Restaurantes comunitários do Distrito Federal recebem o projeto Democratização do Reggae
O projeto Democratização do Reggae dá início, neste sábado (30), das 11h às 15h, a uma circulação cultural voltada aos frequentadores dos restaurantes comunitários do Distrito Federal. A primeira ação será em Samambaia, no Restaurante Comunitário Rorizão. O evento une apresentações musicais de artistas locais a uma feira de artesanato, promovendo acessibilidade cultural e fortalecimento comunitário. A turnê do projeto Democratização do Reggae começa por Samambaia e deve passar por outros restaurantes comunitários | Foto: Divulgação/ Secec-DF A iniciativa conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e busca preencher uma lacuna de acesso a bens culturais em áreas habitadas por classes sociais mais vulneráveis. Além de Samambaia, o projeto prevê a passagem pelas estruturas dos restaurantes comunitários da Estrutural, de Águas Claras (Areal) e de Ceilândia, integrando a arte à rotina de alimentação dos usuários desses espaços. "O fomento a projetos como o Democratização do Reggae, por meio do FAC, cumpre o papel fundamental do Estado de descentralizar os recursos públicos e democratizar o acesso à arte" Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa "O fomento a projetos como o Democratização do Reggae, por meio do FAC, cumpre o papel fundamental do Estado de descentralizar os recursos públicos e democratizar o acesso à arte. Levar apresentações musicais e feiras de artesanato para dentro dos restaurantes comunitários significa reconhecer a identidade dessas populações, transformando espaços de assistência social também em polos de dignidade, acolhimento e inclusão cultural", afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A programação em Samambaia será conduzida pelo DJ Nono, colecionador de vinil, que executa a discotecagem na abertura e nos intervalos. A primeira atração musical do dia será o grupo Ritual Sonoro. Em seguida, apresenta-se o cantor e morador da cidade Wagner Gamma, acompanhado pelo Quarteto Reggae Jazz Band, com as participações especiais das cantoras Dayane Cardoso e Karol Lira. Simultaneamente às apresentações artísticas, o restaurante recebe a Feira Preta. O espaço reúne artesãos da própria região administrativa e tem como propósito central valorizar a cultura local, além de incentivar o empreendedorismo e a troca econômica solidária entre os moradores da comunidade. Projeto Democratização do Reggae Quando: sábado (30), das 11 às 15h Local: Restaurante Comunitário Rorizão (Samambaia). *Com informações da Secec-DF
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Samambaia recebe ação de acolhimento à população em situação de rua nesta quarta (27)
Pessoas que estão instaladas em 40 endereços distintos de Samambaia receberão, nesta quarta-feira (27), a oferta de acolhimento e assistência social do Governo do Distrito Federal (GDF). A ação tem início previsto para as 9h. Ação compreende acolhimento e oferta de orientações sobre saúde e outros serviços | Foto: Agência Brasília Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de serviços em saúde, educação e assistência social, além de orientações sobre cuidados com animais domésticos e benefícios específicos, como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para quem não tem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer da semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação previstos para esta quarta. → Quadra 201, próximo ao 37º GBM, grade do quartel dos bombeiros → Quadra 201, em frente ao Condomínio Ilha de Páscoa → Quadra 201, atrás do Supermercado Tatico → Quadra 202, conjuntos 2 e 5 e ao lado do metrô → QR 102, em frente à estação de metrô → Quadra 302, Centro Urbano → Quadra 301, no muro do Estádio Rorizão → QN 501, Conjunto 14, em frente à Avenida Principal → QN 511, próximo ao Conjunto C → QR 313, conjuntos 12, 13, 23 e Loja 2 → QN 313, próximo ao Conjunto C, Lote 1 → QN 513, Área Especial 1 → QR 521, Praça do Cidadão → QN 325, atrás do Conjunto B → Quadras 127 e 225 → QR 425, no Balão da Primeira Avenida → QR 423, próximo ao Conjunto 3, Lote 22 → QN 419, próximo ao Creas → QR 411, Conjunto D → QS 409, atrás do Caic Helena Reis → QN/QR 405, QN 403, conjuntos F, G, 5 → QN 401, Conjunto I, próximo ao Colégio CCI → QN 410, próximo ao Conjunto 1 → QR 608, obras da ciclovia → QR 610, obras da ciclovia → QN 402, em frente à Igreja Casa do Pai → QI 416, área pública em frente ao Conjunto 1 → QN 210 Conjunto D, Lote 2, em frente à Clínica Amor Saúde → QR 210, em frente ao Conjunto 15, área pública da Rede Fumas → QS 116, Conjunto 6, próximo ao Centro Clínico de Samambaia → QN 320, Conjunto 1 → QN 320, Conjunto 7, em frente ao Lote 4 → QR 516, conjuntos 13, 23 → QR 512, próximo ao Conjunto 9 → QR 510, Conjunto 4 → QS 512, atrás da escola e posto de saúde → QR 310, conjuntos 11, 13 e 9 → QS 431, em frente ao Conjunto E → QR 433, Conjunto 1, Casa 15 → QR 833, próximo ao Conjunto 4. *Com informações da DF Legal
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Campanha Reencontrar mobiliza escolas do DF para prevenção ao desaparecimento de crianças e adolescentes
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Equipes do Hospital da Criança se unem no controle de infecções
