Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Limpeza adequada ainda é a melhor prevenção contra escorpiões

Escorpiões se escondem em cantos de obra, caixas de esgoto, entulho, caixas de fiação elétrica e em tomadas abertas, ensina especialista | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Todos os anos escorpiões costumam surgir nas áreas urbanas do Distrito Federal, o que aumenta significativamente a quantidade de acidentes relacionados ao veneno do inseto. Para evitar esse tipo de problema, tanto dentro de casa e quanto em quintais e demais áreas ao ar livre, é necessário adotar alguns cuidados, principalmente a higiene adequada. “Os escorpiões gostam de se esconder em materiais de construção, caixas de esgoto, entulho, frestas e buracos em paredes, além de caixas de fiação elétrica, de telefone e tomadas abertas. Para evitar o surgimento deles é importante colocar telas de proteção nas janelas, ralos, aqueles rodinhos de vedação nas portas”, explica o biólogo da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) Israel Martins. [Olho texto=”“É um animal muito ativo durante a noite. Muitas vezes podem chegar aos apartamentos dos últimos andares, já que usam as tubulações para isso”” assinatura=”Israel Martins, biólogo da Dival” esquerda_direita_centro=”direita”] Ele alerta que também é necessário redobrar os cuidados para evitar o aparecimento de baratas, pois elas são a fonte de alimento dos escorpiões. Ou seja, a presença de baratas significa ameaça de escorpiões em busca de alimento. “É importante manter os ambientes limpos. Limpar a caixa de gordura, evitar deixar migalhas espalhadas pela casa e ter cuidado com o lixo, pois tudo isso atrai as baratas, que consequentemente podem atrair os escorpiões. Por isso, eliminar as baratas reduz muito o risco de aparecimento desses animais peçonhentos”, acrescenta. O biólogo esclarece ainda que o surgimento de escorpiões em apartamentos é comum porque eles podem se abrigar em redes de instalações elétricas e telefônicas. Nesse sentido, tomadas e luminárias mal encaixadas representam possíveis canais de entrada desses insetos nos imóveis. “É um animal muito ativo durante a noite. Muitas vezes podem chegar aos apartamentos dos últimos andares, já que usam as tubulações para isso.” Crianças O cuidado deve ser redobrado em locais que têm crianças ou animais de estimação, tendo em vista que o efeito do veneno após a picada de escorpião pode ser mais forte em vítimas com menos peso. “O escorpião não sai de seu abrigo para picar ninguém. Geralmente os acidentes acontecem porque alguém pisou, colocou a mão em um lugar e o esmagou. Por isso é importante verificar lençóis, roupas de cama e toalhas antes de usar. Além de afastar as camas das paredes”, continua Israel. Segundo o biólogo, sempre que aparecer um escorpião em casa é necessário acionar a Vigilância Ambiental em Saúde, por meio do telefone 160. Equipes vão ao local de chamada para descobrir as condições que favorecem o aparecimento e o abrigo do animal peçonhento. O biólogo também alerta que não existe inseticida comprovadamente eficaz para combater escorpiões. A melhor maneira é prevenir o aparecimento, com limpeza correta de todas as áreas da residências e colocação de barreiras de proteção nos possíveis locais de entrada dos escorpiões. Vigilância A Diretoria de Vigilância Ambiental monitora a distribuição temporal e espacial da população de escorpiões e de acidentes, além de promover, em todo o Distrito Federal, ações de prevenção e controle do aracnídeo. O atendimento à população é feito por demanda passiva, ou seja, a população aciona o serviço de saúde (telefones: 2017-1343 ou 160) para que as providências sejam tomadas. A Dival acrescenta que se compromete a verificar o local nos dias conseguintes à primeira visita. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Centro de Informações Toxicológicas dá as primeiras orientações nos casos de acidente com animais peçonhentos. O telefone é o 0800 644-6774. Números De janeiro a abril foram registrados 601 acidentes envolvendo escorpiões no Distrito Federal. Até 21 de maio foram solicitadas 451 inspeções, que resultaram em 307 animais capturados. Todo paciente que sofrer um acidente por animal peçonhento deve procurar a emergência dos hospitais do DF ou de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – unidades que possuem atendimento de clínica médica estão aptos para receber esse tipo de paciente.   * Com informações da Secretaria de Saúde

Ler mais...

