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Ambev doará álcool em gel para hospitais públicos

O Distrito Federal receberá um importante reforço no combate e na vigilância à pandemia de Covid-19 provocada pelo novo coronavírus. Uma empresa fabricante de cerveja fará doação de álcool em gel para hospitais públicos. A iniciativa da Ambev – que domina o mercado de cervejas no país com as marcas Bohemia, Brahma, Skol e Antarctica – rendeu elogio do governador do DF, Ibaneis Rocha, que gravou uma mensagem de agradecimento como retribuição pela ajuda (veja também no vídeo abaixo). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Só nos cabe agradecer à Ambev e ao seu diretor-presidente, Jean Jereissati. Estou, em nome de toda a população do Distrito Federal e da rede hospitalar, agradecendo a colaboração desse grupo empresarial tão importante pela sensibilidade em relação a essa situação pela qual passa Brasília. A medida será recompensada com o carinho da população. Gesto de grandeza”, enalteceu. Veja mais no vídeo: A empresa especializada na fabricação de bebidas agora usará suas linhas de produção em Piraí (RJ) para fabricar etanol e garrafas com o objetivo de distribuir 500 mil unidades de álcool gel. Além do Distrito Federal, também serão contempladas unidades hospitalares de São Paulo e Rio de Janeiro. Estes estados foram escolhidos pela empresa porque concentram a maioria dos casos da doença. A Ambev também fará a logística de entrega do álcool nos hospitais. A produção se dividirá em 5 mil unidades para cada hospital público dessas regiões. A Ambev explica ter tomado a decisão de cooperar devido ao aumento da demanda de álcool em gel nos últimos dias, em virtude dos multiplicação dos casos de infecção. Em algumas farmácias do DF, por exemplo, já não se encontra o produto. Em nota divulgada, a empresa esclarece que a embalagem do líquido em garrafas se deve ao fato de que “o vasilhame não está em falta”. Ainda segundo a nota, “o álcool virá do mosto utilizado para produção de cervejas e do álcool retirado da Brahma 0,0”. O mosto é uma mistura açucarada usada na fermentação alcoólica. Executivo da Ambev, Jean Jereissati disse que pensou em uma forma de ajudar o brasileiro a passar por essa situação de pandemia e voltar a ser quem era: de povo socializado e hospitaleiro. A resposta veio a toque de caixa. O diretor-presidente conta ter percebido que daria para aproveitar o álcool produzido em suas fábricas para produzir o álcool em gel, uma das principais proteções individuais contra o coronavírus. “A gente está feliz de trazer essa solução e dar nossa contribuição ao país, ajudando a resolver essa demanda”, destaca Jean. Otimista, o empresário já aponta para um futuro de normalidade. Mas faz uma ressalva: “O mais fundamental do nosso negócio é a capacidade de você socializar, reunir os amigos, tomar cerveja. Mas o certo agora é se proteger.”

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Codeplan adota medidas contra contágio do coronavírus

A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) reforçou as medidas para evitar o contágio do coronavírus. As recomendações visam proteger os empregados da empresa, especialmente os que fazem parte dos grupos de risco. A Codeplan suspendeu o controle de acesso às catracas por biometria e senha, reduzindo possíveis áreas de contágio. A entrada na sede da empresa será feito mediante apresentação de documento pessoal, carteira funcional ou crachá. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Nós vamos eliminar todas as possibilidades de contágio e adotar o que for necessário para prevenir a proliferação do coronavírus, de acordo com o vem sendo adotado pelo governo”, afirmou o presidente da Codeplan, Jean Lima. A companhia também instituiu o trabalho remoto para empregados com mais de 60 anos, gestantes e pacientes crônicos. Os que retornem de viagem internacional ficam afastados administrativamente por 14 dias. A Codeplan intensificou ainda serviços de higienização e limpeza de banheiros, elevadores, corrimãos e maçanetas, bem como providenciou a aquisição e a instalação de dispensadores de álcool gel nas áreas de circulação e no acesso a salas de reuniões e gabinetes.   * Com informações da Codeplan

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A forma mais barata e eficaz de se prevenir do coronavírus

Um cuidado que dura poucos segundos, mas que faz a diferença na prevenção ao novo coronavírus. Lavar as mãos todo mundo, teoricamente, sabe, mas há detalhes na higienização que precisam ser revistos, observados e colocados em prática. A pandemia do Covid-19 decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) tem deixado a população mundial sob alerta.  Como ponto de partida das medidas de combate à doença adotadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o secretário-adjunto de Assistência à Saúde da Secretaria de Saúde, Ricardo Tavares, explica em vídeo o procedimento correto – mais barato e tão eficaz quanto o álcool gel – de lavar as mãos. Fique atento!

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Com teatro infantil, PMDF planta semente contra a dengue

Cerca de 1,5 mil meninos e meninas já assistiram à peça sobre o combate ao mosquito | Foto: Renato Araújo / Agência Brasília O super-herói lobo-guará derrota a dupla de vilões Aedes aegypti e forma uma Liga da Justiça de pequenos guardiões do meio ambiente e protetores da cidade. O enredo tem escolas do Distrito Federal como palco, quando entra em cena o grupo de teatro da Polícia Militar (PMDF) com informação e orientação, de forma lúdica, às salas de aula. Apenas nestes dois primeiros meses de 2020, cerca de 1,5 mil meninos e meninas já assistiram à peça específica sobre o combate ao mosquito transmissor de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Dengosinho e Dengosão, a dupla vilã da peça teatral, usam humor e criatividade para apresentar os riscos de descartar lixo incorretamente, permitir acúmulo de água e relaxar com a prevenção. Lata de refrigerante, garrafa de plástico, pneu, balde: tudo é apontado como possível foco a ser eliminado e combatido. É o lobo-guará, uma das mascotes da educação ambiental, quem enfrenta o problema, com ajuda das crianças. “Se a gente lutar, esses mosquitos vão acabar”, avisa. [Olho texto=”“A criança é porta de entrada das famílias. O que elas absorvem, contam em casa, cobram dos pais, insistem nos cuidados”” assinatura=”Patrícia Florencio, diretora da EC Lobeiral” esquerda_direita_centro=”direita”] O teatro faz parte do Programa Educacional Lobo Guará, vinculado ao Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), e está prestes a completar 500 mil atendimentos. Sob a fantasia, o subtenente João Batista explica que a ação faz parte de uma polícia preventiva. “Considerando o cenário atual, resolvemos desenvolver uma peça com a temática sobre dengue e começamos a apresentar no começo do ano”, diz. De acordo com ele, o tema ficou adormecido nos últimos quatro anos. O cenário atual a que ele se refere é dimensionado pela Secretaria de Saúde. O último boletim epidemiológico mostra que o número de diagnósticos prováveis de dengue aumentou 84,1% em 2020, quando comparado ao mesmo período de 2019. Neste ano foram 1.419 registros e uma morte em virtude da doença. O DF ainda teve um caso confirmado de febre chikungunya, 12 prováveis da doença aguda causada pelo vírus zika e quatro notificações de febre amarela. Lobeiral Nesta semana a Escola Classe Lobeiral, na zona rural de Sobradinho, foi palco da apresentação. Ali estudam quase 230 crianças da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, um público de alunos com até dez anos. A diretora Patrícia Florencio conta que o tema de combate ao mosquito já é tratado em sala de aula, e celebra a articulação com a PMDF para reforçar as lições. Ação! Lobo-guará contra Dengosinho e Dengosão faz a alegria da criançada | Foto: Renato Araújo / Agência Brasília “A peça traz mobilização aos alunos em um tema atual e preocupante”, resume. Dados da indicam que a região Norte do DF – composta por Fercal, Planaltina, Sobradinho e Sobradinho II – tem o maior número de casos prováveis em 2020: 338. “A criança é porta de entrada das famílias. O que elas absorvem, contam em casa, cobram dos pais, insistem nos cuidados”, acrescenta a diretora. Com a peça interativa, perguntas são feitas às crianças de forma a provocar o entendimento pleno da mensagem. “O lobo-guará conseguiu acabar com os mosquitos que queriam atacar a gente. Tem que derramar a água para não deixar eles crescerem”, conta João Ítalo, de sete anos, depois de muito correr dos “ataques”. “Aprendi muita coisa”, garante Larissa da Silva, de sete anos. “É importante cuidar das ruas e combater a dengue para não ficar doente”, destaca. Como funciona Para uma escola receber a apresentação, é preciso fazer um pedido formal para que um agendamento seja realizado. São, em média, cinco peças de aproximadamente uma hora por dia. Os atores são policiais militares que, em sua maioria, passaram por cursos de teatro e linguagem cênica. Há quatro meses no grupo, o sargento Márcio Andrade conta que não tinha qualquer experiência nas apresentações, mas sempre foi desenvolto. “Aqui encontrei todo o aparato, apoio e paciência dos colegas”, diz o policial, caracterizado como Dengosão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Na Escola Classe Lobeiral, a equipe ainda contava com o Dengosinho, encenado pelo sargento Maendli Tenis da Hora Júnior. A parte técnica é responsabilidade do sargento Marlos Veras. Enfrentamento diário O BPMA tem ação específica de combate à dengue no DF. A Operação Degallier consiste em identificar, verificar e combater focos do Aedes aegypti durante resgates e apreensões de animais. Anualmente, cerca de seis mil visitações são feitas às unidades escolares, quando também há trabalho de orientação aos moradores.

