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Complexo da Papuda agora tem drive-thru para testagem rápida de servidores

Para facilitar a testagem rápida de servidores da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e da Secretaria de Saúde que atuam em unidades prisionais, a partir desta sexta-feira (8) passa a funcionar um sistema de drive-thru no Complexo da Papuda. O local foi montado na área externa da Diretora Penitenciária de Operações Especiais (DPOE). O atendimento será feito das 9h às 17h. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para realização do teste – que é exclusivo para servidores sintomáticos – será necessário o cadastro prévio, por meio do site  Teste em Massa Covid-19. O comprovante deverá ser apresentado no dia do atendimento. Inicialmente, não será necessário fazer agendamento de horário. A Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), vinculada à Secretaria de Segurança Pública, dará o suporte necessário ao funcionamento do posto. “Viabilizamos o espaço e daremos o apoio operacional para que os testes ocorram com tranquilidade”, explicou o coordenador-geral da Sesipe, o delegado Érito Pereira. A testagem estará disponível enquanto persistir a pandemia. Enfaticamente, será recomendado o uso de máscaras e procedimentos de segurança para que o vírus não se alastre. Para o secretário de Segurança Pública, o delegado Anderson Torres, a medida será importante para facilitar a testagem dos servidores penitenciários. “Estamos em contato direto com a Secretaria de Saúde, tentando viabilizar o máximo apoio para a Segurança Pública e demais servidores que atuam no ambiente carcerário. Poder oferecer o serviço de forma diferenciada e mais rápida será um diferencial para atuarmos no combate ao novo coronavírus.” * Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Enfrentamento ao coronavírus garante R$ 1,3 bi para o DF

O Distrito Federal terá um reforço de R$ 1,38 bilhão no orçamento deste ano com a aprovação, no Senado Federal, do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 39/2020. O texto garante um auxílio financeiro da União aos estados e municípios e suspende pagamento de dívidas a fim de diminuir os impactos da crise causada pela pandemia do coronavírus.A partir da articulação do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do governador Ibaneis Rocha e da Secretaria de Economia do DF, em conjunto com a bancada parlamentar local no Congresso Nacional, o projeto recebeu emenda para atender a capital da República com recursos destinados tanto para os estados quanto para os municípios.Ao Distrito Federal serão destinados R$ 643 milhões das parcelas dos estados (R$ 176 milhões para saúde e R$ 467 milhões de livre aplicação); e R$ 233 milhões, dos municípios (R$ 43 milhões para saúde e R$ 190 milhões de livre aplicação). O DF também poderá deixar de gastar R$ 506 milhões com a suspensão de dívidas contratadas com organismos internacionais e com a União. “Os recursos viabilizados são fundamentais para a continuidade de ações públicas importantes para a população do Distrito Federal”, pontua o secretário de Economia, André Clemente.A União repassará R$ 60 bilhões em quatro prestações mensais. Desse total, R$ 10 bilhões serão destinados a ações de saúde pública e de assistência social dos estados (R$ 7 bi) e municípios (R$ 3 bi). O restante (R$ 50 bilhões) poderá ser usado livremente e será dividido igualmente: metade aos estados e DF e a outra parte aos municípios.Como o Distrito Federal não entra no rateio dos municípios, foi criada uma parcela com valor equivalente ao recebido, em 2019, do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). As emendas que beneficiam o DF foram apresentadas pela senadora Leila Barros e os senadores Izalci Lucas e Reguffe. Também foram importantes na aprovação do texto o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre e o líder do governo, senador Eduardo Gomes.Programa FederativoO PLP 39, que segue agora para sanção presidencial, cria o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus SARS-CoV-2 (COVID-19). O texto prevê a compensação as unidades federativas e municípios pela queda nominal da arrecadação dos impostos.O projeto de lei também autoriza a suspensão dos pagamentos das prestações de dívidas com vencimento entre 1º de março e 31 de dezembro de 2020.  Os valores serão incorporados ao saldo devedor em janeiro de 2022. Além disso, afasta exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal, como para celebração de contratos e o recebimento de transferências voluntárias da União.Na redação final no Senado, foram acatadas emendas da Câmara dos Deputados. Uma delas suspende os prazos de concursos públicos homologados até 20 de março. Outra, amplia os setores que ficarão fora do congelamento de salários – profissionais de saúde, de segurança pública e das Forças Armadas, trabalhadores da educação pública, servidores de carreiras periciais, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, de serviços funerários e de assistência social. * Com informações da Secretaria de Economia

