Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Contratações Diretas

Ler mais...

Veja os canais de comunicação e interação

Ler mais...

Consulta Pública para subsidiar a criação do Monumento Natural da Pedra Fundamental

Ler mais...

Consulta Pública: Definição de Poligonal e Recategorização do Parque Ecológico Ponte Alta do Gama para Parque Distrital

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base completa 62 anos como referência em atendimento ao público

Brasília, 16 de setembro de 2022 – Maior unidade de atendimento à saúde pública do Distrito Federal, o Hospital de Base (HBDF) completou 62 anos de existência na última segunda-feira (12). Com 54 mil m² de área construída, é referência na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de alta complexidade, em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia. [Olho texto=”Até julho deste ano, o número total de procedimentos de média e alta complexidade no Hospital de Base supera a marca de 530 mil. Foram 134.418 exames, 277.136 consultas, 107.415 atendimentos na emergência, 9.260 internações, 2.637 cirurgias e 45 transplantes de córnea e rim” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] São 634 leitos, divididos nos setores pronto-socorro, internação, unidade de terapia intensiva (UTI), assistência multidisciplinar, serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, psiquiatria e ambulatório. Com administração do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF), o atendimento é prestado por uma equipe de quatro mil colaboradores e uma rede de voluntários. “É o maior hospital do Centro-Oeste, um dos maiores do Brasil. Aqui, temos especialidades que são muito caras e raras dentro da saúde nacional. Por isso que, além dos pacientes do Centro-Oeste, atendemos muitas pessoas do Norte e Nordeste do país”, explica o diretor de Atenção à Saúde do Iges-DF, Nestor Francisco Miranda Júnior. O Hospital de Base é referência na rede do SUS para atendimento de alta complexidade, em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília Em 2021, foram feitos 1,2 milhão de procedimentos de média e alta complexidade, sendo 731.606 exames de imagem e laboratoriais, 246 mil consultas, 88.668 atendimentos de urgência, 19 mil internações, 8.453 cirurgias e 111 transplantes de córnea e rim. Até julho deste ano, conforme informações do portal InfoSaúde, o número total de intervenções supera a marca de 530 mil. Foram 134.418 exames, 277.136 consultas, 107.415 atendimentos na emergência, 9.260 internações, 2.637 cirurgias e 45 transplantes de córnea e rim. Planejamento de contingência Além da atuação diária, neste ano, o HBDF foi preparado para receber grandes contingentes de pacientes no feriado da Independência, 7 de setembro, com o Plano de Ação para Atendimento a Eventos de Massa e Acidentes de Múltiplas Vítimas, desenhado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Foram definidas normas de organização de equipes de profissionais, soluções logísticas, procedimentos e fluxos de atendimento especiais, entre outros pontos, com o objetivo de manter a eficiência do trabalho executado pela unidade. “Estávamos preparados para atender caso houvesse um desastre com múltiplas vítimas, sem prejudicar a missão do Hospital de Base, que é alta complexidade na área clínica”, afirma a gerente da Emergência do HBDF, Marenice Cabral Moraes. Mais de 600 colaboradores foram mobilizados para a execução do planejamento de contingência. A ação deve ser replicada em outras datas, como, por exemplo, na votação eleitoral para primeiro e segundo turnos, nos dias 2 e 30 de outubro, respectivamente. “Conseguimos organizar o hospital para que ele pudesse, com tranquilidade, atender a qualquer tipo de acidente que ocorresse no Distrito Federal e Centro-Oeste, sem prejudicar outros atendimentos e sem piorar a situação”, completa o diretor do Iges-DF. Carinho que vem de berço Projetada pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, a unidade foi inaugurada em 12 de setembro de 1960, data de aniversário do então presidente Juscelino Kubitschek e cinco meses após a fundação de Brasília. Em tantos anos de existência, o Hospital de Base garantiu a saúde de milhões de pessoas e conquistou o coração de milhares de médicos e enfermeiros. Marenice Cabral diz: “Sou emergencista de coração. Só saio no dia que me mandarem embora. É o maior hospital de referência do país” Uma dessas pessoas é a gerente da Emergência, Marenice Cabral Moraes, que nutre um sentimento que ultrapassa os limites profissionais. Nascida em uma sala de cirurgia do HBDF, ela cresceu pelos corredores da unidade e se apaixonou pela medicina logo cedo. Os pais dela, o neurocirurgião Ailton e a patologista Waldete, foram residentes no hospital em 1962 e trabalharam lá até a aposentadoria compulsória, em 2018. “Foi a continuidade de um sonho. Eles foram médicos desde o começo aqui no Base, foram residentes e trabalharam a vida inteira aqui”, relata Marenice, que pretende seguir o mesmo caminho. Hoje, ela soma mais de 30 anos de carreira, sendo mais de duas décadas no HBDF. “Sou emergencista de coração. Só saio no dia que me mandarem embora. É o maior hospital de referência do país”, frisa.

Ler mais...

