DF, que obriga a participação feminina nas decisões da alta gestão das corporações O novo olhar feminino nas corporações, que leva em conta as necessidades específicas das mulheres integrantes das forças, tais como os períodos de maternidade e amamentação, além das peculiaridades de cada órgão, estabelece um novo paradigma no combate à desigualdade de gênero na segurança pública do DF. É uma mudança que visa melhorar o trabalho das forças, estimulando o poder feminino, e resultando em ações mais eficazes no combate à violência doméstica e ao feminicídio. O DF é a primeira unidade da Federação com mulheres comandando as forças militares. Ressignificar Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, os servidores da pasta devem liderar o exemplo de respeito às mulheres. “O programa Ressignificar é mais um esforço para que os profissionais se preparem dentro de casa e espalhem para o DF o respeito à mulher. Todo o governo está afinado nesse esforço de tentar fazer tudo o que pode ser feito para que a gente prestigie as nossas mulheres e possa fazer do DF um exemplo para o país. É um orgulho ter pela primeira vez na história do país duas mulheres à frente das nossas corporações militares, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar”, observou. Os cursos promovidos no âmbito do Ressignificar serão realizados em formatos presenciais e a distância, abordando temas jurídicos, abordagem humanizada, estratégias de prevenção, sensibilização, treinamento operacional e protocolos das forças. A matéria de combate à violência contra a mulher deverá, inclusive, constar dos editais de concursos públicos para ingresso nas forças do DF. A Secretaria de Segurança Pública do DF já iniciou a produção dos materiais e ajustou o calendário do curso a ser realizado obrigatoriamente por todos os servidores. As aulas terão abertura de conteúdos por ciclos, que gradativamente serão liberados conforme conclusão de avaliações sobre o tema anterior, para que o servidor absorva o conteúdo e esteja apto a aplicar os conhecimentos em seu ambiente de trabalho. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] DF Mais Seguro – Segurança Integral As ações fazem parte do programa DF Mais Seguro – Segurança Integral e aborda o eixo Servidor Mais Seguro, que tem como objetivo promover qualidade de vida no trabalho, o aperfeiçoamento das habilidades e atenção à saúde dos profissionais públicos, fomentando o bem-estar físico e mental, com impactos visíveis no serviço prestado à sociedade. Em 2023, as forças investiram cerca de R$ 1,7 milhão para capacitação dos servidores. Foram executados R$ 746 mil em programas de qualidade de vida do trabalho, cursos, programas de condicionamento físico e de atendimento biopsicossocial. Para este ano está prevista ainda a criação de um Centro de Apoio Biopsicossocial (CAB), com investimento de R$ 3 milhões. *Com informações da SSP-DF

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Forma de divulgação da vacinação contra a covid-19 é atualizada

Seguindo as novas orientações do Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atualizou a forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19. O endereço virtual continua o mesmo, porém há mudanças para o acesso à vacina. As ações de vacinação no DF envolvem pessoas de todas as idades, de bebês a idosos. Nas salas de vacina, é possível atualizar toda a caderneta de vacinação | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Não há mais a divulgação por primeira dose, segunda dose ou reforços, e sim apenas três listas. Na primeira, estão os locais de atendimento para todas as crianças de seis meses a menos de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), sendo apresentadas também orientações básicas, como o intervalo entre as três doses recomendadas para esta faixa etária. O segundo link é para os locais de vacinação onde são atendidas todas as crianças a partir dos 5 anos, adolescentes, adultos e idosos que não tenham tomado nenhuma dose ou recebido apenas uma vacina contra a covid-19. O terceiro link é para os grupos prioritários que estão elegíveis a receber o reforço da vacina bivalente em 2024, mesmo que tenham tomado reforços anteriormente. Na página estão listados esses grupos prioritários. Ainda para a covid-19, também há um link específico para locais com atendimento noturno, exclusivos para pessoas a partir dos 18 anos, conforme as vacinas preconizadas. Mudanças na forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19 seguem novas orientações do Ministério da Saúde Vale ressaltar que essas listas são atualizadas conforme o funcionamento das salas de vacina. A orientação é sempre acessar a página da Secretaria de Saúde antes de ir se vacinar. Outras vacinas A SES-DF também tem no seu site a lista de locais para a vacinação de rotina, aplicadas conforme o calendário de vacinação, e uma lista específica para o imunizante BCG. Já a vacina de influenza não está mais em oferta, depois do término da campanha de 2023. Por fim, é possível acessar a lista de locais para vacinação antirrábica de cães e gatos, disponível ao longo de todo o ano nos núcleos regionais de Vigilância Ambiental. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Fumacê intensifica ações contra a dengue no início do ano

Com o início do período de chuvas, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensifica os esforços no combate ao mosquito Aedes aegypti. Nesta primeira semana de janeiro, o fumacê, uma das principais estratégias para reduzir a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela, tem percorrido as cidades, aplicando o inseticida nas ruas. Nesta sexta-feira (5), o inseticida de ultrabaixo volume (UBV) será aplicado na QI 25 do Lago Sul; nas quadras 301 e 302 do Recanto das Emas; na QNJ 6,20,28 e 50 de Taguatinga, nas regiões da QNP 14, 26 e 28 de Ceilândia. Além dessas, o carro do fumacê passará pelos Condomínio Mansões Serrana, no Jardim Botânico, e Nova Petrópolis em Planaltina. Foi elaborado um itinerário baseado nas solicitações das administrações regionais, postos de saúde e hospitais das cidades que mais registraram casos prováveis ou confirmados de dengue | Fotos Joel Rodrigues/ Agência Brasília No sábado (6), o Jardim Botânico receberá novamente o inseticida, mas dessa vez será no Condomínio Parque das Paineiras. “Elaboramos um itinerário baseado nas solicitações das administrações regionais, postos de saúde e hospitais das cidades que mais registraram casos prováveis ou confirmados de dengue. A estratégia é a última válvula de escape para eliminar as fêmeas transmissoras do vírus”, explica o coordenador de controle químico e biológico da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde do DF, Reginaldo Braga. De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde, em 2023, as cidades que mais apresentaram casos prováveis de dengue foram Ceilândia (4.517), Samambaia (3.250 casos prováveis), Brazlândia (2.397), Recanto das Emas (2.340) e Planaltina (2.131). As cinco regiões administrativas concentraram 41,17% dos casos prováveis de dengue do DF. [Olho texto=”Entre as ações permanentes adotadas pela saúde pública do DF estão o fumacê, o manejo ambiental, o controle químico, as inspeções dos agentes de vigilância a residências e o investimento em novas tecnologias, como as armadilhas ovitrampas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A aplicação do inseticida iniciou no último dia 2 de janeiro e já percorreu regiões da Asa Sul, Vila Planalto, Taguatinga, Samambaia e Jardim Botânico. Ações permanentes Entre as ações permanentes adotadas pela saúde pública do DF estão o fumacê, o manejo ambiental, o controle químico, as inspeções dos agentes de vigilância a residências e o investimento em novas tecnologias, como as armadilhas ovitrampas. A Secretaria de Saúde elaborou também o Plano para Enfrentamento da Dengue e outras Arboviroses para os anos de 2024 a 2027. O objetivo é maximizar as ações no combate às doenças, reduzir casos e mortes decorrentes de dengue, diminuir o tempo de resposta do enfrentamento e minimizar as dificuldades decorrentes da sazonalidade, assim como os riscos de epidemia. As ações contam com a articulação e apoio de outros órgãos do GDF. Durante a passagem do fumacê, é recomendado que, ao ouvir o aviso sonoro dos veículos, os moradores abram portas e janelas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília Entretanto, nada disso é totalmente eficaz se a população não fizer a parte dela. A participação da comunidade no combate ao mosquito e à doença é essencial. Durante a passagem do fumacê, é recomendado que, ao ouvir o aviso sonoro dos veículos, os moradores abram portas e janelas. “É importante que pelo menos uma pequena parcela do produto entre nas casas e elimine os mosquitos residenciais”, recomenda o coordenador da Dival. A Diretoria destaca que a pulverização do fumacê tem horários específicos, das 17h30 às 22h e das 5h às 10h, acompanhando os hábitos do mosquito e atendendo a recomendação da Secretaria de Saúde e do Ministério da Saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A população também deve retirar objetos que possam acumular água das áreas externas, como latas, garrafas, pneus, potes e brinquedos. Além disso, é importante prestar atenção aos vasos de plantas, colocando areia até a borda; às calhas, que devem ser mantidas desobstruídas; e às caixas d’água, que devem estar tampadas. O objetivo é evitar que esses itens se tornem depósitos para os ovos do Aedes aegypti.Para comunicar a Vigilância Ambiental sobre focos no entorno de suas casas, basta ligar no telefone 160. Números no DF De acordo com o Boletim Epidemiológico 46 de 2023, até a semana epidemiológica 51, foram registrados 49.426 casos suspeitos de dengue, dos quais 37.698 eram prováveis. Os números representam uma redução de mais de 49,2% em relação ao mesmo período do ano passado, que contabilizou 69.991 casos prováveis da doença no DF. No mesmo período, o registro soma dez casos graves e um óbito causado pela dengue.

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Ceilândia tem ceia especial, música e vacinação

O governo do Distrito Federal (GDF) promoveu, nesta quinta-feira (21), almoços natalinos, no valor simbólico de R$ 1, em 16 restaurantes comunitários espalhados pela capital federal. Quem compareceu ao estabelecimento de Ceilândia, por exemplo, pôde escolher entre pernil ao molho de limão e ervas, coxa e sobrecoxa de frango assadas, farofa e mousse de chocolate de sobremesa. Gestores do GDF participaram da ação no Restaurante Comunitário de Ceilândia, que contou com a presença do Zé Gotinha | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Em sua quinta edição, a campanha Nosso Natal é coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e, este ano, envolveu diversas secretarias e administrações regionais, responsáveis pela decoração natalina e pelas atrações de cada um dos 16 restaurantes. [Olho texto=”“O restaurante passou por uma reforma completa e está lindo. O sorriso das pessoas reflete a importância deste Natal”” assinatura=”José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O evento em Ceilândia contou com a participação de diversas autoridades, incluindo o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo; a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio; o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho; o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos; a diretora-presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF), Ana Paula Cardoso; o presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Fernando Leite; o administrador de Ceilândia, Dilson Resende; e a diretora-presidente do Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev-DF), Raquel Galvão. Todas as autoridades participaram ativamente da ação, servindo refeições à população. João Peres Machado, 43 anos, compareceu à ceia natalina: “Hoje tem pernil e vai ser ótimo. Mas vamos aproveitar para atualizar a vacina, né?” Para a comunidade, o almoço representou um momento especial, marcado por música ao vivo e pela presença do Papai Noel, que animou especialmente as crianças. João Henrique Lopes, 44, morador da Ceilândia, trabalha como pintor e levou os três filhos para aproveitar. Natural da cidade, ele expressa gratidão pela iniciativa: “Essa ação é incrível. Um momento especial para a família inteira! Nem todo mundo tem condições para uma ceia farta e é reconfortante poder reunir as crianças aqui. Meu filho mais novo está radiante com o algodão-doce”, compartilhou. [Olho texto=”“Todos os dias eles comem bem, mas hoje é uma comida realmente diferente, natalina. E a data é sobre isso, não é? Aconchego, acolhimento”” assinatura=”Letícia Rodrigues de Araújo, auxiliar de cozinha” esquerda_direita_centro=”direita”] O secretário de Governo, José Humberto, ressaltou a positiva recepção do público e elogiou o cardápio de qualidade oferecido. “O restaurante passou por uma reforma completa e está lindo. É uma ocasião especial para todos nós do governo, trabalhando em conjunto com a equipe de secretários e representantes de empresas, liderados pelo governador Ibaneis, para oferecer essa experiência à comunidade. O sorriso das pessoas reflete a importância deste Natal.” Lourdes Lis, 75, é trabalhadora informal na frente da Feira de Ceilândia há mais de 20 anos. “Já vivi de tudo e almoço aqui diariamente. Estou nesta cidade desde a sua construção e esse restaurante ajuda demais a população. Eu amo o Natal, mas tenho um carinho especial por celebrar o Ano Novo, que coincide com meu aniversário – vou completar 76 anos. Seria maravilhoso se houvesse uma edição no Ano Novo também, não é mesmo?”, sugeriu. Saúde em foco Ao lado dos restaurantes comunitários, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) estavam a postos para atualizar o cartão de vacina de quem aproveitava o almoço. Os profissionais da pasta ofereceram doses contra difteria/tétano, febre amarela, tríplice viral, hepatite B, covid-19 e gripe (influenza). Em Ceilândia, o estande recebeu ainda o Zé Gotinha. Crianças ganharam pipoca, algodão-doce e um abraço do Papai Noel “É uma alegria estar aqui com o Zé Gotinha, os secretários e a população, celebrando um momento tão festivo que simboliza solidariedade, esperança e o espírito acolhedor do clima natalino. Ceilândia ocupa um lugar especial em nossos corações, tendo enfrentado um dos períodos mais desafiadores da pandemia. Contudo, graças ao esforço conjunto de todas as lideranças e dos dedicados servidores da SES-DF, conseguimos preservar muitas vidas. Que o próximo ano nos brinde com resultados positivos e várias conquistas para todos nós”, ressaltou a secretária Lucilene Florêncio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A gestora também destacou que as ações de vacinação extramuros não serão interrompidas, reforçando o compromisso contínuo com a melhoria da cobertura vacinal no Distrito Federal. “Este é um passo crucial para garantir a saúde e o bem-estar de toda a comunidade”, disse. As tendas de vacinação atraíram moradores locais, como o aposentado Joaquim Peres de Oliveira, 75 anos. Ele passou pelo estande de Ceilândia para receber a dose de bivalente e de gripe. “Muita gente não tem tempo na semana e ter esse pessoal da saúde aqui perto de casa ajudou bastante”. Antes de seguir para o almoço natalino, João Peres Machado, 43, também resolveu se proteger contra a covid-19 e a influenza. “Hoje tem pernil e vai ser ótimo. Mas vamos aproveitar para atualizar a vacina, né?” No local, foram oferecidos ainda serviços de aferição de pressão arterial, ocular e testagem de infecções sexualmente transmissíveis. A diretora-presidente do Inas-DF destacou como foi gratificante estar presente pela primeira vez no evento, junto à sua equipe. Já Galvão, do Iprev-DF, ressaltou o carinho envolvido na iniciativa em prol da comunidade. “Esse é o momento em que precisamos reconhecer o trabalho de todos com o objetivo de proporcionar um Natal especial a muitas famílias em situação de vulnerabilidade.” Ambiente renovado “É um dia de união, no qual podemos mostrar nosso amor e fraternidade”, disse o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos A Novacap aproveitou a campanha para recuperar o espaço de Ceilândia com pinturas nas áreas internas e externas e consertos de grades. Parte também das mudanças, os painéis do artista Elom chamaram a atenção de quem participou do evento. O grafiteiro eternizou seus traços nas paredes da unidade. “Em cada um deles, abordei uma coisa diferente: um mais institucional, outro inspirado em Athos Bulcão, e um terceiro homenageando as ‘quebradas’ de Ceilândia”, explicou o morador da Região Administrativa e frequentador do restaurante. “Já almocei demais aqui, desde a sua inauguração.” Para a criançada, pipoca, algodão-doce e um abraço no Papai Noel. “Natal é isso: união, esperança e amor. Hoje é mais um dia para ficar na história do DF. Tenho certeza que fizemos a diferença na vida dessas pessoas”, comemorou o presidente da Novacap. Como presente final, a Companhia ainda distribuiu à comunidade 540 mudas de várias espécies, como cravinho, sálvia vermelha e clorofila, entre outras. Espírito de Natal O secretário da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal acredita que um projeto como esse traz a integração do governo com a comunidade, principalmente. “É um dia de união, no qual podemos mostrar nosso amor e fraternidade”, disse. Já o secretário de Obras ressaltou a importância dos restaurantes oferecerem comida de qualidade e garantir segurança alimentar. Letícia Rodrigues de Araújo, 24, é auxiliar de cozinha no Restaurante Comunitário de Ceilândia e não esconde a satisfação de ajudar a oferecer uma ceia de natal aos frequentadores. “Todos os dias eles comem bem, mas hoje é uma comida realmente diferente, natalina. E a data é sobre isso, não é? Aconchego, acolhimento.” *Com informações da SES-DF  

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Novo lote de licitação contempla 260 bancas em sete feiras permanentes

Novo lote de licitação de bancas de feiras permanentes foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal desta sexta-feira (15). São 260 unidades que não foram preenchidas em processos licitatórios recentes. Os interessados em trabalhar no segmento podem concorrer a bancas disponíveis nas feiras permanentes da Estrutural, Planaltina, Setor O, Guariroba, P Sul, estas três últimas em Ceilândia, e da 210 e da 202, ambas em Samambaia. As informações sobre as concorrências, como documentação necessária, declarações, localização das bancas, entre outras, estão disponíveis por feira no site da Secretaria de Governo (Segov), na aba “Licitações Segov”. A Feira Permanente do Setor O é uma das que têm boxes disponíveis na licitação | Fotos: Divulgação/Segov O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, destaca que as licitações serão realizadas até que todos os boxes estejam ocupados. “No momento em que nós estamos entregando a reforma de algumas feiras importantes, como é o caso da Feira Permanente do Núcleo Bandeirante, que ocorrerá neste sábado (16), e também até o final do ano das feiras do Setor O, do P Norte, do P Sul e da Guariroba, em Ceilândia, nós estamos também trabalhando no sentido de licitar todos os boxes vazios e em situação irregular para dar às feiras não só a condição física de estarem totalmente organizadas, mas sobretudo revigorar a capacidade comercial dessas feiras, que é o que mais importa. Enquanto tiver um boxe vazio, nós estaremos fazendo as licitações, nós queremos todas as feiras completas”, afirma. Pessoas físicas, desde que maiores de 18 anos, ou jurídicas podem participar das concorrências e a outorga da permissão de uso qualificada nas feiras permanentes tem prazo de validade de 15 anos, podendo ser prorrogada por igual período. Pessoas físicas, maiores de 18 anos, ou jurídicas podem participar das concorrências; a outorga da permissão de uso qualificada nas feiras permanentes tem prazo de validade de 15 anos, podendo ser prorrogada por igual período O participante da licitação não pode ser ocupante de cargo, emprego ou função pública da administração pública direta, indireta federal, estadual, distrital e municipal. Também não pode ter permissão, cessão, concessão ou autorização de uso de nenhuma área pública do Distrito Federal, onde seja desenvolvida atividade econômica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os interessados deverão entregar dois envelopes, simultaneamente — um contendo toda documentação necessária à habilitação no processo licitatório e outro com a proposta de preço — até o dia 15 de janeiro, à Comissão Permanente de Licitação de Feiras, na sede da administração regional da cidade onde a feira for localizada. É importante observar que os documentos exigidos no edital são obrigatórios e a não apresentação de qualquer um deles acarretará a desclassificação automática do procedimento. *Com informações da Segov

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Idosos recebem reforço da bivalente em 30 locais no fim de semana

Começou a aplicação da dose de reforço da vacina bivalente contra a covid-19 em idosos a partir dos 60 anos e em imunocomprometidos acima dos 12 anos. Por isso, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) vão atender neste sábado (9) e no domingo (10). Ao todo, serão 30 ações ao longo do fim de semana. A orientação é levar documento de identidade e, se disponível, a caderneta de imunização. Vale lembrar que, se necessário, uma pessoa poderá tomar mais de uma dose no dia, conforme o calendário de vacinação | Foto: Tony Winston/Agência Saúde No site da pasta estão disponíveis todos os locais de vacinação, com endereços e horários. Haverá imunização no Plano Piloto, Octogonal, Guará, Candangolândia, Sobradinho, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Estrutural, Ceilândia, Sol Nascente, Samambaia, Gama, Santa Maria, Itapoã, Planaltina e Sobradinho. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No sábado (9), 24 unidades básicas de saúde (UBSs) abrirão as portas à população. Além disso, haverá ações itinerantes no Terraço Shopping (Octogonal), condomínios Império dos Nobres (Sobradinho) e Vitória (Sol Nascente) e vacinação domiciliar em áreas de Samambaia. No domingo (10), o atendimento será no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 32, no Pôr do Sol. Ampliando o público Além do reforço bivalente, haverá aplicação de vacinas contra covid-19, gripe e outras doenças, como febre amarela, tétano, sarampo, pólio, entre outras. Há oferta de imunizantes a todas as faixas etárias, desde bebês até idosos. A orientação é levar documento de identidade e, se disponível, a caderneta de imunização. Se necessário, uma pessoa poderá tomar mais de uma dose no dia, conforme o calendário de vacinação. *Com informações da SES-DF

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Dez RAs receberão pesquisadores da Pdad-A em dezembro

Desde o início de novembro, os agentes de coleta estão visitando residências nas 35 regiões administrativas do Distrito Federal, incluindo Água Quente e Arapoanga, e dos doze municípios goianos vizinhos com o objetivo de entrevistar os habitantes da área metropolitana de Brasília para a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) 2023, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Na próxima semana, a coleta começa em Águas Claras, Guará, Jardim Botânico, Lago Sul, Lago Norte, Núcleo Bandeirante, Plano Piloto, SCIA/Estrutural, Sudoeste/Octogonal e Taguatinga, além dos municípios goianos Formosa e Padre Bernardo. Nesta semana, os agentes estão finalizando Ceilândia, Gama, Fercal, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Sobradinho, além de Águas Lindas, Luziânia, Novo Gama e Valparaíso, em Goiás. A Pdad-A busca mapear o perfil da população e a infraestrutura urbana e rural das regiões administrativas do DF e do Entorno | Foto: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília “Nesta semana, completamos um mês de coleta. A expectativa é de que ela seja finalizada por volta de março. A partir deste segundo mês se inicia a checagem para verificar a consistência das respostas, confirmando a visita dos agentes e buscando garantir a qualidade da coleta. Depois, se inicia o tratamento dos dados levantados e, em seguida, a divulgação dos resultados”, informa Jusçanio de Souza, coordenador de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do IPEDF. Em janeiro, a coleta segue no Plano Piloto e percorre Água Quente, Brazlândia, Itapoã, Paranoá, Park Way, Riacho Fundo, Sobradinho II, Varjão, Vicente Pires e a área rural do DF, além de Cidade Ocidental e Santo Antônio do Descoberto. Entre fevereiro e março, os agentes continuam em Vicente Pires e chegam a Arapoanga, Arniqueira, Candangolândia, Cruzeiro, Riacho Fundo II, SIA e Sol Nascente/Pôr do Sol, além de Alexânia, Cocalzinho, Cristalina e Planaltina. A pesquisa [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A Pdad-A é a atualização da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad), considerado o mais importante levantamento regional domiciliar. Nesta edição, a pesquisa foi ampliada para além da área urbana, abrangendo a zona rural do DF e os municípios de Goiás que integram o chamado Entorno, somando as localidades anteriormente abrangidas pela Pdad Rural e a Pesquisa Metropolitana por Amostra de Domicílios (Pmad). Realizada bianualmente, busca mapear o perfil da população e a infraestrutura urbana e rural das regiões administrativas do DF e dos municípios goianos que integram a área metropolitana de Brasília: Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Padre Bernardo, Planaltina de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás. *Com informações do IPEDF

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Sistema Sadefuzzy: inteligência artificial dá suporte à decisão clínica

