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Começa a aplicação da vacina da Pfizer/BioNTech
A Secretaria de Saúde começou a utilizar a vacina da Pfizer/BioNTech na manhã desta segunda-feira (10). O imunizante será aplicado em pontos estratégicos em todas as Regiões de Saúde. A pasta não irá divulgar esses locais e reforça a importância de a população buscar a vacina independentemente da marca. As equipes passaram por um treinamento para lidar com as características da vacina da Pfizer | Breno Esaki/Agência Saúde “Iniciamos o uso da vacina da Pfizer e, mais uma vez, peço para aqueles que estão no grupo de risco contemplado com a vacina que agende o atendimento ou, no caso dos idosos, que procurem um dos 55 pontos e vacinem-se. Não importa qual vacina é oferecida, o importante é se vacinar e garantir a proteção”, recomenda o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, que lembra que a pasta está em campanha de conscientização para que a população não escolha qual vacina receber e aceite a que o ponto de vacinação oferece. Os três imunizantes disponibilizados no Brasil possuem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem aplicados e garantem proteção contra a covid-19. Preparo Diferentemente das vacinas CoronaVac e AstraZeneca, a Pfizer/BioNTech deve ser armazenada a temperatura negativa de -65 graus e, antes de ser aplicada, deve ser diluída e agitada. Todo esse processo é bem específico e cuidadoso para que a vacina seja bem preparada. As equipes de vacinação vêm sendo treinadas desde janeiro para manusear e preparar a vacina. Após aberto, o frasco deve ser utilizado em até 6 horas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A seringa utilizada é mais fina e diferente das utilizadas nas outras vacinas contra a covid-19. O volume aplicado também é menor, 0,3 ml. Para efeito de comparação, nas vacinas CoronaVac e AstraZeneca o volume aplicado é de o,5 ml. *Com informações da Secretaria da Saúde
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As profissionais de saúde que cuidam de filhos e pacientes
Cuidar do amor de alguém, enquanto está longe do seu, é um verdadeiro gesto de empatia. E essa tem sido a escolha diária dos profissionais de saúde na linha de frente do combate à covid-19 durante mais de um ano. Em especial, isso atinge as mães, que se viram para acalentar e salvar vidas cuidando de filhos e pacientes. Luciana trabalha no Hospital Regional de Santa Maria e ficou grávida no início da pandemia. Hoje, já de volta ao trabalho, toma todos os cuidados necessários para não infectar a filha pequena | Foto (tirada em casa): Arquivo / SES-DF No segundo Dias das Mães registrado nesse período comemorado neste domingo (9), essas guerreiras compartilham quais são os desafios e sentimentos enfrentados na maternidade em meio à crise sanitária. A enfermeira Luciana Cardoso, de 43 anos, é uma delas. No início da pandemia, ela estava gestante e teve a oportunidade de ficar em casa de teletrabalho por sete meses. Mas, após a licença maternidade, ela precisou retornar à atividade presencial, em 19 de fevereiro, para atuar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). O retorno foi um desafio, principalmente porque a bebê, Alexia Cardoso, nasceu prematura. “No início foi bem angustiante. Eu chorava bastante com medo de colocar a vida dela em risco. Tinha até medo de respirar perto”, relembra a profissional de saúde, que tem deixado a criança aos cuidados da mãe na maior parte do tempo com medo de infectar a filha. A mãe garante que se mantém em alerta com todos os cuidados com a higienização. “A primeira coisa que faço ao chegar em casa é deixar a roupa na área de serviço e ir direto para o banho. Foi a única forma que encontrei de tranquilizar a minha mente um pouco e conseguir ter contato com a minha filha. Eu sempre penso que é um dia de cada vez”, define. Além da redução do tempo de contato entre mãe e filha imposta pela pandemia, outros fatores que aumentam ainda mais a distância é a carga horária intensa de trabalho de Luciana e os afazeres em casa. “Dói bastante não conseguir me dedicar totalmente a ela, porque a rotina é muito cansativa e pesada. O que compensa é ver que meu trabalho tem resultado e que, juntamente com a equipe, consigo restabelecer vidas em um cenário de pandemia tão difícil”. Transformação Na vida da enfermeira Ivone Dias, 43 anos, a pandemia também causou uma reviravolta quando passou a atuar na UTI Covid-19 do Hospital de Base (HB), em julho de 2020. No início, o medo de contaminar quem ama com uma doença da qual havia poucos conhecimentos mudou completamente a configuração na casa. A enfermeira Ivone trabalha no Hospital de Base, na ala específica da covid-19, e teve que isolar a filha caçula que é asmática na casa da mãe | Foto (tirada antes da pandemia): Arquivo / SES-DF Por ser asmática, a caçula Amanda Dias, de 16 anos, teve que se mudar para a casa da avó paterna, de forma a reduzir as chances de se expor ao vírus. Já o marido de Ivone e o filho mais velho – Alisson Dias, de 27 anos –mantiveram o distanciamento da profissional de saúde, apesar de dividirem a mesma casa. “No começo foi muito difícil me acostumar, porque, querendo ou não, eu poderia ser um vetor de transmissão. Minha mãe e meu esposo chegaram a pedir para eu abandonar a profissão, mas não consegui, porque considero uma obrigação ajudar a quem precisa”, contou a profissional. Ivone ainda teve que deixar de visitar o filho de 23 anos, Wesley Dias, da nora e do neto, de 7 anos, que moram em outra residência. “Foi preciso muita resiliência para aguentar a distância e a saudade da família”, relembra. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O contato inicialmente era virtual. Mas, com o passar do tempo e mais conhecimento sobre a doença, a família voltou a se ver, seguindo todos os protocolos sanitários. “Mesmo assim, todo o cuidado é pouco e, por isso, vamos comemorar o segundo Dia das Mães na pandemia por chamada de vídeo”, decidiu. A pandemia também tem sido um desafio para a gerente da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho, Janaína Vieira Almeida, de 35 anos. A rotina puxada a deixou longe das filhas Lívia Almeida, 3 anos, e Laura Almeida, 5 anos. “O fato de ocupar um cargo de gestão e me expor ao vírus cotidianamente é bem difícil. Durante o dia, elas ficam com minha mãe. Saio cedo e as deixo lá. Depois, busco, mas sem um horário exato”, contou. Para ela, apesar do pouco tempo com as filhas e da necessidade de evitar a proximidade, o período de enfrentamento da covid trouxe muitos aprendizados. “Mostrou-me a importância de acompanhar a alfabetização das crianças e dar todo carinho e amor que posso. Assim como eu sou apaixonada pela minha profissão, sou apaixonada por ser mãe e tento dividir ao máximo a atenção nos dois âmbitos”, declara, ao dizer que mantém uso contínuo de máscara mesmo dentro de casa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Casos de dengue continuam em queda no DF
Nos primeiros quatro meses deste ano, a Secretaria de Saúde registrou 4.570 casos prováveis de dengue na capital federal. O número é 81,6% menor comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 24.808 casos prováveis. O número de óbitos também registrou queda, sendo 19 em 2020, e 2 entre janeiro e abril deste ano. Cenário de queda reflete as ações que a Secretaria de Saúde tem feito em todo o DF e a colaboração da população em ajudar por meio da vigilância contra possíveis criadouros | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (7) no informativo epidemiológico semanal. Eles são referentes ao período de 3 de janeiro a 24 de abril. Planaltina foi a região administrativa que apresentou o maior número de casos prováveis no DF (937), seguida de Ceilândia (479) e Sobradinho (435). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ações contra o Aedes aegypti O cenário de queda nos indicadores reflete as ações intensificadas que a Secretaria de Saúde tem feito em todo o DF e, também, a colaboração da população em ajudar no combate ao Aedes aegypti por meio da vigilância contra possíveis criadouros. Para manter o cenário positivo de diminuição de casos de dengue no Distrito Federal é preciso que os cuidados sejam mantidos dentro e fora de casa, buscando evitar água parada e a proliferação do inseto. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Caracol-gigante-africano (Lissachatina fulica)
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Vigilância Sanitária já interditou 40 estabelecimentos
De janeiro a abril deste ano, a Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) da Secretaria de Saúde vistoriou 779 bares e restaurantes, dos quais 175 foram autuados e 40 interditados. Os estabelecimentos que foram fechados ofereciam risco à saúde tanto dos trabalhadores quanto dos frequentadores. A multa, em caso de autuação, varia de R$ 2 mil a R$ 20 mil. A Vigilância Sanitária orienta a população a evitar ambientes com aglomeração e locais com pouca ventilação, utilizar a máscara de forma correta e usar álcool gel, além de observar se o estabelecimento segue os protocolos de segurança sanitária | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF [Olho texto=”As principais irregularidades encontradas foram aglomeração, circulação de pessoas sem o uso de máscaras e condições precárias de higiene” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A Vigilância Sanitária continua realizando ações fiscais em todo o Distrito Federal para verificar o cumprimento do decreto do governo local. Durante a fiscalização, são verificados os protocolos de segurança e as medidas de prevenção de transmissão da covid-19. O Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou o horário de funcionamento de bares e restaurantes, que passaram a funcionar das 11h às 23h. Segundo a gerente de fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, as ações ocorrem diariamente, principalmente no período noturno. “Dessas, 30% são realizadas para atender as denúncias encaminhadas pela Ouvidoria do GDF”, informa. Segundo a gerente, “as principais irregularidades encontradas foram aglomeração, circulação de pessoas sem o uso de máscaras e condições precárias de higiene”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cuidados A Vigilância Sanitária orienta a população a evitar ambientes com aglomeração e locais com pouca ventilação, além de utilizar sempre a máscara de forma correta, fazer uso de álcool gel para higienizar as mãos e observar se o estabelecimento segue os demais protocolos de segurança sanitária. Caso os cidadãos constatem irregularidades em estabelecimentos podem efetuar denúncias pelo telefone 162 ou pela internet via OUV-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Pregão Eletrônico n.º 08/2021
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Atas de reuniões de 2021 – Comitê Interno de Governança
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Atas de reuniões de 2020 – Comitê Interno de Governança
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