Grupo de trabalho para incentivar a venda de produtos rurais do DF faz primeira reunião
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A primeira reunião do grupo de trabalho criado para incentivar a comercialização de produtos rurais do Distrito Federal nos supermercados foi realizada nesta sexta-feira (17/7). A iniciativa do Governo do Distrito Federal, prevista no Decreto nº 48.805 de 18 de junho de 2026, partiu da governadora Celina Leão após encontro, no Palácio do Buriti, com produtores rurais de diferentes regiões administrativas. Partiu da governadora Celina Leão a proposta de formar grupo de trabalho para viabilizar a venda direta da produção rural do DF a redes de supermercados | Divulgação/Emater-DF O grupo de trabalho tem a proposta de definir um conjunto de medidas e mecanismos para viabilizar e estruturar a venda direta da produção rural do DF junto à rede supermercadista, por meio de ações e procedimentos que facilitem e ampliem essa comercialização. "Esse grupo de trabalho é fundamental para consolidar ações que deem mais visibilidade aos produtos locais, valorizando a origem dos alimentos e fortalecendo nossos produtores, além de estimular a economia local” Cleison Duval, presidente da Emater-DF “Hoje, estamos instalando esse grupo de trabalho que vai fazer a conexão entre os agricultores e os representantes do setor supermercadista. A governadora Celina acredita que essa interação direta vai facilitar muito a venda dos produtos, que pode ter um custo menor na comercialização, já que não haverá intermediadores”, afirmou o secretário de Governo, Takane do Nascimento. “As questões técnicas serão aqui tratadas e acreditamos que será um trabalho produtivo." Espaço para produtos de qualidade “A governadora Celina Leão viu na dificuldade de comercialização dos produtos um problema que nós precisamos enfrentar para gerar oportunidade aos produtores rurais”, afirmou o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. “O público está sedento para comprar um produto de qualidade, ele paga por isso. E se a gente demonstrar que esse produto vem do Distrito Federal, temos muitas famílias que vão optar por ele”. Hoje há cerca de 22 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF). O objetivo do grupo é desenvolver uma política pública que fortaleça a agricultura local. Os resultados esperados são: mais produtores regularizados e consequente redução da informalidade; aumento da oferta de produtos locais ao consumidor, com mais variedade nas prateleiras e regularidade no abastecimento das redes supermercadistas; geração de emprego e renda; melhoria da qualidade dos produtos, com padrões de qualidade, higiene e apresentação de acordo com as exigências dos varejo. Além disso, redução da burocracia, com cooperativas mais fortalecidas, cadeias produtivas mais organizadas e desenvolvimento regional. A iniciativa animou tanto representantes de associações e de cooperativas de produtores rurais quanto dirigentes de entidades ligadas ao setor supermercadista | Foto: Divulgação/Segov-DF “O Governo do Distrito Federal tem investido de forma consistente no fortalecimento da produção rural. O trabalho desenvolvido com as cadeias do queijo e do vinho demonstra esse compromisso", destacou o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF), Cleison Duval. "Esse grupo de trabalho é fundamental para consolidar ações que deem mais visibilidade aos produtos locais, valorizando a origem dos alimentos e fortalecendo nossos produtores, além de estimular a economia local.” Representantes de associações e de cooperativas de produtores rurais, de entidades ligadas ao setor supermercadista, da Federação de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no DF (Sebrae-DF) participaram da reunião. “A criação desse grupo de trabalho reúne governo, cooperativas e produtores em torno de um objetivo comum: ampliar o acesso dos produtos do Distrito Federal ao mercado. O selo será fundamental para identificar a origem desses alimentos, valorizar quem produz e dar ao consumidor a confiança de saber de onde vem e como o produto foi produzido”, afirmou o presidente da Cooperativa de Agricultura Familiar Mista do Distrito Federal (Coopermista), Ivan Engler. Coordenado pela Secretaria de Governo, o grupo contará com representantes das secretarias de Desenvolvimento Econômico, de Trabalho e Renda; da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Economia; da Mulher; além da Emater-DF e do Banco de Brasília (BRB). *Com informações da Segov-DF
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Ação educativa orienta o uso seguro de patinetes elétricos
Com o objetivo de incentivar o uso seguro e consciente dos patinetes elétricos, será realizada neste domingo (19), mais uma edição do PatMobi, ação educativa voltada para promoção da segurança viária e para orientação dos usuários desse modal de transporte. A atividade será realizada das 8h30 às 11h50, na ciclovia do Estacionamento 10 do Parque da Cidade. Durante a programação, as equipes de educação de trânsito prestarão orientações sobre a legislação aplicável aos patinetes elétricos, regras de circulação, equipamentos de segurança e condutas responsáveis para a prevenção de sinistros de trânsito. Serão oferecidas aulas práticas para ensinar o uso correto do equipamento, proporcionando aos participantes uma experiência segura e orientada. Atividade abordará legislação, segurança viária e boas práticas de circulação | Foto: Divulgação Embora seja aberta ao público em geral, a iniciativa tem como foco principal as pessoas que utilizam os patinetes elétricos como meio de transporte no dia a dia, seja no deslocamento para o trabalho, estudos ou outras atividades urbanas. Serviço Ação educativa PatMobi Data: domingo (19) Horário: das 8h30 às 11h50 Local: ciclovia do Estacionamento 10 do Parque da Cidade Contato: (61) 99101-6579.
