Mais 500 agentes irão reforçar combate à dengue
Esta segunda-feira (8) foi o último dia do curso teórico de aperfeiçoamento dos 500 novos agentes de Vigilância Ambiental (AVAs). O treinamento começou na semana passada, com o objetivo de capacitar todos os profissionais sobre as funções que irão desempenhar, entre as quais, o combate à dengue. Foram quatro dias de curso teórico presencial e, a partir desta terça-feira (9), haverá atividade prática. Na próxima semana, os agentes estarão nas ruas do DF trabalhando. Na próxima semana, os agentes estarão nas ruas do DF trabalhando | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Aqui repassamos tudo sobre as atribuições do agente de vigilância ambiental, falamos sobre agrotóxico, mosquitos e divisão da Diretoria de Vigilância Ambiental. A partir de amanhã todos irão para as cidades em que atuarão e farão mais quatro dias de curso prático”, explica o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Jadir Costa Filho. [Olho texto=”“O aumento das chuvas incrementa os casos de dengue, por isso precisamos estar ativos no combate ao mosquito e este reforço com mais 500 agentes vai ajudar bastante”” assinatura=”Jadir Costa Filho, diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Com o início do período chuvoso no Distrito Federal há uma tendência de aumentar a proliferação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, os casos de dengue. “O aumento das chuvas incrementa os casos de dengue, por isso precisamos estar ativos no combate ao mosquito e este reforço com mais 500 agentes vai ajudar bastante”, salienta. O secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, esteve presente no último dia de treinamento teórico e ressaltou que o trabalho dos AVAs é excepcional e fundamental para a saúde, pois muitos ajudam com a vacinação e, principalmente, no combate à dengue. “Este é o momento de perguntar, de tirar todas as dúvidas para depois aliar o conhecimento adquirido à prática. Acreditamos no trabalho de todos que estão aqui e sabemos que todos deixarão um legado. Por isso, se dediquem ao máximo, pois o combate ao mosquito da dengue é uma das nossas missões para cuidar da saúde de todos”, destaca Pafiadache. Antônia Gizele de Souza, 42 anos, elogiou o curso e está ansiosa para colocar o que aprendeu na prática, batendo de porta em porta | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Expectativas Antônia Gizele de Souza, de 42 anos, nunca trabalhou como agente de vigilância ambiental, mas tinha uma noção do serviço. Ela conta que achou o curso muito bom, com abordagem de todos os temas necessários. “Foi um treinamento excelente, ademais, só colocando os ensinamentos em prática, indo nas casas, batendo de porta em porta”, avalia. Para Eliseu dos Santos, de 28 anos, o trabalho de agente de vigilância ambiental é algo novo e ele não conhecia. Porém, achou o curso de aperfeiçoamento muito interessante e rico de conteúdos. “Foi tudo bem explicado, deu para agregar bastante coisa, muito conhecimento. Agora, teremos o curso prático para colocar em campo tudo o que aprendemos estes dias”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Quem também gostou do treinamento foi Jaqueline Fernandes, de 42 anos. Ela já foi agente comunitária de saúde e passou 40 dias atuando como AVA, o que resultou em experiência. “Gostei muito do curso, não focou só no mosquito da dengue. Tivemos uma excelente base”, analisa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Ceilândia recebe a campanha antirrábica neste sábado (16)
Sábado (16) também é dia de levar os pets para imunização contra o vírus da raiva. A vacina será aplicada em 26 pontos na região de Ceilândia, das 9h às 17h, em cães e gatos saudáveis acima de três meses de idade. Caso o animal receba a vacina pela primeira vez, ele deverá ser imunizado novamente após 30 dias. Com a campanha anual de vacinação contra a doença mantém-se, no curto prazo, uma parcela significativa da população imune ao vírus da raiva| Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A proteção contra a raiva é importante, pois é uma doença infecciosa de origem viral capaz de levar as vítimas ao óbito em praticamente 100% dos casos. A doença acomete todas as espécies de mamíferos, inclusive seres humanos. [Olho texto=”O vírus rábico circula no DF em quirópteros, nos bovinos, equídeos e outros animais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Entre as doenças infecciosas de origem viral, a raiva é a única, em relação a seu