Dois parquinhos são entregues para as crianças da Estrutural pelo projeto GDF na Sua Porta
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Por meio do programa GDF na Sua Porta, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) entregou dois parquinhos no setor norte da Estrutural na última quarta-feira (9). A conclusão dos serviços, no entanto, foi marcada por dificuldades. Cada parquinho precisou ser reinstalado quatro vezes devido a atos de vandalismo e ao uso inadequado por parte de moradores da região. Ao todo, as oito intervenções representaram um investimento de cerca de R$ 200 mil. Os parquinhos dispõem de seis brinquedos cada: castelinho com escorregador, balanços e escalada, gira-giras e gangorras, incluindo brinquedos com adaptações para crianças com mobilidade reduzida. Após a instalação, os moradores desrespeitaram a sinalização que indicava o tempo de secagem do concreto. Os brinquedos foram destruídos, quebrados e sujos antes mesmo da inauguração do espaço. Essa atitude se repetiu por três vezes. Atualmente, um projeto de lei que prevê sanções administrativas para atos de vandalismo como destruição, depredação ou dano contra o patrimônio público está em análise na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A proposta foi elaborada com a colaboração de órgãos como a Novacap e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e foi aprovada e apresentada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) pela governadora Celina Leão. Os parquinhos dispõem de seis brinquedos cada: castelinho com escorregador, balanços e escalada, gira-giras e gangorras, incluindo brinquedos com adaptações para crianças com mobilidade reduzida | Foto: Divulgação/Novacap O projeto de lei prevê a responsabilização dos indivíduos que praticam atos como pichação não autorizada, depredação, deterioração ou dano contra o patrimônio público. As sanções podem chegar a multas de até R$ 100 mil, além da suspensão de benefícios sociais, como a suspensão na prioridade em programas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Além da suspensão na concessão, manutenção ou renovação de programas custeados exclusivamente pelo Tesouro do Distrito Federal, como DF Social, Cartão Gás, Cartão Prato Cheio, Material Escolar e outros benefícios distritais. “É muito triste essa situação. Meus filhos ficaram animados em ver os parquinhos, mas do dia pra noite já estava tudo destruído. Espero que agora, depois que foram reinstalados, as pessoas tenham consciência”, conta moradora da região Maria Silva, 47 anos. Segundo o chefe da Divisão de Equipamentos Públicos , Ramon Castro, para a Novacap, como companhia responsável pela zeladoria e manutenção de espaços públicos da capital, situações de dano ao patrimônio público geram prejuízos aos cofres públicos e, consequentemente, à própria população. “A companhia realiza os serviços de manutenção sempre que acionada pela administração regional, mas é importante ressaltar que os principais prejudicados são os cidadãos, especialmente as crianças, que acabam privadas do acesso a espaços públicos adequados e seguros para lazer e convivência, além de onerar os cofres públicos, infelizmente,” afirma. *Com informações da Novacap
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Projeto leva reflexão sobre desigualdade entre meninos e meninas a estudantes de Ceilândia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Estudantes da Escola Classe 65 de Ceilândia Norte participaram, nesta quarta-feira (9/9), de uma sessão do projeto Cine Debate sobre as desigualdades entre meninos e meninas. A atividade utilizou vídeos e conversas como ferramentas para estimular a reflexão sobre relações de gênero, respeito e prevenção da violência contra meninas e mulheres. Realizada pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a ação reuniu cerca de 120 alunos do 4º ano e nove profissionais da equipe pedagógica da escola, em atividades realizadas nos períodos da manhã e da tarde. A proposta foi abordar, de maneira adequada ao ambiente escolar, situações presentes no cotidiano dos estudantes e discutir como comportamentos e diferenças de tratamento entre meninos e meninas podem contribuir para a reprodução de desigualdades. A iniciativa contribui para crianças e adolescentes tenham fortalecidos valores como igualdade, respeito às diferenças, diálogo e resolução pacífica de conflitos | Foto: Divulgação/Sejus-DF Durante o encontro, os estudantes foram convidados a refletir sobre respeito e convivência, além de discutir formas de reconhecer e combater situações de violência contra meninas e mulheres. A atividade também apresentou informações sobre a Lei Maria da Penha e sua importância na proteção das mulheres e no enfrentamento à violência doméstica e familiar. A iniciativa busca contribuir para a formação de crianças e adolescentes e fortalecer, desde os primeiros anos escolares, valores como igualdade, respeito às diferenças, diálogo e resolução pacífica de conflitos. A participação da equipe pedagógica amplia o alcance da ação, contribuindo para que os temas discutidos possam continuar sendo trabalhados no cotidiano escolar. *Com informações da Sejus-DF
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Fundação abre inscrições para 3º Concurso Cultural de Redação e Desenho
