Hospital de Base reorganiza rotinas internas, reduz espera e amplia leitos
Menos tempo de espera, atendimento mais organizado e ampliação de leitos pediátricos já fazem parte da nova rotina do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), vem promovendo mudanças estruturais e organizacionais que tornam o serviço mais ágil, eficiente e humanizado para a população. Nos últimos meses, o hospital revisou rotinas internas e passou a acompanhar de forma mais próxima os resultados do atendimento. O objetivo é identificar pontos de melhoria e agir com rapidez, garantindo mais segurança ao paciente e melhor funcionamento dos serviços. Novos leitos pediátricos ajudam a ampliar a capacidade de internação do hospital | Foto: Divulgaçao/IgesDF “Antes, eu passava o dia inteiro aguardando atendimento. Agora, fui atendido até antes do horário marcado” Victor Guilherme, empresário Segundo a coordenadora de Melhoria Contínua do IgesDF, Isabel Lima, esse acompanhamento constante permite ajustes mais eficientes. “Quando avaliamos os resultados com frequência, conseguimos identificar dificuldades e fazer correções com mais agilidade”, afirma. “Isso se reflete em um atendimento mais organizado e seguro para o paciente.” Uma das principais mudanças foi a implantação do agendamento por horário marcado no ambulatório. Desde 1º de julho de 2025, todas as especialidades atendem exclusivamente com consultas previamente agendadas. Com isso, os pacientes passaram a comparecer ao hospital apenas no horário indicado, evitando longas esperas e aglomerações. “O ambiente ficou mais tranquilo e acolhedor, e isso melhora a experiência do paciente e também as condições de trabalho das equipes”, enfatiza Isabel Lima. O microempresário Victor Hugo da Penha Guilherme, que faz acompanhamento na nefrologia do HBDF, já percebeu a diferença: “Antes, eu passava o dia inteiro aguardando atendimento. Agora, fui atendido até antes do horário marcado”. Outra melhoria foi a possibilidade de agendar o retorno com até seis meses de antecedência. Assim, o paciente já sai da consulta com a próxima data definida, fortalecendo a continuidade do tratamento. Agilidade no atendimento [LEIA_TAMBEM]Além da reorganização das consultas, o hospital também reforçou sua estrutura física. A criação de novos leitos pediátricos ampliou a capacidade de internação e trouxe mais rapidez na acomodação das crianças que precisam de cuidados hospitalares. Os leitos atendem pacientes que não necessitam de UTI, mas precisam permanecer internados para acompanhamento médico, o que ajuda a manter a terapia intensiva disponível para os casos mais graves. Segundo o chefe da UTI Pediátrica do HBDF, Abdias Aires, a ampliação trouxe mais equilíbrio ao funcionamento da unidade. “Com esses leitos, conseguimos atender as crianças que precisam de internação clínica e deixar a UTI reservada para situações de maior complexidade”, explica. “Conseguimos ampliar o número de treinamentos e incluir mais pacientes no programa de diálise peritoneal; isso fortalece o tratamento domiciliar e oferece mais autonomia às famílias ”Ana Maria Steffens, chefe do Serviço de Enfermagem de Terapia Renal Substitutiva do HBDF O serviço de diálise peritoneal também passou por melhorias. As consultas, que antes ocorriam no mesmo andar das internações, passaram a ser realizadas em espaço próprio no ambulatório, mais adequado e confortável. A sala de treinamento foi ampliada para receber pacientes e acompanhantes, facilitando o aprendizado do tratamento que pode ser feito em casa. Treinamentos De acordo com Ana Maria Steffens, chefe do Serviço de Enfermagem de Terapia Renal Substitutiva do HBDF, as mudanças trouxeram resultados concretos. “Conseguimos ampliar o número de treinamentos e incluir mais pacientes no programa de diálise peritoneal; isso fortalece o tratamento domiciliar e oferece mais autonomia às famílias”, avalia. O setor também passou a contar com telefone exclusivo para orientações, facilitando a comunicação e reduzindo a necessidade de deslocamentos desnecessários ao hospital. Além disso, esses pacientes passaram a ter prioridade no acesso à unidade. De forma geral, as melhorias estruturais e organizacionais tornaram o atendimento mais ágil, confortável e eficiente, reforçando o compromisso do Hospital de Base em oferecer assistência cada vez mais qualificada à população. *Com informações do IgesDF