alcance e ao número de vítimas, que pode gerar uma encefalite aguda. O único caso de raiva humana no Distrito Federal foi registrado em 1978. O último caso diagnosticado de raiva em cães foi em 2000 e, em gatos, no ano de 2001. O vírus rábico circula no DF em quirópteros, nos bovinos, equídeos e outros animais. O vírus da raiva é encontrado na saliva de animais infectados e é transmitido principalmente por meio de mordeduras e, eventualmente, pela arranhadura e lambedura de mucosas ou pele lesionada. Com a campanha anual de vacinação contra a doença mantém-se, no curto prazo, uma parcela significativa da população imune ao vírus. As campanhas foram iniciadas com a criação do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) em 1973. Veja os pontos de vacinação: *Com informações da Secretaria de Saúde
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UPA Ceilândia II já realizou mais de 2 mil atendimentos
[Olho texto=”“Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”” assinatura=”Flávio Amorim, gerente da UPA Ceilândia II” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em apenas 13 dias – desde que foi inaugurada pelo governador Ibaneis Rocha, em 24 de setembro, até essa quarta-feira (6) –, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ceilândia II já realizou 2.116 atendimentos, de acordo com o balanço oficial do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que construiu e administra a unidade. Os números do Iges-DF mostram que 903 pacientes foram avaliados pela equipe de enfermagem da classificação de risco, 855 passaram por consulta médica, 58 foram submetidos a exame de raio-X e foram realizados 300 exames laboratoriais. “Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”, ressaltou o gerente da UPA, Flávio Amorim. Localizada na Expansão Setor O, QNO 21, Área Especial D, a UPA Ceilândia II atende diariamente, por 24 horas, casos de urgência e emergência de clínica médica, como pressão alta, febre alta, problemas respiratórios (falta de ar, por exemplo), desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurologistas, como infarto e AVC. A UPA Ceilândia II atende, 24 horas por dia, casos de urgência e emergências de clínica médica | Foto: Ascom/Iges-DF Profissionais e estrutura A UPA de Ceilândia conta com 154 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e demais áreas. Os atendimentos começam com a triagem, depois é feita a consulta e, na sequência, os pacientes são encaminhados para fazer exames e receber assistência. Essa assistência pode ser prestada na Sala Vermelha, que possui dois leitos para atender casos graves; na Sala Amarela, com sete leitos, para pacientes de média gravidade; ou na Sala Verde, que conta com 10 poltronas para administrar medicação e inalação. A UPA Ceilândia II possui também sala e equipamento de raio-X e um laboratório bem equipado para ajudar no diagnóstico dos pacientes. O Ministério da Saúde, que regula o funcionamento das unidades de pronto atendimento, não exige que UPAs tenham raio-X e laboratório, mas o Iges-DF fez questão de fornecer esses serviços. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Novas UPAs Além da UPA Ceilândia já entregue, o Iges-DF vem construindo mais seis unidades no Paranoá, Riacho Fundo II, Gama, Planaltina, Brazlândia e Vicente Pires. Todas são do mesmo modelo da Ceilândia II, ou seja, são de Porte I, Opção 3 e 1.200 m² de área construída. Ao todo, as sete UPAs somam 42 poltronas de observação, 14 leitos de emergência e sete leitos de isolamento. O Iges-DF vem investindo mais de R$ 51 milhões para construir, equipar, mobiliar e manter em funcionamento as sete novas UPAs. Do total dos recursos, R$ 38.639.006,60 estão sendo investidos em obras, R$ 8.698.326 em equipamentos médico-hospitalares e R$ 3.749.197 em mobiliário. Os recursos são repassados pela Secretaria de Saúde do DF. *Com informações do Iges-DF
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Segunda dose da AstraZeneca já pode ser antecipada
