Resultados da pesquisa

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Hospital do Gama reabre centro cirúrgico

O Hospital Regional do Gama (HRG) reabriu o Centro Cirúrgico nesta segunda (2). O lugar estava desativado para receber manutenção corretiva de recuperação da estrutura, danificada por um vazamento de água da chuva. Os esforços da Secretaria de Saúde garantiram uma recuperação em tempo recorde e o espaço foi entregue antes do prazo previsto. O primeiro parto após a reabertura do Centro Cirúrgico foi realizado nesta segunda (2), assim que a Vigilância Sanitária e a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) avaliaram as obras e liberaram o funcionamento. “Agradecemos a todos os servidores e gestores do HRG, que direta ou indiretamente participaram desta recuperação. O centro cirúrgico do hospital foi entregue depois de oito dias de esforços. É um tempo recorde”, destaca a secretária-adjunta de Assistência à Saúde, Lucilene Florêncio.   Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação A previsão de término da manutenção era de 20 dias, mas o trabalho conjunto de toda a equipe do hospital e do apoio da rede fez com que o reparo fosse concluído antes da data estipulada. “Essa retomada tão rápida do Centro Cirúrgico só foi possível com a colaboração de todos”, ressaltou o superintendente da Região de Saúde Sul, Lucimir Henrique Maia.   A força-tarefa agilizou a correção das falhas – como a troca do forro de gesso, da rede elétrica e realizadas alterações na tubulação para aumentar a capacidade de escoamento da água. “A organização do trabalho foi a peça-chave para o êxito”, ressalta a diretora do HRG,  Katymara Meira Borges. Assistência Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação Durante a manutenção corretiva, foi montado um plano de ação para atender à população. O Pronto-socorro e todas as outras áreas do hospital continuaram atendendo normalmente, à exceção do centro cirúrgico. As cirurgias foram transferidas para outros hospitais, que seguiram um protocolo do plano de emergência da pasta e que mobiliza toda rede. Nesse período, todos os setores do HRG mantiveram a assistência em funcionamento, sem necessidade de pacientes serem deslocados para outros hospitais. O corpo de técnicos e gestores manteve as ações e se esforçou para garantir toda a assistência. Humanização O HRG é a maternidade que mais faz parto Distrito Federal. E tem um diferencial no primeiro acolhimento às pacientes, que é o balcão de atendimento do hospital. O primeiro contato aproxima o servidor e a paciente, pois o balcão sem divisórias torna o atendimento mais humanizado. Revitalização A estrutura do Hospital Regional do Gama é antiga e durante muitos anos não recebeu manutenção. Para garantir a melhor assistência ao cidadão e condição de trabalho aos servidores, a Secretaria de Saúde tem executado, desde o início deste ano, uma grande ação de revitalização de toda a rede pública de saúde. Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação Na atual gestão, o HRG, por exemplo, já recebeu a troca do telhado e do encanamento, impermeabilização, instalação de manta, hidrojateamento, alterações hidráulicas e outros serviços. Houve ainda a manutenção do laboratório, banheiros, radiologia e do Pronto-socorro Infantil. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Aumenta demanda por atendimento noturno em UBS

| Foto: Divulgação As 19 unidades básicas de saúde que passaram a funcionar até as 22 horas começam a registrar, gradativamente, aumento da demanda. Nesta segunda semana de expediente ampliado, umas das que se destacou foi a do Arapoanga, em Planaltina. Por lá, cerca de cinco consultas médicas e três de odontologia são agendadas por noite, além dos atendimentos de agenda aberta para situações não urgentes. Caso não houvesse esse novo horário de funcionamento,  a servente Carla Cristina Santos teria perdido a consulta, marcada para as 16h30 dessa terça-feira (12). “Peguei engarrafamento voltando do trabalho e cheguei atrasada. Então, me ofereceram atendimento para o horário noturno e achei ótimo, pois não vou perder a consulta nem precisar remarcar para um dia de trabalho”, comemorou. Gerente da Unidade Básica de Saúde Nº 5 do Arapoanga, Rosimeire Araújo Santos observa que a cidade é considerada dormitório, ou seja, as pessoas que moram ali trabalham fora e chegam tarde em casa. “A gente funcionava até as 18 horas e, quem trabalha fora, não conseguia chegar neste horário e acabava não vindo. A procura era baixa. Agora, temos notado um aumento de procura e marcando as consultas à noite, dando preferência à marcação com o profissional da equipe vinculada de saúde da família”, explica.  Para o cabeleireiro Alan Gouveia, a marcação à noite caiu bem. Precisando restaurar um dente, aproveitou o horário de almoço para tentar atendimento na semana passada, mas quando ofereceram a opção de agendamento à noite, não pensou duas vezes. Ele foi atendido na noite dessa terça-feira (12). “Só assim eu não deixo de atender clientes e ainda posso me cuidar. Fiquei até surpreso em saber desse atendimento noturno, porque nem dentista particular atende à noite”, comparou. Agenda aberta Além das consultas marcadas, as unidades básicas de saúde funcionam com agenda aberta, ou seja, atendem a pacientes que não estavam com consulta marcada. “Vale ressaltar que não somos porta de emergência. Atendemos apenas a casos não urgentes”, frisa Rosimeire. Pensando nisso, Nayara Priscila levou o filho, Luiz Miguel  Ferreira Castro, para que o clínico examinasse o motivo de uma febre que persiste há pelo menos três dias. “Como trabalho durante o dia, cheguei em casa, peguei ele e vim consultar. Não é caso de levar a um hospital”, disse. Com a abertura do novo turno, a UBS 5 do Arapoanga está reforçando as medidas de segurança, como implantação de luzes na área externa e concentrando os vigilantes em única entrada após as 18 horas.

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Hospital de Taguatinga ganha melhorias do piso ao teto

Quem circula pelo Hospital Regional de Taguatinga (HRT) pode observar que vários serviços estão sendo executados ao mesmo tempo. No terceiro andar, o paciente que precisa ir do Pronto-socorro à Oftalmologia ou ao Centro Cirúrgico passa por uma lona que isola a área para a troca do piso do corredor. Manutenções também estão em curso no ambulatório, com a substituição das esquadrias. No subsolo, a galeria de serviços está recebendo novas tubulações – e as inativas estão sendo retiradas. As instalações elétricas do setor também estão novas. Até o momento, já foram investidos R$ 414.632,02. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde Inaugurado há 45 anos, a estrutura do HRT ficou um longo período sem receber a manutenção necessária. “Precisamos dar um bom atendimento à população, com segurança para pacientes e servidores. Algumas obras não aparecem, mas são fundamentais para sustentar as bases de tudo”, diz o diretor do HRT, Wendel Moreira. A situação das galerias de serviço, no subsolo da unidade, era uma das maiores preocupações. O trabalho foi iniciado nas alas sul e norte, localizadas abaixo da área administrativa do hospital, com uma extensão de 200 metros. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde Nesta área, está sendo refeita a rede de drenagem de esgoto e a de águas pluviais; a instalação de iluminação; a retirada de tubulações de ar condicionado inativas e encanamentos de água, drenos e equipamentos ainda da época das caldeiras. Somente para a retirada do sistema de drenagem da água no subsolo foram necessários mais de três dias ininterruptos, com vazão média de 16 mil litros por hora. Necessidades O corredor do terceiro andar também apresentava sinais de degradação devido ao longo tempo de uso sem receber o devido cuidado. O local é caminho para macas, carrinhos de refeições e trânsito de pacientes a caminho do Centro Cirúrgico e Obstétrico. Inclusive dá acesso à área de exames, como raio X e mamografia, entre outros. O piso, que data da inauguração do prédio, está sendo substituído por granitina, material durável e de fácil limpeza e manutenção. Ao mesmo tempo, também estão sendo trocadas as esquadrias do ambulatório, avariadas devido ao desgaste das mais de quatro décadas de exposição ao tempo. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde Também foi refeita toda a instalação de cabos de energia da subestação e colocação de novos quadros de distribuição na sala do mamógrafo – além da revitalização do abrigo para resíduos, com restauração completa do piso. Os técnicos ainda retiraram vazamentos e infiltrações nas emergências, portaria central, pronto-socorro e ambulatório. E, por fim, concluíram revitalização do parque da pediatria, com manutenção e pintura dos brinquedos. Há, ainda, a previsão de realizar outras obras de manutenção até o final deste ano. A executora dos serviços é a empresa com contrato de manutenção vigente.