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Quarta audiência pública do PDTU será no dia 28 deste mês
A 4ª audiência pública sobre o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS) será realizada no dia 28 deste mês, no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O aviso da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (2). O futuro do transporte público e da mobilidade urbana no DF será tema de encontro | Foto: Divulgação/Semob-DF Aberto à população, o encontro terá como foco a apresentação do relatório final e da minuta do projeto de lei que consolida diretrizes e recomendações para o futuro do transporte e da mobilidade urbana no Distrito Federal. De caráter consultivo, o evento abrirá espaço para quem desejar contribuir com sugestões e subsídios que possam aperfeiçoar o documento. Quem desejar se manifestar oralmente na sessão presencial deverá fazer inscrição prévia junto à organização do evento durante a audiência, com atendimento por ordem de inscrição. Já as contribuições por escrito serão recebidas por meio de formulário específico disponibilizado aos participantes, e consideradas válidas quando identificadas (pessoa física ou jurídica) e relacionadas ao tema em discussão. “É ouvindo a população que conseguimos aprimorar as propostas e construir soluções mais justas, eficientes e sustentáveis” Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade “A participação popular é essencial para que o planejamento de transporte e mobilidade reflita a realidade de quem se movimenta pela cidade, por diversos modais, todos os dias. É ouvindo a população que conseguimos aprimorar as propostas e construir soluções mais justas, eficientes e sustentáveis para o Distrito Federal”, afirma o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves. A audiência será transmitida em tempo real pela internet. As orientações sobre os canais de transmissão e os procedimentos de acesso online serão divulgadas previamente e ficarão disponíveis até o encerramento da audiência no site da Semob e neste site. Para quem for participar presencialmente, a recepção e o credenciamento começam às 8h30, e será necessário assinar lista de presença com dados de identificação e contato. 4ª Audiência Pública do PDTU/DF Data: dia 28 Horário: das 9h às 12h (credenciamento a partir das 8h30) Local: Auditório do Dnit - Setor de Autarquias Norte, Quadra 3, Lote A, Ed. Núcleo dos Transportes. *Com informações da Semob-DF
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GDF lança mais um empreendimento no Recanto das Emas com 7 mil unidades para habilitados no Morar Bem
O Recanto das Emas vai ganhar mais um empreendimento habitacional erguido por este Governo do Distrito Federal (GDF). O Reserva do Parque, lançado neste sábado (28) pelo governador Ibaneis Rocha, prevê a construção de 7.020 apartamentos distribuídos em 13 condomínios verticais. Coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), o projeto contará com um investimento de mais de R$ 1 bilhão para construir as unidades e levar infraestrutura urbana ao local. “Fizemos um levantamento sobre projetos habitacionais em andamento nas mais diversas cidades, além daqueles que já estão com projetos avançados para serem lançados nos próximos cinco anos”, declarou o governador Ibaneis Rocha, durante a entrega das unidades habitacionais. Governador visita o condomínio: “Hoje, com essas parcerias e o apoio do governo federal, conseguimos dar moradia de qualidade às famílias, em condomínios fechados, com toda a infraestrutura no Recanto das Emas, onde temos investido continuamente” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Ibaneis aproveitou para falar mais sobre o planejamento do GDF: “Temos quase 100 mil imóveis a serem entregues no Distrito Federal. Se isso acontecesse de uma vez só, acabaríamos com a fila da Codhab imediatamente. Mas sabemos que as famílias crescem, os filhos precisam, e então é necessário mais moradia. Hoje, com essas parcerias e o apoio do governo federal, conseguimos dar moradia de qualidade às famílias, em condomínios fechados, com toda a infraestrutura no Recanto das Emas, onde temos investido continuamente”. Interior de um apartamento decorado: unidades terão dois quartos e suíte, com duas escolhas de metragem Os apartamentos serão destinados a candidatos habilitados no programa Morar Bem, com renda familiar entre R$ 5 mil e 12 salários mínimos. Os beneficiários poderão contar com subsídios do Morar DF e do Minha