Mais 500 agentes irão reforçar combate à dengue
Esta segunda-feira (8) foi o último dia do curso teórico de aperfeiçoamento dos 500 novos agentes de Vigilância Ambiental (AVAs). O treinamento começou na semana passada, com o objetivo de capacitar todos os profissionais sobre as funções que irão desempenhar, entre as quais, o combate à dengue. Foram quatro dias de curso teórico presencial e, a partir desta terça-feira (9), haverá atividade prática. Na próxima semana, os agentes estarão nas ruas do DF trabalhando. Na próxima semana, os agentes estarão nas ruas do DF trabalhando | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Aqui repassamos tudo sobre as atribuições do agente de vigilância ambiental, falamos sobre agrotóxico, mosquitos e divisão da Diretoria de Vigilância Ambiental. A partir de amanhã todos irão para as cidades em que atuarão e farão mais quatro dias de curso prático”, explica o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Jadir Costa Filho. [Olho texto=”“O aumento das chuvas incrementa os casos de dengue, por isso precisamos estar ativos no combate ao mosquito e este reforço com mais 500 agentes vai ajudar bastante”” assinatura=”Jadir Costa Filho, diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Com o início do período chuvoso no Distrito Federal há uma tendência de aumentar a proliferação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, os casos de dengue. “O aumento das chuvas incrementa os casos de dengue, por isso precisamos estar ativos no combate ao mosquito e este reforço com mais 500 agentes vai ajudar bastante”, salienta. O secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, esteve presente no último dia de treinamento teórico e ressaltou que o trabalho dos AVAs é excepcional e fundamental para a saúde, pois muitos ajudam com a vacinação e, principalmente, no combate à dengue. “Este é o momento de perguntar, de tirar todas as dúvidas para depois aliar o conhecimento adquirido à prática. Acreditamos no trabalho de todos que estão aqui e sabemos que todos deixarão um legado. Por isso, se dediquem ao máximo, pois o combate ao mosquito da dengue é uma das nossas missões para cuidar da saúde de todos”, destaca Pafiadache. Antônia Gizele de Souza, 42 anos, elogiou o curso e está ansiosa para colocar o que aprendeu na prática, batendo de porta em porta | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Expectativas Antônia Gizele de Souza, de 42 anos, nunca trabalhou como agente de vigilância ambiental, mas tinha uma noção do serviço. Ela conta que achou o curso muito bom, com abordagem de todos os temas necessários. “Foi um treinamento excelente, ademais, só colocando os ensinamentos em prática, indo nas casas, batendo de porta em porta”, avalia. Para Eliseu dos Santos, de 28 anos, o trabalho de agente de vigilância ambiental é algo novo e ele não conhecia. Porém, achou o curso de aperfeiçoamento muito interessante e rico de conteúdos. “Foi tudo bem explicado, deu para agregar bastante coisa, muito conhecimento. Agora, teremos o curso prático para colocar em campo tudo o que aprendemos estes dias”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Quem também gostou do treinamento foi Jaqueline Fernandes, de 42 anos. Ela já foi agente comunitária de saúde e passou 40 dias atuando como AVA, o que resultou em experiência. “Gostei muito do curso, não focou só no mosquito da dengue. Tivemos uma excelente base”, analisa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Ceilândia recebe a campanha antirrábica neste sábado (16)
Sábado (16) também é dia de levar os pets para imunização contra o vírus da raiva. A vacina será aplicada em 26 pontos na região de Ceilândia, das 9h às 17h, em cães e gatos saudáveis acima de três meses de idade. Caso o animal receba a vacina pela primeira vez, ele deverá ser imunizado novamente após 30 dias. Com a campanha anual de vacinação contra a doença mantém-se, no curto prazo, uma parcela significativa da população imune ao vírus da raiva| Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A proteção contra a raiva é importante, pois é uma doença infecciosa de origem viral capaz de levar as vítimas ao óbito em praticamente 100% dos casos. A doença acomete todas as espécies de mamíferos, inclusive seres humanos. [Olho texto=”O vírus rábico circula no DF em quirópteros, nos bovinos, equídeos e outros animais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Entre as doenças infecciosas de origem viral, a raiva é a única, em relação a seu alcance e ao número de vítimas, que pode gerar uma encefalite aguda. O único caso de raiva humana no Distrito Federal foi registrado em 1978. O último caso diagnosticado de raiva em cães foi em 2000 e, em gatos, no ano de 2001. O vírus rábico circula no DF em quirópteros, nos bovinos, equídeos e outros animais. O vírus da raiva é encontrado na saliva de animais infectados e é transmitido principalmente por meio de mordeduras e, eventualmente, pela arranhadura e lambedura de mucosas ou pele lesionada. Com a campanha anual de vacinação contra a doença mantém-se, no curto prazo, uma parcela significativa da população imune ao vírus. As campanhas foram iniciadas com a criação do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) em 1973. Veja os pontos de vacinação: *Com informações da Secretaria de Saúde
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UPA Ceilândia II já realizou mais de 2 mil atendimentos
[Olho texto=”“Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”” assinatura=”Flávio Amorim, gerente da UPA Ceilândia II” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em apenas 13 dias – desde que foi inaugurada pelo governador Ibaneis Rocha, em 24 de setembro, até essa quarta-feira (6) –, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ceilândia II já realizou 2.116 atendimentos, de acordo com o balanço oficial do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que construiu e administra a unidade. Os números do Iges-DF mostram que 903 pacientes foram avaliados pela equipe de enfermagem da classificação de risco, 855 passaram por consulta médica, 58 foram submetidos a exame de raio-X e foram realizados 300 exames laboratoriais. “Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”, ressaltou o gerente da UPA, Flávio Amorim. Localizada na Expansão Setor O, QNO 21, Área Especial D, a UPA Ceilândia II atende diariamente, por 24 horas, casos de urgência e emergência de clínica médica, como pressão alta, febre alta, problemas respiratórios (falta de ar, por exemplo), desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurologistas, como infarto e AVC. A UPA Ceilândia II atende, 24 horas por dia, casos de urgência e emergências de clínica médica | Foto: Ascom/Iges-DF Profissionais e estrutura A UPA de Ceilândia conta com 154 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e demais áreas. Os atendimentos começam com a triagem, depois é feita a consulta e, na sequência, os pacientes são encaminhados para fazer exames e receber assistência. Essa assistência pode ser prestada na Sala Vermelha, que possui dois leitos para atender casos graves; na Sala Amarela, com sete leitos, para pacientes de média gravidade; ou na Sala Verde, que conta com 10 poltronas para administrar medicação e inalação. A UPA Ceilândia II possui também sala e equipamento de raio-X e um laboratório bem equipado para ajudar no diagnóstico dos pacientes. O Ministério da Saúde, que regula o funcionamento das unidades de pronto atendimento, não exige que UPAs tenham raio-X e laboratório, mas o Iges-DF fez questão de fornecer esses serviços. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Novas UPAs Além da UPA Ceilândia já entregue, o Iges-DF vem construindo mais seis unidades no Paranoá, Riacho Fundo II, Gama, Planaltina, Brazlândia e Vicente Pires. Todas são do mesmo modelo da Ceilândia II, ou seja, são de Porte I, Opção 3 e 1.200 m² de área construída. Ao todo, as sete UPAs somam 42 poltronas de observação, 14 leitos de emergência e sete leitos de isolamento. O Iges-DF vem investindo mais de R$ 51 milhões para construir, equipar, mobiliar e manter em funcionamento as sete novas UPAs. Do total dos recursos, R$ 38.639.006,60 estão sendo investidos em obras, R$ 8.698.326 em equipamentos médico-hospitalares e R$ 3.749.197 em mobiliário. Os recursos são repassados pela Secretaria de Saúde do DF. *Com informações do Iges-DF
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Segunda dose da AstraZeneca já pode ser antecipada