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Com equipe própria, Sesipe faz desinfecção em viaturas e prédios da segurança pública

| Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Otimização e reforço no combate ao novo coronavírus: estes dois pilares compõem o importante trabalho de desinfecção de viaturas e infraestrutura da segurança pública do DF que foi implementado recentemente pela Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal (Sesipe). A assepsia é feita semanalmente por uma equipe própria, formada por detentos do regime aberto e supervisionada pela Gerência de Obras e Reparos (Geor) do órgão. Os equipamentos utilizados no trabalho são velhos conhecidos no combate à dengue – um pulverizador e um atomizador costal, que são munidos  de hipoclorito de sódio, álcool 70% vaporizado e desinfetante seco à base de amônia. Os produtos são aplicados nas viaturas e no interior das nove dependências da Sesipe, em um rodízio feito semanalmente, e os detentos que o executam recebem equipamentos de proteção individual (EPI) adequados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O trabalho é possível atualmente graças a uma parceria com a Vigilância Sanitária e o Exército Brasileiro, que instruíram e treinaram as equipes de desinfecção da Sesipe. As ações fora das unidades prisionais utilizam uma equipe composta por quatro reeducandos do regime aberto e são feitas tanto na Sesipe quanto em outros órgãos vinculados à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), como o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB). Dentro dos presídios, a mão de obra utilizada no trabalho de desinfecção é formada por internos classificados para o serviço, sem saída externa. “Não é possível levar reeducandos de uma unidade para outra. Desta forma, em alguns presídios utilizamos a mão de obra de internos que já desenvolviam alguma atividade laboral”, explica o gerente da Geor, Willian Pereira. | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Para o subsecretário do Sistema Penitenciário do DF, delegado Adval Cardoso de Matos, o trabalho de assepsia realizado pela Sesipe é fundamental para a segurança de detentos e servidores. “Temos uma alta rotatividade tanto nas unidades prisionais quanto nas dependências da Sesipe e de outros prédios da SSP-DF, ocasionalmente de pessoas positivadas para Covid. Este trabalho reforça a necessidade da desinfecção constante de toda essa infraestrutura, e podermos utilizar uma equipe própria é importante por não dependermos mais de forças exteriores para realizar esta tarefa”, avaliou. Papuda Além do trabalho de desinfecção, o Complexo Penitenciário da Papuda também já está sendo equipado e servirá como uma importante estrutura da Sesipe no reforço às medidas de segurança para conter a disseminação do novo coronavírus. Entre as ações implementadas pelo GDF no local estão a construção de um hospital de campanha, que ficará como legado para o sistema prisional, e a utilização dos dois novos blocos dos Centros de Detenção Provisória (CDP) para tratamento e quarentena de presos. “O hospital vai ser um grande legado. São 900 metros quadrados de área construída que vão contar com salas de atendimento, segurança e monitoramento, além de realização inclusive de pequenas cirurgias. Isso vai gerar uma redução de gastos e de riscos, pois os presos que precisarem de assistência médica não vão mais precisar ser transportados para os hospitais do DF e as equipes que faziam as escoltas ficarão nos presídios”, ressalta o subsecretário. Segundo o último balanço divulgado pela SSP-DF, 92 policiais penais e 238 detentos do sistema prisional seguem com resultado de teste positivo para Covid-19, enquanto o número de recuperados está em 39 e 67, respectivamente.   * Com informações da SSP-DF

