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Nota - Operação Código Fantasma

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Ambulantes têm oportunidade de trabalho no Desfile Cívico Militar de 7 de Setembro

Edital publicado no Diário Oficial do Distrito Federal desta sexta-feira (28) disponibiliza 15 vagas de ambulantes para o Desfile Cívico Militar de 7 de Setembro. Os interessados em requerer a licença eventual de trabalho devem comparecer das 9h às 17h, no auditório do Detran-DF, no SAM lote A, Bloco B, Asa Norte, com original e cópia de documento pessoal com foto e comprovante de endereço no nome do ambulante ou declaração de residência. As vagas são para barracas que ficarão posicionadas no final do segundo quadrante da Esplanada dos Ministérios.   Caso o número de inscrições seja maior do que a quantidade de vagas ofertadas, será realizado sorteio pelo aplicativo Sorteio Fácil, imediatamente após o término do horário previsto para as inscrições. A divulgação dos ambulantes contemplados será no dia 1º de setembro, neste site, e as licenças serão entregues no dia 4, no Edifício Anexo do Buriti, das 9h às 17h, onde serão repassadas orientações sobre o trabalho nos eventos.  Os ambulantes que estiverem sem licença ou em desacordo com as regulamentações podem ser multados. Os que descumprirem as regras previstas no edital ficam impedidos de participar dos próximos três chamamentos. Sendo reincidentes, perderão o direito de participar de eventos. *Com informações da Secretaria de Governo do Distrito Federal (Segov-DF)

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GDF Saúde amplia rede credenciada com seis novos prestadores em agosto

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Podas e galhadas podem ser descartadas gratuitamente nos papa-entulhos

Neste mês, o Distrito Federal enfrenta o período de seca, época em que é comum que moradores de residências com áreas verdes façam podas de árvores e plantas, além de limpar os espaços e retirar folhas secas acumuladas. Mas o que fazer com esses resíduos? No Distrito Federal, há 28 papa-entulhos que, distribuídos por diferentes regiões, devem ser utilizados como locais de descarte de resíduos de poda e galhadas provenientes de pequenas intervenções realizadas pelos moradores. Os equipamentos estão em Samambaia (dois), Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Asa Sul, Águas Claras, Granja do Torto, Paranoá, Santa Maria (dois), Recanto das Emas, Taguatinga, Planaltina, São Sebastião (dois), Brazlândia (dois), Guará (dois), Gama (dois), Ceilândia (três), Sobradinho II (dois), Sobradinho e Núcleo Bandeirante. Papa-entulhos estão disponíveis em várias regiões do Distrito Federal | Foto: Divulgação É o caso do Park Way, região predominantemente verde e que, por isso, registra uma demanda significativa por serviços de poda. É comum encontrar sacos contendo resíduos de jardinagem dispostos irregularmente em vias públicas. No entanto, a legislação determina que o prestador responsável pelo serviço de poda deve também recolher os resíduos gerados e dar a destinação ambientalmente adequada. Os moradores que contratarem um serviço de poda devem exigir que o prestador faça a retirada e a destinação adequada dos resíduos. Não é correto simplesmente colocar o material em sacos e descartá-lo em vias públicas. O prestador do serviço deve recolher os resíduos e garantir a destinação ambientalmente adequada do material gerado. Quando esse serviço é feito pelo próprio cidadão, existe a opção de descartar no papa-entulho: a pessoa pode levar para o equipamento até um metro cúbico de resíduos de poda e galhadas por dia, volume equivalente à capacidade de uma caixa-d’água de mil litros. Caso esse volume seja maior, é preciso contratar um transportador de resíduos para o descarte correto na Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Para saber o endereço mais próximo da sua residência, basta acessar este site.       