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Força-tarefa realiza 73 cirurgias em uma semana

O quarto ano da força-tarefa de reconstrução mamária do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) foi concluído com saldo positivo. Foram realizadas 73 cirurgias, sendo seis mastectomias com retirada total da mama e reconstrução imediata (plástica mamária reconstrutiva) – além de simetrizações, colocação de próteses, reconstrução de aréola e mamilos. Desse total, 13 mulheres tiveram as aréolas tatuadas. Os procedimentos foram realizados entre os dias 21 e 25 de outubro e tiveram a colaboração de dezenas de voluntários. Na avaliação da supervisora do Centro Cirúrgico e uma das organizadoras da iniciativa, Mônica Dias, a ação foi muita positiva.  “Atendemos 68 mulheres, que saíram daqui felizes e resgataram sua autoestima depois de todo o sofrimento causado por um câncer de mama. Todos os dias, nós tínhamos cinco salas de cirurgia funcionando e os voluntários fizeram toda a diferença. Sem eles não teríamos realizado esta ação”, comemora Mônica. Foram atendidas pacientes como Geanelise Stoffel Pereira, 47 anos, que concluiu o tratamento contra o câncer em maio de 2017, quando fez a retirada total da mama. Em 2018, ela fez a primeira parte da reconstrução, durante o Outubro Rosa, com a colocação da prótese. Geanelise: processo doloroso recompensa – Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação Este ano, Geanelise voltou ao HRT para fazer os detalhes. “Eu fiz a aureola e uma lipo para o enxerto, a simetrização da mama (com a gordura do próprio corpo). Mas o que dói mais são as pálpebras, que tiveram parte da pele retirada para fazer a aréola. Está inchada e incomodando”, relata a paciente. Todo esse processo doloroso tem uma recompensa, confessa Geanelise: “É um alívio, porque a gente luta muito contra isso. Mas eu já estou me sentindo maravilhosa. Minha fisioterapeuta, Flávia, fala: você é maravilhosa”, sorri a paciente, enquanto recebe as orientações da fisioterapeuta Flávia Ladeira Ventura Caixeta, uma das voluntárias do pós-operatório da ação. Flávia a atende há sete meses no Ambulatório. “Ela me ajudou a recuperar os movimentos do braço, porque fica tudo travado”, lembra Geanelise. Desta vez, além dos exercícios para os braços, recebeu orientações para exercitar a face por causa da retirada de pele das pálpebras. Reconhecimento Maria Luci: filha com inveja – Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação O processo de reconstrução mamária de Maria Luci da Silva Ferreira, 67 anos, foi mais rápido. Ela realizou esta etapa logo a retirada da mama, com a colocação da prótese, tudo na mesma cirurgia.  A paciente, sorridente e bem humorada, já comemorava a colocação das próteses um dia após a cirurgia. “Retirei dois nódulos de uma mama, mas coloquei silicone nas duas. Quem está com inveja é minha filha”, brinca.   Voluntários  Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação Para que fosse possível realizar um número tão grande de cirurgias, as equipes do HRT contaram com a colaboração de um número expressivo de voluntários. Ao todo, foram 38 cirurgiões, 24 anestesistas, dez enfermeiros, 30 técnicos e três tatuadores, que doaram seu tempo somente no Centro Cirúrgico. Outros 27 profissionais atuaram no Centro de Esterilização de Materiais e nas enfermarias. Esses voluntários são os próprios servidores da unidade, que foram trabalhar fora de seu horário normal de expediente, servidores aposentados, profissionais de outras unidades de saúde do Distrito Federal e de estados vizinhos. Este foi o quarto ano de realização da força-tarefa. As equipes atendem às pacientes que estão na fila de espera pela cirurgia de reconstrução após o câncer de mama.

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Em 40 anos, o DF terá mais idosos do que jovens? O que fazer?

