Postos fazem mais de 5 mil testes de covid em uma semana
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal registrou um total de 5.166 testes de covid-19 realizados na semana de 3 a 7 de janeiro, nos quatro postos de ampla testagem, localizados no Aeroporto Internacional de Brasília, na Rodoviária do Plano Piloto, nas unidades básicas de saúde (UBSs) 1 da Asa Sul, na 612 Sul, e 2 da Asa Norte, na 114/115 Norte. Somente a UBS 1 da Asa Sul realizou, entre 3 e 7 de janeiro, 2.044 testes, média superior a 400 por dia | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF No período, o número de testes realizados foi 2,7 vezes maior do que o da semana anterior, 27 a 31 de dezembro, quando foram feitas 1.889 testagens. Na semana passada, só a UBS 1 da Asa Sul realizou 2.044 testes, média superior a 400 por dia. Os números não incluem os dados enviados pela rede privada nem pelas demais unidades da Secretaria de Saúde. Os quatro pontos para ampla testagem funcionam das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, e atendem toda a população do Distrito Federal, independentemente do local de residência. Os testes são recomendados para quem apresenta sintomas da covid-19 ou teve contato com alguém infectado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Números no DF O número de resultados positivos nos postos de ampla testagem também aumentou. Ao todo, foram 999 testes que detectaram a presença do coronavírus Sars-CoV-2, cerca de 19,33% do total testado entre 3 e 7 de janeiro. Na semana anterior, foram 171 positivos, pouco mais de 9% do total do período. Em todo o DF, a taxa de transmissibilidade da covid-19, o chamado índice RT, chegou a 2,01. Dos 55 leitos de UTI covid da rede pública, 21 estão ocupados. Dos 45 leitos de UCI covid, a ocupação é de 23. E dos 97 leitos de enfermaria da rede pública específicos para tratamento da doença, 32 estão ocupados. Na rede privada, dos 121 leitos de UTI, 62 estão ocupados. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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DF ultrapassa 5 milhões de doses de vacinas aplicadas
Na tarde desta sexta-feira (7), o Distrito Federal superou a marca de 5 milhões de doses de vacinas aplicadas contra a covid-19. Ao todo, os números foram de 2.312.230 da primeira dose, 2.131.592 da segunda, 58.413 da dose única, 493.949 doses de reforço e 10.633 doses adicionais para imunossuprimidos. No total, 5.006.817 vacinas foram aplicadas desde 19 de janeiro de 2021, quando começou a campanha de vacinação no Distrito Federal | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A soma total é de 5.006.817 de vacinas aplicadas desde 19 de janeiro de 2021. Apenas nesta sexta-feira, foram 615 de primeira dose, 2.686 de segunda dose, 9.108 doses de reforço e 13 doses adicionais. [Olho texto=”“Agora, a gente observa aumento do número de casos de covid, mas redução em termos de casos graves e de óbitos. Sabemos que o efeito disso está ligado à vacinação”” assinatura=”José Eudes Barroso, coordenador de Atenção Primária à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário da Saúde, general Manoel Pafiadache, destaca que o número é expressivo, “mas queremos que as mais de 200 mil pessoas que ainda não tomaram a primeira dose decidam receber o imunizante”. Ele ressalta: “Apesar de estarmos preparados com hospitais, com leitos, com insumos para enfrentar qualquer dificuldade maior, ainda é a vacinação a nossa maior defesa.” A notícia chega no momento em que há aumento do número de casos, com 1.451 registrados entre os dias 5 e 6 de janeiro, mas sem ocorrência de óbitos desde o ano passado. “Agora, a gente observa aumento do número de casos de covid, mas redução em termos de casos graves e de óbitos. Sabemos que o efeito disso está ligado à vacinação”, destaca o coordenador de Atenção Primária à Saúde, José Eudes Barroso. Ele avalia que há uma maior preocupação com a covid neste início do ano, o que amplia a vacinação. “Falar mais da doença, o recrudescimento com a variante Ômicron, fez com que as pessoas também atentassem à busca da vacinação como mecanismo de proteção”, explica. [Numeralha titulo_grande=”163.406″ texto=”pessoas receberam a segunda dose no DF de 31/12 até agora” esquerda_direita_centro=”direita”] Estratégia Os postos de testagem da covid-19 também incentivam a vacinação. “Todo ponto de testagem é também um ponto de orientação. Uma das perguntas que sempre é feita é se a pessoa tomou a vacina, e lhe são orientados os efeitos que a vacina tem em relação à proteção a casos mais graves”, reforça o médico. Do dia 31 de dezembro até agora, ou seja, na última semana, 163.406 pessoas receberam a segunda dose, de reforço ou dose adicional. Porém, o coordenador de Atenção Primária à Saúde ressalta as 5.892 que iniciaram o ciclo vacinal em 2022. “A gente acredita que essa maior procura da população pela testagem contribui para a conscientização em relação à necessidade de tomar a vacina”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno, a campanha de vacinação exigiu uma gestão administrativa atípica e complexa, e que o resultado alcançado hoje é fruto de um trabalho conjunto de todos os servidores da pasta. “É uma operação que envolve um grande esforço, que começou em janeiro de 2021, e não parou. Começamos uma operação nunca vista antes e o nosso resultado é a adesão da população ao procurar os postos e se vacinar”, reforça Damasceno. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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‘A economia do DF está aquecida e teremos mais empregos em 2022’
Foto: Renato Alves / Agência Brasília Um Distrito Federal que enfrentou a pandemia, vacinou a população, manteve os canteiros de obras ativos e, ainda em meio à crise nacional, conseguiu reaquecer a economia nos diversos setores produtivos. Esse é o balanço que o governador Ibaneis Rocha faz dos três anos de sua gestão, em meio ao prenúncio do que esperar para 2022. No penúltimo dia do ano, o chefe do Executivo local recebeu a equipe da Agência Brasília para uma conversa. Nela, fez uma avaliação das ações de governo, das obras que vão impactar positivamente a vida do brasiliense – principalmente de quem depende do transporte público – , das construções de unidades básicas de saúde (UBSs) e das unidades de pronto atendimento (UPAs), e lembrou ainda as mais de 18 mil nomeações de concursados para melhorar o serviço prestado à população. “Nós temos as contas em dia, não temos o risco de deixar de pagar nenhum funcionário, estamos avançando nos benefícios sociais, temos muitas obras na cidade e melhoramos a nossa capacidade de pagamento da classe C para a classe B”, resumiu Ibaneis, ao dar nota 8 à condução do governo na gerência da pandemia. Confira abaixo os principais trechos dessa conversa. Esta gestão já acumula mais de 1,4 mil obras em todo o DF. O que o brasiliense pode esperar para 2022? 2022 é o ano da conclusão da maioria dessas obras. É um ano que a gente tem expectativa de acelerar bastante, principalmente a partir do término das chuvas, o que deve gerar muito emprego para população do Distrito Federal – e nós precisamos que isso cresça realmente. Nós temos outras obras que serão lançadas ao longo do ano, principalmente na área da saúde. Temos ainda algumas unidades básicas de saúde que precisam ser construídas para a gente estabilizar o atendimento da saúde na nossa cidade. Será um ano de muito crescimento, um ano de desenvolvimento para cidade, um ano que a gente vai buscar, o máximo possível, não atrapalhar a continuidade do trabalho da máquina administrativa. O que o senhor destaca como a principal ou as principais entregas para esse primeiro semestre do ano? Olha, nós temos aí a principal entrega para o primeiro semestre que é o túnel de Taguatinga que deve sair ali por volta do mês de junho. E nós temos vários desses viadutos que foram iniciados, em especial do Sudoeste, também com previsão de entrega ainda no final do primeiro ou início do segundo semestre. O brasiliense se locomove muito de carro e o DF tem um automóvel para cada três habitantes. As novas obras de arte feitas na cidade estão sendo pensadas nesse fluxo de veículos nas vias? Nós temos uma dificuldade muito grande que é o modelo de transporte público feito aqui no Distrito Federal. É um modelo ponta a ponta. A pessoa entra no ônibus em Samambaia e vem descer na Estrutural. Isso dificulta o sistema público de transporte porque não se tem o reabastecimento ao longo das linhas dessa população. Em razão disso utiliza-se muito o transporte veicular, as pessoas fazem isso aqui com muita constância. Mas o foco dessas obras todas é exatamente facilitar o transporte via ônibus. Todas essas vias estão sendo pensadas com corredores. É o caso da Avenida Hélio Prates, que vai ter um corredor de ônibus saindo lá do final de Ceilândia, próximo ao Sol Nascente, e desaguar no Eixo Monumental. Todo pensamento é exatamente voltado para que a gente tenha um tráfego mais ágil no transporte público. Isso vai ser feito também com a continuidade da EPTG – que, hoje, para ali logo depois do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Nós vamos concluí-la, tanto paro o Setor Policial Sul quanto para chegar ao Eixo Monumental. Isso vai facilitar muito a vida das pessoas, vai tirar um bom tempo gasto no trânsito e devolvê-lo às famílias para que elas possam viver em conjunto. Por falar em transporte público e mobilidade, mesmo com a alta do combustível, que foi um destaque nacional, o GDF segurou o aumento do preço das passagens de ônibus. Há algum reajuste das tarifas previsto para 2022? Não, não temos nenhuma previsão de aumento e estamos com as nossas tarifas equilibradas. Tivemos alguns problemas aí no final do ano porque houve uma complementação tarifária feita com orçamento do Distrito Federal, exatamente para que a gente não tenha aumento no valor das tarifas. A gente sabe que nós estamos vivendo um período de muito desemprego, um período de muita dificuldade e tudo que a gente não quer nesse momento é um aumento de tarifa de ônibus. As aulas presenciais voltaram agora no fim do ano. E o governo tem algum planejamento para suprir o déficit educacional forçado pela pandemia nesses quase dois anos de ensino remoto? Em primeiro lugar, o retorno às aulas foi um sucesso. Nós temos que parabenizar os professores, os educadores do DF como um todo. A direção das escolas fez um belíssimo trabalho de retomada das aulas. Só que nós temos um déficit educacional que foi muito grande em virtude desse período em que ficamos assistindo aulas remotas. Então, está na hora da educação, e aí a secretária de Educação Hélvia Paranaguá está fazendo isso. Fazer um reforço escolar para que todos esses alunos possam recuperar o conteúdo educacional perdido ao longo desse período. O ICMS é a principal fonte de tributação de um Estado. O GDF abriu mão em várias taxações para movimentar setores e fomentar a economia, com reflexos, inclusive, no custo de produtos consumidos pelo cidadão. A gente pode entender quase como uma política de promoção de uma minirreforma tributária feita pelo senhor? O que a gente tem visto é que determinadas cobranças de impostos que são feitas pelo Estado não tem o reflexo que se espera. A arrecadação termina sendo muito pequena em relação ao que você tem de benefício para as cidades. De outro lado, também há a necessidade de incentivar determinadas áreas de desenvolvimento no Distrito Federal. Isso foi feito em inúmeras áreas durante esse período de pandemia e, por incrível que pareça, o retorno tem sido muito positivo. Nós estamos arrecadando mais do que arrecadávamos antes, cobrando menos e arrecadando mais. O efeito tem sido muito favorável na balança para o Distrito Federal. Então, aquilo que for necessário fazer nos espaços onde nós tivermos condições de fazer desoneração de tributos, nós vamos continuar fazendo. Isso é uma política que eu chamo de política liberal da qual eu sou extremamente favorável. Eu acho que o Brasil perde muito de ter a sua reforma tributária. Com uma reforma de verdade, nós teríamos condições de investimentos muito maiores, teríamos investidores internacionais. Mas temos que pensar no nosso “quadradinho”. Aqui no Distrito Federal nós estamos fazendo a cartilha. Era pra ter avançado mais se não fosse a pandemia. Esperamos para 2022 poder crescer um pouco mais. Em três anos de governo, a sua gestão foi a que mais convocou concursados – mais do que outros governos que passaram pelo DF e eram historicamente ligados às bandeiras do trabalhador. São 18 mil novos servidores até agora. O que significa esse investimento e por que ele é importante para a máquina pública? É a reestruturação do Estado. A gente reclamou muito, por exemplo, que a saúde não está bem. Mas se você não contratar servidores na saúde, sejam eles celetistas ou estatutários – e nós fizemos os dois -, você não consegue recuperar a parte de recurso humano. Então, saúde se faz com investimentos nos suprimentos e com recursos humanos. Nós olhamos pra esse lado. Zeramos a fila de professores. Ninguém pode querer ter uma educação de qualidade se você não tiver professores lá na ponta e, principalmente, os concursados. Nós temos aqui no Distrito Federal, no caso da educação, ainda são convocados vários outros [professores] que são temporários. Mas o mais importante para nós é exatamente essa contratação de servidores públicos concursados. E tem uma área na qual não foi dada muita atenção nos últimos anos e é uma coisa que é muito importante que é a assistência social. Nós conseguimos crescer muito o número de servidores tanto da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) quanto na Secretaria de Justiça (Sejus) e na Secretaria da Mulher. Nós quase que não tínhamos nenhum chamamento para a Secretaria da Mulher. Hoje a Secretaria da Mulher funciona com quadro de pessoal efetivo. Temos o atendimento feito na Casa da Mulher Brasileira em Ceilândia que não existia, só existia Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto. Nós temos hoje uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Ceilândia também e tudo isso envolve um número de servidores que foram chamados. Eu me orgulho muito de, sendo um liberal, ter o respeito que eu tenho com a classe dos servidores públicos do Distrito Federal. E esse respeito se traduz também naquilo que eu fiz por eles. Além de pagar a terceira parcela do reajuste – vamos pagar a partir de abril, já está previsto -, também criamos o plano de saúde dos servidores do Distrito Federal que envolve aí mais de 50 mil pessoas inscritas. São 50 mil vidas e a gente espera chegar até o final de 2022 com aproximadamente 80 mil vidas no plano de saúde. Na área de desenvolvimento social o GDF, inclusive, zerou as vacâncias que tinham? E nós estamos esperando: o que aparecer de vacância nós vamos complementar. Na saúde houve um investimento pesado: seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em 2021. Que impacto positivo o brasiliense vai sentir na área? A gente espera muito porque uma UPA dessas ela atende em torno de quatro mil pessoas por mês. Temos aí sete UPAs, sendo que duas serão entregues agora no início do ano. Vamos ter um aumento muito grande no número de atendimentos. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são muito importantes para a saúde do brasiliense porque é exatamente nela que se faz o acompanhamento da família. É ali onde você tem todo um atendimento, seja na área odontológica, seja dos pacientes com diabetes, e isso diminui muito o impacto dentro dos nossos hospitais. Estamos também reformando os nossos hospitais, dando uma melhor condição para que eles possam atender a população. Isso vai ser feito no Hospital Regional de Planaltina, com ampliação com mais um bloco, e com o Hospital Regional de Brazlândia, onde também vai ser feito mais um bloco. Essa pandemia veio como imprevisto para todo mundo e a condução de um governo durante ela não foi algo fácil. Que análise que o senhor faz hoje das suas tomadas de decisões, tanto no fechamento quanto na liberação de serviços e espaços? Olha, é uma história pra se contar quando ninguém sabia o roteiro. Tivemos ali vários momentos de dificuldade, principalmente aqueles em que o número de leitos foi muito reduzido. Mas nós avançamos muito no atendimento à saúde. Conseguimos agir rápido para que a gente pudesse atender essa população. Ficou um saldo negativo na questão da saúde, porque deixou-se de atender as cirurgias eletivas, aquelas cirurgias mais simples, para atender os pacientes de covid-19 que estavam necessitando de UTI. De um modo geral, eu acho que nós conseguimos sair bem. E uma coisa que revela isso foi, agora nesse final de ano, eu ter tido o prazer de ser homenageado por quase todas as federações do Distrito Federal: pela Fibra, pela Fecomércio, pela CDL, todas elas trabalhando ali e vendo que o que foi feito era o necessário. E quando deu pra aliviar a gente conseguiu aliviar no tempo certo. Então, se tivesse sido tão ruim, quem mais sentiu, que foi o comércio, a indústria e essas categorias, estariam reclamando. E, graças a Deus, isso não existe. Aqui no Distrito Federal todos os comerciantes voltaram agora a trabalhar com força total e têm condição de tornar o emprego viável para diversas pessoas que foram demitidas ao longo da pandemia. Acho que aos poucos nós vamos conseguir retomar. Agora, o balanço geral eu acho que a gente pode tirar uma nota 8 aí que dá pra ser aprovado. No momento certo nós fechamos aqui no Distrito Federal. Fomos o primeiro Estado da Federação a fechar. Seguramos as medidas. Fomos abrindo ao longo do tempo. Conseguimos dar segurança na saúde da população do DF e chegamos hoje numa condição de que as pessoas estão cada vez vivendo com mais tranquilidade. O governo conseguiu manter, inclusive, as obras em funcionamento desde o início da pandemia, né? É isso que nós não paramos, nós conseguimos manter todo a força de trabalho nas ruas, nós não paramos dentro das secretarias, fizemos todas as licitações necessárias, e é por isso que o Distrito Federal hoje continua numa situação de normalidade, nós estamos com tudo andando dentro da normalidade. Os índices de desemprego inclusive têm caído nos últimos três meses. O senhor acredita que seja uma tendência? Acredito que sim. Para nós aqui no Distrito Federal há uma tendência de diminuição do desemprego até porque os setores estão todos aquecidos, em especial a construção civil. A construção civil do Distrito Federal está num patamar bem elevado e deve contratar muito ainda nesse início do ano. Por que o senhor tomou a iniciativa e transformou políticas provisórias como o Cartão Gás e o programa Prato Cheio em políticas permanentes de Estado? Eu acho que existia ali um receio da população de baixar um decreto e terminavam com o programa, né? Então, nós mandamos exatamente para converter essas políticas públicas em políticas permanentes, não só políticas que seriam tomadas durante o período da pandemia. A ideia foi exatamente essa: dar segurança tanto para aqueles que estão em uma ponta recebendo quanto para aqueles outros que estão na outra ponta prestando serviço, como é o caso do cartão creche. Nestes três anos completos de governo, que avaliação geral o senhor faz da sua gestão? Olha eu não sou político, aliás eu não era político, eu agora sou político. E as experiências são muito grandes que a gente vive na tomada de decisões. Mas eu acredito que o saldo é bastante positivo em relação à administração do Distrito Federal. Nós temos as contas em dia, nós não temos o risco de deixar de pagar nenhum funcionário. Nós estamos avançando nos benefícios sociais, nós temos muitas obras na cidade. Nós melhoramos a nossa capacidade de pagamento da classe C pra classe B, o que permite ao DF tirar financiamentos nacionais ou internacionais. Do ponto geral, pra quem não tinha participado ainda e não conhecia a máquina pública, eu acho que nós estamos com um saldo positivo, muito positivo. E o senhor está gostando de ser político? Estou. Estou gostando porque é a única maneira que se tem realmente de transformar a vida das pessoas. E quando você pega uma pessoa que não tinha um plano de saúde – e eu já encontrei várias nas ruas – e vira pra mim e diz: “Olha, eu descobri que estou com câncer e estou fazendo tratamento no [hospital] Sírio Libanês”. Era quase impossível um servidor público fazer isso e para fazer tinha que tirar do seu salário uma parcela muito alta para pagar um plano de saúde. Então você consegue através da política fazer diversas mudanças nas vidas das pessoas, ajudando-as naquilo que é possível. E o Distrito Federal precisa de muita coisa ainda. Nós pegamos uma cidade em estado de degradação muito grande, muito grande. Temos aí asfaltos que precisam ser feitos, calçadas que precisam ser feitas, obras públicas que precisam ser realizadas e muita coisa ainda a fazer no DF. Eu vou focar em 2022 para que a gente consiga tirar do papel a maioria dos projetos para que a gente consiga avançar mais para população do Distrito Federal.
