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Gestantes devem manter o pré-natal mesmo na pandemia

Na UBS da 612 Sul, estratégia foi separar salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas normais, como o atendimento a crianças | Foto: Secretaria de Saúde Devido à pandemia do coronavírus, alguns serviços prestados nas unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal foram pontualmente suspensos para evitar aglomeração. No entanto, os atendimentos às gestantes para o pré-natal e demais necessidades estão em curso, normalmente, em toda a Atenção Primária. A recomendação do Ministério da Saúde é de que seja avaliada a situação de cada paciente de forma pontual e, a depender do caso, espaçar as consultas para evitar a exposição da gestante ao novo vírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em março de 2020, o órgão federal lançou nota técnica sobre a importância da continuidade do acompanhamento gestacional, por parte das futuras mães, mesmo durante a pandemia de Covid-19. O atendimento para esse público segue todos os protocolos sanitários vigentes. Ao chegar às UBSs, por exemplo, as gestantes devem aguardar o mínimo possível, de modo a evitar aglomerações em salas de espera. Na Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul (612), a estratégia utilizada foi separar as salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas que a unidade precisa realizar normalmente, como o atendimento a crianças, o pré-natal e a troca de receita – este, um procedimento muito comum. Além dessas atividades existe o compromisso com a parcela de pacientes crônicos, hipertensos e diabéticos, que não podem ficar sem acompanhamento. São consideradas consultas essenciais para a qualidade de vida do paciente. Saúde da Mulher Médico e gerente da UBS 1, Marcus Limeira reforça que a unidade tem feito um trabalho importante em saúde da mulher, em que atividades relacionadas ao pré-natal e à saúde sexual foram preservadas e estão em pleno funcionamento. A colocação de dispositivo intrauterino (DIU), por exemplo. “Nossa unidade atende a uma demanda importante – cerca de 180 gestantes mensais – porque o nosso hospital de referência é o Hospital Regional da Asa Norte [Hran]. Apesar de  ele estar suspenso por ser, agora, o hospital de referência para a Covid-19, elas estão sendo direcionadas para o Hospital Materno Infantil”, explica. Exame é oferecido na Atenção Primária do Distrito Federal, sem custo para o paciente | Foto: Secretaria de Saúde A unidade tem o perfil de atendimento para trabalhadoras que atuam na Asa Sul. Com a pandemia, a equipe observou que algumas pacientes deixaram de ir à unidade. Em contato remoto com elas, devido ao isolamento, os servidores da UBS 1 informam que o atendimento pode ser prestado nas UBSs próximas às residências de cada solicitante. O profissional alerta para a importância do acompanhamento pré-natal e informa que, nos termos do protocolo do Ministério da Saúde, a gestante deve ter, no mínimo, sete consultas, além de receber vacinas preconizadas. Como a da influenza, que está disponível na rede pública. Vanessa Ribeiro, de 28 anos, está grávida de quase 38 semanas. Ela espera um menino e, mesmo em se tratando de seu segundo filho, sabe da importância do acompanhamento. “Mesmo com a pandemia continuo vindo e tomo todos os cuidados recomendados para nós, que é o isolamento e a higiene correta. Para mim não modificou em nada em relação às consultas e exames. Tenho medo de recebê-lo nesse momento quanto ao hospital”, declara. Organização A Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps) destaca que, desde o início da pandemia, todas as UBSs tiveram o seu fluxo reorganizado para que todos os atendimentos fossem feitos de forma harmônica e sem riscos. A área adotou a estratégia fast-track, com dois fluxos definidos. Médico de família e coordenador da área, Fernando Érick Damasceno informa que nenhum tratamento deve ser abandonado em decorrência da Covid-19. “Organizamos os fluxos para manter a biossegurança e os pacientes em agenda separados dos pacientes com sintomas respiratórios e síndrome gripal com possível suspeita de Covid-19. Com isso, mesmo com as recomendações sanitárias que precisamos respeitar, nós preservamos a carteira de serviços da Atenção Primária”, garante.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Setores de Ceilândia e de Planaltina terão reparos na rede elétrica