Desafio é o que move pessoas, instituições e governos. Mas há um especialmente instigante para o Governo do Distrito Federal até 2060, quando a capital completa 100 anos: o envelhecimento da população. Hoje, 44% de quem vive no DF tem entre 30 e 59 anos. E apenas 10,5% da população tem mais de 60 anos. Em 40 anos, no entanto, as duas faixas etárias vão se aproximar – o que vai exigir a formulação de novas políticas públicas em diferentes áreas, como saúde, transporte, mobilidade urbana e social (confira gráfico abaixo). Arte: Édipo Torres/Agência Brasília Em 2060, o percentual de idosos vai chegar a quase 33% da população, de acordo com projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, a quantidade de adultos entre 30 e 59 anos vai cair para 38%. Mais grave: o percentual de maiores de 60 anos vai ultrapassar o de crianças e jovens entre 0 e 19 anos (17,4%), que hoje representam 30% da população. Isso vai exigir uma mudança estrutural e profunda no padrão de demanda por serviços. O Plano Estratégico do Distrito Federal 2019/2060 (PEDF), norteador das ações do GDF para que a capital chegue ao seu centenário atendendo as demandas atuais da população – e, também, as necessidades das gerações futuras -, considera o envelhecimento da população uma grande preocupação para a atuação eficiente do Estado. Três eixos tratam de iniciativas relacionadas à pessoa idosa (saúde, desenvolvimento social e territorial) e várias ações estão previstas para serem implementadas até 2060. Na saúde pública, está prevista a ampliação dos serviços ofertados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), com a infraestrutura adequada de pessoal e equipamentos (desfibrilador, ultrassom obstétrico e eletrocardiógrafo) e uma maior cobertura da estratégia de saúde da família, Também será aumento o número de unidades e de equipes em Planaltina; Recanto das Emas; Samambaia; Vicente Pires; Águas Claras; Plano Piloto; lagos Sul e Norte; Fercal; Ceilândia; Paranoá; Jardim Mangueiral; Sobradinho; Santa Maria e Estrutural. No eixo Desenvolvimento Social, o plano é construir e equipar seis casas dos idosos no DF para a população de baixa renda. Quanto à mobilidade, o PEDF estabelece a implementação de acessibilidade nas 24 estações de Metrô atualmente operantes – e  a implantação de oito novas estações. Para o uso de espaço e equipamentos públicos, o Plano previu a manutenção e acesso de diversos equipamentos culturais, como o Teatro Nacional, o Museu de Arte de Brasília e a revitalização da W3 Sul. Idosos no DF Atualmente, o DF tem 303.017 pessoas com 60 anos ou mais, segundo análise da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), sobre a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) de 2018. Os dados mostram que 57,9% da população idosa é do sexo feminino – mas esse percentual aumenta com o avanço da idade, já que a expectativa de vida feminina é sete anos maior que a masculina. Entre a população acima de 80 anos, por exemplo, apenas 37,2% é de homens, enquanto as mulheres representam 62,8%.  Arte: Édipo Torres/Agência Brasília As Regiões Administrativas (RAs) com a maior quantidade de idosos, em números absolutos, são Ceilândia (42.869), Plano Piloto (39.157) e Taguatinga (31.483). Quase 40% da população idosa do Distrito Federal vive nessas cidades. Mas as duas regiões onde a proporção de idosos em relação ao total da população é maior são os lagos Sul e Lago Norte, onde o percentual de idosos chega, respectivamente, a 23,8% e 21,2% dos moradores. Para a chefe do Núcleo de Estudos Populacionais da Codeplan, Mônica França, a combinação da elevada esperança de vida com a redução na taxa de fecundidade resultou no envelhecimento progressivo do indivíduo e aumento da participação desta faixa etária no total da população.  Ela ressalta que o crescimento do número de idosos no DF é mais rápido que o de outros estados – cresceu quase meio percentual de 2018 para 2019 por exemplo. “A crescente participação do idoso na população assim como na força de trabalho vai exigir a formulação de novas políticas públicas em diferentes áreas, como previdência social, saúde, mobilidade, transporte, estrutura pública e até cultura”, afirma. “O Estado vai precisar parar de se ocupar com a demanda por creches ou UTI neonatal, por exemplo, para se preocupar com a oferta de UTI geriátrica”, exemplifica. Mônica ressalta que os demógrafos dão importância a três agrupamentos populacionais, as crianças (0 a 14 anos); jovens e adultos (15 a 59 anos) e os idosos (60 anos ou mais). Considerando esses três grupos, a razão de dependência da população do DF hoje, onde 69% tem entre 15 e 59 anos, é de 100 pessoas economicamente ativas para cada 45 dependentes (0 a 14 anos ou acima de 60 anos).  Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Em 2060, essa razão será de 100 para 83. “Isso quer dizer que 100 pessoas vão precisar trabalhar para manter 83 economicamente dependentes –  os idosos e as crianças”, explica. “Hoje temos mais gente trabalhando do que sem trabalhar. Em 2060 será quase meio a meio. Isso é grave”, completa.  Políticas públicas O Distrito Federal tinha uma Secretaria do Idoso, que funcionou até 2014, mas, na gestão passada, foi transformada em uma coordenação vinculada à então Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedest). O governador Ibaneis Rocha, quando assumiu o GDF, criou uma subsecretaria do idoso, vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus).  “O envelhecimento é uma característica humana. Sua proteção é um direito social. Dessa forma, é obrigação da sociedade, de modo geral, garantir a efetivação desse direito de forma digna. Mas também é uma obrigação do Estado a efetivação de políticas que contribuam para a garantia de direitos aos idosos”, afirma o secretário de Justiça e Cidadania, Gustavo Rocha. O subsecretário de Políticas para o Idoso, Washington Mesquita, explica que o papel da Subidoso é levar o pleito da população com mais de 60 anos ao governo, acompanhar investimentos e contribuir para a elaboração de políticas públicas – e sempre em parcerias com outras pastas.  “Estamos retomando um trabalho que ficou praticamente paralisado durante quatro anos”, afirma. “Somos a voz do idoso, queremos fazer a gestão das políticas públicas para eles. Nossa meta é tornar Brasília uma referência no envelhecimento ativo e saudável”, acrescenta. Programa Viver Em 10 meses de governo, a primeira grande ação da Subidoso foi o lançamento do Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável do DF, que prevê a promoção de ações conjuntas nas áreas de educação, atendimento jurídico e direitos humanos/cidadania, com vistas à promoção do envelhecimento ativo, à melhoria da qualidade de vida, à conscientização sobre os direitos da pessoa idosa e à valorização dessa população no Distrito Federal.   Como parte das ações, foi inaugurado, em julho, no Centro de Convivência do Idoso do Recanto das Emas, um centro de inclusão digital específico para o atendimento dos maiores de 60 anos. O local oferece, gratuitamente, cursos de informática básica, navegação de internet e redes sociais para a inclusão digital e social de pessoas nessa faixa etária.  Outros quatro centros de inclusão digital estão em funcionamento no DF e atendem todas as faixas etárias da população, inclusive idosos. A meta é ter um em cada região administrativa. “Mais do que inclusão digital, estamos fazendo inclusão social. A gente tira ele da ociosidade – e do abandono, muitas vezes – faz uma interação comunitária. Tem idoso que nunca ligou o computador ou nunca acessou a internet”, ressalta Mesquita. Impactos na saúde O subsecretário de Políticas para o Idoso, porém, reconhece que o maior impacto do envelhecimento da população será na saúde. Com um maior número de idosos, sabe-se o que o Estado deverá lidar com o: aumento das doenças crônicas não transmissíveis e maior procura dos serviços de saúde para tratamento das doenças crônico-degenerativas, que acometem, principalmente, os maiores de 60 anos. [Numeralha titulo_grande=”75,3% ” texto=”dos idosos brasileiros dependem exclusivamente dos serviços prestados pela rede pública de saúde ” esquerda_direita_centro=”direita”] Um estudo do Ministério da Saúde, divulgado em outubro do ano passado, mostrou que 75,3% dos idosos brasileiros dependem exclusivamente dos serviços prestados no Sistema Único de Saúde – sendo que 83,1% realizaram pelo menos uma consulta médica nos últimos 12 meses.  Nesse período, foi identificado ainda que 10,2% dos idosos foram hospitalizados uma ou mais vezes. Quase 40% dos maiores de 60 anos possuem uma doença crônica e 29,8% possuem duas ou mais delas, como diabetes, hipertensão ou artrite. Ao todo, 70% dos idosos possuem doenças crônicas. Vida financeira No DF, a população idosa possui uma renda média de R$ 3.938, segundo a Codeplan, e 46,4% em média possuem plano de saúde – sendo que a maioria (56,9%) está na faixa etária de 80 anos ou mais. No entanto, há uma desigualdade entre as RAs. Enquanto 87,9% dos idosos nas regiões de maior renda pagam um convênio particular, apenas 13,7% deles têm plano nas RAs de menor renda.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Washington Mesquita, da Subidoso, afirma que um termo de cooperação com a Secretaria de Saúde será assinado em breve – para garantir o melhor atendimento aos idosos nas UBSs, nas UPAs e hospitais. Com isso, uma equipe do programa saúde da família prestaria atendimento uma vez por semana nos Centros de Convivência de Idosos – existem 14 no DF. Ele também diz que o GDF quer criar seis “casas-dia do idoso”, um local para os maiores de 60 anos fazem oficinas diversas.  Clínica móvel Além disso, foi incluído no Plano Plurianual do GDF para o período 2020 a 2023, que foi encaminhado para a Câmara Legislativa, a previsão orçamentária para implementar a Clínica Móvel de Saúde da Pessoa Idosa, uma carreta equipada com três consultórios: uma clínica médica para atendimento preventivo e correto encaminhamento da idoso a uma unidade da saúde pública uma clínica oftalmológica com a proposta de, além de fazer consultas, dar a receita de óculos e diagnosticar catarata, oferecer armações e lentes gratuitas para pessoas de baixa renda  uma terceira com um otorrino [Olho texto=”A carreta teria um investimento de apenas R$ 100 por paciente” assinatura=”Washington Mesquita, subsecretário de Políticas para o Idoso” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A ideia é que a carreta percorra todo o DF e passe uma semana estacionada em cada RA. O custo seria de R$ 3 milhões por ano e a previsão é atender 30 mil pessoas por ano.  A clínica móvel seria uma forma de levar a máquina pública até as pessoas. “Um idoso que mora no Sol Nascente, por exemplo, não teria que ir para a Ceilândia até o hospital, o médico estaria na porta dele”, diz Mesquita. Cuidados Maria Francisca de Jesus Oliveira, 69 anos, tem diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e artrite. Até dois meses atrás, ela só saía de casa com o auxílio de uma bengala que aliviava a dor na coluna e lhe dava mais equilíbrio. Mas, depois que começou a frequentar o grupo Vida e Saúde e participar das atividades oferecidas na Unidade Básica de Saúde (UBS) 6, de Ceilândia Sul, sua qualidade de vida melhorou. “Eu só andava com a bengala. Agora faço os exercícios sem ela”, diz. “Minha glicose está controlada, já perdi peso. Não fico mais sem vir”, conta. Maria Francisca: da bengala aos exercícios livres – Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Todos os dias, de segunda a sexta-feira, um grupo de idosos se reúne embaixo de uma tenda no estacionamento da UBS 6 às 7h30. Faça chuva ou faça sol eles estão lá, só faltam quando estão doentes. No local, funcionários do posto de saúde e voluntários da comunidade comandam aulas de treinamento funcional, alongamento, automassagem, forró, zumba, terapia ocupacional e fisioterapia. Às 9h, um grupo e 10 idosos participa de um circuito de prevenção de quedas, dado por funcionários da UBS. A terapeuta ocupacional Polyana Gonçalves de Sousa, responsável pelas atividades, afirma que, mais importante que o exercício físico, é a socialização que os encontros proporcionam. “Aqui eles fazem amigos, saem de casa, não entram em depressão. Eles passeiam juntos e até viajam em grupo”, diz. Maria Alice dos Santos Souza, 68 anos, é prova disso. Ela frequenta o grupo há mais de um ano e não economiza nas histórias e gargalhadas. “A gente cuida da saúde, mas é uma diversão só. Saio daqui livre, leve e solta”, dizia, sorridente, enquanto era questionada se iria ao passeio na Água Mineral na próxima sexta-feira. De acordo com a Secretaria de Saúde, todas as UBS têm cuidados para idosos.

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Dia Mundial da Obesidade é celebrado com avanços

O hábito de vida dos brasileiros tem mudado ao longo dos últimos anos e tornou-se mais saudável. Esse fator é um dos motivos para se comemorar o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, lembrado nesta sexta-feira (11). No Distrito Federal, o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão (Cedoh), referência no segmento, este ano ampliou suas atividades, abrindo atendimento em grupo também para crianças. “Nesta data, temos avanços a comemorar”, destaca a médica Alexandra Rubim Sette, gerente do Cedoh. “Criamos um olhar diferenciado e sabemos que a obesidade é uma doença crônica, de causas multifatoriais. Temos trabalhado para que os profissionais tenham esse olhar.” Alerta ainda vale De acordo com a mais recente pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, 570 mil pessoas são obesas no Distrito Federal. Isso equivale a 19% da população, se considerada a proporção em 3 milhões habitantes. [Numeralha titulo_grande=”570 mil” texto=”Número estimado de pessoas obesas em todo o DF” esquerda_direita_centro=””] Ainda segundo os dados apurados pela pesquisa, a prevalência de obesidade e excesso de peso registra índices de estagnação nas capitais do país, e brasileiros já demonstram hábitos mais saudáveis. O estudo apontou que a população está melhorando os hábitos de vida, inclusive passando a praticar mais atividades físicas. O alerta, no entanto, permanece: quase um em cada cinco brasileiros (18,9%) é obeso. Mesmo com a diminuição dos índices de obesidade, especialistas alertam: um em cada cinco brasileiros é obeso | Foto: Freepik / Divulgação Atendimento no DF “No DF, temos uma linha de cuidados para sobrepeso e obesidade e três regiões de saúde possuem serviços especializados”, explica Alexandra Sette. O atendimento no centro é destinado a pessoas com o índice de massa corporal (IMC) de 34 a 49.9, com comorbidades. O paciente ou responsável deve buscar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima da residência para ser avaliado e encaminhado ao tratamento especializado, se necessário. “Temos aproximadamente 50% de sucesso no tratamento e conseguimos reduzir de 5% a 10% do peso inicial”, aponta a médica. “Esses pacientes ainda vão sair obesos após o nosso acompanhamento, mas estarão metabolicamente saudáveis e orientados”. A especialista explica que a assistência é prestada na unidade por um período de dois anos. Após esse prazo, quando estão mais saudáveis, os pacientes são direcionados às UBS, indicados à cirurgia bariátrica ou ao acompanhamento de um endocrinologista da Atenção Secundária – dependendo de cada caso. * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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Hemocentro e Hospital da Criança firmam parceria para troca de experiências