Thumbnail

Doença crônica agravou situação de paciente com Covid em 87% dos óbitos

O cenário dos quadros mais graves de infecção pelo novo coronavírus no Distrito Federal segue uma tendência mundial: o agravamento da doença se relaciona diretamente às condições clínicas específicas de cada paciente. Levantamento do Painel Covid-19 no DF, divulgado nesta quinta-feira (21), às 17h30, mostra que dos 84 óbitos registrados na capital da República, 73 possuíam pelo menos uma doença crônica.  Entre as comorbidades mais comuns identificadas estão as de origem cardiovasculares e as metabólicas. “O que mais vemos são quadros de saúde agravados por hipertensão, diabetes e obesidade”, avalia o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Ricardo Tavares.  No perfil das vítimas da Covid-19, há outras características a se destacar: cerca de 75,3% das vítimas sofriam de hipertensão e 74% tinham mais de 60 anos. A fatalidade atingiu mais homens (43) que mulheres (41). A diabetes também foi identificada em 38,4% dos casos fatais; e, a obesidade em 17,8%.  “Na população do DF, são características que se destacam. Quando partimos para uma análise nacional, temos de considerar também a subnutrição”, avalia Tavares. “Na região Norte é uma situação que preocupa tanto o número de infecções como o que tem impacto em casos de mortes”, completa.  Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, emitido em 8 de maio, 65% dos casos de óbitos no Brasil estão relacionados à pelo menos um fator de risco. No entanto, o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Hage, alerta: “Quando o vírus afeta uma pessoa de maneira grave a evolução é muito rápida e bem pior do que a Influenza e outros virais respiratórios”.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Hage destaca que, no cenário nacional, já há registros de mortes entre crianças e adultos aparentemente fora do quadro de risco. “Ainda não conhecemos bem quais os fatores para essa evolução grave em pessoas fora do quadro de risco. Pode ser carga viral ou outros fatores ainda desconhecidos”. Por isto, ele alerta, a melhor escolha no momento é redobrar a prevenção e evitar ao máximo sair de casa.   Taxa de mortalidade Outro estudo elaborado pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), divulgado na terça-feira passada (19), mostra que o Distrito Federal caiu duas posições no ranking nacional de mortes por Covid 19, no intervalo de uma semana. Até o dia 10 de maio, a unidade da Federação ocupava a 20ª posição e passou para 22ª no dia 17. O DF ainda apresentou um salto positivo quanto à mortalidade a cada 100 mil habitantes, saindo da 10ª para 16ª posição em sete dias.  [Numeralha titulo_grande=”458,5″ texto=”casos por 100 mil habitantes, proporção registrada no Lago Sul” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo o levantamento, a incidência de casos ainda se concentra em localidades de maior renda. O Lago Sul permanece como a região administrativa com o maior número de casos quando se analisa a proporção de sua população: 458,5 para cada 100 mil habitantes. “Permanecemos com um índice de mortalidade relativamente baixo e estamos perto do pico, que deve ser em julho”, avalia o secretário-adjunto Ricardo Tavares. Para ele, o quadro só foi possível em função das medidas certas tomadas pelo governo.  “Além das ações iniciais de isolamento social, aumentamos a testagem em massa e oferecemos a internação precoce. Todo esse conjunto de ações estão dando resultados e agora ficamos numa situação mais confortável”, explica.  * Com informações da Codeplan-DF

Ler mais...

