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UBS 12 de Ceilândia atende 324 pacientes com força-tarefa em clínica médica

Em mais uma força-tarefa da Secretaria de Saúde (SES-DF), a Unidade Básica de Saúde (UBS) 12 de Ceilândia atendeu 324 pacientes na área de clínica médica. Durante todo o dia, servidores ficaram à disposição para dar assistência a crianças e adultos. A ação, realizada na terça-feira (19), contou com 10 profissionais da Diretoria Regional de Atenção Primária à Saúde (Diraps), da Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps), especialistas em saúde da família (ESF), médicos e enfermeiros. Na força-tarefa, os pacientes passaram por uma triagem, com aferição de pressão e de glicemia, e depois foram encaminhados às enfermeiras para a identificação do problema | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Supervisor da UBS 12 de Ceilândia, Wilsimar Souza Dias ressaltou a importância da ação junto à comunidade com o objetivo de dar celeridade aos atendimentos. “É uma região mais vulnerável. Estávamos com uma demanda reprimida de pacientes na lista de espera e agendados. A população precisa desse serviço e a SES-DF busca oferecer o melhor serviço possível.” Na força-tarefa, os pacientes passaram por uma triagem, com aferição de pressão e de glicemia, e depois foram encaminhados às enfermeiras para a identificação do problema. Segundo a médica da família e coordenadora da Atenção Primária do DF, Fabiana Fonseca, entre as principais queixas dos usuários estavam dores abdominais e sintomas gripais, além de doenças crônicas como pressão alta. “Vim com a equipe da Coaps e queremos ficar mais perto tanto dos profissionais que estão na ponta, na assistência, quanto da população. Isso é muito importante, porque conseguimos avaliar situações que podem ser ajustadas, trazendo melhorias à unidade”, explicou a coordenadora. Na força-tarefa, os pacientes passaram por uma triagem, com aferição de pressão e de glicemia, e depois foram encaminhados às enfermeiras para a identificação do problema Reforço Uma das mudanças já previstas para outubro, de acordo com o diretor substituto da Diraps Oeste, Aridan Fernandes de Almeida, é a chegada de mais uma equipe para reforçar os serviços da UBS 12 de Ceilândia. Esta é a região administrativa com maior procura pelos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). “A vinda desses profissionais irá auxiliar na organização de fluxos e no atendimento”, afirmou. A unidade apresenta também altas demandas de inserções no sistema de regulação e assistência para a troca de receitas, avaliação em clínica médica e exames de rotina. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A moradora de Ceilândia, Izabel de Deus Cesar, 65 anos, foi uma das pacientes contempladas pela ação e elogiou a iniciativa. “Fui bem recebida. O atendimento aqui é muito bom, humanizado, com profissionais educados. Eu tenho um aneurisma e passo muito mal com desmaios. Já saí com a receita e com os remédios”, relatou. Assim como Izabel, o ajudante de atacadista Antônio Carlos da Conceição, 45 anos, acompanhou a esposa e aproveitou a ocasião para também mostrar exames seus ao médico. Hipertenso, ele contou ter levado uma “chamada” do profissional por ter interrompido o tratamento. “Dei uma passadinha na triagem e a pressão não estava legal. O médico me deu uma ‘bronca’ e disse para eu tomar o remédio todos os dias. Além disso, me passou novos exames para ver colesterol e diabetes. O atendimento foi ótimo. Estou indo embora com tudo resolvido e já com data de retorno para outra consulta”, concluiu.

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Hospital de Base faz 63 anos como protagonista na saúde do DF

Em visita ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) para comemoração dos 63 anos do centro hospitalar, o governador Ibaneis Rocha destacou a força da principal unidade da rede pública do DF e a maior de todo o Centro-Oeste. O chefe do Executivo ainda comentou o processo contínuo de melhoria das instalações e do atendimento ao público. O Hospital de Base do Distrito Federal atende, diariamente, mais de 6 mil pacientes | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Tenho uma memória muito afetiva. Nasci e fui criado aqui, minha mãe era auxiliar de enfermagem, então eu tive a oportunidade de acompanhar desde os meus primeiros anos de vida o trabalho desse hospital. Agora, como governador, nós temos feito uma parceria com a Câmara Legislativa e a Câmara dos Deputados, disponibilizando recursos para a reforma dos andares. Isso já vem acontecendo, nós também vamos implementar sistema de rastreabilidade de medicamentos e usar a tecnologia em favor da saúde”, pontuou o governador. No fim de agosto, por exemplo, o GDF entregou as reformas na cozinha e no refeitório do Hospital de Base, intervenção feita sem interromper a produção diária que atende mais de 6 mil pacientes. Foram investidos R$ 675 mil para transformar o local, que estava há mais de 40 anos sem grandes intervenções estruturais. [Numeralha titulo_grande=”R$ 8 milhões” texto=”Investimento anunciado em agosto deste ano na compra de equipamentos para o Hospital de Base” esquerda_direita_centro=”direita”] O Base também recebeu R$ 8 milhões em equipamentos, o que permitiu a compra de 50 camas novas, equipamentos de duodenoscópio e videocolonoscópio, além de monitores, carrinhos de anestesia e ventiladores. Mudanças que, na visão do presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, permitem uma maior eficiência nos atendimentos. “Temos trocado nosso parque tecnológico para trazer mais eficiência e segurança para os pacientes, temos o nosso angiógrafo que vai favorecer nosso protocolo de AVC e dor torácica. Recebemos um tomógrafo que vai melhorar o atendimento no pronto-socorro e vamos trazer o projeto de rastreabilidade de medicamentos, que é uma meta internacional de saúde e teremos no Base”, detalha. Ainda segundo o presidente, o centro cirúrgico passará por reformas. No fim de agosto, o GDF entregou as reformas na cozinha e no refeitório do Hospital de Base Patrimônio da cidade A história do hospital se mistura com a de Brasília. Eles foram construídos simultaneamente, com a unidade médica abrindo as portas meses depois, em 12 de setembro de 1960, para, em pouco tempo, tornar-se o mais importante do DF. O Base foi idealizado pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek e projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. “O Base é um marco da saúde do DF. É onde está nossa alta complexidade no quesito transplante, oncologia, cardiovascular. Ele tem uma equipe pronta e qualificada, sendo também uma escola, um ambiente de salvar vidas e formar profissionais”, pontua a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A unidade é o maior centro hospitalar público do Centro-Oeste, com 64.696,67 m² de área construída, é modelo na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de alta complexidade em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia. Ao longo de 2022, o Base fez mais de 579 mil atendimentos, sendo 103.847 mil atendimentos de urgência na atenção especializada, 9.726 procedimentos cirúrgicos, 47.264 quimioterapias, entre outros.