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Dia D de ação contra dengue contempla mais cinco regiões

Bombeiros e agentes da Vigilância Sanitária trabalharam intensamente na ação especial de combate à dengue | Foto: Divulgação / SES O trabalho de combate ao Aedes aegypti no Distrito Federal não para. Neste sábado (29), as regiões de Vicente Pires, Santa Maria, Estrutural, Gama e São Sebastião receberam equipes do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e agentes da Vigilância Ambiental para inspeção dos domicílios. Também foi usado fumacê nas ruas e condomínios indicados por líderes comunitários. Em Vicente Pires, a concentração foi na sede da administração local. De lá, 50 militares do CBMDF e mais 40 agentes partiram para os locais indicados pelo administrador como prioritários. Das 8h às 14h, as equipes se empenharam em percorrer o maior número de casas, identificar focos e eliminá-los, além de orientar a população. O agente Walter Luiz teve sucesso em sua primeira visita. O morador o atendeu prontamente e ele pôde verificar os vasos de plantas, piscina, garrafas e pequenos objetos que se encontravam no quintal. “Tem esses potinhos aqui que estão com água; por sorte não há larvas, mas é bom não deixar essa água parada, pois não se sabe quando um mosquito pode aparecer”, orientou o agente. Segundo Walter, é comum encontrar resistência dos moradores. “Piora quando é condomínio, porque há lugares que não nos deixam passar pela cancela”, relata. Outro problema identificado durante a ação é que as pessoas fecham as janelas das casas enquanto passa o fumacê. “A indicação é que se abram as portas e janelas para que as gotículas possam entrar na residência e chegar até onde o mosquito se esconde”, ressaltou.  “Se cada morador fiscalizar a sua residência, nós teremos melhor resultado, junto às ações do poder público, para diminuir a proliferação do mosquito e, por consequência, a infecção pela dengue, que é o que precisamos evitar”, destacou o subsecretário de Vigilância e Saúde, Divino Valero. [Olho texto=” “Se cada morador fiscalizar a sua residência, nós teremos melhor resultado, junto às ações do poder público, para diminuir a proliferação do mosquito e, por consequência, a infecção pela dengue, que é o que precisamos evitar”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância e Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] [Relacionadas esquerda_direita_centro=””] Ação continuada O administrador de Vicente Pires, Daniel de Castro Sousa, contou que desde o final de 2019 vem entrando em contato com os líderes comunitários para identificar as áreas que mais necessitavam da ação. “A gente tem uma relação muito próxima à comunidade, temos grupos em aplicativo, e os próprios moradores nos avisam onde está tendo foco, onde há problema com a dengue”, disse. A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) também executa um trabalho constante de visita às residências e locais com prováveis focos do mosquito Aedes aegypti, trabalhando com manejos ambientais, aplicação de fumacê e educação ambiental. As ações promovidas pela Sala Distrital de Combate à Dengue incluem a utilização de drones para verificação de terrenos com edificações fechadas ou abandonadas e, também, helicópteros. Estão sendo vistoriados cemitérios e feita a retirada de carros abandonados pelas ruas de todo o Distrito Federal.     * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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Voo de helicóptero ajuda a identificar focos de Aedes 

Um sobrevoo do helicóptero do Corpo de Bombeiros com equipes da Vigilância Ambiental no perímetro da Fercal, na manhã desta sexta-feira (28), identificou diversas piscinas com água totalmente inadequadas, com possíveis focos do aedes aegypti nas áreas mais distantes das residências.  “Diante do que vimos, nossa primeira atitude foi, em solo, convocar a equipe de vigilância ambiental da região para ir a estes imóveis com piscina e verificar a existência de foco do mosquito. Na primeira que visitamos, encontramos uma infestação de aedes e já colocamos pastilhas biológicas que liberam partículas capazes de matar as larvas”, conta o diretor de Vigilância Ambiental, Edgar Rodrigues. Ele diz que, em razão da extensa área e do difícil acesso, será montada uma equipe que fará uma varredura em toda região, na próxima semana, para vistoriar todos os imóveis georeferenciados durante o voo. Foto: Secretaria de Saúde-DF “Pretendemos fazer este trabalho em outras regiões do Distrito Federal também, onde o acesso é mais difícil. Ainda estamos analisando em quais áreas poderemos fazer este sobrevoo”, adianta Edgar. Ele acrescenta, porém, que pessoas com piscina em casa devem ter o cuidado de tratar a água semanalmente, para evitar riscos de atrair o mosquito causador da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.  “Uma piscina como a que encontramos na vistoria da Fercal é capaz de infectar uma região inteira. Por isso, é preciso muito cuidado”, orienta. Força-tarefa Neste sábado (29), a Sala Distrital de Combate ao Aedes Aegypti fará uma nova força-tarefa em quatro cidades onde foram identificados muitos casos prováveis de dengue. Fercal, Gama, São Sebastião e Vicente Pires recebem 200 bombeiros e 120 agentes de vigilância ambiental que visitarão imóveis residenciais e comerciais para vistoriar e tratar focos do mosquito, além de orientar a população sobre os cuidados para evitar o aedes. Desde o início do ano, ações semelhantes têm sido realizadas em todas as cidades do Distrito Federal. * Com informações da Secretaria de Saúde-DF

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Samu atenderá normalmente durante os dias de Carnaval