Thumbnail

Geração de renda e solidariedade: GDF recebe doação de 4 mil máscaras

O GDF recebeu, na tarde desta quinta-feira (21), doação de mais 4 mil máscaras em tecido do Instituto Levvo e do Grupo Mulheres do Brasil. Ao todo, as duas instituições doaram, juntas, 10 mil unidades do item de proteção ao programa Todos Contra a Covid – coordenado pelo vice-governador Paco Britto. Dez costureiras foram as responsáveis pela confecção das máscaras. Todas foram selecionadas pelo grupo e remuneradas pelo trabalho. Fabiana Fonseca foi uma delas, que agradeceu, emocionada, a oportunidade em conseguir renda e ocupação neste tempo de pandemia. “Estávamos paradas, sem saber o que fazer e essa oportunidade caiu de paraquedas no meu colo”, contou. As profissionais receberam, além de pagamento pelo serviço, cesta básica e lanche. Além de material com instruções de normas de higiene para manuseio dos tecidos e aviamentos. Representante do Levvo Instituto, Laura Oliveira entregou um relatório ao vice-governador com todo o protocolo adotado durante a ação. “O intuito foi levar ajuda à comunidade, garantir remuneração a essas famílias e apoio emocional. Queremos replicar ações como essas”, enfatizou. Discurso endossado por Andrea Toledo, do Grupo Mulheres do Brasil. “Somos 3.800 mulheres voluntárias, não paramos nossas atividades e nos colocamos à disposição para qualquer outra ação”. O vice-governador agradeceu o empenho das entidades com a doação e destacou a importância de proporcionar formas de ocupação intelectual para as pessoas durante o período de pandemia. “Sabemos que o isolamento social trouxe sérios problemas para as pessoas. Não apenas a falta de remuneração, muitas vezes. Mas psíquicos, inclusive”. Paco aproveitou para reforçar a importância do uso de máscaras e disse que o GDF está distribuindo milhares delas para a população do DF. “Se puderem doar mais, nós queremos essa ajuda”, completou. O Grupo Levvo é formado pela rede de Food Service McDonald’s. O Levvo Instituto, com atuação diretamente ligada ao grupo, vem com a missão de ampliar e dinamizar as ações sociais do grupo, oferecendo projetos de geração de renda e sustentabilidade. Uma parceria com o Senai mantém, em São Sebastião, oficina de corte e costura, entre outras ações. Doe para o comitê Todos Contra a Covid Banco de Brasília (BRB) – 070 Agência: 0027 Conta Poupança: 0027.049528-2 CNPJ: 02.174.279/0001-55 Instituto BRB de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Socioambiental

Ler mais...

Thumbnail

UBS 5 de Santa Maria cria “kits de EPIs” para evitar desperdício de equipamentos

Uma simples atitude pode fazer a diferença em tempos de pandemia. Foi o caso dos servidores da Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Santa Maria, que tiveram a iniciativa de controlar, de forma responsável, os equipamentos de proteção individual (EPIs) entregues pela Secretaria de Saúde. Eles confeccionaram “kits de EPIs”, para uso semanal dos servidores. Cada kit vem com uma viseira no modelo face shield, óculos de proteção e até 15 máscaras cirúrgicas para cada profissional de saúde utilizar ao longo da semana. O resultado disso é que a UBS tem conseguido manter sempre disponível os equipamentos para os servidores e pacientes que necessitam de máscaras. Segundo o gerente da UBS 5 de Santa Maria, Antônio Santiago, a ideia surgiu em equipe, quando os próprios servidores identificaram o uso desordenado dos materiais, principalmente das máscaras cirúrgicas, o que gerava o desabastecimento da unidade. Assim, todos se uniram para confeccionar os kits, que recebem no início de cada semana. “Com o uso consciente, notamos o resultado no último levantamento feito na região de saúde sul. Depois que adotamos a medida, nossa unidade continuou com o estoque alto. Percebemos que enquanto tinham UBSs com equipamentos disponíveis somente para alguns dias, nós estávamos com o estoque para duas a três semanas”, contou o gerente. Dessa forma, foi possível até mesmo ajudar os pacientes que, por alguma razão, chegam à unidade sem máscaras. “Nós sempre os orientamos a virem com máscaras. Mas se alguém com sintomas suspeitos chegar sem elas, temos como fornecer, porque o uso consciente possibilitou isso”, ressaltou Antônio Santiago. Assim, uma simples atitude, tomada pelos 18 servidores da UBS 5 de Santa Maria, proporcionou um efeito positivo que se estendeu para além da unidade básica de saúde. “E como não utilizamos mais de forma desnecessária, também estamos garantindo que estes materiais sejam otimizados por maior tempo aqui”, destacou o gestor. *Com informações da Agência Saúde

Ler mais...