Garantir a segurança de uma criança que passa por tratamento de saúde envolve prevenir infecções e, caso elas aconteçam, agir em tempo hábil para combatê-las. Para aprimorar esse cuidado, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) implementou novo processo de vigilância, integrando a equipe de enfermagem ao monitoramento das infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras). Controle de infecção é rigoroso nos procedimentos adotados pelos profissionais do hospital | Fotos: Maria Clara Oliveira/HCB As Iras se dividem entre infecções primárias da corrente sanguínea (IPCS), pneumonia associada à ventilação e a infecções do trato urinário. Dos três tipos, o mais comum no HCB é o IPCS, devido ao perfil de pacientes atendidos: crianças imunossuprimidas, vários tipos de cateter e complexidade de acessos venosos. Periodicamente, os pacientes internados passam por visitas durante as quais se coletam os bundles, conjuntos de informações referentes ao controle de infecções. “Podemos ver os sinais precocemente e agir precocemente para evitar a infecção” Lorena Borges, enfermeira do HCB As visitas para verificação de cateteres das crianças internadas no Hospital são feitas pelas equipes do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do HCB e de enfermagem. Ao envolver mais profissionais na tarefa, o hospital consegue identificar sinais de infecção mais rapidamente. Análises aprimoradas “Sempre trabalhamos com os bundles de IPCS, mas as auditorias eram muito centradas no SCIH”, relata o gerente do Serviço, o infectologista Bruno Lima. “Tínhamos dificuldade em cobrir alguns turnos e de discussão de condutas entre as equipes.” Com o novo processo, a equipe orientou os enfermeiros sobre a melhor forma de analisar os cateteres e quais informações coletar com pacientes e acompanhantes. [LEIA_TAMBEM]Essa integração traz tempo de resposta mais rápido, avalia a enfermeira Lorena Borges, gerente da Linha de Cuidado do Paciente Onco-hematológico: “Podemos ver os sinais precocemente e agir precocemente para evitar a infecção”. A periodicidade das vistorias varia dependendo do perfil de atendimento de cada ala da internação do HCB, mas todos os pacientes são acompanhados no que se refere a vermelhidão, presença de sangue, fluidez do cateter e outras características relacionadas a um processo infeccioso. O HCB também adotou uma ferramenta para o registro das visitas, gerando um histórico de cada paciente. Com isso, em casos de infecção, é possível verificar outras informações relacionadas à causa ou ao manejo do quadro. “Hoje, o processo todo é registrado na plataforma RedCap e conseguimos rastrear todos os bundles nominalmente”, aponta Bruno Lima. “Se tivermos uma infecção e quisermos rastreá-los retroativamente, temos acesso a essas informações, o que foi um ganho muito grande”. O novo processo teve início em 2025, como um projeto-piloto, e alcançou toda a internação em janeiro deste ano. Ao longo das diferentes fases da implementação, o HCB tem mantido uma taxa de conformidade de 96%. A expectativa é que, ao final do primeiro semestre, os dados consolidados confirmem os bons resultados alcançados até o momento. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília
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Nota - Operação Ghost Operator
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A trajetória vitoriosa de uma merendeira que hoje é gestora de uma escola pública do DF
A educação pública do Distrito Federal transformou a vida de Mírian Fiuza Braga. Ex-merendeira e atualmente vice-diretora do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Gama, a servidora construiu toda a trajetória profissional na Secretaria de Educação (SEEDF), unindo dedicação, estudo e vínculo com a comunidade escolar. Ex-aluna da rede pública de ensino, Mírian já foi auxiliar de cozinha, distribuidora de medicamentos, secretária e técnica em contabilidade | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF “Eu só sabia fazer comida de casa, mas depois que escutei minha mãe, fiz um cursinho e passei no concurso” Mírian Fiuza, gestora educacional A história começou em 2005, quando Mírian ingressou na carreira de assistência à educação após aprovação em concurso público. Moradora do Gama e estudante da rede pública de ensino do DF durante toda a vida, ela atuava como auxiliar de cozinha no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 15 do Gama, onde ajudava diariamente na preparação da alimentação escolar para 1.050 estudantes. Antes de chegar à rede pública de ensino, ela trabalhou como auxiliar de dentista, distribuidora de medicamentos, secretária e técnica em contabilidade. Anos depois, em 2012, foi aprovada em um novo concurso, desta vez para a carreira do magistério da SEEDF. “Eu só sabia fazer comida de casa, mas depois que escutei minha mãe, fiz um cursinho e passei no concurso”, relata. “Ela me deu esse ensinamento de que a gente pode começar por baixo. Nós precisamos aos poucos ir ocupando nossos espaços. Quando eu fui chamada, fiquei muito feliz! Sempre tive uma rede de apoio familiar muito importante na minha vida.” “Quando eu era da merenda, buscava ser a melhor merendeira”, lembra ela “A maneira como ela me fazia sentir capaz de aprender e de ser o que eu quisesse fez com que eu desejasse levar isso para outras pessoas” Brenda Geovana Rocha, professora de inglês do CEM 01 do Gama Mírian lembra que o cuidado com os estudantes sempre esteve presente em sua atuação profissional, independentemente da função exercida dentro da escola. “Quando eu era da merenda, buscava ser a melhor merendeira”, lembra. “Colocava amor e respeito no que eu fazia”, conta. “Se eu fizesse um café para os professores, eu fazia com amor e respeito. Sempre atendi bem os alunos, sempre tive uma relação amistosa com eles. Os alunos se apegaram muito a mim, desde a época em que eu era da merenda.” Da cozinha à sala de aula Bolsista do Programa Universidade para Todos (ProUni), Mírian cursou letras português/inglês e posteriormente se especializou em coordenação pedagógica pela Universidade de Brasília (UnB). Em 2018, passou a atuar como professora no CEM 01 do Gama, escola onde estudou na juventude. Já em 2023, assumiu a vice-direção da