Thumbnail

Sábado terá vacinação para toda a família e também para cães e gatos

Brasília, 2 de setembro de 2022 – Temperaturas de até 30º C, sem previsão de chuva e com possibilidade de passeios por todo o Distrito Federal. O sábado (3) promete várias programações para famílias brasilienses, e com uma vantagem: em todos os cantos do “quadradinho”, vai ser possível fazer uma parada rápida para garantir a proteção de todos, dos avós aos bebês. Das 9h às 17h, sete unidades de saúde vão estar abertas para vacinação. Unidades de saúde vão oferecer imunizantes para proteção contra covid-19, influenza e febre amarela, por exemplo | Foto: Tony Winston/Agência Saúde E não é só covid. Para quem for utilizar o metrô, por exemplo, uma dica é descer na estação Ceilândia. A menos de 400 metros dali, uma Unidade Básica de Saúde (UBS) estará com suas equipes prontas para aplicar todos os imunizantes do calendário básico de vacinação. Tem febre amarela, tétano, pólio, HPV, hepatite, varicela… e, claro, covid-19, tanto para crianças quanto para adolescentes, adultos e idosos. E todo mundo, a partir dos seis meses, também pode aproveitar para receber uma das doses remanescentes da campanha de vacinação contra a influenza. [Olho texto=”Uma das novidades de 2022 é que agora é possível receber mais de um imunizante no mesmo dia. Por exemplo: se uma pessoa estiver com a dose de reforço contra a covid atrasada, pode aproveitar e se imunizar também contra a influenza” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Haverá ainda locais de vacinação na Asa Sul, Gama, Taguatinga, Recanto das Emas, Itapoã e no Núcleo Rural Vale do Palha, ali no Lago Norte. Todos vão estar abertos das 9h às 17h. Para se vacinar, basta levar documento de identidade e CPF. Quem não tiver cartão de vacina ou tiver perdido o seu tem também a chance de receber outro, na hora. Uma das novidades de 2022 é que agora é possível receber mais de um imunizante no mesmo dia. Por exemplo: se uma pessoa estiver com a dose de reforço contra a covid atrasada, pode aproveitar e se imunizar também contra a influenza. Se tiver mais vacinas em atraso, mais imunidade num dia só – tudo dependendo da análise da equipe de saúde. Além disso, oito veículos da Secretaria de Saúde estão prontos para neste sábado serem conhecidos por um mesmo nome: Carro da Vacina. Com imunizantes contra covid, pólio e influenza a bordo, eles devem percorrer núcleos rurais e áreas de periferia em uma busca ativa pela população. Todos os detalhes sobre os pontos de vacinação estão disponíveis neste link. Cães e gatos Campanha antirrábica de 2022 já imunizou mais de 209 mil cães e gatos no DF | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Famílias com “filhos de quatro patas” também podem fazer uma programação especial no sábado para cuidar da saúde. Opção é que não falta: vão ser 41 pontos com imunizantes para cães e gatos, em Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Noroeste, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Taguatinga e Vila Telebrasília. A campanha antirrábica de 2022 avança para se tornar recordista na história do DF. Iniciada em 6 de julho, há 69 dias, já imunizou mais de 209 mil cães e gatos. Em 2012, foram 222 mil. Só que neste ano a campanha vai até 6 de outubro, sempre com reforço no número de locais de vacinação aos sábados. Confira aqui a lista completa dos locais de vacinação antirrábica. *Com informações da Secretaria de Saúde.

Ler mais...