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Cirurgias eletivas: segunda fase de força-tarefa chega a 57% em dois meses

Trabalhar. É esse o principal desejo da Simone Gomes, de 40 anos. Desde 2019, quando ainda morava em Águas Lindas (GO), lutava contra as dores causadas por pedras na vesícula, um incômodo que tornava quase impossível a rotina de faxineira. “Eu não podia pegar algo pesado que já começava a dor”, conta. Iniciativa da Secretaria de  Saúde em contratar hospitais da rede complementar para reduzir as filas de espera por cirurgias eletivas já beneficiou cerca das 2.900 pessoas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF Ela é uma das cerca das 2.900 pessoas beneficiadas pela iniciativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) de contratar hospitais da rede complementar para reduzir as filas de espera por cirurgias eletivas – boa parte formada durante os períodos mais críticos da pandemia de covid-19. Em outubro de 2022, foram assinados os primeiros contratos que permitiram a realização de 2.384 cirurgias, entre hérnias e remoções de úteros e vesículas. A segunda fase da força-tarefa foi iniciada no fim de maio deste ano para 849 procedimentos, dos quais 57%, ou seja, 482 foram realizados até 9 de agosto. Simone Gomes lutava contra as dores causadas por pedras na vesícula, um incômodo que tornava quase impossível a rotina de faxineira | Foto: Humberto Leite/Agência Saúde-DF “Isso foi possível porque fizemos um treinamento com as instituições credenciadas e tornamos mais rápido as autorizações para os procedimentos”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. O pedreiro Jaílson Oliveira Silva, de 49 anos, aguardava desde 2019 por uma cirurgia necessária por conta de uma hérnia inguinal. “Quando chegou a pandemia, já sabia que não ia acontecer”, relembra. Morador de Luziânia (GO), ele passou a fazer o acompanhamento em unidades de saúde do DF e, em junho, foi encaminhado para um centro cirúrgico da rede complementar. Jaílson Oliveira aguardava desde 2019 por uma cirurgia necessária por conta de uma hérnia inguinal | Foto: Arquivo pessoal Com a oferta elevada do número de cirurgias, o tempo de espera reduziu. Funcionário de uma pousada em Brazlândia, Eldinho Marques, de 40 anos, entrou na lista de espera em 11 de maio e foi encaminhado para o procedimento em 1º de julho. “Foi mais rápido do que eu imaginava.” As primeiras consultas e os exames prévios foram realizados no Hospital Regional de Brazlândia (HRBz). Eldinho Marques entrou na lista de espera em 11 de maio e foi encaminhado para o procedimento em 1º de julho | Foto: Arquivo pessoal Além de diminuir as listas de espera pelas cirurgias, a iniciativa reduz a procura por atendimentos nas emergência. Essa é a percepção de Rita Vanessa Moura, de 43 anos. As pedras na vesícula atrapalhavam o dia a dia de trabalho em uma farmácia e, às vezes, a dor beirava o insuportável. “Quando eu tinha crises muito fortes, não conseguia fazer nada. Já fui ao Hospital de Ceilândia quatro vezes com dores”, afirma. Com a cirurgia, ela espera parar de tomar medicações e voltar a comer com mais tranquilidade. A porta de entrada para o acesso ao serviço permanece sendo as unidades básicas de saúde (UBSs), como fez a professora Lívia de Andrade, de 42 anos. Ela procurou a UBS 2 de Taguatinga, na Praça do Bicalho, por causa de fortes cólicas. “Eu nunca pensei que poderia ser uma hérnia”, diz. Diagnosticada, ela foi encaminhada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde passou por exames preparatórios para a cirurgia corretiva. Rita Vanessa tinha pedras na vesícula que atrapalhavam o dia a dia de trabalho em uma farmácia e, às vezes, a dor beirava o insuportável | Foto: Humberto Leite/Agência Saúde-DF Nos contratos estão previstas consultas antes e após as cirurgias, atendimento pré-anestésico, disponibilização de equipamentos, insumos e curativos pós-operatórios e biópsias, além de internação pós-operatória por 48 horas. As empresas passam ainda por avaliação técnica, administrativa e jurídica. Expansão A SES-DF prepara agora novos editais de credenciamento para a realização de 7 mil cirurgias, com prazo de 12 meses, a fim de beneficiar pacientes de oftalmologia, otorrinolaringologia, urologia, varizes, coloproctologia e cirurgia de cabeça e pescoço. Nestes casos, a redução na fila de espera é estimada em 90%. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O investimento total será de R$ 25,3 milhões, com recursos do Governo do Distrito Federal (GDF), de emendas parlamentares e do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, do governo federal. A expectativa é realizar até 25 mil cirurgias eletivas por meio de editais de credenciamento. RecadastraSUS-DF A melhora na dinâmica de realização das cirurgias também é resultado das iniciativas de recadastramento dos usuários. Pelo telefone 160 ou pessoalmente em uma UBS é possível atualizar os dados de contato para facilitar o chamamento. É preciso ter em mãos o comprovante de residência ou, caso não tenha, poderá apresentar uma declaração escrita à mão informando o endereço de moradia; CPF ou cartão do Sistema Único de Saúde (SUS); e documento de identidade (RG) ou certidão de nascimento. Também são coletadas informações sobre os dados pessoais e sociodemográficos, assim como sobre a situação de moradia e de saúde. *Com informações da SES-DF

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Servidores do GDF serão capacitados para multivacinação no Distrito Federal

Para aumentar ainda mais a cobertura vacinal no DF, servidores da Secretaria de Saúde (SES-DF) responsáveis pela imunização se reúnem até o dia 18 deste mês  na Oficina de Capacitação em Microplanejamento para Ações de Multivacinação no Distrito Federal. O objetivo é aprofundar as estratégias de vacinação, seguindo a metodologia introduzida pelo Ministério da Saúde (MS) e respaldada pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) buscam aprimorar estratégias de imunização para aumentar cobertura vacinal | Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF Desde o início deste ano, a SES-DF já aplicou 1,5 milhão de doses de vacinas. Desse total, 703 mil foram contra a gripe e outras 700 mil em combate à covid-19, além de outros imunizantes previstos no calendário vacinal. As coberturas vacinais, contudo, ainda estão abaixo do esperado. No caso da gripe,  59,4% das crianças de 6 meses a 5 anos não foram imunizadas ainda. Entre os idosos, cerca da metade, 45,7%, também não procurou essa proteção. No caso dos professores, mais de 21% não foram se vacinar. Para a gerente da Rede de Frio da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, a metodologia proposta pelo MS oferece uma forma estruturada de aprimorar o que já está em andamento. “Esse método é importante para sistematizar as ações que estamos fazendo. O resultado é mais eficácia e eficiência em nossos processos diários”, afirma. [Olho texto=”“Há regiões, por exemplo, em que a vacina deve ser levada à casa da pessoa. Com esse curso, vamos avaliar esses perfis tão distintos para fazer ações mais personalizadas”” assinatura=”Fabiana Soares, coordenadora da Coaps” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Organizada pela Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps) e pela Gerência de Rede de Frio (GRF), a capacitação é voltada tanto aos gestores quanto aos servidores da Atenção Primária à Saúde e enfermeiros das salas de vacina. A partir da próxima semana, o curso será levado a todas as regiões de Saúde da rede. As peculiaridades de cada região também serão consideradas. A coordenadora da Coaps, Fabiana Soares, reforça que é essencial entender que as comunidades possuem especificidades e vulnerabilidades diferentes. “Há regiões, por exemplo, em que a vacina deve ser levada à casa da pessoa. Com esse curso, vamos avaliar esses perfis tão distintos para fazer ações mais personalizadas”, explica. Planejamento em pauta O processo de microplanejamento desempenha um papel fundamental na execução adequada e segura de todas as fases de uma campanha de vacinação, conforme ressalta o enfermeiro Fernando dos Santos, atuante na região Sudoeste – Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Águas Claras e Vicente Pires. Ele participou da oficina realizada nesta quinta-feira (10) e enfatiza: “Agora, tenho ferramentas aprimoradas para descentralizar as atividades de imunização, do âmbito local para o central”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Integrando também o grupo, a diretora de Atenção Primária na região Oeste de Saúde, Sandra Araújo, diz que a capacitação é uma oportunidade excepcional para explorar práticas que deram certo. “Queremos atingir maior eficácia no planejamento da cobertura vacinal. Nossa preocupação é contínua, pois atendemos uma região que demanda atenção especial, temos busca ativa e saímos com o carro da vacina. É importante para os gestores estarem próximos ao cerne da campanha de vacinação”, compartilha. A região Oeste abrange residentes de Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. A oficina será ministrada por servidores da GRF, da Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar (Gevitha), Coaps e também representantes dos núcleos de vigilância epidemiológica e imunização (NVEPIs) de cada região de saúde. *Com informações da SES-DF

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Técnicas inovadoras de combate reduzem casos de dengue no DF