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Sábado (18) de vacinação com segurança alimentar
[Olho texto=”“É a Secretaria de Saúde aproximando a vacina das pessoas, e isso vai fazer com que a gente melhore cada vez mais a cobertura vacinal aqui no DF”” assinatura=”Manoel Pafiadache, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A iniciativa do Governo do Distrito Federal de promover refeições natalinas nos restaurantes comunitários foi também uma oportunidade para quem precisava colocar o cartão de vacina em dia. Na ação batizada de Nosso Natal, realizada, neste sábado (18), equipes estavam preparadas para aplicar a primeira dose, a segunda dose ou a dose de reforço dos imunizantes contra a covid-19. “É a Secretaria de Saúde aproximando a vacina das pessoas, e isso vai fazer com que a gente melhore cada vez mais a cobertura vacinal aqui no DF”, afirmou o secretário da pasta, general Manoel Pafiadache, durante visita à ação no Restaurante Comunitário de Samambaia, localizado na ADE, conjunto 15, lote 1/2. Secretário de Saúde conferiu o andamento da vacinação nos restaurantes comunitários. Oportunidade para muitas pessoas colocar a carteira de vacinação em dia | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde A vacinação ao lado do restaurante foi o incentivo para a guardadora de carros Ana Cristina Santos, 42 anos, finalmente receber a primeira dose. “Eu estava com medo das reações, mas o medo da doença é maior. Então, eu vim aqui e aproveitei que não tinha fila”, contou. Ela até poderia escolher entre os imunizantes da AstraZeneca ou da CoronaVac, mas preferiu receber a que ficou disponível mais rápido. “A que me proteger está boa”, assegurou. [Olho texto=”“É unir o útil ao agradável. Muita gente não tem tempo na semana e ter essa vacinação no sábado ajuda”” assinatura=”Uelton Gonçalves, morador da Estrutural” esquerda_direita_centro=”direita”] Secretarias e órgãos do DF se mobilizaram para aproveitar a programação especial dos restaurantes e levar à população outros serviços, que iam da educação de trânsito, promovida pelo Detran, ao atendimento das concessionárias de água e energia. “A política de segurança alimentar e nutricional não poderia ficar só, ela precisa estar integrada”, explicou a subsecretária de Segurança Alimentar da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes), Karla Lisboa. Foi o caso da adolescente Bruna Tozatti, 16 anos, que foi ao restaurante comunitário da Estrutural com a família e aproveitou para receber a segunda dose do imunizante da Pfizer. “É muito importante para os adolescentes se vacinarem. Querendo ou não, a gente é o público que mais sai de casa, que mais fica exposto”, opinou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] E as tendas de vacinação atraíram até quem só aproveitou a facilidade de ter um ponto de vacinação mais acessível, perto de casa, nesta manhã de sábado (18). Pai e filho, Uelton Gonçalves, 39 anos, e João Vinícius Gonçales, 13 anos, aproveitaram a oportunidade. “É unir o útil ao agradável. Muita gente não tem tempo na semana e ter essa vacinação no sábado ajuda. Eu trouxe ele para vacinar e descobri que eu já poderia tomar a dose reforço”, comemorou Uelton. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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DF alcança 80% da população vacinável com duas doses ou dose única
O Distrito Federal já superou a marca de 2 milhões de pessoas vacinadas com a segunda dose da vacina contra a covid-19. No total, foram aplicadas 2.004.679. Quando o número é somado às 58.374 que receberam a dose única da Janssen, a cobertura vacinal chega a 80,01% considerando a população vacinável, com 12 anos ou mais. Até segunda (13), o DF aplicou 4.618.735 vacinas, considerando primeira e segunda doses, doses únicas, de reforço e doses adicionais. “É relevante, mas queremos mais”, diz o secretário de Saúde | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF “É relevante, mas queremos mais. Queremos avançar para que a gente chegue sempre o máximo possível perto de 100%”, afirmou o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache. O gestor ressaltou o apoio do governador Ibaneis Rocha e as iniciativas para facilitar o acesso à vacinação, incluindo o novo posto fixo na Rodoviária do Plano Piloto. [Olho texto=”“Se vacinar é um ato de cidadania. E nós percebemos que ter a vacinação em dia é o que temos de melhor para prevenir os riscos”” assinatura=”Fernando Erick Damasceno, secretário adjunto de Assistência à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A gente gostaria muito que a população percebesse o que nós queremos fazer para que haja segurança para todos, principalmente neste momento em que vamos entrar em festas de fim de ano”, explicou Pafiadache. Entre os principais desafios da campanha de vacinação no DF estão as cerca de 200 mil pessoas que já estão no prazo ou que ainda não voltaram para receber a segunda dose. O prazo é de 28 dias para a CoronaVac e de 56 dias para AstraZeneca e Pfizer-BioNTech. Há também quem ainda não tenha ido receber a primeira dose: a Secretaria de Saúde estima que mais de 20% da população do DF entre 30 e 39 anos de idade ainda não começou o ciclo vacinal. “Se vacinar é um ato de cidadania. E nós percebemos que ter a vacinação em dia é o que temos de melhor para prevenir os riscos, principalmente, no agravamento dos casos, das internações, da morbimortalidade”, afirmou o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Até segunda-feira (13), o DF aplicou um total de 4.618.735 vacinas, sendo 2.296.168 de primeiras doses, 2.004.679 de segundas doses, 58.374 doses únicas, 249.673 doses de reforço e 9.841 doses adicionais (aplicadas 28 dias após a segunda dose em imunossuprimidos graves). Até o momento, 91,32% da população vacinável, estimada em 2.578.418 pessoas, recebeu a primeira dose ou dose única. A dose de reforço, aplicada cinco meses após a conclusão do ciclo vacinal, já chegou a 10,05% dos brasilienses. Ampliação dos serviços de saúde Além de combater a disseminação da covid-19, a vacinação contra a doença tem permitido que a Secretaria de Saúde possa reforçar outras áreas de atendimento à população. “Teremos menos impacto em quadros mais avançados, com menor ocupação de leitos. Isso abre espaço para que a gente oferte uma carteira de serviços mais completos para a população”, destacou a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Paula Lawall. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Ponto de vacinação da Rodoviária tem horário ampliado
A partir da próxima segunda-feira (13), a Secretaria de Saúde vai ampliar o horário de funcionamento do ponto de vacinação contra a covid-19 da Rodoviária do Plano Piloto. Será das 7h às 20h, sem intervalo, com vacinas para todos os públicos. O objetivo é alcançar um público maior, que diariamente passa pelo terminal. O ponto fixo da Rodoviária do Plano Piloto funciona em um local estratégico, ao lado da administração do terminal | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Quem se beneficia com essa facilidade são as nossas trabalhadoras e trabalhadores que têm uma rotina diária apertada, correm para seus afazeres, de casa para o trabalho e vice-versa. E agora, quem passa na Rodoviária, bem cedinho, antes das 7h da manhã, quando o posto ainda não abriu, vai ter oportunidade de receber a vacina mais tarde porque os vacinadores vão estar aqui até às oito horas da noite”, informa o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache. [Olho texto=”“Serão 13h de oferta ininterrupta das vacinas contra a covid-19, de segunda a sexta-feira. E o cidadão ainda pode escolher de qual marca quer receber a sua vacina. Ou seja, não tem mais desculpa para não se vacinar”” assinatura=”General Pafiadache, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] As ações fora das unidades básicas de saúde passaram a ser rotina desde o final do mês de novembro com a realização do Dia D, quando a vacinação ocorreu em diversas feiras populares durante dois finais de semana. O chefe da pasta da Saúde ainda destaca os esforços da Secretaria para vacinar a população do Distrito Federal. “Serão 13h de oferta ininterrupta das vacinas contra a covid-19, de segunda a sexta-feira. E o cidadão ainda pode escolher de qual marca quer receber a sua vacina. Ou seja, não tem mais desculpa para não se vacinar”, frisa. O ponto fixo da Rodoviária do Plano Piloto funciona em um local estratégico, ao lado da administração do terminal. Por lá, circulam diariamente cerca de 800 mil pessoas. Mil doses aplicadas Desde a abertura do novo ponto de vacinação, no dia 6 de dezembro, 1.221 doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas – uma média diária de 224 pessoas vacinadas. “Em menos de uma semana em que estivemos na Rodoviária temos a satisfação de verificar o sucesso dessa iniciativa. Nós estamos onde a população está. Prova disso é que apenas na primeira semana, mais de mil pessoas aproveitaram essa facilidade. Foram exatamente 1.221 doses aplicadas, seja com a inicial, com a segunda dose ou o reforço da imunização”, comemora o secretário. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Empenho para regularizar 50% dos condomínios do DF até o final de 2022
O Governo do Distrito Federal (GDF) planeja regularizar pelo menos 50% dos condomínios habitacionais até o final de 2022. Até agora, já foi iniciado o processo de legalização de 1.267 lotes, beneficiando 4,5 mil pessoas. Nesta terça-feira (23), o objetivo avançou mais uma etapa com a assinatura de um Termo de Compromisso que vai possibilitar a regularização de mais de 300 imóveis do Condomínio Privê do Lago Norte I – Quadra I. A assinatura contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, que reforçou o compromisso para que mais e mais moradores tenham suas escrituras. “Nós estamos tocando vários processos para que a gente consiga entregar até o final deste governo pelo menos 50% dos condomínios do DF regularizados. Vamos ensinar o caminho, estamos dando segurança às pessoas”, afirma o governador Ibaneis Rocha. Com a assinatura do termo, a Terracap parte agora para estabelecer um Plano de Trabalho. Os próximos passos são as contratações dos projetos de drenagem pluvial e esgotamento sanitário | Foto: Renato Alves / Agência Brasília O Termo de Compromisso firmado entre moradores e a Agência de Desenvolvimento (Terracap) trata-se de uma nova alternativa de regularização fundiária, com vistas a agilizar o processo até a etapa de venda direta, em que o morador exerce o direito de compra do terreno que ocupa. Na prática, o condomínio torna-se responsável pela elaboração e a execução dos projetos de urbanismo, infraestrutura e aqueles relacionados ao licenciamento ambiental, como drenagem pluvial, esgotamento sanitário, abastecimento de água potável, energia elétrica, pavimentação, entre outros, além de estudos ambientais. “Quando assumi o governo, convoquei a Terracap, a Seduh, o Brasília Ambiental e partimos para trabalhar pela regularização dos condomínios de forma real. A assinatura deste documento abre as portas para que tenhamos efetivamente a regularização dele. E isso vai seguir de forma célere. Vamos olhar para os moradores com carinho. É preciso parar de olhar para eles como invasores”, destaca o governador Ibaneis Rocha. Com a assinatura do termo, a Terracap parte agora para estabelecer um Plano de Trabalho. Os próximos passos são as contratações dos projetos de drenagem pluvial e esgotamento sanitário. Este é o terceiro condomínio do DF que recorre à essa alternativa de regularização, possível a partir da lei federal 13.465/2017. “Esse governo não entrega papel, ele entrega escritura. E esse modelo, além de proporcionar a regularização do condomínio, traz para dentro de todo esse processo a administração do condomínio. Eles participam dos projetos e assim conhecem as etapas necessárias para a regularização. Nesse condomínio são mil pessoas, 300 moradias beneficiadas”, explica Izidio Santos, presidente de Terracap. A situação de irregularidade da área perdura desde 1989, quando o Condomínio Privê do Lago Norte I – Quadra I foi fundado e causava grande insegurança aos moradores quanto ao futuro da região. “Estamos aqui há 32 anos e nunca fomos atendidos de fato. Éramos atendidos por patrols, por escavadeiras derrubando as casas. Agora, conseguimos falar com o governo e demos entrada na documentação. Em abril iniciamos o processo e hoje praticamente damos o pontapé inicial com a assinatura de termo de compromisso para regularização do condomínio”, explica o síndico Normandi Vitor Silva, de 63 anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho, explica que há centenas de áreas no DF aguardando o processo de regularização – como Arniqueira, Vicente Pires, Vila Buritis e outras. Segundo ele, o Estado sozinho, não consegue avançar com todos os estudos necessários de uma única vez para todas essas áreas, pois trata-se de um processo longo e minucioso, que envolve diversos órgãos. “Assim, nasceu a ideia da proposta de celebração de Termo de Compromisso, que não envolve repasse financeiro de ambos os partícipes”, completa. Uma vez aprovado os projetos e estudos pelos órgãos competentes, será dado início aos trâmites internos na Terracap para o lançamento do edital de chamamento de venda direta, convocando os moradores a exercer o direito de compra das ocupações.