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Documentação necessária

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Como e onde fazer o descarte adequado de resíduos eletroeletrônicos

Celulares antigos, computadores, cabos, televisores e outros equipamentos eletrônicos sem uso podem ser encaminhados para o descarte adequado. No Distrito Federal, a população conta com 126 pontos de entrega voluntária (PEVs) para o recebimento desses materiais, distribuídos pelas regiões administrativas. A rede de coleta disponibiliza locais para que a população entregue equipamentos quebrados, obsoletos ou sem uso para destinação ambientalmente adequada. Os PEVs funcionam em parques ambientais, administrações regionais, órgãos públicos, supermercados parceiros e instituições públicas. A relação dos endereços está disponível no mapa online. O que pode ser descartado Entre os equipamentos aceitos estão computadores, notebooks, monitores, teclados, mouses, impressoras, HDs, roteadores e cabos. Também podem ser entregues celulares, tablets, telefones fixos, carregadores e baterias removíveis. A lista inclui eletroportáteis, como liquidificadores, cafeteiras, ferros de passar, secadores de cabelo, aspiradores, ventiladores e batedeiras. Na categoria de áudio e vídeo, estão televisores, aparelhos de DVD, caixas de som, rádios e videogames. Também podem ser encaminhados estabilizadores, nobreaks, fontes, fios e pequenos equipamentos eletrônicos. A rede de coleta disponibiliza locais para que a população entregue equipamentos quebrados, obsoletos ou sem uso para destinação ambientalmente adequada É necessário verificar previamente as regras do ponto escolhido, pois para alguns resíduos há sistemas específicos de coleta. Não devem ser colocados nos PEVs entulho, lixo doméstico, resíduos orgânicos, móveis e resíduos hospitalares. Lâmpadas, pilhas e baterias também não devem ser descartadas nesses locais quando não houver coleta específica. Como funciona a destinação Após a entrega, os equipamentos passam por etapas de recebimento, triagem e desmontagem. Os componentes são separados de acordo com o material e as possibilidades de reaproveitamento. Entre os materiais recuperados estão plástico, alumínio, cobre, ferro, vidro e placas eletrônicas. Alguns equipamentos também contêm metais como ouro, prata, paládio, estanho e níquel. Os materiais recuperados são encaminhados a empresas de reciclagem para retorno à cadeia produtiva. O que não é reciclado recebe destinação ambientalmente adequada. O processo reduz a extração de novas matérias-primas e evita que substâncias presentes nos equipamentos contaminem o solo e a água. Coleta domiciliar A coleta domiciliar também está disponível para determinados volumes de resíduos eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Para materiais acima de 30 kg, a retirada na residência pode ser solicitada de forma gratuita. Para volumes abaixo de 30 kg, é feita uma avaliação dos produtos antes da confirmação da coleta. O agendamento ocorre das 9h às 17h e a solicitação pode ser feita por formulário eletrônico. Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp (61) 3301-3584 para confirmação da data de retirada. Serviço → Mapa com os locais de coleta → Site de informações → Formulário para coleta gratuita → Coleta domiciliar: gratuita para volumes acima de 30 kg de produtos eletroeletrônicos ou eletrodomésticos. Abaixo desse peso, os materiais passam por avaliação. Horário para agendamento: das 9h às 17h. WhatsApp: (61) 3301-3584.

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Aplicativo permite consultar horários e acompanhar ônibus em tempo real no Distrito Federal