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Profissionais do Hospital da Região Leste são testados para Covid-19

O Hospital da Região Leste (HRL), antigo Hospital Regional do Paranoá, começou a testagem rápida para detecção da Covid-19 nos profissionais de saúde que atuam na linha de frente na unidade. Serão testados, neste primeiro momento, profissionais do pronto-socorro, emergência e sala vermelha, um dos grupos mais expostos ao contágio. “É importante essa ação e é preciso que os profissionais de saúde da unidade participem, porque só assim vamos ampliar a nossa capacidade de proteger as pessoas”, disse o secretário de Saúde, Francisco Araújo, lembrando que a testagem começou segunda-feira e vai se estender pelo resto da semana. “Nosso objetivo é dar atenção e tomar todos os cuidados possíveis com esses trabalhadores que estão na linha de frente do combate à Covid-19”, acrescentou. “Essa testagem é um meio de prevenção, é importante para identificar os profissionais que já tiveram contato com o coronavírus e afastá-los o quanto antes, com o objetivo de não contaminar os colegas de trabalho e nem os pacientes. Por isso, queremos testá-los a cada 15 dias, já que eles têm contato direto com os pacientes”, declara a superintendente da Região de Saúde Leste, Raquel Bevilaqua. Os profissionais do HRL estão sendo testados desde a última segunda-feira (4). A testagem continuará ao longo da semana. Cada dia é realizado 80 testes, sendo 40 no período da manhã e 40 à tarde. Até a tarde desta quarta-feira (6) foram realizados 240 testes rápidos, tendo somente um resultado positivo. “Esse profissional já tinha tido contato com a Covid-19 há mais de 30 dias, fez a quarentena e já está curado. Por isso detectou no exame, que identifica o IgG e IgM”, explica a superintendente. O médico ortopedista Pablo Godinho, ressaltou a importância da prevenção no ambiente de trabalho.  “O servidor está exposto, na linha de frente da batalha. Quem primeiro vai se contaminar é quem atende. Fazer o teste é importante para não sermos um transmissor assintomático tanto para os colegas que convivem diariamente conosco, quanto para os pacientes”, observa. Além de reconhecer a importância deste tipo de ação para resguardar a saúde dos profissionais, a técnica em Nutrição Maria da Glória, cita, ainda, como importante o uso adequado de suplementação para aumentar a imunidade. Agendamento Por meio de um portal de atendimento criado pelo Núcleo de Tecnologia da Informação da Região Leste, o profissional faz o cadastro, agenda o horário do teste rápido e apresenta-se no local para o procedimento. O resultado do teste é enviado por e-mail, mas o profissional também poderá saber o resultado pessoalmente, aguardando alguns minutos. O acesso é por meio do link: http://agendamento.app2b.me/inscricao. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Cartas solidárias: as homenagens aos ‘guerreiros da saúde’