A Companhia Energética de Brasília (CEB) fará, nesta quinta-feira (23), melhorias na rede elétrica de Planaltina e de Ceilândia. Será preciso interromper o fornecimento de energia, temporariamente, em alguns pontos, para realizar os serviços. Das 8h às 13h30, a CEB fará a substituição de poste em Planaltina. Por isso, a Quadra 1, Conjunto M, lotes 1 a 20; e Quadra 2, Conjunto J, lotes 43 a 60, do Arapoanga, ficarão sem energia. Já em Ceilândia a manutenção preventiva com poda de árvores ocorrerá das 9h às 16h30, afetando, assim, o fornecimento de energia no Núcleo Rural Alexandre Gusmão: Gleba 3, Chácara 367-H, lotes 1 a 6. *Com informações da CEB

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Coronavírus: 664 pacientes recebem alta de hospital de campanha

José Jesus, depois de sete dias de internação: “Aqui é um lugar de esperança” | Foto: Secretaria de Saúde Já são 664 os pacientes que saíram vitoriosos do Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha e voltaram para seus lares. Nesta sexta-feira (17), mais nove pessoas receberam alta curados da doença causada pelo novo coronavírus. Recuperados, eles agradeceram às equipes que prestaram assistência nos dias difíceis e, ansiosamente, aguardavam o reencontro com seus entes queridos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Aqui é um lugar de esperança. Você tem que ter fé e esperança para vencer essa doença. E muita confiança nos médicos, que são uns anjos para cuidar de nós”, afirma José Jesus da Paixão, de 43 anos, morador de Planaltina, que voltou para casa nesta sexta após sete dias internado no hospital de campanha. Quem também estava feliz e comemorando a vitória foi Pedro Antônio da Silva, de 58 anos. Chorando, Pedro descreveu a doença como a “pior de sua vida”, revelando um alívio em se ver livre dela. “Estou me sentindo bem. Vocês são pessoas maravilhosas, tratam a gente como gente”, agradeceu o morador de Águas Lindas, diante de profissionais que o acompanharam por 15 dias. Antônio Pereira da Silva, de 70 anos, também fez questão de agradecer. “As enfermeiras e os médicos são pessoas amigas. Fui muito bem tratado. Que Deus abençoe vocês”, disse o morador do Recanto das Emas, após 15 dias de internação. Com a ajuda dos profissionais de saúde, Pedro também derrotou a doença: “Pior de minha vida” | Foto: Secretaria de Saúde O diretor do hospital, Marcelo de Mello, comemora o fato de a unidade já ter contribuído com a cura de quase 670 pessoas. Para ele isso já é motivo de alegria, mas o trabalho em preservar vidas continua. “Em menos de 60 dias o HCMG já passa de 600 altas realizadas, 600 pacientes que têm sua vida de volta ‘ao normal’, 600 famílias que têm suas angústias dirimidas nesta terrível pandemia. Infelizmente temos perdas e, por isso mesmo, precisamos comemorar e agradecer pelas vitórias. Até agora, 600, e por elas continuamos a trabalhar, para que sejam cada vez menos perdas, cada vez mais vitórias. Juntos venceremos a Covid-19”, declarou Marcelo. Atualmente, 152 pacientes permanecem internados no local. A unidade conta com uma equipe de 125 profissionais da saúde em atuação. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Mais 360 profissionais para reforçar combate ao coronavírus

A Secretaria de Saúde convocou nesta sexta-feira (17) mais 360 servidores temporários para reforçar a linha de frente do combate à Covid-19 nos hospitais públicos. Os candidatos foram aprovados no Processo Seletivo Simplificado Emergencial para formação do cadastro de profissionais de saúde que vão complementar a força de trabalho. Eles têm entre os dias 20 a 24 de julho para entregar toda a documentação necessária. Confira o DODF com a lista dos convocados Nesta etapa foram convocados 50 enfermeiros, 80 psicólogos e 230 técnicos de enfermagem. Eles serão direcionados às unidades hospitalares que ampliaram recentemente a quantidade de leitos voltados a pacientes com coronavírus. “Basicamente, a lotação deles atenderá dois hospitais: o modular em Ceilândia, com 73 leitos, e o de Samambaia, que vai abrir mais sete leitos de UTI e 25 de retaguarda intermediário. Com