Casa, Minha Vida. O empreendimento será construído às margens da BR-060 com a DF-001, em área de fácil acesso no Recanto das Emas. “O governo oferece opção legal, com preço justo e subsidiado, resolve a demanda de quem precisa de imóvel e ainda ajuda a organizar a cidade, evitando novas invasões e o crescimento desordenado” Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab Segundo a Codhab-DF, esse empreendimento, executado em parceria com entidades habitacionais, representa investimento superior a R$ 1 bilhão e prevê 7.020 unidades. Nesta etapa, 7 mil moradias serão lançadas no Recanto das Emas. “É um projeto para a faixa 2, para aquela classe média que antes morava em áreas irregulares”, explicou o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. “O governo oferece opção legal, com preço justo e subsidiado, resolve a demanda de quem precisa de imóvel e ainda ajuda a organizar a cidade, evitando novas invasões e o crescimento desordenado.” Casa própria, um sonho possível Condomínio Jardim das Rosas: obras começam nesta primeira etapa do empreendimento, para construir quatro torres de 13 pavimentos Nesta primeira etapa, terão início as obras das primeiras 624 unidades do condomínio Jardim das Rosas, organizadas em quatro torres de 13 pavimentos. As unidades terão metragens de 46,36 metros quadrados e 50,11 metros quadrados, com dois quartos, sendo um com suíte. O residencial contará com infraestrutura de lazer e preparação para carregamento de veículos elétricos. A corretora de seguros Weslayne Gonçalo, de 32 anos, fez questão de acompanhar o lançamento do empreendimento que promete mudar a realidade dela e de sua família. “Desde o início eu sempre pensei na nossa segurança”, relatou a futura moradora do Reserva do Parque. “Eu queria no Recanto das Emas algo seguro e completo, com área de lazer. Eu e meu esposo estávamos havia um bom tempo procurando um imóvel, mas nada me chamava a atenção. Desde o momento em que visitamos aqui, a gente se apaixonou.” Fernanda de Olanda elogia o programa do GDF: “O subsídio me auxiliou bastante para decidir comprar o Reserva do Parque; a entrada foi bem-negociada e acessível. Se tiverem mais empreendimentos dessa forma, mais pessoas vão sair do aluguel e conseguir construir o sonho da casa própria” Esperando o primeiro filho, a consultora de vendas Fernanda Oliveira de Olanda, 32, também comemorava a novidade: “Estou extremamente feliz, porque é a realização de um sonho. Representa mais uma etapa, mais um ciclo concluído na minha vida. O subsídio me auxiliou bastante para decidir comprar o Reserva do Parque; a entrada foi bem-negociada e acessível. Se tiverem mais empreendimentos dessa forma, mais pessoas vão sair do aluguel e conseguir construir o sonho da casa própria”. Atualmente, este GDF dispõe de mais de 80 mil unidades habitacionais previstas em diferentes regiões administrativas, com previsão de entrega de 20 mil até o fim do ano. No Recanto das Emas, além do Reserva do Parque, o Subcentro soma 2,5 mil unidades em obras, com mil já entregues. Mais de 13 mil famílias beneficiadas [LEIA_TAMBEM]Entre 2019 e este ano, até agora, foram entregues 13.659 unidades habitacionais em sete regiões administrativas — Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho e Sol Nascente. Considerando a média de quatro pessoas por família, mais de 40 mil pessoas já foram beneficiadas com a política habitacional nesse período. Entre os projetos em andamento estão o Itapoã Parque, com 12.112 unidades, além de empreendimentos em Samambaia, Sol Nascente e Santa Maria. A dona de casa Rita Maria de Sousa Barbosa Melo, 65, vislumbra a possibilidade de valorizar os imóveis na região: “Eu vejo como um grande investimento. Além de estarmos muito próximos de onde moramos atualmente, que é Samambaia, isso aqui valoriza muito a cidade. É muito bom ter esse apoio do governo, porque mais famílias têm onde morar, conseguem comprar sua moradia por um preço que tenha condições de pagar. Fico muito feliz". Moradias dignas Mais cedo, o governador Ibaneis Rocha também participou da entrega de 480 apartamentos no Itapoã Parque. As unidades fazem parte dos condomínios 29, 30 e 32. O empreendimento, executado pela Codhab em parceria com a construtora JC Gontijo, tem investimento de mais de R$ 1,65 bilhão, com recursos do governo federal. Os residenciais contam com áreas comuns, parque infantil, espaço fitness, churrasqueira e estacionamento.