Passageiros do transporte coletivo no Distrito Federal contam com uma ferramenta para organizar os deslocamentos e verificar o tempo de espera nos pontos de parada. O aplicativo permite consultar horários, itinerários, locais de embarque e a localização dos ônibus em tempo real. Disponível em site e aplicativo, o sistema possibilita o planejamento da viagem de diferentes formas. O usuário pode pesquisar pelo número da linha, informar endereço de origem e destino ou utilizar a localização do dispositivo móvel. Em locais desconhecidos ou quando não se sabe o número da linha, é possível indicar um ponto de referência, como shopping, hospital ou escola, para visualização das opções. O aplicativo exibe os horários previstos, o itinerário completo, os pontos de parada e a estimativa de duração do trajeto | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao informar a origem e o destino, o sistema exibe os horários previstos, o itinerário completo, os pontos de parada e a estimativa de duração do trajeto. Também é possível salvar como favoritos as linhas mais utilizadas, rotas frequentes e pontos de embarque. A ferramenta inclui o acompanhamento dos ônibus em tempo real. Com a indicação de previsão de chegada do veículo, o passageiro pode programar o horário de saída. As informações geradas pelo uso do sistema auxiliam na identificação de padrões de utilização da rede, horários de maior demanda e dúvidas dos usuários. Esses dados são empregados no planejamento das linhas, no monitoramento dos serviços prestados pelas operadoras e na gestão do sistema. O canal permite acompanhar a percepção dos usuários sobre o transporte coletivo para a avaliação das políticas de mobilidade urbana. O serviço também está disponível via aplicativo para dispositivos móveis.  

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Dia da Mulher chega à 37ª Edição

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) promove, na terça-feira (1º/9), a 37ª edição do Dia da Mulher. O evento é uma das principais ações da instituição voltadas para a promoção de direitos, cidadania e acesso à Justiça, oferecendo serviços gratuitos nas áreas de assistência jurídica, proteção às mulheres, saúde e emissão de documentos. É possível, ainda, solicitar benefícios sociais e participar das ações de bem-estar e cultura. Para participar, basta levar documentos pessoais e carteira de vacinação. O evento ocorre das 8h às 14h, no Nuclão da DPDF, no Setor Comercial Norte (SCN). Vários serviços estarão disponíveis para as mulheres que se inscreverem no evento | Foto: Divulgação/DPDF  O Dia da Mulher integra o calendário permanente da DPDF voltado à promoção dos direitos das mulheres e ao fortalecimento da rede de proteção. Esta edição conta com diferentes serviços e parceiros, além de recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, para ampliar a participação e garantir atendimento mais inclusivo. Desde o início da iniciativa, em maio de 2023, o Dia da Mulher já soma mais de 70 mil atendimentos.  “Muitas vezes, por trás de uma demanda jurídica existe uma história e outras necessidades que também precisam ser acolhidas”, afirma a subdefensora pública-geral Nathália Sant’Ana de Rosa, coordenadora da ação. “Por isso, buscamos oferecer um atendimento humanizado e integral, com escuta, acolhimento e acesso a diferentes serviços no mesmo espaço.” *Com informações da Defensoria Pública do DF

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Aviso de Manutenção

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Agências do trabalhador encerram a semana com 786 vagas de emprego

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 786 vagas abertas nesta sexta-feira (28). As oportunidades atendem candidatos com diferentes níveis de escolaridade e incluem opções para quem já possui experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as vagas disponíveis, a de mecânico de veículos chama a atenção pela remuneração. O cargo conta com salário de R$ 4,5 mil, além de benefícios. Para se candidatar, é preciso ter experiência comprovada e ensino fundamental completo. O cargo que concentra o maior número de vagas é o de operador de caixa, com 157 oportunidades. A remuneração é de até R$ 1,7 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.  