Samu possui 30 ambulâncias de suporte básico, oito de suporte avançado e um helicóptero | Foto: Mariana Raphael / Secretaria de Saúde Para melhor atender os foliões durante os dias de Carnaval, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) disponibilizará, durante o dia, duas motos nos locais com grandes aglomerações – a Fundação Nacional da Artes (Funarte), por exemplo – e uma Unidade de Suporte Básico. As motos só circularão de dia e sem chuva. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] As 18 bases do Samu funcionarão normalmente durante todos os dias de folia. Além disso, as equipes estarão atentas e totalmente à disposição da população. O Samu possui 30 ambulâncias de suporte básico, oito de suporte avançado e um helicóptero. As equipes do Samu são treinadas e preparadas para atender a diversos casos, inclusive acidentes com múltiplos feridos. Para acionar o serviço basta ligar no telefone 192. Além do serviço do Samu, a população pode procurar atendimento nas emergências dos hospitais regionais e nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), que também vão funcionar normalmente, 24 horas por dia, durante todos os dias de carnaval.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Iges-DF completa um ano e viabiliza instalação do PET-CT no Base

| Foto: Davidyson Damasceno / Iges-DF O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) completou um ano de atuação nesta quarta-feira (19) com a entrega, no Hospital de Base, da primeira etapa da obra do PET-CT, que contempla a conclusão das obras de engenharia da sala para onde o equipamento foi transferido. Os trabalhos foram iniciados em novembro de 2019. O equipamento, que à época custou US$ 1 milhão, ficou durante sete anos encaixotado em um dos corredores do ambulatório do Hospital de Base. O principal motivo foi não ter sido construída uma sala adequada para sua instalação. O equipamento pesa cinco toneladas e, desmontado, estava guardado em 21 caixas que chegavam a medir até três metros de comprimento, cada uma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Quando assumimos a gestão, o governador Ibaneis Rocha disse que tínhamos um equipamento guardado na caixa e determinou que, em menos de um ano, ele fosse desencaixotado. Hoje, todo nosso esforço e suor para que isso acontecesse está derramado aqui”,  disse o diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Araújo. Durante o discurso, Francisco Araújo agradeceu à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), responsável por aprovar, no ano passado, o Projeto de Lei nº 1/2019, que criou o Iges-DF. A nova lei instaurou um modelo de gestão que permitiu melhorar os investimentos e a gestão de todos os recursos das unidades que administram o Hospital de Base (HB), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e as seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal. A sala que recebeu o aparelho foi lacrada e, agora, será mantida fechada e na responsabilidade da empresa fornecedora do equipamento até que a obra esteja em estado avançado de conclusão, em maio de 2020.  Após esse período, a sala será reaberta para iniciar a montagem do equipamento e, posteriormente, a realização dos testes. [Olho texto=”“Hoje é um dia histórico. Estamos escrevendo uma nova página na saúde do Distrito Federal. É muito fácil falar que Saúde, Educação e Segurança é prioridade. O difícil é transformar isso em verdade, mas esse governo está fazendo”” assinatura=”André Clemente, secretário de Economia do DF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário de Relações Institucionais, Victor Paulo, lembrou que o governo local vai construir o primeiro hospital para tratamento de câncer. “O Hospital Oncológico é outra vitória do governador Ibaneis Rocha. Tínhamos um recurso perdido, vindo de governos anteriores e o governador conseguiu sustar esse processo e firmar o convênio com a Caixa Econômica”, lembrou. “Hoje é um dia histórico. Estamos escrevendo uma nova página na saúde do Distrito Federal. É muito fácil falar que saúde, educação e segurança são prioridade. O difícil é transformar isso em verdade, mas esse governo está fazendo”, parabenizou o secretário de Economia, André Clemente. O secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, reconheceu o empenho e parabenizou a iniciativa. “A sensibilidade do nosso presidente para viabilizar que este equipamento esteja à disposição da população. Tenho certeza de que ele será muito bem utilizado e empregado no diagnóstico e acompanhamento dos pacientes do DF”, destacou. * Com informações do Iges-DF

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SIA passa por nova vistoria para detectar focos de dengue

Minuciosa, a inspeção permitiu identificar focos do mosquito transmissor da dengue em vários terrenos e imóveis que se encontram com acesso fechado | Foto: Breno Esaki / SES Uma nova vistoria com drones foi realizada, nesta quinta-feira (6), nos imóveis do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Em parceria com militares do Corpo de Bombeiros e outros órgãos do GDF, agentes de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES) prosseguem nas ações iniciadas na quarta-feira (5) para detectar focos do mosquito Aedes aegypti. “Infelizmente, em torno de 150 imóveis do SIA estão fechados”, informa o diretor de Vigilância Ambiental da SES, Edgar Rodrigues. “A liminar que temos em mãos nos possibilita adentrar nesses lotes. Ao fazermos isso, detectamos muitos depósitos do mosquito. Dos visitados ontem [quarta-feira, 5], quase 100% tinham larvas do Aedes, e uma área como essa compromete toda a região.” De acordo o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Deusdete Vieira, a maior parte dos locais visitados estava abandonada, o que facilitou o acúmulo de água e proliferação do mosquito em pontos como caçambas de lixo, pneus e terrenos baldios. “Vistoriamos 40% da demanda repassada, e hoje [quinta, 6] vamos trabalhar para concluir os imóveis restantes”, ressaltou. Drones fazem inspeção Os trabalhos continuam com o uso de três drones operados por homens do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. Com as imagens em alta resolução captadas pelos equipamentos, os agentes de identificam os imóveis onde há possibilidade de focos e os indicam para as equipes de campo que fazem as vistorias. Quando os agentes da SES e bombeiros vistoriaram os locais, aplicam larvicida em pontos estratégicos e orientam sobre como evitar a proliferação do mosquito. Nos imóveis fechados, eles precisam utilizar escadas para entrar nos lotes. Para os moradores e frequentadores do SIA, esse trabalho é mais do que bem-vindo. “Esse tipo de ação ajuda muito”, comemorou o eletricista Tássio Nóbrega, encarregado de uma das oficinas do local. “Com mais pessoas para cobrar essa atenção, mais seguro eu me sinto, e fica melhor para todo mundo”. Ações constantes A ação no SIA foi promovida pela SES e pela Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes do Distrito Federal (SDCC), formada por diversos órgãos do DF, como Casa Civil, secretarias de Saúde e de Educação, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil, entre outros. A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) também executa, rotineiramente, um trabalho de visita às residências e locais com prováveis focos do Aedes aegypti, realizando manejos ambientais, aplicação de fumacê, instalação de armadilhas contra o mosquito e educação ambiental. Força-tarefa  Uma nova força-tarefa entra em ação no sábado (8) para combater a proliferação do vetor transmissor da dengue e outras arboviroses. Dessa vez, a mobilização será realizada nas regiões administrativas do Gama, Fercal, Sobradinho, Vila Planalto e Arapoanga. A última mobilização ocorreu no início deste mês, em Ceilândia, Pôr do Sol, Sol Nascente, Samambaia, Taguatinga e Brazlândia. Cerca de 700 militares do Corpo de Bombeiros vistoriaram 5.382 imóveis e encontraram 14.631 depósitos de água, 31 deles com focos do mosquito. Também houve inspeções domiciliares e comerciais, com tratamento biológico e instalação de armadilhas. O último boletim epidemiológico divulgado pela SES apontou 1.419 casos prováveis de dengue nas primeiras semanas de janeiro deste ano, com uma morte pela doença. Houve aumento de 84,1% de casos, se comparado com o mesmo período de 2019. As crianças menores de um ano de idade e os adultos com mais de 50 anos foram as mais atingidas pela doença. Como ajudar Se você tem dicas e alertas sobre a dengue, envie seu CEP para o número 40199 e cadastre-se na lista da Defesa Civil. * Com informações da SES