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Medalhistas da Obmep já podem se inscrever em iniciação científica
Estudantes do Distrito Federal que conquistaram medalha na 20ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) já podem se inscrever no Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC). O prazo vai até o dia 23 deste mês, com inscrição feita exclusivamente pelo site do programa, por meio de login e senha enviados por e-mail aos medalhistas. Atividades têm como objetivo incentivar estudantes a investirem no aprendizado e na autonomia | Fotos: Bruno Grossi/SEEDF Em 2025, o DF somou 260 medalhistas, entre estudantes da rede pública (205) e privada (55), além de 762 menções honrosas, 538 delas destinadas a alunos de escolas públicas. Podem participar do 20º PIC estudantes premiados com medalha nacional (ouro, prata ou bronze). Em caso de vagas remanescentes, alunos com menção honrosa poderão ser chamados. De acordo com Luis Lucinger, coordenador do PIC e docente do Departamento de Matemática da Universidade de Brasília (UnB), o programa tem como foco o desenvolvimento de melhores hábitos de estudo. “O PIC Júnior da Obmep visa a desenvolver no aluno o hábito do estudo qualificado da Matemática, de modo que ele consiga ganhar independência e autonomia no aprendizado, e isso representa uma grande oportunidade de crescimento acadêmico”, resume. Bolsa para estudantes da rede pública Além do aprofundamento acadêmico, participantes da rede pública têm direito a uma bolsa mensal de R$ 300, paga pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) durante 12 meses, desde que estejam matriculados em escola pública em 2026. Amanda Líride, ao lado de Fernando Alves, ambos medalhistas: “A Obmep foi muito importante para mim, porque me mostrou que esses caminhos e programas científicos eram possíveis” | Foto: Bruno Grossi/SEEDF “A Obmep foi muito importante para mim, porque me mostrou que esses caminhos e programas científicos eram possíveis”, lembra a medalhista e bolsista Amanda Líride, de 14 anos, ex-aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 7 de Brasília. “Nas escolas em que estudei, eu nunca tinha tido contato com medalhistas e não tinha muita ideia do que eram esses programas e bolsas de estudo.” Segundo Amanda, a entrada no PIC representou uma mudança na forma de estudar. “Eu mudei completamente meus métodos, comecei a rever questões, participar de debates, buscar minhas próprias resoluções, e isso mudou minha forma de pensar e de compreender as possibilidades que eu tenho”, afirma. Experiências avançadas Uma boa notícia para quem obteve classificação é anunciada pelo coordenador do PIC: “Os alunos que obtêm as melhores notas podem participar, no ano seguinte, de uma semana de atividades matemáticas intensas, em uma cidade diferente do Brasil, com todos os custos pagos”. Ele se refere ao Encontro do Hotel de Hilbert, uma imersão nacional com cerca de uma semana com atividades intensivas em Matemática, reunindo medalhistas de todo o país com despesas custeadas pelo programa. O encontro reúne anualmente cerca de 150 a 200 medalhistas de todo o país. O medalhista e bolsista do PIC Fernando Alves, 14, alcançou em 2025 a maior nota do país no nível II da Obmep e participou do Encontro do Hotel de Hilbert como um dos momentos mais marcantes da trajetória. “Foi pelo PIC que eu consegui essa experiência incrível, em que a gente viaja e passa cerca de uma semana participando de aulas, palestras, jogos e atividades”, relata. “Foi uma das melhores experiências que eu tive na vida”. [LEIA_TAMBEM]Ex-aluno do CEF 7 de Brasília, Fernando lembra que seu interesse pela Matemática surgiu ainda no ensino fundamental: “Conheci a Obmep no sétimo ano, e foi quando comecei a estudar para a olimpíada que passei a gostar de Matemática, porque os problemas fazem a gente pensar de um jeito diferente, com raciocínio lógico, e não apenas aplicar fórmulas”. As medalhas conquistadas, valoriza ele, abriram caminho para a participação no PIC e para o aprofundamento contínuo nos estudos. O Programa de Iniciação Científica Jr. tem duração de um ano e reúne aulas presenciais em polos universitários e atividades online, com material didático próprio, listas de exercícios e avaliações periódicas, voltadas ao desenvolvimento do raciocínio crítico e ao estímulo à pesquisa científica. Como se inscrever Para confirmar a participação, o estudante deve acessar este site, entrar com login e senha enviados por e-mail, ler atentamente o regulamento e concluir a inscrição até a data final. Outras informações estão disponíveis pelos contatos da Coordenação Regional do PIC-DF, pelo e-mail cric_df@Obmep.org.br e pelo WhatsApp (61) 99529-5093. *Com informações da Secretaria de Educação
