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Criado projeto para ampliar a pronta resposta em casos de violência contra a mulher

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Por meio da Portaria nº 358, publicada na edição desta quarta-feira (26/8) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instituiu o projeto Pronto Atendimento à Mulher. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a atuação da instituição no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, com ações voltadas para prevenção, repressão e investigação desses crimes. Projeto reforça o alcance dos dispositivos previstos na Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/PCDF O projeto, que será implementado pelos departamentos de Polícia Circunscricional (DPC) e de Polícia Especializada (DPE), busca ampliar a pronta resposta policial em situações de risco. “Nosso objetivo é garantir que a mulher em situação de violência tenha uma resposta policial ainda mais rápida, qualificada e efetiva”, enfatiza a delegada Ana Carolina Litran, diretora do DPE. “O projeto fortalece a atuação integrada das unidades da PCDF, amplia a capacidade de apuração das denúncias e reforça o compromisso da instituição com a proteção das mulheres e com a efetividade da Lei Maria da Penha.” Entre as medidas previstas está o reforço na apuração de denúncias de violência contra a mulher recebidas pelos canais 197 e 180. As denúncias relacionadas à Lei Maria da Penha que estiverem em aberto serão acompanhadas de forma sistemática, com distribuição às unidades responsáveis pela apuração. A Divisão de Controle de Denúncias (Dicoe) ficará responsável por fornecer mensalmente ao DPC e ao DPE a relação das denúncias em aberto e acompanhar os casos apurados. Já a Divisão de Análise Técnica e Estatística (Date) fará o acompanhamento semanal dos resultados do projeto, reunindo dados sobre denúncias apuradas, prisões em flagrante e diligências realizadas. As informações consolidadas serão encaminhadas semanalmente ao delegado-geral adjunto, permitindo o acompanhamento contínuo das ações e dos resultados do projeto. Além disso, a  iniciativa também contará com recursos destinados ao Serviço Voluntário Gratificado (SVG).   *Com informações da Polícia Civil do DF 

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15ª convocação do Cadastro de Reserva - Brigadistas

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Agências do trabalhador oferecem 740 vagas de emprego nesta quarta-feira (26)

Nesta quarta-feira (26), 740 vagas estão disponíveis nas agências do trabalhador do Distrito Federal para candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As ofertas contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo aqueles que procuram o primeiro emprego. Entre as vagas disponíveis, o cargo de encarregado de obras se destaca pelo salário oferecido. São duas vagas, com remuneração de R$ 3,5 mil, além de benefícios. Para concorrer, é necessário ter ensino médio completo e experiência comprovada. O cargo que concentra o maior número de vagas é o de operador de caixa, com 159 oportunidades. A remuneração é de até R$ 1,7 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.

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DF registra primeiros casos de internação involuntária

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde (SES-DF) registrou nesta semana os dois primeiros casos de internação involuntária no DF. As situações ocorreram após avaliação das equipes de saúde diante de quadros que representavam risco à integridade dos pacientes e exigiam atendimento especializado. A subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, detalhou o funcionamento do protocolo de saúde: "A internação é uma medida excepcional, prevista em lei. Às vezes, é uma necessidade do próprio quadro. E é apenas pelo tempo necessário. Aqui no DF, o prazo é, em média, de 30 dias. Depois da internação, o paciente continua o acompanhamento pelo Caps [Centro de Atenção Psicossocial]". Ambos os pacientes estão em unidades de saúde e, após a recuperação, passarão a ser acompanhados por políticas de assistência social, como a de habitação. Primeira ocorrência O primeiro caso ocorreu no último fim de semana, quando um homem de 31 anos apresentou sinais de surto psicótico no metrô ao entrar em uma área restrita, colocando em risco a própria vida. As forças policiais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF), que se dirigiu ao local e realizou a avaliação clínica, confirmando a necessidade de atendimento especializado. Em razão do quadro de saúde mental, o paciente foi encaminhado ao Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), onde passou por atendimento psiquiátrico e permanece internado para acompanhamento médico. Após a alta hospitalar, ele será encaminhado para os serviços da rede de assistência social e para as demais políticas públicas, conforme avaliação das equipes responsáveis, para dar continuidade ao acompanhamento e receber o suporte necessário. Arte: SES-DF Segundo caso A SES-DF registrou, na noite de segunda-feira (24/8), na Asa Sul, um segundo caso de necessidade de internação involuntária. Equipes do Caps e do Consultório na Rua acolheram um homem de 72 anos em situação de vulnerabilidade que apresentava um quadro grave de negligência no autocuidado, além de comprometimento cognitivo pelo uso abusivo de álcool. A equipe de saúde realizou a avaliação clínica e psicológica, encaminhando o paciente para uma unidade de Caps AD (álcool e drogas) e, posteriormente, para uma unidade de pronto atendimento (UPA), devido ao comprometimento clínico. O paciente permanece sob cuidados de saúde e encontra-se em estado grave. Fluxo de atendimento em saúde mental Com a entrada em vigor da Lei nº 7.923/2026 e do Decreto nº 49.089/2026, o DF implementou o Modelo de Cuidado Humanizado Integrado. A nova legislação estrutura o fluxo de atendimento em saúde física, mental e dependência química para a população em situação de rua, articulando ações entre diferentes órgãos públicos. As abordagens e os encaminhamentos têm caráter voluntário e são realizados por equipes multidisciplinares por meio de busca ativa. A internação involuntária ocorre apenas em casos de risco à vida, violência ou incapacidade de autocuidado, mediante determinação médica e comunicação ao Ministério Público em até 72 horas. O fluxo assistencial começa com uma pré-triagem realizada pelas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Diante de sinais de alerta, a equipe especializada de saúde faz a triagem com assistentes sociais, psicólogos e enfermeiros. Em casos de urgência, é feita a remoção do paciente para uma UPA. Após a estabilização, o paciente pode ser encaminhado à Unidade de Cuidados Clínicos em Saúde Mental do Hospital São Vicente de Paulo. O prazo máximo de internação é de 90 dias. Acompanhamento continuado A norma estabelece que, após a internação e a alta hospitalar, os pacientes com transtornos mentais ou necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas devem ter a continuidade do tratamento garantida pelo Caps. Atuando de forma territorializada e integrada à rede de assistência social e às equipes de campo, como o Consultório na Rua, o Caps é responsável por acolher o cidadão e executar um projeto terapêutico singular. Esse acompanhamento continuado inclui consultas com equipe multiprofissional, monitoramento periódico da evolução clínica e ações voltadas à reintegração social e à prevenção de recaídas, assegurando um cuidado humanizado e sem interrupções.   *Com informações da SES-DF