isso, a força de trabalho necessária estará suprida para dar as condições de funcionamento pleno nas unidades”, informou a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida. Além disso, psicólogos chamados irão trabalhar no projeto de apoio à população, devido aos transtornos mentais que muitos desenvolveram durante a pandemia. “Ansiedade e depressão, por exemplo, são alguns exemplos claros disso. Com a vinda desses 80 psicólogos será possível reforçar o atendimento na rede pública”, acrescentou a gestora. “A Secretaria de Saúde não tem medido esforços para garantir um atendimento de qualidade e digno à população. Com a convocação desses 360 profissionais, chegamos a 860 servidores temporários chamados, até o momento, para reforçar o atendimento às vítimas da Covid-19 no Distrito Federal”, arrematou o secretário de Saúde, Francisco Araújo. Processo Nas duas convocações anteriores, 500 profissionais foram chamados para atuar na rede pública de saúde. Os candidatos devem apresentar documentação exigida pelo Edital nº 23, de 17 de junho de 2020, publicado no Diário Oficial (DODF) de 19 de junho de 2020, em até cinco dias úteis a contar da data da publicação, impreterivelmente. Para entrega de documentação e posse, os candidatos convocados deverão se apresentar no Núcleo de Admissão e Movimentação (Nuam), da Secretária de Saúde, situado no Sain s/nº Parque Rural Estação Biológica (Asa Norte), conforme horário de atendimento, das 9h às 12h e das 14h às 17h. O não comparecimento do (a) candidato (a) no prazo estipulado para contratação significará a eliminação do (a) candidato (a) no certame. No ato da sua apresentação, o candidato convocado deverá atender a todos os requisitos dispostos no edital, bem como apresentar toda documentação (original e cópia) exigida para contratação, além de apresentar declaração de que não acumula cargo, emprego ou função pública, sob pena de eliminação do processo seletivo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A secretaria não se responsabiliza por eventuais prejuízos ao candidato decorrentes de informações cadastrais não atualizadas. Os candidatos convocados no presente processo seletivo deverão apresentar avaliação médica pré-admissional, com aprovação de aptidão física e mental, bem como levar toda documentação exigida (original e cópia) no edital de abertura. A ausência de algum documento implicará em impedimento para contratação, nos termos da legislação vigente. Os candidatos que fizeram a opção pelas cotas para negros ou pardos deverão comparecer para verificação de autodeclaração, no dia 22 de julho, no período de 13h às 18h, na Secretaria de Saúde – Bloco B (térreo), sala 50. O processo de heteroidentificação é exclusivamente presencial e candidatos que fizeram a opção pelas vagas reservadas a negros ou pardos que não comparecerem, independente da aprovação no processo seletivo, serão eliminados do processo, também conforme previsto no edital. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Setur renova contrato para hospedagem de servidores

A prioridade será para servidores de emergências e UTIs da rede pública voltadas para atendimento da Covid-19 e que morem com pessoas dos grupos de risco, idosos, gestantes e crianças pequenas. Foto: Divulgação\Secretaria de Saúde Estão reabertas as inscrições para servidores da Secretaria de Saúde, que estão na linha de frente no combate ao novo coronavírus Sars-CoV-2, solicitarem hospedagem em hotel durante a pandemia. São 63 vagas disponíveis no hotel contratado. Inicialmente, apenas apenas os servidores do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência de atendimento à Covid-19 no DF puderam se inscrever. Agora, os profissionais de outras unidades hospitalares poderão participar do processo seletivo. A prioridade de seleção será dada aos servidores que trabalham nas emergências e UTIs da rede pública voltadas para atendimento da Covid-19 e que morem com pessoas dos grupos de risco, idosos, gestantes e onde tenham crianças pequenas. As inscrições começam a partir desta quinta-feira (16) e seguirão até domingo (19). Para concorrer à vaga, é preciso preencher o formulário on-line. Todos os inscritos deverão comprovar a condição por meio de processo via SEI (Sistema Eletrônico de