As disfunções do trato urinário inferior (Dtui) são problemas associados ao armazenamento, retenção de urina ou esvaziamento da bexiga. A incontinência urinária, por exemplo, acomete mais de 200 milhões de pessoas no mundo. Em geral, esses pacientes apresentam baixos índices de qualidade de vida. Diante do cenário, que pede diagnóstico assertivo e precoce, a professora-adjunta de Gerenciamento do Cuidado em Saúde, da Universidade de Brasília (UnB), Anna Carolina Faleiros Martins, participou da 6ª Feira de Soluções para Saúde, nesta quarta-feira (29), e apresentou o Sadefuzzy. Trata-se de uma inteligência artificial que oferece suporte à decisão clínica, uma vez que apresenta o diagnóstico a partir dos sintomas. Anna Carolina Faleiros Martins: “A tecnologia pode evitar tratamentos desnecessários ou inadequados e, portanto, contribuir para a diminuição de custos na saúde” | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde-DF O software foi elaborado pela professora e por uma equipe de físicos, desenvolvedores de sistemas, médicos e enfermeiros no laboratório de urologia (Laburo) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com o financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A ideia surgiu da complexidade inerente ao diagnóstico urológico, que envolve muitas incertezas e etapas, como coleta de dados, exame clínico, avaliação urodinâmica e testes. Como surgiu? Em sua palestra, Martins detalhou o processo de desenvolvimento da ferramenta. Profissionais de referência e especialistas em urologia analisaram o grau de pertinência de 37 sintomas para 10 diagnósticos diferentes (definidos pela Sociedade Internacional de Continência) e designaram um valor a cada sinal. “O sistema foi configurado a partir das relações entre os sintomas e os diagnósticos associados. Dados de prontuários e estudos urodinâmicos de 100 pessoas [50 mulheres e 50 homens] com problemas no trato urinário inferior conseguiram aperfeiçoar o software”, explicou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo a professora, uma série de publicações científicas comprova a segurança de sistemas de apoio à decisão clínica baseados em inteligência artificial. “A tecnologia pode evitar tratamentos desnecessários ou inadequados e, portanto, contribuir para a diminuição de custos na saúde”, argumentou. “O Sadefuzzy é um sistema de apoio, que compõe a medicina baseada em evidências, contribui para que haja diagnósticos precoces e precisos, melhorando os cuidados com os pacientes”, afirmou. O software foi avaliado por consultores, a fim de qualificá-lo conforme padrões e normas técnicas. Verificou-se que o Sadefuzzy tem qualidade técnica satisfatória para ser empregado com segurança na prática clínica. “A tecnologia nunca irá substituir a assistência de um especialista, mas ela pode, sim, dar apoio. A decisão, contudo, será do profissional”, concluiu Martins. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Feira apresenta soluções inovadoras na área de saúde

Mais de 60 inovações estão cadastradas na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde. Pela primeira vez, entre os dias 27 e 28 de novembro, a capital federal sedia o evento, realizado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília, e patrocinado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). O objetivo é disseminar e incentivar possibilidades que auxiliem no enfrentamento de crises sanitárias apresentadas neste século. Entre as inovações, estão “Stella”, nome dado a um sistema nervoso artificial que auxilia na recuperação de pacientes que sofreram derrame, e ITB, solução online que monitora a situação de saúde das pessoas com tuberculose, minimizando o abandono de tratamento. Também constam aplicativos voltados à saúde da população LGBTQIAPN+ ou ao combate à dengue, drones que transportam amostras biológicas e plataforma de monitoramento da saúde que avalia dados biológicos captados pela câmera do celular. Arte: Divulgação/SES-DF Com o tema “Transformação Digital na Saúde”, a feira traz um portfólio de ideias já colocadas em prática ou em desenvolvimento que abordam temas como educação, ciência e tecnologia abertas, arboviroses, hanseníase, tuberculose, HIV/Aids, pesquisa clínica, judicialização da saúde, cuidado com a gestante e registro das ações dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). São projetos que visam, principalmente, fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), local e nacionalmente. Para a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, que presidirá o evento, trata-se de um espaço diverso, fundamental para avaliar o progresso dos serviços da rede pública. “Esta feira representa uma oportunidade real para identificar soluções tangíveis aos desafios contemporâneos que enfrentamos. Teremos a oportunidade de mostrar iniciativas na área da ciência que são realidade e poderão impactar positivamente aos cuidados de saúde no futuro”. [Olho texto=”A Hacktona SUS Digital vai instigar 20 equipes aprovadas a apresentarem soluções a crises sanitárias e seus efeitos diretos ou secundários, como na covid-19. São três dias de maratona e o prêmio é de uma bolsa de estímulo à pesquisa no valor de R$ 150 mil” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A programação da feira inclui oficinas, palestras, rodas de conversa, mesas de negociação, pôsteres, bem como estandes e outras apresentações. Esta sexta edição reúne especialistas e entusiastas da área de saúde, previamente cadastrados. O intuito é promover parcerias institucionais de ciência, tecnologia e inovação, impulsionando o desenvolvimento e a aplicação de soluções únicas no cenário do DF. O subsecretário de Planejamento em Saúde, Rodrigo Vidal, enxerga o evento como uma oportunidade de avançar na informatização dos serviços da rede. “A feira é muito importante para estabelecermos e pensarmos em uma cultura de transformação digital na SES-DF. Esses três dias serão de imersão, na qual o conhecimento será ampliado.” Hackatona Uma das ações que merecem destaque na feira é a chamada Hacktona SUS Digital, que irá instigar 20 equipes aprovadas a apresentarem soluções a crises sanitárias e seus efeitos diretos ou secundários, como na covid-19. São três dias de maratona e o prêmio é de uma bolsa de estímulo à pesquisa no valor de R$ 150 mil. Ao final, cada equipe deverá entregar um documento detalhando a ideia e sua viabilidade. As quatro propostas que obtiverem as melhores avaliações serão escolhidas. O resultado será divulgado em 29 de novembro, último dia da feira. Na etapa de incorporação da tecnologia, valores de até R$ 400 mil serão distribuídos entre os projetos qualificados e indicados pela SES-DF, de acordo com as atividades, nível de complexidade e necessidade de equipamentos. Espaço para todas as ideias [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A diversidade é uma das características da feira. Ao lado de soluções criadas por equipes já veteranas, aparecem, por exemplo, projetos idealizados por alunas da educação básica do Rio de Janeiro, que propuseram uma ferramenta de apoio a mulheres em situações de violência. Aos aplicativos somam-se ainda um observatório que disponibiliza indicadores de ciência, tecnologia e inovação em saúde; um repositório que arquiva, preserva e compartilha dados digitais para pesquisa; e uma plataforma que concentra experiências bem-sucedidas de unidades e trabalhadores do SUS de todo o país. Vindos de diferentes regiões do Brasil, entre os objetivos dos autores dos trabalhados estão: facilitar a comunicação com os usuários, ampliar o conhecimento da população sobre seu status de saúde, oferecer ferramentas seguras e acessíveis de teleatendimentos e automatizar processos digitais. A primeira Feira de Soluções para a Saúde foi realizada em 2017, na Bahia, com foco no enfrentamento do zika vírus. A partir dela, outras questões de importância sanitária foram tema do evento. Hoje, o evento conta com um público participante estimado em mais de oito mil pessoas. Serviço 6ª Feira de Soluções para a Saúde ? Data: 27, 28 e 29 de novembro ? Local: Millenium Convention Center (Clube da Ascade – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Conjunto 10, Lote 18, Asa Sul). *Com informações da Secretaria de Saúde

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Novembro Azul: 175 unidades da rede pública do DF reforçam serviços

Criada para promover o cuidado geral com a saúde masculina, indo além do câncer de próstata, a campanha Novembro Azul ressalta a importância da rede de 175 unidades básicas de saúde (UBS) para o atendimento à população masculina. Por meio do CEP de residência, é possível identificar qual é a UBS de referência e ter acesso a toda a carteira de serviços ofertada pela rede pública da Secretaria de Saúde (SES-DF). “Os homens frequentam mais as unidades básicas nesse período e temos a impressão de que, a cada ano, a participação deles nos eventos é maior”, conta a diretora regional de Atenção Primária à Saúde da Região Leste, Janaína de Oliveira, responsável pelas atividades das UBSs do Paranoá, Itapoã, Jardim Botânico, São Sebastião e Jardins Mangueiral. Além do atendimento diário, ações especiais foram organizadas – por todo o DF – para ampliar o acolhimento da população masculina. Entre as atividades estão palestras, recepções festivas (cafés e lanches), testagem e ações de acolhimento. Os horários das atividades dependem da unidade. Os homens representam apenas 34% da população presente nas consultas em UBSs | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF O desafio é enfrentar as resistências. “É um problema muitas vezes cultural. A mulher desde cedo é estimulada à prevenção. O homem tem dificuldade. Quando procura a assistência, é porque já está doente”, explica o diretor regional de Atenção Primária à Saúde da Região Oeste, Marcondes Mendes, à frente das UBSs de Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente. Por isso, uma das orientações para os profissionais é aproveitar todas as eventuais visitas desse público a uma UBS. O acompanhamento de um familiar ou a simples retirada de medicamento podem ser a oportunidade para uma abordagem. As equipes de Estratégia de Saúde da Família (eSF) também são instruídas a abordar a população masculina. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Parte das unidades básicas – como as UBS 3 e 7 de Ceilândia – fazem atendimentos de segunda a sexta-feira até as 22h, o que também é um estímulo aos cuidados com a saúde. “Aqueles que têm dificuldades de acesso, por causa do trabalho, podem procurar essas UBSs com atendimento noturno”, pontua o diretor. Minoria nos atendimentos Segundo dados da SES-DF, em 2023, os homens representam apenas 34% da população presente nas consultas de atenção primária, aquelas realizadas em UBSs. Esse índice inclui idosos, bebês e pacientes com doenças crônicas. Entre os homens de 20 a 59 anos, o índice cai para 28%, de acordo com dados do Ministério da Saúde para todo o país. Confira os locais com eventos especiais do Novembro Azul previstos até o fim do mês: Foto: Arquivo/ Agência Saúde 23 de novembro (quinta-feira) ? UBS 3 do Recanto das Emas ? UBS 4 do Recanto das Emas ? UBS 8 do Recanto das Emas ? UBS 5 de Ceilândia ? UBS 6 de Ceilândia ? UBS 7 de Ceilândia ? UBS 12 de Ceilândia ? UBS 13 de Ceilândia 24 de novembro (sexta-feira) ? UBS 3 de Taguatinga ? UBS 10 do Recanto das Emas ? UBS 11 do Recanto das Emas ? UBS 3 de Ceilândia ? UBS 10 de Ceilândia 25 de novembro (sábado) ? UBS 1 do Guará ? UBS 1 do Areal ? UBS 2 do Areal ? UBS 12 de Samambaia ? UBS 5 do Recanto das Emas ? UBS 10 do Recanto das Emas ? UBS 11 do Recanto das Emas 27 de novembro (segunda-feira) ? UBS 5 de Santa Maria 28 de novembro (terça-feira) ? UBS 1 do Cruzeiro ? UBS 1 de Vicente Pires ? UBS 1 de Samambaia ? UBS 11 de Samambaia ? UBS 16 de Ceilândia ? UBS 18 de Ceilândia 29 de novembro (quarta-feira) ? Terminal rodoviário do Núcleo Bandeirante ? UBS 2 de Taguatinga ? UBS 8 de Taguatinga ? UBS 2 de Samambaia ? UBS 3 de Samambaia ? UBS 6 de Samambaia ? UBS 7 de Samambaia ? UBS 8 de Samambaia ? UBS 10 de Samambaia ? UBS 4 de Santa Maria ? UBS 10 de Santa Maria Os endereços de cada unidade e horários de funcionamento podem ser consultados no InfoSaúde. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Grupo de dor crônica do HRSM cria rede de apoio a pacientes

No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma iniciativa muito aguardada se tornou realidade: o grupo de dor crônica. O espaço vai além do tratamento convencional, criando uma rede de apoio para pacientes que enfrentam diariamente desafios impostos por essa doença Em um contexto onde a dor crônica afeta aproximadamente 37% da população brasileira, cerca de 60 milhões de pessoas, conforme dados da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED), a linha de cuidados para pessoas com dores crônicas do HRSM se destaca como uma resposta inovadora. Grupo conta, entre outros profissionais, com psicólogos, fisioterapeutas, reumatologistas, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais | Fotos: Divulgação/ IgesDF O grupo funciona no ambulatório e é formado por aproximadamente 15 participantes que se encontram semanalmente. As manhãs de quinta-feira são marcadas pela conexão e pelo compartilhamento de experiências e de conhecimento. Com o intuito de aprimorar a qualidade de vida diante das limitações físicas e dos desafios cotidianos impostos pela dor crônica, a abordagem adotada busca explorar diferentes estratégias ao longo de aproximadamente 12 encontros. Essas estratégias variam desde psicoeducação até técnicas de mindfulness, (prática terapêutica de concentração máxima no presente) com a colaboração de uma equipe de especialistas de diferentes áreas. [Olho texto=”“O nosso objetivo é trabalhar estratégias de enfrentamento para a dor, para que eles possam recuperar a qualidade de vida e consigam seguir com essas condições”” assinatura=”Paola Palatucci, psicóloga” esquerda_direita_centro=”direita”] Psicólogos, fisioterapeutas, reumatologistas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, farmacêuticos e nutricionistas unem forças para proporcionar estratégias de enfrentamento e conscientização do papel dos pacientes em seu próprio tratamento. A psicóloga Paola Palatucci, especialista em dor crônica e uma das mentes por trás do projeto, explica: “O nosso objetivo é trabalhar estratégias de enfrentamento para a dor, para que eles possam recuperar a qualidade de vida e consigam seguir com essas condições”. Albertina Fernandes, de 53 anos, membro do grupo desde o início, mencionou que usava remédios controlados para dor por mais de uma década. Desde que ingressou no grupo, reduziu o uso de algumas medicações. Ela comentou: “Estou me sentindo bem melhor. O grupo tem sido de grande ajuda; durmo melhor e estou bem emocionalmente. Só tenho a agradecer”. Paula Palatucci reforçou: “Trabalhamos higiene do sono, dietas anti-inflamatórias, psicoeducação e utilizamos técnicas de mindfulness para fortalecer a atenção concentrada dos pacientes, visando sempre estratégias de enfrentamento”. [Olho texto=”Em todos os encontros, são realizados exercícios adaptados para trabalhar alongamento e analgesia” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O tratamento exige uma abordagem multidisciplinar na qual a fisioterapia também desempenha um papel significativo. Em todos os encontros, são realizados exercícios adaptados para trabalhar alongamento e analgesia. O programa incorpora, ainda, a auriculoterapia, uma técnica derivada da acupuntura que aplica pressão em pontos específicos da orelha para tratar vários tipos de dores. Essa prática terapêutica visa não apenas ao bem-estar físico, mas também ao equilíbrio emocional. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A fisioterapeuta Alessandra Sandro Meireles enfatiza a importância da abordagem integral da equipe, ressaltando o compromisso em proporcionar não apenas um alívio imediato, mas uma melhoria significativa na qualidade de vida dos pacientes: “Todas as estratégias são apresentadas para que possam ser aplicadas no dia a dia, permitindo que os pacientes tenham consciência de seu papel ativo na melhoria de seu quadro clínico”. Desde os 20 anos, Suely Pinheiro Barreira, 61, convive com o desafio da fibromialgia, uma condição dolorosa e persistente. “Esse grupo está sendo uma maravilha; tenho aprendido como lidar com a dor da fibromialgia, porque é uma dor crônica, uma dor que você acha que não vai conseguir suportar. Eu tenho aprendido muito com toda a equipe e me sinto acolhida. Para mim tem dado resultado, tenho parado até de tomar alguns medicamentos fortes”, relata *Com informações do IgesDF

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Rede pública do DF oferta cuidado integral para hipertensão

O cenário brasileiro em relação à hipertensão é mais crítico do que o da maioria das nações. É o que aponta o primeiro relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre os efeitos globais da doença. Enquanto, na média global, 33% dos adultos entre 30 e 79 anos são afetados pela enfermidade, estima-se que, no Brasil, o índice alcança 45%, isto é, 50,7 milhões de pessoas. Desse total, 62% foram o diagnosticados, mas apenas 33% estão com a pressão controlada. Na UBS 15 de Planaltina, pacientes hipertensos e diabéticos participam de reuniões quinzenais com a equipe multiprofissional de atendimento | Foto: Jonathan Cantarelle/Agência Saúde No Distrito Federal, todas as 175 unidades básicas de saúde (UBSs) contam com equipes de Saúde da Família (eSF) capazes de oferecer o diagnóstico e dar início ao tratamento. É o caso da UBS 15 de Planaltina, onde ocorrem as reuniões de pacientes do Hiperdia, sistema de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e diabéticos. Atendimento multiprofissional Os encontros quinzenais com a equipe multiprofissional acolhem, em média, 20 pessoas. Além de ações diretamente relacionadas ao controle e ao tratamento individual, são também oferecidas orientações acerca dos fatores gerais que impactam no alto nível de pressão arterial. Há cinco anos, Darlan da Costa, 41 anos, recebeu o diagnóstico positivo para diabetes e hipertensão. O acompanhamento feito em consultas e atividades coletivas na UBS 15 de Planaltina é integrado à retirada dos medicamentos na farmácia da própria unidade. “Vejo que isso ajuda não só a mim, mas também aos demais participantes do grupo”,  conta. “Nós, que somos diabéticos e hipertensos, precisamos mesmo ter maior atenção”. A doença [Olho texto=”“Muitas vezes, o primeiro sinal já é um infarto ou um acidente vascular cerebral” ” assinatura=”Edna Maria de Oliveira, referência técnica distrital em cardiologia da Secretaria de Saúde ” esquerda_direita_centro=”direita”] A pessoa é considerada hipertensa quando apresenta regularmente pressão arterial superior a 140 por 90 mmHg (14 por 9). Os sintomas costumam aparecer somente em estágios mais avançados ou quando a alteração ocorre abruptamente, mas sinalizam risco de várias outras doenças.  Por isso, lembra a médica Edna Maria de Oliveira, referência técnica distrital (RTD) colaboradora de cardiologia da Secretaria de Saúde do DF (SES), é importante fazer a aferição regularmente, ao menos duas vezes ao ano. “Muitas vezes, o primeiro sinal já é um infarto ou um AVC [acidente vascular cerebral]”, alerta.  Há cerca de um ano, as dores no peito e na cabeça e a dificuldade para dormir de Meri Cristina, 57, começaram a ser investigadas no Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão (Cedoh) da SES. O local é referência a pacientes de alto e muito alto risco residentes da Região Central de Saúde do DF – Asa Norte, Asa Sul, Varjão, Lago Norte, Lago Sul, Cruzeiro, Sudoeste, Octogonal e Vila Planalto. Com os riscos identificados pela equipe da UBS 3 da Asa Norte, na Vila Planalto, Meri foi encaminhada ao médico especialista. “Mantenho confiança no atendimento; a gente não pode desistir nunca”, afirma ela.  Os cuidados A pressão alta é um dos fatores de risco predominantes no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, que, por sua vez, são as principais causas de morte em todo o mundo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Embora a hipertensão não tenha cura, possui tratamento e pode ser controlada. O relatório da OMS indica que, se os níveis de tratamento projetados para o país forem alcançados, serão evitadas 365 mil mortes pela doença até 2040. Além dos medicamentos disponíveis, é importante adotar um estilo de vida saudável, com alimentação adequada, atividade física regular e alteração de hábitos relacionados ao fumo e à ingestão de álcool. “É preciso também se atentar a outros fatores de risco, como o diabetes e a obesidade”, pontua a cardiologista Edna Maria de Oliveira. Para encontrar a UBS de referência, basta digitar o CEP no portal InfoSaúde. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF 

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Prevenção ao câncer de mama é aliada à aula de forró

O incentivo aos cuidados com a saúde pode (e deve) ser divertido. É o que mostra a iniciativa do Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina, que, no Outubro Rosa, uniu o forró ao alerta de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A última aula deste mês – que ocorre sempre às quartas-feiras – foi temática. O Forró das Rosas reuniu idosos e encheu o salão com passos habilidosos. A dança fortalece o sistema muscular, melhora a flexibilidade, diminui dores e aumenta a autoestima, segundo o enfermeiro Edmundo Bezerra da Secretaria de Saúde | Fotos: Rafaella Felix/Agência Saúde-DF “Forró é terapia, trabalha corpo e mente. E, neste mês, é uma oportunidade de trazer a conscientização para combate ao câncer de mama”, ressalta o enfermeiro e facilitador de práticas integrativas Edmundo Bezerra. Quem participou aprovou a iniciativa. “Isso é um remédio. Não falto, pois dançar é comigo mesmo”, conta Zilda da Costa, 73 anos. A moradora do Vale do Amanhecer participa das aulas de forró como terapia desde 2018, após amigas indicarem a atividade. “As dores que sentia nas pernas e na coluna melhoraram 100%. Gosto muito de forró. Eu amo isso aqui”. Em alusão ao Outubro Rosa, o Cerpis organizou também outras atividades com foco na prevenção ao câncer de mama, como prática de medicina chinesa, indicação do uso de plantas, auriculoterapia e roda de conversa sobre autoestima. Além de muito forró, o evento teve apresentações artísticas da comunidade com cantos, contos e premiação aos participantes melhor caracterizados. Maria Áurea da Conceição, 70 anos, fez questão de usar vestido, unha e maquiagem no tom rosa para combinar com a atividade. “Aqui é animado, a gente sai um pouquinho melhor. Faz bem para a saúde”, avalia. O companheiro dela, Fidêncio Espíndola, 73 anos, participa há um ano das aulas: “Gosto de vir, aqui a gente faz amizade. Cansa, mas é bom”. Interessados podem participar da terapia com forró toda quarta-feira, às 16h, na tenda do Cerpis, localizada ao lado do Hospital Regional de Planaltina (HRPl). As aulas são gratuitas e não necessitam de agendamento. O casal Maria Áurea, de 70 anos, e Fidêncio Espíndola, 73 anos, participam da terapia há mais de um ano e destacam a animação e amizades que fizeram nas aulas Quem dança, os males espanta Com problemas na coluna e após o falecimento do filho, Raulde Rosa da Cruz, 60 anos, recebeu a indicação de um médico para participar da terapia. “Vim, me identifiquei e não parei mais. Gosto do forró e da assistência. Entro aqui e saio mais feliz.” Ela conta que, depois de iniciar a atividade, hoje não precisa mais de remédio para dormir. Segundo o enfermeiro Bezerra, a dança fortalece o sistema muscular, melhora a postura e a flexibilidade, diminui dores e ajuda a manter o bom ritmo cardíaco e a pressão arterial, além de aumentar a autoestima. No local, as aulas de forró como forma de terapia ocorrem desde 2017 e, atualmente, cerca de 40 pessoas participam toda semana. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “[As aulas de forró] Ajudam muito na saúde emocional, na interação. São formados vínculos afetivos entre os participantes e fortalece a proximidade com os servidores da Secretaria de Saúde [SES-DF]. Além disso, insere o paciente no cuidado com ele próprio”, destaca a técnica de enfermagem e facilitadora das práticas integrativas Rosane Natividade. Sobre o Cerpis Vinculado à SES-DF, o Cerpis de Planaltina funciona de segunda a sexta-feira e oferta ainda outras práticas integrativas. Por exemplo: yoga, técnica de redução de estresse, automassagem, artesanato, constelação familiar e práticas de medicina chinesa. Considerando todas as terapias, cerca de 800 pessoas são atendidas mensalmente no local. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2017-1085. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Interessados já podem negociar dívidas no Refis 2023

A partir desta quinta-feira (26), os interessados podem aderir ao Refis 2023, o novo Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal. O Decreto nº 45.110, assinado pelo governador Ibaneis Rocha, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), autorizou o início das renegociações, que deverão ser efetuadas até o dia 30 de novembro. Esta é mais uma oportunidade para pessoas físicas e jurídicas regularizarem os débitos cujos fatos geradores tenham ocorrido até 31 de dezembro de 2022. [Olho texto=”O pagamento pode ser efetuado de duas formas: à vista, com um desconto de 99% em juros e multas; ou parcelado, com um pagamento inicial de 10% e o restante dividido em até 120 parcelas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O governo visa, por meio desta iniciativa, regularizar a situação fiscal da população e dos empresários, ao mesmo tempo em que busca aumentar a arrecadação. A expectativa é arrecadar cerca de R$ 400 milhões com a adesão ao Refis até 30 de novembro. Segundo estimativas dos técnicos da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (Sefaz), mais de 150 mil pessoas físicas e 4,5 mil empresas estão aptas a aderir ao programa. Nesta edição, o pagamento pode ser efetuado de duas formas: à vista, com um desconto de 99% em juros e multas; ou parcelado, com um pagamento inicial de 10% e o restante dividido em até 120 parcelas. O governador Ibaneis Rocha destacou a importância do programa para a economia do Distrito Federal. “As limitações impostas pela pandemia trazem reflexos até hoje tanto para empresários quanto para cidadãos. Este novo Refis é mais uma oportunidade para que todos possam regularizar seus débitos. Para o GDF é um importante reforço de caixa para que possamos manter nossas ações e obras em dia”, afirmou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O programa abrange uma ampla variedade de débitos, que incluem Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS), Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis e Direitos a Eles Relativos (ITBI), Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis ou Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) e Taxa de Limpeza Pública (TLP). A adesão ao Refis-DF 2023 pode ser realizada pessoalmente nas unidades da Receita do DF ou pelo Portal de Serviços da Receita do Distrito Federal. *Com informações da Sefaz

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Anunciada a duplicação do trecho da BR-080 no Distrito Federal

O governador Ibaneis Rocha anunciou a duplicação da BR-080 em reunião com o ministro dos Transportes, Renan Filho, nesta terça-feira (25). A obra contempla trecho de 24 quilômetros, entre o entroncamento com a DF-001, em Taguatinga, e a divisa do DF com Goiás, próximo ao Povoado da Vendinha. A empresa responsável pela intervenção já foi contratada e o projeto já está pronto, restando apenas a aprovação do licenciamento ambiental. A medida beneficiará 80 mil motoristas diariamente. O alargamento da via faz parte do Plano de Governo 2023-2026 e foi incluída no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo governo federal em agosto deste ano. “Foi o único pedido que eu fiz para o presidente, a inclusão (da duplicação da BR-080) no PAC. E, graças a Deus, fomos atendidos pelo presidente Lula. E nós vamos agora iniciar essa obra”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. A a duplicação da BR-080 beneficiará 80 mil motoristas diariamente | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Nós estamos com quase tudo pronto, só aguardando o licenciamento ambiental, que sairá nos próximos dias para, este mês de novembro, darmos a ordem de serviço, o que vai ser muito importante para Brazlândia e para o desenvolvimento de todo o Distrito Federal”, salientou o ministro dos Transportes. “É uma parceria do Governo do Distrito Federal, o GDF, com o governo federal, por determinação do presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva), nós vamos trabalhar para fazer essa obra”. A BR-080 é a única saída do DF que ainda não é duplicada e já registrou diversos acidentes de trânsito. Por isso, a importância da obra como forma de garantir mais segurança para os motoristas e melhorar a ligação da área leste do DF com Goiás e demais estados da região, como Tocantins e Mato Grosso. Além disso, contribui com o desenvolvimento da região onde a agricultura tem grande relevância para a capital. Em 2022, o GDF executou 8,2 km de alargamento da BR-080, no trecho da DF-001 na saída da Estrutural e que dá acesso ao 26 de Setembro. Também participaram da reunião, realizada no Ministério dos Transportes, o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o deputado federal Rafael Prudente e o deputado distrital Iolando Almeida.