Inas-DF lança pesquisa sobre perfil de servidor usuário de planos de saúde

Ter um plano de saúde é a principal reivindicação dos servidores públicos do Governo do Distrito Federal. E, para conhecer esse usuário, o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF) lançará um questionário, nos próximos dias, por meio de plataformas do GDF. Esta é a primeira pesquisa do tipo realizada pelo instituto. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A finalidade é conhecer o perfil do servidor interessado na adesão ao Plano GDF Saúde. O questionário poderá ser respondido em até 30 dias, inicialmente, pela internet ou por meio dos sistemas SEI e SIGRH. A consulta composta de nove perguntas poderá ser respondida em menos de cinco minutos. Segundo o instituto, os dados servirão para compreender melhor o perfil dos trabalhadores e seus dependentes. Os resultados estarão disponíveis no site do Inas-DF. A pesquisa mercadológica visa entender o perfil de renda e outras situações do servidor do GDF. A primeira pergunta é se ele possui plano de saúde. Por meio das respostas, o Inas-DF poderá compreender o universo do servidor e se ele estaria disposto a migrar de seu plano de saúde, caso possua, para o Plano GDF Saúde. Para o presidente do Inas-DF, Ricardo Peres, a pesquisa “determinará o nível de informação que os servidores têm sobre o plano”.   * Com informação do Inas-DF

Ler mais...

Thumbnail

Técnicas de relaxamento e automassagem são oferecidas para profissionais da UBS 5 de Samambaia

Como alternativa para aliviar o estresse e a rotina de trabalho, os servidores da UBS 5 de Samambaia estão recebendo sessões com técnicas de relaxamento e automassagem. A iniciativa ocorre em meio a pandemia do novo coronavírus e como uma forma de motivar os guerreiros que estão na linha de frente no combate à doença. Além disso, as técnicas trazem melhora na qualidade de vida dos profissionais e as atividades fazem parte das Práticas Integrativas de Saúde, que também são ofertadas à população do DF, em diversas UBSs, mas, por enquanto, devido à pandemia, estão suspensas ao público. A ideia é fruto de uma conversa entre servidores da equipe do Núcleo de Assistência em Saúde da Família (NASF). Luciana Escarião, fisioterapeuta, e Élyda Moura, assistente social, se sensibilizaram com os relatos dos servidores e, junto à gerência, alinharam para realizar a atividade no início do turno de trabalho. Em sessão especial, gravaram um vídeo com os depoimentos dos familiares que trouxeram palavras de incentivo para os servidores, além de distribuir  um mimo que trazia um lanche numa sacola com a frase “Tudo vai ficar bem!”. As técnicas são usadas como relaxamento para aliviar o estresse dos servidores. Fotos: Divulgação Agência Saúde A automassagem e o relaxamento são amplamente divulgadas cientificamente como iniciativas que ajudam a reduzir os níveis de cortisol, hormônio liberado pelo nosso organismo quando ficamos muito estressados, além de aumentar os níveis de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Para Vanessa Sena, gerente da UBS 5, um alento nesse momento delicado que todos estão passando. “É um momento diferente e de troca entre as equipes. Esse olhar para o bem estar dos servidores é fundamental para a motivação de todos os que se dedicam em prol de cuidar do outro. Isso significa que estamos atentos às questões que fogem ao trabalho prático. É olhar o servidor de forma global. Utilizamos as práticas como uma oportunidade de aliviar a tensão e começar o dia mais leve”, declarou. A agente de Saúde, Maria Aparecida Bonfim, aprovou a iniciativa. “Me senti muito melhor após a prática. Ânimo para trabalhar e percebi um melhora do pensamento também”, afirmou. *Com informações Agência Saúde

Ler mais...