Carinho, reconhecimento e gratidão. Esse foi o tom das cartas recebidas pelos profissionais da Secretaria de Saúde, verdadeiros “guerreiros da saúde” que atuam na linha de frente contra o coronavírus. Os elogios – escritos em poemas, citações, recados e fragmentos – pela comunidade acadêmica da Universidade de Brasília (UnB) fazem parte do projeto Cartas solidárias. A iniciativa foi lançada, nesta terça-feira (5), no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência no atendimento a pacientes com a Covid-19. “Atitudes assim mostram que a população entende o risco que corremos, as dificuldades que enfrentamos, tudo que abrimos mão para estar aqui, cuidar do outro e servir. É uma forma de reconhecimento, que até então, não tínhamos”, contou a médica Fernanda Quirino, uma das agraciadas pela homenagem, feita no jardim do hospital. Foto: Breno Esaki/Saúde-DF Assim como a médica, que representou as equipes de saúde, também receberam cartas profissionais da vigilância, serviços gerais, nutrição, vigilância em saúde e comunicação. Cada um foi escolhido para representar as áreas atuantes durante a pandemia e que, dentro das suas especialidades, tem se empenhado para ajudar nesse momento. As cartas, em sua maioria, têm manifestações de força e empatia para os profissionais. Frases como “o seu trabalho é essencial para as pessoas” e “sua presença e doação são luz e amparo em momentos de dor” marcaram servidores como a gerente de enfermagem do Hran, Cleide Crisóstomo. Para ela, seu trabalho ser reconhecido pelas pessoas é um incentivo a mais para continuar se dedicando na luta contra o coronavírus. “Fiquei muito feliz e emocionada. É uma atitude linda, com palavras simples e verdadeiras. É muito gratificante receber esse tipo de atenção”, comentou. Efeitos do isolamento Foto: Breno Esaki/Saúde-DF A responsável pela entrega das cartas foi a professora de Terapia Ocupacional da UnB, Flávia Mazitelli. De acordo com a especialista, o projeto é mais uma das iniciativas da universidade voltada a amenizar os efeitos do isolamento social. O objetivo é reduzir os impactos da medida e prevenir qualquer transtorno entre os profissionais. “Queremos não só fazer uma manifestação de solidariedade, como também é uma forma da comunidade sentir que está participando desse momento, ainda que de casa. Esperamos ainda que traga um pouco de acalento aos profissionais nesse momento tão difícil”, afirmou a docente. Assim que recebidas no e-mail da UnB, as cartas são entregues aos trabalhadores que atuam na linha de frente contra o coronavírus. A ideia é que as próximas sejam regularmente atualizadas e afixadas em um mural de fácil acesso aos profissionais do Hran.   * Com informações da Secretaria de Saúde-DF

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Balanço sobre a Covid-19 no sistema penitenciário – quarta-feira (6)

A Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), vinculada à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), informa que, até as 17h desta quarta-feira (6), 92 policiais penais seguem com teste positivo para o coronavírus e 39 se encontram recuperados. Em relação aos reeducandos, 238 estão com a Covid-19 e 67 se recuperaram da doença. O cenário atual indica, até o momento, 330 casos ativos e 106 recuperados. Parte dos que testaram positivo ainda aguarda a contraprova, ou seja, os números podem sofrer alterações nos próximos levantamentos. A alta testagem realizada nos presídios do DF, desde o início dos primeiros casos da doença no DF, permitiu a adoção imediata de medidas preventivas e de isolamento. Até o momento, já foram aplicados, pela Secretaria de Saúde (SES), mais de 1,8 mil testes em internos e policiais penais no DF. Tais iniciativas têm se mostrado muito eficazes, pois, apesar de apresentar cerca de 74% dos casos detectados no sistema prisional brasileiro, de acordo com o Painel Covid-19 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o DF possui atualmente uma taxa de 0% de letalidade. No restante do país, 16 internos morreram da doença até o momento. Em decorrência da Covid-19, cinco policiais penais se encontram internados, sendo dois no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) e três na rede hospitalar particular do DF. A Sesipe não possui informações consolidadas sobre o quadro clínico dos servidores. Oito internos que apresentaram sintomas da doença estão no HRAN. Um deles tem comorbidade e necessita de cuidados especiais. Os demais apresentam sintomas moderados. Destacamos que reeducandos que por ventura apresentem algum tipo de agravamento no estado de saúde são imediatamente encaminhados para o HRAN. Os demais contaminados são acompanhados por equipes de saúde nas próprias unidades prisionais. Dos policiais penais confirmados, nove são do Centro de Detenção Provisória (CDP), 13 do Centro de Internamento e Reeducação (CIR), 40 da Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I), 16 da Penitenciária do Distrito Federal II (PDF-II), três do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), oito da Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE) e três servidores da Sesipe. Dos policiais recuperados, 17 são do CDP, 19 do CIR, dois da PDF-II e um da DPOE. Dos internos, 46 são do CDP, 34 do CIR, 121 da PDF I, 34 da PDF-II, um da Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF) e dois do CPP. Destacamos que o reeducando identificado na PFDF havia sido transferido do CDP a pedido da Justiça e, por testar positivo ainda na triagem, retornou de imediato à unidade de origem. Dos 67 reeducandos recuperados, 52 são do CIR, nove do CDP e seis da PDF-I. Em trabalho conjunto com a SES, responsável pela assistência médica aos internos, a SSP/DF vem intensificando cada vez mais as medidas para combater o coronavírus no sistema penitenciário do DF. São elas: Ações recentes – O governador Ibaneis Rocha anunciou a entrega de 30 mil máscaras para o sistema penitenciário; – Dois blocos dos novos Centros de Detenção Provisória (CDPs), com 400 vagas, estão em fase final de preparação e serão utilizados para o tratamento e a quarentena de presos durante a pandemia. (https://is.gd/SKd0KB); – A partir desta semana, servidores e população carcerária da Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF) estão sendo testados para Covid-19, com início nessa segunda-feira (4). O objetivo é que, até semana que vem, todos sejam testados (https://is.gd/3miuuo); – A Sesipe passou a fazer a assepsia de celas, viaturas e prédios da administração e parte externa dos presídios por meio de sua Gerência Obras e Reparos (GEOR). A mesma ação havia sido realizada com apoio do Exército Brasileiro e da Vigilância Ambiental, da SES (https://is.gd/QcBanG); – Seis blocos com 60 celas da PDF I passaram por limpeza e sanitização. A ação foi promovida pela Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, por meio do programa Sanear-DF (https://is.gd/kl1ig0); – Novo canal para troca de mensagens entre familiares e internos. Agora, além dos aplicativos de mensagens, a comunicação pode acontecer por meio do site da Sesipe, no link do cadastro de visitantes (https://is.gd/owOwU9); – A Escola Penitenciária (EPEN) lançará cartilha exclusiva para os servidores carcerários. Vídeos com as orientações de médicos e profissionais da saúde também foram enviados para os celulares dos servidores; – Cadastros de visitantes com vencimento, entre os dias 19 de março e 1º de junho, terão sua data