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Avanço da vacinação trará mais segurança para festas natalinas
O período de festas de fim de ano, com confraternizações, viagens e encontros familiares, poderá ser mais seguro no Distrito Federal caso os brasilienses façam sua parte e completem o ciclo de vacinação contra a covid-19. Para isso, a Secretaria de Saúde aposta nas ações do Dia D, marcado para este sábado (20). Das 9h às 17h, equipes vão trabalhar em 28 locais públicos e unidades de saúde para vacinar o maior número possível de pessoas. [Olho texto=”“O enfrentamento à pandemia está diretamente relacionado ao desempenho da nossa campanha de vacinação. A grande estratégia é a vacinação, seja ela de que marca for”” assinatura=”Fernando Erick Damasceno, secretário-adjunto de Assistência à Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Os detalhes, bem como os pontos de vacinação que funcionarão nesse dia, foram apresentados nesta quinta-feira (18) durante coletiva de imprensa. De acordo com o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno, já há planejamentos para um eventual impacto do período de festas nos índices de covid-19 no DF. A Secretaria de Saúde acompanha diariamente os índices locais e também a evolução da pandemia em outras partes do mundo, como Ásia e Europa, onde tem havido um aumento de casos. Porém, a situação pode permanecer positiva aqui caso a imunização continue a avançar. “O enfrentamento à pandemia está diretamente relacionado ao desempenho da nossa campanha de vacinação”, explicou o médico. “A grande estratégia é a vacinação, seja ela de que marca for”, completou. O secretário de Saúde aproveitou a coletiva para convocar toda a sociedade para que o Dia D seja marcado por um elevado número de vacinas aplicadas e maior esclarecimento da população | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde Mais de 500 mil precisam se vacinar Até o momento, mais de 4,3 milhões de doses foram aplicadas no DF. O ritmo permanece elevado, com média superior a 13 mil por dia: foram 92,6 mil só na última semana. Porém, segundo a Secretaria de Saúde, até hoje, cerca de 254 mil pessoas acima dos 12 anos de idade não tomaram a primeira dose e outras 300 mil podem receber a segunda dose, mas ainda não procuraram uma unidade de saúde. [Numeralha titulo_grande=”92,6 mil ” texto=”doses foram aplicadas no DF só na última semana” esquerda_direita_centro=”direita”] No Dia D também haverá a aplicação de dose de reforço para idosos acima de 60 anos e profissionais de saúde que receberam a segunda dose há pelo menos seis meses. Imunossuprimidos graves que tomaram a segunda dose há pelo menos 28 dias também serão contemplados. Quem estiver com a segunda dose fora do prazo também poderá comparecer. O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, aproveitou a coletiva para convocar toda a sociedade, incluindo a imprensa, para que o Dia D seja marcado por um elevado número de vacinas aplicadas e pelo maior esclarecimento da população. “Todos nós temos o objetivo de ampliar a cobertura vacinal”, afirmou. Segundo o gestor, hoje, 88% da população acima dos 12 anos de idade já tomaram a primeira dose e 72,23% receberam a segunda dose ou dose única. Porém, é necessário ampliar esses índices para aumentar a proteção contra a pandemia. [Olho texto=”“Se conseguirmos trazer os jovens para a segunda dose, a gente pode chegar ao fim do ano com quase 80% de cobertura”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Prazo para a segunda dose De acordo com o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, é fundamental que cada pessoa observe o prazo para a sua segunda dose: 28 dias (quatro semanas) após a primeira, no caso da CoronaVac; e de 56 dias (oito semanas) para as marcas AstraZeneca ou Pfizer-BioNTech, independentemente da data prevista no cartão. Nesta quinta (18), por exemplo, puderam tomar a segunda dose quem recebeu a CoronaVac em 21 de outubro e quem tomou a AstraZeneca ou Pfizer em 23 de setembro. É o caso dos adolescentes de 13 anos de idade que tomaram a primeira dose a partir de 21 de setembro. “Se conseguirmos trazer os jovens para a segunda dose, a gente pode chegar ao fim do ano com quase 80% de cobertura”, explicou Divino Valero. Ele lembrou ainda que, além do Dia D, a Secretaria de Saúde disponibiliza diariamente locais para vacinação. Divino Valero lembrou que a Secretaria de Saúde disponibiliza diariamente locais para vacinação: “Não deu para ir no sábado? Vá na segunda, vá na terça. Mas vá” “Não deu para ir no sábado? Vá na segunda, vá na terça. Mas vá”, disse. A vacinação com a segunda dose pode ocorrer mesmo que a pessoa tenha perdido o prazo. A lista de locais de vacinação é diariamente atualizada no site da Secretaria de Saúde. Retomada de serviços de saúde O aumento do número de pessoas vacinadas, a queda da ocupação dos leitos (hoje em 54,55% para leitos de UTI Covid e 11% para leitos de suporte ventilatório) e a manutenção do índice de transmissão da doença abaixo de 1 (hoje em 0,70, o que indica desaceleração do número de contaminados) permitem que a Secretaria de Saúde reavalie o atendimento à população. “A gente tem a possibilidade de avançar em outras áreas que ficaram prejudicadas com a pandemia”, disse, na coletiva, o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cirurgias eletivas e áreas como odontologia devem receber maior atenção à medida que a covid-19 faz menos pressão sobre a rede de saúde pública. Outro desafio, enfrentado em todo o mundo, é reaproximar pacientes que se afastaram durante o período de restrições de atendimento. “A população ficou distante dos serviços de saúde e descontinuou tratamentos”, explicou Fernando Erick. O secretário de Saúde ressaltou os processos de aquisição de insumos para a rede pública e reforçou que o fechamento dos hospitais de campanha acontece com cautela, de acordo com a situação da covid-19 no DF. “Continuamos fazendo as análises, para, se for o caso, mudar a estratégia”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Mais 500 agentes irão reforçar combate à dengue
Esta segunda-feira (8) foi o último dia do curso teórico de aperfeiçoamento dos 500 novos agentes de Vigilância Ambiental (AVAs). O treinamento começou na semana passada, com o objetivo de capacitar todos os profissionais sobre as funções que irão desempenhar, entre as quais, o combate à dengue. Foram quatro dias de curso teórico presencial e, a partir desta terça-feira (9), haverá atividade prática. Na próxima semana, os agentes estarão nas ruas do DF trabalhando. Na próxima semana, os agentes estarão nas ruas do DF trabalhando | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Aqui repassamos tudo sobre as atribuições do agente de vigilância ambiental, falamos sobre agrotóxico, mosquitos e divisão da Diretoria de Vigilância Ambiental. A partir de amanhã todos irão para as cidades em que atuarão e farão mais quatro dias de curso prático”, explica o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Jadir Costa Filho. [Olho texto=”“O aumento das chuvas incrementa os casos de dengue, por isso precisamos estar ativos no combate ao mosquito e este reforço com mais 500 agentes vai ajudar bastante”” assinatura=”Jadir Costa Filho, diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Com o início do período chuvoso no Distrito Federal há uma tendência de aumentar a proliferação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, os casos de dengue. “O aumento das chuvas incrementa os casos de dengue, por isso precisamos estar ativos no combate ao mosquito e este reforço com mais 500 agentes vai ajudar bastante”, salienta. O secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, esteve presente no último dia de treinamento teórico e ressaltou que o trabalho dos AVAs é excepcional e fundamental para a saúde, pois muitos ajudam com a vacinação e, principalmente, no combate à dengue. “Este é o momento de perguntar, de tirar todas as dúvidas para depois aliar o conhecimento adquirido à prática. Acreditamos no trabalho de todos que estão aqui e sabemos que todos deixarão um legado. Por isso, se dediquem ao máximo, pois o combate ao mosquito da dengue é uma das nossas missões para cuidar da saúde de todos”, destaca Pafiadache. Antônia Gizele de Souza, 42 anos, elogiou o curso e está ansiosa para colocar o que aprendeu na prática, batendo de porta em porta | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Expectativas Antônia Gizele de Souza, de 42 anos, nunca trabalhou como agente de vigilância ambiental, mas tinha uma noção do serviço. Ela conta que achou o curso muito bom, com abordagem de todos os temas necessários. “Foi um treinamento excelente, ademais, só colocando os ensinamentos em prática, indo nas casas, batendo de porta em porta”, avalia. Para Eliseu dos Santos, de 28 anos, o trabalho de agente de vigilância ambiental é algo novo e ele não conhecia. Porém, achou o curso de aperfeiçoamento muito interessante e rico de conteúdos. “Foi tudo bem explicado, deu para agregar bastante coisa, muito conhecimento. Agora, teremos o curso prático para colocar em campo tudo o que aprendemos estes dias”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Quem também gostou do treinamento foi Jaqueline Fernandes, de 42 anos. Ela já foi agente comunitária de saúde e passou 40 dias atuando como AVA, o que resultou em experiência. “Gostei muito do curso, não focou só no mosquito da dengue. Tivemos uma excelente base”, analisa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Ceilândia recebe a campanha antirrábica neste sábado (16)
Sábado (16) também é dia de levar os pets para imunização contra o vírus da raiva. A vacina será aplicada em 26 pontos na região de Ceilândia, das 9h às 17h, em cães e gatos saudáveis acima de três meses de idade. Caso o animal receba a vacina pela primeira vez, ele deverá ser imunizado novamente após 30 dias. Com a campanha anual de vacinação contra a doença mantém-se, no curto prazo, uma parcela significativa da população imune ao vírus da raiva| Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A proteção contra a raiva é importante, pois é uma doença infecciosa de origem viral capaz de levar as vítimas ao óbito em praticamente 100% dos casos. A doença acomete todas as espécies de mamíferos, inclusive seres humanos. [Olho texto=”O vírus rábico circula no DF em quirópteros, nos bovinos, equídeos e outros animais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Entre as doenças infecciosas de origem viral, a raiva é a única, em relação a seu alcance e ao número de vítimas, que pode gerar uma encefalite aguda. O único caso de raiva humana no Distrito Federal foi registrado em 1978. O último caso diagnosticado de raiva em cães foi em 2000 e, em gatos, no ano de 2001. O vírus rábico circula no DF em quirópteros, nos bovinos, equídeos e outros animais. O vírus da raiva é encontrado na saliva de animais infectados e é transmitido principalmente por meio de mordeduras e, eventualmente, pela arranhadura e lambedura de mucosas ou pele lesionada. Com a campanha anual de vacinação contra a doença mantém-se, no curto prazo, uma parcela significativa da população imune ao vírus. As campanhas foram iniciadas com a criação do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) em 1973. Veja os pontos de vacinação: *Com informações da Secretaria de Saúde
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UPA Ceilândia II já realizou mais de 2 mil atendimentos
[Olho texto=”“Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”” assinatura=”Flávio Amorim, gerente da UPA Ceilândia II” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em apenas 13 dias – desde que foi inaugurada pelo governador Ibaneis Rocha, em 24 de setembro, até essa quarta-feira (6) –, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ceilândia II já realizou 2.116 atendimentos, de acordo com o balanço oficial do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que construiu e administra a unidade. Os números do Iges-DF mostram que 903 pacientes foram avaliados pela equipe de enfermagem da classificação de risco, 855 passaram por consulta médica, 58 foram submetidos a exame de raio-X e foram realizados 300 exames laboratoriais. “Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”, ressaltou o gerente da UPA, Flávio Amorim. Localizada na Expansão Setor O, QNO 21, Área Especial D, a UPA Ceilândia II atende diariamente, por 24 horas, casos de urgência e emergência de clínica médica, como pressão alta, febre alta, problemas respiratórios (falta de ar, por exemplo), desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurologistas, como infarto e AVC. A UPA Ceilândia II atende, 24 horas por dia, casos de urgência e emergências de clínica médica | Foto: Ascom/Iges-DF Profissionais e estrutura A UPA de Ceilândia conta com 154 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e demais áreas. Os atendimentos começam com a triagem, depois é feita a consulta e, na sequência, os pacientes são encaminhados para fazer exames e receber assistência. Essa assistência pode ser prestada na Sala Vermelha, que possui dois leitos para atender casos graves; na Sala Amarela, com sete leitos, para pacientes de média gravidade; ou na Sala Verde, que conta com 10 poltronas para administrar medicação e inalação. A UPA Ceilândia II possui também sala e equipamento de raio-X e um laboratório bem equipado para ajudar no diagnóstico dos pacientes. O Ministério da Saúde, que regula o funcionamento das unidades de pronto atendimento, não exige que UPAs tenham raio-X e laboratório, mas o Iges-DF fez questão de fornecer esses serviços. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Novas UPAs Além da UPA Ceilândia já entregue, o Iges-DF vem construindo mais seis unidades no Paranoá, Riacho Fundo II, Gama, Planaltina, Brazlândia e Vicente Pires. Todas são do mesmo modelo da Ceilândia II, ou seja, são de Porte I, Opção 3 e 1.200 m² de área construída. Ao todo, as sete UPAs somam 42 poltronas de observação, 14 leitos de emergência e sete leitos de isolamento. O Iges-DF vem investindo mais de R$ 51 milhões para construir, equipar, mobiliar e manter em funcionamento as sete novas UPAs. Do total dos recursos, R$ 38.639.006,60 estão sendo investidos em obras, R$ 8.698.326 em equipamentos médico-hospitalares e R$ 3.749.197 em mobiliário. Os recursos são repassados pela Secretaria de Saúde do DF. *Com informações do Iges-DF
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Segunda dose da AstraZeneca já pode ser antecipada
A segunda dose da vacina AstraZeneca já pode ser antecipada para quem tem a data marcada no cartão de vacina até o dia 27 deste mês. Já nesta terça-feira (5), o cidadão pode procurar o ponto de vacinação mais próximo e que ofereça o imunizante para completar o ciclo vacinal. Para ser vacinado, basta levar o cartão de vacina e documento de identidade com foto. Para que a imunidade coletiva aconteça é necessário que as pessoas que receberam a primeira dose procurem um posto de vacinação para completar o esquema, mesmo que já tenha ultrapassado o prazo | Breno Esaki/Agência Saúde-DF A antecipação foi possível com a chegada de 39.425 doses da vacina AstraZeneca no último fim de semana e, com isso, será possível antecipar a segunda dose. O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, convida a população para completar a imunização contra a covid-19. “Se você tem marcado em seu cartão de vacina a segunda dose da AstraZeneca até o dia 27 procure hoje mesmo a UBS mais próxima e não deixe de se vacinar. É muito importante estar com a vacinação em dia”. [Olho texto=”Se o indivíduo não completa o esquema da vacinação preconizado fica mais sujeito à infecção em comparação com o indivíduo que recebeu as duas doses” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Para se proteger contra a covid-19 é necessário estar com o ciclo vacinal completo. Por isso, é de extrema importância que toda a população tome as duas doses do imunizante. No caso dos idosos, a Secretaria de Saúde orienta que não deixem de tomar a dose de reforço após seis meses da segunda dose. Há pontos de vacinação específicos para atender esse público. Quando as vacinas contra a covid-19 foram produzidas, elas foram testadas pelos laboratórios e comprovou-se que a resposta clínica era melhor quando havia uma segunda dose do imunizante. Se o indivíduo não completa o esquema da vacinação preconizado fica mais sujeito à infecção em comparação com o indivíduo que recebeu as duas doses. “É importante destacar que a eficácia aumenta após a administração da segunda dose, além de prolongar esta proteção. E para que haja diminuição da transmissão do vírus e retornarmos à normalidade, é preciso que cerca de 70% da população complete o esquema vacinal, é o que chamamos de imunidade de rebanho ou imunidade coletiva”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar. [Olho texto=”Nesta terça-feira (5), a cobertura vacinal no Distrito Federal está em 85,86% considerando a população vacinável, que tem 12 anos ou mais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para que a imunidade coletiva aconteça é necessário que as pessoas que receberam a primeira dose procurem um posto de vacinação para completar o esquema, mesmo que já tenha ultrapassado o prazo. Nesta terça-feira (5), a cobertura vacinal no Distrito Federal está em 85,86% considerando a população vacinável, que tem 12 anos ou mais. Reforço para profissionais da saúde No último sábado, o Distrito Federal recebeu 64.580 doses da vacina Pfizer, sendo 10.530 doses destinadas para reforço (DR) para idosos acima de 70 anos e 53.820 doses de DR para profissionais de saúde. O restante é reservado à perda técnica. A Secretaria de Saúde ressalta que a dose de reforço será destinada somente para os profissionais de saúde que tomaram a segunda dose até o dia 31 de março de 2021. “É muito importante que o profissional de saúde, tanto da área pública, como da privada, observe a data da segunda dose que está marcada no seu cartão. É necessário completar o esquema vacinal para que a gente consiga combater este vírus e prolongar a vida”, destaca o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ele reforça ainda a necessidade de, mesmo com a vacina, manter os cuidados preventivos, como o uso de máscara, higienização constante das mãos e distanciamento social. “Lembramos que o atraso da segunda dose pode contribuir com um novo aumento da taxa de internação hospitalar”, alerta. Os locais de vacinação para os profissionais de saúde serão divulgados ainda nesta terça-feira (5) na página Vacina DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vacinação de público com mais de 55 anos é superior a 90%