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Sábado (18) tem vacinação em quase 20 regiões do DF
Profissionais da saúde estarão em 17 regiões administrativas (RAs) neste sábado (18), prontos para imunizar a população. A lista completa com endereços e horários pode ser conferida neste site. Para receber as doses, basta levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A falta desta última, porém, não impede a imunização. Disponibilidade Haverá doses para todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado no calendário de rotina e aos grupos prioritários. Adolescentes e adultos, por exemplo, podem ser imunizados contra tétano, sarampo e febre amarela. Jovens de 10 a 14 anos, por sua vez, têm indicações para a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nestes últimos casos, é necessário levar documentação que comprove pertencer a um dos grupos prioritários. No domingo (19) não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal na segunda-feira (20).
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Alterações na Lei do Fundo Distrital de Desenvolvimento Rural ampliam modalidades e atualizam regras de funcionamento
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Publicada nesta sexta-feira (17/7) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a alteração da Lei nº 6.606, de 28 de maio de 2020, cria o Fundo Distrital de Desenvolvimento Rural (FDR). As mudanças reorganizam a estrutura do fundo, criam novas modalidades de financiamento, atualizam critérios operacionais e estabelecem mecanismos de transparência para a aplicação dos recursos. Fundo ganha agora novas modalidades, além de ter ampliadas as fontes de recursos | Foto: Divulgação Com a nova redação, o FDR passa a ser composto pelas modalidades FDR-Social, FDR-Crédito e FDR-Aval. Dentro do FDR-Crédito foram criadas quatro submodalidades: FDR-Mulher, para financiamento de projetos conduzidos por mulheres rurais; FDR-Associação/Cooperativa, destinada ao apoio a organizações da agricultura familiar; FDR-Estrutura Rural, para investimentos em infraestrutura rural; e FDR-Mudanças Climáticas, voltada para a adoção de práticas agropecuárias de baixa emissão de carbono. A legislação também amplia as fontes de recursos do fundo, incluindo dotações orçamentárias, doações de pessoas físicas e jurídicas e contribuições vinculadas à utilização de terras públicas rurais, conforme regulamentação específica. Projetos produtivos Outra alteração prevê a possibilidade de utilização de recursos para capital de giro vinculado à execução de projetos produtivos, desde que destinado exclusivamente às despesas operacionais da atividade financiada. A norma mantém restrições para o uso dos recursos em pagamento de dívidas preexistentes, despesas pessoais ou outras finalidades não relacionadas ao projeto aprovado. No âmbito da gestão, o conselho administrativo e gestor do FDR deverá definir, anualmente, as diretrizes das submodalidades de crédito e publicar relatório contendo informações sobre número de operações contratadas, volume de recursos aplicados, distribuição territorial dos financiamentos, indicadores de inadimplência e resultados econômicos, sociais e ambientais. Algumas linhas de financiamento terão permissão para operação com prazo de até 15 anos A nova lei também prevê medidas voltadas para a simplificação dos procedimentos administrativos, como a utilização de consultas a bases oficiais para obtenção de documentos já disponíveis na administração pública e a possibilidade de adoção de modelos padronizados para análise de projetos de menor complexidade. As medidas não dispensam a análise de crédito, a avaliação de risco nem o cumprimento das normas financeiras, ambientais e de proteção de dados. Entre as alterações operacionais, a norma estabelece novos prazos para algumas linhas de financiamento, permitindo operações com prazo de até 15 anos, incluído período de carência de até três anos, nas submodalidades FDR-Mulher, FDR-Estrutura Rural, FDR-Associação/Cooperativa e FDR-Mudanças Climáticas. A lei determina, ainda, que o Poder Executivo regulamente as alterações no prazo de 120 dias após sua publicação. Também foram revogados dispositivos da legislação anterior relacionados à estrutura e ao funcionamento do fundo, com o objetivo de adequar a norma ao novo modelo de gestão. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF)
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Eventos esportivos e culturais alteram trânsito no fim de semana
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Oficina gratuita de teatro musical abre inscrições para jovens de Taguatinga
