Publicada lista final de delegados e conselheiros eleitos na 6ª Conferência Distrital das Cidades
A comissão organizadora da 6ª Conferência Distrital das Cidades (CDC) divulgou a lista final com os 24 delegados e suplentes representantes da sociedade civil, após a análise dos recursos apresentados. Os nomes e entidades dos eleitos foram publicados no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (26), por meio da Resolução nº 04/2025. A análise dos recursos foi concluída durante a 14ª Reunião Ordinária da Comissão Organizadora, realizada na última terça-feira (23), quando a Subcomissão Recursal e de Validação apresentou o relatório com os resultados. Vale destacar que os delegados representam movimentos populares, trabalhadores, empresários, organizações não governamentais (ONGs), entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa do DF. Eles irão representar o DF na etapa nacional do evento, organizado pelo Ministério das Cidades. A análise dos recursos foi concluída durante a 14ª Reunião Ordinária da Comissão Organizadora, realizada na última terça-feira (23) | Foto: Divulgação/Seduh-DF Além dos delegados, foi publicada a lista de representantes de movimentos populares de habitação que irão compor o Conselho de Desenvolvimento Habitacional do DF (Condhab), o Conselho de Administração da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) e o Conselho Gestor do Fundo Distrital de Habitação de Interesse Social (Fundhis). Nessa mesma listagem, estão descritos ainda os membros eleitos para compor a comissão preparatória responsável por definir a composição, metodologia, paridade e estrutura do Conselho Distrital das Cidades (ConCidades-DF). 6ª Conferência Distrital das Cidades Promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a 6ª CDC teve como objetivo estimular o debate democrático sobre o futuro das cidades. A participação popular foi ampliada com a transmissão ao vivo pelo canal Conexão Seduh, no YouTube. O evento ocorreu nos dias 29, 30 e 31 de agosto, no Museu Nacional da República. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh-DF)
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Lançado edital de R$ 7 milhões para celebrar o Dia da Consciência Negra
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (26), o Edital de Chamamento Público nº 25/2025 para selecionar uma organização da sociedade civil responsável pela execução do Projeto Consciência Negra 2025, de 20 a 22 de novembro, na área do Museu Nacional da República. Com investimento previsto de R$ 7 milhões, a iniciativa tem como objetivo celebrar o Dia da Consciência Negra, reconhecendo a contribuição histórica da população negra para o desenvolvimento do Brasil e fortalecendo ações de valorização cultural e combate ao racismo. A programação incluirá shows musicais, debates, exposições e outras manifestações afro-brasileiras, com ênfase na participação de artistas locais, nacionais e internacionais. A área externa do Museu Nacional da República receberá shows e manifestações culturais entre 20 e 22 de novembro | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O edital permite a atuação em rede de mais de uma entidade, mas exige que a organização proponente comprove experiência mínima de dois anos em projetos culturais similares. As inscrições estarão abertas de 26 de setembro a 25 de outubro, exclusivamente pela plataforma Parcerias GDF. [LEIA_TAMBEM]Segundo a Secec-DF, a proposta vencedora deverá contemplar ações de acessibilidade, sustentabilidade e inclusão social, seguindo a Política Cultural de Acessibilidade do DF e as diretrizes nacionais sobre igualdade racial. O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, destacou que o projeto reafirma o papel do Distrito Federal como referência na promoção da diversidade cultural: “Mais do que um evento, é uma ação de valorização da memória, da resistência e da produção cultural negra, fortalecendo o compromisso do GDF com a igualdade racial e a democracia cultural”, afirmou. O resultado final do processo terá validade de seis meses, e a parceria será formalizada por meio de um termo de colaboração. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Setembro amarelo: Saúde mental da mãe é decisiva para o futuro do bebê
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, em todo o mundo, cerca de 10% das gestantes e 13% das puérperas sofrem algum transtorno mental, principalmente depressão. Quando não identificada e tratada, a condição pode comprometer tanto a saúde da mãe quanto a do bebê. No Setembro Amarelo, campanha mundial dedicada à prevenção do suicídio, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) chama atenção para a importância do cuidado com a saúde mental de gestantes e puérperas. A ginecologista e obstetra Rafaella Torres, que atua no ambulatório de pré-natal de alto risco do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), explica que até 20% das mulheres podem enfrentar transtornos emocionais durante a gravidez e no pós-parto. Gestantes com depressão são classificadas como pacientes de alto risco | Foto: Divulgação/IgesDF “A depressão durante a gestação é considerada um fator de risco independente para a ideação suicida, que infelizmente ainda é uma das principais causas de mortalidade materna nesse período”, alerta a especialista. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), gestantes com depressão são classificadas como pacientes de alto risco. Entre as complicações associadas estão maior probabilidade de pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, tabagismo, uso de álcool e abortamento auto-induzido. Também podem ocorrer alterações no desenvolvimento da criança, como problemas cerebrais e comportamentais, restrição de crescimento intrauterino, prematuridade e baixo peso ao nascer. Ansiedade e mudanças emocionais O período gestacional traz desafios naturais: preocupação com a saúde do bebê, medo do parto, expectativas sobre a maternidade e adaptação à nova fase. Somadas às oscilações hormonais, essas questões podem desencadear ansiedade e tristeza. "Quando a mãe está fragilizada emocionalmente, a interação inicial com o bebê pode ser prejudicada, o que aumenta o risco de dificuldades emocionais na infância" Rafaella Torres, ginecologista e obstetra A saúde mental materna influencia diretamente o desenvolvimento infantil. A depressão perinatal pode ocorrer durante a gravidez ou até 12 meses após o parto. Os sintomas podem afetar a relação mãe-bebê e comprometer áreas como cognição, comportamento, linguagem e desenvolvimento socioemocional. “Quando a mãe está fragilizada emocionalmente, a interação inicial com o bebê pode ser prejudicada, o que aumenta o risco de dificuldades emocionais na infância”, destaca Rafaella. Um dos principais desafios é diferenciar o chamado baby blues da depressão pós-parto. O baby blues é caracterizado por choro fácil e sobrecarga nos primeiros dias após o nascimento do bebê e costuma desaparecer espontaneamente em até duas semanas. Já a depressão se prolonga, podendo incluir isolamento, tristeza persistente, dificuldade de interação com o bebê e até pensamentos suicidas. Prevenção e cuidados Além do acompanhamento médico, alguns hábitos ajudam a reduzir os riscos de ansiedade e depressão. Uma alimentação equilibrada auxilia a estabilizar o nível de açúcar no sangue, evitando oscilações de humor. Vitaminas do complexo B, como B6, B9 e B12, estão associadas à saúde mental, e sua deficiência pode aumentar o risco de depressão. A hidratação adequada também é essencial para o bom funcionamento do organismo. A prática regular de atividade física contribui para a liberação de endorfina, hormônio que melhora o humor e reduz sintomas de ansiedade e depressão. O sono de qualidade é igualmente importante, já que a privação acentua estresse e ansiedade. Práticas de relaxamento, como meditação, yoga e técnicas de respiração, também ajudam no equilíbrio emocional. “O obstetra tem papel fundamental em reconhecer os sinais e encaminhar a paciente ao psiquiatra, quando necessário. Distúrbios psiquiátricos precisam de tratamento especializado”, reforça Rafaella. A rede de apoio familiar e social, a psicoterapia e o planejamento para a chegada do bebê também ajudam a proteger a saúde emocional da mulher Segundo ela, a rede de apoio familiar e social, a psicoterapia e o planejamento para a chegada do bebê também ajudam a proteger a saúde emocional da mulher nesse período. Apoio psicológico A psicóloga Alane Lima, que acompanha pacientes internadas na maternidade do HRSM, observa que quadros de ansiedade e depressão são comuns na gestação e no puerpério. “Na ansiedade, os sintomas mais frequentes são taquicardia, falta de ar, insônia, dor no peito e preocupação excessiva. Já a depressão se manifesta por tristeza profunda, choro fácil e desesperança”, explica. O acompanhamento psicológico oferece um espaço seguro para que a mulher expresse seus medos e expectativas, desenvolva estratégias para lidar com o estresse e fortaleça o vínculo com o bebê após o parto. Também são trabalhados temas como amamentação, pressão social e a diferença entre a maternidade idealizada e a real. “A saúde mental da mãe está diretamente ligada à saúde do bebê. Por isso, o suporte psicológico é essencial para que esse período seja vivido de forma mais tranquila”, reforça Alane. *Com informações do IgesDF
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Ação de acolhimento da população em situação de rua ocorre em Águas Claras nesta 5ª e 6ª
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em nove endereços distintos de Águas Claras. A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (25), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social | Foto: Agência Brasília Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação em Águas Claras para quinta (25) e sexta (26) Rua das Paineiras, em frente ao Lote 06 Proximidades do Residencial Jardim dos Ipês Muro atrás do Hospital Brasília e próximo à Quadra 208 (área verde) Cruzamento da Rua Ipê Amarelo com a Avenida Boulevard Sul Cruzamento da Rua 5 Norte com Avenida Boulevard Norte Centro da rotatória entre a Avenida Flamboyant e a Avenida Pau Brasil Entrada do Parque do Patinódromo Rua 25 Sul Cruzamento entre a Rua 34 Norte e a Avenida Boulevard Norte Praça entre a Avenida Boulevard e a Estação Arniqueiras *Com informações da DF Legal
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