unidade escolar. Hoje, divide o ambiente de trabalho com ex-alunos que tiveram sua trajetória inspirada por ela. “Eu a tinha como um exemplo de profissional que eu queria me tornar, pois a maneira como ela me fazia sentir capaz de aprender e de ser o que eu quisesse fez com que eu desejasse levar isso para outras pessoas”, conta Brenda Geovana Rocha, atualmente professora de inglês da escola. [LEIA_TAMBEM]“Sempre soube da história dela, e é muito inspirador ouvir um testemunho de alguém que tinha a mesma realidade que a minha enquanto estudante”, enfatiza Brenda. “A empatia e a maneira como ela sempre acreditava no potencial das pessoas era o que eu mais gostava, então trabalhar ao lado da professora que me inspirou é um privilégio inenarrável.” Além das funções na gestão escolar, Mírian lidera um grupo sobre comunicação não violenta. Atualmente, cursa psicologia para ampliar a atuação no acolhimento e no apoio emocional aos estudantes. “Já passei por diversas situações de alunos que precisavam de apoio emocional, e eu, mesmo sendo professora, consegui dar um apoio”, afirma. “Já recebi tanta coisa… presentes, cartinhas de alunos, terço. Essa escola tem mais de 2.400 alunos, mais de 100 professores. Não é uma gestão fácil, a gente precisa resolver conflitos, ser proativo. Tem que ter iniciativa.” A trajetória da servidora representa o papel transformador da educação pública e demonstra como a rede da SEEDF possibilita oportunidades de crescimento profissional, formação continuada e construção de vínculos dentro da própria comunidade escolar. Tags: Gama, merendeira, gestão escolar, inspiração, trajetória, educação pública. *Com informações da Secretaria de Educação
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Acompanhe o lançamento da Operação Verde Vivo 2026
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Detran-DF realiza seminário sobre segurança de motociclistas no Dia D do Maio Amarelo
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Campeonato leva pesca esportiva e atrações culturais à Orla da Concha Acústica
Brasília será palco de um dos maiores encontros voltados para a pesca esportiva sustentável do Centro-Oeste. Entre os dias 29 e 31, a Orla da Concha Acústica recebe o Campeonato de Pesca do Distrito Federal 2026, evento que promete reunir pescadores, famílias, turistas, expositores e amantes da natureza em uma ampla programação voltada para o esporte, lazer, turismo e conscientização ambiental. Campeonato de pesca esportiva sustentável começa na sexta-feira (29) no Lago Paranoá | Fotos: Fernando Fidelis/Sema-DF Com realização do Instituto Tecnológico e Cultural Brasileiro (ITCB) e apoio da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), o campeonato nasce com a missão de fortalecer a pesca esportiva sustentável no DF, incentivar o turismo ecológico e ampliar o debate sobre preservação dos ecossistemas aquáticos do Lago Paranoá. Durante os três dias de programação, o público poderá acompanhar competições esportivas, feira temática de pesca, praça de alimentação, atrações culturais, área kids, palestras educativas, apresentações musicais e atividades voltadas à educação ambiental. A abertura oficial será na sexta-feira (29), com programação especial voltada a estudantes da rede pública, incluindo palestra sobre meio ambiente, apresentação lúdica infantil e cerimônia oficial de lançamento do campeonato. Todas as provas da competição terão iscas artificiais e, logo depois, peixe fisgado será devolvido ao lago Valorização do Lago Paranoá O campeonato será disputado em três modalidades: pesca em caiaque, pesca de barranco e pesca embarcada. Todas as provas serão realizadas exclusivamente com iscas artificiais e dentro do sistema de captura e soltura, reforçando o compromisso do evento com práticas sustentáveis e preservação ambiental. [LEIA_TAMBEM]Os peixes capturados deverão ser medidos e devolvidos imediatamente ao habitat natural. A pontuação será definida pelo comprimento total do tucunaré, sendo contabilizado um ponto por centímetro. Tucunarés de coloração amarela terão pontuação dobrada, aumentando ainda mais a competitividade da disputa. Cada pescador poderá registrar até cinco peixes por dia, sendo obrigatório o registro em vídeo da captura e soltura para validação da organização. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) será responsável pela definição técnica dos locais autorizados para a modalidade de pesca de barranco, respeitando critérios ambientais e de segurança. Fortalecimento do setor Além do caráter esportivo, o evento também pretende consolidar o Distrito Federal como referência nacional em pesca esportiva sustentável, incentivando o turismo regional, movimentando o comércio especializado e fortalecendo a cadeia econômica ligada ao esporte e ao lazer. A expectativa da organização é atrair competidores de diversas regiões do país e reunir milhares de visitantes ao longo dos três dias de programação na Orla da Concha Acústica. A programação contará ainda com shows musicais, apresentações culturais infantis, palestras educativas e campeonato de arremesso, ampliando a experiência do público e transformando o evento em uma grande celebração da natureza, do turismo e da convivência familiar. Programação Oficial — Campeonato de Pesca do Distrito Federal 2026 Sexta-feira (29) 12h — Abertura oficial do evento 12h às 21h — Feira de pesca, praça de alimentação e área kids 14h às 16h30 — Visitação escolar com alunos da rede pública 14h — Palestra sobre meio ambiente para estudantes 15h — Apresentação lúdica Sítio do Pica-pau Amarelo, com Cia de Apresentação Starte 19h — Cerimônia e lançamento oficial de abertura 19h30 — Show com Zé Victor 21h — Encerramento das atividades Sábado (30) 6h — Coffee break e retirada