Documento foi assinado por representantes da área | Foto: Mariana Raphael / Secretaria de Saúde Melhorias nos processos de trabalho e na assistência à população são alguns dos benefícios previstos na parceria firmada entre a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) e o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Um termo de cooperação técnica foi assinado, nesta quinta-feira (10/9), por representantes das duas instituições da Secretaria de Saúde, para formalizar o acordo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Essa cooperação técnica tem como finalidade unir os processos, trocar experiências de gestão e também o trabalho técnico que envolve as duas instituições. Sempre é importante possibilitar que as unidades que compõem a nossa rede possam trabalhar em conjunto”, ressaltou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, após assinar o termo. Para o superintendente-executivo do HCB, Renilson Rehem, a troca de experiências entre duas instituições de excelência será uma oportunidade para revisar, agilizar e atualizar os processos administrativos e de segurança do paciente. “Estamos animados com a parceria, para trazer bons resultados às duas instituições. A expectativa é que tenhamos processos de melhor qualidade, com mais segurança, o que resulta em benefícios à população”, destacou. De acordo com a diretora-presidente do Hemocentro, Bárbara Simões, experiências serão trocadas em áreas como compra de produtos especiais, transfusões, patologias, infraestrutura, gestão do parque tecnológico, entre outros. A ideia é compartilhar soluções e reunir esforços para encontrar respostas a problemas comuns. “Nós já iniciamos a parceria e, agora, ela foi formalizada. Estabelecemos um plano de trabalho para que as áreas possam delinear, de forma organizada e objetiva, nossas perspectivas de trabalho”, informou Simões. Plano As instituições estabeleceram um plano de trabalho por áreas temáticas, com objetivos específicos para cada uma delas. O eixo de planejamento estratégico, por exemplo, pretende reformular instrumentos como o mapa estratégico da FHB. Na parte de laboratórios especializados, as instituições vão compartilhar conhecimentos sobre citometria de fluxo (técnica utilizada para contar, examinar e classificar partículas microscópicas), imuno-hematologia e pesquisa. Já na área de comunicação, o aprimoramento pretende focar em indicadores, voluntariado e mobilização social. O plano de trabalho abrange ainda satisfação do usuário, tecnologia da informação, recursos humanos, logística e suprimentos. Para cada área temática será designada pelo menos uma área da FHB e outra do HCB, responsável pelo andamento das atividades.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Fórum celebra 15 anos de Complexo Regulador do DF

| Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde A importância do Complexo Regulador para as atividades da Secretaria de Saúde foi um dos destaques apresentados, nesta terça-feira (8), na abertura do 1° Fórum de Regulação em Saúde do Complexo Regulador do Distrito Federal. O evento marcou a celebração dos 15 anos deste serviço na capital federal e foi palco de palestras, mesas-redondas e homenagens a servidores que atuam na área, responsáveis pelo acesso à atenção especializada e hospitalar. Utilizar as informações extraídas do Complexo Regulador do DF (CRDF) para auxiliar nas estratégias de gestão foi um dos pontos ressaltados pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, ao discursar para mais de 200 servidores da pasta no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). “No sentido de ofertar o melhor atendimento à população, utilizar os dados do Complexo Regulador como ferramenta de gestão é fundamental. Seus indicadores, cada vez mais, facilitam as decisões do dia a dia, para garantirmos o atendimento mais humanizado às pessoas”, declarou. | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Okumoto apresentou dados como os 419 leitos das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 2.925 leitos de internação em enfermaria que estão sob acompanhamento da regulação. Além disso, 60% das especialidades ambulatoriais também estão reguladas, o que representa 32 especialidades, entre consultas (23) e exames (9). “Em 2004, apenas Dermatologia e Oftalmologia estavam reguladas, o que mostra uma evolução muito grande no Complexo Regulador nesses anos. Isso nos possibilita, dentro dos indicadores, uma melhor forma de discutir as ações que vamos adotar na gestão”, completou o secretário. No mesmo viés, o diretor-geral do CRDF, Petrus Sanchez, lembrou como a regulação pode auxiliar os servidores nos atendimentos e na organização dos serviços. “Somos o instrumento para reportar às instâncias superiores o que acontece na ponta, para que as decisões tomadas sejam bem fundamentas com dados”, ressaltou. Desafios e projetos Também presente à cerimônia, o diretor nacional de Regulação, Avaliação e Controle do Ministério da Saúde, João Barreto, destacou o papel e os desafios que a regulação enfrenta em todo o país. Entre eles o desenvolvimento de um conjunto de processos de trabalho que facilitem a integração dos sistemas de saúde. “Lançar mão de estratégias nesse sentido é essencial. O DF vem experimentando isso no projeto do Telessáude, com a parceria do Hospital Sírio Libanês. Julgamos ser estratégico para organizar e melhorar a nossa capacidade de atuar sobre as grandes filas de espera que, hoje, ainda imperam na maior parte do país”, comentou João Barreto. Serviços Todas as centrais de regulação do CRDF executam o processo de acesso dos pacientes aos serviços de internação hospitalar; internação ambulatorial (procedimentos e consultas especializadas); cirurgias eletivas; cirurgias de alta complexidade; transporte sanitário; urgências; transplantes de pacientes do Distrito Federal e de fora dele. O processo de regulação de transplantes do DF é sistematizado por meio da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos e Tecidos (CNCDOT), do Banco de Órgãos e Tecidos (BOT), do Núcleo de Organização de Procura de Órgãos (Nopo) e do Núcleo de Relacionamento Inter Hospitalar (NRIH). Já o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é responsável pela regulação do acesso aos serviços de atendimento às urgências e emergências pré-hospitalar móvel e também pelas transferências hospitalares. Histórico O processo de regulação do acesso aos serviços públicos de saúde na Secretaria de Saúde do DF começou em 2003 com a regulação de consultas, exames e procedimentos na área de Dermatologia e Oftalmologia, após a criação da primeira central de regulação. Em 2006 o processo se expandiu para área de internação hospitalar com a finalidade de regular os leitos de UTI.   * Com informações da Secretaria da Saúde

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Secretaria faz sexta chamada de servidores em retorno do Instituto de Saúde do DF

A Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep) da Secretaria de Saúde fez nesta segunda-feira (23) a sexta chamada dos servidores lotados no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges–DF) que optaram por retornar àquela pasta. Eles deverão se apresentar no auditório da administração central às 14h30 desta quarta-feira (25), munidos do formulário do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) já preenchido. Clique aqui? para visualizar a listagem nominal de quem deve comparecer. Caso não optassem pela comunicação de retorno à Secretaria de Saúde de maneira presencial, os servidores deveriam ter manifestado sua decisão até 24 de maio por meio da plataforma http://sigs.saude.df.gov.br/, já expirada para essas escolhas. A Portaria nº 213, de 8 de abril de 2019, publicada na edição de 9 de abril do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), estabeleceu os critérios de permanência no Iges-DF ou de retorno à secretaria. A portaria definiu ainda um prazo de até 150 dias, a contar da assinatura do Contrato de Gestão, formalizada em 27 de maio de 2019, para a substituição gradativa dos servidores que optaram pelo retorno à secretaria. Os profissionais serão encaminhados para as novas lotações gradativamente, na medida das substituições capitaneadas pelo Iges-DF. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Segurança do paciente é tema de workshop

O Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) promove, em 17 de setembro, o I Workshop Fale pela segurança do paciente! Ninguém deve sofrer dano no cuidado de saúde. O tema central é a segurança do paciente dentro das unidades de saúde da rede pública, conforme estabelece o Ministério da Saúde. As inscrições podem ser feitas até a data de início do workshop, que, previsto para se realizar no auditório do HRT, é aberto a todos os profissionais da Região de Saúde Sudoeste. A finalidade é estimular e reforçar as práticas de segurança, como identificar o paciente, evitar quedas, comunicar situações adversas e higienizar as mãos. Essas ações fazem parte de uma série de protocolos a serem seguidos por médicos e enfermeiros, bem como por pacientes e acompanhantes. O tema do seminário é o mesmo da campanha deste ano sobre segurança do paciente, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que traz o questionamento Como você pode melhorar a segurança do paciente? “Queremos fortalecer a cultura da qualidade e da segurança do paciente nos profissionais da nossa região, pois acreditamos que isso qualifica o atendimento, trazendo benefícios tanto para os pacientes quanto para os próprios profissionais”, explica a chefe do NQSP, Thaís da Silva Braga Aben-Athar. Prevenção é possível De acordo com o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), produzido em 2018 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aproximadamente 30% a 36% dos óbitos determinados por eventos adversos graves podem ser prevenidos. A forma indicada para evitar essas mortes é o estabelecimento de políticas e programas de segurança do paciente, com direcionamento para as populações de maior risco. As ações de prevenção contribuem para a maior efetividade desses programas, reduzindo o sofrimento das pessoas, diminuindo os custos assistenciais e aumentando a disponibilidade de leitos hospitalares. Veja como se inscrever no workshop. * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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Unidades básicas de saúde se mobilizam em campanha contra o suicídio