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Vigilância Sanitária do DF apreende mais de 1,2 mil produtos irregulares durante o Carnaval
A Vigilância Sanitária do Distrito Federal realizou 755 vistorias em 187 blocos e outros eventos durante o Carnaval 2026. Entre os dias 14 e 17 de fevereiro, as equipes intensificaram as fiscalizações nas ruas, em clubes, bares e boates, com o objetivo de garantir a segurança sanitária dos foliões. As inspeções resultaram em 51 autos de infração e nove interdições por falta de licenciamento e ausência de prestação de serviços de saúde no local. Também foram emitidos dois termos de apreensão. Durante as ações, a Vigilância Sanitária apreendeu 1.223 produtos considerados irregulares ou impróprios para consumo, entre eles 747 litros de bebidas sem procedência, falsificadas ou adulteradas, 235 cigarros eletrônicos, 288 pomadas capilares sem registro e 106 quilos de alimentos. O objetivo é prevenir riscos à saúde da população diante do aumento expressivo do consumo e da comercialização temporária de alimentos e bebidas durante o período festivo. Ações educativas Durante as ações, a Vigilância Sanitária apreendeu 1.223 produtos considerados irregulares ou impróprios para consumo | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Além da fiscalização, o órgão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) também investiu em ações educativas. Antes e durante o Carnaval, 500 ambulantes passaram por treinamento voltado às boas práticas de manipulação e comercialização de alimentos e bebidas, reforçando o caráter preventivo da atuação da Vigilância Sanitária. De acordo com a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé, o trabalho integrado das equipes foi essencial para assegurar um Carnaval mais seguro. "Nosso objetivo é proteger a saúde da população. Atuamos de forma preventiva e também corretiva, orientando comerciantes e ambulantes, mas aplicando as medidas necessárias quando identificamos irregularidades que possam colocar a população em risco. O balanço demonstra a presença ativa da Vigilância Sanitária em todos os grandes eventos do Distrito Federal”, destacou. A gestora destaca ainda que as ações de fiscalização ocorrem de forma contínua ao longo do ano, sendo intensificadas em grandes eventos, quando há maior circulação de pessoas e ampliação do comércio temporário. Denuncie A população também pode colaborar denunciando situações irregulares por meio dos canais oficiais da SES-DF,via internet, pelo telefone 162 ou presencialmente em qualquer unidade de ouvidoria do GDF, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis em todo o Distrito Federal. *Com informações da SES-DF
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Programa Parque Educador abre 72 vagas para escolas públicas
Por meio de parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e o Instituto Brasília Ambiental, a Secretaria de Educação (SEEDF) abriu o período de inscrições para o primeiro semestre de 2026 do programa Parque Educador. As inscrições podem ser feitas neste link. Programa terá atividades organizadas por etapas de quatro e dez encontros semanais | Foto: Evelyn Galvão/SEEDF “O Parque Educador transforma parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática” Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral A ação tem 72 vagas, organizadas em modalidades de quatro e dez encontros semestrais, com prazo até 6 de março, e incentiva escolas da rede pública a utilizarem parques e unidades de conservação como ambientes educativos, fortalecendo o eixo de sustentabilidade do Currículo em Movimento. O programa oferece transporte e estrutura para as visitas. À escola cabe a organização do lanche e o acompanhamento dos estudantes por, no mínimo, dois responsáveis. “O Parque Educador transforma parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática”, resume a chefe do Núcleo de Educação Ambiental da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), Cibele Lima. “Os estudantes vivenciam temas como sustentabilidade, cidadania e preservação ambiental a partir do contato direto com o território e com o Cerrado.” De acordo com a gestora, a ação contribui também para democratizar o acesso ao meio ambiente, fortalecer o currículo escolar e estimular o sentimento de pertencimento e responsabilidade socioambiental entre os alunos da rede pública. Aprender com a natureza [LEIA_TAMBEM]Criado em 2018, o programa já atendeu milhares de alunos em unidades de conservação do DF, como os parques ecológicos de Águas Claras, Sucupira, Saburo