Macaco-aranha-da-cara-preta deixa o Zoo de Brasília para integrar grupo em Sorocaba
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O macaco-aranha-da-cara-preta Tchuco, de 23 anos, deixou o Zoológico de Brasília na quinta-feira (22/10) e foi transferido para o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba (SP). Nascido no zoo local, o animal passa a integrar o grupo de primatas da instituição paulista. A mudança faz parte de um planejamento técnico de manejo que busca favorecer a formação e a composição de grupos sociais da espécie, além de contribuir para a manutenção da diversidade genética de animais sob cuidados humanos. Nascido no zoo de Brasília, Tchuco vai integrar um programa de planejamento reprodutivo em uma unidade do interior de São Paulo | Foto: Lucas Souza/FJZB A movimentação de animais entre instituições zoológicas é uma estratégia de manejo que contribui para o planejamento reprodutivo e para a conservação das espécies. As decisões são orientadas por critérios técnicos, considerando as necessidades dos animais e os objetivos dos programas de conservação. Conservação da espécie O macaco-aranha-da-cara-preta (Ateles chamek) é um primata nativo da América do Sul e integra as espécies contempladas pelo Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A transferência de Tchuco reforça a cooperação entre instituições que atuam no manejo de animais sob cuidados humanos. A formação planejada de grupos e a gestão da diversidade genética são medidas importantes para a manutenção de populações saudáveis e geneticamente viáveis a longo prazo. Com a saída de Tchuco, o Zoológico de Brasília segue contribuindo para iniciativas de manejo integrado e conservação da fauna, por meio da cooperação com outras instituições zoológicas. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília
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Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília reabre para visitação
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília foi reaberto para visitação após o período de fechamento temporário destinado ao acompanhamento reprodutivo de um casal de araras-vermelhas. A suspensão foi uma medida preventiva adotada para garantir mais tranquilidade às aves durante uma fase dedicada ao bem-estar dos animais. Embora o casal tenha realizado a postura dos ovos, eles não evoluíram para o nascimento de filhotes. Segundo a equipe técnica do Zoológico de Brasília, essa era a primeira experiência reprodutiva do casal, e situações como essa são consideradas naturais, especialmente em aves que estão iniciando seu ciclo reprodutivo. A expectativa é que novas tentativas aconteçam futuramente, sempre respeitando o bem-estar e o comportamento dos animais. A experiência imersiva aproxima o público das aves em um ambiente que promove a educação ambiental. As atividades de visitação podem ser suspensas para assegurar as melhores condições aos indivíduos sob cuidados da instituição. Com a proposta “Cores e Sons da Mata”, o espaço proporciona aos visitantes uma experiência imersiva, permitindo caminhar entre as aves, apreciar a diversidade de cores de suas plumagens e ouvir seus cantos | Foto: Divulgação Sobre o Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília Com a proposta “Cores e Sons da Mata”, o espaço proporciona aos visitantes uma experiência imersiva, permitindo caminhar entre as aves, apreciar a diversidade de cores de suas plumagens e ouvir seus cantos e vocalizações. Essa proximidade com os animais favorece a observação de suas características e comportamentos, promovendo uma conexão mais próxima com a natureza. O espaço abriga 23 aves, pertencentes a 15 espécies brasileiras, além de dois indivíduos de muçuã (uma espécie de cágado) e um jabuti. No pequeno lago disponível no local, habitam duas espécies de peixes: o peixe-espada e o mocinha. O Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília funciona de quarta-feira a domingo, das 9h às 12h (encerramento da fila às 11h30) e das 13h30 às 15h30 (encerramento da fila às 15h), com visitas de até 10 pessoas por vez, garantindo tranquilidade aos animais e melhor qualidade de experiência ao público. *Com informações do Zoológico de Brasília
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