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Primeiro decreto de regulamentação do Pdot estabelece novas regras para a área rural do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou, nesta quinta-feira (27/8), o primeiro decreto de regulamentação do novo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). O Decreto nº 49.235 estabelece regras para o uso e a ocupação da macrozona rural do Distrito Federal, com foco no desenvolvimento sustentável, na diversificação das atividades econômicas e na melhoria da infraestrutura e dos serviços destinados à população que vive no campo. A regulamentação detalha como as diretrizes estabelecidas pelo Pdot para o território rural deverão ser aplicadas. Entre os objetivos estão fortalecer a produção agropecuária e agroindustrial, estimular a agricultura familiar e as economias locais, ampliar as possibilidades de geração de emprego e renda e, ao mesmo tempo, preservar os recursos naturais e a característica rural dessas áreas. A macrozona rural do DF é formada pela Zona Rural de Uso Diversificado e pelas zonas rurais de uso controlado. A gestão dessas áreas deverá ocorrer de forma integrada entre os órgãos responsáveis pelas políticas rural e ambiental, pelo planejamento territorial e pela regularização fundiária rural. Desenvolvimento econômico aliado à preservação Uma das principais diretrizes da regulamentação é reconhecer que o espaço rural possui diferentes funções. Além da produção agropecuária, o território pode abrigar atividades relacionadas ao beneficiamento da produção, à prestação de serviços, ao turismo, ao comércio local e à logística, desde que sejam compatíveis com a função rural e respeitem as normas territoriais e ambientais. O decreto estabelece cinco frentes estratégicas para o desenvolvimento da macrozona rural: atividades de apoio à produção; fortalecimento das agrovilas; logística e escoamento da produção; turismo rural; e ações de resiliência territorial. Outro eixo da regulamentação são as áreas de apoio à população rural, especialmente as agrovilas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Entre as medidas previstas estão o incentivo à assistência técnica, à inovação tecnológica, à capacitação dos produtores, à comercialização e à agregação de valor aos produtos agropecuários e agroindustriais. A norma também estimula cadeias mais curtas de produção, processamento e comercialização, favorecendo o consumo local. Iniciativas de certificação de origem, redução de perdas e desperdícios e valorização do patrimônio cultural rural também integram as diretrizes. Mais serviços para quem vive no campo Outro eixo da regulamentação são as áreas de apoio à população rural, especialmente as agrovilas. A proposta é aproximar infraestrutura, equipamentos públicos, comércio e serviços essenciais das comunidades que vivem nessas localidades. O objetivo é melhorar as condições de vida da população, favorecer sua permanência no campo e fortalecer as atividades produtivas locais, sem descaracterizar a paisagem e a função rural do território. O decreto também permite a implantação de equipamentos públicos comunitários na macrozona rural, de acordo com as necessidades da população e o interesse público. Poderão ser implantados equipamentos destinados à saúde, à educação, à segurança, à cultura, ao lazer, à assistência social, ao transporte público e aos esportes, além de infraestrutura de abastecimento de água, esgotamento sanitário, energia elétrica, drenagem e comunicação. Turismo rural ganha novas possibilidades O turismo rural também ganha destaque na regulamentação. A norma contempla atividades que associam produção agropecuária, natureza, patrimônio cultural e modo de vida das comunidades rurais. Entre as possibilidades estão hospedagem em propriedades rurais, trilhas ecológicas, vivências agropecuárias, gastronomia típica, artesanato, atividades de aventura, ecoturismo e manifestações culturais. A regulamentação busca, dessa forma, criar novas oportunidades de renda para produtores e empreendedores rurais, além de ampliar a oferta turística do Distrito Federal. As atividades deverão, entretanto, preservar a paisagem, os recursos naturais e os costumes locais. O decreto veda iniciativas que provoquem degradação ambiental, ocupação desordenada ou descaracterização da ambiência rural. Apoio à produção e à logística A regulamentação também cria condições para melhorar a estrutura de armazenamento, distribuição e escoamento da produção rural. Poderão ser implantados, observados os critérios estabelecidos pela norma, centros de armazenamento, beneficiamento e distribuição, estações de transbordo, silos, galpões e outras estruturas de apoio às cadeias produtivas. O decreto define, ainda, áreas prioritárias para atividades relacionadas ao potencial minerário e ao extrativismo mineral, ao processamento agroindustrial e à modernização da produção agropecuária por meio da inovação tecnológica. Proteção da água e do Cerrado O desenvolvimento econômico previsto pela regulamentação está associado a medidas de proteção ambiental e resiliência territorial. Entre as diretrizes estão a preservação e a recuperação de nascentes, a proteção da vegetação nativa do Cerrado, a conexão de corredores ecológicos, a recuperação de áreas degradadas e a adoção de soluções baseadas na natureza (SbN). A proteção dos recursos hídricos também aparece entre as prioridades. Nas áreas consideradas estratégicas para a segurança hídrica, deverão ser adotadas medidas destinadas a favorecer a infiltração da água no solo e a recarga dos aquíferos. Para a implantação de atividades econômicas na macrozona rural, a regulamentação estabelece procedimentos específicos de viabilidade de localização e exige o atendimento às normas ambientais, territoriais e de recursos hídricos. Com a publicação do decreto, o GDF dá início à regulamentação das estratégias previstas no novo Pdot, aprovado pela Lei Complementar nº 1.065/2026, transformando as diretrizes em regras para sua aplicação no território.   *Com informações da Seduh-DF