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Mais de 50 mil se inscrevem para seleção de agentes 

Um total de 52.438 candidatos se inscreveram para o processo seletivo que escolherá agentes comunitários de saúde e de vigilância ambiental em saúde para cargo temporário na Secretaria de Saúde.  Estão sendo oferecidas 600 vagas, sendo metade para cada um dos cargos. A maioria dos inscritos foi para a vaga de Agente Comunitário de Saúde: 28.223. A próxima etapa será a avaliação dos currículos, pelo Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (Iges-DF), entre esta segunda-feira (3) e 19 de fevereiro.  O resultado está previsto para ser divulgado em 20 de fevereiro. Caberá recurso, no período de 21 a 24 de fevereiro. A convocação dos selecionados será feita pela Secretaria de Saúde, a partir de 2 de março. O edital foi publicado no Diário Oficial na quinta-feira (30). As inscrições duraram três dias, sendo finalizadas neste domingo (2). Foram oferecidas 300 vagas para Agente Comunitário de Saúde e mais 300 para Agente de Vigilância Ambiental em Saúde.  O contrato é temporário, com duração de seis meses. O foco do trabalho é a prevenção e o combate à dengue.  * Com informações da Secretaria de Saúde-DF

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Hospital do Paranoá ganha mais uma sala de odontologia

O Centro Especializado de Odontologia do Hospital Regional do Paranoá ganhou uma nova sala. O espaço é completamente adaptado para atender pacientes com necessidades especiais e terá uma dentista especializada neste tipo de atendimento. “A porta de acesso é mais larga, para facilitar a entrada de cadeira de rodas e até mesmo macas. O consultório é mais espaçoso, para que comporte familiares dos pacientes que queiram acompanhar o atendimento”, destaca a cirurgiã dentista reguladora da Odontologia na Região Leste, Cláudia Joffily. O local, que também atenderá o público em geral, fará procedimentos como cirurgia, periodontia, endodontia, extrações, além de oferecer instruções a familiares de pacientes especiais no que tange à higiene oral. “Também temos um aparelho para fazer radiografias na própria unidade”, complementa Cláudia. A próxima etapa será preencher a sala com desenhos lúdicos e a chegada de um aparelho de TV, para tornar o espaço mais humanizado. * Com informações da Secretaria de Saúde 

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Iges-DF pode agilizar contratação de agentes para combater a dengue 

A parceria entre a Secretaria de Saúde e o Instituto de Saúde (Iges-DF) pode tornar a ação de combate à dengue mais célere no Distrito Federal. O decreto que instituiu situação de emergência na saúde pública permite a contratação de agentes para atuar na capital e isso poderá ser feito a partir de termo de cooperação técnica entre a pasta e o órgão, evitando burocracia de seleção de empresa.  A situação de emergência compreende o período de 180 dias, contados desde sexta-feira (24). O decreto foi assinado pelo governador Ibaneis Rocha em razão do risco de epidemia de dengue, da potencial epidemia de febre amarela e da possível introdução dos vírus zika e chikungunya – bem como da alteração do padrão de ocorrência de microcefalias no Brasil.  Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Presidente do Iges-DF, Francisco Araújo conta que o instituto se colocou à disposição para fazer a seleção para contratação dos agentes de saúde que poderão atuar nesse período crítico de combate ao mosquito, conforme permite o decreto. De acordo com ele, se a pasta fosse lançar edital para escolha de uma empresa que fizesse triagem, isso demoraria. A Secretaria de Saúde confirma que há uma necessidade de contratação de servidores, mas ainda estuda a forma de realização da contratação. Entre dezembro de 2018 e dezembro do ano passado, 47.393 casos de dengue foram registrados. Desse total, 44.311 são de residentes no Distrito Federal e 3.082 em outros estados. Situação de emergência Para fortalecer as ações de combate ao Aedes aegypti, o governador Ibaneis Rocha assinou, na sexta-feira (24), o decreto de situação de emergência devido ao risco de epidemia de dengue e outras arboviroses. Isso torna possível e mais ágil as parcerias com outras áreas na realização das ações preventivas, contratações de agentes, aquisição de insumos e materiais, entre outros. No fim de semana, o Dia D de combate à dengue foi realizado pela Secretaria de Saúde e a Sala Distrital em cinco cidades: Guará, São Sebastião, Sobradinho, Fercal e Planaltina. O objetivo foi  orientar a população sobre as doenças transmitidas pelo inseto e como prevenir o seu aparecimento. Sintomas Os principais sintomas típicos da dengue são febre alta, náusea, vômito, manchas avermelhadas pelo corpo, dor de cabeça, dor no corpo, dor em volta dos olhos e sinal de sangramento. Diante desses sintomas, o paciente deve buscar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde mais próxima.

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Projeto social traz alívio para pacientes com infecção óssea