de validade estendida até o dia 15 de junho. A medida vai beneficiar mais de 3,5 mil pessoas; – As unidades prisionais passaram a permitir o envio de cartas entre internos e familiares por meio de aplicativo de mensagens. Cada presídio recebeu quatro celulares para essa operação. (https://is.gd/hbJcrs); – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) repassou à Sesipe equipamentos de proteção individual (EPIs) para policiais penais e internos. São máscaras, luvas e álcool em gel, itens a serem divididos entre as unidades prisionais. (https://bit.ly/3cD7x1z); – Suspensão das visitas aos reeducandos até o dia 15 de maio, quando será definido novo prazo. A medida, iniciada em 12 de março, está alinhada às ações do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas para a prevenção do contágio pelo novo coronavírus; – Atendimento dos advogados aos internos passou a ser feito por videoconferência. A implementação está sendo feita em todas as unidades prisionais de forma gradativa. Outras medidas – Início da vacinação contra a gripe de servidores e reeducandos do Sistema Penitenciário. Sentenciadas da PFDF já foram imunizadas. Previsão é que todos os sentenciados estejam vacinados contra influenza em duas semanas (https://is.gd/3miuuo); – Desinfecção do CIR realizada pelo Exército Brasileiro. Após a limpeza, os militares deram instruções aos policiais penais de como usar adequadamente os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a fazer a assepsia de superfícies. A ação teve início com a limpeza do CDP e foi realizada pela Vigilância Ambiental do DF; – Serviço de informação via telefone com o objetivo de repassar aos familiares, de forma individualizada, o estado de saúde dos internos testados positivos para a Covid-19; – Todos os presos que possivelmente tenham tido algum contato com aqueles que já testaram positivo para o novo coronavírus estão sendo monitorados diariamente por meio das equipes de saúde dos presídios; – A Sesipe, por meio da Escola Penitenciária (Epen), está repassando vídeos educativos aos servidores com orientações sobre a prevenção do coronavírus; – Corpo de Bombeiros produziram 200 litros de álcool glicerinado e etílico 70% para o Sistema Penitenciário; – Avaliação médica e aplicação de testes rápidos para diagnóstico do vírus em todos os 332 internos e 126 agentes da ala em que os primeiros casos foram detectados. Destes casos, 13 testaram positivo; – Consultórios específicos com médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde foram montados nas unidades prisionais para avaliar suspeitas de coronavírus; – Instalação de hospital de campanha com dez leitos equipados com suporte de ventilação mecânica e 30 leitos de retaguarda para ventilação no Complexo da Papuda; – Afastamento e isolamento de todos os agentes penais e reeducandos que estiverem com a doença; – Higienização diária das celas com Hipoclorito de Sódio, componente da água sanitária. O banho de sol tem sido feito em separado e por mais tempo; – Limitação das transferências de pessoas presas – homens e mulheres – da Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP), localizada na sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), no Parque da Cidade, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) ou Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), para só uma vez por semana. Anteriormente, eram feitas duas vezes por semana; – Intensificação das triagens de internos que chegam às unidades prisionais. Isso inclui vacinação e avaliação médica realizada pela equipe de saúde; – Implementação da quarentena de 14 dias aos presos recém-chegados ao CDP e à PFDF. Somente após este período eles são encaminhados para a convivência comum com outros presos; – Encaminhamento ao hospital e isolamento em cela separada de qualquer interno que apresente sintomas da doença. Os direcionamentos são feitos pela equipe medica da unidade prisional; – Todos os idosos das seis unidades prisionais do DF foram transferidos para o CDP, exceto mulheres internas da PFDF, e estão isolados da massa carcerária; – A higienização de celas e viaturas foi reforçada. Cartilhas e material informativos foram distribuídos a servidores. As informações foram repassadas aos reeducandos; – Os servidores da Sesipe só estão realizando o Serviço Voluntário de Execução Penal (SVEP) em suas unidades de origem; Destacamos ainda que a Sesipe está seguindo orientações dos profissionais da Secretaria de Saúde do DF (SES), específicas para o ambiente carcerário, por meio de palestras e vídeos enviados via aplicativo de mensagens.