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Palestra em alusão ao Agosto Lilás informa mecanismos de proteção às mulheres

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu para os servidores, nesta quarta-feira (26/8), a palestra "Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha". O encontro, ocorrido no Sedes Lab, teve como objetivo apresentar, de forma simples e acessível, como a legislação brasileira pode proteger as mulheres vítimas de violência, e os canais de atendimento e denúncia disponíveis para toda a sociedade. Conduzida pela assessora da Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política da SMDF, Joyce da Hora, a palestra abordou, também, as orientações sobre como agir diante de uma situação de violência. “Trazer a discussão sobre a violência contra a mulher para dentro do espaço público é fundamental para ampliar a conscientização e mostrar que esse não é um assunto que deve ficar restrito ao ambiente doméstico. Mas a verdadeira mudança também precisa começar dentro das nossas próprias casas, na forma como educamos nossos filhos, como nos relacionamos e como enxergamos o papel da mulher na sociedade”, explica a palestrante Joyce da Hora. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha e, principalmente, sobre os desafios que ainda precisam ser enfrentados no combate à violência contra a mulher. Cerca de 100 pessoas, entre servidores, colaboradores e estagiários, participaram da palestra. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma delas foi o servidor Marcos Rangel, que trabalha Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes-DF. “A palestra sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha foi muito importante porque nos ajuda a enxergar uma realidade que ainda precisa ser transformada. Existe uma disparidade muito grande entre homens e mulheres quando falamos de violência. Por isso, ter uma legislação como a Maria da Penha é primordial nos dias de hoje”, comenta. De acordo com a secretária-executiva de Gestão Estratégica da Sedes-DF, Nídia Limeira de Sá, este evento foi um sucesso: “Fiquei encantada com a participação de todas e todos. Ver o auditório cheio, com mais de 100 pessoas reunidas para discutir um tema tão importante, mostra o quanto essa pauta é necessária e mobiliza os nossos servidores”. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Paranoá e em Ceilândia nesta sexta-feira (28)

Nesta sexta-feira (28), a partir das 9h, servidores estarão no Paranoá e em Ceilândia para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado pelas pessoas atendidas ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados a um depósito no SIA (Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Acompanhe, abaixo, os pontos demarcados para a ação desta sexta. Paranoá 1. PEC ao lado da administração regional 2. Quadra 06 3. Quadra 14, Conjunto G, 2  4. Praça central, no coreto 5. Paranoá Parque, Quadra 2, Conjunto 1, atrás da UPA 6. Paranoá Parque, atrás da Paróquia Anchieta 7. Quadra 33, Lote 4, estacionamento ao lado da delegacia 8. Quadra 32, Conjunto M, próximo ao Setor de Oficinas 9. Quadra 30, Conjunto 22, atrás do comércio 10. Quadra 28, Conjunto K 11. Quadra 23, Conjunto A, ao lado do Atacadão Drogacenter. Ceilândia 1. Extensão da QNN 11 2. QNN 13 3. QNN 03, em frente aos conjuntos O e P, na cerca do metrô 4. QNN 01/03 Bloco D, lojas 03 e 04.      