A prevenção à proliferação e o combate ao mosquito Aedes aegypti caminham de forma integrada nas ações do Governo do Distrito Federal (GDF), essenciais para evitar a proliferação de dengue, zika e chikungunya. Segundo o Boletim Epidemiológico nº 30, publicado em 28 de julho, os casos prováveis de dengue em residentes do DF continuam em queda. A diminuição é de 61,9% em relação aos sete primeiros meses do ano passado. Também não houve registro de mortes. Em 2022, no mesmo período, foram 13 óbitos. “Temos feito um trabalho conjunto com outros órgãos do GDF, como Corpo de Bombeiros, administrações regionais e DF Legal [Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística], para combater o mosquito”, revela o diretor da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Jadir Filho. Ações de combate à dengue envolvem vários órgãos do Governo do Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília Entre as técnicas usadas estão o controle químico com inseticida, o uso de armadilhas para monitorar e controlar o mosquito, as inspeções feitas pelos agentes de vigilância rotineiramente às residências e imóveis nas regiões administrativas e o trabalho educativo para conscientizar a população. Além disso, o GDF implementou o método Wolbachia nas estratégias de combate ao Aedes aegypti. A técnica consiste na liberação de mosquitos contaminados com bactérias Wolbachia, micro-organismo que reduz o potencial para a transmissão das doenças. Assim, com o tempo, é esperado que a população de mosquitos incapazes de transmitir dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana seja maior que a dos potencialmente transmissores. Apesar de o mosquito ter a multiplicação no período chuvoso – normalmente entre os meses de outubro a maio -, o serviço de prevenção permanece o ano inteiro. “Já seria uma época confortável por conta da sazonalidade da doença, até considerando o começo do ano, que são os meses mais críticos, quando conseguimos ter redução em relação ao ano passado, só que o mosquito vai se adaptando ao ambiente. Mesmo com as condições desfavoráveis da seca, ele consegue se reproduzir. Por isso é importante pensarmos estrategicamente”, acrescenta Filho. Apesar de o mosquito ter a multiplicação no período chuvoso, o serviço de prevenção permanece o ano inteiro | Fotos Tony Oliveira/ Agência Brasília Segundo o diretor da Vigilância Ambiental, durante esse período, o foco é o manejo ambiental, com a retirada de entulhos e inservíveis de terrenos baldios e a vistoria de residências e comércios. “Continuamos esse trabalho para que seja mais efetivo o controle quando for iniciado o período de chuvas. Tudo isso auxilia a diminuir possíveis internações e óbitos pela doença. É uma atuação muito importante para não sobrecarregar toda a rede de saúde do DF”, defende Jadir Filho. Doenças [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti a partir da picada da fêmea. Os principais sintomas são febre alta (acima de 38ºC), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Mas também há casos assintomáticos. A forma mais grave inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. O mosquito também é o transmissor de mais três enfermidades: chikungunya, zika e febre amarela. No caso da chikungunya, o paciente infectado com a arbovirose apresenta febre alta, dor muscular e nas articulações, dor de cabeça e erupção na pele. A zika tem como principal sintoma a erupção na pele seguida de coceira, febre baixa, olhos vermelhos, dor nas articulações, nos músculos e na cabeça. As manifestações de febre amarela são febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça e muscular, náuseas e vômitos.  

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DF participa de estudo sobre eficácia da vacina de gripe no país

Para analisar a relação entre o número de internações e a cobertura vacinal em combate à gripe (influenza), a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), junto ao Ministério da Saúde (MS), realiza pesquisa em 12 unidades da Federação, entre eles o Distrito Federal. Esta é a primeira vez que o DF participa da pesquisa que avalia a relação entre o número de internações e a cobertura vacinal em combate à gripe | Foto: Tony Winston/Agência Saúde Na capital, a investigação foi coordenada pela Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar (Gevitha) da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). Nessa primeira etapa, foram selecionados 94 pacientes recém-internados com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) – um agravamento da síndrome gripal que, além dos sintomas típicos, pode incluir dispneia ou desconforto respiratório, piora nas condições clínicas de doença de base e hipotensão em relação à pressão arterial habitual. “Todo esse processo possibilita obter subsídios para decidir se há necessidade ou não de ampliar a campanha de vacinação para a influenza, além de permitir avaliar a efetividade da vacina na nossa realidade, ou seja, no cenário do DF”, explica a gerente da Gevitha, Renata Brandão. [Olho texto=”“Os resultados sugeriram uma redução de 40% a 50% das hospitalizações associadas à influenza em crianças de 6 meses a 5 anos e em idosos de 60 anos ou mais, dependendo do tipo/subtipo predominante durante a estação”” assinatura=”Renata Brandão, gerente da Gevitha” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O projeto, chamado Revelac I, consiste em uma rede oficial de países que expressam o interesse em gerar evidências para programas de vacinação e mensurar a eficácia da imunização contra o vírus influenza. Para esta fase, foram incluídas crianças de seis meses a cinco anos de idade e idosos de 60 anos ou mais, internados e diagnosticados com a SRAG, entre maio e junho de 2023. Cada paciente (ou seus responsáveis) precisou enviar o comprovante vacinal, com o devido sigilo e sem cobrança de qualquer valor. A previsão é de que a segunda etapa ocorra em setembro deste ano. Para Brandão, o projeto traz evidências sobre a eficácia da vacina contra a influenza sazonal em cenários do mundo real, dando a possibilidade de avaliação dos resultados por região. “O Brasil apresenta um volume de dados representativo e de suma importância para estimar essa efetividade.” Vacina que funciona Esta é a primeira vez que o DF participa da pesquisa. O projeto, contudo, é realizado anualmente desde 2012, com a utilização de dados de outros países latino-americanos e estados brasileiros. Dados de análises anteriores (2013 a 2017) comprovaram a eficácia da vacina contra a influenza na redução de internações relacionadas à gripe. “Os resultados sugeriram uma redução de 40% a 50% das hospitalizações associadas à influenza em crianças de 6 meses a 5 anos e em idosos de 60 anos ou mais, dependendo do tipo/subtipo predominante durante a estação, segundo o MS”, explica a gerente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A vacinação contra a influenza faz parte do Programa Nacional de Imunização (PNI), instaurado em 1973. De acordo com dados do MS, durante o ano no qual a dose é recebida, o imunizante contra a influenza minimiza a carga e previne o surgimento de complicações decorrentes da doença, reduzindo os sintomas nos grupos prioritários e a sobrecarga dos serviços de saúde. Mais de 700 mil pessoas imunizadas Neste ano, a SES-DF tem atuado de forma diversificada para que a cobertura vacinal, tanto contra a covid-19 quanto contra a influenza, alcance o maior número de pessoas possível. Com recorrentes campanhas e forças-tarefas em espaços de grande circulação, a pasta busca facilitar o acesso à imunização. Entre 31 de março e 10 de julho, mais de 700 mil doses de vacina da gripe foram aplicadas. No grupo prioritário de idosos, a cobertura vacinal alcançou mais de 50% da público-alvo (54,3%). *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Escolas recebem 3,6 mil doses de vacinas em fase inicial de ação