Informações), sigiloso, próprio, com anexação dos documentos comprobatórios para o Núcleo de Saúde e Medicina do Trabalho da região de saúde a qual pertence. Portanto, poderão se inscrever os profissionais lotados nos hospitais Materno Infantil de Brasília, de Base e da Região Leste, além de regionais do Guará, Gama, Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Planaltina, Brazlândia e Samambaia. Os servidores lotados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também poderão participar do processo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Para Silene Almeida, subsecretária de Gestão de Pessoas da pasta, a ampliação de vagas para servidores de outros hospitais é uma necessidade da rede, pois todas as unidades estão atendendo pacientes acometidos pela Covid-19. Sendo assim, precisam ter a mesma segurança em não contaminar os seus familiares. “Todos os dias estamos buscando melhorias nesse momento de pandemia em que há uma fragilidade emocional muito grande. Estamos convocando profissionais por contrato temporário para ajudar, e agora essa conquista de mais vagas em hotel para profissionais de outras unidades” ressaltou Silene. Desde abril, foram disponibilizadas vagas para os servidores e no aditamento, por mais 45 dias, foram ajustados as atuais alocações e mais 63 vagas para os servidores de outras unidades. A ação é uma parceria que envolve as secretarias de Turismo e de Economia. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Economia do DF tem R$ 75 milhões de programas sociais

As consequências da pandemia do novo coronavírus foram sentidas tanto pelo sistema de saúde quanto pela economia do Distrito Federal. Diante da incerteza e da instabilidade do cenário, os benefícios sociais distribuídos pelo governo conseguiram mitigar o impacto provocado nos últimos meses. Até 31 de junho, o GDF já havia repassado R$ 75,5 milhões para mais de 130 mil cartões de quatro programas de assistência social. Esse dinheiro, que beneficiou a população mais carente, circulou principalmente por pequenos e médios comércios e, paralelamente ajudou os micro e pequenos empresários das regiões administrativas (RAs). Dois destes benefícios, o Cartão Prato Cheio e o Renda Emergencial, foram criados durante a pandemia e são vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Social. Os outros dois, o Bolsa Alimentação e o Bolsa Alimentação Creche, usam a base cadastral de programas assistenciais da Secretaria de Educação (SEE): o Cartão Material Escolar e o Cartão Creche, respectivamente. A emissão dos cartões por meio dos quais os beneficiados recebem esses valores foi feita pelo Banco de Brasília (BRB). A forma de uso é variada: os benefícios voltados à alimentação (Prato Cheio, Bolsa Alimentação e Bolsa Alimentação Creche) só podem ser utilizados em estabelecimentos do ramo alimentício, como mercados, supermercados e padarias, e os cartões estão habilitados para uso apenas na função débito.  Já os beneficiários do Renda Emergencial podem realizar tanto saques na rede do BRB e Banco 24 Horas quanto utilizar o cartão na função débito em qualquer estabelecimento comercial. Este mês, o GDF também começa a pagar os benefícios do programa Mobilidade Cidadã, que vai destinar R$ 4,3 milhões a cerca de 1,8 mil donos de ônibus e micro-ônibus ou outros veículos do transporte coletivo escolar e de turismo. A dona de casa Maria de Fátima Ferreira Coelho é uma das beneficiadas com o Cartão Prato Cheio. Diabética, ela integra o grupo de risco da Covid-19 e está em quarentena desde março. Mora em Samambaia Norte com duas filhas e uma neta. E reconhece: os R$ 500 que recebeu até o momento do GDF foram essenciais para o sustento de sua família. “Infelizmente, minhas duas filhas ficaram desempregadas; eu não posso sair de casa, então está ajudando muito. Pudemos comprar leite, biscoito, pão. Melhor ter esse dinheiro na mão do que nenhum voando”, relata. “Os benefícios de transferência de renda acabam sendo um suporte para as famílias em situação de vulnerabilidade social ou de insegurança alimentar, em especial as que possuem crianças e idosos. É um auxílio que evita, principalmente em um período de pandemia como esse, que várias pessoas possam ter a situação de pobreza agravada e até mesmo se envolvam na