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DF registra alta de 31% nas cirurgias e amplia ações na saúde
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Distrito Federal é a unidade da Federação com maior crescimento no número de cirurgias eletivas de 2025 para este ano. Segundo o Ministério da Saúde, foram 100.478 procedimentos neste ano, contra 76.615 registrados em 2025, alta de 31,2%. O resultado coloca o DF à frente de estados como Sergipe, Paraíba e Bahia, que registraram crescimento de 25%, 23% e 20%, respectivamente. O dado foi apresentado pela governadora Celina Leão, nesta terça-feira (6/10), em reunião com representantes de hospitais privados credenciados à rede pública, no Palácio do Buriti. “Nós somos o estado que mais opera no Brasil, proporcionalmente", destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília De acordo com a chefe do Executivo, o aumento está relacionado à ampliação da oferta de procedimentos na rede pública e à contratação dos serviços na rede privada. “Nós somos o estado que mais opera no Brasil, proporcionalmente. Isso é fruto de um trabalho grande nosso, das cirurgias que nós estamos fazendo no privado, da complementaridade, daquilo que estava na fila havia muitos anos, que nossa rede pública não tem condição de suportar”, salientou. Celina Leão reforçou que o principal objetivo do governo é reduzir o tempo de espera pelos procedimentos. “A gente sabe que essas pessoas iriam esperar muito tempo na fila, porque você não consegue crescer a rede pública do dia para a noite. Mas, ao mesmo tempo que nós fazemos a complementaridade, nós temos investimento em mais cinco novos hospitais, sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs), das quais cinco entregues neste ano ainda”, disse. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, afirmou que o acompanhamento das filas precisa ser permanente, já que a demanda é renovada diariamente. Segundo ele, o uso de dados permite identificar os principais gargalos e direcionar a oferta de procedimentos conforme a necessidade. “Quando acompanhamos os tempos de espera, saímos de períodos que chegavam a mil dias para seis dias em algumas filas. Isso mostra que esses projetos estão dando resultado e que, com a ajuda da rede privada, podemos continuar mudando essa realidade no Distrito Federal”, declarou. “Quando acompanhamos os tempos de espera, saímos de períodos que chegavam a mil dias para seis dias em algumas filas", afirmou Juracy Lacerda, secretário de Saúde do DF Durante a reunião, a governadora também anunciou a destinação de R$ 50 milhões para cirurgias ortopédicas eletivas e o repasse de R$ 46 milhões aos hospitais privados credenciados à rede pública do DF. Além disso, a chefe do Executivo comunicou a integração dos sistemas de regulação de saúde do Distrito Federal e de Goiás. O projeto está em processo de licitação e prevê a comunicação entre os sistemas dos dois estados, para que pacientes regulados simultaneamente pelas duas redes possam ser identificados nos sistemas.