Ação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) em parceria com a pasta de Educação já aplicou 3.663 doses de vacinas na fase inicial da iniciativa que leva a imunização para estudantes e comunidade local dentro das unidades escolares. Desse total, 1.732 doses foram contra a influenza e 928 aplicadas contra a covid-19. Outras 1.003 referem-se a vacinas de rotina do calendário de vacinação. Em Santa Maria, profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 já estão integrados à campanha. Em ações no Centro de Ensino Fundamental 209 (CEF 209) e no Centro de Ensino Médio 404 (CEM 404) da região administrativa, as equipes da saúde aplicaram 159 doses de imunizantes contra covid-19 e gripe. Secretaria de Saúde aplicou mais de 1,3 milhão de vacinas este ano | Fotos: Agência Saúde/ Divulgação “Quando fazemos essas ações extramuros, mostramos que a saúde está além de um prédio de uma UBS ou hospital. Essas atividades têm resultado, estamos tendo êxito”, avalia a gerente da UBS 1 de Santa Maria, Joelma Batista. Outras ações já estão previstas nas escolas da região. A expectativa é que esse reforço, em parceria entre as secretarias, ocorra ao menos até setembro. “Já fazemos esse tipo de vacinação na atenção primária dentro do calendário. A Vacina nas Escolas é um movimento para reforçar as ações nesse período. Após o recesso escolar, vamos otimizar, com o objetivo de ir em todas as escolas”, explica a coordenadora da Atenção Primária à Saúde, Fabiana Fonseca. Para otimizar as ações, a vacinação nas escolas ocorre em dias úteis e também pode englobar servidores, pais e responsáveis, além dos alunos. Além das unidades de saúde Além das mais de 130 salas de vacinação da rede, a população pode se imunizar em escolas, estações de metrô, shoppings, feiras e órgãos públicos Para ampliar a cobertura vacinal em todo o DF, a SES-DF reforça as chamadas ações extramuros, que são prestações de serviço fora dos limites físicos das unidades de saúde. Assim, além das mais de 130 salas de vacinação da rede, a população pode se imunizar em diferentes locais, como escolas, estações de metrô, shoppings, feiras e órgãos públicos. [Olho texto=”“Precisamos retomar a conscientização de que se vacinar deve ser uma rotina, não é para casos excepcionais”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] “O nosso objetivo é estar cada vez mais perto da população. Não podemos perder nosso potencial de ter uma ampla cobertura. Precisamos retomar a conscientização de que se vacinar deve ser uma rotina, não é para casos excepcionais”, defende a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. As ações nas escolas foram articuladas em reunião da gestora com a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que reforçou a importância da imunização para diminuir faltas escolares: “Esse trabalho em parceria com a Saúde é muito importante. Uma maior cobertura vacinal dos imunizantes do calendário nacional de vacinação ajuda a elevar o número de crianças e adolescentes em salas de aula, uma vez que previne doenças e diminui o absenteísmo escolar.” ?Cobertura [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Dados da SES-DF apontam que os índices de vacinação entre adolescentes, de 12 a 17 anos, estão abaixo do esperado para a imunização contra a covid-19, principalmente para as doses de reforço. No caso das crianças, na faixa etária de 5 a 11 anos, os números mostram que pouco mais de 8% tomaram a dose de reforço e cerca de 43% não buscaram a segunda dose. No total, neste ano, as equipes da pasta já aplicaram mais de 1,3 milhão de doses, envolvendo tanto as vacinas previstas no calendário de rotina quanto as campanhas contra a covid-19 e a influenza. Vacinação contra a gripe Neste ano, a SES-DF antecipou a campanha de vacinação contra a gripe (vírus influenza) para o público infantil, de seis meses até 5 anos. O motivo foi o surto de doenças respiratórias. A vacinação evita os casos graves da doença, principalmente nas crianças menores de dois anos, grupo mais vulnerável. Para aumentar a imunização nessa faixa etária, a pasta disponibilizou também doses da vacina em creches públicas da capital. *Com informações da Secretaria de Saúde

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População e órgãos do GDF têm canal direto para solução de demandas

Para facilitar a comunicação entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o cidadão, foi criada, pelas mãos do governador Ibaneis Rocha, uma secretaria exclusiva em promover uma escuta ativa e humanizada dos moradores das diversas comunidades do DF. [Olho texto=”“O trabalho que desenvolvemos é importante para gerar proximidade, solucionar algo que a pessoa, às vezes, não sabia nem como resolver. Nosso papel é abrir caminhos. A gente dá esse direcionamento, ajudamos e acompanhamos”” assinatura=”Claryssa Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac) foi instituída em 2019 e é responsável por acolher as demandas da população e ir em busca de respostas junto aos órgãos. De janeiro a junho deste ano, foram 864 atendimentos realizados. A pasta recebe solicitações de qualquer natureza, mas as principais são com relação a saúde, educação e moradia. “A comunidade nos procura com alguma demanda, a gente cadastra no SEI (Sistema Eletrônico de Informações) e encaminhamos para a pasta indicada pedindo um retorno com as informações necessárias”, explicou a secretária de Atendimento à Comunidade, Claryssa Roriz. Após o retorno do respectivo órgão, a equipe da Seac entra em contato com o solicitante para repassar as respostas e orientações. Além disso, a secretaria recebe sugestões que possam ser relevantes para promover melhorias na comunidade onde mora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O trabalho que desenvolvemos é importante para gerar proximidade, solucionar algo que a pessoa, às vezes, não sabia nem como resolver. Nosso papel é abrir caminhos. A gente dá esse direcionamento, ajudamos e acompanhamos”, esclareceu. Para registrar uma solicitação, o cidadão tem quatro formas para contatar a secretaria: presencialmente na secretaria, localizada no Anexo Palácio do Buriti, Sala 104; via WhatsApp (61) 98199-0312); por ligação telefônica: 61 3312-9985; ou e-mail: atendimento@seac.df.gov.br.

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DF terá vacinação para humanos e pets neste sábado

Sábado (8) é dia de vacinar toda a família, incluindo os pets. Para os humanos, serão 18 locais de atendimento, com vacinas contra covid-19, gripe e outras doenças, atendendo desde bebês a partir dos seis meses até idosos, sem esquecer dos adultos, adolescentes e crianças. A lista completa dos locais, com horários de funcionamento e endereços, está disponível no site da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Neste sábado (8), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal disponibilizará 18 locais de atendimento com vacinas para humanos e 45 pontos de vacinação para cães e gatos | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF No caso dos pets, a campanha antirrábica prossegue neste sábado com 45 locais de atendimento, sendo exclusiva para cães e gatos. A orientação é levar todos os animais com mais de três meses, inclusive as fêmeas prenhas ou que estejam amamentando. Também é importante usar coleira, focinheira ou caixa de transporte. Confira o local mais perto de sua casa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No domingo (9), não haverá vacinação nem para humanos nem para animais. Porém, de segunda a sexta-feira, a SES-DF conta com locais de vacinação para atendimento. A lista completa está disponível aqui. *Com informações da SES-DF

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UBS 1 de Vicente Pires ampliará número de consultórios

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Vicente Pires terá o espaço ampliado. A reforma, iniciada em abril, cria dez novas salas e inclui a pintura do prédio. A medida ampliará o atendimento no local, que ainda receberá três equipes de saúde da família (eSF) completas. “Com os novos consultórios e profissionais, conseguimos aumentar o número de atendimentos da região”, pontua a gerente da unidade, Tatiana Fonseca Rocha Vicente. Com as melhorias, a estimativa é aumentar a capacidade em 20%, totalizando uma média de 600 atendimentos diários. Com os novos consultórios, mais 600 atendimentos poderão ser feitos diariamente na UBS 1 de Vicente Pires | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde A ampliação também contribui para desafogar o Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Antes do incremento de equipes, parte do atendimento era encaminhada para vagas disponibilizadas no ambulatório do HRT e para uma das policlínicas da região administrativa. “O mais importante hoje é ter espaço e profissionais suficientes para atender toda a população de Vicente Pires. As equipes são organizadas de forma que cada uma é responsável por um local determinado e regulamos apenas as áreas específicas”, completa a supervisora da UBS, Márcia da Rocha Marques. Os atendimentos não foram interrompidos durante a reforma, uma vez que os novos consultórios estão organizados em outro andar do prédio. Serviços [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Atualmente, a UBS 1 de Vicente Pires conta com 11 equipes de saúde da família completas, com médico, enfermeiro, dois técnicos de enfermagem e quatro agentes comunitários. São 35 salas em quatro andares, incluindo o espaço em que as equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) desenvolvem práticas integrativas com a população. Nos serviços de atenção primária há atendimentos médicos, de enfermagem, nutrição, psicologia e odontologia, procedimentos e vacinação. A unidade ainda tem parceria com instituições educacionais, promovendo atendimentos de ginecologia, psiquiatria e pediatria. Nessa iniciativa, as equipes têm suas próprias agendas e são sempre supervisionadas por um profissional da área. Assim, a população é beneficiada pela proximidade dos atendimentos. *Com informações da Secretaria de Saúde