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DF terá 20 locais de vacinação neste sábado (21)

Sábado (21) é dia de vacinação no Distrito Federal. Haverá pontos de atendimento no Plano Piloto, Guará, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Estrutural, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Gama, Santa Maria, Itapoã, Sobradinho e Sobradinho II. A lista completa dos endereços e horários de atendimento está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Haverá pontos de atendimento no Plano Piloto, Guará, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Estrutural, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Gama, Santa Maria, Itapoã, Sobradinho e Sobradinho II | Foto: Tony Winston/ Agência Saúde-DF Além dos imunizantes contra gripe e covid-19, os locais também irão atualizar a caderneta de vacinação, com doses previstas conforme cada faixa etária. Recomenda-se levar documento de identificação e, se possível, os registros das vacinas já recebidas. Será possível ainda tomar mais de um imunizante no mesmo dia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em Brazlândia, uma equipe da SES-DF irá realizar mais uma edição do Carro da Vacina. O veículo vai percorrer ruas das quadras 1, 2 e 4 do Setor Sul, das 8h às 17h. A bordo estarão todos os imunizantes previstos no calendário de vacinação, com exceção da BCG. Não haverá imunização no domingo (22). Na segunda-feira (23), a rede de unidades básicas de saúde (UBSs) reabre com mais de 100 salas de vacinação disponíveis. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Programa promove alimentação saudável para servidores

Visando melhorar a qualidade de vida do servidor, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) instituiu o Programa de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável no Ambiente de Trabalho. De acordo com a iniciativa, coffee breaks, coquetéis, almoços e lanches de eventos promovidos pela secretaria deverão ofertar alimentos e refeições saudáveis, in natura, minimamente processados. O programa foi criado pela portaria nº 400/2023, que entra em vigor em 60 dias. A preferência será por frutas, castanhas, nozes, sementes e oleaginosas, leite e iogurte natural, sanduíches naturais sem molhos ultraprocessados, pães sem recheio, bolos preparados com frutas, tubérculos, cereais e/ou legumes, usando quantidades reduzidas de açúcar e gorduras, e ainda tapiocas, cuscuz, omeletes, entre outros itens. Os projetos e as atividades decorrentes do programa terão caráter permanente. Segundo texto da portaria, “as ações têm o objetivo de contribuir para a promoção da saúde dos servidores e demais trabalhadores, bem como dos indivíduos participantes de eventos e atividades promovidos pelo órgão ou entidade, contribuindo para a redução dos agravos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis [DCNTs] e dos seus fatores de risco modificáveis, especialmente sobrepeso, obesidade e alimentação inadequada”. [Olho texto=”“A portaria permitirá que os servidores reflitam sobre a composição dos lanches ofertados nos eventos e planejem opções mais saudáveis”” assinatura=”Carolina Gama, gerente de Nutrição da SES” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A portaria permitirá que os servidores reflitam sobre a composição dos lanches ofertados nos eventos e planejem opções mais saudáveis. Quando os eventos ocorrerem em serviços de saúde com envolvimento da população, poderão causar impacto na alimentação de toda a comunidade, contribuindo para a promoção da saúde”, avalia a gerente de Nutrição da SES, Carolina Gama. Escolhas saudáveis Coordenador do Comitê Central de Promoção à Saúde da SES, Douglas dos Santos Moreira destaca que a pasta definirá estratégias para a prevenção e o controle do sobrepeso e da obesidade dos trabalhadores, além de incentivar a criação de refeitórios equipados para armazenar alimentos trazidos pelos servidores da pasta.? “A portaria não restringe o consumo individual de alimentos pelos servidores em suas refeições ou em celebrações privadas, mas visa trazer um componente de educação para que as escolhas sejam mais adequadas e saudáveis, não apenas uma norma, mas uma escolha com um processo educativo”, explica. [Olho texto=”Os itens comercializados dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas também deverão se adequar à mudança” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] As doações recebidas e oferecidas pelo órgão também seguirão o critério de alimentação saudável. “A Secretaria de Saúde, como instituição, deve promover a alimentação saudável em seus espaços. Teremos ações de educação, promoção de espaços para que as pessoas possam se alimentar adequadamente”, acrescenta Moreira. A SES se espelhou em uma portaria do Ministério da Saúde, que já adotou a medida. Os itens comercializados dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas também deverão se adequar à mudança, que proíbe a comercialização de balas, pirulitos, chicletes, biscoitos recheados e doces industrializados em geral, bem como de refrigerantes. Estratégias previstas no programa: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] ? Acompanhamento da situação de saúde dos trabalhadores, com ênfase na abordagem alimentar e nutricional de forma integrada às demais ações de promoção e proteção à saúde; ? Definição de estratégias para prevenção e controle do sobrepeso e obesidade dos trabalhadores, com realização de atividades que estimulem o seu autocuidado; ? Fornecimento de alimentos e refeições saudáveis em todos os eventos (coffee breaks, coquetéis, almoços, brunchs etc.) realizados pela SES e pelas entidades vinculadas, dentro de suas dependências e em eventos externos; ? Proibição de venda direta, promoção, recebimento por doação, publicidade ou propaganda de alimentos ultraprocessados com quantidades excessivas de açúcar, gordura e sódio prontos para o consumo, dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas e em eventos externos sob coordenação delas; ? Realização de ações de educação alimentar e nutricional, de forma integrada, de modo a orientar as escolhas alimentares saudáveis; ? Incentivo à criação e manutenção de refeitórios equipados com mesas e cadeiras em número suficiente, bem como locais e equipamentos necessários para guarda temporária e preparo complementar de alimentos trazidos pelos servidores e trabalhadores, respeitada a disponibilidade física e orçamentária; ? Incentivo à criação de salas de apoio à amamentação, a fim de promover ambiente acolhedor e adequado à coleta e armazenamento do leite humano; ? Incentivo à realização de eventos que promovam a alimentação adequada e saudável, como feiras, exposições, seminários, entre outros que envolvam os servidores, funcionários, prestadores de serviço e a população usuária dos serviços de saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Rede pública oferece acolhimento e tratamento para câncer de mama

O câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres no Brasil atualmente. Entre janeiro e setembro de 2023 foram registrados 430 novos casos da doença na rede pública do Distrito Federal. No mesmo período, o sistema público da capital federal realizou 10.556 mamografias bilaterais para rastreamento e 1.411 mamografias comuns. Como forma de tratamento foram feitas 2.572 quimioterapias, 149 radioterapias e 131 mastectomias. A Unidade Básica de Saúde (UBS), que integra a atenção primária, é a porta de entrada para o diagnóstico da doença. É o popularmente chamado “postinho” que as pacientes devem procurar em casos dos primeiros indícios durante o autoexame, como o aparecimento de nódulos, alterações na pele da mama, secreções mamárias, dores nos seios ou assimetria mamária, e também para fazer o rastreamento recomendado a partir dos 50 anos ou em casos com histórico ou mutação genética na família. “A UBS é a porta de entrada preferencial. Ela tem toda essa estrutura para fazer a abordagem inicial e acompanhar ao longo do tempo essa paciente. Somos nós que pedimos os exames de rotina e, no caso da mulher com sintomas, encaminhamos para os demais exames. Com o resultado clínico, fazemos o encaminhamento por meio do sistema levando em consideração as prioridades das pacientes”, revela o médico da família da UBS 19 de São Sebastião, Rafael Alves Pinheiro. Além do primeiro acolhimento, cabe à UBS acompanhar a paciente ao longo e após o tratamento, coordenando o cuidado, solicitando exames, retirando pontos e direcionando para ações de práticas integrativas e grupos de apoio. “A UBS tem equipes multidisciplinares com psicólogo e nutricionista que também apoiam nessa parte”, completa. O médico Rafael Alves Pinheiro ressalta que a UBS “tem toda essa estrutura para fazer a abordagem inicial e acompanhar a paciente” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília A auxiliar de serviços gerais Valdice de Souza Roma, 59 anos, recebeu o diagnóstico de câncer de mama neste ano dentro da Unidade Básica de Saúde (UBS) 19 de São Sebastião. Com alguns sinais há algum tempo e aversão a atendimento médico, ela resolveu por conta própria fazer uma mamografia e uma tomografia após 10 anos sem realizar o exame de rastreamento. Com os resultados em mãos foi até a UBS que fica na rua em que ela mora para se consultar com o médico de família, que, prontamente, fez o encaminhamento da paciente para o Hospital da Asa Norte (Hran). Em menos de 15 dias, ela fez a biópsia e entrou para a fila de espera na lista vermelha. A cirurgia de retirada do tumor foi feita em meados de setembro. Tudo num processo bastante agilizado. “Cheguei aqui e o médico me consultou. Quando ele viu que eu já estava com câncer, me colocou na lista vermelha e eu já fui para os procedimentos”, conta. Em menos de 15 dias, a auxiliar de serviços gerais Valdice Roma fez a biópsia e entrou para a fila de espera na lista vermelha Valdice lembra que em pouco tempo recebeu a informação de que faria o procedimento. “Quando eu recebi a ligação, ainda falei que não podia porque estava trabalhando. Saí do serviço às 9h, peguei meus exames, cheguei lá às 12h e operei. Hoje, vejo que se eu não tivesse procurado, feito os exames e o médico me colocado na lista vermelha, eu poderia ter precisado de arrancar a mama completamente. Agradeço a Deus e aos médicos todos os dias”, diz se referindo à mastectomia, que retira toda a mama. Ela passou pelo procedimento que retira apenas parte do seio. Apesar da rapidez no processo na rede pública, Valdeci faz um alerta às mulheres em relação à prevenção. “Eu tinha feito a última mamografia em 2013. Talvez se eu tivesse feito antes, não estaria sem um pedaço do meu corpo. Aconselho a todas as mulheres que se cuidem. Sentiu uma dorzinha, surgiu um carocinho, vai ao médico. Não esqueçam de fazer a mamografia”, deu o recado. Artes: Agência Brasília Atenção especializada Assim como aconteceu com Valdice, o caminho trilhado pelas pacientes em idade de rastreamento e com suspeita de câncer de mama se inicia na UBS e, via regulação, segue para os exames nos hospitais e clínicas especializadas, bem como o tratamento, quando necessário. Em idade recomendada para o exame preventivo, a professora Iara de Lima e Silva, 61 anos, foi encaminhada pela UBS próxima a casa dela no Guará para fazer a mamografia periódica no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). A professora Iara de Lima e Silva apostou na prevenção ao procurar a UBS mesmo sem apresentar sintomas da doença “Eu vim através da regulação encaminhada pela UBS onde eu sou assistida. Acho que é um serviço primordial e que realmente funciona. Foi muito rápido, desde o momento em que eu estive na unidade até o dia de fazer o exame”, comenta. “Estou aqui realmente para me prevenir de uma doença tão cruel que acomete milhares de mulheres no nosso país e no mundo”, acrescenta. No caso da professora, durante o exame, nenhum indício de câncer foi identificado. Mas em uma situação contrária, ela seria encaminhada para a consulta com mastologista e depois com oncologista nos hospitais especializados da rede. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “A paciente [que tem um carcinoma identificado] logo que ela faz a mamografia vai levar ao mastologista que, geralmente, pede a biópsia. Com a confirmação, essa paciente tem que ser prontamente encaminhada para iniciar o tratamento”, explica a oncologista clínica do Hospital de Base, Mirian Cristina da Silva. O tratamento pode ser cirúrgico – com a retirada de parte ou total da mama – e, a depender do estágio do tumor e de algumas características, imuno-histoquímicas com quimioterapia e radioterapia. “As taxas de cura do câncer de mama são muito altas. Não é uma sentença de morte. Se a gente descobre no início, a gente cura essa paciente”, afirma a médica. A oncologista reforça a importância da prevenção: “A partir do momento que a mulher conhece o seu corpo, ela vai notar alguma coisa diferente e a partir disso vai procurar o clínico na sua UBS”.

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Câncer de mama raro em homens tem tratamento na rede pública do DF

A chegada do Outubro Rosa desperta o alerta em relação ao câncer de mama. Mas o cuidado não é exclusivo das mulheres. A doença também acomete homens. A incidência é rara na população masculina – corresponde a apenas 1% do total de casos da doença, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). No entanto, o que se observa é que os homens descobrem a doença em estágio mais avançado. A manifestação do câncer de mama nos homens é bastante similar à das mulheres, com o surgimento de nódulos palpáveis na mama ou na axila. Também são sintomas dor, alteração na pele, aumento unilateral do volume mamário e secreção sanguinolenta. [Olho texto=”“A única diferença entre homens e mulheres é porque, como há pouco tecido mamário nos homens, o tumor se infiltra mais profundamente, o que pode dificultar o diagnóstico”” assinatura=”Farid Buitrago, referência técnica distrital de mastologia da SES-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] Neste ano, a rede pública de saúde já diagnosticou quatro homens com a doença. No ano passado foram registrados três casos, enquanto em 2021 foram 12 homens com o diagnóstico de câncer de mama. “A única diferença entre homens e mulheres é porque como há pouco tecido mamário, nos homens, o tumor se infiltra mais profundamente, o que pode dificultar o diagnóstico. A falta de costume e de conhecimento dos homens é outro fator. O que vemos é que o câncer acaba sendo descoberto em estágios mais avançados”, destaca o referência técnica distrital (RTD) de mastologia da Secretaria de Saúde (SES-DF), Farid Buitrago. Diagnóstico e tratamento Neste ano, a rede pública de saúde diagnosticou quatro homens com câncer de mama. Em 2022 foram três casos, e em 2021, 12 | Foto: Divulgação A identificação da doença costuma ser feita a partir do autoexame da mama. Bastante conhecido pelas mulheres, o toque consiste na avaliação própria da região mamária em busca de caroços, secreções ou alterações na forma do mamilo. A análise é feita com um braço apoiado atrás da nuca. A mão livre é usada para apalpar a mama e a axila do lado do braço elevado. O toque deve ser feito nas duas mamas. É preciso observar se há nódulos na mama ou próximos ao mamilo ou à axila. Também se há liberação de líquidos pelos mamilos ou feridas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A rede pública do Distrito Federal está preparada para atender a casos raros de câncer de mama envolvendo homens. Ao notar qualquer nódulo ou alteração, o homem deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. No local, ele será encaminhado via regulação para a consulta de especialidade com o mastologista da rede pública. O diagnóstico é feito por mamografia e, se necessário, por biópsia para identificação do tipo do tumor. A depender do estágio do tumor, o tratamento envolve quimioterapia e radioterapia ou procedimento cirúrgico radical com a retirada completa da mama. Quanto mais cedo detectado, maiores são as chances de cura. “É importante reforçar que não é uma doença exclusiva das mulheres, qualquer homem pode ser acometido e costuma ser mais frequente em homens acima de 50 anos. Por isso, é preciso que eles estejam atentos ao autoexame, já que não há uma exigência de um exame de rastreamento para os homens, como as mulheres que fazem mamografia de rotina mesmo que não sintam nada”, reforça o médico.

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Merendeiras mostram criatividade com frutos e ingredientes do Cerrado

A merendeira Mar-Lucy Pereira do CEF Saúde de Planaltina, uma das participantes da segunda edição do concurso Sabor de Escola, promovido pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), surpreendeu a todos com sua receita. Ela preparou uma carne suína com um molho de maracujá com adicional de abacaxi, que encantou os paladares dos jurados. A candidata foi uma das selecionadas para representar a região de Planaltina na semifinal. A classificação de duas merendeiras da Regional de Ensino aconteceu na tarde desta sexta-feira (22). O concurso Sabor de Escola não apenas promove a criatividade culinária, mas também valoriza a cultura e os ingredientes regionais | Fotos: Divulgação/SEE-DF “Os frutos do Cerrado são de extrema importância na merenda dos alunos. Além de serem ricos em proteínas e vitaminas, nós conseguimos explorar o alimento que, às vezes, muitos desses estudantes não tem o privilégio de comer”, explica Mar-Lucy. Outra concorrente que também foi classificada para a semifinal da competição, Ana Paula Cardoso, não ficou para trás. Ela levou até os pratos dos jurados um rocambole de carne acompanhado do purê de mandioca, que, segundo a candidata, foi uma opção fundamental para conquistar a aprovação da plateia e também dos avaliadores. “É uma oportunidade incrível de mostrar nossa criatividade e também de valorizar os sabores da nossa região. O Cerrado tem uma riqueza de ingredientes que muitas vezes são subestimados, e eu quis mostrar que podemos fazer pratos deliciosos com eles”, destaca. Dois dias de competição O primeiro dia de competição da etapa de Planaltina foi na manhã da quinta-feira (21), e contou com a presença do secretário-executivo da Secretaria de Educação, Isaías Aparecido, que incentivou as participantes. “Vocês já são mais que vencedoras. Nossos profissionais merecem ser valorizados. Eles fazem isso com muito amor, dedicação, carinho e a Secretaria de Educação vem avançando todos os dias na qualidade e na preparação da alimentação escolar. São mais de 590 mil refeições servidas por dia”, afirma. A classificação de duas merendeiras da regional de ensino aconteceu na tarde desta sexta-feira (22) O Concurso Sabor de Escola não apenas promove a criatividade culinária, mas também valoriza a cultura e os ingredientes regionais. Durante os dois dias de competição, as 28 merendeiras que participaram da etapa de Planaltina, verdadeiras artistas da cozinha escolar, demonstraram como a alimentação nas escolas pode ser saborosa e nutritiva ao mesmo tempo. Uma das talentosas chefs de cozinha, Rosilane Batista, que conquistou o segundo lugar na primeira edição do concurso Sabor de Escola, relembrou como foi a experiência vivida no ano passado. Para ela, a competição não é apenas sobre ganhar, mas sobre celebrar a paixão pela culinária e servir refeições deliciosas às crianças da escola. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Apesar de não ter levado o título de campeã e nem me classificado para a próxima etapa desta vez, a oportunidade de participar já me fez sentir como uma vencedora. É muito importante a merenda escolar não apenas para nutrição, mas também como uma experiência saborosa que enriquece a vida dos alunos”, disse. Com sabores autênticos do Cerrado e abordagens inovadoras na mesa, as classificações do concurso Sabor de Escola continuam até o dia 26 de outubro nas próximas Regionais de Ensino que faltam receber a seletiva. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF)

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UBS 12 de Ceilândia atende 324 pacientes com força-tarefa em clínica médica

Em mais uma força-tarefa da Secretaria de Saúde (SES-DF), a Unidade Básica de Saúde (UBS) 12 de Ceilândia atendeu 324 pacientes na área de clínica médica. Durante todo o dia, servidores ficaram à disposição para dar assistência a crianças e adultos. A ação, realizada na terça-feira (19), contou com 10 profissionais da Diretoria Regional de Atenção Primária à Saúde (Diraps), da Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps), especialistas em saúde da família (ESF), médicos e enfermeiros. Na força-tarefa, os pacientes passaram por uma triagem, com aferição de pressão e de glicemia, e depois foram encaminhados às enfermeiras para a identificação do problema | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Supervisor da UBS 12 de Ceilândia, Wilsimar Souza Dias ressaltou a importância da ação junto à comunidade com o objetivo de dar celeridade aos atendimentos. “É uma região mais vulnerável. Estávamos com uma demanda reprimida de pacientes na lista de espera e agendados. A população precisa desse serviço e a SES-DF busca oferecer o melhor serviço possível.” Na força-tarefa, os pacientes passaram por uma triagem, com aferição de pressão e de glicemia, e depois foram encaminhados às enfermeiras para a identificação do problema. Segundo a médica da família e coordenadora da Atenção Primária do DF, Fabiana Fonseca, entre as principais queixas dos usuários estavam dores abdominais e sintomas gripais, além de doenças crônicas como pressão alta. “Vim com a equipe da Coaps e queremos ficar mais perto tanto dos profissionais que estão na ponta, na assistência, quanto da população. Isso é muito importante, porque conseguimos avaliar situações que podem ser ajustadas, trazendo melhorias à unidade”, explicou a coordenadora. Na força-tarefa, os pacientes passaram por uma triagem, com aferição de pressão e de glicemia, e depois foram encaminhados às enfermeiras para a identificação do problema Reforço Uma das mudanças já previstas para outubro, de acordo com o diretor substituto da Diraps Oeste, Aridan Fernandes de Almeida, é a chegada de mais uma equipe para reforçar os serviços da UBS 12 de Ceilândia. Esta é a região administrativa com maior procura pelos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). “A vinda desses profissionais irá auxiliar na organização de fluxos e no atendimento”, afirmou. A unidade apresenta também altas demandas de inserções no sistema de regulação e assistência para a troca de receitas, avaliação em clínica médica e exames de rotina. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A moradora de Ceilândia, Izabel de Deus Cesar, 65 anos, foi uma das pacientes contempladas pela ação e elogiou a iniciativa. “Fui bem recebida. O atendimento aqui é muito bom, humanizado, com profissionais educados. Eu tenho um aneurisma e passo muito mal com desmaios. Já saí com a receita e com os remédios”, relatou. Assim como Izabel, o ajudante de atacadista Antônio Carlos da Conceição, 45 anos, acompanhou a esposa e aproveitou a ocasião para também mostrar exames seus ao médico. Hipertenso, ele contou ter levado uma “chamada” do profissional por ter interrompido o tratamento. “Dei uma passadinha na triagem e a pressão não estava legal. O médico me deu uma ‘bronca’ e disse para eu tomar o remédio todos os dias. Além disso, me passou novos exames para ver colesterol e diabetes. O atendimento foi ótimo. Estou indo embora com tudo resolvido e já com data de retorno para outra consulta”, concluiu.