Um projeto implantado pela equipe da Unidade de Ortopedia para tratar infecção óssea está mudando a vida de pacientes no Hospital de Base (HB). Mais de 40 já foram beneficiados pela nova técnica. Joeri Alves, 45 anos (foto abaixo), é um deles. Depois de noites inteiras sem dormir por causa de uma dor intensa na perna, ele foi diagnosticado com osteomielite, uma infecção no fêmur. O alívio só chegou após ser submetido ao tratamento que conta com uma abordagem inovadora e de forte caráter social. Davidyson Damasceno/Iges-DF “Acordei com uma dor muito forte que teve continuidade nos dias seguintes. Se eu me deitasse, uma hora depois já estava de pé, porque sentia muita dor. Passava a noite pulando da cama para o sofá na tentativa de um cochilo. Graças a Deus esse sofrimento acabou. Hoje durmo a noite inteira”, relatou. O cirurgião da Unidade de Ortopedia e Traumatologia do Hospital de Base Mário Soares foi quem operou o paciente e teve a iniciativa de implementar o projeto. Ele explicou que conheceu essa abordagem fora do Brasil e que ela promove a cura em mais de 90% dos casos. “O mundo inteiro tem dificuldade de tratar essa infecção. Essa técnica existe há alguns anos em parte da Europa e nos Estados Unidos. Aprendi o tratamento na Alemanha e trouxe esse conhecimento para o Brasil. Com o apoio do Hospital de Base, preparamos a equipe e compramos o material para colocá-la em aplicação”, ressaltou. O cirurgião esclarece que já foram beneficiados mais de 40 pacientes com a nova técnica e faz questão de reforçar que os ganhos para os pacientes são diversos, principalmente nas esferas social, pessoal e econômica. “ Eles sofrem muito, durante um bom tempo, sem uma solução definitiva para o caso. São inúmeros dias internados, várias cirurgias sem sucesso e uso de antibióticos por longos períodos, além de todos os efeitos colaterais” disse. Mário Soares relata, ainda, que muitos pacientes acabam abandonando o emprego e tendo sempre uma história de sofrimento familiar. “Esse projeto de luta contra a osteomielite é a grande oportunidade desses pacientes e a grande contribuição do Hospital de Base para a comunidade do DF. Além de representar uma medida coerente e inteligente para economia de recursos que poderão ser destinados a outros tipos de tratamentos. Nosso objetivo é curar essa doença da maneira mais rápida e eficiente possível”, destacou. O diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Araújo, elogia a técnica que está sendo utilizada e ressalta a importância desse projeto para “a diminuição do tempo de internação, do número de cirurgias por paciente, além da redução de gastos com antibióticos e de tratamentos que não resultam em sucesso”. Francisco Araújo também destacou o aspecto social do projeto e o trabalho multidisciplinar feito pelos profissionais de saúde do Hospital de Base. Bactéria O projeto consiste em algumas etapas importantes. Antes de tudo, é identificada a bactéria causadora da infecção para melhor definição do antibiótico. Posteriormente, é feita a cirurgia. Durante a operação, o médico limpa o local para retirada de todos os tecidos infectados e dos implantes ortopédicos, quando for o caso. Depois, são colocados os implantes ortopédicos. O cuidado com as partes moles, que são peles e tecidos ao redor, é responsabilidade da equipe de cirurgia plástica. Posteriormente é feita a cirurgia geral. O tratamento cirúrgico pode ser realizado em um tempo, quando na mesma cirurgia é retirado o tecido infectado e inserida a prótese ou outro material. A segunda opção consiste em fazê-la em dois tempos, quando se opta por retirar o tecido morto, aguardar a recuperação e realizar uma segunda cirurgia em até 60 dias para inserção da prótese. “A indicação do tipo de tratamento cirúrgico dependo de cada caso. Fazemos sempre o que é melhor para o paciente. O resultado é parecido, mas a vantagem é que em um tempo é mais cômodo para o paciente e permite uma otimização do tempo das salas cirúrgicas”, explicou. Davidyson Damasceno/Iges-DF O médico ressaltou que é de grande importância também a atendimento multidisciplinar. O paciente é atendido por enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, fonoaudiólogos, farmacêuticos clínicos, infectologistas, geriatra, técnicos de enfermagem e de gesso, assistentes sociais, além de cirurgião plástico, que cuidam do paciente em todas as esferas. Doença A osteomielite é a infecção do osso causada por uma bactéria que provoca gradativamente a morte do tecido. A bactéria pode chegar aos ossos pela corrente sanguínea. Pacientes que sofreram fraturas, principalmente, as expostas também podem ter a infecção, já que muitas vezes o osso entra em contato com terra, asfalto e outras superfícies que têm bactérias. “No Hospital de Base, recebemos muitos pacientes nessa situação. Uma vez que a bactéria contamina e mata o osso, somente a cirurgia tem potencial curativo”, ressaltou. Os sintomas mais comuns incluem dor, vermelhidão local, vazamentos nas feridas, febre e calafrios. Os fatores de risco são desnutrição, obesidade, diabetes descompensado, pacientes fumantes, aqueles que fazem uso de corticóide e que têm doenças que causam baixa imunidade. * Com informações do Iges-DF

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Riacho Fundo: UBS cria grupo para ajudar pessoas com sobrepeso

Grupo teve início no segundo semestre de 2019 e já conta com 40 pacientes | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação Profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1, do Riacho Fundo 1, criaram um grupo para promover a perda de peso de forma saudável para os pacientes da unidade. O Grupo Viver Mais Leve oferece aos pacientes a busca e a prática de um estilo de vida mais saudável no horário estendido de atendimento da unidade de saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “A incidência do sobrepeso e da obesidade tem crescido muito nas últimas décadas. A obesidade é responsável por doenças como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, articulares e depressão. Neste sentido é fundamental a implementação de ações que busquem reduzir o crescimento do sobrepeso e da obesidade”, destaca o nutricionista da UBS 1, Fábio Pires. O Grupo Viver Mais Leve teve início no segundo semestre de 2019 e já conta com 40 pacientes. As atividades são voltadas para adultos com sobrepeso e obesidade, com ou sem doenças associadas. Nos encontros os pacientes recebem orientações de vários profissionais – como nutricionista, fisioterapeuta e psicólogo –, que trocam experiências entre eles e dão seu testemunho, incentivando uns aos outros. Para participar do grupo é preciso ser morador do Riacho Fundo I | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação “Esse trabalho ajuda demais. Com as terapias estou bem mais leve, perdi muito peso e me surpreendo com o novo corpo que venho ganhando a cada dia”, destaca o aposentado Francisco de Assis Pires, de 62 anos. O grupo se reúne uma vez por mês para estimular a prática de atividade física, orientar sobre alimentação saudável e trabalhar as questões como ansiedade e compulsão alimentar. A próxima reunião será em 29 de janeiro. “Uma vez inserido no grupo, o indivíduo participara de uma jornada de 12 meses, tendo como uma das metas a redução de seu peso de 5 a 10% no primeiro semestre”, pontua o nutricionista Fábio. Para participar do grupo é preciso ser morador do Riacho Fundo I, procurar a equipe de saúde da família de referência do usuário e informar que deseja participar do Grupo Viver Mais Leve. Um novo grupo, com integrantes encaminhados pelas equipes, terá início em 31 de janeiro.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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RenegAedes mobiliza DF e Goiás contra a dengue

Prioridade para a Secretaria de Saúde, o combate à dengue ganha mais vulto com a iniciativa do GDF de manter parceria com Goiás | Foto: Breno Esaki/SES O Aedes aegypti não conhece fronteiras. Por isso, agentes de saúde do Distrito Federal e da Prefeitura Municipal de Valparaíso de Goiás (GO) se uniram, nesta quarta-feira (15), para realizar uma grande ação de combate ao mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya – a campanha RenegAedes. O local escolhido foi o condomínio Residencial Santa Maria, na divisa entre o DF e Goiás. A parceria foi criada para mobilizar e conscientizar a população sobre a importância da contribuição de cada um na prevenção das doenças causadas pelo mosquito. Agentes de campo visitaram residências da região e fizeram a busca ativa dos focos. Os trabalhos incluíram recolhimento de materiais inservíveis, poda do mato alto e plantio de mudas. O evento contou com palestras e a oferta de serviços de saúde à população, como aferição de pressão arterial e da glicemia, consultas oftalmológicas e de prevenção à hanseníase e distribuição de kits odontológicos. Ação ampliada “Dengue, zika e chikungunya estão deixando de ser sazonais e vêm ocorrendo em todos os meses do ano”, alertou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. “Por isso, é muito importante fazermos parcerias como esta, com os municípios próximos do DF, para ampliar nossa atuação”. Divino Valero defende que o controle do mosquito transmissor dessas doenças deve ser cada vez mais frequente, tanto para os profissionais de saúde como toda a população. “Este evento vem coroar a intenção dos governos do DF e do município de Valparaíso de unir forças para qualificar e quantificar a atividade de controle vetorial e melhorar a saúde como um todo na região”, resumiu. A ação é prioridade para a Secretaria de Saúde (SES), destacou o médico de família Fernando Erick, representante da Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde (Sais). “A melhor evidência que temos é que só conseguiremos vencer a dengue com ações conjuntas, somando forças”, lembrou. “Nisso a Atenção Primária é fundamental, porque é a porta de entrada da rede pública de saúde. Hoje, temos 600 equipes da Estratégia Saúde da Família no DF, e a meta é subir para 700”. Parceria eficiente  A secretária municipal de Saúde de Valparaíso de Goiás, Alyane Ribeiro, ressaltou a importância da união com o Distrito Federal para conscientizar a população no combate ao Aedes. “Esta é a primeira ação em parceria com o DF, mas esperamos ter várias, até porque o mosquito da dengue não tem fronteiras”, disse. “Agradeço a todas as equipes que vão de porta em porta, nas residências, para ajudar nesse combate”. [Olho texto=”“Esta é a primeira ação em parceria com o DF, mas esperamos ter várias, até porque o mosquito da dengue não tem fronteiras”” assinatura=”Alyane Ribeiro, secretária de Saúde de Valparaíso de Goiáse” esquerda_direita_centro=”direita”] A parceria foi igualmente comemorada pelo prefeito de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró. “Temos a responsabilidade de tranquilizar a população, e é por meio dessas parcerias que vamos fazer a diferença”, declarou, agradecendo ao governador Ibaneis Rocha e às equipes mobilizadas para a ação. Também participou do trabalho a equipe da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), entidade vinculada ao Ministério da Saúde. “Podemos contribuir muito no combate a essa doença que tem abalado a todos”, enfatizou a diretora do Departamento de Saúde Ambiental da Funasa, Débora Roberto. “É muito importante a educação para evitar os focos do Aedes, além do trabalho conjunto. A população será a maior beneficiada”. Os números  Dados do último informativo epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES), divulgado no final de 2019, mostram que o Distrito Federal registrou 50.464 casos suspeitos de dengue, dos quais 48.847 (96,8%) são de residentes no DF e 1.617 (3,2%) provenientes de outros estados. Dentre os episódios confirmados, 48 evoluíram para óbitos, 74 são casos graves que sobreviveram e 873 são de casos de dengue com sinais de alarme. Um próximo boletim deve ser publicado em breve.