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GDF na Sua Porta reforma parquinhos e calçadas no Plano Piloto

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As ações previstas nas 21 ordens de serviço assinadas para o Plano Piloto pelo programa GDF na Sua Porta estão a todo vapor. As intervenções incluem a reforma de parquinhos infantis e de calçadas, além de serviços de manutenção de espaços públicos. Os trabalhos vão impactar diretamente a rotina dos moradores e das crianças que frequentam esses locais, com ambientes mais seguros, acessíveis e adequados para o uso da comunidade. Equipes trabalham no piso de um parquinho na 307 Sul: reparos incluem serviços em todos os setores dos espaços de entretenimento públicos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo o diretor de Obras da Administração Regional do Plano Piloto, Caio Victor, os serviços incluem reparos no alambrado, com lixamento, pintura e substituição das partes que não podem ser recuperadas. Nos parquinhos, é feita uma peneiração da areia para limpeza, além de pequenos reparos nos brinquedos, como soldas. “Nas quadras, estão fazendo a pintura do piso, a substituição das tabelas de basquete e o reparo das traves”, detalha. “Também está sendo feita a ampliação de alguns pontos, com a instalação de novos brinquedos. Nos locais onde há equipamentos danificados, os brinquedos estão sendo substituídos.” Cada reforma de parquinho tem o valor médio de R$ 35.000, enquanto a implantação de um novo parquinho custa, em média, R$ 261.700. Já os valores para as calçadas dependem da quantidade de metros quadrados a serem executados, com preço médio de R$ 250 por m². Todas as obras são de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Comunidade aprova Elaine Cajazeira, moradora da SQN 307: “Dentro desse programa, as nossas demandas antigas foram todas atendidas e superando as expectativas, inclusive” O GDF na Sua Porta atua na SQN 307, onde a reforma do parquinho infantil está 60% concluída; na SQS 115, com 35% da recuperação de calçadas já executada; na SQN 109, onde a reforma do parquinho infantil também chegou a 60%; e na SQS 214, com 20% dos trabalhos já concluídos. Moradora e uma das representantes da Quadra 307 Norte, Elaine Cajazeira, de 60 anos, conta que as intervenções têm sido recebidas com satisfação pela comunidade. Segundo ela, mesmo com as obras executadas durante o período de férias, os moradores demonstram entusiasmo. “Até as crianças já tiveram a compreensão de que uma reforma de um parquinho, principalmente com a ampliação, demanda tempo”, aponta ela. “A gente imaginou que os moradores pudessem reagir de forma negativa porque pegou o período de férias, mas foi o contrário: eles estão muito felizes com o trabalho.”  Elaine elogia a prontidão com que os pedidos da comunidade têm sido atendidos pelo GDF: “Dentro desse programa, as nossas demandas antigas foram todas atendidas e superando as expectativas, inclusive. Está muito bom”. Segurança Também moradora da Asa Norte, a aposentada Cristina Caland acompanha as obras: “Acho que tudo o que vem para melhorar é bom”  Quem também comemora os resultados é a aposentada Cristina Caland, 60, que mora na mesma quadra e costuma descer para passear com os cachorros na área de lazer da quadra. “Vai valorizar a quadra, as pessoas vão aproveitar mais”, pontua. “Tem muita criança, né? Tem o pessoal que anda com os cachorrinhos. Está sendo ótimo. Acho que tudo o que vem para melhorar é bom”. Cristina reforça que a área é bastante movimentada e utilizada para diferentes atividades: “Eles já acabaram aqui a parte dessa areia, onde o pessoal joga futebol, joga peteca, joga um monte de coisa. É muito movimentado aqui. A quadra é boa, é bem-arrumada e limpa”. Segundo a moradora, apesar do movimento causado pelos trabalhos, o espaço costuma ser tranquilo no dia a dia. “Traz até mais segurança para as pessoas”, afirma. “A iluminação é ótima. À noite, eu mesma ando com eles depois das 10h e não vejo nenhum problema”.    