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GDF destina R$ 50 milhões para cirurgias ortopédicas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) vai destinar R$ 50 milhões para cirurgias ortopédicas eletivas. O recurso será incluído no orçamento e deve viabilizar mais de três mil procedimentos para pacientes que aguardam na fila. A medida foi anunciada pela governadora Celina Leão nesta terça-feira (6/10), durante reunião com representantes de hospitais privados credenciados à rede pública, no Palácio do Buriti. Na ocasião, a chefe do Executivo também comunicou o repasse de R$ 46 milhões aos hospitais privados credenciados à rede pública do DF. Segundo a governadora, a ampliação da oferta de cirurgias eletivas por meio da complementaridade entre as redes pública e privada é uma estratégia para reduzir o tempo de espera dos pacientes, especialmente em procedimentos que podem comprometer a mobilidade e a rotina das pessoas enquanto aguardam atendimento. Celina Leão: "Somos a unidade da Federação que mais opera no Brasil proporcionalmente. Isso é fruto de um trabalho grande nosso, das cirurgias que nós estamos fazendo no privado, da complementaridade daquilo que estava na fila há muitos anos, que nossa rede pública não tem condição de suportar" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília "É um trabalho árduo que a gente tem feito para melhorar esse tempo de espera. A gente não pode falar em zerar a fila. Eu zero hoje e amanhã tem consulta, então outra pessoa volta para a fila. Mas o tempo de espera tem que ser razoável, não pode ser mais do que um mês, dependendo da complexidade. É o tempo de espera que você teria no privado se você tivesse um plano de saúde”, explicou Celina Leão. A chefe do Executivo pontuou a importância da parceria com a rede privada e a participação dos estabelecimentos nos editais. “Segundo o dado que saiu agora do Ministério da Saúde, nós somos a unidade da Federação que mais opera no Brasil proporcionalmente. Isso é fruto de um trabalho grande nosso, das cirurgias que nós estamos fazendo no privado, da complementaridade daquilo que estava na fila há muitos anos que nossa rede pública não tem condição de suportar”, salientou. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, explicou que a ampliação da rede complementar é necessária para acompanhar a demanda gerada pela melhora do atendimento ambulatorial. “Quando a oferta da rede pública não suporta o que está entrando na fila, acionamos a rede privada para nos ajudar. É importante que os editais permaneçam abertos para que possamos ampliar a oferta conforme a necessidade”, pontuou. 90 dias Tempo de espera por uma cirurgia na vesícula na rede pública de saúde Segundo Juracy, a ampliação da oferta já reduziu a espera em diferentes especialidades. “Saímos de um tempo de espera para cirurgias de varizes que era de mil dias para seis dias. Na cirurgia de vesícula, tínhamos um tempo de espera de cerca de 350 dias. Chegamos a 70 dias e hoje estamos em torno de 90. A partir do momento em que disponibilizamos mais vagas, conseguimos colocar esses pacientes na rede de cuidado e resolver o problema”, continuou o secretário. Pagamento a hospitais Durante a reunião, Celina Leão também autorizou o pagamento de R$ 46 milhões aos hospitais privados credenciados na rede pública do DF. O recurso integra o processo de reorganização dos pagamentos do Fundo de Saúde do Distrito Federal. Os repasses vão iniciar nesta semana e seguem conforme a programação ao longo do mês. O secretário de Economia, Valdivino Oliveira, afirmou que o governo trabalha na organização do orçamento e na regularização das chamadas Despesas de Exercícios Anteriores (DEAs), referentes a serviços prestados em períodos anteriores. “A governadora pediu nesta semana que reservássemos R$ 50 milhões para as cirurgias ortopédicas e que pagássemos os hospitais. Estamos trabalhando para encontrar as soluções e avançar com esses pagamentos”, comentou. O diretor-executivo do Fundo de Saúde do Distrito Federal, Cleyton Menezes, informou que ocorreu a reestruturação do fluxo de pagamentos, buscando reduzir o tempo entre o processamento da produção dos hospitais e o pagamento. “A gente identificou que o processo, até chegar ao Fundo de Saúde pronto para pagar, tem um lapso de dois ou três meses por problemas na preparação. Na terceira etapa dessa reestruturação, vamos rever esse fluxo e eliminar etapas desnecessárias para que a produção dos hospitais possa ser processada em até 30 dias.” Orientação é estabelecer um cronograma de pagamentos que permita dar previsibilidade aos hospitais, respeitando as regras de controle e a ordem cronológica A orientação, segundo a governadora, é estabelecer um cronograma de pagamentos que permita dar previsibilidade aos hospitais, respeitando as regras de controle e a ordem cronológica. Regulação integrada Outro anúncio feito durante a reunião foi a integração dos sistemas de regulação de saúde do Distrito Federal e de Goiás. O projeto está em processo de licitação e prevê a comunicação entre os dois sistemas. Com a interoperabilidade, pacientes regulados simultaneamente pelas duas redes poderão ser identificados nos sistemas. “Nós estamos em processo licitatório para um sistema de regulação em que eu vou conseguir linkar a regulação daqui com a de Goiás. Não é um projeto fácil, mas é importante porque os sistemas vão se conectar. Não é o mesmo sistema: nós vamos ter a nossa própria regulação, e Goiás a dele. Mas o sistema vai se comunicar e, se o paciente regulado para os dois estados for atendido lá, ele será tirado da minha fila”, explicou Celina. Juracy Lacerda: "A partir do momento em que disponibilizamos mais vagas, conseguimos colocar esses pacientes na rede de cuidado e resolver o problema" A integração também deverá contribuir para o acompanhamento da chamada jornada do paciente, com informações sobre etapas como tempo de espera, internação e realização de exames e procedimentos.