criminalidade. É uma forma de amenizar as diferenças socioeconômicas”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha. Auxílio providencial Segundo o economista e gestor público José Luiz Pagnussat, o auxílio financeiro que o GDF vem repassando serve como uma injeção venosa na economia local. “O dinheiro é gasto e não guardado. Com isso, se tem mais demanda, mais produção, mais emprego, mais gente comprando. É um efeito multiplicador de grande efeito, o impacto é o melhor possível”, avalia. Além de direcionar esforços para a população mais carente, o GDF, segundo Pagnussat, tem papel fundamental no cenário pós-pandemia na economia local: “Há que se implementar tanto uma sustentação da demanda, gerando renda para as pessoas, quanto também linhas de financiamento a juros baixos para os pequenos empreendedores, reativando o sistema produtivo”.  Pagnussat reconhece que muitos empregos se perderam e que pequenos negócios não conseguiram se sustentar. “E, para isso ser reativado rapidamente, é preciso ajuda do governo com microcrédito e políticas públicas”, pontua. “O GDF já está implementando algumas ações nesse sentido.” Esforço consciente A estratégia do GDF com a implementação dos programas de assistência financeira durante a pandemia do coronavírus possui três eixos principais: o social, o de enfrentamento à Covid-19 e o econômico.  [Olho texto=”O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédios” assinatura=”André Clemente, secretário de Economia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédios. Por isso, as áreas sociais do governo fizeram uma série de ações de transferência de renda, seja para pessoas em vulnerabilidade, seja para pequenos empreendedores”, explica o secretário de Economia, André Clemente. Ciente do impacto dos R$ 75 milhões injetados na economia local (até 31 de junho, fora o que circulou desde o início deste mês), o secretário destaca o desafio de continuar ajudando a população com os repasses e manter a estabilidade do orçamento do Executivo local. “Tem sido feito um grande esforço para economizar recursos a fim de garantir as verbas necessárias e, ao mesmo tempo, manter o equilíbrio das contas públicas e os pagamentos em dia”, ressalta. “O GDF vai continuar atento às necessidades da população e agindo responsavelmente de acordo com as demandas e a capacidade do Estado”. O que vem depois? A condição presente que a economia local vive é desafiadora e demanda muita atenção, mas o GDF também já está olhando para o futuro e analisando os cenários pós-pandemia. “Os prognósticos econômicos para 2020 e 2021 não são animadores. Toda ajuda, seja de ordem financeira ou assistencial, colabora de forma considerável, e o governo não medirá esforços para atenuar ao máximo os impactos da crise”, afirma a secretária de Empreendedorismo, Fabiana di Lúcia. Um dos planos que o GDF pretende colocar em prática para auxiliar a retomada após o fim da crise é o investimento em infraestrutura, principalmente na construção civil. “Vamos gerar emprego e renda para que possamos voltar a crescer, e esse é um setor que pode responder rapidamente à retomada econômica. Por isso, o governador determinou a desburocratização e simplificação na aprovação de projetos”, explica André Clemente. “O desafio é grande, mas com o apoio da população e a clara vontade dos setores organizados em contribuir nesse momento, vamos cuidadosamente voltar à normalidade”. Quem tem direito aos benefícios Cartão Prato Cheio Estão na lista para receber o auxílio famílias que já solicitaram a cesta de alimentos em alguma unidade de assistência social, como as do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) – desde que o requerimento esteja registrado no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e atenda os critérios e perfil de acesso do programa. Têm direito ao benefício famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita –, residentes no Distrito Federal e que declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. Entre as famílias com esse perfil, serão priorizadas aquelas que são monoparentais–  chefiadas por mulheres, com crianças de zero a 6 anos –, bem como as que possuem em sua composiçao pessoas com deficiência e idosas. Renda Emergencial Têm direito ao benefício as famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita – que residem no Distrito Federal e declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. O beneficiário apto para receber o auxílio precisa já ter passado ou estar passando pelo atendimento em alguma unidade socioassistencial do DF, estando, assim, cadastrado no Sids. O beneficiário não pode estar inscrito em nenhum outro programa de transferência de renda, como o Bolsa Família, DF sem Miséria, Bolsa Alfa, BPC ou o Auxílio Emergencial do governo federal. O Renda Emergencial foi instituído como enfrentamento da emergência de saúde pública, de importância internacional, decorrente do coronavírus. Bolsa Alimentação O programa é destinado a famílias beneficiárias do Cartão Material Escolar (CME), elaborado para estudantes devidamente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal cujas famílias façam parte do Programa Bolsa Família. Bolsa Alimentação Creche  O programa é destinado a famílias com de todas as crianças de zero a 5 anos atendidas nas creches e instituições parceiras da rede pública de ensino do Distrito Federal. * Com informações do BRB e das secretarias de Economia, de Desenvolvimento Social e de Educação   

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Sanear Dengue fiscaliza mais de 6 mil imóveis no DF

Equipes observam as recomendações da Secretaria de Saúde acerca do combate ao coronavírus | Foto: Secretaria de Saúde As ações do Sanear Dengue continuam em curso por todo o Distrito Federal. Nesta semana, agentes de Vigilância Ambiental e servidores de outros órgãos – administrações regionais, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e Corpo de Bombeiros (CBMDF), por exemplo – já visitaram São Sebastião, Taguatinga e Núcleo Bandeirante. Juntas, as cidades tiveram 2.196 imóveis vistoriados e 4.918 depósitos inspecionados. Além desses, os profissionais flagraram 656 imóveis fechados. Segundo o último boletim epidemiológico, Taguatinga e São Sebastião se destacam entre as três regiões administrativas, com 3.197 e 2.425 casos prováveis da dengue, respectivamente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em três dias de ação, além dos imóveis vistoriados, também foram recolhidos inservíveis abandonados nas ruas e realizados manejos ambientais, com colocação de armadilhas em locais específicos para que o mosquito não se desenvolva. A equipe visitou os lugares de Taguatinga que mais concentram casos e, em São Sebastião, agentes visitaram os residenciais do Oeste e do Bosque, o bairro São José e o Morro da Santa Cruz. “Estamos atentos e atuantes no combate à dengue, que é uma doença grave e exige cuidados permanentes dos órgãos públicos. E, principalmente, dos moradores, no dia a dia, garantindo que o mosquito não procrie e nem se alastre levando a doença para outras pessoas da comunidade”, reforça o secretário de Saúde, Francisco Araújo, lembrando que o trabalho do Sanear Dengue é contínuo. Segundo as regiões de saúde, para os coeficientes de incidência dos casos prováveis observa-se que o Distrito Federal continua com alta incidência, com apenas uma região administrativa com média incidência – Sudoeste/Octogonal. Apesar do decréscimo de registros, a capital ainda está com número alto de casos em relação ao mesmo período do ano passado. Observa-se, em 2020, um aumento de 21,4% no número de casos prováveis, registrando-se 41.797 casos prováveis neste ano contra 34.432 em 2019. Sem trégua A recomendação da Vigilância Ambiental é única: não permitir que o mosquito nasça e evitar que objetos acumulem água.  Diretora de Vigilância Ambiental, Jahila de Sousa Anselmo destaca que “o trabalho do Sanear Dengue aumenta nossa capacidade de tempo resposta às necessidades de prevenção e combate ao Aedes aegypti”. “Pois buscamos agir localmente, por meio de força-tarefa, nas cidades que necessitam de intervenção urgente”, observa a dirigente. A área conta com a colaboração e o cuidado da população para manter os locais limpos e sem reservatórios que possam servir de criadouro para o mosquito. Trata-se de um trabalho contínuo e perene, que deve perdurar durante todo o ano, pois os ovos dos mosquitos sobrevivem por até 450 dias na seca. Logo nas primeiras chuvas, milhares de lavas eclodem e dão vida ao mosquito. Para saber mais e tirar dúvidas, a população pode acessar o site aedes.saude.df.gov.br. Próximas cidades que receberão o Sanear Dengue: 16/07 – Recanto das Emas 17/07 – Riacho Fundo I 20/07 – Guará I e II   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Sanitária orienta reabertura de bares e restaurantes

