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Economia do DF tem R$ 75 milhões de programas sociais

As consequências da pandemia do novo coronavírus foram sentidas tanto pelo sistema de saúde quanto pela economia do Distrito Federal. Diante da incerteza e da instabilidade do cenário, os benefícios sociais distribuídos pelo governo conseguiram mitigar o impacto provocado nos últimos meses. Até 31 de junho, o GDF já havia repassado R$ 75,5 milhões para mais de 130 mil cartões de quatro programas de assistência social. Esse dinheiro, que beneficiou a população mais carente, circulou principalmente por pequenos e médios comércios e, paralelamente ajudou os micro e pequenos empresários das regiões administrativas (RAs). Dois destes benefícios, o Cartão Prato Cheio e o Renda Emergencial, foram criados durante a pandemia e são vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Social. Os outros dois, o Bolsa Alimentação e o Bolsa Alimentação Creche, usam a base cadastral de programas assistenciais da Secretaria de Educação (SEE): o Cartão Material Escolar e o Cartão Creche, respectivamente. A emissão dos cartões por meio dos quais os beneficiados recebem esses valores foi feita pelo Banco de Brasília (BRB). A forma de uso é variada: os benefícios voltados à alimentação (Prato Cheio, Bolsa Alimentação e Bolsa Alimentação Creche) só podem ser utilizados em estabelecimentos do ramo alimentício, como mercados, supermercados e padarias, e os cartões estão habilitados para uso apenas na função débito.  Já os beneficiários do Renda Emergencial podem realizar tanto saques na rede do BRB e Banco 24 Horas quanto utilizar o cartão na função débito em qualquer estabelecimento comercial. Este mês, o GDF também começa a pagar os benefícios do programa Mobilidade Cidadã, que vai destinar R$ 4,3 milhões a cerca de 1,8 mil donos de ônibus e micro-ônibus ou outros veículos do transporte coletivo escolar e de turismo. A dona de casa Maria de Fátima Ferreira Coelho é uma das beneficiadas com o Cartão Prato Cheio. Diabética, ela integra o grupo de risco da Covid-19 e está em quarentena desde março. Mora em Samambaia Norte com duas filhas e uma neta. E reconhece: os R$ 500 que recebeu até o momento do GDF foram essenciais para o sustento de sua família. “Infelizmente, minhas duas filhas ficaram desempregadas; eu não posso sair de casa, então está ajudando muito. Pudemos comprar leite, biscoito, pão. Melhor ter esse dinheiro na mão do que nenhum voando”, relata. “Os benefícios de transferência de renda acabam sendo um suporte para as famílias em situação de vulnerabilidade social ou de insegurança alimentar, em especial as que possuem crianças e idosos. É um auxílio que evita, principalmente em um período de pandemia como esse, que várias pessoas possam ter a situação de pobreza agravada e até mesmo se envolvam na criminalidade. É uma forma de amenizar as diferenças socioeconômicas”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha. Auxílio providencial Segundo o economista e gestor público José Luiz Pagnussat, o auxílio financeiro que o GDF vem repassando serve como uma injeção venosa na economia local. “O dinheiro é gasto e não guardado. Com isso, se tem mais demanda, mais produção, mais emprego, mais gente comprando. É um efeito multiplicador de grande efeito, o impacto é o melhor possível”, avalia. Além de direcionar esforços para a população mais carente, o GDF, segundo Pagnussat, tem papel fundamental no cenário pós-pandemia na economia local: “Há que se implementar tanto uma sustentação da demanda, gerando renda para as pessoas, quanto também linhas de financiamento a juros baixos para os pequenos empreendedores, reativando o sistema produtivo”.  Pagnussat reconhece que muitos empregos se perderam e que pequenos negócios não conseguiram se sustentar. “E, para isso ser reativado rapidamente, é preciso ajuda do governo com microcrédito e políticas públicas”, pontua. “O GDF já está implementando algumas ações nesse sentido.” Esforço consciente A estratégia do GDF com a implementação dos programas de assistência financeira durante a pandemia do coronavírus possui três eixos principais: o social, o de enfrentamento à Covid-19 e o econômico.  [Olho texto=”O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédios” assinatura=”André Clemente, secretário de Economia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédios. Por isso, as áreas sociais do governo fizeram uma série de ações de transferência de renda, seja para pessoas em vulnerabilidade, seja para pequenos empreendedores”, explica o secretário de Economia, André Clemente. Ciente do impacto dos R$ 75 milhões injetados na economia local (até 31 de junho, fora o que circulou desde o início deste mês), o secretário destaca o desafio de continuar ajudando a população com os repasses e manter a estabilidade do orçamento do Executivo local. “Tem sido feito um grande esforço para economizar recursos a fim de garantir as verbas necessárias e, ao mesmo tempo, manter o equilíbrio das contas públicas e os pagamentos em dia”, ressalta. “O GDF vai continuar atento às necessidades da população e agindo responsavelmente de acordo com as demandas e a capacidade do Estado”. O que vem depois? A condição presente que a economia local vive é desafiadora e demanda muita atenção, mas o GDF também já está olhando para o futuro e analisando os cenários pós-pandemia. “Os prognósticos econômicos para 2020 e 2021 não são animadores. Toda ajuda, seja de ordem financeira ou assistencial, colabora de forma considerável, e o governo não medirá esforços para atenuar ao máximo os impactos da crise”, afirma a secretária de Empreendedorismo, Fabiana di Lúcia. Um dos planos que o GDF pretende colocar em prática para auxiliar a retomada após o fim da crise é o investimento em infraestrutura, principalmente na construção civil. “Vamos gerar emprego e renda para que possamos voltar a crescer, e esse é um setor que pode responder rapidamente à retomada econômica. Por isso, o governador determinou a desburocratização e simplificação na aprovação de projetos”, explica André Clemente. “O desafio é grande, mas com o apoio da população e a clara vontade dos setores organizados em contribuir nesse momento, vamos cuidadosamente voltar à normalidade”. Quem tem direito aos benefícios Cartão Prato Cheio Estão na lista para receber o auxílio famílias que já solicitaram a cesta de alimentos em alguma unidade de assistência social, como as do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) – desde que o requerimento esteja registrado no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e atenda os critérios e perfil de acesso do programa. Têm direito ao benefício famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita –, residentes no Distrito Federal e que declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. Entre as famílias com esse perfil, serão priorizadas aquelas que são monoparentais–  chefiadas por mulheres, com crianças de zero a 6 anos –, bem como as que possuem em sua composiçao pessoas com deficiência e idosas. Renda Emergencial Têm direito ao benefício as famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita – que residem no Distrito Federal e declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. O beneficiário apto para receber o auxílio precisa já ter passado ou estar passando pelo atendimento em alguma unidade socioassistencial do DF, estando, assim, cadastrado no Sids. O beneficiário não pode estar inscrito em nenhum outro programa de transferência de renda, como o Bolsa Família, DF sem Miséria, Bolsa Alfa, BPC ou o Auxílio Emergencial do governo federal. O Renda Emergencial foi instituído como enfrentamento da emergência de saúde pública, de importância internacional, decorrente do coronavírus. Bolsa Alimentação O programa é destinado a famílias beneficiárias do Cartão Material Escolar (CME), elaborado para estudantes devidamente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal cujas famílias façam parte do Programa Bolsa Família. Bolsa Alimentação Creche  O programa é destinado a famílias com de todas as crianças de zero a 5 anos atendidas nas creches e instituições parceiras da rede pública de ensino do Distrito Federal. * Com informações do BRB e das secretarias de Economia, de Desenvolvimento Social e de Educação   