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DF terá 20 pontos de vacinação neste sábado (24)

A população do Distrito Federal contará com 20 locais para se vacinar neste sábado (24). Haverá atendimento para bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos, com imunizantes contra gripe, covid-19 e outras doenças, conforme o calendário de vacinação.  A Estação Central de Metrô de Ceilândia é um dos locais onde as pessoas poderão se vacinar no sábado | Foto: Divulgação/Agência Saúde A estratégia de vacinação extramuros será realizada em quatro locais: a Administração Regional de Sobradinho, a Estação de Metrô Ceilândia Centro, a unidade de Vicente Pires do supermercado Tatico e a Igreja Batista Boas Novas, em Ceilândia. Dezesseis unidades básicas de saúde também abrirão no sábado para vacinação. Somente em maio e junho, mais de cem mil doses foram aplicadas no DF por meio das ações itinerantes e atendimento aos fins de semana. Desde o início do ano, já são mais de 1,3 milhão de doses aplicadas, incluindo tanto as vacinas previstas no calendário de rotina quanto as aplicadas durante as campanhas contra covid-19 e influenza. Campanha aberta [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste ano, somente contra a covid-19, somam-se cerca de 600 mil aplicações. De acordo com o Boletim Semanal de Vacinação de Covid-19 da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), deste total, cerca de 455 mil doses são da bivalente contra a covid-19. Contra a influenza, o Informativo Epidemiológico 8 da SES aponta que foram aplicadas 572.302 doses na capital. Atualmente, a campanha de imunização, tanto contra a covid-19 quanto contra a gripe (influenza), está aberta para todas as pessoas com pelo menos seis meses de idade. A lista dos locais de imunização é atualizada diariamente, inclusive com os locais e horários de atendimento nos fins de semana. Confira os endereços dos pontos de vacinação. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Feiras do Guará e Central de Ceilândia terão vacinação neste sábado

Locais de grande circulação de pessoas, a Feira do Guará, o Taguatinga Shopping e a Feira Central de Ceilândia terão pontos de vacinação neste sábado (17). Haverá atendimento para bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. As equipes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) estarão também em outros 16 locais. A lista completa está disponível no site da secretaria, na seção pontos de vacinação. Para se imunizar, basta levar o documento de identidade e o cartão de vacinação. A imunização contra a gripe é para todas as pessoas com pelo menos seis meses de vida. A partir dessa idade, também já é possível se proteger contra a covid-19. Quem tem mais de 18 anos e já tomou pelo menos duas doses de vacinas contra o coronavírus poderá receber a bivalente, respeitado o intervalo de quatro meses entre as aplicações. Em 23 locais também haverá a oferta dos imunizantes do calendário regular de vacinação, conforme a faixa etária, com doses contra febre amarela, tétano, hepatite, entre outras. “A nossa feira é um grande ponto de encontro não só dos moradores da cidade, mas de todo o Distrito Federal”, avalia o presidente da Feira do Guará, Cristiano Jales. “Será ainda uma ótima oportunidade de ampliar ainda mais o movimento, o que é excelente para os comerciantes.” O administrador do Guará, Artur Nogueira, reforça: “É determinação do governador Ibaneis Rocha esse esforço de todo o governo para cuidar das pessoas.” A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, lembra que o foco da ação é aumentar a cobertura vacinal: “Estamos presentes em vários espaços do DF com nossas ações externas. Também temos feito uma busca ativa de toda a população. Não podemos permitir que nenhuma doença imunoprevenível volte a ocupar o nosso território”. Cobertura vacinal contra a covid-19 A SES já aplicou mais de 7,6 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 no DF | Fotos: Tony Winston/ Agência Saúde Desde o início da campanha no DF, em janeiro de 2021, a SES já aplicou mais de 7,6 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo mais de 435 mil da versão bivalente. Cerca de 81,6% da população acima dos seis meses de idade recebeu pelo menos a primeira dose e 78,3% completaram o esquema básico de duas doses. A distribuição por faixas etárias, porém, é desigual: acima dos 12 anos de idade, pelo menos 80% receberam duas doses de vacinas contra a covid-19. Porém, o índice cai para 54,5% em crianças entre 5 e 11 anos; 14,7% para 3 e 4 anos; e 7% para os bebês de seis meses a 2 anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No caso da dose de reforço, disponível para todos acima de 11 anos de idade, praticamente metade da população (49,2%) não procurou a vacinação até o momento. Mais uma vez, há diferença de coberturas nas faixas etárias: acima dos 80 anos, a dose de reforço foi aplicada em mais de 84% da população. Entre as crianças de 5 a 11 anos, a cobertura da dose de reforço está em 8,2%. No caso da vacina bivalente, a procura até o momento é de 49,1% para as pessoas com 80 anos ou mais e vai se reduzindo conforme as faixas etárias, chegando a 7% da população de 18 e 19 anos. O boletim semanal com os dados de vacinação pode ser acessado no site da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Força-tarefa A SES se prepara para, em parceria com a Secretaria de Educação, vacinar em escolas do DF Neste ano, a SES-DF tem reforçado as campanhas para ampliar a cobertura vacinal em Brasília. Além das 100 salas de imunização disponíveis, por meio de ações externas recentes e parcerias com órgãos públicos, apenas em 2023 foram mais de 1,3 milhão de doses aplicadas. A soma envolve tanto as vacinas previstas no calendário de rotina quanto os imunizantes contra a covid-19 e a gripe (influenza). O próximo passo será a atuação junto à Secretaria de Educação do DF para levar a vacinação a 698 escolas. Vacinação contra gripe De 31 de março a 2 de junho foram aplicadas 572.302 doses da vacina contra gripe no DF, sendo 96,4% na rede pública. Os dados estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde, na seção Influenza (gripe). *Com informações da SES

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De janeiro a abril, Maternidade do HRSM fez 1.222 testes do pezinho

O Dia Nacional do Teste do Pezinho, celebrado nesta terça-feira (6), visa conscientizar a população sobre a importância e a obrigatoriedade do exame para todos os recém-nascidos. Ao longo de 2022, a Maternidade do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) registrou 3.225 exames e, de janeiro a abril deste ano, foram 1.222. Segundo Marília de Moraes Cunha, enfermeira da Maternidade da unidade hospitalar, com o teste do pezinho é possível diagnosticar precocemente doenças graves do metabolismo. “Como hipotireoidismo congênito, a fenilcetonúria e as hemoglobinopatias. Doenças essas que não apresentam sintomas no nascimento e, se não forem diagnosticadas e tratadas cedo, podem causar sérios danos à saúde, inclusive retardo mental grave e irreversível”, explica. Dia Nacional do Teste do Pezinho: conscientizar a família é fundamental | Fotos: Alexandra Lucas/IgesDF A realização do teste do pezinho é fundamental para todos os recém-nascidos, porque permite identificar bebês com alta probabilidade de apresentar doenças metabólicas, genéticas ou infecciosas que podem causar sérios danos à saúde e sequelas por toda a vida. “É um exame obrigatório para todos os recém-nascidos no território nacional”, ressalta a gerente da Maternidade do HRSM, Ivonete Rodrigues. O Bloco Materno Infantil do HRSM é composto por uma equipe capacitada e qualificada na realização do exame em todos os setores em que o bebê se encontra internado nos primeiros dias de vida. A conscientização da família quanto a realização do exame é imprescindível na detecção precoce de doenças, evitando, assim, sequelas graves e até irreversíveis. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em relação ao teste, a coleta de sangue para o exame ocorre, geralmente, em até 48 horas de vida do recém-nascido, podendo ser feito até o quinto dia de vida. No HRSM, o teste é realizado próximo das 48h de vida do recém-nascido. “E nos bebês prematuros ou com peso menor que 2.500 gramas, são feitas três coletas do exame, com 48h, com 7 dias e 28 dias de vida”, detalha Marília. Para a recepcionista Alexia Leyene Ribeiro de Lucena, 21 anos, se atentar à saúde da filha e estar com as vacinas e os exames em dia é primordial. “Acho importante ter as vacinas atualizadas; previne várias doenças e ajuda a criar anticorpos, evitando possíveis doenças”, destaca. Técnica de enfermagem do HRSM, Taluana Oliveira Savi diz: “80% da demanda é do Entorno” O medo ou receio acaba tomando conta de muitos pais que vão levar os filhos para fazer o teste do pezinho. Um dos papéis dos enfermeiros e técnicos em enfermagem do HRSM é explicar a importância do exame com o objetivo de sanar todas as dúvidas e até aliviar as angústias dos familiares. “80% da demanda é do Entorno. Se o bebê estiver no hospital até o 7º dia de vida, coletamos a amostra, caso contrário, se tiver recebido alta, são direcionados a qualquer posto do DF”, explica Taluana Oliveira Savi, técnica de enfermagem do HRSM. *Com informações do IgesDF