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Hospital de Base faz 63 anos como protagonista na saúde do DF

Em visita ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) para comemoração dos 63 anos do centro hospitalar, o governador Ibaneis Rocha destacou a força da principal unidade da rede pública do DF e a maior de todo o Centro-Oeste. O chefe do Executivo ainda comentou o processo contínuo de melhoria das instalações e do atendimento ao público. O Hospital de Base do Distrito Federal atende, diariamente, mais de 6 mil pacientes | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Tenho uma memória muito afetiva. Nasci e fui criado aqui, minha mãe era auxiliar de enfermagem, então eu tive a oportunidade de acompanhar desde os meus primeiros anos de vida o trabalho desse hospital. Agora, como governador, nós temos feito uma parceria com a Câmara Legislativa e a Câmara dos Deputados, disponibilizando recursos para a reforma dos andares. Isso já vem acontecendo, nós também vamos implementar sistema de rastreabilidade de medicamentos e usar a tecnologia em favor da saúde”, pontuou o governador. No fim de agosto, por exemplo, o GDF entregou as reformas na cozinha e no refeitório do Hospital de Base, intervenção feita sem interromper a produção diária que atende mais de 6 mil pacientes. Foram investidos R$ 675 mil para transformar o local, que estava há mais de 40 anos sem grandes intervenções estruturais. [Numeralha titulo_grande=”R$ 8 milhões” texto=”Investimento anunciado em agosto deste ano na compra de equipamentos para o Hospital de Base” esquerda_direita_centro=”direita”] O Base também recebeu R$ 8 milhões em equipamentos, o que permitiu a compra de 50 camas novas, equipamentos de duodenoscópio e videocolonoscópio, além de monitores, carrinhos de anestesia e ventiladores. Mudanças que, na visão do presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, permitem uma maior eficiência nos atendimentos. “Temos trocado nosso parque tecnológico para trazer mais eficiência e segurança para os pacientes, temos o nosso angiógrafo que vai favorecer nosso protocolo de AVC e dor torácica. Recebemos um tomógrafo que vai melhorar o atendimento no pronto-socorro e vamos trazer o projeto de rastreabilidade de medicamentos, que é uma meta internacional de saúde e teremos no Base”, detalha. Ainda segundo o presidente, o centro cirúrgico passará por reformas. No fim de agosto, o GDF entregou as reformas na cozinha e no refeitório do Hospital de Base Patrimônio da cidade A história do hospital se mistura com a de Brasília. Eles foram construídos simultaneamente, com a unidade médica abrindo as portas meses depois, em 12 de setembro de 1960, para, em pouco tempo, tornar-se o mais importante do DF. O Base foi idealizado pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek e projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. “O Base é um marco da saúde do DF. É onde está nossa alta complexidade no quesito transplante, oncologia, cardiovascular. Ele tem uma equipe pronta e qualificada, sendo também uma escola, um ambiente de salvar vidas e formar profissionais”, pontua a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A unidade é o maior centro hospitalar público do Centro-Oeste, com 64.696,67 m² de área construída, é modelo na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de alta complexidade em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia. Ao longo de 2022, o Base fez mais de 579 mil atendimentos, sendo 103.847 mil atendimentos de urgência na atenção especializada, 9.726 procedimentos cirúrgicos, 47.264 quimioterapias, entre outros.

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Cirurgias eletivas: segunda fase de força-tarefa chega a 57% em dois meses

Trabalhar. É esse o principal desejo da Simone Gomes, de 40 anos. Desde 2019, quando ainda morava em Águas Lindas (GO), lutava contra as dores causadas por pedras na vesícula, um incômodo que tornava quase impossível a rotina de faxineira. “Eu não podia pegar algo pesado que já começava a dor”, conta. Iniciativa da Secretaria de  Saúde em contratar hospitais da rede complementar para reduzir as filas de espera por cirurgias eletivas já beneficiou cerca das 2.900 pessoas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF Ela é uma das cerca das 2.900 pessoas beneficiadas pela iniciativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) de contratar hospitais da rede complementar para reduzir as filas de espera por cirurgias eletivas – boa parte formada durante os períodos mais críticos da pandemia de covid-19. Em outubro de 2022, foram assinados os primeiros contratos que permitiram a realização de 2.384 cirurgias, entre hérnias e remoções de úteros e vesículas. A segunda fase da força-tarefa foi iniciada no fim de maio deste ano para 849 procedimentos, dos quais 57%, ou seja, 482 foram realizados até 9 de agosto. Simone Gomes lutava contra as dores causadas por pedras na vesícula, um incômodo que tornava quase impossível a rotina de faxineira | Foto: Humberto Leite/Agência Saúde-DF “Isso foi possível porque fizemos um treinamento com as instituições credenciadas e tornamos mais rápido as autorizações para os procedimentos”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. O pedreiro Jaílson Oliveira Silva, de 49 anos, aguardava desde 2019 por uma cirurgia necessária por conta de uma hérnia inguinal. “Quando chegou a pandemia, já sabia que não ia acontecer”, relembra. Morador de Luziânia (GO), ele passou a fazer o acompanhamento em unidades de saúde do DF e, em junho, foi encaminhado para um centro cirúrgico da rede complementar. Jaílson Oliveira aguardava desde 2019 por uma cirurgia necessária por conta de uma hérnia inguinal | Foto: Arquivo pessoal Com a oferta elevada do número de cirurgias, o tempo de espera reduziu. Funcionário de uma pousada em Brazlândia, Eldinho Marques, de 40 anos, entrou na lista de espera em 11 de maio e foi encaminhado para o procedimento em 1º de julho. “Foi mais rápido do que eu imaginava.” As primeiras consultas e os exames prévios foram realizados no Hospital Regional de Brazlândia (HRBz). Eldinho Marques entrou na lista de espera em 11 de maio e foi encaminhado para o procedimento em 1º de julho | Foto: Arquivo pessoal Além de diminuir as listas de espera pelas cirurgias, a iniciativa reduz a procura por atendimentos nas emergência. Essa é a percepção de Rita Vanessa Moura, de 43 anos. As pedras na vesícula atrapalhavam o dia a dia de trabalho em uma farmácia e, às vezes, a dor beirava o insuportável. “Quando eu tinha crises muito fortes, não conseguia fazer nada. Já fui ao Hospital de Ceilândia quatro vezes com dores”, afirma. Com a cirurgia, ela espera parar de tomar medicações e voltar a comer com mais tranquilidade. A porta de entrada para o acesso ao serviço permanece sendo as unidades básicas de saúde (UBSs), como fez a professora Lívia de Andrade, de 42 anos. Ela procurou a UBS 2 de Taguatinga, na Praça do Bicalho, por causa de fortes cólicas. “Eu nunca pensei que poderia ser uma hérnia”, diz. Diagnosticada, ela foi encaminhada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde passou por exames preparatórios para a cirurgia corretiva. Rita Vanessa tinha pedras na vesícula que atrapalhavam o dia a dia de trabalho em uma farmácia e, às vezes, a dor beirava o insuportável | Foto: Humberto Leite/Agência Saúde-DF Nos contratos estão previstas consultas antes e após as cirurgias, atendimento pré-anestésico, disponibilização de equipamentos, insumos e curativos pós-operatórios e biópsias, além de internação pós-operatória por 48 horas. As empresas passam ainda por avaliação técnica, administrativa e jurídica. Expansão A SES-DF prepara agora novos editais de credenciamento para a realização de 7 mil cirurgias, com prazo de 12 meses, a fim de beneficiar pacientes de oftalmologia, otorrinolaringologia, urologia, varizes, coloproctologia e cirurgia de cabeça e pescoço. Nestes casos, a redução na fila de espera é estimada em 90%. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O investimento total será de R$ 25,3 milhões, com recursos do Governo do Distrito Federal (GDF), de emendas parlamentares e do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, do governo federal. A expectativa é realizar até 25 mil cirurgias eletivas por meio de editais de credenciamento. RecadastraSUS-DF A melhora na dinâmica de realização das cirurgias também é resultado das iniciativas de recadastramento dos usuários. Pelo telefone 160 ou pessoalmente em uma UBS é possível atualizar os dados de contato para facilitar o chamamento. É preciso ter em mãos o comprovante de residência ou, caso não tenha, poderá apresentar uma declaração escrita à mão informando o endereço de moradia; CPF ou cartão do Sistema Único de Saúde (SUS); e documento de identidade (RG) ou certidão de nascimento. Também são coletadas informações sobre os dados pessoais e sociodemográficos, assim como sobre a situação de moradia e de saúde. *Com informações da SES-DF

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Servidores do GDF serão capacitados para multivacinação no Distrito Federal

Para aumentar ainda mais a cobertura vacinal no DF, servidores da Secretaria de Saúde (SES-DF) responsáveis pela imunização se reúnem até o dia 18 deste mês  na Oficina de Capacitação em Microplanejamento para Ações de Multivacinação no Distrito Federal. O objetivo é aprofundar as estratégias de vacinação, seguindo a metodologia introduzida pelo Ministério da Saúde (MS) e respaldada pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) buscam aprimorar estratégias de imunização para aumentar cobertura vacinal | Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF Desde o início deste ano, a SES-DF já aplicou 1,5 milhão de doses de vacinas. Desse total, 703 mil foram contra a gripe e outras 700 mil em combate à covid-19, além de outros imunizantes previstos no calendário vacinal. As coberturas vacinais, contudo, ainda estão abaixo do esperado. No caso da gripe,  59,4% das crianças de 6 meses a 5 anos não foram imunizadas ainda. Entre os idosos, cerca da metade, 45,7%, também não procurou essa proteção. No caso dos professores, mais de 21% não foram se vacinar. Para a gerente da Rede de Frio da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, a metodologia proposta pelo MS oferece uma forma estruturada de aprimorar o que já está em andamento. “Esse método é importante para sistematizar as ações que estamos fazendo. O resultado é mais eficácia e eficiência em nossos processos diários”, afirma. [Olho texto=”“Há regiões, por exemplo, em que a vacina deve ser levada à casa da pessoa. Com esse curso, vamos avaliar esses perfis tão distintos para fazer ações mais personalizadas”” assinatura=”Fabiana Soares, coordenadora da Coaps” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Organizada pela Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps) e pela Gerência de Rede de Frio (GRF), a capacitação é voltada tanto aos gestores quanto aos servidores da Atenção Primária à Saúde e enfermeiros das salas de vacina. A partir da próxima semana, o curso será levado a todas as regiões de Saúde da rede. As peculiaridades de cada região também serão consideradas. A coordenadora da Coaps, Fabiana Soares, reforça que é essencial entender que as comunidades possuem especificidades e vulnerabilidades diferentes. “Há regiões, por exemplo, em que a vacina deve ser levada à casa da pessoa. Com esse curso, vamos avaliar esses perfis tão distintos para fazer ações mais personalizadas”, explica. Planejamento em pauta O processo de microplanejamento desempenha um papel fundamental na execução adequada e segura de todas as fases de uma campanha de vacinação, conforme ressalta o enfermeiro Fernando dos Santos, atuante na região Sudoeste – Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Águas Claras e Vicente Pires. Ele participou da oficina realizada nesta quinta-feira (10) e enfatiza: “Agora, tenho ferramentas aprimoradas para descentralizar as atividades de imunização, do âmbito local para o central”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Integrando também o grupo, a diretora de Atenção Primária na região Oeste de Saúde, Sandra Araújo, diz que a capacitação é uma oportunidade excepcional para explorar práticas que deram certo. “Queremos atingir maior eficácia no planejamento da cobertura vacinal. Nossa preocupação é contínua, pois atendemos uma região que demanda atenção especial, temos busca ativa e saímos com o carro da vacina. É importante para os gestores estarem próximos ao cerne da campanha de vacinação”, compartilha. A região Oeste abrange residentes de Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. A oficina será ministrada por servidores da GRF, da Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar (Gevitha), Coaps e também representantes dos núcleos de vigilância epidemiológica e imunização (NVEPIs) de cada região de saúde. *Com informações da SES-DF

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Técnicas inovadoras de combate reduzem casos de dengue no DF

A prevenção à proliferação e o combate ao mosquito Aedes aegypti caminham de forma integrada nas ações do Governo do Distrito Federal (GDF), essenciais para evitar a proliferação de dengue, zika e chikungunya. Segundo o Boletim Epidemiológico nº 30, publicado em 28 de julho, os casos prováveis de dengue em residentes do DF continuam em queda. A diminuição é de 61,9% em relação aos sete primeiros meses do ano passado. Também não houve registro de mortes. Em 2022, no mesmo período, foram 13 óbitos. “Temos feito um trabalho conjunto com outros órgãos do GDF, como Corpo de Bombeiros, administrações regionais e DF Legal [Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística], para combater o mosquito”, revela o diretor da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Jadir Filho. Ações de combate à dengue envolvem vários órgãos do Governo do Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília Entre as técnicas usadas estão o controle químico com inseticida, o uso de armadilhas para monitorar e controlar o mosquito, as inspeções feitas pelos agentes de vigilância rotineiramente às residências e imóveis nas regiões administrativas e o trabalho educativo para conscientizar a população. Além disso, o GDF implementou o método Wolbachia nas estratégias de combate ao Aedes aegypti. A técnica consiste na liberação de mosquitos contaminados com bactérias Wolbachia, micro-organismo que reduz o potencial para a transmissão das doenças. Assim, com o tempo, é esperado que a população de mosquitos incapazes de transmitir dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana seja maior que a dos potencialmente transmissores. Apesar de o mosquito ter a multiplicação no período chuvoso – normalmente entre os meses de outubro a maio -, o serviço de prevenção permanece o ano inteiro. “Já seria uma época confortável por conta da sazonalidade da doença, até considerando o começo do ano, que são os meses mais críticos, quando conseguimos ter redução em relação ao ano passado, só que o mosquito vai se adaptando ao ambiente. Mesmo com as condições desfavoráveis da seca, ele consegue se reproduzir. Por isso é importante pensarmos estrategicamente”, acrescenta Filho. Apesar de o mosquito ter a multiplicação no período chuvoso, o serviço de prevenção permanece o ano inteiro | Fotos Tony Oliveira/ Agência Brasília Segundo o diretor da Vigilância Ambiental, durante esse período, o foco é o manejo ambiental, com a retirada de entulhos e inservíveis de terrenos baldios e a vistoria de residências e comércios. “Continuamos esse trabalho para que seja mais efetivo o controle quando for iniciado o período de chuvas. Tudo isso auxilia a diminuir possíveis internações e óbitos pela doença. É uma atuação muito importante para não sobrecarregar toda a rede de saúde do DF”, defende Jadir Filho. Doenças [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti a partir da picada da fêmea. Os principais sintomas são febre alta (acima de 38ºC), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Mas também há casos assintomáticos. A forma mais grave inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. O mosquito também é o transmissor de mais três enfermidades: chikungunya, zika e febre amarela. No caso da chikungunya, o paciente infectado com a arbovirose apresenta febre alta, dor muscular e nas articulações, dor de cabeça e erupção na pele. A zika tem como principal sintoma a erupção na pele seguida de coceira, febre baixa, olhos vermelhos, dor nas articulações, nos músculos e na cabeça. As manifestações de febre amarela são febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça e muscular, náuseas e vômitos.  

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DF participa de estudo sobre eficácia da vacina de gripe no país

Para analisar a relação entre o número de internações e a cobertura vacinal em combate à gripe (influenza), a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), junto ao Ministério da Saúde (MS), realiza pesquisa em 12 unidades da Federação, entre eles o Distrito Federal. Esta é a primeira vez que o DF participa da pesquisa que avalia a relação entre o número de internações e a cobertura vacinal em combate à gripe | Foto: Tony Winston/Agência Saúde Na capital, a investigação foi coordenada pela Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar (Gevitha) da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). Nessa primeira etapa, foram selecionados 94 pacientes recém-internados com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) – um agravamento da síndrome gripal que, além dos sintomas típicos, pode incluir dispneia ou desconforto respiratório, piora nas condições clínicas de doença de base e hipotensão em relação à pressão arterial habitual. “Todo esse processo possibilita obter subsídios para decidir se há necessidade ou não de ampliar a campanha de vacinação para a influenza, além de permitir avaliar a efetividade da vacina na nossa realidade, ou seja, no cenário do DF”, explica a gerente da Gevitha, Renata Brandão. [Olho texto=”“Os resultados sugeriram uma redução de 40% a 50% das hospitalizações associadas à influenza em crianças de 6 meses a 5 anos e em idosos de 60 anos ou mais, dependendo do tipo/subtipo predominante durante a estação”” assinatura=”Renata Brandão, gerente da Gevitha” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O projeto, chamado Revelac I, consiste em uma rede oficial de países que expressam o interesse em gerar evidências para programas de vacinação e mensurar a eficácia da imunização contra o vírus influenza. Para esta fase, foram incluídas crianças de seis meses a cinco anos de idade e idosos de 60 anos ou mais, internados e diagnosticados com a SRAG, entre maio e junho de 2023. Cada paciente (ou seus responsáveis) precisou enviar o comprovante vacinal, com o devido sigilo e sem cobrança de qualquer valor. A previsão é de que a segunda etapa ocorra em setembro deste ano. Para Brandão, o projeto traz evidências sobre a eficácia da vacina contra a influenza sazonal em cenários do mundo real, dando a possibilidade de avaliação dos resultados por região. “O Brasil apresenta um volume de dados representativo e de suma importância para estimar essa efetividade.” Vacina que funciona Esta é a primeira vez que o DF participa da pesquisa. O projeto, contudo, é realizado anualmente desde 2012, com a utilização de dados de outros países latino-americanos e estados brasileiros. Dados de análises anteriores (2013 a 2017) comprovaram a eficácia da vacina contra a influenza na redução de internações relacionadas à gripe. “Os resultados sugeriram uma redução de 40% a 50% das hospitalizações associadas à influenza em crianças de 6 meses a 5 anos e em idosos de 60 anos ou mais, dependendo do tipo/subtipo predominante durante a estação, segundo o MS”, explica a gerente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A vacinação contra a influenza faz parte do Programa Nacional de Imunização (PNI), instaurado em 1973. De acordo com dados do MS, durante o ano no qual a dose é recebida, o imunizante contra a influenza minimiza a carga e previne o surgimento de complicações decorrentes da doença, reduzindo os sintomas nos grupos prioritários e a sobrecarga dos serviços de saúde. Mais de 700 mil pessoas imunizadas Neste ano, a SES-DF tem atuado de forma diversificada para que a cobertura vacinal, tanto contra a covid-19 quanto contra a influenza, alcance o maior número de pessoas possível. Com recorrentes campanhas e forças-tarefas em espaços de grande circulação, a pasta busca facilitar o acesso à imunização. Entre 31 de março e 10 de julho, mais de 700 mil doses de vacina da gripe foram aplicadas. No grupo prioritário de idosos, a cobertura vacinal alcançou mais de 50% da público-alvo (54,3%). *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Escolas recebem 3,6 mil doses de vacinas em fase inicial de ação

Ação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) em parceria com a pasta de Educação já aplicou 3.663 doses de vacinas na fase inicial da iniciativa que leva a imunização para estudantes e comunidade local dentro das unidades escolares. Desse total, 1.732 doses foram contra a influenza e 928 aplicadas contra a covid-19. Outras 1.003 referem-se a vacinas de rotina do calendário de vacinação. Em Santa Maria, profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 já estão integrados à campanha. Em ações no Centro de Ensino Fundamental 209 (CEF 209) e no Centro de Ensino Médio 404 (CEM 404) da região administrativa, as equipes da saúde aplicaram 159 doses de imunizantes contra covid-19 e gripe. Secretaria de Saúde aplicou mais de 1,3 milhão de vacinas este ano | Fotos: Agência Saúde/ Divulgação “Quando fazemos essas ações extramuros, mostramos que a saúde está além de um prédio de uma UBS ou hospital. Essas atividades têm resultado, estamos tendo êxito”, avalia a gerente da UBS 1 de Santa Maria, Joelma Batista. Outras ações já estão previstas nas escolas da região. A expectativa é que esse reforço, em parceria entre as secretarias, ocorra ao menos até setembro. “Já fazemos esse tipo de vacinação na atenção primária dentro do calendário. A Vacina nas Escolas é um movimento para reforçar as ações nesse período. Após o recesso escolar, vamos otimizar, com o objetivo de ir em todas as escolas”, explica a coordenadora da Atenção Primária à Saúde, Fabiana Fonseca. Para otimizar as ações, a vacinação nas escolas ocorre em dias úteis e também pode englobar servidores, pais e responsáveis, além dos alunos. Além das unidades de saúde Além das mais de 130 salas de vacinação da rede, a população pode se imunizar em escolas, estações de metrô, shoppings, feiras e órgãos públicos Para ampliar a cobertura vacinal em todo o DF, a SES-DF reforça as chamadas ações extramuros, que são prestações de serviço fora dos limites físicos das unidades de saúde. Assim, além das mais de 130 salas de vacinação da rede, a população pode se imunizar em diferentes locais, como escolas, estações de metrô, shoppings, feiras e órgãos públicos. [Olho texto=”“Precisamos retomar a conscientização de que se vacinar deve ser uma rotina, não é para casos excepcionais”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] “O nosso objetivo é estar cada vez mais perto da população. Não podemos perder nosso potencial de ter uma ampla cobertura. Precisamos retomar a conscientização de que se vacinar deve ser uma rotina, não é para casos excepcionais”, defende a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. As ações nas escolas foram articuladas em reunião da gestora com a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que reforçou a importância da imunização para diminuir faltas escolares: “Esse trabalho em parceria com a Saúde é muito importante. Uma maior cobertura vacinal dos imunizantes do calendário nacional de vacinação ajuda a elevar o número de crianças e adolescentes em salas de aula, uma vez que previne doenças e diminui o absenteísmo escolar.” ?Cobertura [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Dados da SES-DF apontam que os índices de vacinação entre adolescentes, de 12 a 17 anos, estão abaixo do esperado para a imunização contra a covid-19, principalmente para as doses de reforço. No caso das crianças, na faixa etária de 5 a 11 anos, os números mostram que pouco mais de 8% tomaram a dose de reforço e cerca de 43% não buscaram a segunda dose. No total, neste ano, as equipes da pasta já aplicaram mais de 1,3 milhão de doses, envolvendo tanto as vacinas previstas no calendário de rotina quanto as campanhas contra a covid-19 e a influenza. Vacinação contra a gripe Neste ano, a SES-DF antecipou a campanha de vacinação contra a gripe (vírus influenza) para o público infantil, de seis meses até 5 anos. O motivo foi o surto de doenças respiratórias. A vacinação evita os casos graves da doença, principalmente nas crianças menores de dois anos, grupo mais vulnerável. Para aumentar a imunização nessa faixa etária, a pasta disponibilizou também doses da vacina em creches públicas da capital. *Com informações da Secretaria de Saúde

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População e órgãos do GDF têm canal direto para solução de demandas

Para facilitar a comunicação entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o cidadão, foi criada, pelas mãos do governador Ibaneis Rocha, uma secretaria exclusiva em promover uma escuta ativa e humanizada dos moradores das diversas comunidades do DF. [Olho texto=”“O trabalho que desenvolvemos é importante para gerar proximidade, solucionar algo que a pessoa, às vezes, não sabia nem como resolver. Nosso papel é abrir caminhos. A gente dá esse direcionamento, ajudamos e acompanhamos”” assinatura=”Claryssa Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac) foi instituída em 2019 e é responsável por acolher as demandas da população e ir em busca de respostas junto aos órgãos. De janeiro a junho deste ano, foram 864 atendimentos realizados. A pasta recebe solicitações de qualquer natureza, mas as principais são com relação a saúde, educação e moradia. “A comunidade nos procura com alguma demanda, a gente cadastra no SEI (Sistema Eletrônico de Informações) e encaminhamos para a pasta indicada pedindo um retorno com as informações necessárias”, explicou a secretária de Atendimento à Comunidade, Claryssa Roriz. Após o retorno do respectivo órgão, a equipe da Seac entra em contato com o solicitante para repassar as respostas e orientações. Além disso, a secretaria recebe sugestões que possam ser relevantes para promover melhorias na comunidade onde mora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O trabalho que desenvolvemos é importante para gerar proximidade, solucionar algo que a pessoa, às vezes, não sabia nem como resolver. Nosso papel é abrir caminhos. A gente dá esse direcionamento, ajudamos e acompanhamos”, esclareceu. Para registrar uma solicitação, o cidadão tem quatro formas para contatar a secretaria: presencialmente na secretaria, localizada no Anexo Palácio do Buriti, Sala 104; via WhatsApp (61) 98199-0312); por ligação telefônica: 61 3312-9985; ou e-mail: atendimento@seac.df.gov.br.