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Sanear Dengue fiscaliza mais de 6 mil imóveis no DF

Equipes observam as recomendações da Secretaria de Saúde acerca do combate ao coronavírus | Foto: Secretaria de Saúde As ações do Sanear Dengue continuam em curso por todo o Distrito Federal. Nesta semana, agentes de Vigilância Ambiental e servidores de outros órgãos – administrações regionais, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e Corpo de Bombeiros (CBMDF), por exemplo – já visitaram São Sebastião, Taguatinga e Núcleo Bandeirante. Juntas, as cidades tiveram 2.196 imóveis vistoriados e 4.918 depósitos inspecionados. Além desses, os profissionais flagraram 656 imóveis fechados. Segundo o último boletim epidemiológico, Taguatinga e São Sebastião se destacam entre as três regiões administrativas, com 3.197 e 2.425 casos prováveis da dengue, respectivamente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em três dias de ação, além dos imóveis vistoriados, também foram recolhidos inservíveis abandonados nas ruas e realizados manejos ambientais, com colocação de armadilhas em locais específicos para que o mosquito não se desenvolva. A equipe visitou os lugares de Taguatinga que mais concentram casos e, em São Sebastião, agentes visitaram os residenciais do Oeste e do Bosque, o bairro São José e o Morro da Santa Cruz. “Estamos atentos e atuantes no combate à dengue, que é uma doença grave e exige cuidados permanentes dos órgãos públicos. E, principalmente, dos moradores, no dia a dia, garantindo que o mosquito não procrie e nem se alastre levando a doença para outras pessoas da comunidade”, reforça o secretário de Saúde, Francisco Araújo, lembrando que o trabalho do Sanear Dengue é contínuo. Segundo as regiões de saúde, para os coeficientes de incidência dos casos prováveis observa-se que o Distrito Federal continua com alta incidência, com apenas uma região administrativa com média incidência – Sudoeste/Octogonal. Apesar do decréscimo de registros, a capital ainda está com número alto de casos em relação ao mesmo período do ano passado. Observa-se, em 2020, um aumento de 21,4% no número de casos prováveis, registrando-se 41.797 casos prováveis neste ano contra 34.432 em 2019. Sem trégua A recomendação da Vigilância Ambiental é única: não permitir que o mosquito nasça e evitar que objetos acumulem água.  Diretora de Vigilância Ambiental, Jahila de Sousa Anselmo destaca que “o trabalho do Sanear Dengue aumenta nossa capacidade de tempo resposta às necessidades de prevenção e combate ao Aedes aegypti”. “Pois buscamos agir localmente, por meio de força-tarefa, nas cidades que necessitam de intervenção urgente”, observa a dirigente. A área conta com a colaboração e o cuidado da população para manter os locais limpos e sem reservatórios que possam servir de criadouro para o mosquito. Trata-se de um trabalho contínuo e perene, que deve perdurar durante todo o ano, pois os ovos dos mosquitos sobrevivem por até 450 dias na seca. Logo nas primeiras chuvas, milhares de lavas eclodem e dão vida ao mosquito. Para saber mais e tirar dúvidas, a população pode acessar o site aedes.saude.df.gov.br. Próximas cidades que receberão o Sanear Dengue: 16/07 – Recanto das Emas 17/07 – Riacho Fundo I 20/07 – Guará I e II   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Boletim de Serviço – Julho de 2020

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Vigilância Sanitária orienta reabertura de bares e restaurantes

Restaurante da 402 Sul montou um kit rodízio, individual, para evitar manuseio compartilhado de itens de rodízio | Foto: Secretaria de Saúde Como parte do plano de abertura gradual dos serviços, bares, restaurantes e demais locais de alimentação com atendimento direto ao cliente serão reabertos a partir desta quarta-feira (15) no Distrito Federal. A Vigilância Sanitária disponibilizou nota técnica a ser observada pelos estabelecimentos que manipulem, comercializem ou forneçam alimentos, com o objetivo de combater a transmissão do novo coronavírus. As orientações são direcionadas para cuidados com local, funcionários, pedidos e clientes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ao todo são 67 orientações, duas delas em destaque – a não recomendação dos sistemas self-service e rodízio. Ambos têm alto potencial para transmissão da Covid-19, a doença causada pelo novo vírus, devido à emissão de aerossóis por pessoas contaminadas e assintomáticas. Há ainda um difícil controle da higienização adequada de mãos pelos clientes. Nesses sistemas também há manipulação de materiais, por diversas pessoas, tanto para servir quanto na hora de troca de pratos e feitura de marmitas. O manuseio de pegadores, colheres e outros utensílios para servir-se também é risco considerável. Para o gerente de alimentos André Godoy, a nota técnica traz a forma segura do chamado “novo normal” – realidade em que um mínimo de interação social se dá enquanto não há vacina ou tratamento eficazes contra a Covid-19. Infelizmente, segundo o profissional, a população terá que lidar com o vírus até que haja uma solução definitiva para a pandemia. “São recomendações extremamente importantes que permitem a volta do comércio de forma gradativa. Estamos trazendo a forma mais segura, na nova vivência, em situações que ajudam na propagação do vírus. Por isso desaconselhamos o autosserviço e está proibido nos mercados. Mesmo com a luva, cria-se uma sensação de segurança. Mas, ao retirá-la, a pessoa pode contaminar-se. O uso do álcool em gel e lavar as mãos é o seguro”, afirma. Estabelecimentos devem seguir as normas estabelecidas pelos órgãos sanitários | Foto: Secretaria de Saúde No interior dos estabelecimentos, empresários devem dispor mesas com distanciamento mínimo de dois metros entre elas. Com isso, deve-se reduzir o número de mesas e fazer restrição de acesso de clientes de modo a manter o distanciamento social, especialmente em ambientes fechados. Cardápios podem ser adaptados para acesso online pelo celular, com uso de QR Code. Já para os pagamentos, os locais deverão dar preferência ao recebimento das contas nas próprias mesas, bem como utilizar tecnologia de aproximação do cartão. Além disso, deverão limitar o número de pessoas por mesa, de forma a manter o distanciamento social de dois metros entre as pessoas, marcando os lugares que não devem ser utilizados nas mesas a fim de proteger funcionários e clientes. Para não haver espera, devem priorizar acesso aos serviços com hora marcada, evitando aglomerações e, se possível, utilizar ao máximo as áreas externas para atendimento aos clientes. Sugere-se ainda que sejam utilizadas tecnologias de “fila por aplicativo”, evitando-se também o uso de buzzers ou pagers. Toten de álcool em gel são uma das principais exigências para bares e restaurantes | Foto: Secretaria de Saúde Clientes têm que utilizar máscaras durante a permanência no restaurante, exceto durante a refeição. As máscaras devem ser retiradas e recolocadas após a higienização das mãos, com toque restrito às cordas e laterais de ajuste. Como o vírus se propaga por meio de contato físico – as gotículas contendo o vírus alcançam mucosas dos olhos, nariz e boca –, recomenda-se falar pouco e evitar tocar olhos, nariz e boca. Não é recomendável usar o telefone celular durante as refeições nos estabelecimentos. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Afastamento Remunerado para Estudos