Restaurante da 402 Sul montou um kit rodízio, individual, para evitar manuseio compartilhado de itens de rodízio | Foto: Secretaria de Saúde Como parte do plano de abertura gradual dos serviços, bares, restaurantes e demais locais de alimentação com atendimento direto ao cliente serão reabertos a partir desta quarta-feira (15) no Distrito Federal. A Vigilância Sanitária disponibilizou nota técnica a ser observada pelos estabelecimentos que manipulem, comercializem ou forneçam alimentos, com o objetivo de combater a transmissão do novo coronavírus. As orientações são direcionadas para cuidados com local, funcionários, pedidos e clientes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ao todo são 67 orientações, duas delas em destaque – a não recomendação dos sistemas self-service e rodízio. Ambos têm alto potencial para transmissão da Covid-19, a doença causada pelo novo vírus, devido à emissão de aerossóis por pessoas contaminadas e assintomáticas. Há ainda um difícil controle da higienização adequada de mãos pelos clientes. Nesses sistemas também há manipulação de materiais, por diversas pessoas, tanto para servir quanto na hora de troca de pratos e feitura de marmitas. O manuseio de pegadores, colheres e outros utensílios para servir-se também é risco considerável. Para o gerente de alimentos André Godoy, a nota técnica traz a forma segura do chamado “novo normal” – realidade em que um mínimo de interação social se dá enquanto não há vacina ou tratamento eficazes contra a Covid-19. Infelizmente, segundo o profissional, a população terá que lidar com o vírus até que haja uma solução definitiva para a pandemia. “São recomendações extremamente importantes que permitem a volta do comércio de forma gradativa. Estamos trazendo a forma mais segura, na nova vivência, em situações que ajudam na propagação do vírus. Por isso desaconselhamos o autosserviço e está proibido nos mercados. Mesmo com a luva, cria-se uma sensação de segurança. Mas, ao retirá-la, a pessoa pode contaminar-se. O uso do álcool em gel e lavar as mãos é o seguro”, afirma. Estabelecimentos devem seguir as normas estabelecidas pelos órgãos sanitários | Foto: Secretaria de Saúde No interior dos estabelecimentos, empresários devem dispor mesas com distanciamento mínimo de dois metros entre elas. Com isso, deve-se reduzir o número de mesas e fazer restrição de acesso de clientes de modo a manter o distanciamento social, especialmente em ambientes fechados. Cardápios podem ser adaptados para acesso online pelo celular, com uso de QR Code. Já para os pagamentos, os locais deverão dar preferência ao recebimento das contas nas próprias mesas, bem como utilizar tecnologia de aproximação do cartão. Além disso, deverão limitar o número de pessoas por mesa, de forma a manter o distanciamento social de dois metros entre as pessoas, marcando os lugares que não devem ser utilizados nas mesas a fim de proteger funcionários e clientes. Para não haver espera, devem priorizar acesso aos serviços com hora marcada, evitando aglomerações e, se possível, utilizar ao máximo as áreas externas para atendimento aos clientes. Sugere-se ainda que sejam utilizadas tecnologias de “fila por aplicativo”, evitando-se também o uso de buzzers ou pagers. Toten de álcool em gel são uma das principais exigências para bares e restaurantes | Foto: Secretaria de Saúde Clientes têm que utilizar máscaras durante a permanência no restaurante, exceto durante a refeição. As máscaras devem ser retiradas e recolocadas após a higienização das mãos, com toque restrito às cordas e laterais de ajuste. Como o vírus se propaga por meio de contato físico – as gotículas contendo o vírus alcançam mucosas dos olhos, nariz e boca –, recomenda-se falar pouco e evitar tocar olhos, nariz e boca. Não é recomendável usar o telefone celular durante as refeições nos estabelecimentos. * Com informações da Secretaria de Saúde

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