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DF terá vacinação para humanos e pets neste sábado

Sábado (8) é dia de vacinar toda a família, incluindo os pets. Para os humanos, serão 18 locais de atendimento, com vacinas contra covid-19, gripe e outras doenças, atendendo desde bebês a partir dos seis meses até idosos, sem esquecer dos adultos, adolescentes e crianças. A lista completa dos locais, com horários de funcionamento e endereços, está disponível no site da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Neste sábado (8), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal disponibilizará 18 locais de atendimento com vacinas para humanos e 45 pontos de vacinação para cães e gatos | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF No caso dos pets, a campanha antirrábica prossegue neste sábado com 45 locais de atendimento, sendo exclusiva para cães e gatos. A orientação é levar todos os animais com mais de três meses, inclusive as fêmeas prenhas ou que estejam amamentando. Também é importante usar coleira, focinheira ou caixa de transporte. Confira o local mais perto de sua casa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No domingo (9), não haverá vacinação nem para humanos nem para animais. Porém, de segunda a sexta-feira, a SES-DF conta com locais de vacinação para atendimento. A lista completa está disponível aqui. *Com informações da SES-DF

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UBS 1 de Vicente Pires ampliará número de consultórios

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Vicente Pires terá o espaço ampliado. A reforma, iniciada em abril, cria dez novas salas e inclui a pintura do prédio. A medida ampliará o atendimento no local, que ainda receberá três equipes de saúde da família (eSF) completas. “Com os novos consultórios e profissionais, conseguimos aumentar o número de atendimentos da região”, pontua a gerente da unidade, Tatiana Fonseca Rocha Vicente. Com as melhorias, a estimativa é aumentar a capacidade em 20%, totalizando uma média de 600 atendimentos diários. Com os novos consultórios, mais 600 atendimentos poderão ser feitos diariamente na UBS 1 de Vicente Pires | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde A ampliação também contribui para desafogar o Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Antes do incremento de equipes, parte do atendimento era encaminhada para vagas disponibilizadas no ambulatório do HRT e para uma das policlínicas da região administrativa. “O mais importante hoje é ter espaço e profissionais suficientes para atender toda a população de Vicente Pires. As equipes são organizadas de forma que cada uma é responsável por um local determinado e regulamos apenas as áreas específicas”, completa a supervisora da UBS, Márcia da Rocha Marques. Os atendimentos não foram interrompidos durante a reforma, uma vez que os novos consultórios estão organizados em outro andar do prédio. Serviços [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Atualmente, a UBS 1 de Vicente Pires conta com 11 equipes de saúde da família completas, com médico, enfermeiro, dois técnicos de enfermagem e quatro agentes comunitários. São 35 salas em quatro andares, incluindo o espaço em que as equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) desenvolvem práticas integrativas com a população. Nos serviços de atenção primária há atendimentos médicos, de enfermagem, nutrição, psicologia e odontologia, procedimentos e vacinação. A unidade ainda tem parceria com instituições educacionais, promovendo atendimentos de ginecologia, psiquiatria e pediatria. Nessa iniciativa, as equipes têm suas próprias agendas e são sempre supervisionadas por um profissional da área. Assim, a população é beneficiada pela proximidade dos atendimentos. *Com informações da Secretaria de Saúde

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DF terá 20 pontos de vacinação neste sábado (24)

A população do Distrito Federal contará com 20 locais para se vacinar neste sábado (24). Haverá atendimento para bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos, com imunizantes contra gripe, covid-19 e outras doenças, conforme o calendário de vacinação.  A Estação Central de Metrô de Ceilândia é um dos locais onde as pessoas poderão se vacinar no sábado | Foto: Divulgação/Agência Saúde A estratégia de vacinação extramuros será realizada em quatro locais: a Administração Regional de Sobradinho, a Estação de Metrô Ceilândia Centro, a unidade de Vicente Pires do supermercado Tatico e a Igreja Batista Boas Novas, em Ceilândia. Dezesseis unidades básicas de saúde também abrirão no sábado para vacinação. Somente em maio e junho, mais de cem mil doses foram aplicadas no DF por meio das ações itinerantes e atendimento aos fins de semana. Desde o início do ano, já são mais de 1,3 milhão de doses aplicadas, incluindo tanto as vacinas previstas no calendário de rotina quanto as aplicadas durante as campanhas contra covid-19 e influenza. Campanha aberta [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste ano, somente contra a covid-19, somam-se cerca de 600 mil aplicações. De acordo com o Boletim Semanal de Vacinação de Covid-19 da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), deste total, cerca de 455 mil doses são da bivalente contra a covid-19. Contra a influenza, o Informativo Epidemiológico 8 da SES aponta que foram aplicadas 572.302 doses na capital. Atualmente, a campanha de imunização, tanto contra a covid-19 quanto contra a gripe (influenza), está aberta para todas as pessoas com pelo menos seis meses de idade. A lista dos locais de imunização é atualizada diariamente, inclusive com os locais e horários de atendimento nos fins de semana. Confira os endereços dos pontos de vacinação. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Feiras do Guará e Central de Ceilândia terão vacinação neste sábado

Locais de grande circulação de pessoas, a Feira do Guará, o Taguatinga Shopping e a Feira Central de Ceilândia terão pontos de vacinação neste sábado (17). Haverá atendimento para bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. As equipes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) estarão também em outros 16 locais. A lista completa está disponível no site da secretaria, na seção pontos de vacinação. Para se imunizar, basta levar o documento de identidade e o cartão de vacinação. A imunização contra a gripe é para todas as pessoas com pelo menos seis meses de vida. A partir dessa idade, também já é possível se proteger contra a covid-19. Quem tem mais de 18 anos e já tomou pelo menos duas doses de vacinas contra o coronavírus poderá receber a bivalente, respeitado o intervalo de quatro meses entre as aplicações. Em 23 locais também haverá a oferta dos imunizantes do calendário regular de vacinação, conforme a faixa etária, com doses contra febre amarela, tétano, hepatite, entre outras. “A nossa feira é um grande ponto de encontro não só dos moradores da cidade, mas de todo o Distrito Federal”, avalia o presidente da Feira do Guará, Cristiano Jales. “Será ainda uma ótima oportunidade de ampliar ainda mais o movimento, o que é excelente para os comerciantes.” O administrador do Guará, Artur Nogueira, reforça: “É determinação do governador Ibaneis Rocha esse esforço de todo o governo para cuidar das pessoas.” A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, lembra que o foco da ação é aumentar a cobertura vacinal: “Estamos presentes em vários espaços do DF com nossas ações externas. Também temos feito uma busca ativa de toda a população. Não podemos permitir que nenhuma doença imunoprevenível volte a ocupar o nosso território”. Cobertura vacinal contra a covid-19 A SES já aplicou mais de 7,6 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 no DF | Fotos: Tony Winston/ Agência Saúde Desde o início da campanha no DF, em janeiro de 2021, a SES já aplicou mais de 7,6 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo mais de 435 mil da versão bivalente. Cerca de 81,6% da população acima dos seis meses de idade recebeu pelo menos a primeira dose e 78,3% completaram o esquema básico de duas doses. A distribuição por faixas etárias, porém, é desigual: acima dos 12 anos de idade, pelo menos 80% receberam duas doses de vacinas contra a covid-19. Porém, o índice cai para 54,5% em crianças entre 5 e 11 anos; 14,7% para 3 e 4 anos; e 7% para os bebês de seis meses a 2 anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No caso da dose de reforço, disponível para todos acima de 11 anos de idade, praticamente metade da população (49,2%) não procurou a vacinação até o momento. Mais uma vez, há diferença de coberturas nas faixas etárias: acima dos 80 anos, a dose de reforço foi aplicada em mais de 84% da população. Entre as crianças de 5 a 11 anos, a cobertura da dose de reforço está em 8,2%. No caso da vacina bivalente, a procura até o momento é de 49,1% para as pessoas com 80 anos ou mais e vai se reduzindo conforme as faixas etárias, chegando a 7% da população de 18 e 19 anos. O boletim semanal com os dados de vacinação pode ser acessado no site da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Força-tarefa A SES se prepara para, em parceria com a Secretaria de Educação, vacinar em escolas do DF Neste ano, a SES-DF tem reforçado as campanhas para ampliar a cobertura vacinal em Brasília. Além das 100 salas de imunização disponíveis, por meio de ações externas recentes e parcerias com órgãos públicos, apenas em 2023 foram mais de 1,3 milhão de doses aplicadas. A soma envolve tanto as vacinas previstas no calendário de rotina quanto os imunizantes contra a covid-19 e a gripe (influenza). O próximo passo será a atuação junto à Secretaria de Educação do DF para levar a vacinação a 698 escolas. Vacinação contra gripe De 31 de março a 2 de junho foram aplicadas 572.302 doses da vacina contra gripe no DF, sendo 96,4% na rede pública. Os dados estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde, na seção Influenza (gripe). *Com informações da SES

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De janeiro a abril, Maternidade do HRSM fez 1.222 testes do pezinho

O Dia Nacional do Teste do Pezinho, celebrado nesta terça-feira (6), visa conscientizar a população sobre a importância e a obrigatoriedade do exame para todos os recém-nascidos. Ao longo de 2022, a Maternidade do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) registrou 3.225 exames e, de janeiro a abril deste ano, foram 1.222. Segundo Marília de Moraes Cunha, enfermeira da Maternidade da unidade hospitalar, com o teste do pezinho é possível diagnosticar precocemente doenças graves do metabolismo. “Como hipotireoidismo congênito, a fenilcetonúria e as hemoglobinopatias. Doenças essas que não apresentam sintomas no nascimento e, se não forem diagnosticadas e tratadas cedo, podem causar sérios danos à saúde, inclusive retardo mental grave e irreversível”, explica. Dia Nacional do Teste do Pezinho: conscientizar a família é fundamental | Fotos: Alexandra Lucas/IgesDF A realização do teste do pezinho é fundamental para todos os recém-nascidos, porque permite identificar bebês com alta probabilidade de apresentar doenças metabólicas, genéticas ou infecciosas que podem causar sérios danos à saúde e sequelas por toda a vida. “É um exame obrigatório para todos os recém-nascidos no território nacional”, ressalta a gerente da Maternidade do HRSM, Ivonete Rodrigues. O Bloco Materno Infantil do HRSM é composto por uma equipe capacitada e qualificada na realização do exame em todos os setores em que o bebê se encontra internado nos primeiros dias de vida. A conscientização da família quanto a realização do exame é imprescindível na detecção precoce de doenças, evitando, assim, sequelas graves e até irreversíveis. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em relação ao teste, a coleta de sangue para o exame ocorre, geralmente, em até 48 horas de vida do recém-nascido, podendo ser feito até o quinto dia de vida. No HRSM, o teste é realizado próximo das 48h de vida do recém-nascido. “E nos bebês prematuros ou com peso menor que 2.500 gramas, são feitas três coletas do exame, com 48h, com 7 dias e 28 dias de vida”, detalha Marília. Para a recepcionista Alexia Leyene Ribeiro de Lucena, 21 anos, se atentar à saúde da filha e estar com as vacinas e os exames em dia é primordial. “Acho importante ter as vacinas atualizadas; previne várias doenças e ajuda a criar anticorpos, evitando possíveis doenças”, destaca. Técnica de enfermagem do HRSM, Taluana Oliveira Savi diz: “80% da demanda é do Entorno” O medo ou receio acaba tomando conta de muitos pais que vão levar os filhos para fazer o teste do pezinho. Um dos papéis dos enfermeiros e técnicos em enfermagem do HRSM é explicar a importância do exame com o objetivo de sanar todas as dúvidas e até aliviar as angústias dos familiares. “80% da demanda é do Entorno. Se o bebê estiver no hospital até o 7º dia de vida, coletamos a amostra, caso contrário, se tiver recebido alta, são direcionados a qualquer posto do DF”, explica Taluana Oliveira Savi, técnica de enfermagem do HRSM. *Com informações do IgesDF

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Mobilização no Buriti aplica 640 doses de vacina contra covid e influenza

A busca ativa por não vacinados contra a covid-19 e a influenza (gripe) chegou ao Palácio do Buriti nesta terça-feira (6) e se estende até amanhã (7). O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibilizou este ponto extra de imunização, no edifício Anexo, aplicando 640  doses apenas neste primeiro dia, sendo 283 de covid e 357 de influenza. Servidores e público em geral interessados podem comparecer portando cartão de vacina ou apenas documento de identidade. Em ponto de imunização no Anexo do Buriti, servidores e público em geral podem se vacinar contra a covid-19 e a influenza até esta quarta (7) | Foto: Gabrielli Oliveira/Seplad A ação acontece antes do feriadão como comemoração adiantada do Dia Nacional de Imunização, celebrado em 9 de junho. Os servidores que trabalham na região e a população que passar pelo local terão mais uma oportunidade nesta quarta (7), das 9h às 16h, para se vacinar contra as duas doenças. Assessora especial da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovações (Secti), Patrícia Moutinho foi até a tenda de imunização com colegas de equipe e se vacinou contra as duas doenças. “Aproveitamos o horário próximo ao almoço para descermos e tomarmos as vacinas, porque ficou pertinho. Nem sempre a gente tem tempo de ir ao posto de saúde nos horários de atendimento, então a iniciativa foi muito boa”. E incentivou: “Vamos gostar se puderem trazer mais vezes, tanto para outras vacinas quanto para doação de sangue, por exemplo”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O cuidado com a imunização para evitar o aparecimento de doenças foi o que levou o agente de gestão fazendária da Secretaria de Fazenda José Roberto Brandão a se vacinar no Anexo do Buriti. “É muito importante a prevenção, temos que nos antecipar à possibilidade de adoecermos. Eu pratico corrida e busco ter uma alimentação saudável, e a vacinação faz parte de cuidar da saúde como um todo, para nos mantermos ativos na rotina”, explica. A iniciativa é fruto da parceria entre a Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (Subsaúde) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (Seplad), a Secretaria de Saúde (SES) e o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF). *Com informações da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração

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Aberta vacinação para público e servidores no Buriti

Arte: Divulgação/Seplad O Governo do Distrito Federal (GDF) vai disponibilizar mais um ponto extra de imunização contra a influenza (gripe) e a covid-19. Nesta terça (6) e na quarta (7), de 9h às 16h, na Praça do Anexo do Buriti, haverá vacinação contra as duas doenças. A iniciativa é fruto da parceria entre Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SubSaúde) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (Seplad), Secretaria de Saúde (SES) e Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF). A iniciativa antecipa a comemoração do Dia Nacional de Imunização, instituído no dia 9 de junho. “Contamos com a participação maciça de todos os servidores. A vacina veio até vocês! Vamos aproveitar e colocar a vacina no braço”, encoraja o secretário de Planejamento, Ney Ferraz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, explica que o GDF está em busca da população não vacinada. “A procura nos postos de saúde caiu um pouco, e por isso estamos investindo na aplicação de vacinas extramuros”, explica. Ela elogia a parceria das pastas no fortalecimento da saúde dos servidores. “É uma iniciativa excelente para que o DF avance no número de vacinados.” Para a diretora-presidente do Inas, Ana Paula Cardoso, a vacinação neste momento é ainda mais importante, principalmente em função do trânsito de pessoas por conta do feriado de Corpus Christi. “Manter o cartão de vacinação em dia é uma prática que precisa voltar a ser rotina, principalmente nesta época do ano em que a circulação das cepas aumenta com a circulação de pessoas entre os estados”, alerta a gestora. *Com informações da Seplad

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Carro da Vacina já aplicou mais de 13 mil doses contra covid

Atualizar a caderneta vacinal e se proteger contra os vírus da influenza e da covid-19 está cada vez mais fácil. Com o objetivo de facilitar o acesso à saúde, o Governo do Distrito Federal (GDF) instituiu o Carro da Vacina. O projeto foi criado em janeiro de 2022, e até o último sábado (27/5) já aplicou 26.767 doses, sendo 13.016 de vacina contra a covid-19. Somente neste ano, foram 832 imunizantes aplicados, entre esses, 581 contra o coronavírus. Equipes da Secretaria de Saúde vão facilitar o acesso à vacinação para a população de Ceilândia, neste sábado (3) | Foto: Arquivo Agência Brasília O Carro da Vacina percorre as regiões do DF todo sábado, das 9h às 17h. Neste sábado (3), os moradores de Ceilândia poderão se vacinar na porta de casa. Nesta edição, as equipes da Secretaria de Saúde (SES) estarão em três pontos: no estacionamento da Drogaria Messias, no Setor O; e em frente aos atacadistas Dia a Dia da BR-070 e de Ceilândia Centro. “A população nos ajuda muito sugerindo quais locais poderiam receber o Carro da Vacina. Os próprios técnicos também podem auxiliar na escolha das regiões administrativas”, afirmou a diretora de Atenção Primária da Região de Saúde Oeste, Sandra França. O cronograma dos finais de semana é divulgado no site da SES.

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Novo fitoterápico produzido pela Farmácia Viva trata dor de garganta

Com eficácia atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a tintura de alecrim-pimenta (Lippia sidoides) é o mais novo fitoterápico produzido pelo Núcleo de Farmácia Viva da Secretaria de Saúde (SES). Destinado ao combate de dores de garganta no âmbito da Atenção Primária à Saúde e com ação antisséptica, o medicamento já está disponível em 17 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A produção da tintura foi iniciada em outubro passado e até maio de 2023 somava 2.049 frascos, de 30 ml cada. Todas as etapas – cultivo, preparo, embalagem e distribuição – são feitas pelo Núcleo de Farmácia Viva. Por mês, a capacidade de produção é de 300 a 400 unidades. Farmacêutico e chefe da unidade de Riacho Fundo II da Farmácia Viva, Nilton Netto desenvolveu a técnica por aqui. Ele explica os desafios de ambientação da planta medicinal, nativa da caatinga do semiárido nordestino. “Ela não se adapta a qualquer região. Somos um dos poucos projetos no Brasil que têm essa planta dentro do escopo de espécies”, afirma. O processo foi iniciado no Cerrado há 30 anos e leva, em média, três anos até a planta estar pronta para a colheita. Chefe da Farmácia Viva de Riacho Fundo II, Nilton Netto desenvolveu a técnica para produção da tintura de alecrim-pimenta no DF| Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde Produção Retirado por meio das folhas do alecrim-pimenta, o principal componente ativo do fitoterápico é o timol, de alto poder contra fungos e bactérias. Depois da triagem para selecionar as melhores folhas e da higienização, o material vai para uma estufa, aparelho com circulação de ar a 45ºC, para desidratação. “Em seguida, é pulverizado em um equipamento que transforma a folha em pó. No laboratório, passa, ainda, por uma máquina chamada percolador com etanol, substância que extrai os princípios ativos. Por fim, gera a tintura final com odor exatamente igual ao da planta, porque os componentes químicos são preservados”, detalha o farmacêutico. De uso tópico, o medicamento deve ser utilizado diluído em água para gargarejo e bochecho e é recomendado apenas para uso adulto, acima de 18 anos. “O fitoterápico é uma opção terapêutica. Cabe ao profissional optar para que o paciente conheça e saiba que é possível receber o produto no Sistema Único de Saúde (SUS)”, acrescenta. Entre os benefícios, na comparação com remédios sintéticos, há o custo e a tecnologia mais simples de desenvolvimento. O fitoterápico já está disponível em 17 UBSs do DF. A medicação é recomendada para uso adulto e diluída em água para gargarejo e bochecho A Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi criada pelo Decreto 5.813/2006. De acordo com diretrizes do Ministério da Saúde, são considerados medicamentos fitoterápicos os obtidos com emprego exclusivo de matérias-primas ativas vegetais cuja segurança e eficácia sejam baseadas em evidências clínicas e que sejam caracterizados pela constância de sua qualidade. Controle de qualidade A tintura de alecrim-pimenta produzida pela Farmácia Viva é submetida a controle de qualidade em colaboração com o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). No local, o fitoterápico passa pela avaliação técnica da equipe para emissão de laudos de certificação. “Em 2021, a Anvisa publicou um documento com várias formulações fitoterápicas preconizadas para uso em farmácias vivas ou privadas, entre elas a tintura de alecrim-pimenta. Esse uso oficial é preconizado por essa indicação da Anvisa”, destaca Nilton Netto. Hortos medicinais A SES possui quatro hortos medicinais em toda a rede com o objetivo de cultivar plantas medicinais que serão utilizadas em tratamentos de saúde, visando agregar fitoterápicos para complementar o tratamento de usuários da Rede Pública. Eles funcionam na Unidade Básica de Saúde 1 do Lago Norte, na Casa de Parto, em São Sebastião, na Farmácia Viva do Riacho Fundo I e na Farmácia Viva do Centro de Referência em Práticas Integrativas (Cerpis), em Planaltina. Atualmente, 14 fitoterápicos são ofertados na rede do DF. O alecrim-pimenta inclusive é preparado, há 21 anos, também como gel fitoterápico para uso tópico como antisséptico. Há ainda, entre outros, xarope, tintura e chá medicinal de guaco (Mikania laevigata); tintura de boldo nacional (Plectranthus barbatus); tintura de funcho (Foeniculum vulgare); gel de erva baleeira (Cordia verbenacea); gel de confrei (Symphytum officinale); e gel de babosa (Aloe vera). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os fitoterápicos podem ser retirados gratuitamente mediante apresentação de prescrição, em duas vias, e documento pessoal nas farmácias das UBSs. A distribuição da tintura de alecrim-pimenta ocorre de forma escalonada às regiões de Saúde para que as equipes locais sejam capacitadas. Recentemente, UBSs de Taguatinga, Recanto das Emas e Samambaia receberam o medicamento. Unidades na Candangolândia, no Guará, no Lúcio Costa, no Riacho Fundo, Riacho Fundo II e no Núcleo Bandeirante também já possuem o medicamento. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Dia D quer mobilizar população para evitar emergências hospitalares