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Pacientes da rede pública podem solicitar órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção

O Programa de Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção (OPM) oferece gratuitamente equipamentos como cadeiras de rodas, andadores, coletes ortopédicos, entre outros, para pacientes da rede pública. A partir da comprovação de necessidade, que pode ser feita por laudo ou relatório de profissional de saúde — como médico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, enfermeiro ou assistente social —, é possível solicitar a inclusão na iniciativa. O objetivo da ação é a garantia do acesso a tecnologias assistivas que promovam maior independência, mobilidade, funcionalidade e qualidade de vida a pessoas com deficiência. São atendidos adultos, crianças e idosos — pessoas com mais de 80 anos têm prioridade no recebimento de equipamentos. Para fazer a solicitação, o paciente deve comparecer ao Núcleo Ambulatorial de Órteses e Próteses, localizado na Estação do Metrô da 114 Sul, levando: Documento de identidade (RG) CPF Cartão do SUS Comprovante de residência Pedido ou relatório de um profissional de saúde Após o atendimento inicial, o paciente passa por uma avaliação com fisioterapeuta, que analisará suas necessidades físicas, funcionais e motoras, e indicará o equipamento mais adequado para o caso. Depois da avaliação e cadastro, em caso de aprovação, a entrega da maioria dos equipamentos ocorre no Núcleo de Produção de Prótese e Órtese (Oficina Ortopédica de Brasília), localizado no SIA. Veja a lista de equipamentos oferecidos: Cadeiras de rodas; Cadeiras de banho; Palmilhas; Coletes ortopédicos; Órteses; Calçados especiais; Almofadas terapêuticas; Bengalas; Andadores; Próteses para amputação de membros superiores e inferiores. Quando necessário, equipamentos como cadeiras de rodas, órteses, próteses e palmilhas podem ser confeccionados sob medida para cada paciente, a fim de garantir maior adaptabilidade do paciente. O programa também oferece manutenção e ajustes ao longo do período de garantia contratual. O prazo médio de entrega dos equipamentos depende da disponibilidade e do andamento dos processos de compra e contratação. O acompanhamento da posição na fila de espera deve ser realizado pelo WhatsApp do serviço: (61) 98184-1960.

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Governadora participa de solenidade de promoção de policiais militares após redução do interstício

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão participou, nesta quarta-feira (26/8), da solenidade que celebrou a promoção de 685 policiais militares da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O evento foi realizado na Academia de Polícia Militar de Brasília. “Isso é reconhecimento de uma carreira que precisa progredir, de homens que às vezes esperam dez anos para subir e ter uma promoção na sua carreira. Homens e mulheres que trouxeram este estado para o estado mais seguro do Brasil”, afirmou a chefe do Executivo. “Isso é reconhecimento de uma carreira que precisa progredir, de homens que às vezes esperam 10 anos para subir e ter uma promoção na sua carreira. Homens e mulheres que trouxeram este estado para o estado mais seguro do Brasil”, destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília As promoções foram viabilizadas por ato publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de 19 de agosto. O ato assinado pela governadora reduziu o período mínimo de permanência exigido no posto ou graduação e antecipou o fluxo de carreira dos policiais que cumpriram os demais requisitos previstos na legislação. Do total de promovidos, 251 são oficiais e 434 são praças. Segundo o comandante-geral da PMDF, coronel Palhares, a promoção reconhece a dedicação diária dos agentes. “A promoção para o policial militar representa mais do que uma ascensão funcional, mais do que vocês progredirem na carreira. Ela representa o reconhecimento da corporação pelo esforço do policial militar, pela dedicação do policial militar, por tudo que ele entrega diariamente à nossa sociedade”,  agradeceu. A solenidade celebrou a promoção de 685 policiais militares As promoções dos oficiais foram divulgadas em edição extra do DODF, enquanto as promoções das praças constaram no Boletim do Comando Geral (BCG). Para integrar o quadro de acesso, o policial militar deve atender às condições estabelecidas na Lei nº 12.086/2009, incluindo o cumprimento dos cursos exigidos, a aptidão para o serviço ativo, as condições específicas de cada quadro e os critérios relacionados aos conceitos profissional e moral.  