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Celina Leão anuncia R$ 9,3 milhões para nove feiras do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão se reuniu nesta terça-feira (25/8), Dia Nacional do Feirante, com presidentes de associações do segmento no Distrito Federal para discutir novos investimentos e encaminhar demandas da categoria. Durante o encontro, na Residência Oficial de Águas Claras, Celina anunciou a autorização de R$ 9,3 milhões para obras em nove espaços. A cobertura da Feira do Guará também foi incluída posteriormente na relação, adicionando cerca de R$ 2,4 milhões ao investimento. “É dinheiro público. Se a gente está gastando, e não é com aquilo que vocês querem, tem alguma coisa errada. A gente quer gastar onde vocês querem para resolver os problemas das feiras”, afirmou Celina. As reivindicações foram apresentadas por temas e discutidas com secretários e dirigentes dos órgãos responsáveis. A agenda deu sequência a um encontro feito em maio, no Palácio do Buriti, quando os feirantes levaram pedidos relacionados à infraestrutura, à regularização e às condições de funcionamento dos espaços. Novacap mostrou um balanço de cerca de R$ 21 milhões em obras de manutenção já concluídas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília   Novos investimentos A distribuição anunciada prevê R$ 1,1 milhão para cada uma das seguintes unidades: Feira Permanente de Sobradinho, Feira do Setor O, Feira da QN 202 de Samambaia, Feira da M Norte, Shopping Popular de Ceilândia, Feira do P Sul, Feira da Guariroba e Feira do Gama. A Feira Central de Ceilândia deverá receber R$ 500 mil, completando os R$ 9,3 milhões. "A gente quer gastar onde vocês querem para resolver os problemas das feiras” Governadora Celina Leão   A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) já dispõe dos projetos dessas intervenções. A destinação dos recursos ainda deverá ser formalizada no orçamento e publicada. A Feira do Guará não estava na primeira relação. Durante a reunião, representantes do espaço cobraram a reforma do telhado. A Novacap informou que o projeto está pronto e estimou o serviço em R$ 2,4 milhões. Celina determinou que a obra fosse incluída na programação apresentada. R$ 21 milhões em obras executadas Antes dos novos recursos, a Novacap mostrou um balanço de cerca de R$ 21 milhões em obras de manutenção já concluídas. A apresentação também reuniu serviços em andamento e intervenções previstas em pisos, instalações elétricas e hidráulicas, coberturas e iluminação. A nova Feira Permanente de Santa Maria foi citada entre os destaques. Ao final da reunião, Celina afirmou que o conjunto de investimentos apresentado supera R$ 46 milhões. O valor reúne obras em diferentes estágios — concluídas, em execução e previstas — e não corresponde apenas aos recursos anunciados nesta terça-feira. A situação do Mercado das Flores também foi discutida. O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, informou que o governo fez um aporte de R$ 18 milhões à Ceasa-DF e que uma reforma interna está em andamento. Segundo ele, o recurso pertence ao orçamento da central e não foi destinado exclusivamente ao Mercado das Flores instalado no local. Celina afirmou que o conjunto de investimentos apresentado supera R$ 46 milhões   Infraestrutura e energia Os feirantes pediram a instalação de luminárias de LED no entorno dos espaços. O planejamento apresentado contempla 74 feiras, parte delas já atendida. Celina determinou que os serviços restantes sejam concluídos em até um mês. A categoria também reivindicou a instalação de medidores individuais de energia. Em algumas feiras, há apenas um medidor e o valor da conta é dividido entre os ocupantes, mesmo que o consumo seja diferente em cada box. A Novacap foi encarregada de elaborar os projetos e encaminhá-los à Neoenergia Brasília. A governadora determinou que o envio seja feito em até um mês. Após receber os documentos, a distribuidora estima precisar de até 15 dias para analisar cada projeto e indicar eventuais correções. Regularização e ocupação dos boxes A situação jurídica e fundiária das áreas onde funcionam as feiras foi outra reivindicação da categoria. Celina determinou a formação de um grupo de trabalho para analisar cada espaço e separar os casos que podem ser resolvidos administrativamente daqueles que dependem de alteração legal e do envio de projeto à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O levantamento deverá ser apresentado em 15 dias. Também foi discutida uma proposta de regulamentação para a ocupação dos boxes vazios. O texto foi apresentado aos representantes e, segundo a governadora, busca preservar o caráter familiar dos negócios e evitar a concentração dos espaços por empresas de maior porte. “Desde quando os presidentes de feira nos procuraram, preocupados com a licitação e a ocupação dos boxes vazios, buscamos, junto ao Ministério Público, audiências para chegar a uma regulamentação da lei que desse condições para que os feirantes ocupassem os espaços, e não os grandes empresários”, afirmou Celina. A proposta deverá ser disponibilizada às associações antes das próximas etapas. A ocupação dos boxes precisa observar a Lei nº 6.956/2021 e uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). O tribunal manteve a possibilidade de autorização provisória para quem já ocupava um espaço até a realização da licitação, mas declarou inconstitucionais os trechos que permitiam destinar boxes vagos sem processo competitivo e transferir a autorização a terceiros. Turismo e cultura Uma das propostas apresentadas pelos feirantes foi a criação de um circuito turístico que reúna esses espaços. A ideia é organizar a presença das feiras nos roteiros de visitação da capital, com informações sobre gastronomia, artesanato, produtos e a história de cada região. Os representantes também solicitaram apoio para promover apresentações de artistas locais nas feiras, principalmente nos fins de semana. A proposta associa as atividades comerciais às manifestações culturais das cidades e busca preservar as características que diferenciam cada espaço. A chefe do Executivo determinou ao secretário de Economia, Valdivino de Oliveira, que reserve uma rubrica orçamentária para ajudar os feirantes a pagar cachês e promover as apresentações. As contratações deverão ser organizadas por meio da Secretaria de Governo. “Eu acho que tem que ser artista local mesmo. Cada feira sabe o tipo de música e de público”, afirmou a governadora. Habitação e capacitação Os representantes dos feirantes pediram a criação de um programa habitacional específico para a categoria. A governadora explicou que a medida dependeria de previsão legal e, por isso, não poderia ser anunciada durante o encontro. Como encaminhamento, Celina determinou que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) oriente os trabalhadores interessados e os auxilie no cadastramento nos programas existentes. A inscrição não reserva uma unidade. De acordo com as regras do Cadastro da Habitação, o candidato precisa comprovar os requisitos exigidos, obter a habilitação e aguardar a classificação para concorrer aos imóveis disponíveis. Os feirantes também solicitaram apoio para capacitar os trabalhadores e aprimorar a gestão e a organização dos espaços. Em resposta, Celina telefonou durante a reunião para a diretora-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Distrito Federal (Sebrae-DF), Rose Rainha, que colocou a instituição à disposição para prestar consultorias à categoria. “O Sebrae está à disposição para fazer consultoria, melhorar o layout, a disposição dos produtos e também a gestão”, afirmou Rose Rainha. O Sebrae-DF deverá receber a relação das feiras para preparar um cronograma de atendimento. Segundo o Sindicato dos Feirantes do Distrito Federal (Sindifeira-DF), o DF conta com 120 feiras: 44 permanentes, 47 livres orgânicas, 25 livres tradicionais e quatro shoppings populares.