Onoyama, Três Meninas e Riacho Fundo. Segundo a professora Ana Carolina Gonçalves, executora do programa pela SEEDF, mais de 23 mil jovens já participaram das atividades, que tornam o aprendizado mais próximo da realidade. “A experiência fora da sala de aula desperta maior interesse dos estudantes e fortalece o protagonismo juvenil”, afirma a docente. Como resultado, escolas participantes já levaram projetos desenvolvidos no programa para o Circuito de Ciências e para a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente. Para Ana Carolina, o impacto do Parque Educador vai além das visitas aos parques. “O programa fortalece os projetos político-pedagógicos das escolas e contribui para a formação de jovens mais conscientes e atuantes em suas comunidades”, enfatiza. *Com informações da Secretaria de Educação
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Nova Escola Classe 425 amplia oferta de vagas e transforma rotina escolar em Samambaia
Há três meses, a comunidade escolar de Samambaia comemorou a entrega da nova estrutura da Escola Classe (EC) 425. Com investimento de R$ 14 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a antiga “escola de lata” deu lugar a um prédio moderno, acessível e adequado às necessidades pedagógicas dos estudantes. A unidade, que funcionava em instalações provisórias desde 1991, agora atende 700 alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, um aumento em relação aos 600 que havia antes. Capacidade atual da escola é de aproximadamente 700 estudantes; direção manteve turmas reduzidas para garantir o atendimento a alunos atípicos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias” Liliene de Souza, diretora da EC 425 Segundo a diretora da unidade, Liliene de Souza, a nova estrutura representa uma conquista esperada há mais de três décadas. Ela conta que a antiga escola havia sido construída de forma provisória, com blocos de madeira e apenas um pavimento térreo. “Se considerarmos turmas com 30 estudantes, poderíamos atender aproximadamente 1.100 crianças; entretanto, mantemos diversas turmas reduzidas para garantir o atendimento adequado aos nossos estudantes atípicos”, explica a gestora. “Por isso, neste momento, nossa capacidade é de cerca de 700 estudantes.” Estrutura reforçada A escola recebe estudantes da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, da faixa etária dos 4 aos 11 anos. O número de salas aumentou de 15 para 18, o que permitiu abrir cerca de 100 novas vagas. “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias”, ressalta Liliene. Uma quadra de esportes coberta faz parte das novas aquisições da escola Além do aumento de salas de aula, a escola também recebeu quadra de esportes coberta, laboratórios, biblioteca, auditório e estacionamento. Uma das professoras do espaço, Lannuccia Borges, conta que a mudança estrutural da unidade representa uma verdadeira virada de página. Ela relata que trabalha na escola há quatro anos, mas apenas neste ano pôde lecionar em um prédio novo e adequado. Antes da reforma, a realidade era muito diferente. “Tínhamos uma estrutura bastante precária, que dificultava o nosso trabalho pedagógico e também a aprendizagem das crianças”, afirma. “Não basta o professor planejar e querer fazer um bom trabalho se não houver condições adequadas para isso.” A docente lembra que o termo “escola de lata” surgiu pela precariedade da antiga construção: “Eram janelas quebradas, portas que não fechavam, tetos que caíam quando chovia. As crianças tinham medo, e nós, professores, também, mas precisávamos demonstrar coragem para acolhê-las da melhor forma possível”. Nova realidade Elisete Pereira, professora e mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia: “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares” Mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia, a professora Elisete Pereira descreve o sentimento de impotência diante do cenário antigo. “Era muito triste ver meu filho estudando em um lugar sem segurança, sem conforto, sem uma quadra de esportes, sem espaços adequados”, lembra. “As salas eram quentes, pequenas e mal ventiladas. Como mãe, a gente quer o melhor para os filhos, e era doloroso saber que eles não tinham acesso a uma escola com estrutura digna. Muitas mães compartilhavam esse mesmo sentimento de tristeza e preocupação.” A professora Lannuccia Borges elogia a estrutura do novo prédio: “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender” Hoje, ela vive a realidade completamente diferente da nova EC 425, e com um vínculo ainda mais forte, agora como professora. “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares”, comemora. “Temos