A segunda dose da vacina AstraZeneca já pode ser antecipada para quem tem a data marcada no cartão de vacina até o dia 27 deste mês. Já nesta terça-feira (5), o cidadão pode procurar o ponto de vacinação mais próximo e que ofereça o imunizante para completar o ciclo vacinal. Para ser vacinado, basta levar o cartão de vacina e documento de identidade com foto. Para que a imunidade coletiva aconteça é necessário que as pessoas que receberam a primeira dose procurem um posto de vacinação para completar o esquema, mesmo que já tenha ultrapassado o prazo | Breno Esaki/Agência Saúde-DF A antecipação foi possível com a chegada de 39.425 doses da vacina AstraZeneca no último fim de semana e, com isso, será possível antecipar a segunda dose. O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, convida a população para completar a imunização contra a covid-19. “Se você tem marcado em seu cartão de vacina a segunda dose da AstraZeneca até o dia 27 procure hoje mesmo a UBS mais próxima e não deixe de se vacinar. É muito importante estar com a vacinação em dia”. [Olho texto=”Se o indivíduo não completa o esquema da vacinação preconizado fica mais sujeito à infecção em comparação com o indivíduo que recebeu as duas doses” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Para se proteger contra a covid-19 é necessário estar com o ciclo vacinal completo. Por isso, é de extrema importância que toda a população tome as duas doses do imunizante. No caso dos idosos, a Secretaria de Saúde orienta que não deixem de tomar a dose de reforço após seis meses da segunda dose. Há pontos de vacinação específicos para atender esse público. Quando as vacinas contra a covid-19 foram produzidas, elas foram testadas pelos laboratórios e comprovou-se que a resposta clínica era melhor quando havia uma segunda dose do imunizante. Se o indivíduo não completa o esquema da vacinação preconizado fica mais sujeito à infecção em comparação com o indivíduo que recebeu as duas doses. “É importante destacar que a eficácia aumenta após a administração da segunda dose, além de prolongar esta proteção. E para que haja diminuição da transmissão do vírus e retornarmos à normalidade, é preciso que cerca de 70% da população complete o esquema vacinal, é o que chamamos de imunidade de rebanho ou imunidade coletiva”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar. [Olho texto=”Nesta terça-feira (5), a cobertura vacinal no Distrito Federal está em 85,86% considerando a população vacinável, que tem 12 anos ou mais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para que a imunidade coletiva aconteça é necessário que as pessoas que receberam a primeira dose procurem um posto de vacinação para completar o esquema, mesmo que já tenha ultrapassado o prazo. Nesta terça-feira (5), a cobertura vacinal no Distrito Federal está em 85,86% considerando a população vacinável, que tem 12 anos ou mais. Reforço para profissionais da saúde No último sábado, o Distrito Federal recebeu 64.580 doses da vacina Pfizer, sendo 10.530 doses destinadas para reforço (DR) para idosos acima de 70 anos e 53.820 doses de DR para profissionais de saúde. O restante é reservado à perda técnica. A Secretaria de Saúde ressalta que a dose de reforço será destinada somente para os profissionais de saúde que tomaram a segunda dose até o dia 31 de março de 2021. “É muito importante que o profissional de saúde, tanto da área pública, como da privada, observe a data da segunda dose que está marcada no seu cartão. É necessário completar o esquema vacinal para que a gente consiga combater este vírus e prolongar a vida”, destaca o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ele reforça ainda a necessidade de, mesmo com a vacina, manter os cuidados preventivos, como o uso de máscara, higienização constante das mãos e distanciamento social. “Lembramos que o atraso da segunda dose pode contribuir com um novo aumento da taxa de internação hospitalar”, alerta. Os locais de vacinação para os profissionais de saúde serão divulgados ainda nesta terça-feira (5) na página Vacina DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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