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Trabalho das doulas nos hospitais será normatizado

A Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde criou um Grupo de Trabalho para normatizar a entrada das doulas na rede pública de saúde do Distrito Federal. A Ordem de Serviço Nº 239 foi publicada nesta quinta-feira (2) no Diário Oficial do Distrito Federal e visa elaborar uma Nota Técnica que faça adequações nas legislações vigentes. “A iniciativa vai normatizar a entrada das doulas na rede para uma oferta de suporte emocional, físico e de informação. As doulas cumprem um papel importante ao proporcionar confiança e utilizar técnicas de alívio da dor, bem como oferecer recursos facilitadores para o parto”, destaca a coordenadora do Grupo de Trabalho, Gabrielle Medeiros. O grupo deverá realizar reuniões semanalmente para revisar, sistematizar e organizar os protocolos e as legislações Estaduais e Federais vigentes, elaborar e adequar diretrizes ao contexto do Distrito Federal nos serviços de saúde da rede. Foram designadas para compor o Grupo de Trabalho representantes das áreas técnicas e Regiões de Saúde relacionadas, que terão que apresentar a Nota Técnica aprovada em até 60 dias, a contar desta quinta-feira (2). Ação multidisciplinar O trabalho das doulas vem complementar o trabalho da equipe multidisciplinar, ouvindo as demandas da parturiente, dando suporte físico e emocional.  As doulas são mulheres treinadas para acompanhar as gestantes do início da gravidez até pouco depois do parto, dando informação, apoio para planejamento do parto e preparação física e mental ao casal e também para orientar nos primeiros cuidados com o bebê. “A nossa presença acalma as mulheres, diminuindo as possíveis complicações. Há um trabalho em conjunto entre a mulher, a doula, o acompanhante e a equipe de saúde. Enquanto a equipe de profissionais de saúde acompanha as questões técnicas, as doulas acompanham a mulher em suas necessidades físicas e emocionais, como uma posição melhor, descansar e falar”, ressalta a diretora da Associação de Doulas do Distrito Federal, Ladyane Ramos. Acordo de cooperação O Hospital Regional de Ceilândia (HRC) se destaca na linha de cuidados materno-infantis com os partos acompanhado por doulas. A iniciativa é possível por causa de um acordo de cooperação técnica celebrado entre a Secretaria de Saúde e da Associação de Doulas do Distrito Federal para a prestação de serviços voluntários às usuárias do HRC. “No HRC, qualquer mulher pode ser atendida. Muitas pacientes já conhecem e procuram por nosso atendimento. Buscamos formar um vínculo através da conversa, do toque e do olhar. Vamos atendendo as pacientes com um suporte emocional, que acalmam a paciente e o acompanhante”, pontua Ladyane Ramos.  Neste ano, o trabalho das doulas voluntárias deve ser implementado, ainda, nos hospitais regionais da Asa Norte, Sobradinho e Samambaia, além de Hospital Materno Infantil e Casa de Parto de São Sebastião. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Aberta maratona de soluções tecnológicas contra dengue