de kits dos pescadores 7h — Largada oficial dos pescadores — modalidades caiaque e barranco 9h às 19h — Feira de pesca, praça de alimentação e área kids 10h30 — Palestra 12h30 às 14h30 — Show com a dupla Robson e Thiago 15h — Palestra 17h — Chegada oficial dos pescadores 17h às 19h — DJ e encerramento das atividades Domingo (31) 06h — Coffee break e retirada de kits dos pescadores 07h — Largada oficial dos pescadores — modalidade embarcada 9h às 19h — Feira de pesca, praça de alimentação e área kids 10h30 — Palestra 11h — Apresentação lúdica O Livro Mágico, com a Cia de Apresentação Starte 12h30 às 14h30 — Show com a dupla Willian e Deivid 15h — Palestra 17h — Chegada oficial dos pescadores 17h30 — Campeonato de arremesso 18h30 — Premiação oficial das categorias caiaque, embarcada e barranco 19h — Encerramento das atividades *Com informações da Sema-DF
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Encontro intersetorial discute educação baseada na natureza
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu e participou, nesta segunda-feira (25), do Encontro Intersetorial sobre Educação Baseada na Natureza (EBN), realizado na sede do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em Brasília. O evento reuniu representantes de órgãos públicos, instituições educacionais e organizações da sociedade civil para fortalecer o diálogo sobre educação socioambiental, sustentabilidade e enfrentamento das mudanças climáticas no ambiente escolar. Encontro discute cooperação entre diferentes setores para fortalecer ações socioambientais nas escolas do Distrito Federal | Fotos: Mary Leal / SEEDF A chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF, Cibele Lima, destacou que o encontro buscou fortalecer a articulação entre diferentes setores para ampliar as ações socioambientais nas escolas do DF. “O encontro visa fortalecer a articulação intersetorial por meio da ampliação da Educação Baseada na Natureza em um espaço participativo de troca de experiências, alinhamento de perspectivas e construção de estratégias integradas, considerando os desafios da crise climática e a necessidade de fortalecimento da educação socioambiental nas instituições educacionais do DF”, afirmou. “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos” Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF O conceito de Educação Baseada na Natureza está ligado ao direito das crianças de aprender e brincar em contato com ambientes naturais, dentro e fora da escola, com intencionalidade pedagógica. A proposta também dialoga diretamente com os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela necessidade de adaptação dos espaços educacionais. Segundo Cibele, a expectativa é consolidar uma rede colaborativa entre instituições e definir encaminhamentos conjuntos para os próximos anos. “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos”, ressaltou. A programação contou com palestras, painéis intersetoriais e grupos de trabalho voltados à construção de estratégias integradas para ampliar ações de Educação Baseada na Natureza no Distrito Federal. Representando a SEEDF, participaram equipes de diferentes subsecretarias, diretorias e coordenações regionais de ensino (CREs), além de profissionais ligados às áreas de educação ambiental, educação integral e formação continuada. Ampliação do debate O encontro integra as ações do projeto Educação Baseada na Natureza, desenvolvido pelo Unicef Brasil em parceria com o Instituto Alana desde 2024. A iniciativa é realizada em quatro territórios do país: Distrito Federal, Salvador, Recife e Rio Grande do Norte. O projeto promove formações, elaboração de materiais pedagógicos e ações voltadas para o letramento climático e à integração entre natureza e currículo escolar. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora do projeto Educação Baseada na Natureza no Instituto Alana, Gabriela Arakaki, explicou que a proposta busca ampliar o debate para além do cotidiano escolar, envolvendo também gestores e formuladores de políticas públicas. “As ações foram muito focadas no chão da escola, nos processos formativos com gestores escolares, professores e professoras. Agora, estamos pensando também na incidência desse tema no contexto dos tomadores de decisão no âmbito das políticas públicas”, destacou. O encontro também abordou o Prêmio Entre no Clima, iniciativa ligada ao projeto que reconhece experiências desenvolvidas por escolas nas áreas de mudanças climáticas, gestão de resíduos, eficiência energética e uso consciente da água. As inscrições foram encerradas em maio e 36 projetos finalistas terão suas experiências registradas em um e-book. Desses, 12 escolas serão premiadas em cerimônia marcada para 1º de julho, em Brasília, com reconhecimento nacional e premiação que conta com a instalação de placas fotovoltaicas para geração de energia solar. *Com informações da SEEDF
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Projeto ensina profissões a mais de 300 mulheres trans em prisões no DF