Estão abertas as inscrições para a oficina Ópera Suburbana, iniciativa que une teatro musical e educação antirracista em Taguatinga. O formulário de inscrição pode ser acessado aqui. O projeto selecionará 20 jovens para cinco meses de atividades gratuitas em canto, interpretação e expressão corporal. Ao final, o grupo apresentará um espetáculo voltado a estudantes da rede pública. O projeto é destinado a jovens a partir de 14 anos, preferencialmente pretos e moradores de Taguatinga. As inscrições podem ser feitas até 28 de julho. Não é necessário ter experiência em teatro ou música. As atividades começam em 30 de julho, no Centro Cultural Recita, em Taguatinga. Os encontros serão às quintas-feiras, das 14h às 17h, e aos sábados, das 9h às 12h, até novembro. Durante os encontros, os jovens terão aulas de canto, dança, interpretação, expressão corporal e vocal, além de atividades de dramaturgia e encenação | Foto: Divulgação Arte transformadora Durante os encontros, os jovens terão aulas de canto, dança, interpretação, expressão corporal e vocal, além de atividades de dramaturgia e encenação. A proposta é usar a linguagem do teatro para discutir o racismo estrutural, ampliar a representatividade e valorizar a cultura afro-brasileira. Ao fim da formação, os alunos montarão o espetáculo Ópera Suburbana, que terá cinco apresentações em Taguatinga. Quatro delas serão destinadas a estudantes do ensino fundamental II e do ensino médio da rede pública. As sessões serão acompanhadas de material didático, palestras e debates para ampliar a discussão sobre educação antirracista.
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Programa GDF na Sua Porta transforma infraestrutura do Paranoá com pacote de obras
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O programa GDF na Sua Porta segue mudando a rotina dos moradores do Paranoá. A partir das 30 ordens de serviço assinadas pela governadora Celina Leão durante a edição na cidade, em abril, a região administrativa tem recebido uma série de reformas estruturais que vão desde o transporte até o esporte, lazer e saneamento. Entre as principais intervenções ligadas à mobilidade urbana e conforto para o cidadão, estão a reforma de 13 paradas de ônibus e a implantação de 16 novas estruturas de espera dos coletivos. Além disso, a gestão de resíduos da região ganhou um reforço importante com a instalação de dois papa-lixos, localizados de forma estratégica no Núcleo Rural Café Sem Troco e no Núcleo Rural Rajadinha II. Entre as principais intervenções ligadas à mobilidade urbana e conforto para o cidadão, estão a reforma de 13 paradas de ônibus e a implantação de 16 novas estruturas de espera dos coletivos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Outras obras já concluídas incluem a construção de uma feira, a implantação de pontos de encontro comunitário (PECs) e a reforma de praças, em locais como a Quadra 25 e o Paranoá Parque. De acordo com a coordenadora de Licenciamento, Obras e Manutenção da Administração Regional do Paranoá, Gabriela Moreira da Silva, o pacote tem estimativa de R$ 26 milhões em investimentos. "São obras que estão, de fato, na porta do cidadão. A gente tem reconstrução de praças, quadras poliesportivas, skate park. Temos aqui a revitalização e a instalação de paradas de ônibus, de papa-lixo. Então, é um pacote grande em diversas áreas que tem atendido o Paranoá e trazido a diferença, realmente, para a população. Todo cidadão que sai de casa hoje e vem na avenida pegar um transporte público vê a diferença", destaca Gabriela. Aprovação popular Para quem depende diariamente do transporte público, a entrega dos abrigos já impacta diretamente o conforto e a proteção. O empresário Asdrubal Marques, de 67 anos, ressalta que o avanço é nítido se comparado às antigas estruturas, que "eram pequenas e não satisfaziam" às necessidades da comunidade. "[As paradas estão] limpas, muito boas, amplas e eficazes. Ajudam a população e o passageiro, porque é muita gente, e elas são grandes, na maioria duplas. Abrigam a todos. Quando chove, a gente percebe são bem feitas", relata o morador, ao citar a reforma de uma prada de ônibus na avenida principal do Paranoá. "Gostei bastante, porque antes, quando a gente ficava aqui embaixo, a chuva molhava e estava com infiltração, não estava legal. Agora jestá bem melhor, porque, além da proteção, está mais ampla e mais segura", destaca a vendedora Débora Lima A sensação de mais segurança é compartilhada pela vendedora Débora Lima, 36. Ela usa a nova parada de ônibus localizada na Avenida Alta Tensão, em frente ao Centro de Ensino Médio 1 (CEM 1), e relembra os transtornos frequentes do passado. "Gostei bastante, porque antes, quando a gente ficava aqui embaixo, a chuva molhava e estava com infiltração, não estava legal. Agora jestá bem melhor, porque, além da proteção, está mais ampla e mais segura", elogia Débora. A moradora comemora ainda a eficiência para encarar o clima local: "É proteção contra tudo, a chuva e o sol. A gente está bem feliz com elas. Maravilhoso".