[Olho texto=”“A população do Distrito Federal pode ficar tranquila, pois há garantia da segunda dose para todos que já estão aptos a recebê-la. Por isso, é importante atentar para a data que está marcada no seu cartão de vacina e verificar qual é o posto mais perto que tem o seu imunizante. Estamos acompanhando a boa procura da população pela vacinação completa e é importante que isso se mantenha”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para vencer o novo coronavírus e garantir a imunidade coletiva é necessário que a população se conscientize e se vacine contra a doença. A vacina está disponível em vários pontos de atendimento sinalizados para jovens de 14 a 17 anos e adultos de 18 anos ou mais. Quem ainda não recebeu a primeira dose basta comparecer à unidade mais próxima, munido de documento de identidade com foto, CPF e, preferencialmente, com o cartão de vacina. O DF está abastecido com imunizantes para alcançar toda a população que faz parte da faixa etária atual da campanha. “A população do Distrito Federal pode ficar tranquila, pois há garantia da segunda dose para todos que já estão aptos a recebê-la. Por isso, é importante atentar para a data que está marcada no seu cartão de vacina e verificar qual é o posto mais perto que tem o seu imunizante. Estamos acompanhando a boa procura da população pela vacinação completa e é importante que isso se mantenha”, destaca o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. A Vigilância Epidemiológica destaca que a imunidade é conferida com o ciclo vacinal completo, ou seja, com as duas doses. A exceção é a vacina da Janssen, aplicada em dose única. A procura pela segunda dose no DF tem sido intensa nos últimos dias, especialmente pela liberação da antecipação da segunda dose para quem deve receber os imunizantes Pfizer-BioNTech e AstraZeneca até o dia 24 de setembro. Para antecipar, basta levar o cartão de vacina que comprove a data para recebimento da segunda dose na unidade que ofereça a vacina e o comprovante de identidade. Arte: Secretaria de Saúde do DF Resultado dessa busca pela vacina é a cobertura vacinal que ultrapassou os 91% no grupo que considera pessoas de 55 a 59 anos devidamente imunizadas. Esses indivíduos, em sua maioria, receberam as vacinas AstraZeneca e Pfizer e começaram o ciclo vacinal em junho. Como os imunizantes têm intervalo de três meses, o prazo para retorno aos pontos de vacinação ocorre em setembro. Na população acima de 65 anos, a imunização completa ultrapassou a casa dos 100%. De acordo com a Subsecretaria de Vigilância à Saúde, isso ocorre porque pessoas de outros estados foram vacinadas no DF, além da estimativa populacional. A cobertura no público que tem entre 50 e 54 anos chegou a 77,08% e a tendência é aumentar gradativamente nos próximos dias, uma vez que esse grupo também começou a ser vacinado em junho. Para quem tem entre 45 e 49 anos, a cobertura está em 51,13%. O grupo de 49 anos começou a ser vacinado em 19 de junho e já está no prazo para receber a segunda dose de AstraZeneca e Pfizer antecipadamente. Boa parte desse público recebeu a CoronaVac e se imunizou em julho. Além disso, há também quem se vacinou no grupo de comorbidades, em maio. A segunda dose para quem tem entre 45 e 48 anos, seguindo o intervalo de três meses, começa a partir do dia 1º de outubro. Primeira dose [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A população mais jovem, com menos de 30 anos, começou a ser vacinada no final do mês de julho. Até o momento, a cobertura de primeira dose considerando somente esse público é maior na faixa etária dos 20 aos 29 anos, com mais de 83%, e menor no grupo de 30 a 39 anos, com pouco mais de 74%. A procura dos jovens de 18 e 19 anos também foi maior que o grupo da casa dos 30 anos, cuja campanha alcançou 77,52% desse público. A vacinação dos adolescentes já alcançou 26,51% do público entre 12 e 17 anos. A maior parte é de adolescentes com 17 anos, seguida por quem tem 16 anos. Ainda não há aplicação da segunda dose para esse público, uma vez que a vacina utilizada é do laboratório Pfizer, que tem intervalo de três meses no Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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HRT procura voluntários para testar remédio
Por ser referência no atendimento aos pacientes com pé diabético no Distrito Federal, o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) foi escolhido para ser o Centro Coordenador do Estudo Nacional com o Fator de Crescimento (Heberprot®️). Trata-se de um produto farmacológico, já autorizado e registrado em vários países, que favorece a cicatrização de úlceras em pés de pacientes com diabetes. Esta fase de pesquisa clínica no Brasil é requisito para autorização e registro da medicação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O estudo precisa de pessoas voluntárias maiores de 18 anos, com úlcera (ferida) no pé, residentes no DF e com disponibilidade para ir até o HRT cerca de três vezes por semana | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF O estudo é gerenciado pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz). Além do HRT, outros seis centros de serviços universitários e do Sistema Único de Saúde (SUS) participam do estudo. São elas a Policlínica Piquet Carneiro – Universidade Estadual do Rio de Janeiro (RJ); Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte (MG); Hospital Memorial Arthur Ramos (AL); Hospital Universitário Lauro Wanderley (PB); Instituto de Medicina Integral (PE); e Fundação Hospital Adriano Jorge – Universidade do Estado do Amazonas (AM). [Olho texto=”“Quem tem ou já teve a complicação pé diabético sabe que o tratamento é longo e desgastante”” assinatura=”Hermelinda Pedrosa, endocrinologista, coordenadora e investigadora principal do estudo” esquerda_direita_centro=”direita”] “O grande objetivo do estudo é verificar o tempo de cicatrização em úlceras nos pés de pessoas com diabetes. O uso reduzirá o tempo de tratamento e de internações, geralmente prolongado e oneroso. A pesquisa é uma exigência da Anvisa como pré-requisito para aprovação de uso e fabricação no Brasil e foi iniciado no 2º semestre de 2018”, explica a endocrinologista Hermelinda Pedrosa, coordenadora e investigadora principal do estudo em âmbito local e nacional. O produto farmacológico é um fator de crescimento epitelial que estimula a granulação, um passo importante para se atingir a cicatrização. Foi desenvolvido em Cuba, já foi aprovado e registrado em 18 países da Europa e passa pela fase de estudos clínicos no Brasil. De acordo com Hermelinda, a Fiocruz será a instituição que receberá a transferência de tecnologia, assim como alinhado para a vacina AstraZeneca-Oxford, em que a fabricação é feita pela instituição. No entanto, para o estudo ser finalizado e o produto aprovado pela Anvisa é necessário conseguir, pelo menos, mais 44 pacientes para participar dos testes em todo o país. [Olho texto=”“O maior objetivo do projeto é prevenir e evitar lesões decorrentes da doença, dando uma melhor qualidade de vida ao nosso paciente”” assinatura=”Karina Torres, diretora do HRT” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A equipe do HRT faz um apelo aos pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2, acima de 18 com alguma “ferida” no pé, para entrar em contato através dos telefones: (61) 2017-1700 (ramal 3423) ou (61) 99870-9090. “Precisamos de pessoas voluntárias maiores de 18 anos, com uma úlcera (ferida) no pé, residentes no DF e com disponibilidade para vir até o HRT cerca de três vezes por semana. O medicamento deve ser utilizado por oito semanas, e até 24 aplicações”, avisa Hermelinda. “Quem tem ou já teve a complicação pé diabético sabe que o tratamento é longo e desgastante. Peço que entrem em contato conosco que daremos todo o suporte”, convida a investigadora da Fiocruz e do HRT. Com a pandemia da covid-19 houve uma alteração no cronograma do estudo e ele acabou ficando prejudicado em todo o Brasil. Por isso é necessário recrutar os 44 pacientes para finalizar o estudo. A equipe de investigação do HRT é composta hoje por duas endocrinologistas (Flaviene Prado e Fernanda Tavares) e duas enfermeiras (Ione Batista e Janaina Martins) além da investigadora principal, Hermelinda Pedrosa. Além do HRT, outros seis centros de serviços universitários e do Sistema Único de Saúde (SUS) participam do estudo Para Karina Torres, diretora do HRT, o estudo exerce um papel fundamental, pois o tratamento oportuno evita a maioria das complicações e garante a qualidade de vida aos pacientes. “O maior objetivo do projeto é prevenir e evitar lesões decorrentes da doença, dando uma melhor qualidade de vida ao nosso paciente”, avalia. Pé diabético As úlceras de pé diabético são uma complicação frequente em pessoas com diabetes e precedem 85% das amputações. Além disso, uma em cada três pessoas desenvolve problemas nos pés ao longo da vida. As úlceras se complicam por infecção nos tecidos mais profundos e ossos – osteomielite – ou por má circulação – doença arterial periférica e resulta em tempo longo de tratamento ambulatorial e internação hospitalar. Como consequência, um elevado custo para o sistema de saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo Hermelinda, 65% dos pacientes diabéticos nunca tiveram os pés examinados e geralmente, só recorrem ao tratamento quando já têm uma complicação muito grave. Isso acaba prejudicando o tratamento e muitas vezes, chegando à necessidade de uma amputação. “Tratar a úlcera de pé diabético, acelerando o processo de cicatrização, proporciona maior qualidade de vida aos pacientes e familiares, evita sequelas e ainda reduz os gastos da rede pública com este paciente, que demanda cuidados ambulatoriais e muitas vezes, internações”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Saiba como funcionará a vacinação neste fim de semana
Esta foi uma semana decisiva na campanha de vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal. Além da ampliação ao público acima dos 20 anos, a Secretaria de Saúde (SES) bateu um novo recorde de vacinação na quinta-feira (12), quando 100.225 doses foram aplicadas em todas as regiões de Saúde do Distrito Federal. Nesta sexta (13), 70 bases de vacinação continuam abertas, tanto para pedestres quanto na modalidade drive-thru. Também será possível buscar a vacinação em primeira e segunda dose ao longo deste fim de semana. O esquema de vacinação para o fim de semana inclui postos em funcionamento até as 22h | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde A semana O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, comemorou o avanço da vacinação no Distrito Federal e aproveitou a oportunidade para agradecer “aos servidores da rede de saúde pública pelo empenho, dedicação e competência que têm demonstrado desde o início do processo de imunização da população do DF”. E reforçou: “Novamente nossas equipes mostram sua grande capacidade em vacinar a população do Distrito Federal. O DF precisava receber mais vacinas para imunizar rapidamente, e isso ficou bem claro nos últimos dias, com vários recordes alcançados”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Na quinta-feira (12), o DF atingiu 76,34% de cobertura vacinal contra a covid-19, considerando quem recebeu a primeira dose ou a dose única, e 29,38%, para quem recebeu a segunda dose ou a dose única. O percentual considera somente a população adulta vacinada. Confira, abaixo, os 19 pontos de vacinação disponíveis neste fim de semana (14 e 15): Confira os dez pontos de vacinação disponíveis neste domingo (15) *Com informações da Secretaria de Saúde
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Tem 25 anos ou mais? Veja onde se vacinar nesta quarta (11)
Finalmente! Essa foi a palavra que definiu a terça-feira (10) para vários jovens entre 25 e 29 anos que começaram a ser vacinados no Distrito Federal. Hoje, são 254.016 pessoas nesta faixa etária que residem na capital federal, sendo que 18,2% já haviam sido vacinados com a primeira dose dentro dos grupos prioritários abertos anteriormente. A vacinação para esse público começou com movimentação intensa em vários pontos e com satisfação pelo atendimento recebido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A estudante Ludmilla dos Santos, 29 anos, foi vacinada na UBS 2 da Asa Norte e disse que a fila andou rápido | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde “É uma felicidade muito grande. É uma emoção de que todo mundo fala quando está na fila, aquela ansiedade, e quando recebe a vacina é incrível. Tudo que vivemos, mais de 500 mil pessoas perderam a vida. Eu perdi meu avô por conta da covid, faz pouco mais de um ano. Então, é uma emoção muito grande”, conta o advogado Igor Moreira Novais Teixeira, de 27 anos, que recebeu a primeira dose na manhã desta terça-feira (10). Quem também se vacinou foi a estudante de arquitetura Ludmilla Alexandre dos Santos, de 29 anos. Ela foi imunizada na Unidade Básica de Saúde 2 da Asa Norte e disse que estava ansiosa. “Que bom que chegou minha idade. Achei que a fila andou rápido, foi bem tranquilo. Agora é continuar os cuidados e voltar para a segunda dose”, enfatiza. Para iniciar a vacinação desse público e continuar para quem tem 30 anos ou mais, a Secretaria de Saúde distribuiu 164,2 mil doses na última segunda-feira (9). Vacinação na quarta-feira (11) Os postos funcionam com atendimento para pedestres, drive-thru e nas duas modalidades. Para quem vai receber a primeira dose, 70 pontos funcionarão nesta quarta-feira, veja quais são eles: As unidades básicas de saúde iniciam a vacinação às 8h e os drive-thru às 9h. O atendimento vai até às 17h, com exceção das UBSs 7 de Ceilândia e 5 de Taguatinga, que funcionam das 8h às 22h. No período noturno também funciona o ponto na Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano, das 18h às 22h. A aplicação da segunda dose também está disponível em postos específicos, identificados com o tipo de imunizante disponível para quem vai completar o ciclo vacinal. Por isso, caso esteja na data para tomar a sua dose de reforço, procure um dos pontos de vacinação e lembre-se de levar o cartão de vacina que tem indicada a data da aplicação da segunda dose. Veja onde se imunizar: *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF já aplicou 266 mil vacinas em pessoas de outros estados
Em quase sete meses de campanha de vacinação, o Distrito Federal já aplicou 2.145.092 doses da vacina contra a covid-19. Entre primeira dose, segunda dose e dose única, 12,4% desse total alcançaram pessoas que não residem no DF. Foram 266.055 doses aplicadas nessas pessoas, sendo 190.169 de primeira dose, 70.881 de segunda e 5.005 de dose única. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pela Secretaria de Saúde. A maioria dos vacinados de outros estados vieram de Goiás, que representa 41,19% do total dessas doses aplicadas. Há registro de pessoas vacinadas no DF residentes em todas as 26 unidades da Federação. Considerando apenas os goianos, 74.551 receberam a primeira dose, 32.244 a segunda e 2.804 a dose única. A segunda maior procura foi de residentes de Minas Gerais, dos quais 21.220 pessoas tomaram a primeira dose, 8.056 a segunda e 423 a única. Do estado de São Paulo, foram 18.533 doses aplicadas em quem mora por lá, sendo 13.662 de primeira, 4.593 de segunda e 278 de única. A Secretaria de Saúde lembra que o acesso ao Sistema Único de Saúde é universal e que não restringe a vacinação com a primeira dose em pessoas que não residam no DF. Confira o número de vacinados de outros estados: Arte: Secretaria de Saúde-DF *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Ceilândia abre ponto noturno de vacinação contra a covid-19