A vacinação ampla de pessoas de todas as faixas etárias é a estratégia mais eficaz para evitar ondas de doenças respiratórias capazes de levar crianças às emergências hospitalares, afastar adultos do trabalho e até causar óbitos entre idosos e pessoas de saúde mais frágil. É o que apontam os especialistas responsáveis pelas áreas de infectologia e pediatria da Secretaria de Saúde (SES). Todos são unânimes: a população precisa aderir ao Dia D de vacinação, marcado para este sábado (27), com mais de 70 locais de atendimento em todo o Distrito Federal. Haverá oferta de imunizantes contra covid-19, gripe e outras doenças. [Olho texto=”“A vacina é um ato de amor e de cuidado. Vacine o seu filho”” assinatura=”Julliana Tenorio, referência técnica distrital em pediatria” esquerda_direita_centro=”esquerda”] De acordo com o infectologista David Urbaez, referência técnica distrital na área, é preciso reforçar a importância da imunização em adolescentes e adultos, públicos que muitas vezes deixam de lado o hábito de se proteger contra as doenças. “Quando a vacinação foi incorporada à nossa cultura, o foco eram as crianças. Então, é comum relacionar a vacina com a população pediátrica. Mas, ao longo dos anos, o conceito evoluiu e passou a incluir todos os grupos de idade”, explica o médico. Segundo ele, priorizar as crianças e os idosos, de fato, evita os casos mais graves e eventuais óbitos. Porém, sem a adesão de todas as faixas etárias, não é criada uma efetiva barreira contra os vírus. A apresentação das carteiras de vacinação é importante para que os profissionais de saúde avaliem e indiquem a necessidade, conforme a faixa etária | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF População precisa aderir Os números da vacinação no DF mostram a importância de ampliar a adesão. No caso da covid-19, cerca de 84% das pessoas acima dos 80 anos tomaram pelo menos uma dose de reforço. Abaixo de 39 anos, o índice cai para 51,6%. Especificamente entre os adolescentes de 12 a 17 anos, somente 32,1% voltaram para reforçar a proteção. Hoje, todas as pessoas com mais de 12 anos podem receber pelo menos uma dose de reforço. Já a Pfizer Bivalente é indicada para quem tem 18 anos ou mais. Entre as crianças, os índices de vacinação também estão abaixo do esperado. Aproximadamente 29% da população do Distrito Federal com idades entre 5 a 11 anos não receberam sequer a primeira dose da vacina contra a covid-19. No caso da gripe, a campanha de 2023 atende crianças de seis meses a cinco anos, desde 31 de março, e até o momento cerca de 27,4% receberam a proteção. O público-alvo já foi ampliado para todas as pessoas com mais de seis meses, incluindo crianças das demais faixas etárias. Os pontos de atendimento no Dia D de vacinação contarão com esse imunizante. De acordo com especialistas, priorizar as crianças e os idosos evita os casos mais graves e eventuais óbitos. Porém, sem a adesão de todas as faixas etárias, não é criada uma efetiva barreira contra os vírus | Foto: Humberto Leite/Agência Saúde-DF Referência técnica distrital em pediatria, Julliana Tenorio é enfática sobre a relevância de levar as crianças a um dos locais de imunização. “A vacina é um ato de amor e de cuidado. Vacine o seu filho”, afirma. A médica acrescenta que a proteção é a melhor forma de evitar casos graves e óbitos, além de ser importante para a proteção coletiva. Ela lembra que nos primeiros meses de 2023, o DF enfrentou aumento no número de casos de doenças respiratórias entre crianças e que iniciativas como o Dia D de vacinação existem para evitar ondas semelhantes no futuro. A vacina contra a gripe aplicada neste ano é do tipo trivalente, pois protege contra três vírus diferentes: A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09, A/Darwin/9/2021 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria, tendo sido desenvolvida a partir das cepas em circulação no Brasil). Após a imunização, em duas a três semanas passam a ser detectados anticorpos contra a doença. A duração varia de seis a 12 meses, dependendo do indivíduo, fato que justifica a vacinação ocorrer anualmente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Multivacinação Lotada no Hospital Regional de Sobradinho, a infectologista Clarisse Lisboa conhece bem a diferença que o Dia D de vacinação pode fazer. “O inverno está chegando, as pessoas ficam mais aglomeradas, a gente precisa se proteger”, lembra a servidora da SES. Ela destaca que é possível receber a vacina contra a gripe e a covid-19 no mesmo dia, sem que isso represente risco ou leve a efeitos adversos graves. “Pode acontecer de ter dor no braço. Algumas pessoas mais sensíveis podem ter fadiga e mal-estar”, acrescenta. Além desses imunizantes, em vários locais de vacinação neste sábado (27), também estarão disponíveis outras doses necessárias para proteger contra diversas doenças, como febre amarela, tétano e hepatite etc. Profissionais de saúde estarão prontos para avaliar as carteiras de vacinação e indicar a necessidade, conforme a faixa etária. Também é preciso levar um documento de identificação. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Ônibus do Hemocentro chega ao Riacho Fundo II

Nesta quinta-feira (25), o ônibus do Hemocentro estacionou no Riacho Fundo II. Assim, os moradores da região contam com a unidade móvel para doar sangue mais perto de casa, sem precisar se deslocar até o Plano Piloto. O ônibus está na administração regional e vai prestar atendimentos até as 16h. Os estoques de A-, O- e O+ estão críticos no DF. A previsão é que, nos próximos dias, o ônibus do Hemocentro esteja em Ceilândia e Águas Claras | Fotos: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília “A gente tem preferência por cidades mais distantes para que a doação seja viável para todos. Queremos estar mais perto do doador e também incentivar pessoas que nunca doaram a se cadastrarem e se tornarem doadores”, explicou o diretor-presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto. Diretor-presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto destaca que a preferência é levar o ônibus a cidades mais distantes para que a doação seja viável para todos: “Queremos estar mais perto do doador e também incentivar pessoas que nunca doaram a se cadastrarem e se tornarem doadores” Cleando Teixeira Rodrigues, 34 anos, mora no Riacho Fundo II e aproveitou a oportunidade para doar sangue. “Essa já é a sétima doação que faço. Eu moro aqui do lado e achei muito prático poder doar sem precisar me deslocar muito”, defendeu. “O atendimento foi muito bom e rápido. Os enfermeiros foram atenciosos e não houve nenhuma dificuldade”, concluiu. Morador do Riacho Fundo II, Cleando Teixeira Rodrigues, 34 anos, aproveitou a oportunidade para doar sangue: “Essa já é a sétima doação que faço. Eu moro aqui do lado e achei muito prático poder doar sem precisar me deslocar muito” De acordo com a administradora regional do Riacho Fundo II, Ana Maria da Silva, a iniciativa faz parte das ações de aniversário da cidade. “Nós estamos no mês do aniversário do Riacho Fundo II e pedimos essa oportunidade para atender a população que tem dificuldade para se deslocar até o Hemocentro. Fomos prontamente atendidos”, detalhou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste ano, a unidade móvel já esteve no Parque da Cidade, Palácio do Buriti, Taguatinga, Gama, Guará, Planaltina e Ceilândia. Mais de 1.200 pacientes foram beneficiados com a solidariedade dos doadores que estiveram no ônibus do Hemocentro. Criada em fevereiro deste ano, a unidade tem como objetivo estimular novos doadores em regiões mais remotas do Plano Piloto. A previsão é que, nos próximos dias, o ônibus do Hemocentro esteja em Ceilândia e Águas Claras. As datas serão confirmadas nos canais oficiais da fundação. As administrações regionais interessadas em disponibilizar o serviço devem fazer a solicitação via ofício no Sistema Eletrônico de Informações e tramitar o processo para o Hemocentro.

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Reino Unido quer expandir parceria sustentável com o Brasil

Ampliar as relações comerciais sustentáveis com o Brasil é um dos objetivos do Reino Unido. A colocação foi feita pelo ministro de Estado das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento do Reino Unido, James Cleverly, durante a abertura do XIV Fórum de Governadores, em Brasília. Governadores se reúnem no Centro de Convenções Brasil 21 para discutir temas como reforma tributária e pagamento do piso dos profissionais de enfermagem | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Em sua fala, o ministro destacou a parceria com o Brasil nas áreas de ciência e inovação e saúde e também o desejo de expandir os investimentos, desde que feitos de forma sustentável. A visita aos governadores foi acompanhada pela embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq. “Nossos países compartilham um histórico de amizade de mais de 200 anos, mas é importante pensarmos não somente no passado, mas também no futuro. Durante a pandemia, o Brasil e o Reino Unido trabalharam juntos para desenvolver a vacina AstraZeneca, responsável por salvar milhões de vidas. O Brasil é o segundo maior parceiro do Reino Unido na área de ciência e inovação, na ordem de 75 milhões de libras esterlinas, e temos interesse em desenvolver a parceria com o Brasil de forma sustentável”, disse. Governador Ibaneis Rocha (E), coordenador do Fórum de Governadores, em reunião de chefes do Executivo que conta com a participação de parlamentares e integrantes de entidades representativas, do governo federal e do Reino Unido | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cleverly também elogiou a diversidade do povo brasileiro e de seus representantes: “Quando as pessoas em nosso país pensam na diversidade do Brasil, elas pensam na diversidade natural, mas é importante pensar na diversidade das economias e dos estados, o que se manifesta ao longo dessa mesa”. Em nome do fórum, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ficou responsável por agradecer a presença do ministro britânico e reforçar a democracia brasileira perante o governo do Reino Unido. “É uma honra para nós, governadores, recebê-lo no nosso encontro. Como o senhor pode ver, somos muito diversos na representatividade dos nossos estados e estamos com o compromisso de termos um debate democrático. Gostaria de destacar que a nossa democracia é madura e está viva mesmo diante dos momentos tensos”, classificou. Leite também destacou a intenção dos governadores em negociarem com o ministro em busca de investimento do Reino Unido nos estados. Relações das autoridades ?Representantes das unidades da Federação 1) Governador do Acre, Gladson Cameli 2) Governador de Alagoas, Paulo Dantas 3) Governador do Amapá, Clécio Luis 4) Governador do Amazonas, Wilson Lima 5) Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues 6) Governador do Ceará, Elmano de Freitas 7) Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha 8) Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande 9) Governador de Goiás, Ronaldo Caiado 10) Governador do Maranhão, Carlos Brandão 11) Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes 12) Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel 13) Vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões 14) Governador do Pará, Helder Barbalho 15) Governador da Paraíba, João Azevêdo 16) Governador do Paraná, Ratinho Junior 17) Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra 18) Governador do Piauí, Rafael Fonteles 19) Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro 20) Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra 21) Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite 22) Vice-governador de Rondônia, Sérgio Gonçalves 23) Governador de Roraima, Antonio Denarium 24) Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello 25) Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas 26) Governador de Sergipe, Fábio Mitidieri 27) Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa ? Autoridades internacionais 1) Ministro de Estado das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento do Reino Unido, James Cleverly 2) Embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq ? Parlamentares 1) Presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco 2) Senador Oriovisto Guimarães 3) Deputado federal Aguinaldo Ribeiro 4) Deputado federal Reginaldo Lopes 5) Deputado federal Adail Filho 6) Deputado federal Vitor Lippi 7) Deputado federal Jonas Donizette 8) Deputado federal Mauro Benevides Filho 9) Deputado federal Sidney Leite ? Governo federal 1) Secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy ? Entidades representativas 1) Presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do DF (Comsefaz), Carlos Eduardo Xavier 2) Diretor institucional do Comsefaz, André Horta 3) Presidente do Colégio Nacional de Procuradores-gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg), Eduardo Cunha da Costa 4) Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Fábio Baccherett 5) Secretário-executivo do Consórcio Brasil Central (BrC), José Eduardo Pereira Filho.

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HRSM chega aos 15 anos como referência em partos de alto risco

A manhã desta sexta-feira (28) foi um tanto diferente na rotina do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). Isso porque Santinha, como o hospital é carinhosamente chamado, completou 15 anos e ganhou uma festa. O hospital, que tem como missão o atendimento de excelência de forma humanizada e eficiente, atende população estimada de um milhão de habitantes. Pela localização, o HRSM é a principal referência da região sul do DF e também do sul do Entorno. A unidade conta com 391 leitos hospitalares ativos, sendo 13 de boxes/sala vermelha, 38 leitos de observação, 17 leitos no centro obstétrico, 263 leitos de enfermaria, 40 leitos de UTI adulto e 20 leitos de UTI neonatal. Entre janeiro e novembro de 2022, foram realizados no local 89.330 procedimentos, somando as consultas com equipe multiprofissional. O HRSM atende o lado sul do DF e do Entorno | Fotos: IgesDF/ Divulgação A unidade ainda é referência em partos de alto risco, pois o HRSM conta com maternidade e UTI neonatal. No centro obstétrico, no ano passado, foram realizados 3.721 partos. Já na UTI neonatal, foram 24.066 procedimentos, somados os de fisioterapia, terapia ocupacional e serviço social. Ao longo de 2022, o ambulatório do HRSM totalizou 30.125 procedimentos. A especialidade de ortopedia se destacou, com 9.612 deles. Aniversário A comemoração contou com culto ecumênico, música, vídeos de homenagem ao hospital e teve direito a bolo e Parabéns a você. “São 15 anos de muito sucesso marcados pela qualidade e segurança do paciente, além de atividades essenciais inéditas realizadas neste período”, ressaltou Denise Teresa Tavares Bastos, presidente do Conselho Regional de Saúde de Santa Maria. “O hospital enfrentou também um dos maiores desafios ao longo de sua trajetória: a pandemia de covid-19. Durante esses anos, os colaboradores mostraram maturidade”, acrescentou. A superintendente do HRSM, Eliane Souza de Abreu, se emocionou com a comemoração. “Hoje é um dia especial, de 2008 a 2023 foram 15 anos de muitas histórias e desafios. Santinha sempre esteve a serviço da população e tem uma identidade única: o clima aqui é diferente”, elogiou. “Ainda que seja tão jovem, o hospital tem consciência plena do potencial para o desenvolvimento e o crescimento. Vamos continuar adiante”, destacou Eliane. A festa teve direito a bolo de aniversário Em seguida, a superintendente das UPAs, Nadja Regina Vieira Cavalcante Carvalho, disse que, “quando a gente lembra do hospital, é com muito carinho. Agradeço a toda a equipe, gestores e colaboradores. Vocês estão de parabéns. Nós reparamos o quanto o hospital é bem-cuidado.” Para dar continuidade à comemoração, o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Rodrigo de Sousa Conti, aproveitou para elogiar o esforço dos colaboradores e os números obtidos: “O HRSM representa muito para a saúde. Passamos pela pandemia e o hospital foi muito parceiro da Secretaria de Saúde.” Já o diretor de Administração e Logística, Antonio Carlos Garcia Martins Chaves, reforçou o orgulho que sente pelo hospital. “Estarei aqui sempre para saber das necessidades de vocês para tentarmos resolver o mais rapidamente possível. Isso é um compromisso da diretoria toda, focada em resolver os problemas das unidades geridas pelo instituto”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Emanuela Dourado Rebêlo Ferraz, diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), deu boas-vindas à nova gestão e agradeceu a todas as equipes do hospital. “Parabenizo a todos vocês por fazer o HRSM ser o que é hoje. Percebemos a alegria e o ânimo dos profissionais em meio a tribulações e dificuldades, é um diferencial”, observou. Para Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, presidente do IgesDF, “o hospital cuida, acolhe e diagnostica as pessoas no momento de maior fragilidade. Sabemos o quanto as pessoas ficam frágeis no momento de doença. A nossa maior missão é dar as melhores condições de trabalho a vocês para que possam atender a população com excelência”, finalizou. Após a abertura com a mesa diretora, a diretora clínica do HRSM, Janaína Cristina dos Reis Machado, compartilhou relato sucinto da longa trajetória no HRSM: “É um hospital robusto que cresceu, tem enfermaria, múltiplas especialidades e exames de rotina.” Os agradecimentos para as equipes e a parceria dos envolvidos não poderiam ficar de fora da fala do gerente geral de assistência do HRSM, Guilherme Porfírio, que convidou os presentes para refletir em relação às evoluções obtidas. “Nós temos uma gestão compartilhada, convidamos a ponta e, juntos, chegamos a uma melhor decisão em prol do paciente”, enfatizou. *Com informações do IgesDF

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Capsi de Sobradinho celebra dez anos

?“O Capsi, durante muito tempo, foi minha segunda casa. Não são somente as pessoas, mas o ambiente daqui faz com que você se sinta melhor”. Essa foi a avaliação que o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) da região Norte recebeu da universitária Helen Kubota, durante a comemoração de dez anos do espaço. Ela começou a frequentar a instituição devido à depressão e à ansiedade, após encaminhamento do Conselho Tutelar. Helen Kubota: “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso” | Foto: Rafaella Félix/Agência Saúde Helen entrou no projeto aos 13 anos e permaneceu até os 19. Hoje, com 22, ela cursa geofísica na Universidade de Brasília (UnB) e reconhece que o centro fez diferença na sua jornada. “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas”, conta. “Não é só um profissional atendendo, tem uma empatia, tem sensibilidade. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso”. Localizado em Sobradinho, o Capsi recebe, em média, de 280 a 300 pacientes por mês, moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Planaltina. O centro atende, principalmente, crianças e adolescentes em sofrimento psíquico grave, bem como menores de 16 anos que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas. Além disso, a unidade na região norte atua em parceria com outros serviços públicos, como Conselho Tutelar e Secretaria de Educação (SEE). Atendimento Sem necessidade de encaminhamento, o centro conta com equipe composta por médico, terapeuta ocupacional, enfermeiro, técnico de enfermagem, fonoaudiólogo, psicólogo, psiquiatra, assistente social e residentes de áreas diversas. Em regra, o atendimento é grupal mas, se necessário, há a possibilidade de assistência individual com profissionais especializados. “O trabalho é feito em grupo para desenvolver essa reabilitação da parte psicossocial”, explica a supervisora do Capsi Sobradinho, Ingrid Jeane. “São feitos grupos de adolescentes, de crianças e de pais. Além disso, temos uma equipe multidisciplinar e observamos a evolução do paciente”. Os grupos funcionam no horário oposto às atividades escolares dos pacientes. Por indicação da escola, Kátia (nome fictício) buscou atendimento no Capsi de Sobradinho para a filha, que é autista e tem fobia social, e à época tinha dez anos. “Acredito que esse espaço é uma válvula de escape para ela interagir com pessoas que a entendem”, avalia. “Aqui ela melhorou muito, pois convive com os colegas da escola, que antes não tinha. Todo o amparo que ela precisa, tem no centro”. Hoje com 16 anos, a jovem participa semanalmente de um grupo com outros adolescentes e faz acompanhamento com fonoaudióloga, psiquiatra e terapeuta ocupacional. Caminho de uma década No evento que celebrou mais de uma década de Capsi, neste mês, foi feita uma assembleia coordenada pelos adolescentes atendidos e pelos pais. Servidores e convidados conheceram as ideias de quem é assistido pela instituição.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O objetivo foi ouvir as demandas dos usuários e discutir suas propostas”, conta a gerente do Capsi Sobradinho, Priscila Bueno. “Isso também é resultado do trabalho realizado na conferência da região Norte [de Saúde], realizada neste ano”. Bate-papo para trocas de experiência, atividades recreativas, pintura de rosto e apresentação de vídeos também fizeram parte da programação.? O Capsi ganhou protagonismo especialmente após o período mais intenso da covid-19. “A saúde mental infantil de certa maneira sempre foi negligenciada e, com a pandemia, cresceu”, afirma a diretora de atenção secundária da Secretaria de Saúde (SES), Elzileide de Albuquerque. “Quando as crianças deveriam estar socializando, elas estavam em casa. A ansiedade infantil é uma realidade. É preciso olhar com cuidado o sofrimento psíquico pediátrico. Ainda bem que podemos contar com o trabalho dos Capsis para atender as crianças, os pais e ajudá-los a lidar com isso”. Saiba mais Capsi Sobradinho ? Telefone: 2017-1145, ramais 2115/2116/2117 ? e-mail: capsisobradinho@gmail.com ? Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 18h. ? Acesse mais informações sobre o Centro de Atenção Psicossocial Infantil da região Norte de Saúde.  *Com informações da Secretaria de Saúde

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Redução de quase 60% em casos prováveis de dengue no DF

As ações do Governo do Distrito Federal (GDF) contra a o mosquito Aedes aegypti tiveram resultado positivo no primeiro trimestre de 2023. De acordo com o Boletim Epidemiológico nº 13, da Secretaria de Saúde (SES), houve uma redução de 58,8% no número de casos prováveis de dengue, de janeiro a 1º de abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022 – foram 14.539 casos prováveis nos três primeiros meses de 2023, contra 24.535 em igual período do ano passado. Somente no primeiro trimestre deste ano, foram mais de 585 mil imóveis inspecionados e 418 mil estabelecimentos impactados pelo fumacê. O resultado positivo das ações é graças ao trabalho em conjunto de órgãos do GDF, que atuam insistentemente no combate ao mosquito. Somente no primeiro trimestre de 2023, foram mais de 585 mil imóveis inspecionados | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A queda no número de casos prováveis de dengue no DF é resultado de uma série de ações promovidas pela Vigilância Ambiental, como o controle químico, que é o famoso fumacê, a inspeção presencial realizada pelos agentes e o manejo ambiental, que inclui o recolhimento de material inservível, as podas de árvores e a limpeza de gramados. Trata-se de uma atuação intersetorial na promoção da saúde pública que resulta em um impacto positivo direto na população. “Cada região tem suas particularidades, então a gente vai nas administrações para entender a demanda daquele local e conseguir fazer um trabalho efetivo. É um trabalho em conjunto com as administrações regionais, a Vigilância Ambiental, o Corpo de Bombeiros e os órgãos de execução, como a Novacap”, explica o diretor da Vigilância Ambiental em Saúde, Jadir Costa. Neste ano, 418 mil estabelecimentos já foram impactados pelo fumacê | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília De janeiro a março de 2023, os agentes da Vigilância Ambiental inspecionaram mais de 585 mil imóveis. Desse total, cerca de quatro mil não autorizaram a entrada dos agentes para a inspeção de rotina, o que prejudica as ações preventivas contra a reprodução do mosquito e o combate à doença. Jadir Costa ressalta a importância de as pessoas autorizarem a atuação dos agentes nos domicílios. “É preciso que o dono ou responsável pelo imóvel confira se o agente está devidamente identificado, com colete e crachá, e o deixe entrar para fazer a inspeção. A gente atua com fumacê nas regiões, mas a inspeção interna por algum técnico é essencial para identificar possíveis focos”, defende. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, a Vigilância Ambiental inspecionou, neste ano, mais de 1 milhão e 400 mil de depósitos com eventuais focos do mosquito da dengue. Deste número, foram mais de 140 mil recipientes tratados com aplicação de larvicida ou com a atuação mecânica, ao identificar e descartar água parada nos recipientes. A atuação da população é fundamental para que os números de casos prováveis diminuam ainda mais. A inspeção feita pelo proprietário do imóvel leva cerca de dez minutos e basta que seja feita uma vez por semana. “É bem rápido. Os donos dos estabelecimentos fazem a própria inspeção em poucos minutos. Basta ficar atento nos gramados e no quintal se não tem nenhum acúmulo de água por lá”, ensina.