A política de inclusão social e profissionalização desenvolvida pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), vem transformando trajetórias e criando novas oportunidades para mulheres trans privadas de liberdade no sistema prisional do Distrito Federal. Peças artesanais produzidas por mulheres trans após cursos de profissionalização em prisões do DF | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Criada em 2024, a Oficina de Artesanato destinada ao Público Trans já contabiliza mais de 330 atendimentos desde a implantação do projeto. A iniciativa oferece qualificação profissional, trabalho remunerado e fortalecimento da autoestima para mulheres trans em cumprimento de pena, por meio de atividades como crochê, tricô, bordado, pintura e produção artesanal diversa. Atualmente, as oficinas são ofertadas em todas as unidades prisionais do DF que recebem pessoas trans privadas de liberdade, consolidando uma política pública voltada para a inclusão, a dignidade e a ressocialização humanizada. Além de ocupar o tempo durante o cumprimento da pena, o projeto permite que as participantes aprendam novas habilidades, mantenham a mente ativa e construam perspectivas reais de reinserção social e profissional após deixarem o sistema prisional. Tapetes e outras peças produzidas por mulheres trans que cumprem pena e aprenderam profissão em cursos oferecidos pela Funap Recomeço e autonomia Os resultados demonstram o alcance da iniciativa. Em 2024, primeiro ano de funcionamento da oficina na Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), foram atendidas 150 mulheres trans. Já em 2025, foram registrados 126 atendimentos. Em 2026, somente entre janeiro e abril, outras 59 participantes passaram pela oficina. Frase: “Aprender uma profissão dentro do sistema prisional mudou minha visão sobre o futuro. A oficina me ajudou a acreditar que eu também podia recomeçar” Ana Clara Rodrigues, ex-aluna Entre as histórias de transformação proporcionadas pela oficina está a de Ana Clara Rodrigues, 34 anos. Mulher trans, ela participou das oficinas de crochê e tricô enquanto cumpria pena no sistema prisional do DF. Hoje, após conquistar a liberdade, trabalha em uma função administrativa em um órgão público do Governo do Distrito Federal e encontrou no artesanato uma fonte de renda extra e também de realização pessoal. “O crochê começou como uma forma de ocupar a mente e enfrentar aquele período difícil de uma maneira mais leve. Depois virou uma paixão. Hoje faço tapetes, amigurumis e peças decorativas. Vendo no meu trabalho, para amigos e também em feiras. Isso complementa minha renda e me trouxe autoestima novamente”, conta. “Aprender uma profissão dentro do sistema prisional mudou minha visão sobre o futuro. A oficina me ajudou a acreditar que eu também podia recomeçar”, conta. Ressocialização humanizada A diretora-executiva da Funap/DF, Deuselita Pereira Martins, destaca que o projeto reafirma o compromisso da Fundação com a ressocialização humanizada e a inclusão produtiva. “Nosso objetivo é garantir oportunidades reais de capacitação e trabalho para mulheres trans privadas de liberdade, fortalecendo a autoestima, a autonomia e as chances de reinserção social”, afirma. [LEIA_TAMBEM]O coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT (CoorLGBT) da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, ressalta que a iniciativa representa um avanço importante na promoção da cidadania e dos direitos humanos dentro do sistema prisional. “É uma política pública que reconhece as vulnerabilidades dessa população e promove acolhimento, dignidade e oportunidades concretas de reconstrução de vida”, destaca. Segundo o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, a oficina reforça o papel social da política pública de ressocialização desenvolvida pelo Governo do Distrito Federal. “Quando oferecemos capacitação, acolhimento e oportunidades, damos condições reais para que essas pessoas reconstruam suas trajetórias. A oficina representa dignidade, inclusão e esperança de um novo começo para mulheres trans que buscam recomeçar suas vidas com autonomia e oportunidades”, ressalta. A oficina oferece todos os materiais necessários para a produção artesanal, além de acompanhamento técnico especializado. Entre os itens produzidos pelas participantes estão tapetes de crochê, bonecas artesanais, amigurumis, peças decorativas e itens personalizados em tricô e crochê. O projeto também possibilita remição de pena e remuneração por meio da Bolsa Ressocialização, fortalecendo o compromisso da Funap-DF com a inclusão produtiva e a reconstrução de trajetórias. *Com informações da Sejus-DF
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REENCONTRAR
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Campanha Reencontrar mobiliza escolas do DF para prevenção ao desaparecimento de crianças e adolescentes
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) lançou, nesta segunda-feira (25), a campanha Reencontrar. A iniciativa é voltada para a prevenção e para a conscientização sobre o desaparecimento de crianças e adolescentes no Distrito Federal. A ação foi realizada no Colégio Cívico-Militar CED 07 de Ceilândia e reuniu cerca de 700 alunos, além de professores, pais, gestores escolares e autoridades da segurança pública. A ação é promovida em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e com a empresa IFood e marca o Dia Distrital das Crianças Desaparecidas e o início da Semana de Mobilização Distrital para Busca e Defesa da Criança Desaparecida, previstos no Decreto Distrital nº 47.653/2025. A programação contou com palestras educativas, orientações sobre autoproteção, distribuição de folders, adesivos e bottons, além de ações de conscientização voltadas para a prevenção e para a resposta rápida em casos de desaparecimento. O secretário Alexandre Patury (de terno) reforça que não é necessário aguardar 24 horas para registrar um desaparecimento: "Quanto mais rápido a família procurar a Polícia Civil, maiores são as chances de localização" | Fotos: Divulgação/SSP-DF O secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou a importância da comunicação imediata às forças de segurança e reforçou que não é necessário aguardar 24 horas para registrar um desaparecimento. “Essa é a principal mensagem da campanha Reencontrar: não espere 24 horas. O Distrito Federal possui uma das maiores taxas de localização de pessoas desaparecidas do país, chegando a 98% em alguns casos. Mas nossa preocupação está justamente