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Carnaval além do samba: no DF, a folia é para todos os gostos e estilos

O Carnaval e o samba têm uma relação que transcende o tempo e está entre as mais emblemáticas da cultura brasileira. Foi na festividade que o gênero musical nascido nos morros cariocas encontrou seu palco para expressar e conquistar corações por todo o país. Mas quem foi que disse que a folia só tem espaço para um gênero musical? Em Brasília, a diversidade ganha as ruas pelos blocos e eventos da capital, com opções para todos os gostos. Há 15 anos tomando as ruas do DF, o bloco Sustentável do Patubatê traz um repertório brasileiro carnavalesco que mistura gêneros musicais com ijexá, cirandas, maculelê, samba-reggae e funk brasileiro. Este ano, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), o bloco vai animar os foliões no Setor Carnavalesco Sul, na segunda-feira (12). Idealizador do projeto Patubatê, Fred Magalhães, afirma que o objetivo é unir artistas renomados com alunos da iniciativa. “Teremos um corpo performático mais profissional ao lado de amadores, no sentido de que amam o que estão fazendo”, enfatiza. O bloco Sustentável do Patubatê vai animar os foliões no Setor Carnavalesco Sul, na segunda (12) | Foto: Divulgação Magalhães acrescenta, ainda, que um dos diferenciais do bloco está na utilização de instrumentos criados a partir de material reciclável. “Nós damos oficinas para construção de instrumentos, para que as pessoas possam tocar com a gente. Temos, por exemplo, agogôs de panela e surdos feitos em tonéis, que nos oferecem um timbre diferente dos convencionais”, explica. Harmonia do Sampler Você já ouviu falar no sampler? Esse dispositivo ou software é usado para gravar, reproduzir ou manipular músicas e trechos sonoros a fim de criar novas composições e arranjos musicais. Foi graças a este equipamento que nasceu um dos blocos mais diferentes da programação carnavalesca da capital para este ano: o Harmonia do Sampler. O Harmonia do Sampler vai desfilar nesta sexta (9), na 203 Norte, a partir das 15h | Foto: Divulgação Produtor da banda que originou o bloco, Cleber Machado, narra que tudo surgiu há oito anos, após uma brincadeira entre amigos viralizar. “Fizemos uma música que explodiu na internet, em uma época em que era muito difícil atingir visualizações muito rapidamente. O pessoal começou a nos ligar querendo shows, mas a gente só tinha uma música”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Com a repercussão, os integrantes decidiram criar uma banda de covers, que ajuda a dar roupagens novas a músicas populares brasileiras em uma pegada mais eletrônica. “Assim fizemos, e foi um sucesso; começamos a participar de shows, também no Carnaval, e há três anos decidimos fazer o bloco, que é de pequeno porte, mas com um público bem legal”, prossegue. Questionado sobre o repertório, Machado promete “uma verdadeira bagaceira hype”, como se refere à formação. “Só vendo para crer. Vai ser uma coisa bem divertida, engraçada. Tudo com um grupo que musicalmente é muito forte, composto pelo DJ Rafael Ops, o vocalista Caetano Maia, o percussionista Luiz Ungarelli, o guitarrista Marquinhos Morais e Samuel Mota, na segunda guitarra”, detalhou. O Harmonia do Sampler desfilará nesta sexta-feira (9), na 203 Norte, a partir das 15h.