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Eventos esportivos e culturais alteram trânsito no fim de semana
Durante os dias 18 e 19 de julho, haverá eventos esportivos e culturais que vão impactar o tráfego de veículos no Parque da Cidade, Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, W3 Sul, Estrada Hotéis e Turismo e Guará II. Os condutores devem estar atentos às alterações, redobrar a atenção e buscar vias alternativas, caso seja possível. Corre Pro Match Das 16h à 0h de sábado (18), o trânsito de veículos no Parque da Cidade funcionará em sentido único anti-horário em razão da corrida Corre Pro Match, que terá largada às 17h no Estacionamento 9. Em percursos de 5 km e 10 km, os atletas correrão pela via Parque da Cidade no sentido horário até o estacionamento 4 e, deste ponto em diante, pela pista interna do parque. A partir das 16h30, as vias de acesso à corrida ficarão totalmente fechadas, permitindo o acesso somente aos organizadores e participantes do evento. As rotatórias da 906/907, da 910/911 e da 912/913 Sul serão fechadas no sentido horário e os veículos que vierem pela via Parque da Cidade serão desviados na altura da 907 Sul. Estação Sesc Das 14h às 22h de domingo (19), a área externa do Sesc 504/505 Sul que fica em frente à W3 Sul será ocupada pelo evento Estação Sesc. Para isso, o fluxo de veículos da via W3 Sul, altura do Sesc, será desviado para a W2 e o cruzamento da 706 para a 506 Sul ficará fechado entre 23h59 de sábado e 23h59 de domingo. Half Experience A BSB Half Marathon — Experience ocorrerá no domingo (19) com largada às 6h30 na Praça do Cruzeiro e chegada na Esplanada dos Ministérios. O percurso de 5 km, 10 km e 21 km seguirá pela contramão da via N1, Eixão Sul e trecho da via S1. Os atletas retornarão na altura do Palácio do Planalto e passarão a ocupar três faixas próximas ao canteiro central da via S1 a partir do Itamaraty. Para comportar ida e volta dos atletas, o trecho compreendido entre o Corpo de Bombeiros Militar e o acesso à L2 Norte terá apenas a faixa da direita liberada para veículos de emergência; as demais estarão ocupadas pelos atletas. As vias de acesso à corrida serão totalmente fechadas a partir das 6h, quando o acesso fica permitido apenas aos organizadores e atletas. As vias de ligação entre a S1 e a N1, as saídas de estacionamento para a N1 e os acessos à N1 pela L4 e via Palácio Presidencial ficarão fechadas durante todo o evento, com abertura prevista para as 12h. Veículos que vierem pela L2 Norte em direção ao Eixo Monumental serão desviados para o Buraco do Tatuí. Corrida de Verão No domingo (19), a partir das 6h30, as duas faixas próximas ao canteiro central da Estrada Hotéis e Turismo — no trecho compreendido entre as rotatórias da altura da Concha Acústica de Brasília e do Posto Cascol — serão isoladas para receber os atletas da Corrida de Verão BSB 2026. Os atletas largarão às 7h da rotatória próxima à Concha Acústica e retornarão na altura do posto, dando duas (5 km) ou quatro (10 km) voltas. As rotatórias do percurso também ficarão fechadas até o final da competição, com liberação do trânsito prevista para as 9h. Cross Urbano A corrida Cross Urbano 2026 — etapa Brasília acontecerá neste domingo (19) no Parque Ezechias Heringer, no Guará II. A largada dos atletas está prevista para as 7h no Teatro Cave (QE 17, AE). Por isso, o fluxo de veículos no trecho que liga o Cave à entrada do parque (próximo ao Conjunto C da QE 25) será interrompido no momento da largada até que o último participante saia da via e alcance a trilha ecológica do parque.