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Vacinação de cães e gatos contra a raiva pode ser feita de segunda a sexta-feira

Gratuita, a imunização de cachorros e gatos contra a raiva é a principal estratégia para protegê-los e prevenir a transmissão da doença aos seres humanos. A vacina pode ser administrada nos animais a partir dos três meses de idade e deve ser renovada a cada ano. A dose previne a infecção pelo vírus da raiva, que é extremamente letal tanto para os animais quanto para as pessoas.  De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pontos fixos de vacinação da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses e dos núcleos regionais de Vigilância Ambiental permanecem em funcionamento ao longo de todo o ano. A lista completa dos locais está disponível neste link. Cão recebe dose de vacina: vírus da raiva é extremamente letal tanto para os animais quanto para as pessoas | Foto: Divulgação/SES-DF Como parte da campanha de vacinação antirrábica de 2026, no último sábado (22), foram aplicadas 41.756 doses contra a raiva. O número representa um recorde na segunda etapa da ação, focada na zona urbana. Considerando a mesma etapa em anos anteriores, as doses chegaram, num único dia, a 30 mil em 2024, e a 18,4 mil em 2025. Neste ano, mais de 160 locais ofereceram vacinação em diferentes áreas urbanas do Distrito Federal. A região administrativa com o maior número de doses aplicadas foi Ceilândia (7.998 doses), seguida do Guará (4.365) e do Núcleo Bandeirante (3.524). No sábado anterior (15), 23.390 doses foram aplicadas nas áreas rurais da capital. A campanha segue até 29 de agosto.  

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GDF cria área de proteção ambiental no Paranoá com mais de 740 hectares

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal criou uma nova área protegida no Paranoá: o Refúgio de Vida Silvestre dos córregos Cachoeirinha e Coqueirão. A medida foi instituída pelo decreto 49.220, de 21 de agosto de 2026, e publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de segunda-feira (24/8). A conquista é fruto de estudos técnicos e consulta pública feitos junto à comunidade. A área protegida tem 743 hectares — o equivalente a mais de 700 campos de futebol — divididos em duas partes. Ela faz parte de um corredor ecológico maior, que liga essa região a outras áreas de proteção ambiental ao redor da Bacia do Rio São Bartolomeu. Ao redor do refúgio também foi criada uma "zona de amortecimento", uma faixa de transição de cerca de 514 hectares onde há regras mais flexíveis, mas ainda com restrições ambientais. Ela inclui o Núcleo Rural Colombo Cerqueira, o Núcleo Rural Boqueirão e a área da Pequena Central Hidrelétrica Paranoá. O objetivo é preservar o Cerrado nativo e espécies de plantas e animais, algumas raras ou ameaçadas de extinção, além de proteger nascentes e cursos d'água. A área possui relevância ambiental por abrigar remanescentes de vegetação nativa e ambientes associados aos córregos Cachoeirinha e Coqueirão, contribuindo para a conservação da biodiversidade, dos recursos hídricos e dos serviços ecossistêmicos da região. O corredor ecológico liga essa região a outras áreas de proteção ambiental ao redor da Bacia do Rio São Bartolomeu | Foto: Divulgação/ O decreto também prevê a recuperação das cachoeiras do córrego Cachoeirinha para uso público, incentivo ao turismo ecológico, à educação ambiental e à pesquisa científica, e a proteção de sítios arqueológicos e paisagens de grande beleza natural. A área tem tanto terrenos públicos quanto particulares. Quem já tem propriedade rural na região pode continuar com atividades como agricultura, criação de animais e plantio, desde que compatíveis com a preservação — as regras exatas ainda serão definidas em um plano de manejo. Na zona de amortecimento, ficam proibidas indústrias poluentes, aterros sanitários e mudanças urbanísticas sem aprovação prévia do Brasília Ambiental. O Instituto Brasília Ambiental vai administrar a nova área e poderá firmar parcerias com outras instituições ou com os próprios proprietários. Também será criado um conselho consultivo com participação de órgãos públicos, sociedade civil e moradores da região. Nos próximos cinco anos, será elaborado o plano de manejo — o documento detalhará, na prática, o que pode e o que não pode ser feito na área, incluindo medidas de segurança para famílias que vivem perto da Barragem da UHE Paranoá, na comunidade do Boqueirão. Com a publicação desse decreto, o Distrito Federal passa a contar com 87 Unidades de Conservação e segue sendo a Unidade da Federação com maior território protegido, a medida que aproximadamente entre 80 a 90% de todo o Distrito Federal é composto por unidades de conservação (UCs) ou áreas legalmente protegidas. É a maior taxa proporcional do país.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Mais de 6 mil condutores têm o direito de dirigir suspenso no DF

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Pedal Cidadão transforma bicicletas recuperadas em oportunidade de trabalho e renda

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O projeto Pedal Cidadão, desenvolvido no Centro de Referência para População em Situação de Rua (Centro Pop) Taguatinga, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF), chega à sua 8º edição como iniciativa consolidada de inclusão social, geração de renda, mobilidade e sustentabilidade. O projeto reforma bicicletas usadas, muitas vezes em condições bastante precárias, e doa para pessoas em situação de rua utilizarem o equipamento como uma nova oportunidade de refazer a vida e de geração de renda. Ao longo de cinco meses, o projeto realiza uma oficina para pessoas em situação de rua que frequentam o Centro Pop Taguatinga, onde eles, além de aprenderem técnicas de montagem e manutenção de bicicletas, se preparam para assumir compromissos, trabalhar em equipe e desenvolver habilidades que podem contribuir para o ingresso no mercado de trabalho. “O Pedal Cidadão funciona como um ponto de partida para a reorganização da vida dos participantes, com acompanhamento psicossocial e estímulo à autonomia. A capacitação pode contribuir para que eles busquem oportunidades profissionais também em outras áreas, de acordo com suas habilidades e interesses”, destaca o agente social do Centro Pop Taguatinga, Wendel Viana, responsável pelo projeto. No próximo domingo (30), as bicicletas recuperadas e reformadas serão entregues às pessoas que trabalharam na oficina no 8º Passeio Ciclístico do Projeto Pedal Cidadão, marcado para às 8h da manhã, no Centro Cultural Taguaparque. O percurso será de pouco mais de seis quilômetros até o Centro Pop Taguatinga, na QNF. Aberto à comunidade, o evento é realizado anualmente em alusão ao Dia de Luta da Pessoa em Situação de Rua, comemorado em 19 de agosto. O projeto reforma bicicletas usadas, muitas vezes em condições bastante precárias, e doa para pessoas em situação de rua | Foto: Divulgação/Sedes-DF Um dos participantes do projeto Pedal Cidadão é Carlos Alberto, que está animado em receber uma bicicleta nova. “Participar do Pedal Cidadão foi muito importante para mim. Aqui, além de aprender a montar e consertar bicicletas, a gente aprende a ter responsabilidade, trabalhar em equipe e acreditar que pode recomeçar. É uma oportunidade que ajuda a gente a enxergar novos caminhos e buscar uma forma de trabalhar e ter nossa própria renda”, conta. De acordo com Wendel Viana, o Pedal Cidadão simboliza o resultado de todo o trabalho realizado ao longo do projeto: uma bicicleta que antes estava abandonada ou sem condições de uso é recuperada e passa a representar mobilidade, autonomia, lazer e uma nova possibilidade para quem recebe. “Mais do que ensinar uma profissão, o Pedal Cidadão busca criar uma porta de entrada para o mercado de trabalho. A capacitação em mecânica de bicicletas dá aos participantes um conhecimento que pode ser transformado em oportunidade de renda e autonomia. Os levantamentos realizados sobre a população em situação de rua mostram que a falta de capacitação profissional aparece como uma das principais barreiras para o acesso ao trabalho. Por isso, nosso objetivo é oferecer não apenas o conhecimento técnico, mas também encaminhar e preparar essas pessoas para novas oportunidades profissionais”, explica.   Como funciona As bicicletas chegam ao projeto por meio de doações de diferentes parceiros e da própria comunidade. Muitas estão velhas, danificadas ou até sem peças essenciais. A partir daí, começa um trabalho de recuperação e montagem para que possam voltar a circular. Para viabilizar os reparos, o projeto conta com parceiros e iniciativas de apoio para aquisição de peças e componentes. Entre as instituições e grupos que colaboram estão a Rodas da Paz, delegacias do Distrito Federal, condomínios, organizações não governamentais, além do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Em algumas situações, servidores e integrantes da comunidade também se mobilizam para arrecadar recursos para a compra de peças novas, inclusive por meio de rifas e outras ações solidárias. “O Pedal Cidadão trabalha com três pilares principais: trabalho, renda e lazer. A bicicleta passa a representar não apenas um meio de transporte, mas também uma ferramenta de transformação social. A capacitação permite que os participantes desenvolvam conhecimentos técnicos e, ao mesmo tempo, fortaleçam competências importantes para o ambiente profissional”, destaca o secretário substituto de Desenvolvimento Social, Rafael Rodrigues. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Programa abre 1,5 mil vagas com cota inédita para mães atípicas

O 3º Ciclo de 2026 do RenovaDF está com inscrições abertas, oferecendo 1,5 mil vagas para o curso de qualificação em auxiliar de manutenção na área da construção civil, ministrado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai). Essa edição traz uma novidade: é a primeira vez que o programa reserva uma cota exclusiva de até 10% das vagas para mães atípicas. Além disso, há reserva de 10% para pessoas em situação de rua, 10% para mulheres vítimas de violência e garantia de paridade de gêneros. As inscrições ocorrem de 25 de agosto a 3 de setembro, via formulário eletrônico no portal oficial do programa. Para quem necessitar de apoio presencial, todas as agências de atendimento ao trabalhador prestarão auxílio das 8h às 17h. Para participar, é preciso ter mais de 18 anos, morar no DF e estar desempregado. Mães atípicas concorrendo à cota devem apresentar certidão de nascimento e laudo médico do filho na fase de convocação. Ficam impedidas de participar gestantes, pessoas com restrição de mobilidade e recebedores do BPC. O curso tem carga horária total de 240 horas (20 horas semanais por 3 meses), distribuídas nos turnos matutino (700 vagas), vespertino (700 vagas) e noturno (100 vagas), abrangendo noções de pedreiro, marceneiro, eletricista, encanador, serralheiro e jardineiro. Os alunos aprovados recebem bolsa mensal no valor de um salário mínimo a cada 80 horas concluídas, auxílio-transporte, seguro contra acidentes e certificado emitido pelo Senai-DF. O resultado final será divulgado a partir de 3 de setembro, com convocação documental de 4 a 15 de setembro e início das atividades previsto para a segunda metade de setembro de 2026.

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Taguatinga e Plano Piloto terão ação de acolhimento à população em situação de rua nesta quarta-feira (26)

Nesta quarta-feira (26), a partir das 9h, servidores estarão em Taguatinga e no Plano Piloto para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado pelas pessoas atendidas ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados a um depósito no SIA (Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Acompanhe, abaixo, os pontos demarcados para a ação desta quarta. Pontos de ação no Plano Piloto: 1. Setor Comercial Sul; 2. Buraco do Rato; 3. SHCS CLS 102 Bloco A, ao lado da Drogasil; 4. SHCS CLS 302 Bloco A, ao lado da Drogasil; 5. 303 Sul, atrás do Bloco D (loja Pepe Tintas); 6. Centro Pop 903 Sul; 7. SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; 8. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 9. SHCS CLS 305, ao lado da Drogasil, próximo ao Pão de Açúcar; 10. SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão. Pontos de ação em Taguatinga: 1. QNL 04, Bloco D, próximo ao edifício Braz Viana; 2. QNL 13, Bloco H; 3. QNM 34/36, em frente ao supermercado Bom de Preço; 4. QNH, Área Especial 178; 5. QNM 36, Setor M Norte.

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Grupo é criado para aprimorar gestão das Farmácias de Alto Custo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) criou, nesta terça-feira (25), o Grupo de Intervenção e Apoio à Gestão das Farmácias de Alto Custo. A iniciativa tem como objetivo otimizar e padronizar os processos de atendimento nas unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) da Asa Sul, de Ceilândia e do Gama. Instituído pela Ordem de Serviço nº 26/2026, o grupo vai atuar na identificação de gargalos e no acompanhamento de indicadores relacionados ao funcionamento das três unidades. Entre as prioridades estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas, com identificação das causas de eventuais demoras no atendimento e na entrega de medicamentos. A equipe técnica também vai avaliar a força de trabalho, buscando adequar a distribuição dos profissionais às necessidades de cada unidade e acompanhar a produtividade. Na área de logística, serão monitorados o abastecimento e os níveis de estoque, com medidas preventivas para reduzir o risco de desabastecimento. Entre as prioridades das novas medidas estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Outra frente de atuação será a padronização dos processos de trabalho, com a harmonização dos procedimentos adotados nas três Farmácias de Alto Custo do DF. Gestão baseada em indicadores O trabalho será orientado pelo acompanhamento sistemático de indicadores de desempenho. A proposta é identificar antecipadamente problemas assistenciais, administrativos ou logísticos e, a partir desse diagnóstico, estabelecer planos de ação específicos para cada situação. Vinculado à Assessoria de Gestão Estratégica da Subsecretaria de Assistência Farmacêutica e Logística (SAFLOG), o grupo terá caráter temporário e permanecerá em atividade pelo período necessário ao aprimoramento da gestão e do funcionamento das unidades. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Mais de 6 mil condutores têm o direito de dirigir suspenso no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (25/8), a aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir para 6.335 condutores. A medida é resultado da conclusão dos respectivos processos administrativos, após o cumprimento das etapas previstas para defesa no âmbito do órgão. Entre as infrações que deram origem aos processos de suspensão estão dirigir sob influência de álcool, recusar-se ao teste do etilômetro, transitar em velocidade superior a 50% do limite regulamentar, atingir o limite de pontos previsto na legislação e cometer infrações previstas no artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Também estão entre os casos aqueles relacionados à manobra perigosa, promoção de competição em via pública, transposição de bloqueio viário policial, entre outras condutas previstas na legislação de trânsito. O número de penalidades publicado nesta edição do DODF é o maior já registrado pelo órgão. O volume está relacionado ao processo de modernização e aprimoramento dos procedimentos administrativos, especialmente com a utilização do Sistema Sober, ferramenta desenvolvida pelo próprio Detran-DF para auxiliar na identificação de condutores sujeitos à suspensão do direito de dirigir e na tramitação dos respectivos processos. O sistema possibilita o tratamento integrado dos casos em que a própria infração prevê a suspensão do direito de dirigir e daqueles em que o condutor atinge o limite de pontos estabelecido pela legislação. A ferramenta também auxilia na instauração dos processos, na emissão de notificações, no controle dos prazos administrativos e na elaboração dos documentos necessários à tramitação e à aplicação das penalidades. Modernização O Sistema Sober começou a ser utilizado em 2024 e, desde então, passou por etapas de aprimoramento e ampliação de suas funcionalidades. Com a automatização, procedimentos que anteriormente dependiam de uma maior quantidade de etapas manuais passaram a ser realizados de forma integrada e padronizada. A modernização permite maior organização do fluxo de trabalho, desde a identificação dos condutores que podem estar sujeitos à penalidade até a tramitação dos processos administrativos e a publicação das suspensões. Direito de defesa A suspensão do direito de dirigir é uma penalidade prevista no CTB e pode ser aplicada em situações determinadas pela legislação de trânsito. A publicação no DODF integra as etapas formais do procedimento de aplicação da penalidade. Após ser notificado, o condutor poderá apresentar recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari), observados os prazos e os procedimentos estabelecidos pela legislação vigente. A suspensão somente produz os efeitos previstos na legislação após o cumprimento das etapas administrativas e dos prazos correspondentes.   *Com informações do Detran-DF

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Brigadistas convocados: confira a 14ª chamada do IBRAM

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Com investimento de R$ 6 milhões, nova ciclovia de Taguatinga Norte entra na fase final das obras

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mais segurança para os ciclistas brasilienses. A governadora Celina Leão visitou nesta segunda-feira (24/7) as obras da nova ciclovia no Setor M Norte, em Taguatinga Norte. A intervenção entra na fase de conclusão, com as calçadas finalizadas e destaque para os acabamentos da pista dedicada às bicicletas. O projeto, que compreende um trecho de 9 quilômetros de ciclovia e passeios para pedestres, conecta a Avenida Hélio Prates à M2. A iniciativa recebeu investimento de R$ 6 milhões. Para a liberação total da pista, resta apenas a pintura das faixas de sinalização horizontal, a instalação de placas verticais e a varrição final.  “A gente quer espaços onde a população possa fazer atividades físicas e ter mais uma opção de lazer. Desde quando eu assumi o governo, nós já ampliamos em 200 km as ciclovias do Distrito Federal. A gente quer investir muito nisso, porque é qualidade de vida, saúde e mobilidade urbana. O ciclista quer ir para o trabalho de bicicleta e ainda não tem ciclovias suficientes. Hoje já somos a segunda maior malha, mas até o fim do ano queremos ser a primeira", afirmou Celina Leão.  Celina Leão ressalta que construir e ampliar ciclovias “é qualidade de vida, saúde e mobilidade urbana” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília De acordo com o secretário de Obras e Infraestrutura, Guilherme Nery, o DF caminha para a liderança nacional em ciclovias integradas. “O programa Vai de Bike integra a rede de ciclovias existentes, integrando 700 km de ciclovia em toda Brasília. Então, são ciclovias no Lago Norte, Lago Sul, Taguatinga, no Parque Urbano da Estrutural, Ceilândia e Sol Nascente. Vamos ter mais uns dois a três meses de obras. A ideia é ter mais de mil quilômetros de ciclovias integradas", destacou Nery.  Praticidade e cidadania Josilene Rosa comemora: “Tudo que é para facilitar nossa vida e praticar exercício físico sem precisar pagar academia é ótimo” Os moradores de Taguatinga comemoram o avanço e a acessibilidade que a nova ciclovia vai levar para a região. A agente de vigilância ambiental Josilene Rosa, de 51 anos, moradora local que pratica caminhadas e atividades ao ar livre, aprova a mudança: “Antes você passava aqui, não tinha ciclovia e era tudo desnivelado. Agora está tudo novo. Tudo que é para facilitar nossa vida e praticar exercício físico sem precisar pagar academia é ótimo. Não tem coisa melhor que exercício ao ar livre.”   A segurança no trânsito é outro ponto celebrado pela comunidade. O marceneiro Tarcísio José de Medeiros, 63 anos, lembrou que a falta de espaço adequado gerava acidentes graves na M Norte. "Está muito bom até para que a gente melhore o nosso convívio aqui na M Norte. O tráfego de carros é muito grande, não dá pra ficar disputando espaço com os veículos. Eu ando de bicicleta porque preciso, não tenho condições de ter um carro", avaliou o morador.  O mecânico de bicicletas Júlio César Viegas afirma que a ciclovia aquece o ramo de negócio dele O mecânico de bicicletas Júlio César Viegas, de 44 anos, também aponta que a reforma impulsionou o comércio de bicicletas e ampliou a circulação de pedestres pelas calçadas novas. "Melhorou o fluxo das bicicletas. Agora, a gente vê mais o pessoal andando durante o dia, o pessoal se exercitando. Melhorou o movimento na oficina também. E as calçadas estão novinhas", elogiou.  

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AgroTech aposta em inovação e sustentabilidade para impulsionar o agronegócio no Distrito Federal

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nossa cidade receberá, entre os dias 27 e 29 de agosto, a terceira edição da AgroTech Brasília, evento que reunirá ciência, tecnologia, sustentabilidade e empreendedorismo em uma programação gratuita dedicada ao fortalecimento do agronegócio. Com o tema "Produtos de Brasília", a iniciativa promoverá debates, experiências e demonstrações práticas sobre as soluções que estão transformando a produção rural. Realizada no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, a feira deve receber cerca de cinco mil visitantes ao longo dos três dias. Produtores rurais, pesquisadores, estudantes, empreendedores, startups, empresas e instituições de ensino participarão de uma programação que aproxima inovação, pesquisa e desenvolvimento do setor produtivo.  Entre outros temas, a AgroTech terá painel sobre o uso da inteligência artificial aplicada ao agronegócio, drones, robótica e gestão sustentável dos recursos naturais | Foto: Divulgação/Secti-DF Entre as atividades estão palestras, painéis, workshops, oficinas, feira de inovação, exposições tecnológicas, demonstrações práticas e rodadas de negócios. Os temas abordam inteligência artificial aplicada ao agronegócio, agricultura de precisão, drones, robótica, biotecnologia, conectividade rural, energias renováveis, economia circular e gestão sustentável dos recursos naturais. A AgroTech também contará com espaços interativos voltados para popularização da ciência e da tecnologia, com oficinas, atividades de robótica, experiências em realidade virtual e ações educativas para crianças, jovens e famílias. Além de estimular a geração de negócios e o intercâmbio entre empresas, pesquisadores e produtores, o evento valoriza a agricultura familiar e incentiva o acesso de pequenos produtores às tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e à sustentabilidade. A AgroTech Brasília integra as iniciativas apoiadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) voltadas para o fortalecimento da inovação no setor agropecuário, contribuindo para aproximar conhecimento, tecnologia e desenvolvimento sustentável no Distrito Federal. Serviço: → AgroTech Brasília 2026 → Data: 27, 28 e 29 de agosto → Local: Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Estacionamento 6 → Entrada gratuita  *Com informações da Secti-DF

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Diálise peritoneal traz conforto, liberdade e praticidade para pacientes renais

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A rotina de quem precisa fazer diálise costuma ser marcada por horários rígidos, deslocamentos e muitas horas dedicadas ao tratamento. Para Nelson Nedes Filho, a possibilidade de fazer a terapia em casa mudou essa realidade e trouxe de volta algo que ele considera essencial: liberdade. A relação de Nelson com os problemas renais começou cedo. Aos 27 anos, ele foi diagnosticado com insuficiência renal causada pela hipertensão arterial. Ao longo da vida, passou por cerca de oito anos de hemodiálise e chegou a receber um transplante de rim. O órgão, porém, deixou de funcionar adequadamente e foi necessário retomar a terapia renal substitutiva. Foi quando ele buscou no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), uma alternativa que pudesse se adaptar melhor à sua rotina. “A hemodiálise é muito necessária, mas ela acaba tomando um dia inteiro. Considerando os deslocamentos e a duração do tratamento, você sacrifica muito tempo da sua vida nisso e fica muito preso a essa rotina”, relata. A alternativa encontrada foi a diálise peritoneal (DP), modalidade de tratamento que pode ser realizada em casa e utiliza o próprio organismo para ajudar na filtragem do sangue. Nelson realiza o procedimento há 12 anos e conta que a mudança trouxe mais autonomia para o dia a dia. Como funciona a diálise peritoneal A diálise é um tratamento que substitui parcialmente algumas funções dos rins, como a filtragem do sangue e a eliminação de toxinas e do excesso de líquidos do organismo. Ela é necessária para pacientes com insuficiência renal e pode ser realizada por diferentes modalidades, como a hemodiálise e a diálise peritoneal. Na DP, o peritônio, membrana que reveste internamente a cavidade abdominal, funciona como um filtro. Por meio dele, são retiradas substâncias que precisam ser eliminadas do organismo, além do excesso de líquidos. A diálise peritoneal (DP), modalidade de tratamento que pode ser realizada em casa e utiliza o próprio organismo para ajudar na filtragem do sangue | Fotos: Divulgação/IgesDF Para realizar o tratamento, é necessário um cateter implantado na região do abdome por uma equipe especializada. Por isso, a possibilidade de utilização da técnica precisa ser avaliada individualmente. “Pacientes que têm histórico de procedimentos abdominais prévios ou presença de ostomias (bolsas), por exemplo, precisam ser avaliados caso a caso para verificarmos a possibilidade de realizar a diálise peritoneal”, explica a coordenadora de Diálise Peritoneal do HBDF, Caroline Silva Pimenta. Diferentemente da hemodiálise convencional, que normalmente exige que o paciente vá a uma unidade de saúde cerca de três vezes por semana, a diálise peritoneal pode ser realizada no próprio domicílio. O tratamento, porém, exige disciplina, cuidados de higiene e acompanhamento contínuo da equipe de saúde. “A hemodiálise tem duração de cerca de quatro horas por sessão, ou seja, aproximadamente 12 horas por semana. Já a diálise peritoneal pode durar entre oito e dez horas e, geralmente, é feita à noite, enquanto o paciente dorme. Dependendo da modalidade e da indicação, pode ser realizada diariamente. Cada tratamento tem suas particularidades, com vantagens e desafios, e a escolha deve considerar a realidade e as necessidades de cada paciente”, explica Caroline. Antes de iniciar a modalidade, o paciente e/ou um cuidador escolhido por ele, que pode ser um familiar ou acompanhante, recebe treinamento especializado. A capacitação ensina todas as etapas necessárias para a realização segura do procedimento em casa. Os equipamentos e insumos necessários para o tratamento são disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “A diálise peritoneal é um procedimento totalmente seguro, mas demanda uma manipulação cuidadosa e cuidados sanitários para evitar infecções. Por isso, os pacientes e cuidadores passam por um treinamento especializado junto à nossa equipe para garantir que tudo seja feito da forma correta”, completa a médica. Mesmo sendo realizado em casa, o tratamento não significa que o paciente fica sem acompanhamento. Quem faz DP mantém acompanhamento médico e realiza exames periódicos para avaliar a eficácia e a segurança da terapia. Atualmente, 157 pacientes realizam a modalidade domiciliar de diálise no HBDF. Mais acesso e autonomia Além de representar uma alternativa para os pacientes, a expansão da diálise peritoneal também contribui para ampliar a capacidade de atendimento do Serviço de Nefrologia do HBDF. Segundo o chefe do Núcleo de Nefrologia do hospital, Thiago Hayashida, nos últimos meses, a modalidade tem representado cerca de dois terços das vagas de diálise oferecidas pelo serviço. “Hoje, a diálise peritoneal é um dos pilares da nossa estratégia para ampliar o acesso à terapia renal substitutiva. Ao fortalecer a DP, conseguimos aumentar nossa capacidade assistencial e oferecer tratamento a mais pacientes, ao mesmo tempo em que otimizamos a utilização das vagas hospitalares de hemodiálise”, detalha. O dado mostra a relevância da modalidade na ampliação do acesso ao tratamento renal no hospital. De acordo com o especialista, esse resultado é fruto dos investimentos na estruturação do programa, na capacitação de pacientes e cuidadores e no acompanhamento contínuo. A proposta é unir expansão do acesso, segurança e maior autonomia para quem precisa do tratamento. Comodidade que gera qualidade de vida Para Nelson, a principal diferença está justamente na possibilidade de continuar vivendo a vida para além do tratamento Para Nelson, a principal diferença está justamente na possibilidade de continuar vivendo a vida para além do tratamento. Como a diálise é realizada durante a noite, em casa, ele consegue aproveitar o dia para se dedicar aos hobbies e às atividades que gosta. Entre música, quebra-cabeças e atividades físicas, o paciente encontrou no ciclismo uma das principais formas de manter o corpo ativo. Ele conta que começou a pedalar também como uma maneira de cuidar da saúde circulatória e encontrou na atividade uma sensação de liberdade. “Me sinto muito livre quando estou pedalando, é uma sensação boa. Desde que comecei a diálise peritoneal, me sinto muito bem”, comemora. Serviço Pacientes com doença renal crônica que necessitam de terapia renal substitutiva podem conversar com seu médico nefrologista sobre a possibilidade de realizar diálise peritoneal. A indicação é individualizada e considera as condições clínicas, a capacidade para realização do tratamento no domicílio e a rotina de cada paciente. O acesso ao programa de diálise peritoneal do HBDF pode ocorrer de duas formas: por encaminhamento ambulatorial, via sistema de regulação, após indicação do nefrologista assistente; ou durante uma internação hospitalar, quando a equipe de Nefrologia identifica a diálise peritoneal como uma modalidade adequada para o paciente. Após a avaliação pela equipe de Nefrologia e a confirmação da indicação, o paciente segue para as etapas de preparação para o tratamento, que incluem a programação do implante do cateter peritoneal, orientações e treinamento do paciente e/ou de seus familiares para a realização segura da terapia em casa. Se você tem doença renal crônica e deseja saber se a diálise peritoneal é uma opção para o seu caso, consulte seu médico nefrologista.   *Com informações do IgesDF