Nesta quinta-feira (12), a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Vicente Pires fará uma roda de conversa com a população sobre a prevenção ao suicídio. “Você não está sozinho” é a frase que abre o convite para a atividade, que inclui automassagem, tai chi chuan e Qi Gong (pronuncia-se Chi Kun). O início está previsto para às 7h30, no 3º andar. Com uma programação organizada para todo este mês, as Unidades Básicas de Saúde da Região Sudoeste estão desenvolvendo várias outras atividades sobre o suicídio.  A atividade foca em pacientes que buscam todo tipo de atendimento nesses locais e investe na formação dos servidores. Os profissionais também estão indo às ruas e escolas para chamar a atenção para a valorização da vida. “A população está recebendo muito bem as informações sobre a valorização da vida e a prevenção ao suicídio que nossas equipes estão divulgando”, informa a terapeuta ocupacional da UBS 3 de Taguatinga, Nadja Villela.  “Buscamos esclarecer que, nas unidades básicas, também dispomos de profissionais e atividades que podem auxiliar na prevenção e tratamentos da saúde mental. E ainda informamos que estamos sempre prontos a recebê-los”, ressalta. Nesta unidade, a primeira atividade foi realizada na última terça-feira (10), quando aconteceu uma ação pelo Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Houve distribuição de abraços grátis na faixa de pedestre em frente à unidade e sensibilização sobre o tema. A equipe multidisciplinar do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) tem programado, para a manhã do dia 17, uma ação no Centro de Educação 6 de Taguatinga e, para o dia 26, um treinamento em serviço para profissionais da UBS 3 de Taguatinga, com o apoio do Centro de Valorização da Vida (CVV). Já a UBS 1 de Taguatinga planejou, para o dia 26, um encontro com os usuários da unidade com o tema Aprendendo a identificar sinais que podem salvar vidas. A atividade terá início às 14 horas. * Com informações da Secretaria de Saúde-DF

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Criada Secretaria da Pessoa com Deficiência

O governador Ibaneis Rocha destacou: “As pessoas com deficiência do Distrito Federal atravessaram décadas lutando pela existência dessa secretaria” | Fotos: Renato Alves / Agência Brasília O Distrito Federal ganhou oficialmente, nesta quarta-feira (11), a Secretaria da Pessoa com Deficiência, que vai funcionar na Biblioteca Nacional. A criação da pasta foi assinada pelo governador Ibaneis Rocha,no Palácio do Buriti, em cerimônia da qual também participou o vice-governador Paco Britto. No ato (veja em vídeo ao final desta matéria), foi nomeado titular da secretaria o deputado distrital Iolando Almeida. “As pessoas com deficiência do Distrito Federal atravessaram décadas lutando pela existência dessa secretaria”, declarou o governador. “A criação dela é o primeiro passo de uma caminhada muito grande que vamos ter”. Ibaneis destacou a importância de dar um tratamento horizontal a esse público e de incluir, em todos os programas do GDF, políticas e espaços destinados às pessoas com deficiência. “É um momento histórico para o DF”, declarou Iolando. “Gostaria de agradecer àqueles que acreditaram nesse sonho. Muitos governos passaram e não construíram a secretaria. Ela vai ficar na história do país como a primeira criada no Distrito Federal“. A secretaria beneficiará, aproximadamente, 650 mil pessoas. A criação da secretaria foi possível após aprovação na Câmara dos Deputados. O projeto de lei que cria a pasta foi enviado pelo Executivo em 19 de agosto. Um dos objetivos da nova pasta é assegurar políticas e ações voltadas às pessoas com deficiência e atuar pelo cumprimento dos direitos e princípios estabelecidos pela política Distrital. Expectativa “Para nós, o primeiro passo foi dado”, comemorou o cadeirante Silvio de Souza, que, desde 1981, integra a Comissão Jovem Gente como a Gente, de Planaltina. “Parabenizamos o governo pela iniciativa, e a tendência é o movimento crescer. Acredito que os projetos que vêm para nos beneficiar vão ser aprovados mais rapidamente”. Presidente do Movimento Habitacional e Cidadania das Pessoas com Deficiência, Sirlei Campos ressaltou que a luta dos mais de 13 mil associados é pela questão da moradia. “O que pedimos é um olhar diferenciado”, disse. “Os deficientes que moram em Brasília estão indo para o entorno porque é mais fácil do que aqui. Com a criação da secretaria, esperamos mais atenção com esse tema”. O secretário Militar reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), Iolando Almeida foi eleito deputado distrital em 2018. Ele é graduado em teologia e filosofia pela Universidade Católica de Brasília e atua junto às pessoas com deficiência há mais de 30 anos, sendo essa uma de suas principais bandeiras. Um acidente de motocicleta fez com que Iolando perdesse os movimentos do braço direito, gerando uma deficiência permanente. Foi dele a iniciativa de criação da a União Brasileira de Pessoas com Deficiências (Ubrapod). Veja mais no vídeo:

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Conselho de Saúde do DF terá primeira presidente do segmento sindical

Secretário de Saúde, Okumoto parabenizou o processo de escolha do colegiado | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Por 21 votos a favor e seis contrários, a servidora Jeovânia Rodrigues Silva foi eleita presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal para o biênio 2020-2021. Escolhida na manhã desta sexta-feira (6), em eleição realizada no auditório do Hemocentro do DF, Jeovânia é a primeira representante do segmento sindicalista da saúde a ocupar o cargo. “É muito emblemático. O trabalhador tem muito a contribuir”, disse Jeovânia, que representa o Sindicato dos Odontologistas do DF e é especialista em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília (UnB). “Mas é importante destacar que estar na presidência não é mais representar segmento algum. É dar voz ao coletivo. O momento é de compromisso coletivo e diálogo permanente, a partir do respeito mútuo”, frisou. Além da presidente, também foram escolhidos os novos integrantes da mesa diretora do Conselho de Saúde. Como Jeovânia Rodrigues representa os trabalhadores, os demais membros do colegiado são o vice-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), Sérgio Luiz da Costa, em nome dos gestores; e Domingos Filho e Lourdes Piantino, representante do segmento de usuários da rede pública de saúde. Jeovânia é especialista em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Lourdes Cabral Piantino já ocupou por duas vezes seguidas a gestão anterior do conselho, encerrada em 31 de agosto deste ano. Foi a primeira vez que o órgão foi presidido por usuário (a) da saúde pública. Até então, todos os presidentes eram membros da gestão da Secretaria de Saúde. Posse Presente à eleição, o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, parabenizou o processo de escolha e empossou todos os membros do novo conselho, titulares e suplentes. Com mandato de quatro anos, eles foram designados para o quadriênio 2019-2023 e nomeados na edição extra do Diário Oficial do DF? desta quinta-feira (5). “Houve [na eleição] muita harmonia, muito humor e, principalmente, a competência dessa mesa diretora, que vai nos dar a direção e o andamento para melhorar a saúde do DF, de acordo com todas as aprovações e propostas que serão deliberadas. E, logicamente, utilizadas e publicadas pela Secretaria de Saúde”, afirmou Okumoto. Estrutura permanente O Conselho de Saúde do DF é a instância máxima de deliberação do Sistema Único de Saúde (SUS). De caráter permanente, tem a missão de fiscalizar, deliberar, acompanhar e monitorar as políticas públicas de saúde. É um órgão vinculado à Secretaria de Saúde, composto por movimentos de usuários do DF, entidades trabalhistas, governo e prestadores de serviços de saúde. Na representação do conselho, os usuários têm 50% das cadeiras, enquanto gestores e trabalhadores têm 25% cada.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Energia limpa: DF quer suprir demandas futuras sem comprometer recursos naturais