A segunda dose da vacina AstraZeneca já pode ser antecipada para quem tem a data marcada no cartão de vacina até o dia 27 deste mês. Já nesta terça-feira (5), o cidadão pode procurar o ponto de vacinação mais próximo e que ofereça o imunizante para completar o ciclo vacinal. Para ser vacinado, basta levar o cartão de vacina e documento de identidade com foto. Para que a imunidade coletiva aconteça é necessário que as pessoas que receberam a primeira dose procurem um posto de vacinação para completar o esquema, mesmo que já tenha ultrapassado o prazo | Breno Esaki/Agência Saúde-DF A antecipação foi possível com a chegada de 39.425 doses da vacina AstraZeneca no último fim de semana e, com isso, será possível antecipar a segunda dose. O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, convida a população para completar a imunização contra a covid-19. “Se você tem marcado em seu cartão de vacina a segunda dose da AstraZeneca até o dia 27 procure hoje mesmo a UBS mais próxima e não deixe de se vacinar. É muito importante estar com a vacinação em dia”. [Olho texto=”Se o indivíduo não completa o esquema da vacinação preconizado fica mais sujeito à infecção em comparação com o indivíduo que recebeu as duas doses” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Para se proteger contra a covid-19 é necessário estar com o ciclo vacinal completo. Por isso, é de extrema importância que toda a população tome as duas doses do imunizante. No caso dos idosos, a Secretaria de Saúde orienta que não deixem de tomar a dose de reforço após seis meses da segunda dose. Há pontos de vacinação específicos para atender esse público. Quando as vacinas contra a covid-19 foram produzidas, elas foram testadas pelos laboratórios e comprovou-se que a resposta clínica era melhor quando havia uma segunda dose do imunizante. Se o indivíduo não completa o esquema da vacinação preconizado fica mais sujeito à infecção em comparação com o indivíduo que recebeu as duas doses. “É importante destacar que a eficácia aumenta após a administração da segunda dose, além de prolongar esta proteção. E para que haja diminuição da transmissão do vírus e retornarmos à normalidade, é preciso que cerca de 70% da população complete o esquema vacinal, é o que chamamos de imunidade de rebanho ou imunidade coletiva”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar. [Olho texto=”Nesta terça-feira (5), a cobertura vacinal no Distrito Federal está em 85,86% considerando a população vacinável, que tem 12 anos ou mais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para que a imunidade coletiva aconteça é necessário que as pessoas que receberam a primeira dose procurem um posto de vacinação para completar o esquema, mesmo que já tenha ultrapassado o prazo. Nesta terça-feira (5), a cobertura vacinal no Distrito Federal está em 85,86% considerando a população vacinável, que tem 12 anos ou mais. Reforço para profissionais da saúde No último sábado, o Distrito Federal recebeu 64.580 doses da vacina Pfizer, sendo 10.530 doses destinadas para reforço (DR) para idosos acima de 70 anos e 53.820 doses de DR para profissionais de saúde. O restante é reservado à perda técnica. A Secretaria de Saúde ressalta que a dose de reforço será destinada somente para os profissionais de saúde que tomaram a segunda dose até o dia 31 de março de 2021. “É muito importante que o profissional de saúde, tanto da área pública, como da privada, observe a data da segunda dose que está marcada no seu cartão. É necessário completar o esquema vacinal para que a gente consiga combater este vírus e prolongar a vida”, destaca o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ele reforça ainda a necessidade de, mesmo com a vacina, manter os cuidados preventivos, como o uso de máscara, higienização constante das mãos e distanciamento social. “Lembramos que o atraso da segunda dose pode contribuir com um novo aumento da taxa de internação hospitalar”, alerta. Os locais de vacinação para os profissionais de saúde serão divulgados ainda nesta terça-feira (5) na página Vacina DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vacinação de público com mais de 55 anos é superior a 90%
[Olho texto=”“A população do Distrito Federal pode ficar tranquila, pois há garantia da segunda dose para todos que já estão aptos a recebê-la. Por isso, é importante atentar para a data que está marcada no seu cartão de vacina e verificar qual é o posto mais perto que tem o seu imunizante. Estamos acompanhando a boa procura da população pela vacinação completa e é importante que isso se mantenha”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para vencer o novo coronavírus e garantir a imunidade coletiva é necessário que a população se conscientize e se vacine contra a doença. A vacina está disponível em vários pontos de atendimento sinalizados para jovens de 14 a 17 anos e adultos de 18 anos ou mais. Quem ainda não recebeu a primeira dose basta comparecer à unidade mais próxima, munido de documento de identidade com