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Trânsito no Setor de Clubes Sul tem alterações para evento Na Praia 2026
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Como saber se você tem direito ao Cartão Gás no DF
Famílias de baixa renda do Distrito Federal podem receber o benefício do Cartão Gás, que repassa R$ 100 a cada dois meses para a compra de botijão de gás de cozinha de 13 quilos. Atualmente, cerca de 70 mil famílias são atendidas pelo programa na capital. Não existe inscrição específica para participar do programa. A seleção é feita automaticamente com base nas informações registradas no Cadastro Único (CadÚnico). Por isso, manter os dados atualizados é fundamental para que a família possa ser considerada elegível. Podem receber o benefício famílias inscritas no CadÚnico que residam no Distrito Federal, tenham renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa e tenham informado no cadastro que parte da renda é comprometida com a compra do gás liquefeito de petróleo (GLP), utilizado no botijão de cozinha. Também é necessário que o responsável familiar tenha pelo menos 16 anos e CPF informado no Cadastro Único. Não podem participar do programa pessoas em situação de rua nem famílias acolhidas em instituições coletivas. A análise para concessão do benefício é feita com base nas informações do Cadastro Único | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Caso o número de famílias aptas seja maior do que os recursos disponíveis, a prioridade é dada nesta ordem: às famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos; famílias com crianças nessa faixa etária; famílias com pessoas com deficiência; e famílias com idosos. Cadastro atualizado Como a concessão ocorre automaticamente, não é preciso procurar um órgão público para solicitar o Cartão Gás. A análise considera exclusivamente as informações declaradas no Cadastro Único. Por isso, é importante verificar se estão corretos o CPF do responsável familiar, a composição da família, o endereço de residência no Distrito Federal, a renda e a informação de que há comprometimento da renda com a compra do botijão de gás. A ausência dessa declaração ou do CPF do responsável impede a concessão do benefício. Como saber se você foi contemplado A consulta para verificar se a família foi contemplada pode ser feita pelo Sistema de Cadastro Socioeconômico, clicando aqui. Basta informar o CPF e a data de nascimento do responsável familiar. O sistema informa se o benefício foi concedido e indica a agência bancária onde o cartão estará disponível para retirada. A relação de beneficiários costuma ser divulgada na semana em que ocorre o pagamento. O cartão é emitido em nome do responsável familiar e encaminhado, preferencialmente, para uma agência próxima ao endereço registrado no Cadastro Único. Após a disponibilização, ele deve ser retirado em até 120 dias. Valor e regras do benefício O crédito é de R$ 100, liberado a cada dois meses, e pode ser utilizado exclusivamente para a compra de botijão de gás de cozinha de 13 quilos em estabelecimentos credenciados. O auxílio não possui prazo determinado para encerramento. A família permanece recebendo o benefício enquanto continuar atendendo aos critérios estabelecidos pelo programa. O Cartão Gás pode ser cancelado caso não seja retirado dentro do prazo de 120 dias, seja identificado recebimento indevido por diferentes integrantes da mesma família ou residência; ou sejam constatadas informações falsas ou uso de meios ilícitos para ingressar ou permanecer no programa. Passo a passo para participar ⇒ Estar inscrito e manter atualizado o Cadastro Único; ⇒ Conferir se o CPF do responsável familiar, renda, composição familiar e endereço no DF estão corretos; ⇒ Declarar no cadastro que parte da renda é destinada à compra do botijão de gás; ⇒ Aguardar a seleção automática; ⇒ Consultar o resultado no Sistema de Cadastro Socioeconômico do BRB com CPF e data de nascimento do responsável familiar; ⇒ Caso seja contemplado, retirar o cartão na agência indicada em até 120 dias; ⇒ Utilizar o crédito de R$ 100, liberado a cada dois meses, exclusivamente para a compra de botijão de gás de 13 quilos. Em caso de dúvidas, a pessoa pode buscar atendimento pelo site oficial; pela Central 156; pela Ouvidoria, no telefone 162; ou por este portal.
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Jornada da Mulher Trabalhadora: 198 alunas concluem cursos em Ceilândia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quando entrou no curso de extensão de cílios, a professora Denise Dantas de Souza Pinto, de 40 anos, pensava em aprender a técnica para atender as duas filhas e reduzir uma despesa familiar. Ao concluir a formação, decidiu montar com uma delas, que também participou do projeto, um estúdio em casa e buscar as primeiras clientes entre as amigas das jovens. Cerimônia de formatura reuniu as alunas, familiares e equipes do curso na Praça da Bíblia, em Ceilândia | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “É por isso que cursos como este são tão importantes: eles qualificam as mulheres e dão oportunidades para que tenham trabalho, emprego e renda, possam sair de uma situação de violência e ter uma segunda chance” Governadora Celina Leão Denise esteve entre as 198 alunas que receberam, nesta sexta-feira (17), os certificados do projeto Jornada da Mulher Trabalhadora. A cerimônia, na Praça da Bíblia, em Ceilândia, contou com a presença da governadora Celina Leão. Durante o evento, a governadora defendeu que a qualificação profissional integre as políticas de proteção às mulheres: “É por isso que cursos como este são tão importantes: eles qualificam as mulheres e dão oportunidades para que tenham trabalho, emprego e renda, possam sair de uma situação de violência e ter uma segunda chance”. Cursos O edital destinou 210 vagas a Ceilândia, divididas igualmente entre as três modalidades. Cada uma teve turmas nos turnos matutino e vespertino, com até 35 participantes. Após a seleção inicial, um novo chamamento abriu 106 vagas que ainda não haviam sido preenchidas. Planaltina recebeu outras 210 oportunidades, totalizando 420 nas duas regiões administrativas. Para obter o certificado, as participantes precisavam cumprir pelo menos 75% da carga horária e ter o aproveitamento validado por avaliações teóricas e práticas. A seleção exigia idade mínima de 16 anos e residência no Distrito Federal, com preferência para mulheres de Ceilândia e Planaltina em situação de vulnerabilidade social, desempregadas ou trabalhadoras informais. Recém-formada, Denise Pinto conta que enfrentou jornada intensa durante a capacitação: “Os afazeres de casa ficavam esperando enquanto eu me dedicava ao curso” A rotina de Denise ficou mais intensa depois do início das aulas, e a terceira semana concentrou o momento mais difícil. “Olhei para minha filha e falei: ‘Não quero ir mais, estou cansada’”, lembra ela. “Os afazeres de casa ficavam esperando enquanto eu me dedicava ao curso. Ela e a professora me incentivaram a continuar. Valeu a pena demais”. Superação Ludilene Rodrigues concluiu o terceiro curso pelo projeto: “Tudo ficou diferente: minha autoestima, meu jeito de me comunicar e minha renda. Hoje incentivo outras mulheres a continuar, porque a independência emocional e financeira faz diferença” Para Ludilene Rodrigues, 37, o desafio teve outra dimensão. Dona de casa e mãe de três filhos, ela, que mora longe do local das aulas, precisou arcar com as passagens e reorganizar os horários e os cuidados com as crianças para frequentar a turma de alongamento de unhas. “Eu dizia que não conseguia, e a professora segurava a minha mão: ‘Você consegue, só precisa tentar mais um pouco’”, relata. “Eu não sabia que tinha talento; ela encontrou isso em mim e foi me moldando.” Antes do fim das aulas, ela recebeu de outra profissional a oferta de um local para trabalhar. “Já tenho clientes; agora preciso comprar o material para começar nesse espaço”, comemora. A formação atual foi a terceira concluída por Ludilene. Em 2022, ela fez o curso de trancista e passou a atuar na área. No ano seguinte, estudou maquiagem. “Tudo ficou diferente: minha autoestima, meu jeito de me comunicar e minha renda. Hoje incentivo outras mulheres a continuar, porque a independência emocional e financeira faz diferença”, ressalta.
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Secretaria de Saúde detalha apuração de óbitos em hospitais da rede pública do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Durante coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (16), a Secretaria de Saúde (SES-DF) detalhou as informações e as providências administrativas sobre os recentes óbitos ocorridos nas unidades de saúde da rede pública. Logo na abertura da coletiva, os gestores da pasta prestaram solidariedade aos familiares das vítimas e reafirmaram o compromisso de investigar cada ocorrência com o máximo rigor. A equipe técnica da SES-DF apresentou o detalhamento das apurações preliminares de cada caso. Veja abaixo. Caso no Hospital Regional de Samambaia (paciente de 36 anos) A paciente de 36 anos deu entrada na unidade em trabalho de parto, que foi induzido com o consentimento dela e de seu acompanhante. Contudo, após o nascimento do bebê, foi constatada uma atonia uterina — uma complicação grave em que o músculo do útero não se contrai para estancar o sangramento do local onde a placenta estava fixada. A equipe médica de plantão acionou imediatamente todos os protocolos de emergência preconizados, incluindo a realização de uma histerectomia (retirada cirúrgica do útero) na tentativa de conter a hemorragia, mas, infelizmente, o quadro não pôde ser revertido. Caso no Hospital Regional de Samambaia (paciente de 25 anos) A equipe técnica da SES-DF apresentou o detalhamento das apurações preliminares dos casos | Foto: Divulgação/SES-DF A paciente de 25 anos deu entrada no hospital em trabalho de parto que, após sucessivas avaliações clínicas e monitoramento constante, evoluiu inicialmente sem sinais de alerta. No entanto, a ocorrência de um sangramento nasal (epistaxe) acendeu o alerta da equipe, que deu início imediato à investigação de um possível distúrbio sistêmico de coagulação — uma condição grave, de difícil diagnóstico em exames de pré-natal convencionais. Apesar de a equipe médica ter empregado todos os protocolos de terapia intensiva e suporte cabíveis para reverter o quadro, a paciente sofreu uma hemorragia pós-parto e não resistiu. Caso da bebê de 5 meses (transferência de Planaltina) Sobre o falecimento da bebê de cinco meses ocorrido durante a transferência do Hospital Regional de Planaltina (HRPL) para o Hospital da Criança de Brasília (HCB), a SES-DF informou a abertura imediata de um processo de apuração para investigar a conduta no transporte. A paciente, que havia nascido prematura tardia e já utilizava oxigênio domiciliar, deu entrada no HRPL com um quadro suspeito de bronquiolite e precisou ser intubada. As apurações preliminares apontam que, durante o transporte de urgência realizado por uma empresa terceirizada contratada pelo Estado, houve o desprendimento acidental do tubo de ventilação mecânica (extubação). A SES-DF reforçou que, caso as investigações comprovem imperícia ou negligência na prestação do serviço de transporte, serão tomadas todas as sanções administrativas e legais cabíveis, incluindo a imediata rescisão do contrato com a empresa prestadora. Protocolos de atendimento A gestão da SES-DF destacou que a rede pública do Distrito Federal segue rigorosamente as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, que priorizam o parto normal humanizado como o método mais seguro. Contudo, a pasta frisou que a indicação e a realização de cesarianas de emergência devem ocorrer prontamente em qualquer situação onde as equipes médicas identifiquem riscos à integridade física e à vida da mãe ou do bebê. Os gestores pontuaram que o Hospital Regional de Samambaia apresenta, historicamente, um índice de excelência e segurança obstétrica muito consolidado: em 2024, foram realizados mais de 3,3 mil partos na unidade, registrando-se apenas um óbito materno. Já em 2025, foram realizados mais de 3,4 mil partos no hospital, com nenhum registro de óbito materno. A Secretaria de Saúde reitera que o objetivo prioritário das investigações em curso é garantir que esse padrão histórico de excelência e segurança no atendimento obstétrico seja rigorosamente mantido e assegurado a toda a população do Distrito Federal.
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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 26/7 para abrir conta no BRB
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foram selecionadas 1.514 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h do dia 26 de julho. Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede R$ 150 mensais às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é disponibilizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Sedes-DF
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indicadores de acolhimento SMDF
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Patinetes elétricos: saiba como funciona o serviço compartilhado em Brasília
Ir ao trabalho, à faculdade ou resolver tarefas do dia a dia ficou mais fácil com os patinetes elétricos compartilhados. O serviço está disponível em 11 regiões do Distrito Federal e conta com uma frota de 2,7 mil veículos. Os patinetes podem ser encontrados no Plano Piloto, Parque da Cidade, Sudoeste, Cruzeiro, Guará, Águas Claras, Taguatinga Sul, Park Way, Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Gama. Para utilizar os equipamentos, basta fazer o cadastro no aplicativo da empresa responsável pelo serviço e seguir as orientações de uso. Os usuários também devem respeitar as normas de trânsito e as regras. Entre as exigências estão a oferta de seguro aos usuários, a disponibilização de equipamentos certificados e em boas condições de uso e a realização de campanhas educativas sobre segurança e uso correto dos patinetes. Os usuários do patinete elétrico devem respeitar as leis de trânsito e regras do serviço | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Outra regra importante diz respeito ao estacionamento. Os patinetes devem ser deixados em locais permitidos, sem bloquear calçadas, rampas de acessibilidade ou a faixa livre destinada à circulação de pedestres, garantindo a acessibilidade e a livre circulação de quem passa pelas vias. Operação regulamentada Atualmente, a empresa JET é responsável pela prestação do serviço no DF. O credenciamento ocorreu após chamamento público, que também habilitou a empresa Whoosh BR. A segunda credenciada, no entanto, ainda não iniciou as atividades. As empresas autorizadas pagam uma taxa pela utilização das áreas públicas onde são instaladas as estações dos patinetes.