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Mobilização no Buriti aplica 640 doses de vacina contra covid e influenza

A busca ativa por não vacinados contra a covid-19 e a influenza (gripe) chegou ao Palácio do Buriti nesta terça-feira (6) e se estende até amanhã (7). O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibilizou este ponto extra de imunização, no edifício Anexo, aplicando 640  doses apenas neste primeiro dia, sendo 283 de covid e 357 de influenza. Servidores e público em geral interessados podem comparecer portando cartão de vacina ou apenas documento de identidade. Em ponto de imunização no Anexo do Buriti, servidores e público em geral podem se vacinar contra a covid-19 e a influenza até esta quarta (7) | Foto: Gabrielli Oliveira/Seplad A ação acontece antes do feriadão como comemoração adiantada do Dia Nacional de Imunização, celebrado em 9 de junho. Os servidores que trabalham na região e a população que passar pelo local terão mais uma oportunidade nesta quarta (7), das 9h às 16h, para se vacinar contra as duas doenças. Assessora especial da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovações (Secti), Patrícia Moutinho foi até a tenda de imunização com colegas de equipe e se vacinou contra as duas doenças. “Aproveitamos o horário próximo ao almoço para descermos e tomarmos as vacinas, porque ficou pertinho. Nem sempre a gente tem tempo de ir ao posto de saúde nos horários de atendimento, então a iniciativa foi muito boa”. E incentivou: “Vamos gostar se puderem trazer mais vezes, tanto para outras vacinas quanto para doação de sangue, por exemplo”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O cuidado com a imunização para evitar o aparecimento de doenças foi o que levou o agente de gestão fazendária da Secretaria de Fazenda José Roberto Brandão a se vacinar no Anexo do Buriti. “É muito importante a prevenção, temos que nos antecipar à possibilidade de adoecermos. Eu pratico corrida e busco ter uma alimentação saudável, e a vacinação faz parte de cuidar da saúde como um todo, para nos mantermos ativos na rotina”, explica. A iniciativa é fruto da parceria entre a Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (Subsaúde) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (Seplad), a Secretaria de Saúde (SES) e o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF). *Com informações da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração

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Aberta vacinação para público e servidores no Buriti

Arte: Divulgação/Seplad O Governo do Distrito Federal (GDF) vai disponibilizar mais um ponto extra de imunização contra a influenza (gripe) e a covid-19. Nesta terça (6) e na quarta (7), de 9h às 16h, na Praça do Anexo do Buriti, haverá vacinação contra as duas doenças. A iniciativa é fruto da parceria entre Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SubSaúde) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (Seplad), Secretaria de Saúde (SES) e Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF). A iniciativa antecipa a comemoração do Dia Nacional de Imunização, instituído no dia 9 de junho. “Contamos com a participação maciça de todos os servidores. A vacina veio até vocês! Vamos aproveitar e colocar a vacina no braço”, encoraja o secretário de Planejamento, Ney Ferraz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, explica que o GDF está em busca da população não vacinada. “A procura nos postos de saúde caiu um pouco, e por isso estamos investindo na aplicação de vacinas extramuros”, explica. Ela elogia a parceria das pastas no fortalecimento da saúde dos servidores. “É uma iniciativa excelente para que o DF avance no número de vacinados.” Para a diretora-presidente do Inas, Ana Paula Cardoso, a vacinação neste momento é ainda mais importante, principalmente em função do trânsito de pessoas por conta do feriado de Corpus Christi. “Manter o cartão de vacinação em dia é uma prática que precisa voltar a ser rotina, principalmente nesta época do ano em que a circulação das cepas aumenta com a circulação de pessoas entre os estados”, alerta a gestora. *Com informações da Seplad

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Carro da Vacina já aplicou mais de 13 mil doses contra covid

Atualizar a caderneta vacinal e se proteger contra os vírus da influenza e da covid-19 está cada vez mais fácil. Com o objetivo de facilitar o acesso à saúde, o Governo do Distrito Federal (GDF) instituiu o Carro da Vacina. O projeto foi criado em janeiro de 2022, e até o último sábado (27/5) já aplicou 26.767 doses, sendo 13.016 de vacina contra a covid-19. Somente neste ano, foram 832 imunizantes aplicados, entre esses, 581 contra o coronavírus. Equipes da Secretaria de Saúde vão facilitar o acesso à vacinação para a população de Ceilândia, neste sábado (3) | Foto: Arquivo Agência Brasília O Carro da Vacina percorre as regiões do DF todo sábado, das 9h às 17h. Neste sábado (3), os moradores de Ceilândia poderão se vacinar na porta de casa. Nesta edição, as equipes da Secretaria de Saúde (SES) estarão em três pontos: no estacionamento da Drogaria Messias, no Setor O; e em frente aos atacadistas Dia a Dia da BR-070 e de Ceilândia Centro. “A população nos ajuda muito sugerindo quais locais poderiam receber o Carro da Vacina. Os próprios técnicos também podem auxiliar na escolha das regiões administrativas”, afirmou a diretora de Atenção Primária da Região de Saúde Oeste, Sandra França. O cronograma dos finais de semana é divulgado no site da SES.

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Novo fitoterápico produzido pela Farmácia Viva trata dor de garganta