O Distrito Federal terá mais um ponto noturno para vacinação. Além da Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano (SMU), que funciona na modalidade drive-thru, a sala de vacina da Unidade Básica de Saúde 7 (UBS) de Ceilândia, na QNO 10 Área Especial E e D, passa a funcionar nesta quarta-feira (4), das 18h às 22h, para imunizar a população contra a covid-19. O atendimento na unidade será para pedestres. Para se vacinar na UBS 7 de Ceilândia não é necessário morar na região | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde “A estratégia da vacinação noturna é para atendermos a necessidade da população da Região de Saúde Oeste que trabalha em outras regiões durante o dia, e que quando retorna para casa à noite as UBS já encerraram as atividades. Pensando nisso, resolvemos ampliar esse atendimento para conseguir imunizar a nossa população o mais rápido possível”, explica a superintendente da Região de Saúde Oeste, Lucilene Florêncio. A região oeste é formada pelas cidades de Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. No entanto, para se vacinar não é necessário residir em uma dessas localidades. Lucilene Florêncio destaca, ainda, que “Ceilândia foi muito acometida pela covid-19 e isso nos obriga a ter um olhar diferenciado que possa salvar e proteger mais vidas”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Na UBS 7 haverá aplicação da primeira dose para o público da faixa etária atual e a segunda dose das vacinas Pfizer-BioNTech e AstraZeneca para aqueles que estão no prazo de receber a dose de reforço. *Com informações da Secretaria de Saúde
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O canto que acalma os pacientes mentais no Riacho Fundo
Com o objetivo de criar interação com os pacientes, acolher e diminuir a ansiedade de cada um, o projeto Meu Canto foi retomado nesta terça-feira (3) no Instituto de Saúde Mental (ISM), no Riacho Fundo. Enquanto aguarda atendimento no ambulatório, o público pode se distrair com uma dupla de cantores in loco. Criado há três anos, o projeto ficou parado devido à pandemia. Após cada música, abre-se um debate para que todos participem e coloquem ideias e percepções para o grupo presente sobre as letras e significados. A atividade é oferecida todas as terças-feiras, às 8h30. A música fica por conta dos psicólogos Aristóteles de Oliveira e Simone Duarte. Eles cantam as canções e propõem as reflexões para os pacientes | Foto: Geovana Albuquerque/Secretaria de Saúde “Este é um projeto muito bacana, música é vida e este é um momento de leveza, em que todos os pacientes e servidores começam o dia com alegria e tranquilidade. Além disso, é um projeto que acolhe, traz confiança e liberdade de expressão para os pacientes, que se sentem à vontade para expor suas ideias. O maior foco é a interação do paciente, pois a música ajuda até mesmo em seu prognóstico”, explica o diretor de Atenção Secundária da Região Centro-Sul, Thiago Braga. A musicoterapia foi implantada na Região Centro-Sul por ideia da superintendente Flávia Oliveira e também ocorre no Hospital Regional do Guará há um ano. Iniciativa Nesta terça-feira as músicas escolhidas para serem cantadas foram Mais Uma Vez (Renato Russo) e Anunciação (Alceu Valença). O paciente Robson José da Silva, de 42 anos, gostou muito de participar do projeto Meu Canto. “Essa é uma iniciativa maravilhosa, um momento de acolhimento que é tão bom que a gente nem vê o tempo passar enquanto espera para ser atendido. Achei essa iniciativa muito legal, acho que deveria ser implantado em todos os hospitais”, avalia. A música fica por conta dos psicólogos Aristóteles de Oliveira e Simone Duarte. Eles cantam as canções e propõem as reflexões para os pacientes. “A arte sempre foi utilizada como terapia, sempre investimos em arte como método terapêutico. O principal objetivo do Meu Canto é relaxar os pacientes em um momento de leveza e tranquilidade, reduzir a ansiedade para que eles cheguem nas consultas mais tranquilos e menos introspectivos, pois já foram estimulados com a música”, ressalta Aristóteles. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Simone acredita que o Meu Canto possui dois vieses, sendo um voltado para o lugar de expressão, de cantar, e o outro no sentido de lugar no mundo, de existir e ser importante. “Queremos que as pessoas entendam que elas têm seu lugar e podem ser ouvidas. A música alcança isso”, conclui. O Instituto de Saúde Mental possui equipe multidisciplinar composta por psiquiatras, psicólogos, nutricionistas, enfermeiros e assistentes sociais e atende pacientes regulados que estejam com quadro clínico estável. *Com informações da Secretaria de Saúde
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‘Sua Vida Vale Muito’ já contabiliza mais de 30 mil vacinados
Nesta sexta-feira (30), a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) ultrapassou a marca de 30 mil doses aplicadas da vacina contra a covid-19 no Distrito Federal. No total, 30.405 foram pessoas imunizadas com a primeira ou a segunda dose nos seus três pontos de apoio à vacinação no DF, por meio do programa Sua Vida Vale Muito. A ação foi iniciada em fevereiro deste ano para reforçar a campanha de vacinação promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF). [Numeralha titulo_grande=”30.405″ texto=”foi o número total de vacinados até agora com primeira ou segunda dose nos três postos do programa” esquerda_direita_centro=”direita”] “Esses números nos trazem esperança em dias melhores. Por isso, continuaremos trabalhando para combater o coronavírus no tempo mais rápido possível aqui no DF”, afirma a secretária, Marcela Passamani. Somente entre a segunda-feira (26) e a sexta-feira (30), por exemplo, 2.522 cidadãos foram imunizados nos pontos da Sejus em Ceilândia, Recanto das Emas e Itapoã. O serviço nesses três pontos de apoio é feito por servidores da pasta e voluntários cadastrados no site do Voluntariado em Ação. As ações contam com a parceria da Caesb, Detran, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Os espaços reservados para imunizar a população contam com acessibilidade, rampas, cadeiras de rodas, uso constante de álcool gel e espaçamento entre as cadeiras, que reforçam os protocolos sanitários de segurança. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Confira os endereços do programa no DF: • Itapoã, na Praça dos Direitos – quadra 203, no Del Lago, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h; • Recanto das Emas, no CEU das Artes – quadra 113, de segunda a quarta-feira, das 9h às 17h; • Ceilândia, na Praça dos Direitos – QNN 13, de segunda a quarta-feira, das 9h às 17h. *Com informações da Sejus
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Mais doses sem agendamento para maiores de 35 anos
[Olho texto=”A Secretaria de Saúde deve receber novas 43.110 doses do Ministério da Saúde, o que vai permitir mais uma vez baixar a faixa etária do público-alvo da imunização” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A partir de quinta-feira (29), a vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal vai chegar à população com mais de 35 anos. A imunização por faixa etária segue em esquema de mutirão, sem necessidade de agendamento e com a disponibilização de 100 postos de vacinação. A novidade foi anunciada na tarde desta segunda-feira (26) pelos secretários de Saúde, Osnei Okumoto, e da Casa Civil, Gustavo Rocha, em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti. Durante a conversa com os jornalistas, os gestores enfatizaram o sucesso do mutirão ocorrido no final de semana passado, que vacinou 138.807 pessoas – 112.610 com a primeira dose, 23.767 com a segunda dose e 2.430 com a dose única. “Havia um receio de que houvesse longas filas, por isso a Secretaria de Saúde disponibilizou 100 pontos de vacinação e a imunização por demanda espontânea ocorreu de forma muito adequada”, afirmou Gustavo Rocha. “Se formaram algumas filas no início, mas ao longo do dia e nos dias seguintes houve uma demora muito pequena e alguns pontos estavam até sem fila”, ressaltou. Em coletiva, os secretários de Saúde, Osnei Okumoto, e da Casa Civil, Gustavo Rocha, enfatizaram o sucesso do mutirão ocorrido no final de semana passado, que vacinou 138.807 pessoas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo o secretário, o desempenho mostra a capacidade de vacinação das equipes de saúde do DF. Ele afirmou que, com o mutirão, o DF subiu cinco posições no ranking nacional de doses aplicadas. “Digo que não há estado que tenha melhores condições de promover a vacinação da população como o DF. Só precisamos de doses”, disse. Gustavo Rocha ressaltou que, atualmente, o DF não tem nenhuma dose para primeira aplicação no estoque da rede de frio da Secretaria de Saúde. A secretaria deve receber, entre terça (27) e quarta-feira (28), novas 43.110 doses do Ministério da Saúde, o que vai permitir mais uma vez baixar a faixa etária do público alvo da imunização, seguindo o mesmo modelo da vacinação do fim de semana. Osnei Okumoto explicou que a disponibilização dos 100 pontos de vacinação foi possível com a troca dos postos destinados para a aplicação da vacina contra a gripe, que continua sendo feita nos 54 postos que aplicavam a vacina contra a covid-19. “Gostaria de agradecer aos colegas servidores da Saúde e aos voluntários que participaram da vacinação e fizeram com que fosse um sucesso”, afirmou. A Secretaria de Saúde vai divulgar a relação dos postos que aplicarão a primeira dose, segunda dose ou as duas. Nesta semana, o foco é a aplicação da segunda dose, para quem tomou a primeira há 90 dias. O secretário da Casa Civil ressaltou que, até o fim de agosto, 290 mil doses para segunda aplicação deverão ser utilizadas no DF. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os gestores também afirmaram que, tão logo o Ministério da Saúde defina os critérios para a antecipação da segunda dose da Pfizer para 21 dias, a Secretaria de Saúde vai tomar providências para seguir a recomendação.
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Segunda dose antecipada para os profissionais da Educação
A antecipação da segunda dose dos profissionais de educação começa na manhã desta terça-feira (27), em qualquer ponto de vacinação do Distrito Federal. A vacina está disponível exclusivamente para aqueles que tomaram o imunizante Oxford/AstraZeneca na primeira fase do Plano de Vacinação da Educação, entre 21 de maio e 2 de junho. Eles não serão convocados novamente. Basta comparecerem aos postos de vacinação. Além de antecipar a segunda dose para quem tomou AstraZeneca, a Secretaria de Educação acertou com a Secretaria de Saúde o calendário de vacinação dos remanescentes da segunda fase do Plano de Vacinação da Educação | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF São seis mil profissionais que atuam nas creches públicas, parceiras da rede pública e privada, e também integrantes dos grupos gestores das escolas públicas de todo o DF. Ao se dirigir ao ponto de vacinação, o profissional deve portar: Cartão de Vacinação com registro da D1 Oxford/AstraZeneca (21/5 a 2/6); Crachá, contracheque ou documento que comprove vinculação com a instituição de ensino; Documento pessoal com foto. Diferente de todos os demais profissionais da rede pública de ensino – vacinados com Janssen, cujo protocolo de uso prevê dose única para imunização completa –, esses tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca, que prevê duas doses. Na reunião que definiu a antecipação, o coordenador do Comitê Gestor da Vacinação contra a covid-19, Divino Valero, explicou que o tempo desde a primeira dose já é de dez semanas. “A própria Organização Mundial de Saúde recomenda que o tempo mínimo entre uma dose e outra seja de oito semanas. Então, não teremos quebra no processo epidemiológico da vacina. É superseguro”, disse ele. Remanescentes Além da antecipação da segunda dose para quem tomou AstraZeneca, a Secretaria de Educação também acertou com a Secretaria de Saúde o calendário de vacinação dos remanescentes da segunda fase do Plano de Vacinação da Educação. São profissionais que por um motivo ou outro não conseguiram atender à convocação para se vacinar depois de 2 de junho. Eles não puderam ir por estarem com covid-19, ou terem tomado a vacina contra a gripe num prazo menor que 15 dias antes da data, por exemplo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para este grupo, a vacina oferecida já é a da Janssen Farmacêutica, cujo protocolo de uso prevê a administração de dose única. Quando a vacinação ocorreu, até o dia 11 de julho, a Secretaria de Educação convocou 56 mil profissionais, englobando 100% das escolas da rede pública de ensino. Desses, 2.100 não compareceram e voltam agora para a fila. O esquema de vacinação para os remanescentes é especial: será exclusivamente na Praça dos Cristais do QG do Exército, nas próximas quinta, sexta e sábado, das 18h às 22h. Serão 700 doses por dia. Esses serão convocados novamente pelas escolas onde atuam. Os nomes serão publicados no site da Secretaria de Educação, como foi feito desde o primeiro dia do Plano de Vacinação da Educação. *Com informações da Secretaria de Educação
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Mais de 138 mil vacinados no mutirão em três dias
Terminou o mutirão de vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal. Em três dias, a Secretaria de Saúde aplicou 138.807 doses, sendo a maioria como primeira dose, com 112.610 vacinados. Com a dose de reforço, foram imunizados 23.767 pessoas e, com a dose única, outros 2.430. Nesta segunda-feira (26), haverá aplicação da segunda dose em 53 pontos de vacinação. A cobertura vacinal no DF chegou a 56,62% com a primeira dose ou dose única na população com 18 anos ou mais. Com a dose de reforço ou única essa cobertura chegou a 21,80% | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, agradeceu o empenho das equipes de vacinação para alcançar um número expressivo de pessoas vacinadas em três dias. “Agradeço a dedicação dos profissionais de saúde da rede pública, parceiros da Secretaria de Saúde e voluntários, que não mediram esforços para que tudo desse certo, com segurança e tranquilidade”, afirmou o secretário. Ele ressaltou que, tendo vacinas disponíveis “a Secretaria de Saúde tem capacidade de atuar com agilidade e segurança, dando à população tranquilidade para buscar a imunização”. Na sexta-feira (23), foram vacinadas 60.473 pessoas com a primeira dose, 16.213 com a segunda e 236 com a dose única da Janssen. No sábado (24), foram 38.547 D1 aplicadas, além de 4.003 D2 e 466 doses únicas. Neste domingo (25), 13.590 pessoas iniciaram o esquema vacinal com a D1, 3.551 completaram o ciclo e 1.728 se imunizaram com a dose única. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A cobertura vacinal no DF chegou a 56,74% com a primeira dose ou dose única na população com 18 anos ou mais. Com a dose de reforço ou única essa cobertura chegou a 21,86%. Nesta segunda-feira (26), os pontos de vacinação das unidades básicas de saúde abrirão às 8h e fecharão às 17h. Os drive-thrus serão abertos às 9h e encerrarão as atividades também às 17h. A exceção é o ponto da Praça dos Cristais, que funciona das 18h às 22h. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Quase 120 mil pessoas vacinadas no DF em dois dias
Nos primeiros dois dias de mutirão de vacinação contra a covid-19, 119.938 pessoas foram vacinadas no Distrito Federal. Somente neste sábado (24), foram 43.016 vacinados, sendo que 38.547 receberam a primeira dose, 4.003 a segunda e 466, a dose única. A campanha de imunização contra o coronavírus continua neste domingo (25), em 51 locais. O funcionamento dos postos de vacinação neste domingo (25) será das 9h às 17h, para atender ao público com 37 anos ou mais, além de gestantes e puérperas que têm a partir dos 18 anos | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF Durante todo o dia, o movimento foi tranquilo em vários pontos. A Secretaria de Saúde disponibilizou 50 mil doses para alcançar o público com 37 anos ou mais que ainda não havia iniciado o esquema vacinal. Em alguns pontos, todo o quantitativo disponibilizado foi usado e, por esse motivo, a pasta decidiu concentrar a vacinação no domingo nas bases onde há imunizantes. O funcionamento será das 9h às 17h, para atender ao público com 37 anos ou mais, além de gestantes e puérperas que têm a partir dos 18 anos. Para ser vacinado, basta levar um documento de identidade com foto e preferencialmente o cartão de vacina. Caso não tenha, um novo será entregue. A lista com os locais de vacinação pode ser consultada aqui. Para que o mutirão ocorra de forma ágil, a Secretaria de Saúde orienta que seja impressa e preenchida a ficha de registro de vacinação, e entregue ao servidor que a receberá durante a vacinação. O formulário pode ser acessado aqui. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Balanço Até o momento, foram vacinados durante a campanha de vacinação 1.247.791 pessoas com a primeira dose, 451.940 com a segunda e 47.667 receberam a dose única. A cobertura vacinal já atingiu 56,08% considerando os indivíduos maiores de 18 anos que receberam a primeira dose e a dose única, e 21,63% para aqueles que completaram a imunização recebendo a segunda dose ou a dose única. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Em quatro horas, cerca de 35 mil pessoas foram vacinadas nesta sexta (23)