em alcançar aqueles que ainda não conseguimos reencontrar. Quanto mais rápido a família procurar a Polícia Civil, maiores são as chances de localização”, afirmou. O secretário ressaltou, ainda, o papel da tecnologia no fortalecimento das buscas e da resposta integrada das forças de segurança. “Ao registrar a ocorrência, a imagem da pessoa desaparecida pode ser integrada ao sistema do DF 360, permitindo que as câmeras inteligentes auxiliem nas buscas em áreas de grande circulação, como rodoviárias e estações de metrô. Se houver identificação, o sistema gera um alerta em tempo real, possibilitando o acionamento imediato das equipes policiais”, explicou. Segundo Patury, a atuação humanizada também é um dos pilares da política pública. “Além do suporte especializado, é fundamental que toda a sociedade compreenda que o desaparecimento exige resposta imediata. Cada minuto faz diferença”, completou. "É importante que crianças e adolescentes saibam reconhecer situações de risco e entendam como procurar ajuda" Regilene Siqueira, secretária executiva de Políticas Públicas A secretária executiva de Políticas Públicas da SSP-DF, Regilene Siqueira, enfatizou o caráter preventivo da campanha e o trabalho de conscientização desenvolvido junto aos estudantes da rede pública. “A campanha Reencontrar é uma ação preventiva da Secretaria de Segurança Pública em conjunto com o Ministério Público e tem como objetivo promover campanhas educativas voltadas aos alunos do ensino fundamental e médio das escolas do Distrito Federal. Queremos fortalecer a autoproteção para que crianças e adolescentes saibam identificar situações de risco e buscar meios de se salvaguardar”, explicou. Regilene também reforçou a importância de combater o mito das 24 horas e ampliar o acesso à informação. “É importante que crianças e adolescentes saibam reconhecer situações de risco e entendam como procurar ajuda. Por isso, trabalhamos a conscientização e o acesso aos canais de denúncia e proteção, preparando esses jovens para agir preventivamente e buscar apoio sempre que necessário”, destacou. Além das atividades presenciais, a campanha contará com mobilização digital por meio do perfil @desaparecidos_df e seguirá ao longo da semana com palestras em escolas de gestão compartilhada de diferentes regiões administrativas do DF. *Com informações da SSP-DF
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Detran-DF moderniza frota para operações de engenharia e serviços internos
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Agências do trabalhador oferecem mais de mil vagas de emprego nesta terça-feira (26)
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (26), 1.336 vagas para quem procura emprego. A maior remuneração é para o cargo de técnico de enfermagem, em Ceilândia, com salário de R$ 2,7 mil. É exigido ensino médio completo e experiência. Já o cargo que oferece o maior número de vagas é o de estoquista, com 240 oportunidades para pessoas com o ensino médio completo, mas sem a necessidade de experiência. O salário oferecido é de R$ 1.736, além de benefícios. Outro destaque são as dez vagas para estágio em enfermagem, com bolsa de R$ 800, além de benefícios, destinadas a estudantes da área que buscam experiência profissional. Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Pixel Show 2026 transforma Brasília em polo nacional da inovação e tecnologia
O Pixel Show 2026 transformou a capital federal em um dos principais centros de criatividade, inovação, tecnologia, arte e cultura do país, reunindo visitantes de todos os estados brasileiros em uma programação voltada a profissionais do mercado criativo, estudantes, empreendedores e famílias. Durante os três dias, o público participou de palestras, workshops, exposições, ativações interativas, games, experiências imersivas, live arts e atrações ligadas ao universo digital e criativo. Workshops, palestras, games, experiências imersivas, live arts e outras atrações movimentaram o Pixel Show em Brasília | Fotos: Divulgação/Secti-DF "É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação O evento gratuito foi realizado por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estudos de Desenvolvimento do Varejo. Segundo o secretário da pasta, Rafael Vitorino, eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.” A edição de 2026 apostou em uma programação diversa e intergeracional, reunindo convidados de diferentes áreas da economia criativa, tecnologia, audiovisual, humor, internet e cultura pop. Na noite de abertura, contou com a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital. Evento cumpriu o papel de democratizar o acesso à inovação, shows, cultura visual, instalações interativas e marcas autorais Entre os destaques estiveram o pesquisador Alexandre Kieling, o apresentador Rogério Vilela, o diretor da TV Globo, Chico Leão, o rapper e criador de conteúdo, Victor Massaki, além da atriz e dubladora Bianca Alencar e da dubladora Feh Dubs. O festival também reuniu influenciadores, criadores de conteúdo e artistas reconhecidos nacionalmente, como Bibi Tatto, Yasmin Yassine, Dani Molo, além dos artistas Sebá Tapajós e Tiago Palma. Além dos talks e painéis, a programação contou com experiências em XR, instalações interativas, games, exposições criativas e a Creative Market, espaço dedicado a 60 artistas independentes, entre ilustradores, designers e marcas autorais. O evento também ofereceu Espaço Kids, atividades educativas e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e sala de acolhimento sensorial. [LEIA_TAMBEM]Para Tonico Novaes, CEO do Pixel Show Brasília e da Next Gen, o festival cumpriu o objetivo de democratizar o acesso à inovação e à criatividade por meio da arte e da cultura, além de aproximar diferentes públicos. “Brasília mostrou mais uma vez sua força criativa e sua capacidade de receber grandes eventos de inovação e cultura", destacou. "Recebemos pessoas de praticamente todo o Brasil e isso nos deixa extremamente felizes. O nosso agradecimento especial ao público brasiliense, aos visitantes de outros estados, parceiros, artistas, profissionais e ao Governo do Distrito Federal, que fizeram desta edição um grande sucesso”, ressaltou. Mentes criativas Realizado desde 2005, o Pixel Show já soma mais de duas décadas conectando ideias inovadoras, tendências globais e mentes criativas em diferentes regiões do Brasil, com edições realizadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife e Brasília, além de negociações em andamento para levar o festival à Argentina e ao Canadá em 2027. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como a principal referência da América Latina para quem busca inspiração, conhecimento e oportunidades na economia criativa, apresentando de forma prática e inspiradora todo o processo criativo, da concepção da ideia ao produto final em áreas como design gráfico, ilustração, motion graphics, animação, games, XR (realidade estendida), tecnologia, cultura visual, empreendedorismo e projetos que unem inovação, ciência e arte. “O Pixel Show se consolida como um dos principais festivais de criatividade da América Latina, promovendo conteúdos ligados à arte, design, tecnologia, games, comunicação, cultura visual, audiovisual e empreendedorismo criativo. E prova que fortalece o ecossistema de inovação e economia criativa do DF ao aproximar talentos, empresas, estudantes e profissionais de experiências ligadas à criatividade, artes, tecnologia e transformação cultural”, afirmou Tonico Novaes. *Com informações da Secti-DF
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Conscientização combate estigmas e amplia acesso ao tratamento de esquizofrenia
Estudos recentes apontam que cerca de meio milhão de brasileiros adultos vivem com esquizofrenia, doença mental que influencia a forma como uma pessoa pensa, sente e interpreta a realidade. Instituído pela Lei n 14.860, o Dia Nacional de Conscientização sobre Esquizofrenia, comemorado domingo (24), chama a atenção para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento contínuo e, principalmente, para a quebra de preconceitos relacionados à doença. A esquizofrenia é uma doença psiquiátrica crônica que requer cuidado ao longo de toda a vida. É uma enfermidade que causa a hiperestimulação da atividade dos neurônios, levando a uma atividade cerebral aumentada. “Durante os episódios de crise, a pessoa com esquizofrenia vive sob ameaça persistente. Seja por meio da errônea interpretação da realidade, seja pela experiência de alucinações auditivas que comentam ou que ameaçam o paciente”, explica o médico e referência técnica distrital em psiquiatra da Secretaria de Saúde (SES-DF), Thiago Blanco. "Pessoas com esquizofrenia tendem a ser mais retraídas, fechadas em si mesmas e introspectivas" Thiago Blanco, psiquiatra Apesar de o imaginário popular frequentemente associar a doença à imprevisibilidade e ao risco de violência, o especialista reforça que esse estigma não corresponde à realidade da maioria dos casos. “Pessoas com esquizofrenia tendem a ser mais retraídas, fechadas em si mesmas e introspectivas. Elas experimentam uma sensação de angústia persistente relacionada a maior parte das vezes a uma crença conspiratória inabalável que provoca uma sensação permanente de ameaça”, esclarece. Diagnóstico e desafios O diagnóstico da esquizofrenia é realizado com base nos critérios clínicos, a partir da observação, do diálogo e do vínculo | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde O diagnóstico é realizado com base nos critérios clínicos, a partir da observação, do diálogo e do vínculo. Eventualmente, exames podem ser úteis para descartar outras causas de alucinações e delírios. Um dos principais desafios do tratamento, porém, é a dificuldade do próprio paciente em reconhecer os sintomas. “Pela doença por si só, a pessoa não consegue perceber a irrealidade das suas crenças e acaba não se enxergando como doente. Isso dificulta a adesão ao tratamento, mas esse desafio é enfrentado junto com a família e os profissionais de saúde das equipes multidisciplinares, ajudando o paciente a entender que o tratamento pode ajudá-lo a ter uma vida com autonomia e funcional”, destaca Blanco. As UBSs e os Caps atuam juntos para atender os pacientes com esquizofrenia com qualidade | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O tratamento envolve medicamentos antipsicóticos, programas de treino de habilidades cognitivas e sociais, reforço da rede de apoio familiar e comunitária, psicoterapia e educação em saúde. Na rede pública de saúde, as equipes multiprofissionais das unidades básicas de saúde (UBSs) e dos centros de atenção psicossociais (Caps) atuam em conjunto para atender o paciente com integralidade. Participam do cuidado os psicólogos, para ajudar no convívio e na adesão ao tratamento; os profissionais do serviço social, para auxiliar na garantia dos direitos; os nutricionistas, para garantir a alimentação adequada; e os enfermeiros, para o cuidado no dia a dia e monitoramento. “É um cuidado em rede”, enfatiza Blanco. “Uma pessoa com esquizofrenia não é um usuário permanente e persistente do Caps. O Caps é para quando quem está em crise, que precisa de um apoio mais frequente e intensivo. É muito possível e desejável, que após cessados os episódios de crise, a pessoa possa continuar o tratamento na UBS”, esclarece. [LEIA_TAMBEM]Quebra do estigma Na data criada para conscientização da doença, Blanco também destacou que portadores da enfermidade são totalmente aptos a conviver em sociedade. “Uma pessoa com esquizofrenia deve conviver com outras pessoas, trabalhar, ter uma vida inserida socialmente, claro que com os desafios próprios de uma pessoa com doenças crônicas”, reforçou. Para isso, a quebra do preconceito é fundamental. “Diminuir este estigma e esse preconceito é fundamental para gerar uma mudança na imagem da experiência da doença, na imagem que temos da experiência dessa doença”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Começa quinta edição do Lab Day 2026, que tem como foco energias renováveis
