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Hospital oncológico modernizará tratamento de câncer no DF

Para ampliar o acesso à saúde de pacientes com câncer no Distrito Federal, o governo de Brasília entregou à Caixa Econômica Federal o projeto de implementação do Hospital de Especialidades Cirúrgicas e Centro Oncológico de Brasília (Hecco-BSB). O vice-presidente de Operações Corporativas da Caixa Econômica Federal, Roberto Derziê, e o governador Rodrigo Rollemberg. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília A solenidade ocorreu na tarde desta quarta-feira (30), no Palácio do Buriti, quando o documento foi assinado pelo governador Rodrigo Rollemberg e pelo secretário de Saúde, Humberto Fonseca, e entregue ao vice-presidente de Operações Corporativas da Caixa Econômica Federal, Roberto Derziê. Com o objetivo de modernizar o tratamento em adultos, o projeto prevê uma unidade hospitalar com 172 leitos de internação — 20 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) —, consultórios multidisciplinares, alas para tratamento de quimioterapia e radioterapia e salas de cirurgias conjugadas, com robótica e tomografia computadorizada. A unidade será erguida em terreno ao lado do Hospital da Criança de Brasília José Alencar, no Setor de Áreas Isoladas Norte, com área de 33 mil metros quadrados. [Olho texto=”O objetivo da Saúde é que a licitação ocorra em 2017 e que as obras comecem em 2018″ assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “É com muita emoção que encaminho essa proposta porque entendemos a importância dela para a saúde pública do DF”, defendeu Rollemberg. “Sabemos que, com as condições que Brasília oferece, será essencial não só para os moradores daqui, mas para outros pacientes que poderão ser atendidos na cidade.” Fonseca definiu o momento como um dos mais importantes para a saúde do DF. “Daremos estrutura melhor e atendimento de mais qualidade para os pacientes com câncer”, resumiu. O governador Rollemberg agradeceu aos parlamentares do DF no Congresso Nacional o empenho em pleitear os recursos e a todos os servidores envolvidos na elaboração da proposta e à União a parceria neste e em outros projetos importantes para Brasília. Valores e prazos para a construção do hospital oncológico no DF Em vigor desde dezembro de 2016 e com vigência até março de 2019, o contrato prevê investimento de R$ 166.358.448, sendo que R$ 121.998.888 são provenientes de repasse da União, por meio do Ministério da Saúde, representado pela Caixa Econômica Federal, e R$ 44.359.560 de contrapartida do governo de Brasília. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Elaborados pela Secretaria de Saúde e pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), os projetos de engenharia e arquitetura, além dos documentos pertinentes à área da obra, serão submetidos a análise e autorização para abertura do processo licitatório. O objetivo da Saúde é que a licitação ocorra em 2017 e que as obras comecem em 2018. “Sabemos de toda a carência que temos nessa área e ficamos muito felizes que o Estado entenda a importância de um aparelho como esse para a cidade”, enfatizou a coordenadora de Atenção Especializada à Saúde, Viviane Rezende, uma das idealizadoras do projeto pela secretaria. “Vamos mudar a vida dos pacientes com câncer, isso é histórico.” Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg na entrega do projeto do Hecco-BSB à Caixa Econômica Federal. Edição: Marina Mercante

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Estratégia Saúde da Família chega a 76% de Samambaia