Thumbnail

Monkeypox: mitos e verdades no enfrentamento ao vírus da varíola

Brasília, 15 de agosto de 2022 – A monkeypox é uma infecção sexualmente transmissível (IST)? Errado. O vírus que fez com o que o Ministério da Saúde determinasse nível máximo de alerta emergencial é transmitido pela saliva, pelo contato com as feridas causadas pela doença ou pelo compartilhamento de objetos, como roupas de cama ou toalhas. A monkeypox tem como grupo de risco homens adultos? Errado. Tanto no Brasil quanto em outros países do mundo, há registros também de mulheres e crianças com a varíola e não há grupos populacionais mais ou menos propensos a se contaminar pelo vírus. Material coletado de pessoas suspeitas de infecção é encaminhado para análise no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), em Brasília | Foto: Tony Oliveira / Agência Brasília Mitos e verdades sobre a doença têm confundido a população quanto às formas de contágio, tratamento e prevenções. Com o objetivo de concentrar esforços no enfrentamento ao vírus que, em 12 de agosto, já chegava a 106 casos em Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, criou o Comitê Operacional de Emergência Monkeypox. O grupo tem estabelecido um plano de ação com atendimento em todos os níveis de atenção, desde a primária, nas unidades básicas de saúde (UBSs) e até nas unidades de pronto atendimento (UPAs), ou em casos de internação, nos três hospitais referências para esse tipo de tratamento: Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e Hospital de Base. Pessoas com suspeita de infecção devem procurar atendimento com as lesões cobertas, se for o caso, e usando máscara. Elas são encaminhadas para exame e o material de coleta, enviado para análise no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), aqui mesmo em Brasília. O GDF comprou insumos e sondas para que as análises não precisassem mais ir para o Rio de Janeiro. O tempo médio para o resultado é de até 48 horas após a entrada do material para análise. “Isso facilita o manejo clínico, dá mais agilidade no diagnóstico e no controle da doença”, explica o diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Fabiano Martins. De acordo com ele, não há chance de falso positivo. “Se o resultado deu positivo, não tem possibilidade de estar errado.” Arte: Agência Brasília Nada a ver com macacos A Fiocruz recomenda o uso do termo monkeypox para diminuir o estigma que pode causar e a associação com o contágio por contato com macacos. Primatologistas se referem à doença como nova varíola, para deixar claro que nada tem a ver com animais. Embora a contaminação seja pelo contato físico, por meio de objetos contaminados ou por meio de gotículas da saliva, a monkeypox tem um curso de evolução clínica considerado benigno. Isso significa que o potencial de transmissão e, consequentemente, de letalidade, é menor do que o da covid-19. [Olho texto=”“Os sintomas variam em cada organismo”” assinatura=”Fábio Martins, médico infectologista” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Gestantes, menores de 8 anos de idade e imunocomprometidos – transplantados, soropositivos e portadores de doenças autoimunes como lúpus – devem ter cuidado com a contaminação. Fazer autoanálise do corpo para ver se existe alguma lesão é um dos cuidados importantes para o diagnóstico precoce da doença. Febre, dor de cabeça, fraqueza generalizada e o surgimento de lesões pelo corpo a partir do quarto ou quinto dia de contágio e ínguas no pescoço são alguns dos sintomas. O tratamento é sintomático, variando de acordo com o que cada paciente estiver sentindo, e o número de lesões pode ir de apenas uma a 300, começando pela face. “Os sintomas variam em cada organismo”, garante o médico infectologista Fábio Martins. De acordo com a literatura médica, o período de isolamento para que o paciente não infecte ninguém é de no mínimo 16 dias e no máximo 24, segundo cada tratamento.

Ler mais...

Pregão Eletrônico n.º 21/2022

Ler mais...

Thumbnail

Olha o Zé Gotinha chegando, criançada!

Brasília, 7 de agosto de 2022 – A partir desta segunda-feira (8) tem início no Distrito Federal a campanha nacional de vacinação contra a poliomielite para crianças de 1 ano a 5 anos incompletos. Simultaneamente, ocorre a multivacinação para atualização do calendário vacinal de crianças e adolescentes até 15 anos. A iniciativa segue até 9 de setembro nas unidades básicas de saúde (UBSs) e tem o 20 de agosto (sábado) como o Dia D de mobilização nacional. As campanhas têm como objetivo aumentar a cobertura vacinal da faixa etária que está em processo de queda nos últimos anos. No caso da poliomielite, doença infectocontagiosa aguda causada por vírus que pode provocar paralisias irreversíveis, desde 2017, o DF não atingiu a meta de imunizar 95% da população vacinável. O público-alvo para a vacinação contra poliomielite é estimado em 199,6 mil crianças. Já no caso da multivacinação, que engloba crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade, não vacinados ou com esquemas vacinais incompletos, está em torno de 395,9 mil pessoas. O público-alvo para a vacinação contra poliomielite é estimado em 199,6 mil crianças | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Saúde Segundo relatório da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) de 2022, o Brasil é um dos países que apresenta maior risco de reintrodução da doença, que tem como única forma de prevenção a vacina. “Nossa meta de vacinação vem caindo a cada ano. Essa última cobertura, que relatamos 72,7% em 2021, teve um maior reflexo da pandemia”, destaca a enfermeira da área técnica de imunização da Secretaria de Saúde, Ligiane Seles. “Por isso, essa estratégia de vacinação tem que ser enfatizada para buscar uma melhor cobertura e não deixar perder oportunidades vacinais”, completa. A vacina contra a paralisia infantil é administrada em dois formatos. A vacina inativada poliomielite (VIP) é um imunizante trivalente injetável em três doses, aplicadas em bebês de 2 meses (1ª dose), 4 meses (2ª dose) e 6 meses (3ª dose). Conhecida popularmente como “gotinha”, a vacina oral poliomielite (VOP) é considerada um reforço do esquema primário em duas doses para crianças a partir de 15 meses (1ª dose) e a partir de 4 anos (2ª dose). Atualização vacinal A multivacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos busca atualizar as cadernetas vacinais conforme o calendário previsto no Programa Nacional de Imunizações (PNI) para minimizar a ocorrência das doenças imunopreveníveis. “Todas as crianças terão a oportunidade de atualização da carteira, com as vacinas que estão dentro do calendário, como febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), pneumocócica e rotavírus”, explica Ligiane. A análise será feita nas UBSs, que poderão utilizar o intervalo entre as vacinas de 30 a 60 dias. Durante a vacinação da covid-19 nos postos de saúde, as equipes também vão observar a caderneta. “É bom lembrar que hoje a gente não precisa de intervalo entre a vacina da covid e as outras vacinas do calendário”, complementa a enfermeira.

Ler mais...

Resultado Final do Processo Seletivo Interno Simplificado para Servidor Efetivo da Carreira Magistério Público do Distrito Federal para Atuar como Formador na EAPE– 2022/2023

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador