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GDF determina retorno de servidores ao trabalho presencial

Os servidores, empregados, estagiários e colaboradores em regime de teletrabalho, em caráter excepcional e provisório, nos órgãos da administração direta, indireta, autárquica e fundacional do Distrito Federal, como medida necessária à continuidade do funcionamento da administração pública distrital em virtude da pandemia da covid-19, devem retornar ao trabalho presencial. [Olho texto=”Servidores com idade acima de 60 anos ou portadores de comorbidades descritas no Plano de Contingência da Secretaria de Saúde deverão retornar ao trabalho presencial após 15 dias do recebimento da segunda dose da vacina ou da dose única” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O decreto 42.253, de 30 de junho de 2021, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (1º), altera o decreto 41.913, de 19 de março de 2021, e o decreto 41.841, de 26 de fevereiro de 2021. O texto aponta que a medida não se aplica às servidoras gestantes; aos servidores com histórico de hipersensibilidade ao princípio ativo, bem como a qualquer dos excipientes da vacina contra a covid-19; e aos servidores que apresentaram reação anafilática. Servidores com idade acima de 60 anos ou portadores de comorbidades descritas no Plano de Contingência da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal deverão retornar ao trabalho presencial após 15 dias do recebimento da segunda dose da vacina ou da dose única, nos casos indicados pelo fabricante. Para comprovação dos casos, os servidores deverão apresentar laudo médico homologado na Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho, da Secretaria de Economia, que comprove o estado clínico declarado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os dirigentes dos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta do Distrito Federal poderão, excepcionalmente, mediante justificativa, implementar retorno gradual dos seus servidores.   *Com informações da Secretaria de Economia

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Paranoá, Guará e Planaltina ficam sem luz nesta sexta (2)

Manutenção preventiva e podas de árvores vão deixar sem energia endereços do Paranoá, Guará e Planaltina, nesta sexta-feira (2). O desligamento programado é necessário para garantir a segurança na execução dos serviços. [Olho texto=”Para qualquer região do DF, em caso de falta de energia, a população pode registrar ocorrência na Agência Virtual. Em caso de urgência, basta ligar para o 116 e, estando fora de Brasília, para 0800 061 0196″ assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] No Paranoá, a poda de árvores tem início às 8h40, deixando sem energia, até as 13h30, as chácaras 1 a 65A da DF-130, a Fazenda Santo Antônio (Chácara Dois Irmãos) e os Núcleos Rurais Rajadinha (chácaras 1 a 34 e AI 2), Quebrada dos Guimarães, Capão da Onça (chácaras 1 e 3), Alexandre Gusmão (Chácara 424) e Tabatinga (km 21 e 43). Até as 14h30, a interrupção ainda vai afetar os núcleos rurais Boqueirão (chácaras 1 e São Luiz) e Sobradinho dos Melos, o Altiplano Leste (chácaras 1, 5 e Fazenda Furquilha), as chácaras Paranoá I e dos Oliveiras e o Condomínio Boa Esperança (chácara 16). No Guará, a manutenção preventiva na rede elétrica está prevista para 13h às 17h, deixando sem energia a QE 1, Conjunto C, QE 2 e entrequadras 2/3. Pelo mesmo motivo, a interrupção acontecerá em Planaltina, das 14h às 17h, na Quadra 1 Conjunto I do Arapoanga. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Caso os serviços sejam concluídos antes do horário previsto, a rede será energizada sem aviso prévio, reduzindo o tempo em que os consumidores permanecerão sem energia elétrica. Para qualquer região do DF, em caso de falta de energia, a população pode registrar ocorrência na Agência Virtual. Em caso de urgência, basta ligar para o 116 e, estando fora de Brasília, para 0800 061 0196. Clientes portadores de deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55 (ligação gratuita), desde que utilizem aparelho telefônico adaptado para essa finalidade.