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DF Livre de Carcaças recolhe 58 veículos abandonados de Ceilândia

Em mais uma etapa da Operação DF Livre de Carcaças, retomada na última semana, foram recolhidos 58 veículos abandonados das ruas de Ceilândia entre segunda (20) e esta sexta-feira (24). Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a ação integrada reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). Mapeadas pelas administrações regionais a partir de monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF, as carcaças recolhidas pela operação conjunta são levadas para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial | Fotos: Divulgação/SSP-DF [Olho texto=”“Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O objetivo é, além de contribuir com a sensação de segurança da população, eliminar focos do Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. A orientação junto à população quanto aos cuidados necessários para acabar com os criadouros do mosquito é uma das prioridades dos servidores dos órgãos participantes. A atuação está alinhada junto à Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes (SDCC), que aponta as regiões administrativas com maior necessidade da operação. “Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. A operação reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) Para a secretária executiva de Políticas Públicas, Meire Mota, a retomada da operação conjunta é essencial para ações do GDF. “Com o comprometimento dos envolvidos e, principalmente, das administrações regionais e apoio da população no trabalho de localização dessas carcaças, estamos conseguindo promover uma grande limpeza nas cidades. Esse retorno da DF Livre de Carcaças é a soma saúde, proteção ambiental e segurança, que são políticas públicas fundamentais para o bem-estar da nossa população”. As carcaças são mapeadas pelas administrações regionais a partir do monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF. Os Conselhos de Segurança (Consegs) também contribuem com a lista. “A partir das informações que chegam à Secretaria de Segurança Pública (SSP), temos a possibilidade de identificar e geomapear o material. A partir daí, contactamos os órgãos envolvidos e preparamos a ação integrada para recolhimento dos veículos”, explica o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, tenente-coronel Jasiel Fernandes. “Importante ressaltar que recolhemos automóveis que não sejam produtos de algum ato ilícito, como furto, roubo ou assalto. Nos casos de identificação de situações criminosas, a Polícia Civil é chamada”, completa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os carros recolhidos são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial. Como denunciar O governo conta com dois canais para denúncias: a Ouvidoria do GDF, pelo site https://www.participa.df.gov.br/ ou pelo número 162, e nas próprias administrações regionais. Ao enviar a informação, é importante incluir detalhes que facilitem a localização dos veículos, como endereço, ponto de referência e, se possível, fotos. *Com informações da SSP-DF

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Casos de dengue têm redução de quase 50% em comparação a 2022

A incidência da dengue no Brasil tem aumentado. Só neste ano, já foram registrados mais de 300 mil casos da doença em todo o país, 43,8% a mais que em 2022, e 87 óbitos confirmados, segundo dados do Ministério da Saúde. O Distrito Federal (DF), no entanto, se destaca por indicar um cenário contrário a este aumento que tem ocorrido na maioria dos estados. Em 2023, até o início de março, a capital apresentou uma redução significativa de 48,8% no número de casos prováveis de dengue se comparado ao mesmo período do último ano. Além disso, não houve apontamentos de mortes pela doença na região. Mais de mil profissionais das equipes de vigilância ambiental verificaram 500 mil imóveis e quase 100 mil possíveis depósitos do Aedes aegypti este ano | Fotos: Tony Winston/Agência Saúde DF Os resultados positivos são consequência da intensificação das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e do trabalho ampliado e cuidadoso da Secretaria de Saúde (SES). O objetivo é monitorar os focos da dengue, impedir a proliferação do mosquito transmissor e controlar o avanço da doença. Ainda em outubro de 2022, a pasta investiu R$ 3 milhões na compra de 4,5 toneladas de inseticida para fortalecer as ações contra o inseto, transmissor também dos vírus da zika, da chikungunya e da febre amarela. A aquisição foi feita para abastecer o DF até junho de 2023 ou até que o Ministério da Saúde regularize o envio nacional do produto. [Olho texto=”“Todos podem e devem contribuir. Se cada um atuar como agente de saúde em sua própria residência ou local de trabalho, teremos um grande avanço no combate à dengue e, quem sabe, alcançaremos índices ainda melhores”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, explica que a chave é o planejamento e a prevenção. “O diferencial foi que nós não esperamos os dados epidemiológicos e trabalhamos em cima do marco principal desse cuidado, que é o controle do transmissor. Adiantamos nossas ações e fomos proativos para que agora, no período de chuvas, não tivéssemos números altos em casos”, relata. Já neste ano, os mais de mil profissionais das equipes de vigilância ambiental verificaram 500 mil imóveis e quase 100 mil possíveis depósitos do Aedes aegypti foram eliminados ou tratados. As visitas são feitas diariamente com abordagens educativas e de correção, quando encontradas irregularidades. Além dessas ações, o uso de armadilhas de capturas de ovos do mosquito ajudam a evitar a proliferação de possíveis transmissores. Para conter os Aedes aegypti adultos, a estratégia é o fumacê, que borrifa o inseticida e passa em quadras, bairros e locais onde são identificados o alto índice de casos comprovados de dengue e de elevada infestação dos mosquitos. Proteção coletiva O trabalho para evitar a propagação do mosquito e contribuir para a diminuição dos casos de dengue, chikungunya e zika vai além das equipes da SES. O representante de Vigilância à Saúde lembra que a população tem um papel importante nessa tarefa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Todos podem e devem contribuir. Se cada um atuar como agente de saúde em sua própria residência ou local de trabalho, teremos um grande avanço no combate à dengue e, quem sabe, alcançaremos índices ainda melhores”, reforça Valero. Para que a sociedade faça a sua parte, é necessário impedir o acúmulo de água nos quintais, em bacias, baldes, caixas d’água, pneus e garrafas – locais que propiciam a evolução da larva e a reprodução do Aedes aegypti. A população também deve comunicar à Vigilância Ambiental sobre focos no entorno de suas casas por meio do telefone 160. *Com informações da SES

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Conferências regionais de saúde seguem até o fim do mês

Nesta quarta-feira(15), a Região de Saúde Centro-Sul reuniu representantes dos usuários, trabalhadores e gestores na etapa regional da 11ª Conferência Distrital de Saúde. Cerca de 250 pessoas participaram para debater as demandas da área nas regiões administrativas da Candangolândia, Cidade Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, SIA e SCIA. Cerca de 250 pessoas debateram as demandas da área nas regiões administrativas da Candangolândia, Cidade Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, SIA e SCIA para elaborar propostas para a 11ª Conferência Distrital de Saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “O objetivo é trazer o usuário para dentro da formulação das políticas públicas. E, junto com o trabalhador e os gestores, construir um modelo de referência para todos”, explica a superintendente da Centro-Sul, Michelle Lopes. As propostas elaboradas nas etapas regionais seguem para a 11ª Conferência Distrital de Saúde, quando serão debatidas diretrizes do Plano Plurianual de Saúde do Distrito Federal para o período de 2024 a 2027. Depois, os debates chegam a nível nacional, na 17ª Conferência Nacional de Saúde, que será realizada em julho. [Olho texto=”“Os usuários, gestores e trabalhadores são as pessoas mais apropriadas para avaliarem o quanto a saúde naquela localidade avançou ou não e elaborar propostas”” assinatura=”Jeovânia Silva, presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal” esquerda_direita_centro=”edireita”] A presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Jeovânia Silva, ressalta a participação social como o grande diferencial das políticas públicas do segmento. “Os usuários, gestores e trabalhadores são as pessoas mais apropriadas para avaliarem o quanto a saúde naquela localidade avançou ou não e elaborar propostas”, afirma. Ângela Cristina Paulo, por exemplo, é moradora do Núcleo Bandeirante e usuária do SUS. Dentre as reivindicações dela, estão mais médicos geriatras. “Eu vejo que há essa necessidade, pois há muitos idosos na região”, comenta. Além disso, Ângela reivindica equipes completas de Estratégia Saúde da Família. Esta foi a terceira conferência regional. As regiões Leste e Sul se reuniram nos dias 7 e 10, respectivamente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Calendário – 16 de março: Conferência da Região Oeste – 28 de março: Conferência da Região Sudoeste – 29 de março: Conferência da Região Norte – 31 de março: Conferência da Região Central – 23 a 25 de maio: 11ª Conferência Distrital de Saúde – 2 a 5 de julho: 17ª Conferência Nacional de Saúde *Com informações da SES-DF

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Vacina bivalente estará disponível em 19 locais no sábado (11)

Mais de 56 mil doses de imunizantes bivalentes já foram aplicadas no Distrito Federal nesta nova fase da campanha de vacinação contra a covid-19. O número deve aumentar neste sábado (11). Haverá vacinação em 19 locais, sendo 18 pontos fixos e um Carro da Vacina. Todas as pessoas com mais de 60 anos podem receber a bivalente, também disponível para os imunocomprometidos a partir dos 12 anos. Mais de sete milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas pela Secretaria de Saúde do DF desde o início da campanha, em 19 de janeiro de 2021 | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF No sábado, as equipes da Secretaria de Saúde também vão aplicar vacinas monovalentes para bebês a partir dos seis meses, crianças, adolescentes e adultos. Além dos imunizantes contra a covid-19, haverá aplicação de doses previstas no calendário de vacinação, como febre amarela, tríplice viral, HPV, entre outras, conforme a idade. O atendimento começa às 8 horas e vai até as 17h. Confira as informações completas em https://www.saude.df.gov.br/locaisdevacinacao Sete milhões de doses A Secretaria de Saúde já aplicou mais de sete milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o início da campanha, em 19 de janeiro de 2021. De acordo com dados do Ministério da Saúde, foram 7.175.920 doses monovalentes aplicadas e 56.505 bivalentes até o dia 8 de março. Confira os números em https://infoms.saude.gov.br/extensions/DEMAS_C19_Vacina_v2/DEMAS_C19_Vacina_v2.html A cobertura vacinal de primeira dose está em 80,9% para toda a população acima dos seis meses. Entre as crianças, porém, o índice é mais baixo: 6,5% para os bebês de seis meses a dois anos, 20,1% para as crianças de 5 a 11 anos e 69,9% para as de 5 a 11 anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A segunda dose tem cobertura geral de 77,5%, com índices também mais baixos para as crianças: 2,4% para os bebês de seis meses a dois anos, 9,8% para as crianças de 5 a 11 anos e 52% para as de 5 a 11 anos. Já o reforço tem cobertura de 49,6% da população a partir dos cinco anos, com índices abaixo de 50% para todas as faixas etárias abaixo dos 29 anos, chegando a 2,8% entre as crianças de 5 a 11 anos. O boletim semanal de cobertura vacinal contra a covid-19 em https://www.saude.df.gov.br/coronavirus *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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GDF pede suspensão de processo de intervenção no DF

A governadora em exercício Celina Leão encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (1º), o pedido de suspensão do processo de intervenção no DF. O documento solicita a extinção da petição inicial de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental ajuizada pelo Partido Verde (PV), em 8 de janeiro deste ano, após os atos antidemocráticos e invasões às sedes dos três poderes. Conforme revela a declaração do GDF, a petição inicial não apresenta evidências de que houve, de fato, omissão por parte do governador afastado. “Simplesmente mencionar, de forma absolutamente genérica, a suposta existência de omissão por parte do Governo do Distrito Federal, não é fundamento suficiente, em si, para nenhum dos pedidos deduzidos”, diz trecho. O documento também discorre sobre as providências adotadas pelo Distrito Federal em relação aos acampamentos de extremistas políticos localizados em frente ao Quartel General do Exército Brasileiro. “Como visto, a manutenção do comércio e demais estruturas irregulares que permitiam que o acampamento funcionasse quase como se uma cidade autônoma fosse deu-se por força de circunstâncias alheias à atuação das forças de segurança do Distrito Federal, sendo, por isso, infundados os pedidos iniciais”, revela parte da solicitação. [Olho texto=”“Simplesmente mencionar, de forma absolutamente genérica, a suposta existência de omissão por parte do Governo do Distrito Federal, não é fundamento suficiente, em si, para nenhum dos pedidos deduzidos”” assinatura=”Trecho do documento encaminhado ao STF” esquerda_direita_centro=”direita”] Há, ainda, informações sobre as medidas implementadas pelo Executivo local na data da depredação das sedes dos três poderes, como a determinação de Ibaneis Rocha para que a Secretaria de Segurança Pública retirasse os criminosos do local e a prisão dos envolvidos, conforme áudios revelados pela imprensa. Por fim, o pedido de suspensão do processo de intervenção pontua que a petição ajuizada pelo PV tem como intenção alterar a Constituição por via interpretativa ao sugerir a intervenção federal no DF, por Ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental. “Fosse acolhido o pedido, a representação interventiva, reestrutura à titularidade do procurador-geral da República, poderia ser objeto de ações de controle abstratos de constitucionalidade, que podem ser aforadas por qualquer um dos legitimados arrolados no art. 103 da Constituição”, crava o documento. “O pedido inicial, portanto, envolve mutação constitucional contra a letra expressa do texto constitucional, com potencial de desequilibrar o sistema federativo brasileiro”, destaca outro trecho.

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Não usou preservativo? Saúde conta com profilaxia pós-exposição

O preservativo e o gel lubrificante são considerados os principais métodos de proteção contra as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) durante a prática sexual. Ambos são disponibilizados gratuitamente nas unidades básicas de saúde (UBSs), administradas pela Secretaria de Saúde (SES). Também indicada nos casos em que o preservativo estourou, a PEP deve ser feita no máximo até 72 horas após a exposição e seguir com orientação médica por 28 dias | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde Apesar disso, a estratégia de prevenção na rede pública conta com outros métodos. É o caso da profilaxia pós-exposição (PEP), recomendada para pessoas que tiveram relação consentida desprotegida, sofreram violência sexual ou tiveram contato com o material biológico em acidente de trabalho. Medida de urgência, a PEP consiste no uso de medicamentos ou imunobiológicos para reduzir o risco de adquirir ISTs, principalmente o HIV. O tratamento pode ser iniciado de duas horas até 72 horas depois da exposição e deve seguir com orientação médica por 28 dias para impedir a infecção. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Se o preservativo estourou, foi mal colocado ou a pessoa não o usou, ela pode procurar uma unidade de saúde, onde vai passar por uma consulta na urgência”, explica a enfermeira responsável técnica por questões relacionadas à sífilis da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, Daniela Magalhães. A prevenção está disponível nos setores de urgência e de emergência das unidades de pronto atendimento (UPAs), nos hospitais e no Núcleo de Testagem e Aconselhamento, que fica na Rodoviária do Plano Piloto. Pré-exposição Disponível também na rede pública de saúde, a profilaxia pré-exposição (PrEP) consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. A PrEP faz parte das estratégias de prevenção combinada do vírus. Arte: Agência Brasília “Esse é um medicamento que a pessoa toma antes de se expor”, pontua Daniela Magalhães. “Significa que ela vai estar mais protegida caso venha a se expor ao vírus do HIV. Ela veio primeiro para grupos mais específicos e vulneráveis, mas qualquer pessoa que queira pode fazer o uso.” A enfermeira reforça o compromisso da saúde pública em orientar a população: “Temos que ofertar escolhas para as pessoas. Cada um deve escolher a forma de prevenção que mais combina consigo. Não estamos trocando um pelo outro, mas colocando mais uma camada de proteção”. A PrEP está disponível no Centro Especializado em Doenças Infectocontagiosas (Cedin) e na Policlínica de Taguatinga. A dispensação para quem for atendido na rede privada ou em outro serviço é na Policlínica do Lago Sul, Policlínica de Taguatinga, Policlínica de Ceilândia e Farmácia Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB).

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Você está em dia com as vacinas para a sua faixa etária?

Se você tem mais de 18 anos e não tomou nenhuma vacina de 2013 para cá, sem contar as de covid-19, isso significa que você está desprotegido. Isso porque a cada dez anos é necessário receber pelo menos uma dose de reforço do imunizante dT, que protege contra difteria e tétano. E se estiver com a dT atrasada, é melhor dar uma conferida como estão as outras vacinas… Afinal, você sabe quais os imunizantes indicados para a sua faixa etária? [Olho texto=”“Todas as vacinas são seguras e passam por um controle de qualidade”” assinatura=”Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] O Calendário de Vacinação de rotina de 2023 prevê 18 imunizantes a serem aplicados em bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. A lista não inclui nem a vacina contra a covid-19 nem influenza, que seguem a campanha do Ministério da Saúde. O lado bom dessa história é a facilidade para ficar em dia: basta comparecer a uma das mais de 100 unidades de saúde no Distrito Federal com sala de vacinação. É só levar um documento e, se tiver, o Cartão de Vacina. Caso a pessoa não tenha mais nenhum registro, ela receberá todos os imunizantes previstos para a idade. O Calendário de Vacinação de rotina de 2023 prevê 18 imunizantes a serem aplicados em bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde Por exemplo: vamos supor que você tenha 30 anos, tomou as vacinas contra a covid, mas não tem a menor ideia de onde está o cartão de vacina lá da infância, quando provavelmente sua mãe te levava no posto de vacinação. Neste caso, vai receber todas as vacinas previstas para o público adulto: tríplice viral (SCR), hepatite B, dupla adulto (dT) e febre amarela. Uma praticidade é que pelo menos dá para receber todas essas vacinas de uma só vez. Se tiver com a de covid atrasada também, aproveita a oportunidade para ficar em dia com esse cuidado. [Olho texto=”As regiões administrativas de Águas Claras, Lago Norte, Cruzeiro/Sudoeste, Riacho Fundo, Sobradinho e São Sebastião não ultrapassaram os 65% de cobertura vacinal para nenhuma vacina nos primeiros quatro meses de 2022. É possível se vacinar em qualquer uma das salas de vacinação de rotina, independentemente do endereço domiciliar” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde, Renata Brandão, lembra que só não se deve tomar vacinas já fora da faixa etária. “Se você perdeu a oportunidade quando criança, infelizmente não vai retroagir”, explica. Isto é: um adolescente sem registros de imunização vai receber as vacinas previstas para a sua faixa etária, mas não tomará as da infância, por exemplo. Ainda assim, ela ressalta a importância de seguir o calendário para todas as idades. “Vacina não é feita só para crianças”, afirma. A especialista lembra ainda que muitas pessoas têm medo de reações e efeitos adversos dos imunizantes. “Todas as vacinas são seguras e passam por um controle de qualidade”, lembra. Vermelhidão, dor no braço, fadiga e até febre leve são reações esperadas, mas nada que assuste. A Secretaria de Saúde ressalta que uma ampla cobertura vacinal é uma política de saúde pública relevante, pois evita o adoecimento de várias faixas etárias | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde Renata Brandão garante também que é seguro receber mais de um imunizante no mesmo dia. “Você aproveita a oportunidade de atualizar todo o cartão de vacina. Não tem problema nenhum para o sistema imunológico”, finaliza. “A vacinação é uma ação preventiva de grande impacto para a população”, afirma o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Luciano Agrizzi. O gestor lembra que uma ampla cobertura vacinal é uma política de saúde pública relevante porque evita o adoecimento de pessoas de várias faixas etárias, desde os bebês até os idosos. “É tão importante para os adultos quanto para as crianças”, argumenta. Cobertura abaixo do esperado [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Aplicada na maternidade, logo após o nascimento dos bebês, a vacina BCG está com a cobertura esperada para o Distrito Federal. Na realidade, como há o atendimento a recém-nascidos vindos de estados vizinhos, o índice chegou a 105,7% nos primeiros quatro meses do ano passado. No período, foram 13.975 doses de BCG aplicadas. Somados, foram mais de 367 mil imunizantes da chamada vacinação de rotina. O lado ruim da notícia? A BCG é uma exceção. A cobertura vacinal está abaixo do esperado para todos os demais imunizantes. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) estabelece como meta uma cobertura de 80% para as vacinas contra o HPV e meningocócica C e meningocócica ACWY em adolescentes, 90% para as vacinas BCG e Rotavírus e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação. Os dados da Secretaria de Saúde até abril de 2022 mostram que quase a metade (48,2%) dos brasilienses estão com a tríplice viral atrasada. Poliomielite, difteria e sarampo são algumas das doenças que podem voltar se a população não fizer a sua parte e se vacinar. As regiões administrativas de Águas Claras, Lago Norte, Cruzeiro/Sudoeste, Riacho Fundo, Sobradinho e São Sebastião não ultrapassaram os 65% de cobertura vacinal para nenhuma vacina nos primeiros quatro meses de 2022. Vale lembrar, contudo, que é possível se vacinar em qualquer uma das salas de vacinação de rotina, independentemente do endereço domiciliar. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Saiba onde se vacinar neste sábado (21)

A população do Distrito Federal terá a oportunidade de atualizar a carteira de vacinação neste sábado (21). Ao todo, serão 19 pontos fixos e dois carros da vacina para atendimento. Além da imunização contra a covid-19, na maioria dos locais será oferecida a atualização de outras vacinas do calendário, como poliomielite (paralisia infantil), febre amarela, sarampo, meningite. Uma das novidades é que a vacina contra o HPV agora está disponível para meninos e meninas dos 9 aos 14 anos. Além da proteção contra a covid-19, serão ofertados outros imunizantes do calendário de vacinação | Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para quem mora em Taguatinga, Ceilândia e regiões próximas, o JK Shopping (Av. Hélio Prates, QNM 34) terá vacinação das 10h às 17h. Mais cedo, às 8h, começará o atendimento no Supermercado Coisas da Roça (QNP 32, Conjunto D). Também haverá vacinação na UBS 2 de Ceilândia (QNN 15). No Plano Piloto, das 9h às 17h, haverá vacinação contra a covid-19 para pessoas acima dos 12 anos na Feira da Ponte Norte (SQN 216) e no Parque Olhos d’Água (Asa Norte). A UBS 1 da Asa Sul (SGAS 612) e a UBS 2 da Asa Norte (EQN 114/115) terão os imunizantes do calendário de vacinação, com exceção da BCG – contra tuberculose. Haverá atendimento ainda em unidades básicas de saúde de Sobradinho II, Santa Maria, Gama, São Sebastião, Guará, Estrutural, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Riacho Fundo II. Dois carros da vacina vão percorrer a QNP 28, em Ceilândia, e a área rural do Paranoá. Por fim, a Escola Classe do Café Sem Troco, na zona rural do Paranoá, também vai oferecer vacina. Confira no site da Secretaria de Saúde a lista completa com os endereços, horários de atendimento e imunizantes disponíveis em cada local. *Com informações da Secretaria de Saúde

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GDF convoca 5.419 crianças para segunda dose da CoronaVac

A Secretaria de Saúde está com 26 unidades básicas de saúde abastecidas com CoronaVac para aplicação da segunda dose para 5.419 crianças de 3 e 4 anos que iniciaram o ciclo de vacinação contra a covid-19 com esse imunizante. Os pais ou responsáveis devem comparecer a um desses locais com cartão de vacina da criança e documento de identificação. A reabertura da oferta de primeira dose para crianças dessa faixa etária ocorre a partir do envio de um lote de 6.740 imunizantes CoronaVac pelo Ministério da Saúde | Foto: Breno Esaki / Arquivo Agência Saúde-DF A lista completa dos endereços e horários de funcionamento está disponível no site da Secretaria de Saúde. [Olho texto=”“É muito importante vacinar. Mas é imperativo estar imunizado, e isso só ocorre com a segunda dose, que já está disponível para essa população”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerdo”] O recebimento de um lote de 6.740 imunizantes CoronaVac enviados pelo Ministério da Saúde também permitiu a reabertura da oferta de primeira dose para crianças dessa faixa etária. Neste caso, serão duas unidades básicas de saúde com a oferta: a UBS 1 de Taguatinga (QNG AE 18/19) e a UBS 1 da Asa Sul (SGAS 612). “Nosso objetivo é garantir o maior número possível de crianças imunizadas e, principalmente, concluir o ciclo vacinal das mais de cinco mil que precisam receber a segunda dose”, afirma a coordenadora de Atenção Primária à Saúde, Ramá Celani. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “É muito importante vacinar. Mas é imperativo estar imunizado, e isso só ocorre com a segunda dose, que já está disponível para essa população”, completa o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. A Secretaria de Saúde também oferece a vacinação de segunda dose da Pfizer Baby para crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vacinação itinerante busca ampliar imunização do brasiliense

Com o objetivo de aumentar a quantidade de pessoas com o esquema de imunização atualizado, o projeto Carro da Vacina circula, neste sábado (14), em três localidades do Distrito Federal. A vacinação itinerante ocorre no Parque da Cidade, em Ceilândia (QNP 22 e QNP 26) e no Núcleo Rural Sarandi (Planaltina). A vacinação itinerante ocorre no Parque da Cidade, em Ceilândia (QNP 22 e QNP 26) e no Núcleo Rural Sarandi (Planaltina) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília “Durante a rotina, as pessoas às vezes não têm tempo de procurar as unidades de saúde, então a gente tenta facilitar esse acesso trazendo a vacina até elas”, explica a enfermeira e responsável técnica do Carro da Vacina, Islaine de Carvalho. No caso da iniciativa no Parque da Cidade, estão sendo oferecidas apenas as vacinas contra a covid-19 para adolescentes a partir dos 12 anos, adultos e idosos, enquanto os demais carros da vacina contam com todos os imunizantes do calendário de vacinação (exceto BCG). Os serviços seguem até as 17h no parque e em Ceilândia, e até as 16h30 em Planaltina. No Parque da Cidade, estão sendo oferecidas as vacinas contra a covid-19 para adolescentes a partir dos 12 anos, adultos e idosos Proteção contra covid-19 Até este sábado, a capital federal contava com 7.205.237 doses de imunizantes contra o coronavírus aplicados. Destas, 4.983.894 são referentes à primeira e segunda dose, cobertura de mais de 84% da população. Islaine de Carvalho, enfermeira e responsável técnica do Carro da Vacina: “Durante a rotina, as pessoas às vezes não têm tempo de procurar as unidades de saúde, então a gente tenta facilitar esse acesso trazendo a vacina até elas” “Queremos captar o maior número de pessoas que não esteja com as vacinas da covid em dia, que seriam as três doses para menores de 40 anos e quatro doses para maiores [de 40 anos], profissionais de saúde e imunodeprimidos”, detalha a enfermeira Islaine de Carvalho. À frente da iniciativa no Parque da Cidade, Islaine explica que a escolha do local se deve pelo perfil dos frequentadores. “Aqui, no parque, são pessoas que buscam a saúde, então a gente acredita que a captação será ainda melhor”, acrescenta. Imunizante no braço Após a caminhada matutina e enquanto tomava uma água de coco, o empresário Marcos José Rodrigues, 55 anos, foi abordado pela equipe e topou tomar a segunda dose de reforço (também conhecida como quarta dose). Empresário Marcos José Rodrigues: “Acho superválido colocar um ponto de vacinação aqui. É um lugar onde as pessoas buscam qualidade de vida e saúde, e a vacina representa saúde” “Já tinha tomado a terceira dose e acabei não acompanhando mais o calendário. Eu não sabia que minha dose já estava atrasada, senão já teria tomado. As outras eu tomei espontaneamente, porque é uma forma de respeito a minha vida e das pessoas do meu convívio”, diz. Ele avalia como positiva a imunização itinerante no Parque da Cidade. “Acho superválido colocar um ponto de vacinação aqui. É um lugar onde as pessoas buscam qualidade de vida e saúde, e a vacina representa saúde”, comenta. Nutricionista Alline Monteiro: “A vacina continua sendo essencial para a prevenção da covid. É excelente esse tipo de iniciativa” A nutricionista Alline Monteiro tinha acabado de correr 15 quilômetros quando viu a estrutura da Secretaria de Saúde nas proximidades dos quiosques do parque. Como morava em Londres, onde se imunizou com três doses, ela foi entender se já poderia tomar o segundo reforço. “Teoricamente não era para eu estar na faixa de idade da dose [prevista no Plano Nacional de Imunização para pessoas a partir de 40 anos], mas sendo profissional de saúde me ofereceram a quarta dose e eu acabei de tomar”, revela. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para Alline, a vacinação itinerante é uma forma de ajudar quem tem dificuldade de ir até uma unidade básica de saúde no dia a dia. “Acho superimportante, porque nem sempre a gente tem tempo na rotina. A vacina continua sendo essencial para a prevenção da covid. É excelente esse tipo de iniciativa”, classifica. A vacinação contra a covid-19 segue nas unidades básicas de saúde (UBS) do Distrito Federal. Todos os pontos podem ser conferidos no site da Secretaria de Saúde. Quem quiser atualizar a caderneta vacinal com imunizantes para outras doenças, deve procurar a UBS mais próxima. O Distrito Federal oferece 19 vacinas do Plano Nacional de Imunização. https://www.flickr.com/photos/agenciabrasilia/albums/72177720305229451