Com eficácia atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a tintura de alecrim-pimenta (Lippia sidoides) é o mais novo fitoterápico produzido pelo Núcleo de Farmácia Viva da Secretaria de Saúde (SES). Destinado ao combate de dores de garganta no âmbito da Atenção Primária à Saúde e com ação antisséptica, o medicamento já está disponível em 17 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A produção da tintura foi iniciada em outubro passado e até maio de 2023 somava 2.049 frascos, de 30 ml cada. Todas as etapas – cultivo, preparo, embalagem e distribuição – são feitas pelo Núcleo de Farmácia Viva. Por mês, a capacidade de produção é de 300 a 400 unidades. Farmacêutico e chefe da unidade de Riacho Fundo II da Farmácia Viva, Nilton Netto desenvolveu a técnica por aqui. Ele explica os desafios de ambientação da planta medicinal, nativa da caatinga do semiárido nordestino. “Ela não se adapta a qualquer região. Somos um dos poucos projetos no Brasil que têm essa planta dentro do escopo de espécies”, afirma. O processo foi iniciado no Cerrado há 30 anos e leva, em média, três anos até a planta estar pronta para a colheita. Chefe da Farmácia Viva de Riacho Fundo II, Nilton Netto desenvolveu a técnica para produção da tintura de alecrim-pimenta no DF| Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde Produção Retirado por meio das folhas do alecrim-pimenta, o principal componente ativo do fitoterápico é o timol, de alto poder contra fungos e bactérias. Depois da triagem para selecionar as melhores folhas e da higienização, o material vai para uma estufa, aparelho com circulação de ar a 45ºC, para desidratação. “Em seguida, é pulverizado em um equipamento que transforma a folha em pó. No laboratório, passa, ainda, por uma máquina chamada percolador com etanol, substância que extrai os princípios ativos. Por fim, gera a tintura final com odor exatamente igual ao da planta, porque os componentes químicos são preservados”, detalha o farmacêutico. De uso tópico, o medicamento deve ser utilizado diluído em água para gargarejo e bochecho e é recomendado apenas para uso adulto, acima de 18 anos. “O fitoterápico é uma opção terapêutica. Cabe ao profissional optar para que o paciente conheça e saiba que é possível receber o produto no Sistema Único de Saúde (SUS)”, acrescenta. Entre os benefícios, na comparação com remédios sintéticos, há o custo e a tecnologia mais simples de desenvolvimento. O fitoterápico já está disponível em 17 UBSs do DF. A medicação é recomendada para uso adulto e diluída em água para gargarejo e bochecho A Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi criada pelo Decreto 5.813/2006. De acordo com diretrizes do Ministério da Saúde, são considerados medicamentos fitoterápicos os obtidos com emprego exclusivo de matérias-primas ativas vegetais cuja segurança e eficácia sejam baseadas em evidências clínicas e que sejam caracterizados pela constância de sua qualidade. Controle de qualidade A tintura de alecrim-pimenta produzida pela Farmácia Viva é submetida a controle de qualidade em colaboração com o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). No local, o fitoterápico passa pela avaliação técnica da equipe para emissão de laudos de certificação. “Em 2021, a Anvisa publicou um documento com várias formulações fitoterápicas preconizadas para uso em farmácias vivas ou privadas, entre elas a tintura de alecrim-pimenta. Esse uso oficial é preconizado por essa indicação da Anvisa”, destaca Nilton Netto. Hortos medicinais A SES possui quatro hortos medicinais em toda a rede com o objetivo de cultivar plantas medicinais que serão utilizadas em tratamentos de saúde, visando agregar fitoterápicos para complementar o tratamento de usuários da Rede Pública. Eles funcionam na Unidade Básica de Saúde 1 do Lago Norte, na Casa de Parto, em São Sebastião, na Farmácia Viva do Riacho Fundo I e na Farmácia Viva do Centro de Referência em Práticas Integrativas (Cerpis), em Planaltina. Atualmente, 14 fitoterápicos são ofertados na rede do DF. O alecrim-pimenta inclusive é preparado, há 21 anos, também como gel fitoterápico para uso tópico como antisséptico. Há ainda, entre outros, xarope, tintura e chá medicinal de guaco (Mikania laevigata); tintura de boldo nacional (Plectranthus barbatus); tintura de funcho (Foeniculum vulgare); gel de erva baleeira (Cordia verbenacea); gel de confrei (Symphytum officinale); e gel de babosa (Aloe vera). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os fitoterápicos podem ser retirados gratuitamente mediante apresentação de prescrição, em duas vias, e documento pessoal nas farmácias das UBSs. A distribuição da tintura de alecrim-pimenta ocorre de forma escalonada às regiões de Saúde para que as equipes locais sejam capacitadas. Recentemente, UBSs de Taguatinga, Recanto das Emas e Samambaia receberam o medicamento. Unidades na Candangolândia, no Guará, no Lúcio Costa, no Riacho Fundo, Riacho Fundo II e no Núcleo Bandeirante também já possuem o medicamento. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Dia D quer mobilizar população para evitar emergências hospitalares

A vacinação ampla de pessoas de todas as faixas etárias é a estratégia mais eficaz para evitar ondas de doenças respiratórias capazes de levar crianças às emergências hospitalares, afastar adultos do trabalho e até causar óbitos entre idosos e pessoas de saúde mais frágil. É o que apontam os especialistas responsáveis pelas áreas de infectologia e pediatria da Secretaria de Saúde (SES). Todos são unânimes: a população precisa aderir ao Dia D de vacinação, marcado para este sábado (27), com mais de 70 locais de atendimento em todo o Distrito Federal. Haverá oferta de imunizantes contra covid-19, gripe e outras doenças. [Olho texto=”“A vacina é um ato de amor e de cuidado. Vacine o seu filho”” assinatura=”Julliana Tenorio, referência técnica distrital em pediatria” esquerda_direita_centro=”esquerda”] De acordo com o infectologista David Urbaez, referência técnica distrital na área, é preciso reforçar a importância da imunização em adolescentes e adultos, públicos que muitas vezes deixam de lado o hábito de se proteger contra as doenças. “Quando a vacinação foi incorporada à nossa cultura, o foco eram as crianças. Então, é comum relacionar a vacina com a população pediátrica. Mas, ao longo dos anos, o conceito evoluiu e passou a incluir todos os grupos de idade”, explica o médico. Segundo ele, priorizar as crianças e os idosos, de fato, evita os casos mais graves e eventuais óbitos. Porém, sem a adesão de todas as faixas etárias, não é criada uma efetiva barreira contra os vírus. A apresentação das carteiras de vacinação é importante para que os profissionais de saúde avaliem e indiquem a necessidade, conforme a faixa etária | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF População precisa aderir Os números da vacinação no DF mostram a importância de ampliar a adesão. No caso da covid-19, cerca de 84% das pessoas acima dos 80 anos tomaram pelo menos uma dose de reforço. Abaixo de 39 anos, o índice cai para 51,6%. Especificamente entre os adolescentes de 12 a 17 anos, somente 32,1% voltaram para reforçar a proteção. Hoje, todas as pessoas com mais de 12 anos podem receber pelo menos uma dose de reforço. Já a Pfizer Bivalente é indicada para quem tem 18 anos ou mais. Entre as crianças, os índices de vacinação também estão abaixo do esperado. Aproximadamente 29% da população do Distrito Federal com idades entre 5 a 11 anos não receberam sequer a primeira dose da vacina contra a covid-19. No caso da gripe, a campanha de 2023 atende crianças de seis meses a cinco anos, desde 31 de março, e até o momento cerca de 27,4% receberam a proteção. O público-alvo já foi ampliado para todas as pessoas com mais de seis meses, incluindo crianças das demais faixas etárias. Os pontos de atendimento no Dia D de vacinação contarão com esse imunizante. De acordo com especialistas, priorizar as crianças e os idosos evita os casos mais graves e eventuais óbitos. Porém, sem a adesão de todas as faixas etárias, não é criada uma efetiva barreira contra os vírus | Foto: Humberto Leite/Agência Saúde-DF Referência técnica distrital em pediatria, Julliana Tenorio é enfática sobre a relevância de levar as crianças a um dos locais de imunização. “A vacina é um ato de amor e de cuidado. Vacine o seu filho”, afirma. A médica acrescenta que a proteção é a melhor forma de evitar casos graves e óbitos, além de ser importante para a proteção coletiva. Ela lembra que nos primeiros meses de 2023, o DF enfrentou aumento no número de casos de doenças respiratórias entre crianças e que iniciativas como o Dia D de vacinação existem para evitar ondas semelhantes no futuro. A vacina contra a gripe aplicada neste ano é do tipo trivalente, pois protege contra três vírus diferentes: A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09, A/Darwin/9/2021 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria, tendo sido desenvolvida a partir das cepas em circulação no Brasil). Após a imunização, em duas a três semanas passam a ser detectados anticorpos contra a doença. A duração varia de seis a 12 meses, dependendo do indivíduo, fato que justifica a vacinação ocorrer anualmente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Multivacinação Lotada no Hospital Regional de Sobradinho, a infectologista Clarisse Lisboa conhece bem a diferença que o Dia D de vacinação pode fazer. “O inverno está chegando, as pessoas ficam mais aglomeradas, a gente precisa se proteger”, lembra a servidora da SES. Ela destaca que é possível receber a vacina contra a gripe e a covid-19 no mesmo dia, sem que isso represente risco ou leve a efeitos adversos graves. “Pode acontecer de ter dor no braço. Algumas pessoas mais sensíveis podem ter fadiga e mal-estar”, acrescenta. Além desses imunizantes, em vários locais de vacinação neste sábado (27), também estarão disponíveis outras doses necessárias para proteger contra diversas doenças, como febre amarela, tétano e hepatite etc. Profissionais de saúde estarão prontos para avaliar as carteiras de vacinação e indicar a necessidade, conforme a faixa etária. Também é preciso levar um documento de identificação. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Ônibus do Hemocentro chega ao Riacho Fundo II