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Saúde recebe doação de dez capacetes de respiração assistida

A Secretaria de Saúde recebeu, nesta quinta-feira (1º), a doação de dez capacetes de respiração assistida Elmo, que têm o objetivo de tratar pacientes da covid-19 em estado grave e evitar intubações. A doação foi feita pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra). O secretário de Saúde, Osnei Okumoto (C), contou que o DF tinha modelos similares no Hospital de Campanha do Mané Garrincha e que eles ajudaram muitos pacientes. “Com certeza,  vão salvar muitas vidas” | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF “É uma grande alegria poder receber esses capacetes. Tínhamos modelos similares no Hospital de Campanha do Mané Garrincha e eles ajudaram muitos pacientes. Com certeza, esses capacetes vão salvar muitas vidas. Ficamos muito felizes com essa doação”, agradece o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. [Olho texto=”Acomodado ao pescoço do paciente, o Elmo permite ofertar oxigênio a uma pressão definida ao redor da face, sem necessidade de intubação. Dessa forma, a pessoa consegue respirar com auxílio da pressurização e da oferta de oxigênio” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Ao utilizar um mecanismo de respiração artificial não invasivo, o Elmo foi fundamental para evitar a intubação de pacientes, reduzindo em 60% a necessidade de internações em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Estamos bastante felizes em poder realizar essa doação para a Secretaria de Saúde do DF, pois foi desenvolvido para evitar intubações e, consequentemente, o número de óbitos. Nos honra muito poder fazer essa entrega”, ressalta Jamal Jorge Bittar, presidente da Fibra. Ele destaca que os capacetes foram criados no Ceará, por meio de uma parceria entre o Governo do Ceará, Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/Ceará), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Universidade de Fortaleza (Unifor), com o apoio do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) e Esmaltec. Funcionamento Acomodado ao pescoço do paciente, o Elmo permite ofertar oxigênio a uma pressão definida ao redor da face, sem necessidade de intubação. Dessa forma, a pessoa consegue respirar com auxílio da pressurização e da oferta de oxigênio. O sistema possibilita, portanto, a melhora na respiração e pode ser utilizado fora de leitos de UTI. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O equipamento pode ser desinfectado e reutilizado. Outro benefício é o custo inferior em relação aos respiradores mecânicos e a maior segurança para os profissionais de saúde, já que, por ser vedado, não permite a proliferação de partículas de vírus. Além disso, o equipamento será um legado da pandemia para a saúde e pode tratar outras enfermidades que comprometem o funcionamento dos pulmões, como pneumonia e H1N1. Se o Elmo era o nome do capacete que garantia a proteção dos guerreiros medievais, nos tempos atuais irá proteger e preservar a vida de pacientes na batalha contra a covid-19. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Poda

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DODF___PRORROGACAO

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Quadrilha junina anima pacientes e servidores do HRC