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Brasília Ambiental cede espaço para ‘fábrica de máscaras’

Movimento Comunitário dos Moradores do Jardim Botânico coordena as atividades no CPS | Foto: Brasília Ambiental / Divulgação O salão de eventos do Centro de Práticas Sustentáveis (CPS) do Instituto Brasília Ambiental será transformado, nesta quinta-feira (7), em uma fábrica social. O objetivo é a produção de máscaras protetivas faciais e outros equipamentos de proteção individual (EPIs) a serem destinados à proteção contra o coronavírus. A abertura da fábrica social será às 16h30, de forma totalmente virtual (endereço digital: https://www.facebook.com/MovimentoJB). A iniciativa, da qual o Instituto Brasília Ambiental é parceiro, conta com recursos do Operador Nacional de Sistema (ONS), com apoio das administrações regionais do Jardim Botânico e de São Sebastião. A coordenação é do Movimento Comunitário dos Moradores do Jardim Botânico (MCJB). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Localizado no Jardim Mangueiral, o espaço do CPS, disponibilizado pelo Brasília Ambiental, tem 430 metros quadrados, com espaço ventilado e muita qualidade ambiental. Fatores que foram decisivos na escolha para a implantação do projeto “fábrica de máscaras”. De acordo com a analista de Atividades de Meio Ambiente do instituto, Bárbara Costa, esta cessão do salão vai exatamente ao encontro dos propósitos de uso compartilhado do local. “É uma estrutura totalmente sustentável, que beneficia a saúde das pessoas e objetiva o bem-estar da comunidade”, enfatiza Bárbara. Local arejado e amplo garantem qualidade ambiental para o trabalho de confecção das máscaras | Foto: Brasília Ambiental / Divulgação Toda a organização do maquinário necessário para a produção dos EPIs obedece ao protocolo de segurança adotado pelo GDF no processo de enfrentamento à pandemia. Ao todo, dez costureiras trabalharão lado a lado, mas a cerca de dois metros de distância uma da outra. Além disso, todas utilizarão máscaras pessoais e álcool em gel. Encomendas De acordo com o diretor-executivo do MCJB, Ilton de Queiroz Júnior, a fábrica já tem como demanda 120 mil máscaras, material destinado ao projeto de doação a pessoas carentes. Os membros da comunidade compram e doam os equipamentos. Existe também a demanda de 3 mil máscaras para a Organização das Nações Unidas (ONU), que serão doadas aos moradores de rua, além da encomenda de até 30 ml máscaras pelo GDF. Ilton Júnior menciona também o projeto “Drive Thru das Máscaras”, que é a entrega dos produtos, a preço de custo, para pessoas inscritas para vacinação na sede do CPS. O centro já hospedou a campanha de vacinação nas suas primeiras etapas e deve hospedá-la nas próximas. “A ideia é que a pessoa receba a vacina e a máscara dentro do carro”, explica. O CPS é um espaço para uso da comunidade na realização de projetos sociais. A solicitação pode ser feita com o preenchimento de formulário a ser acessado no endereço http://www.ibram.df.gov.br/centro-de-praticas-sustentaveis/. * Texto atualizado às 9h16 de 8 de maio de 2020 * Com informações do Brasília Ambiental

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Hospital de campanha ficará como legado para sistema prisional do DF

As escoltas para os hospitais vão diminuir e pequenos procedimentos médicos poderão ser feitos no local. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Após o cenário pandêmico atual cessar, o hospital de campanha que está sendo construído para atender internos acometidos pela Covid-19, ficará como legado para o sistema penitenciário local. Ou seja, a estrutura será utilizada para tratamentos, evitando, assim, escoltas hospitalares e ocupação em hospitais da rede pública de saúde. “Diariamente, precisamos fazer escoltas para hospitais. Com o hospital no próprio Complexo da Papuda, vamos reduzir o número de escoltas, podendo, assim, reduzir custos e direcionar os policiais penais para outras ações”, explicou o subsecretário do Sistema Penitenciário, Adval Cardoso. Segundo ele, pequenos procedimentos médicos poderão ser realizados no local. “De acordo com os médicos que atuam nas unidades prisionais, pequenas cirurgias poderão ser realizadas no hospital de campanha”, contou. Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, o delegado Anderson Torres, o modelo servirá como referência para o país. “Vamos aproveitar o espaço que está sendo construído numa crise e transformá-lo num modelo ideal, com mais segurança e rapidez no atendimento, o que servirá de modelo para outros estados”, explicou. O local onde o hospital está sendo construído era um campo de futebol. No início das obras, por conta das chuvas, toda a cobertura teve que ser retirada para que fosse feita outra estrutura, que será definitiva. Leitos De acordo com informações da Secretaria de Saúde, serão dez leitos de suporte avançado e 30 de enfermaria para a população carcerária com Covid-19. Ao todo, serão 900 metros quadrados de área construída. O espaço receberá contêineres que serão usados como estrutura para o hospital de campanha, que terá sistema de isolamento térmico e acústico, rede de fibra óptica, para se interligar ao sistema da Secretaria de Saúde, e, também, suportar as câmeras de vigilância. Tudo compatível com as condições de segurança do presídio e, ao mesmo tempo, em observância aos requisitos sanitários para atendimentos. “O compartilhamento de informações para garantia de segurança foi essencial para a concepção da obra”, disse Cardoso. *Com informações da Secretaria de Segurança

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