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Na Hora: Serviços do Detran disponíveis apenas com agendamento online ou por telefone

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Papo Ambiente: Educação Ambiental

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Flores da solidariedade celebram a vida nos hospitais do DF

Um toque de delicadeza e gesto de conforto em tempos de pandemia. Com um ato simples e motivador, a Novacap prestou uma homenagem singela a todos os profissionais da saúde que estão na linha de frente no combate à Covid-19. São cerca de 2.100 vasos ornamentais que serão distribuídos até o fim do mês nos Hospitais Regionais da Asa Norte (Hran), Santa Maria (HRSM) e Ceilândia (HRC). Na manhã dessa quarta-feira (8), a ação de solidariedade foi no Hran. “A entrega das flores tem um significado ainda maior porque vem para alegrar, é um sinal de esperança e renascimento. Ao mesmo tempo que a morte desanima, a vida sempre renasce, junto com o Sol e as flores”, agradece, emocionado, o médico dermatologista, Pedro Zancanaro, 40 anos. “É o que podemos fazer para demonstrar o carinho que temos por todos os funcionários da saúde do DF num momento tão difícil como esse. É nosso reconhecimento, gratidão e solidariedade por todo o trabalho que está sendo feito”, reconhece o presidente da Novacap, Fernando Leite. Mais de cinco mil atendimentos Desde o início da pandemia, o Hran já atendeu mais de 5 mil casos de pessoas contaminados pela Covid-19, onde profissionais da saúde atuam diretamente com os pacientes todos os dias. São profissionais que arriscam a própria saúde e sacrificam o convívio familiar para cuidar de quem está doente, de salvar vidas, mostrando que cuidar, também é um dos gestos de amor mais nobre. “Nos sentimos agraciados nesse momento de crise, a gente fica mexido com tudo que vem acontecendo, perdas, não só de pacientes, mas de colegas também, está todo mundo abalado”, confessa a técnica de enfermagem, Rosilene Martins. “Significa muito para gente nesse momento tão triste, às vezes somos esquecidos e com gestos como esse nos sentimos lembrados e valorizados”, disse a técnica de enfermagem, Elizabeth Batista de Souza. Nas próximas semanas, médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, além de vigilantes, agentes de limpeza e conservação dos hospitais regionais de Santa Maria e da Ceilândia, serão lembrados pela bravura e dedicação com que têm enfrentado esse momento de crise. Por meio da beleza de mudas de gazânias, torênias, gerânios, érikas, celósias, cravos amarelos e outras espécies, poderão sonhar com um futuro de esperança e fé. “É claro que essas mudas têm uma representação de esperança, principalmente nesse momento que sentimos que a pandemia chegou ao seu pico”, avalia o diretor do Hran, Ulisses Castro.

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