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DF tem 15 pontos fixos de imunização neste sábado (7)

A vacinação no Distrito Federal não para. Neste sábado (7), a população terá acesso a 15 pontos fixos para se imunizar e ainda contará com três carros da vacina. Todas as regiões de saúde terão locais estratégicos para atender os interessados. Os pontos podem ser consultados neste link. [Olho texto=”“Faz parte do esforço permanente que a secretaria tem tido de oferecer vacinação em pontos estratégicos aos sábados em todas as regiões de saúde”” assinatura=”Ramá Celani, coordenadora da Atenção Primária à Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com a coordenadora da Atenção Primária à Saúde, Ramá Celani, os pontos são definidos para atender uma demanda de pessoas que, ao longo da semana, não conseguem comparecer às unidades básicas de saúde (UBSs). “A cada sábado, diferentes unidades são designadas de maneira rotativa, de modo que nenhum território fique sem esta oportunidade”, detalha a profissional. “Faz parte do esforço permanente que a secretaria tem tido de oferecer vacinação em pontos estratégicos aos sábados em todas as regiões de saúde”, afirma a coordenadora. Vacinação itinerante Com o objetivo de chegar às pessoas cada vez mais, a Secretaria de Saúde vai disponibilizar três carros para fazer a vacinação itinerante. Os veículos vão percorrer Ceilândia, Cruzeiro e Itapoã. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No Itapoã, o carro da vacina vai cumprir três rotas diferentes. A chefe-substituta do núcleo de vigilância da região Leste, Giselle Alves, explica que o roteiro do veículo foi definido para levar os imunizantes às famílias vulneráveis da região. “São pessoas que, muitas vezes, não têm emprego fixo ou a segurança de sair do local para levar os filhos para se vacinarem”, exemplificou. A profissional da saúde acrescenta que o carro da vacina é uma oportunidade para acessar essas áreas. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Ação Natal com Saúde tem vacinação e exames em locais de grande movimento

Mais uma ação do Natal com Saúde foi realizada nesta quinta-feira (22). Na ocasião, equipes da Secretaria de Saúde atuaram em frente ao shopping Conjunto Nacional, próximo à Rodoviária do Plano Piloto oferecendo à população vacinas contra a covid-19 e influenza, além da testagem para HIV, hepatites, sífilis, covid e glicemia. Ação especial realizada na área central de Brasília vai se repetir neste sábado com multivacinação na Torre de TV, das 8h às 14h | Fotos: Sandro Araújo / Agência Saúde-DF A ação especial visa ampliar a cobertura vacinal com a promoção do serviço em pontos estratégicos. A proposta é fazer com que a população retome o hábito de se imunizar e tenha a oportunidade de fazer a testagem de outras doenças. No dia 24 de dezembro, haverá multivacinação na Torre de TV, das 8h às 14h. Os eventos natalinos começaram no domingo (18), no Parque da Cidade e no Terraço Shopping. Até o momento, foram aplicadas 391 doses – 210 no shopping (multivacinação), do dia 18 a 20, e 181 no Parque da Cidade (covid e influenza). [Olho texto=”“Qualquer pessoa que esteja com dúvidas se tomou ou não todas as vacinas, ou que até tenha certeza que falta alguma, deve procurar uma sala de vacinação”” assinatura=”Pedro Zancanaro, diretor de Atenção Primária da Região de Saúde Central” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O diretor da Atenção Primária da Região de Saúde Central, Pedro Zancanaro, diz que as ações natalinas têm como objetivo chegar a pacientes que, muitas vezes por indisponibilidade de tempo, não vão às unidades básicas de saúde. Ele acrescenta que a atualização do cartão vacinal é de suma importância para evitar casos graves da doença. “Em um momento em que há repique dos casos de covid, precisamos garantir que as pessoas estejam com o esquema vacinal atualizado”, explica o diretor. “Qualquer pessoa que esteja com dúvidas se tomou ou não todas as vacinas, ou que até tenha certeza que falta alguma, deve procurar uma sala de vacinação”, completa. Segundo a diretora de Atenção Secundária da Região de Saúde Central, Pollyanna Mertens, ações levam os serviços diretamente para a população. “Aqui em frente ao shopping, conseguimos atender quem vem fazer compras de Natal, almoçar ou passear e que, provavelmente, não pensava em se consultar ainda nesse ano”, pondera Mertens. Atendimento ampliado O professor Francisco Rodrigues dos Santos, 45 anos, saiu de Águas Lindas para cuidar da saúde na manhã desta quinta. “Vim fazer um check-up geral, com exames de hepatite, HIV, glicemia. É um costume meu: de três em três meses, procuro atendimento para saber como estou, como posso melhorar”, conta ele. “Desde o ano passado aproveito ações assim pra fazer os exames, pois sinto que o atendimento é muito bom e mais rápido”, completa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Já o engenheiro químico Daniel Valencia, 33 anos, soube da ação por cartazes em frente ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), da Rodoviária do Plano. “Aproveitei para fazer tudo que podia. Geralmente, as esperas são longas e, hoje, foi rápido e fácil”, comenta o morador do Guará. Quem também não perdeu a oportunidade de dar uma olhadinha na saúde foi a aposentada Genezira Moreira, 62 anos. Ela acordou cedo para arrumar o cabelo no shopping Conjunto Nacional mas, antes do cuidado com a beleza, decidiu dar uma verificada na saúde. “Passei, vi o movimento e me interessei. Fiz todos os exames e, como minhas vacinas estão em dia, deu tudo certo”, diz ela. Acesse aqui informações sobre a aplicação das vacinas contra a covid e os pontos de imunização.

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Carro da Vacina vai ao Sol Nascente e servidores são homenageados

Seja em uma rua de terra em uma área rural ou no asfalto de uma comunidade da periferia, a presença do Carro da Vacina se tornou uma realidade, comum em várias regiões administrativas do Distrito Federal ao longo de 2022. Criado em janeiro para ajudar na campanha de imunização contra a covid-19, o projeto ampliou o foco e agora ajuda a combater outras doenças, como a influenza e a pólio. Ao todo, já são mais de 9 mil doses aplicadas. Neste sábado (3), na 30ª edição do Carro da Vacina, a Secretaria de Saúde realizou na Escola Classe 66, no Sol Nascente, uma cerimônia para homenagear 25 servidores envolvidos na iniciativa. Lucilene Florêncio: “Eu acredito em um Sistema Único de Saúde que vá até o usuário”| Foto: Tony Winston/Secretaria de Saúde “O Carro da Vacina é um exemplo para o Brasil”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A gestora destaca que o projeto foi iniciado em Ceilândia e no Sol Nascente e conta desde a primeira edição com a parceria de lideranças comunitárias, igrejas, escolas e outros apoiadores que ajudam a mobilizar a população e a definir as rotas de passagem dos carros. “Eu acredito em um Sistema Único de Saúde que vá até o usuário”, acrescenta. [Olho texto=”“Nós precisamos encontrar inovações, novas formas de aumentar a nossa cobertura vacinal. Por isso, o Carro da Vacina veio para ficar”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Em julho, o projeto foi expandido para outras regiões do Distrito Federal e o plano agora é ampliar a frota de veículos para reforçar a logística necessária para o projeto. “Nós precisamos encontrar inovações, novas formas de aumentar a nossa cobertura vacinal. Por isso, o Carro da Vacina veio para ficar”, completa a secretária. Lucilene Florêncio também elogia o trabalho dos servidores públicos responsáveis pelo planejamento e pela execução do trabalho. A diretora de Atenção Primária da região de saúde oeste, Sandra França, elenca as principais iniciativas para ampliar o acesso à vacinação, como a imunização dentro de escolas e a abertura de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) aos sábados. A UBS 2 de Ceilândia, por exemplo, vai completar um ano de vacinação todos os sábados. Porém, o Carro da Vacina é apontado como uma estratégia fundamental para levar imunizantes para quem dificilmente iria comparecer a uma UBS. “Conforme a gente foi percebendo a necessidade da população, a gente foi se reinventado para assistir”, explica. De acordo com Sandra França, o Carro da Vacina é uma alternativa adequada para pessoas que têm dificuldades de ir até um ponto fixo, seja por dificuldades do transporte ou por conta da rotina. “Imagine uma mãe de família com quatro crianças para se vacinar. Para ela, esse deslocamento é difícil. A gente passando na porta é muito melhor”, exemplifica. Também há o caso de trabalhadores que não encontram tempo para ir até uma Unidade Básica de Saúde. “A gente já pegou motoboy saindo para trabalhar e fizemos a vacina”, lembra. O Carro da Vacina é uma alternativa adequada para pessoas que têm dificuldades de ir até um ponto fixo, seja por dificuldades do transporte ou por conta da rotina | Foto: Tony Winston/Secretaria de Saúde Vacinação em escola A cada edição do Carro da Vacina é montado um ponto fixo para apoio logístico, que também funciona como local de vacinação. Hoje, no Sol Nascente, a Escola Classe 66 foi selecionada para o atendimento. Estavam disponíveis imunizantes contra covid, influenza e pólio, além dos imunizantes do calendário de vacinação, com exceção da BCG. Também foram ofertados serviços como testes rápidos de Infecções Sexualmente Transmissíveis, distribuição de preservativos, orientações sobre o combate à dengue e entregas de kits de higiene bucal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para animar, um pula-pula e palhaços animaram as crianças, o que significou uma verdadeira festa para a Gabriela Pereira. A menina completou nove anos e ficou feliz em ganhar parabéns de toda a equipe da Secretaria de Saúde. “Foi muito bom! E eu estudo aqui!”, conta. Quem também gostou foi a avó dela, a auxiliar de serviços gerais Maria Conceição Rosário, de 59 anos. A menina e avó receberam imunizantes contra a covid-19 e a influenza. “A proteção é a melhor coisa que se faz. Sempre vacinei meus filhos. E agora levo a minha neta”, garante Maria Conceição Rosário.

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Cerca de 60 mil adolescentes não tomaram 2ª dose da vacina contra covid

No Distrito Federal, cerca de 60 mil adolescentes – com idade entre 12 e 17 anos – tomaram somente a primeira dose da vacina contra a covid-19. Segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, esse dado é preocupante. “Esse calendário vacinal não está completo. Isso significa dizer que eles não estão imunoprevenidos e que podem ser suscetíveis a adquirir o vírus”, explica. “Quando se tem vírus circulando e uma população com uma baixa cobertura, permitimos que haja mutação e o surgimento de novas cepas, de novas variantes”, complementa. [Olho texto=”“Vamos conseguir diminuir a circulação porque nós vamos ter a população prevenida, protegida, imunizada”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Até segunda-feira (7), 86,2% da população acima dos 3 anos de idade já havia recebido a primeira dose. A cobertura também está acima de 80% para a segunda dose: 82,5%. Porém, só 54,4% dos adolescentes voltaram para receber o primeiro reforço. E a segunda dose de reforço foi aplicada em 37,5% desse público-alvo. O foco da Secretaria de Saúde é levar os imunizantes para quem ainda não tomou nem a primeira dose e completar o ciclo vacinal de quem está atrasado. Para isso, são mais de 90 unidades básicas de saúde (UBS) com salas de vacina abastecidas com imunizantes contra a covid-19, além de ações extramuros, como o Carro da Vacina e a campanha montada nesse domingo (6) no Eixão Sul. Mais atividades fora das unidades de saúde estão ocorrendo, com foco nas escolas. “Vamos conseguir diminuir a circulação porque nós vamos ter a população prevenida, protegida, imunizada”, defende Lucilene Florêncio. [Olho texto=”“O GDF tem todo o interesse em baixar a faixa etária para vacinar. A questão, não só no DF, mas em todo o Brasil, é que a Política Nacional de Imunização é do Ministério da Saúde, que se baseia na Cetai”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ampliação da campanha Hoje, conforme as orientações da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Cetai), a primeira dose de reforço é indicada para quem tem mais de 12 anos, enquanto o segundo reforço é restrito para os de 40 anos ou mais. No DF, a Secretaria de Saúde até chegou a reduzir, temporariamente, a faixa etária do segundo reforço para 35 anos, mas recuou porque depende do envio de doses pelo Ministério da Saúde. “Quando o ministério faz a recomendação que tecnicamente não seria viável para um público-alvo, ele automaticamente não manda essas doses”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero. A Secretaria de Saúde também aguarda orientações federais a respeito da vacinação de crianças de 3 e 4 anos. “O GDF tem todo o interesse em baixar a faixa etária para vacinar. A questão, não só no DF, mas em todo o Brasil, é que a Política Nacional de Imunização é do Ministério da Saúde, que se baseia na Cetai”, esclarece o subsecretário. Apenas 54,4% dos adolescentes voltaram para receber o primeiro reforço. E a segunda dose de reforço foi aplicada em 37,5% desse público-alvo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, há cerca de 40 mil doses disponíveis, entre os estoques das unidades de saúde e da Rede de Frio Central. Novas remessas já foram solicitadas. “Tão logo essas doses cheguem ao DF, nós temos toda uma infraestrutura de logística para atender a população”, completa Divino Valero. Segurança O subsecretário lembra ainda que as notas técnicas da Cetai consideram vários aspectos, como o cenário epidemiológico e a segurança para a população. “É um conselho multidisciplinar e multi-institucional, onde também estão a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade Brasileira de Infectologia, técnicos do Ministério da Saúde e da Fiocruz, que determina um estudo científico, de evidência científica, de segurança da vacina”, ressalta. A Câmara Técnica, criada em agosto de 2021 pela Portaria GM/MS Nº 1.841, também conta com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Testagem Nesta quarta-feira (9), o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde mostrou que a taxa de transmissão, o chamado índice RT, está em 1,29. Isso significa que 100 pessoas com covid-19 contaminam outras 129. O número de novos casos ainda é pequeno: foram 223 registros entre os dias 8 e 9, porém os números indicam uma aceleração da doença. De acordo com a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, a primeira medida a ser tomada para enfrentar esse aumento no número de casos é ressaltar a importância da testagem. O DF conta com 280 mil testes no estoque e as UBSs, unidades de pronto atendimento (UPA) e hospitais estão com equipes preparadas para testar pacientes sintomáticos. “A população que está com sintoma gripal deve procurar nossas unidades básicas de saúde para fazer o teste, e assim nós vamos ter a população protegida”, indica. A secretária de saúde destaca ainda a importância da testagem para a detecção de novas variantes do coronavírus no Distrito Federal. “Quanto mais pessoas nós testamos, nós podemos fazer o sequenciamento genômico, sendo possível o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) verificar se há a nova variante circulando”, detalha. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Congresso vai debater inovação, ensino e pesquisa em saúde

O Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF) realizará, nos dias 16, 17 e 18 de novembro, o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa. Por meio palestras, mesas-redondas e workshops, serão abordados quatro eixos temáticos: Urgência e Emergência, Atendimento ao Traumatizado Grave Adulto e Pediátrico, Oncologia e Gestão Voltada para o Atendimento de Excelência. Coordenado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), o evento englobará a IV Jornada dos Residentes do IgesDF, a XI Jornada dos Médicos Residentes e Egressos do Hospital de Base do DF e o II Simpósio de Pesquisa Científica. [Olho texto=”“O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”” assinatura=”Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente do IgesDF” esquerda_direita_centro=”direita”] Com vagas presenciais e online, o encontro promoverá debates entre pesquisadores, estudiosos, residentes e especialistas consagrados nacionalmente. “Estamos trabalhando para entregar um evento completo, com atividades dinâmicas, incluindo simulação realística, apresentação de trabalhos científicos, e-poster, mesas-redondas e palestras multidisciplinares, com o intuito de corroborar com as práticas assistenciais e de melhorar ainda mais o funcionamento de nossas unidades”, detalha a diretora da Diep, Emanuela Ferraz. As inscrições para o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa podem ser feitas até 15 de novembro por este link. “O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”, destaca a diretora-presidente do IgesDF, Mariela Souza de Jesus. Confira a programação completa do evento *Com informações do Iges-DF

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Reforma na UTI do Hospital Regional de Taguatinga começa nesta quinta (27)

Começa nesta quinta-feira (27) o processo de renovação da ala de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Ao longo de 40 dias, será feita a troca do piso, das portas, do forro de gesso e dos dutos de ar-condicionado, de água quente, de esgoto e de vácuo. Os serviços de manutenção são possíveis graças ao novo contrato regular assinado pela Secretaria de Saúde e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (26). Construído no início dos anos 1970, o Hospital Regional de Taguatinga terá serviços de renovação da ala de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF A diretora administrativa da Região Sudoeste de Saúde, Loyani Katrina Ipac, lembra que o HRT foi construído no início dos anos 1970 e suas estruturas são muito antigas, com dutos ainda em cobre. “A tubulação será trocada porque a antiga apresentava vazamentos”, conta. [Olho texto=”“Vamos entregar uma nova ala, com qualidade para prestar o melhor atendimento aos pacientes e com infraestrutura completa para os servidores trabalharem”” assinatura=”Loyani Katrina Ipac, diretora administrativa da Região Sudoeste de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Ao longo dos 40 dias do serviço de manutenção, os pacientes que necessitarem de leitos de UTI serão transferidos para outras unidades, como o Hospital Regional de Samambaia ou o Hospital Regional de Ceilândia. No período, também será realizada a manutenção dos equipamentos de apoio aos oito leitos de UTI adulta e cinco de UTI pediátrica, com recursos do Programa de Descentralização de Aquisições de Saúde. “Vamos entregar uma nova ala, com qualidade para prestar o melhor atendimento aos pacientes e com infraestrutura completa para os servidores trabalharem”, conclui Loyani Katrina Ipac. Novos contratos A manutenção da UTI do HRT é a primeira grande ação prevista no âmbito dos novos contratos regulares de manutenção assinados pela Secretaria de Saúde. A publicação no DODF desta quarta é referente a 19 lotes da contratação, do total de 28. Ao todo, em um ano, serão investidos R$ 74 milhões para melhorar as condições físicas de 297 unidades de saúde. Os contratos podem ser prorrogados por até cinco anos. “Esses novos contratos vão ajudar os gestores a melhorar a infraestrutura dos espaços. Vão servir para conserto de infiltrações em telhados, pintura, arrumar banheiros, reparar pisos em centros cirúrgicos e ambulatórios. Estamos comemorando muito essa contratação”, enumera a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A licitação foi dividida em 28 lotes, negociados separadamente em pregões online, com participação de empresas de todo o Brasil. A ampla concorrência permitiu fechar os contratos com uma economia de 27% frente ao valor total estimado. Oito companhias foram vencedoras, ficando responsáveis por serviços em todas as sete regiões de saúde. Os diretores administrativos das regiões de saúde foram orientados previamente a fazer um levantamento dos reparos necessários. “A prioridade é focar na cobertura, teto e telhado, por causa do período chuvoso. Estamos, ainda, orientando ações voltadas à manutenção elétrica e hidráulica, para dar mais conforto e segurança para a comunidade. Também é prioridade número um a manutenção voltada à infraestrutura das maternidades do DF”, destaca o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Mário Furtado. Os contratos cobrem reparos e manutenção em todas as unidades de saúde, passando por policlínicas, laboratórios, hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs) e centros de atenção psicossocial. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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UBS oferece ensaio fotográfico às grávidas que concluírem pré-natal

A enfermeira Ana Cristina Braz é uma profissional que vai além de suas atribuições funcionais para que o serviço prestado atinja os objetivos esperados. Chefiando a Unidade Básica de Saúde (UBS) Torre, na zona rural de Brazlândia, ela encontrou uma maneira de fazer com que as mulheres que realizam acompanhamento pré-natal na unidade compareçam a no mínimo seis consultas e a pelo menos  uma visita ao dentista, como determina o Ministério da Saúde. Para evitar a evasão, Ana criou a promoção do book, que consiste em oferecer para a grávida um ensaio fotográfico no final da gestação. [Olho texto=”A iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Em busca de encontrar uma forma de evitar que as futuras mães abandonassem o acompanhamento da gravidez, o que era comum na UBS, há cerca de um ano Ana teve a ideia de fazer o book. “No ano passado tive essa ideia devido à baixa adesão ao pré-natal e neste ano resolvemos implementar. O projeto é apresentado à gestante, e assim incentivamos que elas compareçam às consultas”, explica a enfermeira. Segundo Ana, para ganhar o ensaio fotográfico é preciso estar no terceiro trimestre de gravidez, comparecer a pelo menos seis consultas, mais uma com o odontólogo, e ter participado de ao menos uma das atividades oferecidas. Hoje, existem 13 gestantes realizando pré-natal na unidade da Torre e todas são trabalhadoras rurais. A grávida Ana Cristina Lucena, no oitavo mês de gestação, posa para a enfermeira Ana Cristina Braz, que criou a ideia do ensaio fotográfico na UBS Torre, em Brazlândia | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Ana Cristina e os oito servidores que trabalham com ela na UBS de Brazlândia são os patrocinadores do book. Antes do ensaio, as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado. O ensaio fica por conta de Ana Cristina, e o cenário onde as fotos são feitas foi comprado e montado pela equipe da UBS. Após a sessão de fotos é oferecido um lanche à futura mãe. “Nós compramos o lanche, fazemos vaquinha. Cada um traz uma coisa”, conta. Ana garante que a iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%. Importância do pré-natal Antes do ensaio as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado, tudo feito pelas servidoras da UBS Todo o esforço dos servidores da UBS Torre para que as mulheres da localidade não abandonem o pré-natal deve-se ao fato da grande importância do acompanhamento de uma gestação. De acordo com a enfermeira, as consultas periódicas previnem a morte materna, a morte neonatal e faz com que sejam descobertas doenças na mãe, como hipertensão, sífilis, HIV e toxoplasmose, por exemplo. “Quanto mais cedo elas iniciarem o acompanhamento, mais cedo será possível descobrir essas doenças e tratar”, avalia a enfermeira. A participação dos maridos no pré-natal é incentivada pela UBS e eles podem participar do ensaio fotográfico. Para a grávida Ana Cristina Lucena, que ganhou o ensaio no oitavo mês de gestação, o book foi uma boa surpresa para ela, que não tinha pensado em fazer um. A filha Isabela, a primeira de Ana, era esperada para setembro. A mãe já faz planos de enviar as fotos para amigos e parentes.  

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