Diversificar a matriz energética do Distrito Federal é fundamental para garantir a qualidade de vida dos brasilienses. Por isso, consolidar a matriz de energia limpa como base do futuro do DF é uma das batalhas elencadas no Plano Estratégico 2019-2060 e é um objetivo que deve ser buscado pelo Executivo até o centenário de Brasília. O Plano Estratégico, elaborado sob a coordenação da Secretaria de Fazenda, Orçamento e Gestão (SEF), aponta que, nas últimas décadas, houve intensificação das pautas relacionadas ao Meio Ambiente, motivadas principalmente pela conscientização da população sobre a importância da preservação ambiental e pela estruturação das políticas públicas para garanti-la. Assim, o Estado deve ser capaz de suprir as demandas da geração atual sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. “Isso pode ser feito por meio da garantia do uso sustentável, da conservação, da proteção e da recuperação dos recursos disponíveis. É necessária a implantação de novos modelos que priorizem o desenvolvimento sustentável e o uso adequado da energia produzida”, ressalta a secretária-adjunta de Planejamento da SEF, Adriana Lorentino. Hoje, praticamente toda a eletricidade consumida em Brasília não é gerada no Distrito Federal.  A matriz energética do DF é amplamente representada pela energia de origem hidrelétrica, sendo que cerca de 80% é proveniente de Furnas e 20% de Itaipu, o que representa uma dependência do Sistema Interligado Nacional (SIN). “No contexto em que tendências apontam para o aumento do consumo de energia, configuram-se enquanto desafios para o Distrito Federal a diversificação da matriz energética, com aumento da participação de energias renováveis como biomassa e energia fotovoltaica (solar), juntamente com o aumento da eficiência e a redução de perdas dos sistemas”, pontua. “Também é preciso reduzir a pressão pelo aumento da oferta de energia de origem hidrelétrica”, ressalta. A partir de 2014 observa-se redução do consumo per capita de energia elétrica, acentuada nos anos da crise hídrica (2016 e 2017) (veja gráficos abaixo). Além da redução no consumo, houve redução na produção de energia elétrica, saindo de uma geração de 81 GWh, em 2016, para 60 GWh, em 2017. Enquanto a energia gerada por hidroelétricas caiu, no entanto, a geração de energia solar cresceu, apesar de ainda representar um percentual pequeno do total. Arte: Édipo Torres/Agência Brasília Arte: Édipo Torres/Agência Brasília   Segundo um estudo da WWF Brasil feito em 2016 sobre o potencial da energia solar fotovoltaica de Brasília, a capital federal possui diversas razões para ser a impulsionadora da energia solar no país. Brasília está no coração do Brasil, tem um período seco que dura quase seis meses do ano e é beneficiada quanto aos índices de irradiação solar – o recurso solar do Centro-Oeste é equivalente ao encontrado na região Nordeste e uma das melhores irradiações da região se encontra no Distrito Federal. Assim, segundo o estudo, basta instalar placas fotovoltaicas em 0,41% da área do DF para gerar, com energia solar, toda a eletricidade consumida na região. Os primeiros passos são dados aos poucos. Desde 2017, a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) usa energia solar durante o dia e só liga a energia fornecida pela Companhia Energética de Brasília (CEB) à noite. A unidade de Brasília é a 1ª AABB do Brasil e o 1º clube da cidade a implementar uma usina solar fotovoltaica. Instalados no telhado da sede social do clube, 1.468 painéis formam o sistema de captação de energia solar com a função de transformar a energia do sol em energia elétrica limpa, gerando uma corrente contínua proporcional à irradiação solar recebida. Prédio da UnB: atenção à energia limpa – Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília A Universidade de Brasília (UnB) também tem um projeto para ampliar a matriz energética da instituição. Os campi de Planaltina e de Ceilândia já têm usinas de energia fotovoltaica em funcionamento, as placas solares estão sendo instaladas no campus do Gama e uma usina também será feita no campus Darcy Ribeiro (na Asa Norte) até o fim do ano. Na Ceilândia, o sistema de geração de energia solar é composto por 134 placas, tem cerca de 300 m² e capacidade de gerar 44 KWp (quilowatts-pico) por mês. Isso corresponde a uma economia mensal média de R$ 4,7 mil, aproximadamente 6% da conta de energia do local. Em Planaltina, a usina solar fotovoltaica, com capacidade de gerar a mesma quantidade de energia, representa uma economia de cerca de 12% da fatura de energia, em média. [Olho texto=”É uma solução onde todo mundo ganha. O Brasil precisa de energia para crescer” assinatura=”Rafael Amaral Shayani, professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UnB” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Com uma conta de luz de cerca de R$ 1 milhão por mês, a usina do campus Darcy Ribeiro será três vezes maior, com capacidade de gerar 150 kWp por mês. As placas serão instaladas na Faculdade de Tecnologia. “Estudos do Ministério de Minas e Energia preveem que, até 2050, o Brasil precisa triplicar a oferta de energia para receber novas indústrias, gerar mais empregos e ter crescimento econômico”, diz o professor Rafael Amaral Shayani, do Departamento de Engenharia Elétrica da UnB. “Os países desenvolvidos queimam carvão, o que emite muitos gases de efeito estufa e é uma solução ambientalmente indesejável.  O Brasil cresceu com hidroelétricas, que é uma fonte de energia limpa, mas alaga florestas. Para triplicar a oferta de energia a gente não pode alagar a Amazônia. A energia solar surge como uma ótima opção. É um processo eletrônico. O painel solar gera eletricidade sem emitir fumaça, nenhum gás do efeito estufa e sem fazer barulho”, ressalta. Gera DF O DF é o quarto produtor de energia solar no Brasil, perde para Uberlândia e Várzea de Palma, ambas em Minas Gerais, e o Rio de Janeiro. Segundo a CEB, a excelente irradiação solar aliada ao alto poder aquisitivo da população contribui para o grande potencial para a energia solar no DF, que tem 1.134 unidades consumidoras conectadas à rede de energia do DF, a maioria delas (cerca de 950) unidades residenciais, que geram energia para consumo próprio. A potência instalada nessas unidades é de 20.686 kWp, o suficiente para abastecer toda a população de Brazlândia no período da tarde. O DF tem cinco grandes usinas de energia fotovoltaica instaladas e duas cuja fonte de geração de energia é o biogás. A maior de energia solar está instalada em Ceilândia e alimentará a subestação da CEB na região. Usina da Ceilândia, em PPP – Foto: Renato Alves/Agência Brasília O empreendimento é uma parceria público privada (PPP) do Executivo com a RZK Energia e a Claro. A energia gerada no local e usada na subestação será descontada do que for consumido pela companhia telefônica. Na área, estão instalados 18 mil módulos fotovoltaicos. Segundo o presidente da CEB, Edison Garcia, outros 13 projetos para a instalação de usinas desse tipo estão em análise pela companhia que também estuda a criação de um programa para incentivar a geração de energia fotovoltaica no DF, que será chamado de Gera DF. “Estamos estudando e vamos definir áreas no DF perto das nossas redes de transmissão e das subestações que poderão ser oferecidas a projetos empresariais. Cada usina de geração distribuída precisa de cinco ou seis hectares para ter uma quantidade de placas suficiente para gerar até cinco mega”, explica. Segundo ele, cinco mega é o quantitativo máximo para uma usina ser uma geração distribuída, um sistema onde não é preciso vender a energia. “Todo mundo que gerar acima de cinco mega precisa vender a energia em leilão”, enfatiza. Edison Garcia, presidente da CEB: energia vinda do lixo – Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília A CEB tem outros programas para incentivar a diversificação da matriz energética do DF. “Estamos apoiando tecnicamente a Secretaria do Meio Ambiente, temos estudos para a geração de energia através do lixo e com podas de árvores feitas pela Novacap. Já fizemos um levantamento para usar toda a sobra das podas feitas em Brasília, galhos e pedaços da árvore, na geração de energia, com a queima que se faz numa termoelétrica. Já fizemos uma análise de que com todo o estoque anual da Novacap conseguimos gerar cinco megas, o suficiente para abastecer Samambaia toda”, afirma o presidente Edison. Óleo de cozinha Segundo o Plano Estratégico, a meta até 2060 é aumentar em 25% a geração de fontes de energia renovável. Para isso, prevê, entre outras ações, o fomento ao programa de coleta e transformação do óleo de cozinha em biodiesel, o Projeto Biguá da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). [Numeralha titulo_grande=”25%” texto=”é a meta de aumento de geração de fontes de energia renovável até 2060″ esquerda_direita_centro=”esquerda”] Desde 2018, a companhia em parceria com a Embrapa Agroenergia, convida a população a realizar a Coleta Seletiva de Esgoto, separando e armazenando o óleo de cozinha usado em sua casa ou estabelecimento e mantém 31 pontos de coleta de resíduos de fritura (veja a localização dos Pontos de Entrega Voluntária aqui.) Jogados na natureza ou na rede de esgoto, os rejeitos do óleo de cozinha usado em residências e no comércio são uma ameaça ao meio ambiente, à saúde pública e à infraestrutura urbana. O Projeto Biguá coleta de óleo de fritura que, futuramente, será reutilizado na usina de biodiesel do DF, que já está construída. A ideia é transformar o material em biodiesel que vai abastecer a frota de veículos da Caesb e de suas parceiras. Poderá também ser usado nos geradores responsáveis pelo tratamento de esgoto da capital. Projeto Biguá, com óleo de fritura – Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília O descarte inapropriado do resíduo pode representar danos ambientais significativos, com potencial poluidor elevado relacionado aos ambientes hídricos. Um litro de óleo é capaz de poluir 200 litros de água. O descarte do óleo sobre o solo é igualmente danoso, em especial pela impermeabilização do solo e pela contaminação do lençol freático. Energia renovável O GDF também deve elaborar projetos para exploração e geração de energia renovável (fotovoltaica, biogás e biomassa) em parceria com a iniciativa privada e o governo federal, construir uma usina geradora de energia fotovoltaica com capacidade instalada de 5 MW no Complexo Administrativo Operacional (CAO) do Metrô. Também deve criar a Central Geradora Hidrelétrica de 367 KW nas ETE Samambaia e Melchior, implantar o aproveitamento energético do biogás nas ETE Brasília Sul, Brasília Norte, Gama, Melchior e Samambaia e pontos de energia fotovoltaica no Zoológico, bem como a implementação de programa de incentivo ao uso de energias renováveis no espaço rural. “As tendências de aumento do consumo, juntamente com a mudanças no fluxo das chuvas, têm reduzido o nível dos reservatórios, reforçando a necessidade de diversificação da matriz energética”, destaca Adriana Lorentino, secretária-adjunta de Planejamento da SEF. [Olho texto=”É preciso criar estruturas que possibilitem o uso da vocação natural da região para a geração de energias renováveis” assinatura=”Adriana Laurentino, secretária-adjunta de Planejamento da Secretaria de Fazenda” esquerda_direita_centro=”direita”] Também serão implantados novos empreendimentos no sistema de distribuição de energia, de modo a reduzir em 25% as perdas totais do sistema elétrico do Distrito Federal. O Plano Estratégico também está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). A Agenda 2030 estabeleceu o ODS 7, salientando a necessidade de assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos. Sob esse contexto, pontuou como meta a expansão da infraestrutura e a modernização da tecnologia para o fornecimento de serviços de energia modernos e sustentáveis para todos, bem como o aumento da participação de energias renováveis na matriz energética global.