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Parceria garante atendimento gratuito a mais mulheres vítimas de violência

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e a Universidade Católica de Brasília (UCB) firmaram acordo de cooperação para oferecer acolhimento psicossocial e jurídico gratuito a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, seus familiares e mulheres vítimas de crimes contra a dignidade sexual. Os atendimentos serão realizados nos Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher (Nuiam) da PCDF, de forma presencial ou remota, pela UCB, sem qualquer cobrança às pessoas atendidas. A iniciativa também contempla vítimas de crimes contra a dignidade sexual ocorridos fora do contexto previsto na Lei Maria da Penha. O acordo de cooperação foi assinado em 12 de agosto de 2026 e terá vigência de 60 meses, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. *Com informações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)

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Capacitação prepara 1,2 mil militares para atendimento qualificado à população LGBTQIA+

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realizou, nesta quarta-feira (26), capacitação para 1.218 alunos do XII Curso de Formação de Praças da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). A formação foi planejada e conduzida pela SSP-DF, em parceria com a PMDF e com participação de especialistas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O objetivo é padronizar procedimentos técnicos e ampliar o conhecimento sobre aspectos relacionados à identidade de gênero e orientação sexual que podem interferir diretamente na condução de abordagens, revistas, custódias e atendimentos a vítimas. Intitulada Letramento Policial e Direitos Humanos: Excelência no Atendimento à População LGBTQIA+, a atividade integra a formação dos novos policiais e trabalha situações práticas que podem ser encontradas durante o policiamento, desde o primeiro atendimento até o registro adequado de ocorrências e a preservação de provas.  Entre os conteúdos estão o uso adequado do nome social e dos pronomes, procedimentos de revista pessoal e custódia, identificação da motivação discriminatória e cuidados necessários para evitar a revitimização durante o atendimento.  Durante a capacitação, os alunos aprendem como registrar informações relevantes envolvendo pessoas trans e travestis, casais homoafetivos e ocorrências nas quais seja necessário identificar possível motivação discriminatória | Foto: Divulgação/SSP-DF  Os alunos também recebem orientações sobre como registrar informações relevantes para a investigação. A identificação correta de indícios de motivação LGBTQIA+fóbica e a preservação dos elementos de prova podem contribuir para as etapas posteriores de apuração pela Polícia Civil e atuação dos demais órgãos do sistema de Justiça. A formação abordou, ainda, a aplicação dos direitos humanos à atividade operacional, relacionando legalidade, imparcialidade e segurança jurídica dos próprios agentes durante as intervenções. Situações práticas Na metodologia utilizada no encontro foram demonstrados estudos de caso, vídeos e atividades interativas para aproximar o conteúdo das ocorrências que podem ser atendidas pelos policiais nas ruas. Entre as situações analisadas estão atendimentos envolvendo pessoas trans e travestis, casais homoafetivos e ocorrências nas quais seja necessário identificar possível motivação discriminatória. Os participantes puderam encaminhar, de forma anônima, perguntas por meio de QR Code, permitindo o esclarecimento de dúvidas relacionadas aos procedimentos operacionais. O conteúdo técnico contou com a participação do delegado da PCDF Anderson Cavichioli, da Delegacia da Criança e do Adolescente II (DCA II) e presidente da Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTI+ (Renosp-LGBTI+), e da delegada Ângela Maria dos Santos, da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin).  *Com informações da PMDF

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