Um grande mutirão de vacinação contra a covid-19 foi iniciado nesta sexta-feira (23) pela Secretaria de Saúde. Até o meio-dia, as equipes já haviam vacinado cerca de 35 mil pessoas nos 96 pontos de vacinação. O objetivo do Governo do Distrito Federal (GDF) é aplicar 100 mil doses nos três dias para início do esquema vacinal (D1) e reforço (D2). Podem receber a primeira dose do imunizante que protege contra o coronavírus pessoas com 37 anos ou mais. O casal Vládia Pereira, 38 anos, e Fabrício Pereira, 43, esperou ansioso por esse dia. “Passamos por muita coisa nessa pandemia. A vacina é esperança para a gente, sinal de que as coisas vão melhorar e voltar a ficar bem. Obrigado”, disse Fabrício | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde Quem faz parte da faixa etária, basta comparecer a um dos postos de vacinação com documento de identidade com foto e preferencialmente o cartão de vacina. Se não tiver o cartão, um novo será entregue. Não é necessário agendar. [Olho texto=”“Teremos postos atendendo com primeira dose, outros com primeira e segunda dose e outros somente com segunda dose. Organizamos as nossas equipes para que possam atender sem a necessidade de agendamento, como ocorreu lá no início da vacinação”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Para melhor organizar o fluxo da vacinação durante esses dias, a Secretaria de Saúde estabeleceu locais para aplicar apenas a primeira dose (D1), outros apenas a segunda dose (D2) e alguns onde é possível tomar tanto de D1 quanto D2 – para quem já tiver no prazo para receber o reforço. Além disso, para agilizar o atendimento, a Saúde orienta que seja impressa e preenchida a ficha de registro de vacinação. O formulário pode ser acessado aqui e deve ser entregue no momento da imunização. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, alerta para o esquema de vacinação montado por técnicos da pasta. “Teremos postos atendendo com primeira dose, outros com primeira e segunda dose e outros somente com segunda dose. Organizamos as nossas equipes para que possam atender sem a necessidade de agendamento, como ocorreu lá no início da vacinação. Assim, esperamos vacinar até 100 mil pessoas com a primeira dose neste fim de semana”, afirma. O servidor público André Piancetini, 38 anos, foi à unidade básica de saúde 1 da Asa Norte (UBS 1) para receber a primeira dose. Feliz, ele conta que a sensação é de alívio. “A vacina renova a esperança de que estamos saindo desse momento e, quem sabe, voltarmos o mais rápido possível à normalidade”, compartilha. Ele elogiou a pontualidade e a organização do atendimento. Emoção Emocionada, a economista Vanessa Rodrigues, 37 anos, disse estar muito feliz por receber a vacina. “Depois de tudo o que passamos, esse momento é um privilégio. Agora é seguir com os cuidados até isso tudo passar”, afirma. Ela também recebeu o imunizante na UBS 1 da Asa Norte, que funciona na modalidade pedestre. No drive-thru do Parque da Cidade, estacionamento 13, o movimento de carros foi intenso na manhã desta sexta-feira (23). Apesar da grande procura, o atendimento estava fluindo bem. O ponto contou com o apoio da Polícia Militar e do Detran para organizar os veículos no local. Shanira Toledo, 37 anos, recebeu sua dose no drive-thru e relata o significado do momento. “É um sopro de vida. Eu só quero agradecer os profissionais da saúde que dedicaram tempo, saíram das suas casas, colocaram-se em risco, os profissionais da comunicação, todo mundo que não pôde fazer home office, todo mundo que não teve escolha, que precisou trabalhar. Agradeço do fundo do meu coração a todas essas pessoas que fizeram parte desse processo até a vacina chegar no meu braço”, agradece. Veja abaixo os pontos de vacinação mais e menos movimentados: Emocionada, a economista Vanessa Rodrigues, 37 anos, disse estar muito feliz por receber a vacina. “Depois de tudo o que passamos, conseguir passar por esse momento é um privilégio. Agora é seguir com os cuidados até isso tudo passar”, afirma. Ela também recebeu o imunizante na UBS 1 da Asa Norte, que funciona na modalidade pedestre. No drive-thru do Parque da Cidade, estacionamento 13, o movimento de carros foi intenso na manhã desta sexta-feira. Apesar da grande procura, o atendimento estava fluindo bem. O ponto contou com o apoio da Polícia Militar e do Detran para organizar os veículos no local. Shanira Toledo, 37 anos, recebeu sua dose no drive-thru e relata o significado do momento. “É um sopro de vida. Eu só quero agradecer os profissionais da saúde que dedicaram tempo, saíram das suas casas, colocaram-se em risco, os profissionais da comunicação, todo mundo que não pôde fazer home office, todo mundo que não teve escolha, que precisou trabalhar. Agradeço do fundo do meu coração a todas essas pessoas que fizeram parte desse processo até a vacina chegar no meu braço”, agradece. Felicidade As irmãs Janaína Couto, 40 anos, e Iara Rabelo, 38 anos, foram juntas ao Parque da Cidade receber a vacina. “É muito gratificante estar aqui hoje tomando a primeira dose. Viemos tomar a vacina juntas, muito felizes. Agradeço esse momento tão especial”, comemora Iara. O casal Vládia Pereira, 38 anos, e Fabrício Pereira, 43, esperou muito por esse momento. “Para mim é muito especial porque o mundo descobriu a pandemia quando eu descobri que estava grávida”, diz Vládia. Ela lembra que período da gravidez foi desafiador diante do cenário desconhecido da pandemia e agora o casal sente-se aliviado em ir para casa vacinados na semana em que a filha completa oito meses de vida. “Passamos por muita coisa nessa pandemia. A vacina é esperança para a gente, sinal de que as coisas vão melhorar e voltar a ficar bem. Obrigado”, emociona-se Fabrício. A professora universitária Mariana Matias, 37 anos, foi acompanhada do marido ao estacionamento 13 do Parque receber a primeira dose. “Isso traz a esperança de que em breve possamos voltar mais perto de uma normalidade. Agora é aguardar e voltar para a segunda dose”, reforça. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário Osnei Okumoto reforça a importância de as pessoas se vacinarem e diz que, no Distrito Federal, as doses estão garantidas para toda a população. “A imunização completa ocorre somente com a segunda dose. O DF é uma das únicas Unidades da Federação que fez essa reserva”, destaca. Funcionamento Na sexta-feira (23), a vacinação nas unidades básicas de saúde ocorre das 8h às 17h e, nos drive-thrus, das 9h às 17h. Já no sábado (24) e no domingo (25), o horário de atendimento ao público será das 9h às 17h. Após o mutirão deste fim de semana, a população que se enquadra nos requisitos da vacinação pode continuar procurando as unidades de saúde espontaneamente para receber a primeira ou segunda dose. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Sequenciamento genômico identificou presença da variante Delta no DF
A equipe de Biologia Molecular do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) analisou 67 amostras de casos positivos para o novo coronavírus Sars-CoV-2 e detectou a presença da variante Delta em seis amostras. Já na maior parte dos casos analisados a predominância foi da variante Gama, que surgiu em Manaus, no Amazonas. A análise das amostras é uma medida importante no combate à pandemia e que reforça as estratégias de vigilância em saúde em relação ao surgimento de novas variantes do coronavírus | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF Até o momento, não é possível afirmar se nos casos positivos para a variante de origem indiana a infecção ocorreu por transmissão comunitária. Os casos foram identificados em três homens e três mulheres, com idade entre 20 e 59 anos. Quatro são residentes em Planaltina, um de Santa Maria e um do Plano Piloto. As coletas dos materiais foram realizadas nos dias 12 (um paciente), 14 (quatro pacientes) e 16 de julho (um paciente). [Olho texto=”“Entendemos o comportamento do vírus a partir de análises laboratoriais e esses estudos subsidiam o monitoramento de variantes virais do Sars-CoV-2 circulantes no DF, possibilitando ações de vigilância mais intensivas de combate à pandemia”” assinatura=”Grasiela Araújo da Silva, diretora do Lacen-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] O sequenciamento genômico foi encerrado na última terça-feira (20). De acordo com a diretora do Lacen-DF, Grasiela Araújo da Silva, a análise das amostras é uma medida importante no combate à pandemia e que reforça as estratégias de vigilância em saúde em relação ao surgimento de novas variantes do coronavírus. “Entendemos o comportamento do vírus a partir de análises laboratoriais, como fizemos em diversas oportunidades. E esses estudos subsidiam o monitoramento de variantes virais do Sars-CoV-2 circulantes no Distrito Federal, possibilitando ações de vigilância mais intensivas de combate à pandemia do novo coronavírus”, explica. Investigação epidemiológica Após a confirmação do Lacen, a Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde iniciou a investigação sobre a origem dos casos e, até o momento, já fez contato, por telefone, com três infectados. Desses, dois não viajaram ou tiveram contato com pessoas que viajaram. Um também não viajou, porém teve contato com uma pessoa que esteve no estado da Bahia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a Vigilância Epidemiológica, um dos pacientes apresentou falta de ar, mas não foi hospitalizado. Todos os pacientes contatados foram devidamente orientados e informaram estar cumprindo, ou ter cumprido isolamento domiciliar. Nenhum está internado. A variante Delta surgiu na Índia e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), já circula em mais de 111 países. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vigilância Sanitária faz ações educativas em 400 panificadoras
Durante a visita às panificadoras, equipes da Vigilância Sanitária passaram orientações aos profissionais | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde A Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa) elaborou e executou um programa de vigilância sanitária de caráter preliminar e educativo destinado às panificadoras de todo o Distrito Federal. “O programa foi procedido para homenagear os profissionais da panificação, tendo em vista que o Dia do Panificador é comemorado nacionalmente em 8 de julho. Por isso, nossa ação ocorreu no período de 5 a 9 de julho, na Semana da Panificação”, explica o diretor da Vigilância Sanitária, Hércules Ribeiro. Com a ação, a Vigilância Sanitária visitou 400 panificadoras orientando sobre boas práticas de panificação e, sobretudo, sobre a segurança e a saúde do panificador. “Também foram repassados ensinamentos sobre os cuidados de limpeza em relação à prevenção da covid-19, pois esses cuidados não podem ser ignorados”, informa Hércules Ribeiro. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As informações foram repassadas a 798 padeiros, que receberam instruções como higienização das mãos e da região do nariz, uso de máscaras faciais, distanciamento, limpeza constante de superfícies, vacinação e uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), entre outras. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospitais de campanha do DF contam com simulação realística
Os pacientes acometidos pela covid-19, uma doença nova que apresenta complicações severas, recebem atenção especial das equipes de assistência. Por conta disso, essas pessoas são atendidas por equipes compostas por profissionais multidisciplinares. Nos laboratórios de simulação realística, os profissionais que atuam nos hospitais de campanha são preparados para agir em qualquer situação mais complicada ou de emergência | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF Para qualificar ainda mais as equipes, a Mediall Brasil, gestora dos hospitais de campanha da Ceilândia, do Gama e do Autódromo, implantou em cada um deles um laboratório de simulação realística, onde estruturou um leito com bonecos e simuladores, para treinamento contínuo das equipes nesses protocolos assistenciais. [Olho texto=”“Realizamos vários treinamentos específicos, mas, nos dias em que não há treinamento, uma equipe fica no laboratório para sanar qualquer dúvida dos profissionais durante o expediente”” assinatura=”Leandro Queza, enfermeiro e gerente do Núcleo de Ensino e Pesquisa Regional DF da Mediall Brasil” esquerda_direita_centro=”direita”] “Este laboratório abrange todos os profissionais que estão atuando nos três hospitais para melhor capacitá-los, pois assim estarão preparados em qualquer situação mais complicada ou de emergência”, explica o enfermeiro Leandro Queza, gerente do Núcleo de Ensino e Pesquisa Regional DF da Mediall Brasil. A ideia é conectar todos os profissionais a um mesmo caminho, numa mesma direção, voltada para a recuperação dos pacientes. O espaço fica aberto de segunda a sexta, das 8h às 18h, para atender todos os colaboradores e orientá-los com informações. “Realizamos vários treinamentos específicos, mas, nos dias em que não há treinamento, uma equipe de colaboradores fica no laboratório para sanar qualquer dúvida que aparecer dos nossos profissionais durante o expediente”, informa. De acordo com Leandro, são feitos levantamentos com as equipes para descobrir quais são as principais dúvidas que ocorrem durante os atendimentos. Com base nisso, são ofertadas as capacitações e treinamentos com 100% da equipe. Um leito com bonecos e simuladores possibilita o treinamento contínuo das equipes nos protocolos assistenciais específicos para os casos de covid-19 “Depois do treinamento, nossos colaboradores fazem uma avaliação, e aqueles que não alcançam 85% de aproveitamento refazem a capacitação. É um ganho para a carreira profissional, principalmente no caso de recém-formados, e para os pacientes, que recebem atendimento cada vez mais qualificado”, avalia. A finalidade da Mediall Brasil é capacitar os colaboradores para melhor atender os pacientes. Dentro da complexidade dos três hospitais de campanha, há mais de dez classes profissionais atuando junto a cada paciente, e são mais de 1,3 mil profissionais envolvidos nas operações das três unidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Treinamentos Por meio do laboratório de simulação realística é possível realizar mais de 50 treinamentos, como manejo das vias aéreas, oxigenoterapia, infusão de medicamentos, banho de leito, ventilação mecânica, recrutamento motor e alveolar, emergências cardiológicas e manejo de paciente crítico no leito de suporte ventilatório pulmonar. O laboratório também possibilita a realização de treinamentos em processos administrativos de gestão da segurança do paciente, dispensação de medicamentos, farmacovigilância e procedimentos assistenciais, como intubação orotraqueal e ventilação mecânica. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES)
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Vacinação para maior de 40 anos começa neste fim de semana
[Olho texto=”“Daremos mais uma chance de prioridade, mas, passado esse prazo, as doses separadas para essa população que não forem aplicadas serão remanejadas para agendamento de outros grupos mais jovens”” assinatura=”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil” esquerda_direita_centro=”direita”] O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES), reorganiza o escalonamento por faixa etária de vacinação e libera, nesta sexta-feira (16), às 15h, o agendamento para a população de 40 a 49 anos. O avanço na imunização, que começa já no fim de semana, é possível com a chegada de 62,5 mil doses do imunizante, entregues pelo Ministério da Saúde na noite desta quinta-feira (15). Deste total, 46,5 mil são exclusivas para essa faixa etária. Na próxima semana, em 24 e 25 de julho, a Secretaria de Saúde fará o que se chamou de repescagem da imunização para a população de 50 a 59 anos que ainda não se vacinou. Serão reservadas 8 mil doses, sem necessidade de agendamento, para que o governo consiga cumprir 100% do cronograma para essa faixa de idade. As medidas foram anunciadas em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (15), no Palácio do Buriti. “Estima-se que cerca de 50 mil pessoas com 40 anos vivam no Distrito Federal”, informou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. Secretário da Casa Civil e condutor da coletiva, Gustavo Rocha disse que o governo decidiu reorganizar o processo para evitar o desperdício de vacinas. “Daremos agora mais uma chance de prioridade, mas, passado esse prazo, as doses separadas para essa população que não forem aplicadas serão remanejadas para agendamento de outros grupos mais jovens.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Outras 500 vagas serão abertas para o restante de cidadãos com comorbidades que ainda não se vacinou. A vacinação das grávidas e puérperas – mulheres com menos de 45 dias depois do parto – será retomada na semana que vem com a chegada de doses de fabricantes não contraindicadas a esses casos. Mutirão da segunda dose Neste fim de semana, a Secretaria de Saúde promove um mutirão da campanha para imunização em segunda etapa. Serão disponibilizadas 10 mil doses nesta sexta (16), 17 mil no sábado (17) e 7,5 mil no domingo (18) nos drive-thru instalados no Sesc Ceilândia, no Taguaparque, em Taguatinga; no QG do Exército, no Setor Militar Urbano; na Torre de TV e no Estacionamento 12 do Parque da Cidade, ambos no Plano Piloto.