foto, CPF e, preferencialmente, com o cartão de vacina. O DF está abastecido com imunizantes para alcançar toda a população que faz parte da faixa etária atual da campanha. “A população do Distrito Federal pode ficar tranquila, pois há garantia da segunda dose para todos que já estão aptos a recebê-la. Por isso, é importante atentar para a data que está marcada no seu cartão de vacina e verificar qual é o posto mais perto que tem o seu imunizante. Estamos acompanhando a boa procura da população pela vacinação completa e é importante que isso se mantenha”, destaca o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. A Vigilância Epidemiológica destaca que a imunidade é conferida com o ciclo vacinal completo, ou seja, com as duas doses. A exceção é a vacina da Janssen, aplicada em dose única. A procura pela segunda dose no DF tem sido intensa nos últimos dias, especialmente pela liberação da antecipação da segunda dose para quem deve receber os imunizantes Pfizer-BioNTech e AstraZeneca até o dia 24 de setembro. Para antecipar, basta levar o cartão de vacina que comprove a data para recebimento da segunda dose na unidade que ofereça a vacina e o comprovante de identidade. Arte: Secretaria de Saúde do DF Resultado dessa busca pela vacina é a cobertura vacinal que ultrapassou os 91% no grupo que considera pessoas de 55 a 59 anos devidamente imunizadas. Esses indivíduos, em sua maioria, receberam as vacinas AstraZeneca e Pfizer e começaram o ciclo vacinal em junho. Como os imunizantes têm intervalo de três meses, o prazo para retorno aos pontos de vacinação ocorre em setembro. Na população acima de 65 anos, a imunização completa ultrapassou a casa dos 100%. De acordo com a Subsecretaria de Vigilância à Saúde, isso ocorre porque pessoas de outros estados foram vacinadas no DF, além da estimativa populacional. A cobertura no público que tem entre 50 e 54 anos chegou a 77,08% e a tendência é aumentar gradativamente nos próximos dias, uma vez que esse grupo também começou a ser vacinado em junho. Para quem tem entre 45 e 49 anos, a cobertura está em 51,13%. O grupo de 49 anos começou a ser vacinado em 19 de junho e já está no prazo para receber a segunda dose de AstraZeneca e Pfizer antecipadamente. Boa parte desse público recebeu a CoronaVac e se imunizou em julho. Além disso, há também quem se vacinou no grupo de comorbidades, em maio. A segunda dose para quem tem entre 45 e 48 anos, seguindo o intervalo de três meses, começa a partir do dia 1º de outubro. Primeira dose [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A população mais jovem, com menos de 30 anos, começou a ser vacinada no final do mês de julho. Até o momento, a cobertura de primeira dose considerando somente esse público é maior na faixa etária dos 20 aos 29 anos, com mais de 83%, e menor no grupo de 30 a 39 anos, com pouco mais de 74%. A procura dos jovens de 18 e 19 anos também foi maior que o grupo da casa dos 30 anos, cuja campanha alcançou 77,52% desse público. A vacinação dos adolescentes já alcançou 26,51% do público entre 12 e 17 anos. A maior parte é de adolescentes com 17 anos, seguida por quem tem 16 anos. Ainda não há aplicação da segunda dose para esse público, uma vez que a vacina utilizada é do laboratório Pfizer, que tem intervalo de três meses no Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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HRT procura voluntários para testar remédio
Por ser referência no atendimento aos pacientes com pé diabético no Distrito Federal, o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) foi escolhido para ser o Centro Coordenador do Estudo Nacional com o Fator de Crescimento (Heberprot®️). Trata-se de um produto farmacológico, já autorizado e registrado em vários países, que favorece a cicatrização de úlceras em pés de pacientes com diabetes. Esta fase de pesquisa clínica no Brasil é requisito para autorização e registro da medicação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O estudo precisa de pessoas voluntárias maiores de 18 anos, com úlcera (ferida) no pé, residentes no DF e com disponibilidade para ir até o HRT cerca de três vezes por semana | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF O estudo é gerenciado pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz). Além do HRT, outros seis centros de serviços universitários e do Sistema Único de Saúde (SUS) participam do estudo. São elas a Policlínica Piquet Carneiro – Universidade Estadual do Rio de Janeiro (RJ); Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte (MG); Hospital Memorial Arthur Ramos (AL); Hospital Universitário Lauro Wanderley (PB); Instituto de Medicina Integral (PE); e Fundação Hospital Adriano Jorge – Universidade do Estado do Amazonas (AM). [Olho texto=”“Quem tem ou já teve a complicação pé diabético sabe que o tratamento é longo e desgastante”” assinatura=”Hermelinda Pedrosa, endocrinologista, coordenadora e investigadora principal do estudo” esquerda_direita_centro=”direita”] “O grande objetivo do estudo é verificar o tempo de cicatrização em úlceras nos pés de pessoas com diabetes. O uso reduzirá o tempo de tratamento e de internações, geralmente prolongado e oneroso. A pesquisa é uma exigência da Anvisa como pré-requisito para aprovação de uso e fabricação no Brasil e foi iniciado no 2º semestre de 2018”, explica a endocrinologista Hermelinda Pedrosa, coordenadora e investigadora principal do estudo em âmbito local e nacional. O produto farmacológico é um fator de crescimento epitelial que estimula a granulação, um passo importante para se atingir a cicatrização. Foi desenvolvido em Cuba, já foi aprovado e registrado em 18 países da Europa e passa pela fase de estudos clínicos no Brasil. De acordo com Hermelinda, a Fiocruz será a instituição que receberá a transferência de tecnologia, assim como alinhado para a vacina AstraZeneca-Oxford, em que a fabricação é feita pela instituição. No entanto, para o estudo ser finalizado e o produto aprovado pela Anvisa é necessário conseguir, pelo menos, mais 44 pacientes para participar dos testes em todo o país. [Olho texto=”“O maior objetivo do projeto é prevenir e evitar lesões decorrentes da doença, dando uma melhor qualidade de vida ao nosso paciente”” assinatura=”Karina Torres, diretora do HRT” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A equipe do HRT faz um apelo aos pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2, acima de 18 com alguma “ferida” no pé, para entrar em contato através dos telefones: (61) 2017-1700 (ramal 3423) ou (61) 99870-9090. “Precisamos de pessoas voluntárias maiores de 18 anos, com uma úlcera (ferida) no pé, residentes no DF e com disponibilidade para vir até o HRT cerca de três vezes por semana. O medicamento deve ser utilizado por oito semanas, e até 24 aplicações”, avisa Hermelinda. “Quem tem ou já teve a complicação pé diabético sabe que o tratamento é longo e desgastante. Peço que entrem em contato conosco que daremos todo o suporte”, convida a investigadora da Fiocruz e do HRT. Com a pandemia da covid-19 houve uma alteração no cronograma do estudo e ele acabou ficando prejudicado em todo o Brasil. Por isso é necessário recrutar os 44 pacientes para finalizar o estudo. A equipe de investigação do HRT é composta hoje por duas endocrinologistas (Flaviene Prado e Fernanda Tavares) e duas enfermeiras (Ione Batista e Janaina Martins) além da investigadora principal, Hermelinda Pedrosa. Além do HRT, outros seis centros de serviços universitários e do Sistema Único de Saúde (SUS) participam do estudo Para Karina Torres, diretora do HRT, o estudo exerce um papel fundamental, pois o tratamento oportuno evita a maioria das complicações e garante a qualidade de vida aos pacientes. “O maior objetivo do projeto é prevenir e evitar lesões decorrentes da doença, dando uma melhor qualidade de vida ao nosso paciente”, avalia. Pé diabético As úlceras de pé diabético são uma complicação frequente em pessoas com diabetes e precedem 85% das amputações. Além disso, uma em cada três pessoas desenvolve problemas nos pés ao longo da vida. As úlceras se complicam por infecção nos tecidos mais profundos e ossos – osteomielite – ou por má circulação – doença arterial periférica e resulta em tempo longo de tratamento ambulatorial e internação hospitalar. Como consequência, um elevado custo para o sistema de saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo Hermelinda, 65% dos pacientes diabéticos nunca tiveram os pés examinados e geralmente, só recorrem ao tratamento quando já têm uma complicação muito grave. Isso acaba prejudicando o tratamento e muitas vezes, chegando à necessidade de uma amputação. “Tratar a úlcera de pé diabético, acelerando o processo de cicatrização, proporciona maior qualidade de vida aos pacientes e familiares, evita sequelas e ainda reduz os gastos da rede pública com este paciente, que demanda cuidados ambulatoriais e muitas vezes, internações”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Saiba como funcionará a vacinação neste fim de semana