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Publicada segunda edição do Manual de Condutas Obstétricas do Hmib
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O programa de residência médica em obstetrícia e ginecologia do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), vinculado à Escola de Saúde Pública (ESP-DF), em conjunto com médicos, residentes, preceptores e colaboradores convidados publicou, recentemente, a segunda edição do Manual de Condutas Obstétricas do Hmib. A obra, que contou com o apoio institucional e financeiro da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), foi elaborada ao longo dos anos de 2024 e 2025 e reúne 32 capítulos que contemplam as principais patologias, protocolos e condutas da prática obstétrica, fundamentados nas evidências científicas e recomendações mais atuais. Elaborada ao longo dos anos de 2024 e 2025, com a participação de 59 autores, a obra reúne 32 capítulos, relacionados às principais patologias, protocolos e condutas da prática obstétrica | Foto: Divulgação/Fepecs A obstetrícia é uma especialidade dinâmica, marcada por constantes avanços científicos e atualizações de diretrizes, por isso o manual foi desenvolvido com o objetivo de padronizar e qualificar a assistência prestada às gestantes no âmbito do Hmib, promovendo maior segurança, uniformidade e eficiência na prática clínica. A segunda edição foi organizada para atualizar os conteúdos da versão anterior e incorporar novos capítulos, acompanhando a evolução do conhecimento científico e as necessidades da assistência obstétrica contemporânea. A publicação contou com a participação de 59 autores e possui grande relevância para a saúde pública do Distrito Federal por contribuir para a padronização da assistência obstétrica em um dos principais hospitais de referência do Sistema Único de Saúde (SUS) do DF. Ao reunir protocolos fundamentados nas melhores evidências científicas disponíveis, o manual promove maior segurança para pacientes e profissionais, reduz a variabilidade das condutas e fortalece a qualidade da assistência prestada às gestantes. Além disso, também pode ser utilizado como guia nos hospitais de ensino e constitui uma importante ferramenta para a formação de médicos residentes, estudantes e demais profissionais de saúde, contribuindo para a qualificação da assistência obstétrica em toda a rede pública do DF. *Com informações da Fepecs
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Ocupa uma área rural no DF? Saiba como solicitar a regularização fundiária
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quem ocupa uma área rural passível de regularização no Distrito Federal pode solicitar a regularização fundiária. Ao final do processo, se todos os requisitos forem atendidos, é firmado o Contrato de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDU), documento que formaliza a ocupação da área. Comprovação do exercício de atividade rural ou ambiental é um dos requisitos para obter o contrato que formaliza a ocupação da área | Foto: Arquivo/Agência Brasília Antes da assinatura do contrato, é preciso comprovar que a ocupação atende aos requisitos legais. Entre elas estão o tempo de ocupação do imóvel, o exercício de atividade rural ou ambiental e a apresentação da documentação necessária. Como solicitar A forma de iniciar o pedido depende da situação da área. Quando a região é contemplada por um edital de chamamento público, os ocupantes são convocados para apresentar a documentação dentro do prazo estabelecido. Nas áreas que ainda não foram contempladas por edital, o interessado pode protocolar um requerimento individual na Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR S.A.). O pedido passa por análise técnica e documental, e, se necessário, podem ser solicitadas informações complementares ou realizadas vistorias antes da conclusão do processo. A quem se destina Podem participar ocupantes de imóveis localizados na macrozona rural do Distrito Federal que atendam aos requisitos previstos na Lei nº 5.803/2017 e no Decreto nº 43.154/2023. Entre as principais exigências estão ocupar uma área rural de, no mínimo, 2 hectares ou, no caso de áreas com características rurais situadas em zona urbana, de pelo menos 0,25 hectare. Também é necessário comprovar a ocupação direta desde antes de 22 de dezembro de 2016, exercer atividade rural ou ambiental no imóvel, estar em dia com as obrigações fiscais e apresentar a inscrição da área no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
Neste final de semana, a partir das 9h, pessoas em situação de rua que se encontram em endereços distintos no Plano Piloto receberão oferta de acolhimento e assistência social. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado pelos ocupantes; ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados a depósito (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Veja abaixo os pontos de ação de sábado (18) e domingo (19): 1. L2 Norte, na altura da 602, abaixo do Serpro; 2. 601 Norte; 3. SGAN 606, via L3, próximo à cerca dos módulos C, D e E; 4. SGAN 607, área verde; 5. SGAN 608, via L3, atrás do IDP; 6. L3 Norte, altura da 611; 7. Entrequadra 110/111 Norte; 8. EQN 309/310, atrás da Igreja Cristã Evangélica; 9. Área verde entre a SQN 311 e 312, nos fundos da Capela Divina Misericórdia; 10. Entre a SQN 313 e 314, nos fundos da 1ª Igreja Batista; 11. EQN 315/316, igreja Messiânica; 12. Proximidades da Torre de TV; 13. Subsolo da Torre de TV; 14. Setor Comercial Sul; 15. Centro POP 903 Sul; 16. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e 702 à 705; 17. SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; 18. SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela; 19. SGAS 603, fundos da Escola Superior do Ministério Público da União; 20. SGAS 609, área verde em frente à Embaixada da Bélgica; 21. CLS 409, ao lado do bloco A; 22. CLS 209, próximo ao bloco C; 23. SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão.
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Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período. Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas. Critérios para solicitar o benefício ⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha ⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social ⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência ⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar ⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia ⇒ Residir no Distrito Federal ⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos ⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher. Como solicitar O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026. Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia. O que é necessário durante o recebimento Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário. Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares. Como funciona a prorrogação O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo. Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.
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