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), está com inscrições abertas para o 3º Concurso Cultural de Redação e Desenho – 2026. A iniciativa é destinada a sentenciados que exercem atividades laborais em trabalho externo por meio de contratos intermediados pela fundação. Com o tema “Educação e trabalho: portas para o recomeço”, o concurso reúne duas modalidades: redação e desenho. Cada participante poderá se inscrever em apenas uma delas e apresentar um único trabalho. A iniciativa pode abrir novas perspectivas para participantes | Foto: Divulgação/Funap-DF Abertas na terça-feira (8/9), as inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 30 de setembro, por meio de formulário específico disponibilizado via QR Code, por meio deste link ou presencialmente na sede da Funap-DF, no SIA, Trecho 2, Lotes 1835/1845, térreo, na recepção. Para participar, é necessário estar vinculado a contrato de trabalho externo intermediado pela fundação. Confira o edital completo. “O concurso é uma oportunidade para que os participantes expressem, por meio da escrita e do desenho, suas ideias, sentimentos e percepções sobre educação e trabalho. São caminhos que podem abrir novas perspectivas e valorizar talentos, criatividade e a capacidade de transformar histórias”, destaca Deuselita Pereira Martins, diretora-executiva da Funap-DF. Premiação Serão premiados os três primeiros colocados de cada modalidade. Os vencedores receberão certificado e premiação em dinheiro: → 1º lugar: R$ 2 mil; → 2º lugar: R$ 1,5 mil; → 3º lugar: R$ 1 mil. Os valores serão depositados nas contas-salário abertas pela Funap-DF em nome dos reeducandos vencedores, conforme os procedimentos administrativos e financeiros aplicáveis. O resultado será divulgado no site oficial da Funap-DF em data a ser definida pela comissão julgadora. Os certificados serão entregues pessoalmente aos vencedores, em data e local que serão posteriormente divulgados. Serviço → 3º Concurso Cultural de Redação e Desenho – Funap-DF 2026; → Tema: Educação e trabalho: portas para o recomeço; → Modalidades: redação e desenho; → Inscrições: 8 a 30 de setembro de 2026; → Inscrição: gratuita, via formulário disponibilizado por QR Code, link ou presencialmente; → Local para inscrição presencial: SIA, Trecho 2, Lotes 1835/1845, térreo, recepção; → Entrega dos trabalhos: 20 de setembro a 20 de outubro de 2026, até as 16h; → Local para entrega: SIA, Trecho 2, Lotes 1835/1845, 1º andar, sala da Direx → Público: sentenciados que estejam trabalhando externamente por meio de contratos intermediados pela Funap-DF. *Com informações da Funap-DF
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GDF na Sua Porta: com R$ 861 mil investidos, Riacho Fundo recebe melhorias em 27 PECs
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. No Riacho Fundo, por meio de ordens de serviço do programa GDF na Sua Porta, 25 pontos de encontro comunitários (PECs) receberam manutenção e tiveram aparelhos recuperados, e outros dois foram construídos, totalizando R$ 861 mil em benfeitorias para a região administrativa. De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), até o dia 4 de setembro, R$ 587,9 mil já tinham sido aplicados nas melhorias. O programa GDF na Sua Porta tem o objetivo de levar prestação de serviços, obras e ações de zeladoria para perto da população a partir da disponibilização de escritórios móveis. Além de um lugar para a prática de exercícios físicos, os PECs podem ser ponto de sociabilização | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para o coordenador de Licenciamento, Obras e Manutenção da Administração Regional do Riacho Fundo, Isaías Carvalho da Silva, espaços como os PECs, além de promover saúde e práticas esportivas, são uma importante ferramenta de socialização para a comunidade. “[É importante] Ter um espaço onde a pessoa possa se sentar, nem que seja por alguns minutos, bater um papo, se desenvolver fisicamente, tratar de uma doença. Aqui, nós temos muitas pessoas idosas que já passaram por algum tipo de doença e que precisam fazer um exercício. Talvez não tenham condição de pagar uma academia particular, então elas vão encontrar esse espaço”, comentou. O aposentado Dimas Bezerra Leite e os filhos são frequentadores assíduos dos pontos de encontro comunitários O aposentado Dimas Bezerra Leite, de 60 anos, celebra o atendimento da antiga demanda da população. Morador há 32 anos do Riacho Fundo, ele diz que não consegue arcar financeiramente com academias particulares e que usa os equipamentos para cuidar da própria saúde. “Sou usuário dos PECs. Eu, meus filhos, muitos amigos usam os aparelhos. Foi uma coisa muito boa que veio aqui para nós. Muitos não têm condições de pagar por academia, então foi uma maravilha. Eu e toda comunidade aplaudimos”, contou. O representante da administração faz um apelo à comunidade para que ajudem na manutenção e zeladoria dos equipamentos públicos: alguns dos PECs foram alvos de atos de vandalismo, resultando na necessidade do reinvestimento de R$ 229 mil para recuperação dos aparelhos. "Sabemos que o governo tem a obrigação de colocar segurança pública, sim, mas a população também pode ajudar a cuidar"' Isaías Carvalho da Silva, coordenador de Licenciamento, Obras e Manutenção da Administração Regional do Riacho Fundo “Foram sete anos sem investimento [em benfeitorias como os PECs]. Precisamos desse tempo todo para conseguir. A gente instala, reforma, deixa tudo prontinho e, em questão de semanas, já está detonado. Sabemos que o governo tem a obrigação de colocar segurança pública, sim, mas a população também pode ajudar a cuidar”, concluiu.
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