Esta foi uma semana decisiva na campanha de vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal. Além da ampliação ao público acima dos 20 anos, a Secretaria de Saúde (SES) bateu um novo recorde de vacinação na quinta-feira (12), quando 100.225 doses foram aplicadas em todas as regiões de Saúde do Distrito Federal. Nesta sexta (13), 70 bases de vacinação continuam abertas, tanto para pedestres quanto na modalidade drive-thru. Também será possível buscar a vacinação em primeira e segunda dose ao longo deste fim de semana. O esquema de vacinação para o fim de semana inclui postos em funcionamento até as 22h | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde A semana O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, comemorou o avanço da vacinação no Distrito Federal e aproveitou a oportunidade para agradecer “aos servidores da rede de saúde pública pelo empenho, dedicação e competência que têm demonstrado desde o início do processo de imunização da população do DF”. E reforçou: “Novamente nossas equipes mostram sua grande capacidade em vacinar a população do Distrito Federal. O DF precisava receber mais vacinas para imunizar rapidamente, e isso ficou bem claro nos últimos dias, com vários recordes alcançados”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Na quinta-feira (12), o DF atingiu 76,34% de cobertura vacinal contra a covid-19, considerando quem recebeu a primeira dose ou a dose única, e 29,38%, para quem recebeu a segunda dose ou a dose única. O percentual considera somente a população adulta vacinada. Confira, abaixo, os 19 pontos de vacinação disponíveis neste fim de semana (14 e 15): Confira os dez pontos de vacinação disponíveis neste domingo (15) *Com informações da Secretaria de Saúde
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Tem 25 anos ou mais? Veja onde se vacinar nesta quarta (11)
Finalmente! Essa foi a palavra que definiu a terça-feira (10) para vários jovens entre 25 e 29 anos que começaram a ser vacinados no Distrito Federal. Hoje, são 254.016 pessoas nesta faixa etária que residem na capital federal, sendo que 18,2% já haviam sido vacinados com a primeira dose dentro dos grupos prioritários abertos anteriormente. A vacinação para esse público começou com movimentação intensa em vários pontos e com satisfação pelo atendimento recebido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A estudante Ludmilla dos Santos, 29 anos, foi vacinada na UBS 2 da Asa Norte e disse que a fila andou rápido | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde “É uma felicidade muito grande. É uma emoção de que todo mundo fala quando está na fila, aquela ansiedade, e quando recebe a vacina é incrível. Tudo que vivemos, mais de 500 mil pessoas perderam a vida. Eu perdi meu avô por conta da covid, faz pouco mais de um ano. Então, é uma emoção muito grande”, conta o advogado Igor Moreira Novais Teixeira, de 27 anos, que recebeu a primeira dose na manhã desta terça-feira (10). Quem também se vacinou foi a estudante de arquitetura Ludmilla Alexandre dos Santos, de 29 anos. Ela foi imunizada na Unidade Básica de Saúde 2 da Asa Norte e disse que estava ansiosa. “Que bom que chegou minha idade. Achei que a fila andou rápido, foi bem tranquilo. Agora é continuar os cuidados e voltar para a segunda dose”, enfatiza. Para iniciar a vacinação desse público e continuar para quem tem 30 anos ou mais, a Secretaria de Saúde distribuiu 164,2 mil doses na última segunda-feira (9). Vacinação na quarta-feira (11) Os postos funcionam com atendimento para pedestres, drive-thru e nas duas modalidades. Para quem vai receber a primeira dose, 70 pontos funcionarão nesta quarta-feira, veja quais são eles: As unidades básicas de saúde iniciam a vacinação às 8h e os drive-thru às 9h. O atendimento vai até às 17h, com exceção das UBSs 7 de Ceilândia e 5 de Taguatinga, que funcionam das 8h às 22h. No período noturno também funciona o ponto na Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano, das 18h às 22h. A aplicação da segunda dose também está disponível em postos específicos, identificados com o tipo de imunizante disponível para quem vai completar o ciclo vacinal. Por isso, caso esteja na data para tomar a sua dose de reforço, procure um dos pontos de vacinação e lembre-se de levar o cartão de vacina que tem indicada a data da aplicação da segunda dose. Veja onde se imunizar: *Com informações da Secretaria de Saúde
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