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Instituto de Saúde Mental receberá melhorias

“Viemos para identificar as necessidades e definir o que podemos fazer de imediato para melhorar as condições de atendimento desses pacientes”, destacou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto | Foto: Divulgação / Saúde-DF Um lugar amplo e arborizado abriga o Instituto de Saúde Mental (ISM), onde se encontram o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do Riacho Fundo, um ambulatório e a Casa de Passagem. Este local foi visitado pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, nesta sexta-feira (16), ao lado da secretária-adjunta de Assistência à Saúde, Renata Rainha, e representantes da área de infraestrutura da pasta. Na ocasião foram discutidas as reformas e revitalizações de que o espaço necessita. Os gestores locais apresentaram ao secretário os trabalhos realizados pelos pacientes da oficina do Caco Terapêutico, que ficam expostos no ISM. Também foi visitado o borboletário de papel, onde Okumoto deixou a sua mensagem representando o seu sentimento do dia. Outro lugar visitado foi a Querência dos Maragatos, que, em formato de galpão, abriga atividades em grupo como yoga e outras práticas integrativas.  “Viemos para identificar as necessidades e definir o que podemos fazer de imediato para melhorar as condições de atendimento desses pacientes. Estas obras serão realizadas no conjunto de ações que a pasta está fazendo neste segundo semestre para melhor a infraestrutura dos prédios da saúde, que encontramos sucateados no início do ano”, frisou Okumoto. Cerca de 1,8 mil atendimentos são realizados por mês pelos diferentes serviços oferecidos no ISM. Os pacientes são oriundos das regiões administrativas do Riacho Fundo I e II, Núcleo Bandeirante, Guará e Candangolândia, Estrutural, Park Way e Sia. Nas dependências do instituto também está a Casa de Passagem, que abriga pacientes com distúrbios mentais durante o tratamento. Atualmente são 36 homens e mulheres divididos em duas casas, de acordo com o gênero. “Essas construções carecem de revitalização e adequação de alguns ambientes para proporcionarmos maior conforto aos nossos pacientes”, frisou a superintendente da Região de Saúde Centro Sul, Moema Campos. O Instituto de Saúde Mental faz parte da Rede de Atenção Psicossocial do DF e tem atendimento feito por equipes multiprofissionais desde sua fundação, em 1987. A área foi doada pelo então presidente da República à Secretaria de Saúde do Distrito Federal. O local foi uma das primeiras unidades brasileiras a atender usuários no novo modelo de atenção à saúde mental, preconizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).   * Da Agência Saúde.

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Saúde começa a fazer cirurgias de catarata por meio de clínicas conveniadas

Quantidade de cirurgias de catarata aumenta em unidades de saúde do DF | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Pacientes com catarata começaram a ser operados, nesta sexta-feira (16), em clínicas particulares conveniadas com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Inicialmente, 1,6 mil vagas foram disponibilizadas, o que corresponde a 400 pacientes encaminhados a cada uma das quatro unidades que passaram a oferecer o serviço por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Uma dessas pacientes é Vera Carvalho Lima, 70 anos, moradora de Taguatinga. Desde o início do ano passado ela aguardava para se submeter ao procedimento. Agora, Vera finalmente terá a oportunidade da cirurgia. “Isso é excelente. Vou fazer a cirurgia do primeiro olho e, na próxima sexta-feira, farei do outro olho. Só uma semana de espera”, elogiou, quando se preparava para ser operada ao falar com a reportagem. Diabético e com 80 anos, José Ribamar também precisava da cirurgia. No dia 26 de julho ele foi um dos primeiros 80 pacientes chamados para fazer os exames pré-cirúrgicos em uma das clínicas conveniadas. Vera Lúcia Silva, filha de José, o acompanhou e elogiou a rapidez do atendimento. “Chegamos às 10h e às 10h45 ele já entrou. A expectativa de ele voltar a enxergar é grande”, comentou a filha, que aguardava o pai sair da cirurgia. O encaminhamento para o procedimento é feito pela Central de Regulação da Secretaria de Saúde a uma das conveniadas. Atualmente, a fila tem aproximadamente 2,5 mil pessoas aguardando pela operação. Rede No primeiro semestre deste ano, o Hospital Regional de Taguatinga realizou cerca de 600 cirurgias de catarata. Foram 400 no mesmo período de 2018. O Hospital Regional da Asa Norte também faz o procedimento. “Uma vez que existe uma fila grande de pacientes em espera, ter um convênio com as clínicas garante um aumento nos procedimentos e maior eficácia no atendimento aos usuários da rede pública de saúde”, comentou a médica Núbia Vanessa Lima, referência técnica em oftalmologia no Distrito Federal. De acordo com a especialista, a validade do convênio firmado com as quatro clínicas de oftalmologia é de um ano, prorrogável por até cinco anos.   * Com informações da Secretaria de Saúde.

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Saúde investe mais de R$ 166 milhões em insumos

No primeiro semestre deste ano, a Secretaria de Saúde investiu R$ 166,3 milhões na aquisição de materiais médico-hospitalares e medicamentos. No período, ocorreram 2.527 recebimentos, na Farmácia Central, de medicamentos, materiais de laboratório, médico-hospitalares, de Odontologia, órteses, próteses e materiais especiais; e 2.360 recebimentos, no Almoxarifado Central, de materiais de expediente, fraldas, cadeiras de rodas, entre outros produtos. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde-DF   “Entre as aquisições realizadas pela Secretaria de Saúde, destacam-se os materiais para atendimento odontológico, que não eram comprados pela Secretaria. Há, ainda, as luvas cirúrgicas e de procedimento, cujo estoque estava desabastecido devido a problemas com a matéria prima”, ressalta o diretor de Programação de Medicamentos e Insumos para Saúde, Pedro Henrique Côrtes de Sousa.  Além dessas, Pedro Henrique destaca a aquisição de 10,5 milhões fitas reagentes para teste de glicemia capilar, destinadas à Atenção Básica, bem como a aquisição de avental e capote cirúrgico estéril e de compressas cirúrgicas. O investimento total em aquisição de materiais médico-hospitalares foi de R$ 47,2 milhões. Medicamentos A maior parte dos investimentos foi para a compra de medicamentos, um total de R$ 119.056.585,23. Com isso, o atual índice de abastecimento é de 92,18%. Porém, todos os que ainda faltam já estão com processo de compra em andamento.  “A Secretaria vem trabalhando arduamente para que os processos de compra ocorram de forma mais célere”, explica Pedro Henrique. Para isso, realiza a gestão dos prazos dos processos e garante que todos os insumos estejam em processo de compra regular.  “Caso os processos apresentem entraves quanto ao tempo ou diversos históricos de fracassos, a Secretaria, imediatamente, realiza a tentativa de adesão a Atas de registro de Preços de outros estados e, em caso de insucesso, tenta-se a aquisição de forma emergencial”, explica Pedro Henrique.  Dentre os itens de destaque, está a compra de 4,4 milhões de medicamentos para epilepsia, antidepressivos, anestésicos e ansiolíticos. Além disso, foram adquiridos 200.528 hormônios, imunossupressores e agentes antineoplásicos que estavam com os estoques zerados na rede. * Com informações da Secretaria de Saúde-DF