O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), em parceria com o Sebraelab e a Cotidiano Aceleradora, promove nesta terça (26) a quinta edição do Lab Day 2026, com o tema central voltado ao mercado de energias renováveis. O evento gratuito ocorre das 17h30 às 21h, no espaço do Sebraelab, localizado no próprio Biotic. Labday 2026 tem atividades que contemplam públicos diversificados com interesse em tecnologia e inovação | Foto: Divulgação/Biotic O Lab Day é um formato de evento corporativo e colaborativo que tem como foco a cultura de inovação, tecnologia e experimentação de ideias. Funcionando como um “dia de laboratório”, o projeto tem por objetivo aproximar quem cria a tecnologia de base científica (startups, cientistas e pesquisadores) do mercado tradicional e de investidores, transformando o conhecimento técnico em resultados econômicos e sustentáveis para a região. [LEIA_TAMBEM]O encontro desta terça-feira foi desenhado estrategicamente para conectar o ecossistema de inovação da capital federal a empresários, profissionais e empreendedores do setor. Com a correalização da Cotidiano Aceleradora, instituição de referência no fomento à cultura de startups, o evento ganha ainda mais força na identificação e no desenvolvimento de novos modelos de negócios focados em energia limpa. Ao longo da programação, o público terá acesso à apresentação de soluções tecnológicas de ponta voltadas para o segmento, além de um espaço dedicado ao networking qualificado e debates sobre as principais tendências do mercado. As vagas são limitadas, e os interessados em participar devem garantir a presença realizando a inscrição prévia no canal oficial do evento. Serviço ► Lab Day 2026 — Energias Renováveis • Data: terça-feira (26) • Horário: das 17h30 às 21h • Local: Sebraelab — Parque Tecnológico Biotic (Granja do Torto) • Evento aberto ao público em geral. • As inscrições podem ser feitas neste link. *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília
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Sexta-feira (29) é dia de leilão público de veículos apreendidos
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) promoverá, às 9h de sexta-feira (29), o 5º Leilão Público de 2026, com veículos apreendidos em operações de trânsito. O certame será no modo online. DER publicou em seu portal todas as informações para interessados em participar do leilão | Foto: Divulgação/DER-DF A concessionária Via Brasília Segura é a empresa responsável pelos serviços de remoção, guarda e alienação de veículos apreendidos junto ao DER-DF. Os veículos poderão ser vistos na quarta (27) e na quinta-feira (28), das 9h às 17h, no pátio da empresa (1ª Avenida Sul, Setor de Mansões Sudeste, Samambaia, com acesso pelo km 69 da DF-001). [LEIA_TAMBEM]Os veículos foram retidos em operações de fiscalização de trânsito e não foram reclamados por seus proprietários dentro do prazo legal. A relação completa dos bens disponíveis, assim como as condições de participação, está descrita no edital e seus anexos, publicados no portal do DER-DF. A medida atende à legislação vigente e garante a destinação correta dos veículos recolhidos, promovendo a liberação dos pátios e a eficiência administrativa do órgão. Os lances poderão ser feitos neste site. *Com informações do DER-DF
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Mais de 500 famílias foram atendidas em Samambaia durante o GDF na Sua Porta
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) realizou um total de 520 atendimentos a famílias entre segunda (18) e sexta-feira (22), durante a quarta edição do programa GDF na Sua Porta, que ocorreu no estacionamento do Complexo Cultural de Samambaia. Entre os serviços mais procurados pela população estiveram a abertura e atualização de prontuários eletrônicos (254), solicitações do Cartão Prato Cheio (253) e agendamento para atendimento de Cadastro Único nos postos parceiros (160). Também foram registradas 209 consultas e orientações sobre o programa Bolsa Família, além da emissão de 53 comprovantes de inscrição no CadÚnico e a entrega de 29 unidades da Carteira do Idoso. Giselle Ferreira: "Seguimos trabalhando junto aos esforços da governadora Celina Leão de aproximar o serviço público a quem realmente precisa" | Foto: Divulgação/Sedes Para a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, o alcance do programa é fundamental. “Já realizamos mais de 1,2 mil atendimentos nas edições do Paranoá, Itapoã, Riacho Fundo II e Samambaia. Seguimos trabalhando junto aos esforços da governadora Celina Leão de aproximar o serviço público de quem realmente precisa”, destacou. Estão disponíveis postos de trabalho da Sedes na Carreta do Na Hora, com atendimento das 9h às 16h, organizado por meio da distribuição de senhas. São oferecidas as seguintes ações: Orientações e consultas socioassistenciais; Agendamento para atualização do Cadastro Único nos postos parceiros; Abertura de prontuário no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids); Emissão de isenção de taxa para 2ª via de identidade; Emissão da Carteira do Idoso; Avaliação e inclusão no Programa Cartão Prato Cheio. *Com informações da Sedes-DF
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