A Quadrilha Junina Pau Melado fez uma apresentação para pacientes e servidores do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), na tarde desta quarta-feira (30). Com alegria e muita música, todos foram embalados com o clima junino, mas respeitando as recomendações sanitárias que o momento de pandemia exige. [Olho texto=” “O objetivo foi trazer alegria aos nossos pacientes e servidores para que se sintam cada vez mais acolhidos em meio à pandemia”” assinatura=”Fernanda Barcelos, chefe do Núcleo de Saúde Funcional (NSF) do HRC” esquerda_direita_centro=”direita”] A iniciativa partiu do Núcleo de Saúde Funcional (NSF) do HRC. A chefe do NSF, Fernanda Barcelos, fala da alegria e dos cuidados de ter proporcionado esse momento aos pacientes e servidores. “O objetivo foi trazer alegria aos nossos pacientes e servidores para que se sintam cada vez mais acolhidos em meio à pandemia, criando memórias afetivas a todos os envolvidos”, considera. A apresentação foi feita para os pacientes curados ou que não tinham covid-19 internados nas enfermarias (Clínica Cirúrgica, Clínica Médica, Clínica Ortopédica e Clínica Pediátrica previamente selecionados) e para servidores e colaboradores desses setores. Puderam participar quem não estava em isolamento de contato; com alguma síndrome gripal, e quem não estava fazendo uso de oxigênio contínuo. Puderam assistir à apresentação os pacientes curados ou que não tinham covid-19 internados nas enfermarias | Fotos: Geovana Albuquerque | Agência Saúde-DF Os protocolos de segurança e distanciamento foram todos seguidos, conforme recomenda os órgãos sanitários. As cadeiras foram sinalizadas, higienizadas e disponibilizadas em duplas para que os pacientes participassem com seus acompanhantes. O objetivo da ação foi humanizar o ambiente hospitalar e proporcionar um espaço acolhedor. Durante a apresentação, pacientes e dançarinos usaram máscara de proteção e tiveram à disposição álcool em gel para higienização das mãos e objetos. [Olho texto=”“Estamos internados há quase uma semana e sair do tédio e da dor nos deixou muito felizes”” assinatura=”Cristiane Pereira de Andrade, mãe do interno Davi, de 8 anos” esquerda_direita_centro=”direita”] Quadrilha O grupo de quadrilha Pau Melado é coordenado por Hamilton Tatu, que, além de presidente, é marcador da quadrilha. Para a apresentação, a equipe estava composta por 11 pessoas, divididas entre quatro casais, um marcador e duas brincantes. A equipe é de Samambaia e já foi campeã brasileira por sete vezes em circuitos de festas juninas. O grupo realiza esse trabalho de entretenimento e doações há 22 anos no Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cristiane Pereira de Andrade é acompanhante do filho Davi, de 8 anos. Para ela foi uma alegria poder ver o filho sorrir. “Estamos internados a quase uma semana e sair do tédio e da dor nos deixou muito felizes, sem falar no atendimento que estamos recebendo de toda a equipe médica e de enfermagem do HRC, pessoas humanas e cheias de alegria, nós só temos a agradecer”, afirma. Para Bruno Aires Vieira, diretor do HRC, “eventos como este, além de distrair nossos pacientes, o que melhora muito o quadro clínico, trazem entretenimento e fazem muito bem para toda equipe técnica do HRC que está vivendo momentos muito tensos desta pandemia”. O diretor ainda agradeceu aos organizadores, a equipe da Quadrilha Pau melado e aos pacientes que participaram. Além da tarde de alegria e entretenimento, todos os servidores se uniram e arrecadaram roupas e alimentos que foram doados ao Instituto do Bem, parceiros do grupo.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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DF já tem 100% da população acima de 75 anos imunizada

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, garantiu a imunização de 100% da população acima dos 75 anos de idade. Isso quer dizer que os cidadãos desses grupos etários já receberam a primeira e a segunda doses do imunizante, o que coloca a capital do país à frente dos outros estados brasileiros. [Olho texto=”“Esse percentual de vacinação mostra que o Distrito Federal está no rumo certo, realizando a vacinação de forma segura, com tranquilidade para garantir que as pessoas consigam realizar a imunização completa, sem que ocorra falta de vacinas.”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Os dados fazem parte do vacinômetro, página da secretaria que divulga e atualiza diariamente o avanço na vacinação contra a covid-19 no DF. Por aqui vivem 42.355 pessoas com mais de 80 anos. Destes, 126,71% já receberam a primeira dose e 112,9% a segunda, ou seja, estão completamente imunizados. Os números ultrapassam o limite de 100% porque incluem atendimentos a pessoas vindas de outros estados para se vacinar em Brasília. Já entre os 38.594 moradores que têm de 75 a 79 anos, 113,37% tomaram a primeira dose e 101,98% a segunda. Dos 61.182 cidadãos que têm de 70 a 74 anos, 101,68% já passaram pela primeira etapa da campanha, enquanto 98,79% tomaram as duas doses. A expectativa é que esse percentual atinja a casa dos 100% nos próximos dias, fase de vacinação para quem precisa tomar a vacina da fabricante AstraZeneca – que leva três meses de intervalo entre as duas. Secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto afirma que tem recebido a orientação do governador Ibaneis Rocha para que as pessoas sejam vacinadas e a pandemia possa ser controlada no tempo mais rápido possível. “Esse percentual de vacinação mostra que o Distrito Federal está no rumo certo, realizando a vacinação de forma segura, com tranquilidade para garantir que as pessoas consigam realizar a imunização completa, sem que ocorra falta de vacinas”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] À frente das coletivas de imprensa no Palácio do Buriti, o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, acredita que a oferta de vacina, aliada à procura da população pelas duas doses, é resultado de uma articulação do governo. “Ações como as campanhas [publicitárias] e o contato semanal com os jornalistas reforçam a importância da vacinação, o que pode ser notado com o aumento considerável da procura nos postos.”