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Estagiários do Jovem Candango reforçam atendimento nas tendas de hidratação

A Secretaria da Família e Juventude (SEFJ) anunciou nesta quinta-feira (8) que convocará 600 jovens do programa Jovem Candango para auxiliar nas tendas de hidratação montadas pela Secretaria de Saúde, destinadas a atender pessoas com sintomas da dengue. Eles serão deslocados dos órgãos em que estão lotados para trabalhar na recepção e realizar os cadastros das pessoas com sintomas da dengue, nas nove tendas para hidratação. A portaria com a decisão da SEFJ deverá ser publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) para que os jovens atuem nesta missão. [Olho texto=”“Os jovens atuarão nesta missão auxiliando as equipes que estão nas tendas, com o objetivo de aumentar a capacidade de atendimento à população”” assinatura=”Rodrigo Delmasso, secretário da Família e Juventude” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, afirmou que a secretaria está trabalhando para ajudar na frente de combate à dengue no DF. “Os jovens atuarão nesta missão auxiliando as equipes que estão nas tendas, com o objetivo de aumentar a capacidade de atendimento à população”, disse. Os jovens convocados receberão treinamento das equipes da Secretaria de Saúde que orientará como será feito o cadastramento dos atendidos. Os locais auxiliam a população com a verificação dos sinais vitais, sintomas e realização de testes rápidos. Nove regiões administrativas que abrangem a maior quantidade de casos da doença já haviam recebido essas tendas e, agora, outras nove serão montadas em Ceilândia, Gama, Guará, na área central do Plano Piloto, no Paranoá, Samambaia, Taguatinga, Varjão e Vicente Pires. Tendas para atendimento da dengue, nas administrações regionais, de segunda a domingo, das 7h às 19h: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] ? 1 – Samambaia: Quadra 302, Conjunto 13, Lote 05 ? 2 – Brazlândia: Área Especial nº 04, Lote 01 – Setor Tradicional ? 3 – Ceilândia: QNM 13, Módulo B – Área Especial – Ceilândia Sul ? 4 – Sol Nascente: SHSN, VC 311, Trecho II ? 5 – Sobradinho: Quadra Central, Setor Administrativo, Lote A ? 6 – Recanto das Emas: Av. Recanto das Emas, quadras 206/300, Centro Urbano ? 7 – São Sebastião: Quadra 101, Área Especial S/N ? 8 – Estrutural: Setor Central, Área Especial 5, s/nº ? 9 – Santa Maria: Quadra Central 1, Conjunto H, Lote 01 *Com informações da SEFJ

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Veja a rota do fumacê nesta quarta-feira (7)

Arte: Agência Brasília

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Veja a rota do fumacê nesta segunda-feira (5)

Arte: Agência Brasília

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Veja a rota do fumacê nesta quarta-feira (31)

Arte: Agência Brasília

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Pais devem ficar atentos ao peso na mochila dos estudantes

Em meio a expectativa e preparativos para o retorno às aulas da rede pública, marcado para 19 de fevereiro, pais e responsáveis devem estar atentos aos cuidados com o peso excessivo das mochilas que os estudantes carregam diariamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso das mochilas a menos de 10% do peso corporal, a fim de evitar eventuais riscos associados à postura inadequada. A OMS orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso de suas mochilas a menos de 10% do peso corporal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A fisioterapeuta Polyane Magalhães, da Policlínica do Hospital Regional do Gama (HRG), explica que a manutenção de uma postura inadequada no transporte de materiais escolares pode acarretar consequências sérias para a saúde a longo prazo, impactando o desenvolvimento físico e causando desconforto no dia a dia dos estudantes. “Os primeiros indicativos que temos dessa sobrecarga são as alterações posturais, como inclinações do tronco para frente, tensões nos ombros e na coluna cervical”, detalha. “E se a criança começar a se queixar de dor na coluna, o ideal é procurar um especialista”, completa. A servidora orienta aos pais que optem, no ato da compra do material escolar, pelas mochilas de duas alças. “Essas propiciam a distribuição correta do peso, diferentemente daquelas que contam com apenas uma alça transversal. Essas não são boas para a postura”, diz. [Olho texto=”O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Também é preciso estar atento à postura em sala de aula. O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto. Outro cuidado é evitar ficar sentado por longos períodos. “Aproveite os intervalos das aulas para se levantar, caminhar um pouco, esticar as pernas”, sugere a fisioterapeuta. As mesmas orientações valem para o uso de computadores e celulares em casa durante os estudos, onde é recomendado evitar sentar-se em flexão mantida, ou seja, curvada. “É importante frisar a importância da atividade física como aliada nesses casos, uma vez que o sedentarismo contribui para agravar os sintomas de dores e prejuízos funcionais”, completa.