Foto: FAP-DF / Divulgação Foi aberta nesta segunda (9) a maratona de inovação que vai buscar soluções tecnológicas para o combate à dengue no Distrito Federal. O lançamento do 1º Hackathon em Saúde Pública – Combate à dengue foi no auditório do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT/UnB), onde especialistas em Tecnologia da Informação e Saúde Pública, desenvolvedores e empreendedores estarão reunidos, até a próxima sexta-feira (13), com o objetivo de criar e desenvolver soluções tecnológicas para promover o controle e a prevenção da dengue no DF. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número de mortes decorrentes da dengue no Brasil, até outubro, ultrapassou a marca de 600 casos, o que representa um índice cinco vezes maior que o registrado em 2018. O mesmo levantamento aponta que, dos casos notificados em todo o país, foram registrados 1.489.457 milhão de ocorrências, sendo que a região Centro-Oeste concentra a maior incidência da doença, com 1.235,8 mil casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Em todo o Brasil, a doença atinge 708,8 pessoas a cada 100 mil habitantes. O painel de abertura do hackathon (maratona de programação, em tradução livre) contou com a participação do presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), Alessandro Dantas; do subsecretário de Vigilância em Saúde do DF, Divino Valero Martins; do diretor-executivo da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde do DF (Fepecs), Marcos de Souza Ferreira; da diretora do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec), Renata Aquino da Silva de Souza; e do presidente e do vice-presidente Executivo para Capacitação, Eventos, Comunicação e Marketing do Sindicato da Indústria da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF), Ricardo de Figueiredo Caldas e Renato Riella, respectivamente. Foco no DF O presidente da FAP-DF destacou o caráter interdisciplinar do evento e o objetivo de atender a uma demanda direta do governador, Ibaneis Rocha, que quer a fundação mais conectada e voltada para as necessidades da população. “O governo, a academia, a iniciativa privada têm que trabalhar integrados e essa é só a primeira ação, pois nós pretendemos realizar várias iniciativas como essa”, declarou Alessandro Dantas. “Estamos firmando um convênio com a Finatec, para período de três anos, que será voltado para o atendimento de demandas da sociedade brasiliense em áreas como saúde, educação, trabalho, segurança, cultura e economia. Brasília nasceu moderna e o sinal dessa contemporaneidade é essa parceria que, hoje, a gente inicia. E os participantes desse hackathon são parte essencial dessa mistura”, acrescentou o dirigente.  Já o subsecretário de Vigilância em Saúde do DF, Divino Valero, destacou a necessidade de buscar avanços tecnológicos para subsidiar as políticas públicas e estratégias de saúde pública, especialmente as de combate a doenças endêmicas e transmissíveis. “Dentro da área da saúde, no que tange à tecnologia, a evolução foi muito endógena, com visão hospitalar, e pouco voltada para saúde pública. A maioria das doenças chamadas endêmicas ainda é tratada com método tradicional e, em especial quanto às arboviroses, toda a atividade é baseada em boletins e em coleta de dados em campo, ainda em papel. Tudo isso acaba contribuindo muito para o processo de transmissibilidade da maioria dessas doenças”, afirmou. | Foto: FAP-DF / Divulgação “A qualidade e a velocidade na geração das informações são fatores determinantes na geração de respostas. Quando se fala em doenças transmissíveis, então, são tão importantes como vacina ou máquina de dedetizar. Com as informações estratégicas em mãos é possível conter processos epidêmicos”, arrematou o gestor.  Por sua vez, o diretor-executivo da Fepecs diz acreditar que o hackathon poderá trazer soluções efetivas para a luta contra a dengue e as arboviroses. Não apenas no DF, mas em todo o Brasil. “Agradeço, em especial, à FAP-DF que, em tempo recorde, nos ofereceu apoio para o desenvolvimento desse e de outros projetos que buscam essas soluções. Não se trata só de um aplicativo, mas, sim, de uma plataforma que possibilitará o monitoramento dos vetores e subsidiará a tomada de decisão rápida para a detecção dos focos de transmissão e oferta de atendimento e tratamento para a população”, afirmou Marcos de Souza Ferreira.  A atuação integrada com a academia é essencial para o desenvolvimento de ferramentas que possam conferir inteligência ao conhecimento e conferir agilidade à tomada de decisão. É no que acredita a diretora do PCTec. “É importante entender que mesmo problemas antigos e ainda sem solução precisam de uma forma disruptiva de abordagem. E a forma de abordar é essa sinergia que estamos vendo aqui, com governo, universidade, setor privado”, destacou Renata Aquino. Iniciativa privada Representando empresas do setor de Tecnologia da Informação do DF, o presidente do Sinfor, Ricardo Caldas, destacou a importância de o setor estar integrado em iniciativas que visam atender demandas da população. “Fico muito feliz hoje pelo Sinfor estar engajado nessa iniciativa que une academia, setor empresarial e o governo no sentido de buscar soluções para os problemas que existem na nossa comunidade. A dengue é uma doença do século XVIII e ainda é tratada da mesma forma”, discursou. Vice-presidente executivo para Capacitação, Eventos, Comunicação e Marketing do Sinfor, também acredita no potencial da iniciativa para ampliar essa integração e a participação da sociedade em ações de combate à dengue. “Estamos vivendo aqui uma revolução, saindo de toda a nossa rotina de inteligência e geração de conhecimento para o inusitado, com a realização desse hackathon. O mais importante é que todos nós carecemos daquilo que os participantes poderão nos proporcionar, que é inteligência. Nós precisamos desenvolver solução que dê voz à sociedade e confira velocidade à informação”, ressaltou. As inscrições para o 1° Hackathon em Saúde Pública do DF ficam abertas até esta terça-feira (10). SERVIÇO: 1º Hackathon de Saúde Pública do DF – Combate à Dengue Período de realização: 9 a 13 de dezembro de 2019 Local: Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) – Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (Campus Universitário Darcy Ribeiro Edifício CDT, Brasília – DF, 70904-970) Horários: ·         09/12 (segunda): das 8h às 21h ·         10, 11 e 12/12 (terça, quarta e quinta): das 9h às 21h ·         13/12 (sexta): das 9h às 20h30 Inscrições: até as 18h do dia 10 de dezembro, pelo site http://hackathon.brasiliamaisti.com.br/ Regulamento e programação: http://hackathon.brasiliamaisti.com.br/ Premiação (a ser definida por júri técnico): 1º lugar: R$ 6.000,00 2º lugar: R$ 3.000,00 3º lugar: R$ 1.000,00 * Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal

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Manutenções e novos serviços melhoram atendimento na Região Norte 