Thumbnail

Comitê Covid-19 distribui 3 mil máscaras protetivas em Taguatinga

Administração Regional de Taguatinga distribuiu equipes pelos locais de comércio mais movimentados | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília A Região Administrativa de Taguatinga recebeu nesta quarta-feira (20), pela quarta vez, a força-tarefa do Comitê Covid-19 para distribuição de máscaras faciais. Os trabalhos foram pautados na orientação, distribuição e fiscalização do uso adequado do equipamento de proteção, em que cidadãos, clientes e comerciantes se unem à administração pública no combate à transmissão do novo coronavírus, conscientes que estão sobre a importância do uso obrigatório dos acessórios. Com a ação de hoje, já são 7,7 mil equipamentos entregues em Taguatinga. “Temos 3 mil máscaras para disponibilizar. Será um trabalho diferente, porque vamos orientar os comerciantes sobre as normas de segurança e a importância no uso do equipamento, e também aos pedestres”, informou o administrador da cidade, Geraldo Araújo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O grupo de trabalho reúne administração regional, DF Legal, Departamento de Trânsito (Detran-DF), Polícia Militar, Polícia Civil, Vigilância Sanitária, Vigilância Ambiental e Corpo de Bombeiros. As equipes percorreram a área central da cidade, a Avenida Comercial Norte, o Taguacenter e a Feira dos Goianos, que são regiões com maior fluxo de pessoas. De acordo com o coordenador da ação e administrador do Taguaparque, Daniel Leite, os flagrantes mais recorrentes são o uso incorreto das máscaras. “Diferente das outras visitas, nessa a receptividade dos cidadãos foi muito boa. Estão mais conscientes sobre a importância do uso correto”, afirmou. Além de Taguatinga, Brasília, Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Lago Sul, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, São Sebastião, Varjão, Vicente Pires e Park Way também contaram com a distribuição de máscaras. Feira do Goianos Um dos pontos de distribuição foi a tradicional Feira dos Goianos, na avenida Hélio Prates. Segundo o comitê, a área recebeu atenção especial em razão de sua principal característica: inúmeras opções de lojas, comércio diversificado e circulação intensa de clientes. Com a restrição no funcionamento de determinadas atividades econômicas, o movimento havia reduzido significativamente, mas a retomada gradual dos trabalhos exigiu cuidados especiais. Além das máscaras, servidores do GDF orientam sobre medidas de segurança | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Com os novos decretos do GDF sobre liberação de algumas atividades, voltaram a funcionar apenas as lojas de calçados e roupas, que dão acessos às vias. As equipes intensificaram os trabalhos por lá e o vendedor de roupas Richard Cleverson elogiou as entregas. “Achei muito boa a distribuição [de máscara], apesar de ser barata. Tem pessoas que não têm condições de comprar”, afirmou Cleverson, trocando sua máscara descartável pela reutilizável oferecida pelo governo. Direcionamento A força-tarefa orienta comerciantes sobre como cobrar dos clientes a obrigatoriedade das máscaras, assim como disponibilização de álcool 70%, medição de temperatura, higienização do ambiente e sinalização, na entrada do estabelecimento, sobre o decreto que estabelece as normas. A expectativa é de que toda a região de Taguatinga seja alcançada até o final desta semana, com meta de entrega de 12 mil máscaras. O lojista Francisco de Assis, que trabalha na Comercial Norte, sanou todas as dúvidas com relação às regras estabelecidas pela Executivo local. Segundo ele, é raro clientes estarem sem máscaras, mas acontece. “Não sabia como agir ou exigir. E, depois da orientação, sei direitinho como fazer”, afirmou Assis.

Ler mais...

Servidores da UBS 7 de Samambaia fabricam máscaras para pacientes

Seis servidores da UBS 7 produzem 50 unidades por dia com máquina própria | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação Com a obrigatoriedade do uso de máscaras no Distrito Federal, servidores da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7 de Samambaia estão produzindo as peças para os seus pacientes. Todos os que chegam sem o equipamento de proteção recebem um. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Com máquinas próprias, desde a semana passada seis servidores estão produzindo 50 unidades por dia. Para ajudar na logística de atendimento foram colocadas três tendas para organizar o fluxo e evitar a entrada desnecessária no local. Ao chegar à UBS, o paciente vai até a primeira tenda, que é a de acolhimento. Após a identificação da necessidade, ele é direcionado para o serviço de forma ordenada. Quem chega sem a máscara imediatamente recebe uma peça no local. Outra tenda é específica para receber pacientes com síndrome gripal e, por último, funciona a tenda para vacinação contra o vírus influenza (H1N1). A unidade atende a um território com 24 mil pessoas. Segundo o gerente da UBS 7, Leandro Morais, apesar da redução de outros tipos de atendimento, em razão da pandemia de coronavírus, todos tê acesso à unidade básica de saúde para serviços diversos. O uso do acessório de proteção, no entanto, é obrigatório para qualquer atendimento. “Montamos as tendas como estratégia para evitar a circulação dentro da UBS. Estamos administrando a agenda aberta para não termos muitos pacientes na espera, e quem chega sem a máscara não pode ficar sem atendimento. Não dava para oferecer a da SES [Secretaria de Saúde, que também fornece a máscara], específica para pacientes que estão com suspeita de Covid-19. Então, passamos a produzir porque queremos preservar esse paciente”, afirmou.   * Com informações da Secretaria de Saúde

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo