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Anunciada a duplicação do trecho da BR-080 no Distrito Federal

O governador Ibaneis Rocha anunciou a duplicação da BR-080 em reunião com o ministro dos Transportes, Renan Filho, nesta terça-feira (25). A obra contempla trecho de 24 quilômetros, entre o entroncamento com a DF-001, em Taguatinga, e a divisa do DF com Goiás, próximo ao Povoado da Vendinha. A empresa responsável pela intervenção já foi contratada e o projeto já está pronto, restando apenas a aprovação do licenciamento ambiental. A medida beneficiará 80 mil motoristas diariamente. O alargamento da via faz parte do Plano de Governo 2023-2026 e foi incluída no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo governo federal em agosto deste ano. “Foi o único pedido que eu fiz para o presidente, a inclusão (da duplicação da BR-080) no PAC. E, graças a Deus, fomos atendidos pelo presidente Lula. E nós vamos agora iniciar essa obra”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. A a duplicação da BR-080 beneficiará 80 mil motoristas diariamente | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Nós estamos com quase tudo pronto, só aguardando o licenciamento ambiental, que sairá nos próximos dias para, este mês de novembro, darmos a ordem de serviço, o que vai ser muito importante para Brazlândia e para o desenvolvimento de todo o Distrito Federal”, salientou o ministro dos Transportes. “É uma parceria do Governo do Distrito Federal, o GDF, com o governo federal, por determinação do presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva), nós vamos trabalhar para fazer essa obra”. A BR-080 é a única saída do DF que ainda não é duplicada e já registrou diversos acidentes de trânsito. Por isso, a importância da obra como forma de garantir mais segurança para os motoristas e melhorar a ligação da área leste do DF com Goiás e demais estados da região, como Tocantins e Mato Grosso. Além disso, contribui com o desenvolvimento da região onde a agricultura tem grande relevância para a capital. Em 2022, o GDF executou 8,2 km de alargamento da BR-080, no trecho da DF-001 na saída da Estrutural e que dá acesso ao 26 de Setembro. Também participaram da reunião, realizada no Ministério dos Transportes, o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o deputado federal Rafael Prudente e o deputado distrital Iolando Almeida.

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DF terá 20 locais de vacinação neste sábado (21)

Sábado (21) é dia de vacinação no Distrito Federal. Haverá pontos de atendimento no Plano Piloto, Guará, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Estrutural, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Gama, Santa Maria, Itapoã, Sobradinho e Sobradinho II. A lista completa dos endereços e horários de atendimento está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Haverá pontos de atendimento no Plano Piloto, Guará, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Estrutural, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Gama, Santa Maria, Itapoã, Sobradinho e Sobradinho II | Foto: Tony Winston/ Agência Saúde-DF Além dos imunizantes contra gripe e covid-19, os locais também irão atualizar a caderneta de vacinação, com doses previstas conforme cada faixa etária. Recomenda-se levar documento de identificação e, se possível, os registros das vacinas já recebidas. Será possível ainda tomar mais de um imunizante no mesmo dia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em Brazlândia, uma equipe da SES-DF irá realizar mais uma edição do Carro da Vacina. O veículo vai percorrer ruas das quadras 1, 2 e 4 do Setor Sul, das 8h às 17h. A bordo estarão todos os imunizantes previstos no calendário de vacinação, com exceção da BCG. Não haverá imunização no domingo (22). Na segunda-feira (23), a rede de unidades básicas de saúde (UBSs) reabre com mais de 100 salas de vacinação disponíveis. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Programa promove alimentação saudável para servidores

Visando melhorar a qualidade de vida do servidor, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) instituiu o Programa de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável no Ambiente de Trabalho. De acordo com a iniciativa, coffee breaks, coquetéis, almoços e lanches de eventos promovidos pela secretaria deverão ofertar alimentos e refeições saudáveis, in natura, minimamente processados. O programa foi criado pela portaria nº 400/2023, que entra em vigor em 60 dias. A preferência será por frutas, castanhas, nozes, sementes e oleaginosas, leite e iogurte natural, sanduíches naturais sem molhos ultraprocessados, pães sem recheio, bolos preparados com frutas, tubérculos, cereais e/ou legumes, usando quantidades reduzidas de açúcar e gorduras, e ainda tapiocas, cuscuz, omeletes, entre outros itens. Os projetos e as atividades decorrentes do programa terão caráter permanente. Segundo texto da portaria, “as ações têm o objetivo de contribuir para a promoção da saúde dos servidores e demais trabalhadores, bem como dos indivíduos participantes de eventos e atividades promovidos pelo órgão ou entidade, contribuindo para a redução dos agravos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis [DCNTs] e dos seus fatores de risco modificáveis, especialmente sobrepeso, obesidade e alimentação inadequada”. [Olho texto=”“A portaria permitirá que os servidores reflitam sobre a composição dos lanches ofertados nos eventos e planejem opções mais saudáveis”” assinatura=”Carolina Gama, gerente de Nutrição da SES” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A portaria permitirá que os servidores reflitam sobre a composição dos lanches ofertados nos eventos e planejem opções mais saudáveis. Quando os eventos ocorrerem em serviços de saúde com envolvimento da população, poderão causar impacto na alimentação de toda a comunidade, contribuindo para a promoção da saúde”, avalia a gerente de Nutrição da SES, Carolina Gama. Escolhas saudáveis Coordenador do Comitê Central de Promoção à Saúde da SES, Douglas dos Santos Moreira destaca que a pasta definirá estratégias para a prevenção e o controle do sobrepeso e da obesidade dos trabalhadores, além de incentivar a criação de refeitórios equipados para armazenar alimentos trazidos pelos servidores da pasta.? “A portaria não restringe o consumo individual de alimentos pelos servidores em suas refeições ou em celebrações privadas, mas visa trazer um componente de educação para que as escolhas sejam mais adequadas e saudáveis, não apenas uma norma, mas uma escolha com um processo educativo”, explica. [Olho texto=”Os itens comercializados dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas também deverão se adequar à mudança” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] As doações recebidas e oferecidas pelo órgão também seguirão o critério de alimentação saudável. “A Secretaria de Saúde, como instituição, deve promover a alimentação saudável em seus espaços. Teremos ações de educação, promoção de espaços para que as pessoas possam se alimentar adequadamente”, acrescenta Moreira. A SES se espelhou em uma portaria do Ministério da Saúde, que já adotou a medida. Os itens comercializados dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas também deverão se adequar à mudança, que proíbe a comercialização de balas, pirulitos, chicletes, biscoitos recheados e doces industrializados em geral, bem como de refrigerantes. Estratégias previstas no programa: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] ? Acompanhamento da situação de saúde dos trabalhadores, com ênfase na abordagem alimentar e nutricional de forma integrada às demais ações de promoção e proteção à saúde; ? Definição de estratégias para prevenção e controle do sobrepeso e obesidade dos trabalhadores, com realização de atividades que estimulem o seu autocuidado; ? Fornecimento de alimentos e refeições saudáveis em todos os eventos (coffee breaks, coquetéis, almoços, brunchs etc.) realizados pela SES e pelas entidades vinculadas, dentro de suas dependências e em eventos externos; ? Proibição de venda direta, promoção, recebimento por doação, publicidade ou propaganda de alimentos ultraprocessados com quantidades excessivas de açúcar, gordura e sódio prontos para o consumo, dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas e em eventos externos sob coordenação delas; ? Realização de ações de educação alimentar e nutricional, de forma integrada, de modo a orientar as escolhas alimentares saudáveis; ? Incentivo à criação e manutenção de refeitórios equipados com mesas e cadeiras em número suficiente, bem como locais e equipamentos necessários para guarda temporária e preparo complementar de alimentos trazidos pelos servidores e trabalhadores, respeitada a disponibilidade física e orçamentária; ? Incentivo à criação de salas de apoio à amamentação, a fim de promover ambiente acolhedor e adequado à coleta e armazenamento do leite humano; ? Incentivo à realização de eventos que promovam a alimentação adequada e saudável, como feiras, exposições, seminários, entre outros que envolvam os servidores, funcionários, prestadores de serviço e a população usuária dos serviços de saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Rede pública oferece acolhimento e tratamento para câncer de mama

O câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres no Brasil atualmente. Entre janeiro e setembro de 2023 foram registrados 430 novos casos da doença na rede pública do Distrito Federal. No mesmo período, o sistema público da capital federal realizou 10.556 mamografias bilaterais para rastreamento e 1.411 mamografias comuns. Como forma de tratamento foram feitas 2.572 quimioterapias, 149 radioterapias e 131 mastectomias. A Unidade Básica de Saúde (UBS), que integra a atenção primária, é a porta de entrada para o diagnóstico da doença. É o popularmente chamado “postinho” que as pacientes devem procurar em casos dos primeiros indícios durante o autoexame, como o aparecimento de nódulos, alterações na pele da mama, secreções mamárias, dores nos seios ou assimetria mamária, e também para fazer o rastreamento recomendado a partir dos 50 anos ou em casos com histórico ou mutação genética na família. “A UBS é a porta de entrada preferencial. Ela tem toda essa estrutura para fazer a abordagem inicial e acompanhar ao longo do tempo essa paciente. Somos nós que pedimos os exames de rotina e, no caso da mulher com sintomas, encaminhamos para os demais exames. Com o resultado clínico, fazemos o encaminhamento por meio do sistema levando em consideração as prioridades das pacientes”, revela o médico da família da UBS 19 de São Sebastião, Rafael Alves Pinheiro. Além do primeiro acolhimento, cabe à UBS acompanhar a paciente ao longo e após o tratamento, coordenando o cuidado, solicitando exames, retirando pontos e direcionando para ações de práticas integrativas e grupos de apoio. “A UBS tem equipes multidisciplinares com psicólogo e nutricionista que também apoiam nessa parte”, completa. O médico Rafael Alves Pinheiro ressalta que a UBS “tem toda essa estrutura para fazer a abordagem inicial e acompanhar a paciente” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília A auxiliar de serviços gerais Valdice de Souza Roma, 59 anos, recebeu o diagnóstico de câncer de mama neste ano dentro da Unidade Básica de Saúde (UBS) 19 de São Sebastião. Com alguns sinais há algum tempo e aversão a atendimento médico, ela resolveu por conta própria fazer uma mamografia e uma tomografia após 10 anos sem realizar o exame de rastreamento. Com os resultados em mãos foi até a UBS que fica na rua em que ela mora para se consultar com o médico de família, que, prontamente, fez o encaminhamento da paciente para o Hospital da Asa Norte (Hran). Em menos de 15 dias, ela fez a biópsia e entrou para a fila de espera na lista vermelha. A cirurgia de retirada do tumor foi feita em meados de setembro. Tudo num processo bastante agilizado. “Cheguei aqui e o médico me consultou. Quando ele viu que eu já estava com câncer, me colocou na lista vermelha e eu já fui para os procedimentos”, conta. Em menos de 15 dias, a auxiliar de serviços gerais Valdice Roma fez a biópsia e entrou para a fila de espera na lista vermelha Valdice lembra que em pouco tempo recebeu a informação de que faria o procedimento. “Quando eu recebi a ligação, ainda falei que não podia porque estava trabalhando. Saí do serviço às 9h, peguei meus exames, cheguei lá às 12h e operei. Hoje, vejo que se eu não tivesse procurado, feito os exames e o médico me colocado na lista vermelha, eu poderia ter precisado de arrancar a mama completamente. Agradeço a Deus e aos médicos todos os dias”, diz se referindo à mastectomia, que retira toda a mama. Ela passou pelo procedimento que retira apenas parte do seio. Apesar da rapidez no processo na rede pública, Valdeci faz um alerta às mulheres em relação à prevenção. “Eu tinha feito a última mamografia em 2013. Talvez se eu tivesse feito antes, não estaria sem um pedaço do meu corpo. Aconselho a todas as mulheres que se cuidem. Sentiu uma dorzinha, surgiu um carocinho, vai ao médico. Não esqueçam de fazer a mamografia”, deu o recado. Artes: Agência Brasília Atenção especializada Assim como aconteceu com Valdice, o caminho trilhado pelas pacientes em idade de rastreamento e com suspeita de câncer de mama se inicia na UBS e, via regulação, segue para os exames nos hospitais e clínicas especializadas, bem como o tratamento, quando necessário. Em idade recomendada para o exame preventivo, a professora Iara de Lima e Silva, 61 anos, foi encaminhada pela UBS próxima a casa dela no Guará para fazer a mamografia periódica no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). A professora Iara de Lima e Silva apostou na prevenção ao procurar a UBS mesmo sem apresentar sintomas da doença “Eu vim através da regulação encaminhada pela UBS onde eu sou assistida. Acho que é um serviço primordial e que realmente funciona. Foi muito rápido, desde o momento em que eu estive na unidade até o dia de fazer o exame”, comenta. “Estou aqui realmente para me prevenir de uma doença tão cruel que acomete milhares de mulheres no nosso país e no mundo”, acrescenta. No caso da professora, durante o exame, nenhum indício de câncer foi identificado. Mas em uma situação contrária, ela seria encaminhada para a consulta com mastologista e depois com oncologista nos hospitais especializados da rede. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “A paciente [que tem um carcinoma identificado] logo que ela faz a mamografia vai levar ao mastologista que, geralmente, pede a biópsia. Com a confirmação, essa paciente tem que ser prontamente encaminhada para iniciar o tratamento”, explica a oncologista clínica do Hospital de Base, Mirian Cristina da Silva. O tratamento pode ser cirúrgico – com a retirada de parte ou total da mama – e, a depender do estágio do tumor e de algumas características, imuno-histoquímicas com quimioterapia e radioterapia. “As taxas de cura do câncer de mama são muito altas. Não é uma sentença de morte. Se a gente descobre no início, a gente cura essa paciente”, afirma a médica. A oncologista reforça a importância da prevenção: “A partir do momento que a mulher conhece o seu corpo, ela vai notar alguma coisa diferente e a partir disso vai procurar o clínico na sua UBS”.

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Câncer de mama raro em homens tem tratamento na rede pública do DF

A chegada do Outubro Rosa desperta o alerta em relação ao câncer de mama. Mas o cuidado não é exclusivo das mulheres. A doença também acomete homens. A incidência é rara na população masculina – corresponde a apenas 1% do total de casos da doença, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). No entanto, o que se observa é que os homens descobrem a doença em estágio mais avançado. A manifestação do câncer de mama nos homens é bastante similar à das mulheres, com o surgimento de nódulos palpáveis na mama ou na axila. Também são sintomas dor, alteração na pele, aumento unilateral do volume mamário e secreção sanguinolenta. [Olho texto=”“A única diferença entre homens e mulheres é porque, como há pouco tecido mamário nos homens, o tumor se infiltra mais profundamente, o que pode dificultar o diagnóstico”” assinatura=”Farid Buitrago, referência técnica distrital de mastologia da SES-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] Neste ano, a rede pública de saúde já diagnosticou quatro homens com a doença. No ano passado foram registrados três casos, enquanto em 2021 foram 12 homens com o diagnóstico de câncer de mama. “A única diferença entre homens e mulheres é porque como há pouco tecido mamário, nos homens, o tumor se infiltra mais profundamente, o que pode dificultar o diagnóstico. A falta de costume e de conhecimento dos homens é outro fator. O que vemos é que o câncer acaba sendo descoberto em estágios mais avançados”, destaca o referência técnica distrital (RTD) de mastologia da Secretaria de Saúde (SES-DF), Farid Buitrago. Diagnóstico e tratamento Neste ano, a rede pública de saúde diagnosticou quatro homens com câncer de mama. Em 2022 foram três casos, e em 2021, 12 | Foto: Divulgação A identificação da doença costuma ser feita a partir do autoexame da mama. Bastante conhecido pelas mulheres, o toque consiste na avaliação própria da região mamária em busca de caroços, secreções ou alterações na forma do mamilo. A análise é feita com um braço apoiado atrás da nuca. A mão livre é usada para apalpar a mama e a axila do lado do braço elevado. O toque deve ser feito nas duas mamas. É preciso observar se há nódulos na mama ou próximos ao mamilo ou à axila. Também se há liberação de líquidos pelos mamilos ou feridas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A rede pública do Distrito Federal está preparada para atender a casos raros de câncer de mama envolvendo homens. Ao notar qualquer nódulo ou alteração, o homem deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. No local, ele será encaminhado via regulação para a consulta de especialidade com o mastologista da rede pública. O diagnóstico é feito por mamografia e, se necessário, por biópsia para identificação do tipo do tumor. A depender do estágio do tumor, o tratamento envolve quimioterapia e radioterapia ou procedimento cirúrgico radical com a retirada completa da mama. Quanto mais cedo detectado, maiores são as chances de cura. “É importante reforçar que não é uma doença exclusiva das mulheres, qualquer homem pode ser acometido e costuma ser mais frequente em homens acima de 50 anos. Por isso, é preciso que eles estejam atentos ao autoexame, já que não há uma exigência de um exame de rastreamento para os homens, como as mulheres que fazem mamografia de rotina mesmo que não sintam nada”, reforça o médico.

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