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Centro Especializado em Saúde da Mulher inaugura farmácia
Começou a funcionar, na manhã desta quarta-feira (14), a farmácia do Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu). O atendimento ao público é feito de segunda a sexta-feira, das 8h ao meio-dia. Os protocolos para retirada dos medicamentos são os mesmos exigidos pelas demais farmácias da atenção secundária do Distrito Federal. “Na farmácia, além da distribuição do medicamento, as usuárias poderão obter informações sobre a forma de tomar o medicamento, eventuais efeitos colaterais e reações adversas, os cuidados sobre o armazenamento, entre outros detalhes”, explica a farmacêutica responsável pela unidade, Polyanna de Freitas Silva. Os protocolos para retirada dos medicamentos são os mesmos exigidos pelas demais farmácias da atenção secundária do DF | Fotos: Divulgação/Cesmu A retirada dos medicamentos pode ser feita mediante os seguintes protocolos: 1º) Receita válida e legível em duas vias, contendo: – Identificação da unidade de saúde responsável pela emissão da prescrição ao usuário; – Nome completo do usuário; – Nome do medicamento, pela Denominação Comum Brasileira (DCB); – A concentração, a forma farmacêutica, a posologia e a quantidade do medicamento (em algarismos arábicos) suficiente para o tratamento prescrito; – Duração do tratamento; – Data da emissão; – Assinatura do prescritor e carimbo contendo nome completo e número de inscrição no respectivo Conselho Regional de Classe; – Demais informações exigidas em protocolos específicos. [Olho texto=”O Cesmu, na 514/515 Sul, é uma policlínica com atendimento exclusivo para as mulheres a partir dos 18 anos de idade” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] 2º) Documento de identificação do paciente com foto, original ou cópia, salvo para menor de idade, ao qual será permitida apresentação de Certidão de Nascimento e/ou Cartão Nacional de Saúde; 3º) Cartão Nacional de Saúde ou Identificação SES/DF do paciente; 4º) É necessário que a prescrição seja emitida no DF, pelos serviços de saúde públicos ou privados, por prescritor inscrito no seu respectivo conselho de classe do DF. As prescrições dos medicamentos de média complexidade da assistência farmacêutica poderão ter validade de até 180 dias, contados a partir da data de emissão. Se na prescrição não houver a informação de que se trata de tratamento contínuo, será considerada a validade de 30 dias para a receita apresentada. Cesmu O Cesmu, localizado na 514/515 Sul, é uma policlínica com atendimento exclusivo para as mulheres a partir dos 18 anos de idade. A Central de Regulação faz o encaminhamento das pacientes ao atendimento indicado pela unidade básica de saúde (UBS) de origem. Todas as pacientes atendidas na unidade passam por um acolhimento, durante o qual são identificadas todas as necessidades e executado o agendamento das consultas. Os atendimentos oferecidos pelo Cesmu são: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] – Acolhimento da gestante de alto risco referenciada; – Atendimento por equipe multiprofissional com elaboração de Projeto Terapêutico Singular, plano de parto (em casos de gestantes); – Acesso ao pré-natal de alto risco; – Acompanhamento puerperal especializado; – Ginecologia especializada; – Práticas integrativas de saúde (especificamente homeopatia e acupuntura); – Atendimento psicológico; – Atendimento aberto às vítimas de violência por assistente social e psicólogo; – Dermatologia especializada; – Endocrinologia especializada; – Nutrição especializada. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES)
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GDF faz mutirão para aplicação da segunda dose contra a covid
Quem recebeu a primeira dose da vacina AstraZeneca em abril ou da CoronaVac em junho deve voltar aos pontos de vacinação neste mês para completar o esquema vacinal contra a covid-19. A procura pela dose de reforço do imunizante foi baixa nos primeiros dias do mês; e, com o objetivo de alcançar esse público, a Secretaria de Saúde (SES) promove um esquema de mutirão para reforçar a importância da segunda dose. Maria da Glória Amaral de Castro, 65 anos, completou o ciclo vacinal e revela que estava ansiosa para receber a segunda dose| Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde Todos os pontos de vacinação estarão abertos para receber esse público. Basta levar o cartão de vacina, que traz indicada a data da aplicação da dose de reforço. A SES esclarece que a ação não se trata de uma antecipação de doses: é para vacinar quem perdeu a data e as pessoas que devem ser imunizadas nesta semana. [Olho texto=”Cerca de 14 mil pessoas devem voltar aos pontos de vacinação, conforme a programação da Diretoria de Vigilância Epidemiológica” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, recomenda a procura pela vacina. “Peço que observe no cartãozinho de vacinação se já chegou a sua data; desta forma, você poderá procurar uma base de vacinação para efetuar sua imunização”, afirma. “A segunda dose é muito importante, porque imuniza. É muito segura, pois todos os estudos clínicos foram realizados por cada fabricante de vacina e, dessa forma, não há qualquer risco de que as pessoas que tomem vacina tenham qualquer tipo de complicação”. Cerca de 14 mil pessoas devem voltar aos pontos de vacinação, conforme a programação da Diretoria de Vigilância Epidemiológica. A Secretaria de Saúde também orienta que aqueles que deveriam ter recebido a segunda dose desde o primeiro dia do mês também compareçam nos pontos. Rafael Gonçalves Costa, 38 anos, tem esclerose múltipla, e tomar a segunda dose significou esperança Ciclo de imunização completo Até o final deste mês, a Secretaria de Saúde espera vacinar 224.946 mil pessoas com a segunda dose da CoronaVac e da AstraZeneca. O cenário de baixa procura dos últimos dias preocupa, tendo em vista que é preciso completar o ciclo vacinal para aumentar a eficácia dos imunizantes que são administrados em duas doses. “É de fundamental importância que estejamos imunizados e não apenas vacinados com a primeira dose. Assim, para que se esteja imunizado, é essencial o retorno para tomar a segunda dose da vacina e finalizar o ciclo”, pontua a secretária adjunta de Assistência à Saúde, Raquel Beviláqua. A gestora reforça ainda a necessidade de, mesmo com a vacina, manter os cuidados preventivos, como o uso de máscara, higienização constante das mãos e distanciamento social. “Lembramos que o atraso da segunda dose pode contribuir com um novo aumento da taxa de internação hospitalar”, alerta. Para muitos, a chegada do dia de finalizar a imunização é sinônimo de alegria e alívio. Valéria Dutra, de 44 anos, tomou na última quinta-feira (8), na Unidade Básica de Saúde 1 (UBS) da Asa Sul, a segunda dose da AstraZeneca. Feliz, ela conta que, enquanto aguardava sua vez na fila, pôde perceber a sensação de alívio que as pessoas próximas sentiam ao deixar o local. “E é assim que estou me sentindo: aliviada, realizada, mais tranquila”, comemora. Maria da Glória Amaral de Castro, 65 anos, também completou o ciclo vacinal na quinta-feira passada e revela que estava ansiosa para receber a segunda dose. “Tomou a primeira, tem que tomar a segunda”, enfatiza. Ela ainda deixa um recado para a população: “Temos que fazer nossa parte, tomar a vacina e continuar com os cuidados necessários”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Rafael Gonçalves Costa, 38 anos, tem esclerose múltipla; para ele, especialmente, tomar a segunda dose significou esperança. “É importante tomar a vacina, pois tantas pessoas foram afetadas e não conseguiram suportar. Então, ter essa chance traz esperança e uma alegria de ter sido contemplado”, diz. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Imunização de professores para retorno em agosto
O GDF está focado em concluir a vacinação dos professores e dos demais servidores da rede pública de ensino até o final desta semana para permitir o retorno das aulas presenciais no dia 2 de agosto. Até agora, 20 mil doses únicas foram disponibilizadas para a categoria e 12.810 pessoas se vacinaram. Os professores também serão o único grupo que terá a antecipação da segunda dose das vacinas AstraZeneca e Pfizer. O GDF está estudando antecipar a D2 para 60 dias ao invés de esperar o intervalo de 90 dias. Mas a preocupação agora é completar a imunização de quem tomou a primeira dose e já poderia ter tomado a segunda | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília [Olho texto=”“Apenas os professores serão tratados como grupo e os que tiverem tomado AstraZeneca e Pfizer terão a D2 antecipada”” assinatura=”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil” esquerda_direita_centro=”direita”] A novidade foi anunciada na tarde desta segunda-feira pelos secretários de Saúde, Osnei Okumoto, e da Casa Civil, Gustavo Rocha. Segundo eles, a Secretaria de Saúde do DF está estudando antecipar a D2 para 60 dias ao invés de esperar o intervalo de 90 dias. Mas, neste momento, a preocupação é completar a imunização de quem tomou a primeira dose e já poderia ter tomado a segunda. Confira o vídeo da coletiva: Neste fim de semana, 11 mil pessoas já completaram o prazo de 90 dias e eram esperadas nos postos de vacinação no fim de semana, mas apenas mil tomaram a D2. “Apenas os professores serão tratados como grupo e os que tiverem tomado AstraZeneca e Pfizer terão a D2 antecipada”, ressaltou Gustavo Rocha. O secretário da Casa Civil pediu que professores que estiverem na lista se apressem para buscar a imunização porque as doses serão remanejadas em breve. “Há quase 8 mil doses que ainda não foram aplicadas. Há um entendimento de que essas pessoas já podem ter se vacinado em outros grupos, como comorbidade. Mas a Secretaria de Saúde está fazendo a análise dessa vacinação e essas doses podem ser remanejadas para terminar a imunização da rede privada”, afirmou. Outros públicos Segundo Gustavo Rocha, 1,4 mil doses foram disponibilizadas para catadores e 1.145 foram aplicadas, “uma procura relevante desde quinta-feira”, ressaltou. Ele também citou que 60% das pessoas com 46 e 47 anos já se vacinaram com a primeira dose e ressaltou que a imunização dos mais velhos têm mudado o perfil das contaminações pelo coronavírus no DF. Neste ano, a faixa etária que mais teve casos foi a de 30 a 39 anos. “Foram 49.776 casos até o dia de hoje, sendo que o ano passado inteiro foram 66 mil. Lembrando que ainda não começou a vacinação desse público e a queda de casos e mortes nas faixas etárias mais elevadas deve-se muito à vacinação”, disse. Os secretários também afirmaram que a Secretaria de Saúde pretende avançar a vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal para mais faixas etárias na semana que vem. Está previsto para chegar ao DF, até sexta-feira, mais doses de imunizantes contra a doença. Com a nova remessa, a Secretaria de Saúde vai abrir agendamento para maiores de 38, 39 e 40 anos, além de reabrir a marcação para as pessoas de 41 anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (12) no Palácio do Buriti, eles contaram que, após inúmeras reuniões, o Ministério da Saúde se comprometeu a readequar as doses da vacina enviadas ao DF. Segundo o Ministério, os dados do IBGE que contabilizavam a população residente no DF estavam desatualizados. “Eles também consideraram a aplicação de 171 mil doses que fizemos em moradores de outros estados”, explicou Osnei Okumoto.
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Cinco novas creches vão beneficiar cerca de duas mil crianças
O Distrito Federal vai ganhar cinco novas creches. A construção está para iniciar e as unidades serão erguidas em Ceilândia, Gama, Planaltina e Recanto das Emas. Uma estrutura no Sol Nascente/Pôr do Sol já está 85,69% executada (confira abaixo). No total, os espaços devem beneficiar até 1.980 crianças. O investimento em cada uma é entre R$ 3,8 milhões e R$ 6 milhões, com recursos da Secretaria de Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O investimento vai gerar em torno de 600 oportunidades de emprego. O secretário de Governo, José Humberto Pires, lembra que em 2019 e 2020 foram entregues outras seis creches que já estão em operação: quatro em Samambaia, uma em Ceilândia e uma no Lago Norte. “Sabemos que a demanda é grande e, por isso, estamos sempre nos empenhando para ter esses espaços em pleno funcionamento com atendimento de qualidade”, comenta. Unidades seguirão o projeto padrão da edificação do FNDE, que se baseia nas necessidades de desenvolvimento da criança, nos aspectos físico, psicológico, intelectual e social O esforço do GDF para colocar mais creches a serviço da população vem desde o período da transição de governo, quando o próprio governador se empenhou na recuperação de R$ 42 milhões do FNDE. “O governador Ibaneis Rocha pediu que levantássemos quais recursos estavam parados ou aqueles que estavam sem projetos. É um dos objetivos do governo oferecer vagas em creches credenciadas e construir novas”, reforça. Modelo das creches As unidades seguirão o projeto padrão da edificação do FNDE, que se baseia nas necessidades de desenvolvimento da criança, nos aspectos físico, psicológico, intelectual e social. As estruturas, de 1.311,97 metros quadrados, têm capacidade de atendimento de até 396 crianças, em dois turnos – matutino e vespertino –, ou 188 meninas e meninos no período integral. As instituições são destinadas àqueles da faixa etária de 0 a 5 anos e 11 meses. Titular da pasta de Educação, Leandro Cruz ressalta a importância das creches para toda família. “É uma etapa que, além de ser de suma necessidade para toda a trajetória escolar, tem um significado social de extrema relevância. Os pais precisam trabalhar, levar o sustento para casa e necessitam de um espaço com segurança e conforto para deixar seus filhos”, salienta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Outras creches O governo local ainda pretende construir mais creches. Quatro já estão em processo de licitação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que é a responsável pela contratação das empresas. Os recursos serão da Secretaria de Educação e no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). “O governo local está dando apoio aos pais que precisam trabalhar e não têm com quem deixar os filhos. Eles sabem que esses espaços são seguros, apropriados e que as crianças serão muito bem atendidas enquanto eles não estão por perto”, comenta o presidente da Novacap, Fernando Leite.
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No braço, as vacinas não podem se encontrar. Cuidado!