Reformas foram feitas em todas as unidades que formam a Regional Norte, para melhorar atendimento ao público. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde Composta por Planaltina, Sobradinho I e II e Fercal, a Região de Saúde Norte passa por renovação dos equipamentos de saúde. A primeira depois de um logo período. As mudanças já se refletem na avaliação dos usuários. Internado desde junho no Hospital Regional de Planaltina (HRPL) por complicações no intestino, Joaquim Moreira acompanhou as mudanças recentes na estrutura das enfermarias da unidade. Os leitos passaram por uma manutenção que resultou em um ambiente melhor e com maior segurança para seus ocupantes e servidores. “Antes, estava bem precária a situação. Agora, está muito bom. Não tenho do que reclamar”, conta o paciente de 65 anos. Há poucos meses, o cenário era diferente. As enfermarias de internação estavam com uma estrutura defasada, pisos e banheiros quebrados. Com a revitalização, foram trocadas todas as luminárias, a tubulação, o piso e as portas. Também foram recuperados banheiros e houve manutenção de toda a rede de incêndio e elétrica, dos pontos de gases, além da pintura. Foram investidos R$ 100.639,00 da verba de manutenção predial. Para quem trabalha diariamente no local, a mudança foi mais do que perceptível. “O ambiente ficou mais agradável. Havia problemas hidráulicos, as tomadas não funcionavam. Há pelo menos dez anos não havia manutenção. Agora, tudo funciona melhor”, conta a supervisora de Enfermagem da unidade, Eliane Ribeiro. A gestora lembra que outra boa notícia foi a ampliação da carga horária de servidores da Secretaria de Saúde para 40 horas. Mais 20 profissionais que atuam nas enfermarias de internação do hospital optaram por trabalhar com o horário ampliado, o que reforçou o atendimento com foco na humanização. Para pacientes como Pedro de Alcântara, 61 anos, o reforço foi mais do que bem-vindo. Ele está há nove dias internado devido a um problema no pé ocasionado pela diabetes. Quando passou mal e precisou ir ao hospital, em poucos minutos foi recebido. “O atendimento é excelente e os profissionais são ótimos. Já morei em Sobradinho por anos e não tenho do que reclamar de lá. A saúde aqui é dez”, elogiou Alcântara. Sobradinho Assim como Planaltina, Sobradinho também faz parte da Região de Saúde Norte e tem recebido melhorias tanto na estrutura das suas unidades como no atendimento. Uma das medidas mais importantes adotada este ano foi a abertura do último leito inoperante na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto do Hospital Regional de Sobradinho (HRS). Com isso, a capacidade total subiu para oito leitos, disponíveis aos pacientes em estado grave. “É um ganho importante porque são pessoas que necessitam de hemodiálise e a demanda é grande aqui”, destacou a diretora do HRS, Juliana Queiroz. Além disso, a primeira cirurgia bariátrica realizada no hospital ocorreu neste ano. Apenas o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) fazia este tipo de procedimento na rede pública de saúde. A intervenção inédita foi o início de um processo para estruturar o serviço bariátrico no local. Manutenção predial No HRS, várias iniciativas para melhorar a estrutura estão em curso para entregar à população os ambientes renovados e adaptados até o final de dezembro. Entre as medidas, a manutenção em 22 leitos e nas enfermarias da Clínica Médica. Tem sido feita toda a parte de acessibilidade, como a troca das portas para permitir a entrada de cadeirantes, e a colocação de suporte nos banheiros para pessoas com necessidades especiais. Nesse processo, as janelas estão sendo substituídas, a recepção recebeu pintura, além de outros reparos necessários no setor. Além disso, no Ambulatório de Endoscopia está sendo preparada uma Sala de Recuperação Pós-Anestésica para receber os pacientes que passarem por este tipo de exame. “Ao invés de esperar no local onde aplicam a anestesia, eles vão ficar em um espaço mais humanizado. Enquanto isso, vamos chamando outros pacientes para fazer o procedimento. Vamos praticamente dobrar o atendimento com esta sala”, explicou a diretora administrativa da Região de Saúde Norte, Kelly de Paula Lopes. O investimento na manutenção predial no HRS, até o momento, foi orçado em R$ 434.568,00.  Planaltina O Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina foi outro ponto que recebeu manutenção predial nesta gestão. Com cerca de R$ 50 mil de investimento foi possível  reformar e adquirir novos equipamentos de inox para o laboratório da Farmácia Viva, reparar piso e teto quebrados, revitalizar banheiro, cozinha, estacionamento e salas de atendimento. Além disso, foi recuperada a estufa destinada à produção de mudas. “Vê o Cerpis do jeito que está agora, com laboratório novo, salas recuperadas é um orgulho muito grande. Antes, o teto estava caindo, com buraco, e os banheiros estavam em situação difícil. É como ver um filho crescer e saber que agora está bem”, conta a técnica de Enfermagem e manipuladora de plantas medicinais do Cerpis, Ana Batista. Atenção primária A Atenção Primária da Região Norte também tem passado por melhorias para reforçar o atendimento à população. No momento, dez unidades básicas de saúde (UBS) estão com manutenções prediais em andamento, de pequeno e médio porte. Em sete delas, em Planaltina, foram trocadas as redes elétrica e hidráulica, piso e telhado, além de receber uma rede lógica para o cabeamento da internet e readaptações na estrutura para garantir mais acessibilidade a pessoas com deficiência. Na UBS 4, por exemplo, foi readaptada toda a ala odontológica para individualizar os consultórios. Já a UBS 2 concluiu o serviço no novo bloco da farmácia e no auditório. Em Sobradinho, as unidades básicas passaram pelas mesmas alterações para renovar a estrutura. Um dos diferenciais foi registrado na UBS 2 de Sobradinho II, onde uma calçada foi construída para facilitar o trajeto dos pacientes até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) daquela região administrativa. Merece destaque, neste esforço para melhorar e ampliar os serviços na Atenção Primária, a construção da nova UBS na Fercal, localizada no Núcleo Rural Lobeiral. Depois de anos de espera da população, a construção da unidade está em processo de conclusão. Depende apenas da instalação de aparelhos de ar-condicionado e de adaptações finais. Salas de acolhimento Outro benefício entregue à população, nesta gestão, foi a abertura de Salas de Acolhimento em nove unidades básicas de saúde da Região Norte. Enfermeiras e técnicas de Enfermagem atendem nos locais às demandas espontâneas e emergenciais da comunidade das 7h às 18h. O objetivo é organizar o fluxo de pacientes e garantir a escuta qualificada, o acolhimento humanizado, um melhor acesso aos serviços de saúde e mais resolutividade nos procedimentos. Desde que foi implementada, em novembro, a medida tem dado bons resultados, como se verifica na UBS 2 de Planaltina, por exemplo. “Dependendo da necessidade, os pacientes atendidos já são direcionados para uma avaliação médica. Isso tem ajudado a organizar os atendimentos”, afirmou o gerente da unidade, Daniel Burieque. Compõem a lista em Planaltina as UBS 2, 4, 5 e 20. Em Sobradinho I, tem as UBS 1, 2 e 3. Já em Sobradinho II, são as UBS 1 e 2. PIS O ano também foi de executar muitas Práticas Integrativas em Saúde (PIS) na Região Norte. O Cerpis introduziu mais atividades em 2019, adotadas em UBS e escolas parceiras. Agora, o Cerpis também oferece forroterapia, Técnica de Redução de Estresse (TRE), regeneração celular e constelação familiar, além das práticas mais usuais, como yoga, tai chi chuan, automassagem, fitoterapia, entre outras. “Ampliar as práticas foi muito proveitoso. Levamos as PIS para escolas, que ajudaram a reduzir a taxa de autoextermínio. E levamos o TRE às UBS da região para atender os servidores, que também precisam de mais qualidade de vida. Com certeza, atendemos mais de 40 mil pessoas este ano”, enumera o técnico de Enfermagem do Cerpis, Joceilson Alves. O Cerpis dá ênfase à promoção da saúde, à educação popular em saúde e aos atendimentos com uma visão integral do ser humano e da natureza. Também distribui de mudas e plantas medicinais, manipula fitoterápicos e forma servidores de saúde na pesquisa em PIS e na cooperação com entidades afins.

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Hran terá mutirão com 400 atendimentos para câncer de pele

Um mutirão gratuito será realizado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), neste sábado (7), para prevenção ao câncer de pele. A expectativa é que médicos voluntários façam 400 atendimentos no dia, por ordem de chegada. A ação começa às 9h e vai até as 15h. A iniciativa faz parte da 21ª edição da Campanha Nacional do Câncer da Pele, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Também é uma das ações de conscientização previstas no Dezembro Laranja, mês dedicado à prevenção dos tumores de pele. A medida se torna necessária porque o câncer de pele é considerado a doença de maior incidência no país. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de que aproximadamente 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil correspondem a câncer de pele não melanoma (das células basais ou das escamosas). Prevenção Recomenda-se evitar a excessiva exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios ultravioletas são mais intensos. Mesmo em outros períodos as pessoas devem se proteger com chapéu, guarda-sol, óculos escuros e filtros solares, com fator de proteção 15 ou superior. Além disso é necessário fazer autoexame da pele de modo regular, para detectar precocemente o câncer e anotar as datas e a aparência da pele em cada exame. A orientação é ficar alerta a manchas pruriginosas (que coçam), descamativas ou que sangram, sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor e feridas que não cicatrizam em quatro semanas.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Educação permanente é tema de workshopp

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto: “Precisamos trabalhar de forma mais eficiente, mais rápida e com mais efetividade” | Foto: Breno Esaki / SES Cerca de 80 servidores da Secretaria de Saúde (SES) participaram, na manhã de quinta-feira (5), do Workshopp de Educação Permanente em Saúde como Ferramenta de Gestão e Inovação. O encontro foi promovido pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas e contou com a presença do secretário de Saúde, Osnei Okumoto. “A educação permanente é essencial para que possamos fundamentar nossas necessidades por meio dos processos existentes e nas modificações”, destacou o secretário. “Precisamos trabalhar de forma mais eficiente, mais rápida e com mais efetividade.” O objetivo do workshop foi disseminar, junto aos gestores e demais servidores da SES, a educação permanente, sua importância para a melhoria dos processos de trabalho e o papel desempenhado pela Gerência de Educação em Saúde nesse sentido. Reforço no atendimento “O pilar mais forte para que a gente, de fato, consiga ter serviço de saúde público de excelência é a educação permanente”, resumiu a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida. “É importante que os chefes, gestores da superintendência, unidades de referência, compreendam a necessidade, o quanto isso vai incrementar as equipes e liberem seus servidores para serem treinados. É importante que incentivem e sejam multiplicadores do conhecimento. Assim, vamos fortalecer o atendimento em saúde pública.” Sislene lembrou que, entre todas as capacitações já promovidas neste ano, uma de grande projeção foi a de libras, realizada em parceria com o Instituto Federal de Brasília (IFB). Trezentos servidores já foram capacitados no primeiro módulo. “Isso significa inclusão de pacientes que não tinham o acesso”, explicou. * Com informações da SES

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