Nesta quinta-feira (25), o ônibus do Hemocentro estacionou no Riacho Fundo II. Assim, os moradores da região contam com a unidade móvel para doar sangue mais perto de casa, sem precisar se deslocar até o Plano Piloto. O ônibus está na administração regional e vai prestar atendimentos até as 16h. Os estoques de A-, O- e O+ estão críticos no DF. A previsão é que, nos próximos dias, o ônibus do Hemocentro esteja em Ceilândia e Águas Claras | Fotos: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília “A gente tem preferência por cidades mais distantes para que a doação seja viável para todos. Queremos estar mais perto do doador e também incentivar pessoas que nunca doaram a se cadastrarem e se tornarem doadores”, explicou o diretor-presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto. Diretor-presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto destaca que a preferência é levar o ônibus a cidades mais distantes para que a doação seja viável para todos: “Queremos estar mais perto do doador e também incentivar pessoas que nunca doaram a se cadastrarem e se tornarem doadores” Cleando Teixeira Rodrigues, 34 anos, mora no Riacho Fundo II e aproveitou a oportunidade para doar sangue. “Essa já é a sétima doação que faço. Eu moro aqui do lado e achei muito prático poder doar sem precisar me deslocar muito”, defendeu. “O atendimento foi muito bom e rápido. Os enfermeiros foram atenciosos e não houve nenhuma dificuldade”, concluiu. Morador do Riacho Fundo II, Cleando Teixeira Rodrigues, 34 anos, aproveitou a oportunidade para doar sangue: “Essa já é a sétima doação que faço. Eu moro aqui do lado e achei muito prático poder doar sem precisar me deslocar muito” De acordo com a administradora regional do Riacho Fundo II, Ana Maria da Silva, a iniciativa faz parte das ações de aniversário da cidade. “Nós estamos no mês do aniversário do Riacho Fundo II e pedimos essa oportunidade para atender a população que tem dificuldade para se deslocar até o Hemocentro. Fomos prontamente atendidos”, detalhou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste ano, a unidade móvel já esteve no Parque da Cidade, Palácio do Buriti, Taguatinga, Gama, Guará, Planaltina e Ceilândia. Mais de 1.200 pacientes foram beneficiados com a solidariedade dos doadores que estiveram no ônibus do Hemocentro. Criada em fevereiro deste ano, a unidade tem como objetivo estimular novos doadores em regiões mais remotas do Plano Piloto. A previsão é que, nos próximos dias, o ônibus do Hemocentro esteja em Ceilândia e Águas Claras. As datas serão confirmadas nos canais oficiais da fundação. As administrações regionais interessadas em disponibilizar o serviço devem fazer a solicitação via ofício no Sistema Eletrônico de Informações e tramitar o processo para o Hemocentro.

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Reino Unido quer expandir parceria sustentável com o Brasil

Ampliar as relações comerciais sustentáveis com o Brasil é um dos objetivos do Reino Unido. A colocação foi feita pelo ministro de Estado das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento do Reino Unido, James Cleverly, durante a abertura do XIV Fórum de Governadores, em Brasília. Governadores se reúnem no Centro de Convenções Brasil 21 para discutir temas como reforma tributária e pagamento do piso dos profissionais de enfermagem | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Em sua fala, o ministro destacou a parceria com o Brasil nas áreas de ciência e inovação e saúde e também o desejo de expandir os investimentos, desde que feitos de forma sustentável. A visita aos governadores foi acompanhada pela embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq. “Nossos países compartilham um histórico de amizade de mais de 200 anos, mas é importante pensarmos não somente no passado, mas também no futuro. Durante a pandemia, o Brasil e o Reino Unido trabalharam juntos para desenvolver a vacina AstraZeneca, responsável por salvar milhões de vidas. O Brasil é o segundo maior parceiro do Reino Unido na área de ciência e inovação, na ordem de 75 milhões de libras esterlinas, e temos interesse em desenvolver a parceria com o Brasil de forma sustentável”, disse. Governador Ibaneis Rocha (E), coordenador do Fórum de Governadores, em reunião de chefes do Executivo que conta com a participação de parlamentares e integrantes de entidades representativas, do governo federal e do Reino Unido | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cleverly também elogiou a diversidade do povo brasileiro e de seus representantes: “Quando as pessoas em nosso país pensam na diversidade do Brasil, elas pensam na diversidade natural, mas é importante pensar na diversidade das economias e dos estados, o que se manifesta ao longo dessa mesa”. Em nome do fórum, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ficou responsável por agradecer a presença do ministro britânico e reforçar a democracia brasileira perante o governo do Reino Unido. “É uma honra para nós, governadores, recebê-lo no nosso encontro. Como o senhor pode ver, somos muito diversos na representatividade dos nossos estados e estamos com o compromisso de termos um debate democrático. Gostaria de destacar que a nossa democracia é madura e está viva mesmo diante dos momentos tensos”, classificou. Leite também destacou a intenção dos governadores em negociarem com o ministro em busca de investimento do Reino Unido nos estados. Relações das autoridades ?Representantes das unidades da Federação 1) Governador do Acre, Gladson Cameli 2) Governador de Alagoas, Paulo Dantas 3) Governador do Amapá, Clécio Luis 4) Governador do Amazonas, Wilson Lima 5) Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues 6) Governador do Ceará, Elmano de Freitas 7) Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha 8) Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande 9) Governador de Goiás, Ronaldo Caiado 10) Governador do Maranhão, Carlos Brandão 11) Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes 12) Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel 13) Vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões 14) Governador do Pará, Helder Barbalho 15) Governador da Paraíba, João Azevêdo 16) Governador do Paraná, Ratinho Junior 17) Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra 18) Governador do Piauí, Rafael Fonteles 19) Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro 20) Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra 21) Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite 22) Vice-governador de Rondônia, Sérgio Gonçalves 23) Governador de Roraima, Antonio Denarium 24) Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello 25) Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas 26) Governador de Sergipe, Fábio Mitidieri 27) Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa ? Autoridades internacionais 1) Ministro de Estado das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento do Reino Unido, James Cleverly 2) Embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq ? Parlamentares 1) Presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco 2) Senador Oriovisto Guimarães 3) Deputado federal Aguinaldo Ribeiro 4) Deputado federal Reginaldo Lopes 5) Deputado federal Adail Filho 6) Deputado federal Vitor Lippi 7) Deputado federal Jonas Donizette 8) Deputado federal Mauro Benevides Filho 9) Deputado federal Sidney Leite ? Governo federal 1) Secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy ? Entidades representativas 1) Presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do DF (Comsefaz), Carlos Eduardo Xavier 2) Diretor institucional do Comsefaz, André Horta 3) Presidente do Colégio Nacional de Procuradores-gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg), Eduardo Cunha da Costa 4) Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Fábio Baccherett 5) Secretário-executivo do Consórcio Brasil Central (BrC), José Eduardo Pereira Filho.

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