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Show do cantor Luan Santana em Brasília abre 50 vagas para ambulantes
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria Executiva das Cidades vai cadastrar vendedores ambulantes para o show Luan Santana – Registro Histórico, neste sábado (10/10), na Arena Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), no Eixo Monumental. Serão disponibilizadas 30 vagas para barracas e 20 para circulantes/caixeiros. Para trabalhar no evento, o interessado deverá fazer o requerimento da licença nesta quarta-feira (7/10), das 9h às 17h, no Edifício Anexo do Buriti, 9º andar, sala 923. Para o cadastro, é necessário apresentar original e cópia de documento pessoal com foto e comprovante de endereço em nome do ambulante ou declaração de residência. Em caso de dúvida, poderá ser solicitado o certificado de vendedor ambulante. Caso o número de inscrições seja maior que a quantidade de vagas, será realizado sorteio pelo aplicativo Sorteio Fácil, imediatamente após o encerramento das inscrições. Também estão reservadas uma vaga para barraca e uma para circulante/caixeiro para pessoas com deficiência (PcD). A divulgação dos contemplados será divulgada na quinta (8/10), no site da Secretaria de Governo (Segov-DF). As licenças serão entregues na sexta (9/10), das 9h às 17h, na sala 917 do Anexo do Buriti, onde também serão repassadas orientações sobre o trabalho no evento. O edital completo está disponível no site da Segov-DF. Mais informações pelo telefone (61) 3313-5933 ou WhatsApp (61) 99149-1325. *Com informações da Segov-DF
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Novas regras alteram encaminhamento de denúncias de assédio moral e sexual no sistema prisional do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), avançou na implantação de sua política institucional de prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual. A Fundação estabeleceu um fluxo específico para o recebimento, acolhimento, análise preliminar, encaminhamento, acompanhamento e monitoramento de denúncias, incluindo ocorrências envolvendo reeducandos que desempenham atividades laborais vinculadas à instituição. A nova etapa dá continuidade ao trabalho iniciado com a criação, em julho deste ano, da Comissão Permanente de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual (CPPeas). Instituída pela Instrução nº 40, a comissão foi criada para fortalecer as ações preventivas, educativas e de orientação, contribuindo para ambientes de trabalho baseados no respeito, na ética e na dignidade das pessoas. Sua atuação alcança servidores, empregados públicos, prestadores de serviços, estagiários, colaboradores e reeducandos vinculados à Funap-DF. A partir desse trabalho, a Fundação avançou para a estruturação dos procedimentos de atendimento e tratamento das ocorrências. Com a Instrução nº 51, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal de 6 de outubro de 2026, foi formalizado o novo fluxo institucional e delimitada a atuação da Comissão de Recebimento e Análise das Denúncias de Assédio (Crada), responsável pelo recebimento e registro das denúncias, acolhimento e escuta qualificada, análise preliminar administrativa e acompanhamento dos encaminhamentos. O novo protocolo estabelece procedimentos padronizados e princípios como sigilo, confidencialidade, imparcialidade, celeridade, proteção contra retaliações, respeito à intimidade e à privacidade e prevenção à revitimização. *Com informações da Funap-DF
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I Prêmio Codeplan de Monografias
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Texto Para Discussão
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CONCORRÊNCIA ELETRÔNICA nº. 23/2026
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