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Iges-DF entrega 416 computadores para o Hospital de Base

Um total de 416 novos computadores com configurações avançadas será distribuído em diversos setores do Hospital de Base. O objetivo é oferecer melhores condições de trabalho aos colaboradores do hospital para que executem suas tarefas diárias com mais eficiência, melhorando o atendimento aos usuários. O investimento foi de R$ 2,1 milhões e a entrega começou a ser feita nesta quinta-feira (8) pelo diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), Francisco Araújo. “Cada movimento para informatizar dados de prontuários e da gestão, como os gastos, por exemplo, faz parte do compromisso do governador Ibaneis Rocha, que determinou que a transparência fosse uma das nossas principais metas de gestão. Com isso, também estamos fortalecendo o trabalho na ponta e, para tanto, precisamos dessas ferramentas de tecnologia e comunicação”, ressaltou Francisco Araújo, que enfatizou a importância dos novos equipamentos. Exames Os computadores serão usados para análise de exames de imagens, monitoramento de pacientes pela equipe de enfermagem, processamento de dados referente ao hospital, entre outras atividades. A previsão é de que a substituição completa ocorra em até oito semanas. Aqueles que forem retirados serão avaliados e, caso seja possível, receberão reparos pela equipe da Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicação do Iges-DF e serão reaproveitados. Os obsoletos serão descartados. Há ainda, cerca de 50 unidades que eram alugadas e que serão devolvidas à empresa. *Com informações do Iges-DF

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UBSs de Taguatinga e Samambaia passam a distribuir psicotrópicos

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) 3 e 5 de Taguatinga, além da UBS 12 de Samambaia, passarão a distribuir medicamentos psicotrópicos a partir desta quinta-feira (1º de agosto). Com essa ampliação, a Região de Saúde Sudoeste passa a distribuir esse tipo de medicamento em 13 pontos. Para a superintendente da região, Lucilene Florêncio, é preciso facilitar o acesso da comunidade ao medicamento que cada paciente necessita.  “A entrega de psicotrópicos nas unidades básicas é uma reivindicação antiga da população”, conta ela. “Agora, queremos dar agilidade à retirada e, assim, garantir que o tratamento indicado pelo médico seja iniciado o mais rápido possível”, ressalta. Os psicotrópicos são insumos de controle especial, destinados aos tratamentos de saúde mental, como depressão, ansiedade e transtornos psiquiátricos em geral. “Por serem medicamentos caros, temos uma gerência mais cuidadosa na dispensação, e um local especial de armazenamento separado das demais substâncias. Por isso, nem todas as unidades podem fazer a distribuição deste tipo de medicação”, esclarece o diretor regional de Atenção Primária à Saúde, Rodrigo Miranda. Parceria público-privada Para que a farmácia de psicotrópicos da UBS 12 de Samambaia pudesse ser aberta, foi firmada uma parceria com a empresa Interior Divisórias, que doou os materiais e fez a montagem do espaço que irá abrigar os medicamentos. Locais da Região de Saúde Sudoeste onde retirar medicamentos psicotrópicos Taguatinga UBS 1 – QNG, Área Especial 18/19 UBS 2 – QND, lote A, Praça do Bicalho UBS 3 – QNL 01, Área Especial nº 2, Taguatinga Norte – Via Estádio UBS 5 – Setor D Sul, Área Especial nº 23 – Taguatinga Sul UBS 6 – Setor C Sul, Área Especial nº 1 UBS 7 – QNM 36, Área Especial nº 10  Recanto das Emas UBS 2 – Quadra 102, Área Especial nº 1 UBS 4 – Quadra 308, Área Especial  Samambaia UBS 2 – QS 611, Área Especial nº 2 UBS 4 – QN 512, conjunto 2, lotes 1/2/3 UBS 12 – QR 210, conjunto 22, lote nº 1  Vicente Pires UBS 1 – Rua 4C, Chácara 12 – Colônia Agrícola Samambaia  Águas Claras UBS 1 – QS 5, lote 24, Avenida Areal * Com informações da Secretaria de Saúde

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Evento em Brasília debate projetos de energia, saneamento e rodovias

O 17º Fórum Anual de Liderança em Infraestrutura, que acontecerá em Brasília nas próximas quarta e quinta (31/7 e 1/8), vai analisar mais de 50 grandes projetos para as áreas de energia, saneamento, rodovias, ferrovias, aeroportos, portos e logística na América Latina. O evento contará com a participação da maior autoridade norte-americana na área comercial, o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross. Wilbur Ross: oportunidade para a ampliação da parceria estratégica entre o Brasil e os Estados Unidos Para Wilbur Ross, esta será uma grande oportunidade para a ampliação da parceria estratégica entre Brasil e Estados Unidos no segmento de grandes obras de implantação de equipamentos públicos.  Ele será o keynote speaker (orador convidado) do evento e estará no Brasil pela primeira vez em visita oficial. Entre os projetos que serão apresentados no fórum está a privatização da Companhia de Energia de Brasília (CEB), Expansão do Metrô de Brasília e a construção do gasoduto de Paulínia (SP) para o DF. O objetivo do evento é conectar projetos estratégicos de infraestrutura com setor público, iniciativa privada e diversos players do segmento para ampliar as oportunidades, a velocidade de financiamento e a execução de projetos de infraestrutura. O evento é promovido pela CG/LA, empresa norte-americana com sede em Washington DC, e coordenado pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico (SDE) e de Relações Internacionais (SRI) do GDF.  “Nosso objetivo é alinhar toda a cadeia envolvida em infraestrutura para que conheçam uns aos outros e os projetos aconteçam com mais rapidez. E o momento é favorável para a agenda econômica com a aprovação, em primeiro turno na Câmara, do texto-base da Reforma da Previdência”, ressalta o brasileiro Anand Hemnani, vice-presidente sênior e diretor de Investimentos da CG/LA.  Serviço Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 Há oportunidades de negócios e investimento para um período de 3 a 12 meses. As inscrições antecipadas para o 17º Fórum Anual de Liderança em Infraestrutura da América Latina se encerram hoje (sexta-feira, 26/7). O programa prévio pode ser acessado aqui (https://www.cg-la.com/forums/lalf17/program). Informações:https://www.cg-la.com/ Principais projetos Aeroportos 6ª Rodada de Licitações Aeroportuárias (PPI) Novo Aeroporto Hortênsias (Cidade de Canela) Energia Leilão de Energia Nova (LEN) A-6 de 2019 (PPI) Leilão de 10 linhas de transmissão (nº 2/2019) (PPI) 16ª Rodada de Licitações: Regime de Concessão (PPI) Adição do leilão Petrobras transferência de direitos (PPI) Lixo-Verde Planta Waste-to-Energy (Lixo Verde) Iluminação Pública PPP (Governo do Distrito Federal) 6ª Rodada de Licitações: Regime de Partilha de Produção do Pré-Sal (Governo do Distrito Federal) Gasoduto Paulínia para Brasília (Governo do Distrito Federal) Iluminação Pública PPP (Cidade de Porto Alegre) Privatização da CEB (Governo do Distrito Federal) Rodovias, Pontes e Túneis Concessão de Rodovia (BR-364/365 / MG / GO) (PPI) Concessão de Paulo Lopes à Rodovia São João do Sul /BR-101 / SC (PPI) Concessão Rodoviária (BR 153/080/414 / Tocantins-Goiás (PPI) Avenida das Cidades/Avenida Transbrasília  (Governo do Distrito Federal) Corredor de Transporte Eixo Norte (Governo do Distrito Federal) Concessão Rodoviária Piracicaba-Panorama (Governo do Estado de São Paulo) Ferrovia Lote Litoral (Governo do Estado de São Paulo) VLT W3 GDF (Governo do Distrito Federal) Portos e Logística Terminal de contêineres no Porto de Suape (PPI) Parque Tecnológico BioTIC (Governo do Distrito Federal) Arrendamento de granéis líquidos no Porto de Itaqui (PPI) Privatização do Porto de São Sebastião, SP (PPI) Privatização da Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo) (PPI) Ferrovias Ferrovia Ferrogrão (PPI) Expansão do Metrô de Brasília Ferrovia Norte Sul (Valec) Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL EF-334 / BA) (Valec) Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Valec) Linhas de metrô 8 e 9 PPP (Governo do Estado de São Paulo) Concessão do trem Intercidades (Governo do Estado de São Paulo) Saneamento Privatização da Caesb (Governo do Distrito Federal) Consorcio Comares Solid Waste PPP (PPI) Sistema Produtor de Água Corumbá (Governo do Distrito Federal) Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (Governo do Distrito Federal) * Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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