acessibilidade para cadeirantes, refeitório, biblioteca, salas amplas e arejadas. É um ambiente acolhedor, bonito, pensado para o aprendizado e o bem-estar das crianças”. Impacto Segundo Lannuccia Borges, a nova estrutura interfere diretamente no aprendizado. “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender”, pontua. “Cada aluno tem seu tempo, mas se o ambiente oferece conforto e recursos, o desenvolvimento é muito mais significativo.” [LEIA_TAMBEM]Com a nova estrutura, os benefícios não se limitam aos alunos. “Estamos todos mais motivados, gestão, coordenação e docentes”, afirma a professora. “Hoje temos salas amplas, arejadas, com armários, televisões e espaços adequados para projetos. Antes, chegávamos e não conseguíamos abrir o armário porque estava estragado. Agora, tudo funciona. Isso nos dá vontade de planejar mais, de inovar nas aulas”. Com obras coordenadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), agora o novo espaço conta com uma área total construída de 4.464,82 metros quadrados, para oferecer mais conforto e qualidade no ensino das crianças. São 18 salas de aula, laboratórios de informática e artes, biblioteca, auditório, refeitório, cozinha, depósito, área de recreação, parquinho e sanitários. A escola tem ainda 30 vagas de estacionamento e uma quadra coberta de 768 metros quadrados. A aluna Beatriz Fonseca, de 10 anos, também comemora o novo espaço de aprendizagem. Entre os novos espaços, ela conta o que mais chama atenção: “A biblioteca, o refeitório e os banheiros. Dá mais gosto vir para uma escola assim, maravilhosa”.
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Taguatinga recebe, nesta quinta (5), ação de acolhimento à população em situação de rua
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 11 endereços distintos em Taguatinga, nesta quinta-feira (5), a partir das 9h. A ação é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Também participam o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. Abordagens incluem oferta de transporte de pertences pessoais aos lugares indicados | Foto: Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Será ainda oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação em Taguatinga para esta quinta. ⇒ Imediações do Centro Pop de Taguatinga ⇒ Área verde em frente ao Pronto-Socorro do Hospital Regional de Taguatinga ⇒ QND 59, ao lado do Lote 38 ⇒ Central Quadra C5, marquise do Lote 6 ⇒ Central Quadra C7, marquise da loja Casas Bahia ⇒ Central Biblioteca Pública, Av. Comercial ⇒ C 12, atrás do Lote 13 ⇒ QNL 4, Bloco D, próximo ao Edifício Braz Viana ⇒ Lateral da UBS 2 ⇒ QS 3, lotes 3, 5, 7, 9 — Pátio Capital ⇒ Próximo à Neoenergia (ao lado da Estação Furnas). *Com informações da DF Legal
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Pediatria do Hospital Regional de Ceilândia é reformada
O setor pediátrico do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) foi completamente reformado. O objetivo é oferecer mais conforto aos pacientes e suas famílias, assim como melhores condições de trabalho para os servidores da unidade. Com um investimento de mais de R$ 434 mil, as adequações foram concluídas em cerca de seis meses. Com desenhos nas paredes, novas enfermarias oferecem mais conforto e ambiente convidativo | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Quando um ambiente é organizado e tem um fluxo que funciona, as equipes conseguem desempenhar um trabalho mais eficiente” Adeane Azevedo Costa, supervisora do Pronto-Socorro de Enfermagem e da Internação Pediátrica do HRC As mudanças podem ser percebidas na troca das luminárias, na instalação de aparelhos de ar-condicionado, no espaço para novos leitos e no piso. Também passaram por adequações a brinquedoteca, as salas de nebulização, de vacina e de medicação, os banheiros e os espaços voltados à equipe, como a Sala de Enfermagem. Enfermaria mais alegre Já nas enfermarias, as crianças agora são atendidas em um ambiente mais convidativo, rodeado por figuras lúdicas. Também foram adquiridos equipamentos importantes, como eletrocardiogramas e aparelhos de ultrassom novos, além de mesas, camas e cadeiras. "A revitalização no setor é um investimento direto na saúde e no bem-estar das nossas crianças”, avalia o diretor do HRC, Fabrício Paz. “Um espaço acolhedor, seguro e adequado contribui não apenas para a recuperação clínica, mas também para o conforto emocional dos pacientes e de suas famílias.” De acordo com a supervisora do Pronto-Socorro de Enfermagem e da Internação Pediátrica do HRC, Adeane Azevedo Costa, as melhorias impactaram diretamente a assistência. “Quando um ambiente é organizado e tem um fluxo que funciona, as equipes conseguem desempenhar um trabalho mais eficiente”, enfatiza. Atendimento no DF e Entorno [LEIA_TAMBEM]O HRC é referência para a população de Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. Além disso, atende moradores do Entorno do Distrito Federal, como Águas Lindas (GO) e Santo Antônio do Descoberto (GO). A unidade hospitalar conta com serviços de referência, como o de pediatria, que possui capacidade para internar até 23 crianças, sempre com acompanhante. Em 2024, o setor registrou 5,7 mil internações de pacientes de até 14 anos. Já o pronto-socorro pediátrico tem 15 leitos, sendo quatro para pacientes graves e um de isolamento. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Campanha Cartão Vermelho para o Racismo entra em campo na decisão entre Flamengo e Corinthians no Mané Garrincha
A decisão da Supercopa Rei entre Flamengo e Corinthians, neste domingo (1º/2), às 16h, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, terá mais do que a disputa por um título em campo. Diante de um público estimado em 70 mil pessoas, o estádio será palco de uma grande manifestação coletiva contra o racismo com a realização da campanha Cartão Vermelho para o Racismo. Antes do apito inicial, servidores da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) distribuirão cartões vermelhos na entrada do estádio. Em seguida, torcedores, jogadores, comissões técnicas e equipe de arbitragem levantarão os cartões simultaneamente, formando um minuto de protesto e conscientização contra qualquer forma de discriminação racial. Antes do apito inicial, servidores da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) distribuirão cartões vermelhos na entrada do estádio | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A ação também será reforçada nos telões e nas peças de comunicação visual da arena, levando ao público a mensagem de tolerância zero ao racismo e de valorização da diversidade. A iniciativa transforma um dos símbolos mais conhecidos do futebol em ferramenta de mobilização social. Criada pela Sejus-DF em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a campanha estreou em maio de 2025, na partida entre Vasco e Palmeiras, também no Mané Garrincha, e desde então percorre estádios de diferentes regiões do país. O gesto já foi repetido em jogos do Campeonato Candango, da Copa do Brasil, de várias séries do Campeonato Brasileiro e do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-17, sempre com adesão de atletas, árbitros e torcedores. Em Belém (PA), mais de 45 mil pessoas levantaram o cartão vermelho no clássico entre Remo e Paysandu, demonstrando a força da mobilização coletiva e ampliando o alcance nacional da mensagem antirracista. A campanha de combate ao racismo já foi realizada em vários campeonatos nacionais Idealizadora da iniciativa, a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destaca que a proposta é transformar o futebol em vitrine permanente de conscientização. “Esse acordo com a CBF firma o compromisso do futebol em abrir espaço para falarmos de igualdade racial. Em todas as comunicações nos estádios, a mensagem será a mesma: cartão vermelho para o racismo”, afirma. Para o presidente da CBF, Samir Xaud, a campanha reforça o papel social do esporte. “O futebol é de todo mundo e não aceita mais esse tipo de atitude. Temos que ser duros contra o racismo e fazer essa mensagem chegar a todo o país”, declarou. Acordo oficializa campanha nas competições nacionais Nesta quinta-feira (29), o Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou o extrato do Acordo de Cooperação Técnica entre o Governo do Distrito Federal, por meio da Sejus-DF, e a CBF. O documento oficializa a realização da campanha nas principais competições organizadas pela entidade, como Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Brasileirão Feminino A-1 e Copa do Brasil Feminina. [LEIA_TAMBEM]Assinado em agosto de 2025 pelo governador Ibaneis Rocha, o acordo tem vigência até 2027 e consolida a iniciativa como política permanente de enfrentamento ao racismo nos estádios. A parceria integra a Política Distrital de Prevenção e Combate ao Racismo nos Estádios, instituída pela Lei Vinícius Júnior, e estabelece cooperação para ações de comunicação, mobilização de público e promoção de práticas antidiscriminatórias no futebol brasileiro. Com isso, o gesto de erguer o cartão vermelho deixa de ser uma ação pontual e passa a integrar o calendário oficial do esporte, levando a mensagem de respeito, diversidade e tolerância zero ao racismo a milhões de torcedores em todo o país. *Com informações da Sejus-DF
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