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Agências do trabalhador disponibilizam 814 vagas nesta terça-feira (25)

Nesta terça-feira (25), 814 vagas estão disponíveis nas agências do trabalhador do Distrito Federal para candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As ofertas contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo aqueles que procuram o primeiro emprego. Entre as vagas disponíveis, o cargo de técnico de enfermagem se destaca pelo salário oferecido. São 10 vagas em Taguatinga Sul, com remuneração de R$ 2,7 mil, além de benefícios. Para concorrer, é necessário ter ensino médio completo e experiência na área. O cargo que concentra o maior número de vagas do dia é o de operador de caixa, com 61 oportunidades. A remuneração é de até R$ 1,7 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.

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Servidores da Secretaria de Obras e Infraestrutura iniciam a mudança definitiva para o Centro Administrativo do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A efetiva ocupação do Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF) está cada vez mais próxima. Durante visita ao complexo nesta segunda-feira (24), a governadora Celina Leão analisou as plantas do edifício e solicitou a criação de áreas voltadas para o bem-estar e para o cuidado pessoal dos servidores. Servidores da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) já arrumam e limpam as novas salas, de olho na mudança definitiva em poucos dias. Com a transferência dos equipamentos de internet e telefonia, os primeiros funcionários devem ocupar o espaço a partir de 30 de agosto. Em breve, a força de trabalho efetiva no local alcançará a marca de cerca de 250 pessoas. "Eu tenho certeza que o centro administrativo vai mudar a economia dessas cidades aqui e vai mudar também a qualidade de vida do servidor. A mudança significa R$ 140 milhões de economia em aluguéis que hoje são pagos. É uma decisão difícil de tomar porque você tem que quebrar paradigmas. Nós estamos fazendo uma parceria com o Sistema S para ter todos os serviços aqui dentro, de refeição, de salão de beleza, de academia, para a gente pensar na qualidade de vida do nosso servidor público. Nós começamos uma reforma com 30% para ser ocupado, conseguimos o alvará de ocupação e estamos já fazendo o projeto dos outros produtos, pra gente ocupar 100%. Tem espaço para ciclovia, lugar para parar as bicicletas. Eu quero que o servidor público venha para cá com muita tranquilidade, vamos ter estruturas adequadas”, garantiu a governadora. Governadora Celina Leão: "Eu tenho certeza que o centro administrativo vai mudar a economia dessas cidades aqui e vai mudar também a qualidade de vida do servidor" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A ocupação do CAD-DF também ajudará a desafogar o trânsito no Plano Piloto, com o incentivo a fluxos contrários de veículos. Para apresentar a estrutura, que conta com estação de metrô interna e 700 vagas de garagem cobertas, o governo disponibilizará, neste período pré-ocupação, uma van com saída do Palácio do Buriti. O objetivo é mostrar o novo espaço de trabalho aos servidores distritais. A estrutura física do térreo e do segundo andar do bloco da SODF já está pronta. As salas receberam a mobília da própria pasta, sem gastos extras para a compra de novos móveis. No terceiro andar, as equipes mantêm as ações de pintura, limpeza, manutenção e montagem de divisórias.   O secretário de Obras e Infraestrutura, Guilherme Nery, reforçou o propósito do complexo. "A ordem de ocupação foi muito sensata, porque o centro administrativo é para fazer a integração entre os servidores e os processos do dia a dia da administração pública. O CAD-DF estava pronto. A gente só está fazendo as reformas iniciais para ocupar de forma organizada e dar dignidade aos nossos servidores, que é o que mais importa”, afirmou o gestor. Na área externa, a Novacap executa o projeto de paisagismo, com investimento de R$ 324 mil. A intervenção abrange o plantio de grama, árvores, palmeiras e diversas espécies do Cerrado adaptadas ao clima local. A conclusão das reformas deve ocorrer até meados de setembro.

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Desligamento de energia afetará Vicente Pires nesta segunda-feira (31)

Áreas de Vicente Pires terão o fornecimento de energia interrompido nesta segunda-feira (31) para a execução de serviços de melhoria e modernização da rede elétrica, entre as 9h e as 13h. A interrupção ocorre para garantir a segurança dos profissionais e da população. O fornecimento ficará temporariamente suspenso na Colônia Agrícola Vicente Pires, na Chácara 108, Lote 02; Chácara 111, conjuntos 01, 02, 03, 04 e 8; Chácara 112, Lote 01; e Chácara 113, Lote 35. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

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