[Olho texto=”“Na verdade, é um intervalo necessário entre a vacinação contra a covid-19 e qualquer outra vacina, não só a de influenza”” assinatura=”Fernanda Ledes, enfermeira da área técnica de imunização da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] A vacinação contra o vírus influenza, causador da gripe, está aberta para toda a população, mesmo para as pessoas que não fazem parte do grupo prioritário. Quem tomou a primeira ou a segunda dose da vacina contra a covid-19, porém, deve esperar 14 dias para se vacinar contra a gripe. O prazo também vale no caso de a pessoa ter recebido a dose contra influenza antes de se vacinar contra a covid-19. Para quem recebeu a CoronaVac, não é recomendado se vacinar contra a gripe entre a D1 e a D2, já que o intervalo desse imunizante é curto – em média, 28 dias. Assim, quem tomou essa vacina deve aguardar 14 dias após completar a imunização, ou seja, receber a segunda dose. No caso das outras vacinas contra a covid-19 aplicadas no DF, é preciso observar esse prazo mínimo entre um imunizante e outro. “Se houver esse período de 14 dias entre a primeira e a segunda doses, o cidadão pode tomar a vacina da gripe em segurança; na verdade, é um intervalo necessário entre a vacinação contra a covid-19 e qualquer outra vacina, não só a de influenza”, ressalta a enfermeira da área técnica de imunização da Secretaria de Saúde Fernanda Ledes. Confira o quadro de indicação de vacinas para adultos | Arte: Agência Brasília Proteção Garantir a proteção contra o vírus influenza é tão importante como se proteger do novo coronavírus. O vírus da gripe pode ser agente das formas graves da doença, especialmente no período mais frio do ano. A vacinação anual previne possíveis agravamentos e mortes pela doença. Para receber o imunizante, basta procurar uma das cem unidades básicas de saúde (UBSs) que aplicam a vacina. Esses locais funcionam das 8h às 17h. É preciso apresentar o cartão de vacinação e documento de identidade com foto. Caso tenha perdido o cartão, um novo será entregue na unidade de saúde. A influenza é uma infecção respiratória aguda, causada pelos vírus A, B, C e D. O vírus A está associado a epidemias e pandemias, tem comportamento sazonal e apresenta aumento no número de casos entre as estações climáticas mais frias. A vacina disponibilizada na rede pública garante proteção contra os vírus influenza A H1N1 e H3N2 e influenza B. O imunizante é contraindicado para crianças menores de 6 meses de idade e pessoas com histórico de alergia grave (anafilaxia) a algum componente da vacina ou que tiveram reações alérgicas à dose anterior. Vacina para todos A 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza teve início em 12 de abril. O grupo prioritário no DF era de 1.117.656 milhões de pessoas, entre crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores das escolas públicas e privadas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A meta era vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis, mas, até o último informativo sobre a imunização – publicado no dia 2 deste mês –, apenas 522.182 doses foram administradas. Com cobertura vacinal baixa, o Ministério da Saúde recomendou que toda a população fosse imunizada, e a Secretaria de Saúde decidiu prorrogar a campanha. Agora, não há data para a vacinação acabar – continua enquanto houver doses em estoque. O Distrito Federal recebeu nove remessas da vacina contra influenza, totalizando 1.175.940 doses, e 490 mil delas ainda estão na Rede de Frio ou nas salas de vacina. Calendário vacinal [Olho texto=”A vacina contra febre amarela deve ser tomada uma única vez por pessoas ainda não imunizadas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A vacina contra a gripe é a única de dose anual que deve ser tomada por pessoas em idade adulta. Mas o calendário vacinal indicado pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) inclui a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. O indicado é tomar duas doses até os 29 anos; e, de 30 a 49 anos, mais uma dose. A imunização contra hepatite B exige a aplicação de três doses da vacina uma única vez na vida. Caso o indivíduo tenha iniciado o esquema vacinal, recebido a primeira dose apenas ou a primeira e a segunda doses, deverá receber a terceira dose, independentemente do tempo transcorrido. “O esquema iniciado nunca deve ser reiniciado, apenas completado”, ressalta a enfermeira. Também entram na lista a vacina dupla para adultos que protege contra tétano e difteria. É indicado um reforço a cada dez anos. A proteção contra febre amarela deve ser tomada uma única vez pelos indivíduos nunca vacinados. É possível saber, nas salas de vacina da rede pública, quais são os imunizantes recomendados pelo PNI e quais o paciente precisa tomar. Quem perdeu a caderneta de vacinação deve procurar uma sala de vacina das unidades básicas de saúde (UBSs).
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Fim de semana com vacinação exclusiva para professores e segunda dose
Cerca de 10 mil brasilienses deverão voltar aos pontos de vacinação, neste fim de semana, para completar o ciclo vacinal e receber a segunda dose da vacina contra a covid-19. Haverá pontos exclusivos no sábado e no domingo para atender quem tem a dose de reforço marcada no cartão de vacina e para imunizar os profissionais da educação da rede pública convocados pela Secretaria de Educação. Campanha de vacinação já vacinou 1.081.008 pessoas com a primeira dose, 354.614 com a segunda dose e 20.685 com a dose única | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF Em julho, a segunda dose será aplicada em quem recebeu as vacinas AstraZeneca, no mês de abril, e CoronaVac, em junho. Já os professores receberão a vacina Janssen, aplicada em dose única. Confira os locais de vacinação: Campanha A campanha de vacinação contra a covid-19 começou no dia 19 de janeiro e já vacinou 1.081.008 pessoas com a primeira dose, 354.614 com a segunda dose e 20.685 pessoas com a dose única. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A cobertura vacinal no público elegível para a vacinação, que são adultos com 18 anos ou mais, está em 16,25% para quem já recebeu a segunda dose ou a dose única. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vacinas não aplicadas serão redirecionadas no Distrito Federal
Das mais de 1,8 milhão de vacinas contra a covid-19 recebidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para imunizar a população, apenas 3.698 doses ainda não tinham destinação definida até a manhã desta quinta-feira (8). A quantidade faz parte dos imunizantes destinados a grupos prioritários ou por faixa etária que estavam agendados, mas não procuraram os 55 postos de vacinação para recebê-las. As doses que serão remanejadas fazem parte dos imunizantes destinados a grupos prioritários ou por faixa etária que estavam agendados, mas não procuraram os 55 postos de vacinação para recebê-las | Foto: Joel Rodrigues Na tarde desta quinta, a Secretaria de Saúde decidiu remanejar essas doses e incluí-las na vacinação da população entre 41 e 59 anos de idade, faixa etária que passa a ser atendida a partir da próxima segunda-feira (13). [Olho texto=”“As doses que estão na rede de frios permanecem lá porque não chegou o momento ainda de aplicá-las. Quando chegar o momento da vacinação elas serão direcionadas”” assinatura=”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil” esquerda_direita_centro=”direita”] Desde o início da campanha, o DF já recebeu 1.830.250 doses para a primeira e segunda doses, as chamadas D1 e D2. Destas, 1.620.352 foram distribuídas, sendo já 1.433.256 aplicadas. Outras 209.989 de D2 estão na rede de frios separadas para completar o ciclo de imunização daquelas pessoas que já tomaram a primeira dose e, assim, mantêm garantido todo o ciclo de imunização, ao contrário do que ocorreu em outros estados. Somadas a elas, estão as 187.096 que já foram distribuídas: 34 mil são de D2 para aplicação de 8 a 13 de julho, e 52.398 da Janssen (dose única) – destinadas exclusivamente a professores (34.450), integrantes do sistema prisional (16.048), recicladores de lixo (1,4 mil) e vigilantes (500). Secretário da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha lembrou em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (8) que o GDF mantém a decisão de não aplicar como primeira dose aquelas recebidas para segunda. Isso porque, como depende das remessas do Ministério da Saúde, não há segurança de que as vacinas chegarão no tempo e modo adequado para atender a população que recebeu a primeira dose, evitando, assim, o risco de suspensão ou atraso de vacinação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “As doses que estão na rede de frios permanecem lá porque não chegou o momento ainda de aplicá-las. Quando chegar o momento da vacinação elas serão direcionadas”, avisou Rocha.
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Vacinação contra covid cobre novas áreas de vulnerabilidade social
A Secretaria de Saúde continua com as ações para vacinar a população em situação de rua em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). Nessa quarta-feira (7), as equipes da Região de Saúde Leste vacinaram 38 pessoas, que vivem nessas condições, em São Sebastião. A área onde foi feita a ação foi mapeada por técnicos da Sedes e envolveu o trabalho de 140 profissionais da pasta diretamente envolvidos no acolhimento da população em situação de rua. As ações nas áreas vulneráveis atendem ao público que tem pouco acesso à informação | Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde A equipe contabilizou 102 pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade. Deste quantitativo, 38 já foram vacinadas pela Atenção Primária da Região Leste com a vacina Janssen, aplicada em dose única. O público contemplado com a vacina está instalado atualmente no Centro de Convivência de idosos de São Sebastião, que são casas de passagem que também recebem pessoas em situação de rua de forma provisória. Segundo a gerente de Áreas Programáticas da Atenção Primária, na Região de Saúde Leste, Verônica Lobo, a ação também atingirá pessoas que estão fora das casas de passagem. “A área de Desenvolvimento Social irá até as ruas, praças, terminais rodoviários e áreas de difícil acesso para que possamos ampliar a cobertura vacinal dessa população que é muito vulnerável”, finaliza. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A imunidade de rebanho é atingida quando 70% da população se torna imune a uma doença, reduzindo as chances de contágio dos outros 30% restantes. Taguatinga Em Taguatinga, equipes da Atenção Primária da Região de Saúde Sudoeste vacinaram pessoas que vivem numa área de vulnerabilidade social na região da Boca da Mata. Elas foram acolhidas por uma equipe multiprofissional que vacinou contra a covid-19 aqueles que estão na faixa etária atual de vacinação, com 44 anos ou mais, e sem sintomas da doença. As ações nas áreas com vulnerabilidade atendem ao público que tem dificuldade no acesso a informações por meio dos veículos de comunicação de massa e da internet. *Com informações da Secretaria de Saúde
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‘Sua Vida Vale Muito’ ultrapassa 20 mil doses de vacina aplicadas
O programa Sua Vida Vale Muito, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) em parceria com a Secretaria de Saúde (SES), ultrapassou nesta sexta-feira (2) a marca das 20 mil doses aplicadas de vacina contra a covid-19 no Distrito Federal. A ação itinerante ocorre em Ceilândia, Itapoã e Recanto das Emas para reforçar a campanha de vacinação do governo, pela Secretaria de Saúde. [Olho texto=”“Esse percentual mostra que estamos no caminho certo, trabalhando de forma segura e, acima de tudo, com amor e dedicação, para controlar a pandemia no tempo mais rápido possível”” assinatura=” Marcela Passamani, secretária de Justiça” esquerda_direita_centro=”direita”] O vacinômetro da pasta contabiliza 20.639 pessoas imunizadas. “Esse percentual mostra que estamos no caminho certo, trabalhando de forma segura e, acima de tudo, com amor e dedicação, para controlar a pandemia no tempo mais rápido possível”, afirma a secretária de Justiça, Marcela Passamani. “Por isso, seguimos acolhendo e vacinando as pessoas que nos procuram nos pontos de imunização. Agradeço a cada um dos profissionais da linha de frente, porque nada disso seria possível sem eles”, destaca a secretária. Servidores da Sejus e voluntários cadastrados no site do Voluntariado em Ação atuam na linha de frente da vacinação pelo programa Sua Vida Vale Muito. As três estruturas localizadas em Ceilândia, Itapoã e Recanto das Emas possuem quadra coberta, garantindo mais segurança e conforto para quem for ao local se vacinar Os espaços reservados para imunizar a população contam com acessibilidade, uso de álcool em gel e espaçamento entre as cadeiras que reforçam todo os protocolos sanitários de segurança ao enfrentamento da covid-19 | Foto: Jhonatan Vieira/Ascom/Sejus Álcool gel Os espaços reservados, para imunizar a população, também contam com acessibilidade, rampas, cadeiras de rodas, uso constante de álcool gel e espaçamento entre as cadeiras que reforçam todo os protocolos sanitários de segurança ao enfrentamento da covid-19. Vale destacar, ainda, que o uso de máscaras é obrigatório para todos. Atualmente, a taxa de transmissão do novo coronavírus, no Distrito Federal, está em 0,89 e se mantém abaixo de 0,90 há três dias, representando o menor índice dos últimos três meses. Taxa abaixo de 1, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando a epidemia tende a enfraquecer. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, destaca que “a vacinação é importante para reduzir o número de internações, casos graves e óbitos, como já está sendo observado nos públicos que receberam a vacina”. Okumoto pontua, também, a importância da parceria com a Sejus, que tem possibilitado o avanço da imunização em áreas tão sensíveis do DF, graças ao programa Sua Vida Vale Muito. Serviço Confira os pontos de vacinação do programa itinerante Sua Vida Vale Muito: Ceilândia Norte Praça dos Direitos – QNN 13, de segunda a quarta, das 9h às 17h. Recantos das Emas CEU das Artes – Quadra 113, de segunda a quarta, das 9h às 17h. Itapoã Praça dos Direitos – Quadra 203, Del Lago (Itapoã), de segunda a sexta, das 8h às 17h. *Com informações da Sejus
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1 milhão de primeiras doses anticovid aplicadas no DF
O Distrito Federal atingiu nesta sexta-feira (2) a marca de 1.005.782 primeiras doses de vacinas aplicadas. A campanha começou no dia 19 de janeiro e ocorre em todas as regiões administrativas da capital federal. Em pouco mais de cinco meses, a Secretaria de Saúde vacinou mais de 100% da população com mais 70 anos com a primeira dose – percentual que foi ultrapassado com a vinda de pessoas de outros estados para receber o imunizante. Com a segunda dose, até o momento, 344.171 pessoas completaram o esquema vacinal, que faz com que o DF já tenha atingido mais de 100% de pessoas com 75 anos imunizadas. “É uma alegria informar que atingimos a marca de 1 milhão de primeiras doses aplicadas no DF. Agradeço em especial as equipes da Saúde que trabalham diretamente nesse processo de vacinação nos 55 locais que oferecem a vacina durante a semana. Também agradeço aos parceiros da rede pública que vacinam aos sábados e domingos e à noite no ponto da Praça dos Cristais. Esse é o primeiro milhão e nós, da Secretaria de Saúde, trabalharemos cada vez mais para atingirmos a meta de vacinar toda a população do DF”, afirma o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. [Olho texto=”“É uma alegria informar que atingimos a marca de 1 milhão de primeiras doses aplicadas no DF”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A vacinação contempla, neste momento, pessoas com 46 anos ou mais por meio de agendamento no site vacina.saude.df.gov.br. Além disso, integrantes de grupos prioritários também podem receber o imunizante por meio de agendamento, como gestantes e puérperas sem comorbidades e idosos com 60 anos ou mais que podem ir direto, sem agendar, em qualquer um dos pontos de vacinação. Para o mês de julho, a expectativa da pasta é vacinar 224.946 pessoas com a segunda dose das vacinas AstraZeneca e CoronaVac, o que vai representar, até o final do mês, a marca de mais de 560 mil brasilienses imunizados contra a covid-19. Até o momento, o grupo que mais foi vacinado é o de pessoas com comorbidades, onde 193.086 pessoas receberam a D1 e 8.268 a D2. Em seguida, o grupo de trabalhadores da Saúde, que tem 158.617 profissionais vacinados com a D1 e 111.868 inteiramente imunizados. De acordo com o Vacinômetro, 105.834 pessoas com 60 a 64 anos receberam a primeira dose e 7.509 a segunda. Campanha [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A campanha no DF não exige comprovação de endereço para receber a dose inicial. Porém, para receber a segunda é necessário ter feito a primeira dose em solo brasiliense, ou comprovar ser morador da capital e o motivo pelo qual precisou se vacinar em outro estado. Em cinco meses, o Distrito Federal já aplicou um total de 1.365.834 vacinas, sendo que 159.345 doses foram aplicadas em residentes de outros estados brasileiros. A maioria veio do estado de Goiás, que representa mais de 45% considerando apenas a população fora do DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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GDF determina retorno de servidores ao trabalho presencial
Os servidores, empregados, estagiários e colaboradores em regime de teletrabalho, em caráter excepcional e provisório, nos órgãos da administração direta, indireta, autárquica e fundacional do Distrito Federal, como medida necessária à continuidade do funcionamento da administração pública distrital em virtude da pandemia da covid-19, devem retornar ao trabalho presencial. [Olho texto=”Servidores com idade acima de 60 anos ou portadores de comorbidades descritas no Plano de Contingência da Secretaria de Saúde deverão retornar ao trabalho presencial após 15 dias do recebimento da segunda dose da vacina ou da dose única” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O decreto 42.253, de 30 de junho de 2021, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (1º), altera o decreto 41.913, de 19 de março de 2021, e o decreto 41.841, de 26 de fevereiro de 2021. O texto aponta que a medida não se aplica às servidoras gestantes; aos servidores com histórico de hipersensibilidade ao princípio ativo, bem como a qualquer dos excipientes da vacina contra a covid-19; e aos servidores que apresentaram reação anafilática. Servidores com idade acima de 60 anos ou portadores de comorbidades descritas no Plano de Contingência da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal deverão retornar ao trabalho presencial após 15 dias do recebimento da segunda dose da vacina ou da dose única, nos casos indicados pelo fabricante. Para comprovação dos casos, os servidores deverão apresentar laudo médico homologado na Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho, da Secretaria de Economia, que comprove o estado clínico declarado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os dirigentes dos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta do Distrito Federal poderão, excepcionalmente, mediante justificativa, implementar retorno gradual dos seus servidores. *Com informações da Secretaria de Economia
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