A conversa informal na varanda de casa é sinônimo de mais cuidado, segundo Euda Vaz, de 69 anos. A pensionista é atendida pela Unidade Básica de Saúde n° 7 de Samambaia, uma das oito da região, que já funciona exclusivamente com equipes de saúde da família. Trata-se da maior cobertura do programa no DF — 76% do território está incluído. Uma das unidades básicas de saúde, na Quadra 302, iniciou o recadastramento dos pacientes. Euda Vaz, de 69 anos, é uma das atendidas no local. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Desde segunda-feira (20), os agentes comunitários da unidade trabalham no recadastramento de todas as pessoas atendidas no local — processo que deve durar no mínimo seis meses. A visita a cada uma leva menos de uma hora, e o diálogo é bem detalhado. Informações como número de animais de estimação, quantidade de parentes na casa e se há fumante na família fazem diferença. A ideia é traçar um perfil do paciente, ao qual o médico terá acesso durante a consulta. São dois cadastros: um da família e outro individual. [Olho texto='”Eu estou amando. Me sinto mais cuidada. Os médicos são bem atenciosos”‘ assinatura=”Euda Vaz, moradora de Samambaia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Desde que foi inaugurada, em 2013, a unidade — que antes era batizada como Clínica da Família — funciona dessa maneira. O modelo é o mesmo que será adotado em todas as unidades básicas de saúde com a nova política de atenção primária estabelecida pela Portaria nº 77, de 2017. Moradora de Samambaia desde a fundação da região, em 1989, Euda conta que a prática é muito diferente da a que estava acostumada. “Eu estou amando. Me sinto mais cuidada. Os médicos são bem atenciosos.” Diabética e precisando controlar a glicose rigorosamente, ela já chegou a ser atendida em casa e sempre tem retorno na própria unidade. Além do atendimento domiciliar e das consultas marcadas, também há a opção da demanda espontânea, em que, dependendo do caso, o interessado pode ser examinado no mesmo dia. Horário de atendimento será ampliado Hoje, o atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7 às 18 horas. Mas, conforme prevê a portaria, esse horário será estendido. O texto determina que unidades tipo 2, ou seja, com mais de três equipes, funcionem das 7 às 19 horas, de segunda a sexta-feira, e das 7 horas ao meio-dia, aos sábados. [Numeralha titulo_grande=”1,3 mil” texto=”Média de consultas médicas por mês na unidade de saúde da família de Samambaia” esquerda_direita_centro=”direita”] A média mensal de consultas médicas é de 1,3 mil. No local, ficam seis equipes de saúde da família. Cada uma é composta por médico, enfermeiro, dois técnicos de enfermagem e um número variado de agentes comunitários. Os casos mais complexos são encaminhados para especialistas presentes em outras unidades de saúde. Ana Beatriz Santos, de 17 anos, conheceu o serviço na gravidez, quando teve acompanhamento de um dos médicos. Atualmente, ela e o filho, de 1 ano e 7 meses, continuam indo a consultas para observar o desenvolvimento infantil da criança. O caso é semelhante ao de Irla Suiane Ribeiro, de 20 anos, e Marcos Gabriel, de apenas 2 meses. Quando gestante, a jovem recebeu a visita de uma equipe que a cadastrou. Desde então, ela marca consultas frequentes para seguir o crescimento do filho. De acordo com o gerente de Serviços de Atenção Primária n° 7 de Samambaia, Ricardo Aguiar, a média de espera para marcação de consultas não passa de uma semana. No entanto, antes disso, todo paciente passa pelo acolhimento, ocasião em que um técnico de enfermagem faz o primeiro contato com o morador. “Ali ele fica mais tranquilo e já sai com a consulta marcada.” [Olho texto=”A espera para marcação de consultas é de no máximo uma semana. Antes disso, todo paciente passa pelo acolhimento” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O acolhimento é feito a qualquer hora, assim que o paciente procura a unidade. “Não existe aquilo de alguém chegar às 6 horas da manhã e esperar para ver se vai ser atendido”, resume o gerente. Outra realidade é o fato de não ter dia específico para cada tipo de consulta. Isso também depende da demanda. São 16 quadras de Samambaia atendidas pelo espaço, o que perfaz um total de mais de 26 mil habitantes. Práticas integrativas de saúde focam na prevenção Ponto forte da atenção primária, três práticas integrativas são desenvolvidas na Unidade Básica de Saúde n° 7 de Samambaia. Além da shantala (massagem para bebês), da ioga e da automassagem, o local ainda tem grupos com foco no tabagismo, na gestação, no desenvolvimento infantil, no planejamento reprodutivo e na odontologia. Cada atividade é pensada com base na necessidade da população. Quem tem interesse em participar pode comparecer ao local ou ser encaminhado por um dos profissionais. Pelas projeções da Secretaria de Saúde, é possível resolver até 70% dos problemas somente na atenção primária. Por isso, a meta é estender de 30,7% para 75% a cobertura do modelo de Estratégia Saúde da Família no DF até 2018. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Edição: Vannildo Mendes

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Caminhoneiros receberão atendimento de saúde em Santa Maria

Uma ação voltada a caminhoneiros será realizada nesta quarta-feira (18), das 7 às 15 horas, no Posto Alfa, em Santa Maria — km 0 da BR 0-40. Haverá atividades de promoção e prevenção da saúde. Os motoristas receberão atendimento clínico com aferição de pressão, teste de glicemia e cálculo de IMC, além de orientações médicas. Será avaliada ainda a acuidade visual, auditiva e dermatológica. Estão previstas também testagem rápida para HIV e orientações diversas sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A iniciativa, chamada de programa Comando de Saúde nas Rodovias, é promovida pela Secretaria de Saúde em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, o Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), o Departamento de Estradas de Rodagem e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres. Ao longo do ano, ocorrem quatro eventos. No primeiro, em 16 de março, as equipes de saúde atenderam 128 caminhoneiros, dos quais 31% apresentaram doenças de pele. Eles foram encaminhados para uma avaliação mais ampla nas unidades de saúde, incluindo biópsia. Todos os caminhoneiros receberam orientação de nutricionista e fisioterapeuta, e quase metade foi vacinada contra a febre amarela. Edição: Marina Mercante

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