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Estatuto da Pessoa com Diabetes garante direitos no Distrito Federal

Já está em vigor no Distrito Federal o Estatuto da Pessoa com Diabetes, criado pela lei nº 7.409, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha e publicada no Diário Oficial do DF (DODF) do dia 18 deste mês. O estatuto assegura direitos aos pacientes diagnosticados com diabetes, como acesso aos serviços de saúde pública e prioridade de atendimento. Aproximadamente 115 mil pessoas fazem acompanhamento de diabetes nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). “A nova lei normatiza práticas que já adotamos no âmbito da Secretaria de Saúde. Temos o orgulho de termos aqui um tratamento que é referência nacional”, afirma a subsecretária de Assistência Integral à Saúde, Lara Nunes. Ela destaca o uso do Libre, equipamento para monitorar os níveis de glicemia no sangue. Os pacientes também contam com bombas de insulina. Pacientes com diabetes no DF têm acesso a tratamentos com o Libre e com bombas de insulina | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde O uso desses equipamentos é orientado pelos profissionais da SES-DF. O acompanhamento é feito em unidades especializadas no tratamento da doença, como o Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), o Centro de Atenção ao Diabetes e Hipertensão Adulto (Cadh) e o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh). A rede de 176 unidades básicas de saúde (UBSs) funciona tanto como porta de entrada quanto para o acompanhamento de quem está com a doença crônica controlada. Em caso de necessidade, o encaminhamento a um endocrinologista é rápido. “Todo paciente com diabetes tipo 1 é prioritário. Não há atraso para consulta com o especialista”, garante a endocrinologista Flávia Melo, referência técnica distrital da área. A SES-DF conta com 73 médicos endocrinologistas, 23 deles voltados para atendimentos pediátricos. Além disso, profissionais de diversas especialidades fazem o acompanhamento geral da saúde dos pacientes, e há ambulatórios para tratamento de complicações da doença, como o “pé diabético” e a retinopatia. Também são realizadas ações educativas, inclusive em escolas, em parceria com a Secretaria de Educação. A Secretaria de Saúde conta com 73 médicos endocrinologistas | Foto: Thaís Cavalcante/ Agência Saúde Diabetes: o que é e como evitar A diabetes é caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente e pode levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. A doença pode ter diversas causas, que determinam o seu tipo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diabetes tipo 1 atinge de 5% a 10% dos pacientes. Nesse caso, as células produtoras de insulina são destruídas pelo próprio corpo. Já os demais 90% são acometidos pelo tipo 2, quando há deficiência na produção de insulina ou resistência à insulina. Também há a diabetes gestacional, que pode ou não persistir após o parto. Além disso, determinados tipos de doenças, uso de medicação, drogas, produtos químicos ou problemas genéticos podem levar a um quadro de diabetes. A melhor forma de prevenir a diabetes é praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável e evitar o consumo de álcool, tabaco e drogas. Além disso, é fundamental fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Força-tarefa contra a dengue recolhe milhares de pneus no Riacho Fundo II

Equipes da força-tarefa do Governo do Distrito Federal (GDF) empreenderam uma operação de combate à dengue no Riacho Fundo II. Após vistorias realizadas pelas secretarias de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Saúde (SES-DF), foram constatados pontos de proliferação do mosquito devido ao armazenamento irregular no pátio de uma empresa no Caub I que somava mais de 15 mil pneus acumulados a céu aberto, segundo estimativas iniciais das pastas. O número total será divulgado ao final da ação de recolhimento. Equipes do SLU integraram a ação fiscalizatória, eliminando focos da dengue | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Aproximadamente 70 agentes atuaram na região para acabar com os focos do mosquito Aedes aegypti. Só na empresa de trituração de pneus, foram mais de 6,8 mil m² vistoriados. “O ideal é que o proprietário deste estabelecimento tenha uma cobertura e que a chuva não atinja a área de armazenamento”, orientou a chefe da Vigilância Ambiental do Centro-Sul, Keyla Siqueira Brito. “O pneu é um dos pontos mais atraentes para o mosquito. Com a chuva, ele se torna o principal depósito para a proliferação”. [Olho texto=” “Existem locais corretos para descartar resíduos. Basta entrar no app do SLU e verificar onde estão esses pontos de recolhimento” ” assinatura=”Silvio Vieira, diretor-presidente do SLU” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário de Operações da DF Legal, Alexandre Sena, reforçou: “Essa é uma ação de governo que está sendo realizada simultaneamente em vários pontos de Ceilândia e Riacho Fundo II. A gente recebeu uma denúncia desses locais, fizemos vistoria, foram constatados locais com proliferação do mosquito. Demos um prazo para destinar os pneus, e, como não houve o cumprimento, estamos aqui para recolher e autuar os responsáveis”. Cerca de 35 garis do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) trabalharam durante o dia para remover os pneus do galpão. Os itens foram encaminhados para o depósito do SLU e, de lá, receberão a destinação correta. Autuado, o proprietário do local poderá pagar até R$ 200 mil de multa. [Olho texto=”“Nossa equipe faz o mapeamento e recebe informações diretamente da população” ” assinatura=”Ana Maria Silva, administradora do Riacho Fundo II” esquerda_direita_centro=”direita”] “O SLU trabalha de domingo a domingo fazendo a limpeza nas ruas do Distrito Federal”, ressaltou o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira. “O que falta é conscientização da sociedade, porque existem locais corretos para descartar resíduos. Basta entrar no app do SLU e verificar onde estão esses pontos de recolhimento.” De acordo com a administradora do Riacho Fundo II, Ana Maria Silva, a administração está atenta aos locais onde há incidência de casos para traçar estratégias assertivas no combate à doença. “Nossa equipe faz o mapeamento e recebe informações diretamente da população; em seguida, nós acionamos todos os órgãos competentes para organizar uma operação e evitar mais contaminações”, pontuou. Trabalho simultâneo Além da atuação no Riacho Fundo II, outras equipes foram escaladas para a força-tarefa no Incra 9, em Ceilândia. No local, os agentes de fiscalização compareceram a outro armazenamento irregular de pneus a fim de erradicar eventuais pontos de proliferação do mosquito. Os fiscais também fizeram um trabalho de busca ativa pelas ruas de Ceilândia Norte, procurando focos da dengue. Os agentes notificaram e autuaram pessoas flagradas fazendo o descarte irregular de resíduos em área pública. Saúde pública No boletim mais recente divulgado pela Secretaria de Saúde (SES-DF), o DF havia registrado 16.628 casos prováveis de dengue, um crescimento de 646,5% se comparado com o mesmo período em 2022. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Desde que aumentaram os registros da doença, o GDF adotou uma série de medidas para acolher os pacientes infectados e para cessar a proliferação do mosquito. Entre os dias 1º e 22 deste mês, foram removidas 30,6 mil toneladas de resíduos descartados irregularmente. Além disso, foram criadas nove tendas de acolhimento para aplicar testes gratuitos de diagnóstico da doença, hidratação e medicação. Nos dias 20 e 21, as tendas atenderam 2.397 pacientes, dos quais 967 precisaram de hidratação venosa e 49 foram direcionados a unidades de saúde. Ao todo, o DF conta com 176 unidades básicas de saúde como porta de entrada para atendimento de pessoas com suspeita da doença. Os trabalhos no combate à dengue seguem em andamento pelo DF. O cidadão pode participar ativamente desse processo, não descartando resíduos e entulhos em locais irregulares e denunciando, via Ouvidoria, caso presencie locais com possíveis focos do mosquito.

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