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Mais bocas de lobo estão sendo limpas no Plano Piloto

A semana foi dedicada à limpeza de bocas de lobo no Plano Piloto. Equipes do GDF Presente atuam na manutenção da região central da capital para evitar inundações das ruas na época das chuvas. O foco foram os bueiros da Avenida L4 Norte e da Vila Telebrasília. Cerca de 40 bocas de lobo já foram desobstruídas. As equipes limparam bocas de lobo na L4 Norte e Vila Telebrasília e utilizaram 6,2 mil toneladas de asfalto para tapar buracos na SQN 407. Houve, ainda, poda de árvores e recolhimento de lixo verde na 311 Norte | Foto: Divulgação/GDF Presente Por ser ao lado do Lago Paranoá, em uma região de declive, toda a água da Asa Norte cai na L4 Norte e os alagamentos na avenida são comuns no período chuvoso. As equipes do Polo Central Adjacente III, com apoio de dez reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) e da Administração Regional, desobstruíram os bueiros na via. [Olho texto=”Na Vila Telebrasília, os trabalhadores do GDF Presente também acabaram com um transbordo irregular, de onde recolheram 40 toneladas de entulho, e lavaram um Ponto de Encontro Comunitário” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o coordenador do Polo Central Adjacente III, Leandro Cardoso, as bocas de lobo estavam cheias de sujeira, terra e folhas levadas pelas chuvas, mas também por dejetos jogados pela população. “Tinha garrafa de refrigerante, latinha de cerveja, tudo que é lixo que as pessoas jogam nas ruas e a chuva leva para o bueiro”, conta. “Já estamos prevenindo os alagamentos que acontecem com as chuvas.” A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, explica que o trabalho de limpeza de boca de lobo não pode parar. “Ele é feito de forma corretiva, quando identificamos alguma obstrução, mas também de forma preventiva, que é esse trabalho fora do período de chuva que impede o acúmulo de resíduos nesses espaços”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As equipes também utilizaram 6,2 mil toneladas de asfalto para tapar buracos na SQN 407, podaram árvores e recolheram lixo verde na 311 Norte, que também recebeu lavagem de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC). O PEC da 305 Sul também foi lavado. A Vila Telebrasília, antigo acampamento pioneiro às margens do Lago Paranoá, também recebeu ações do GDF Presente. Além da limpeza de seis bocas de lobo, os trabalhadores acabaram com um transbordo irregular, de onde recolheram 40 toneladas de entulho, e lavaram um PEC, ao lado do campo de futebol sintético.

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Paciente se emociona ao reencontrar cadela de estimação no Hran

“A espera chegou ao fim. Finalmente vou rever minha companheira”, disse Katia Rosana Zansavio, 54 anos, moradora de Sobradinho e paciente do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), minutos antes de reencontrar a cadelinha Charlote, da raça dachshund, conhecida por salsichinha. As duas não se viam desde que Katia fora internada com covid, 69 dias atrás. Até ser internada, Katia só havia se separado de Charlotte uma única vez, em 14 anos de convivência – quando viajou | Fotos Johnny Braga/ Agência Saúde-DF A saudade era grande e a expectativa maior ainda em poder rever a companheira de 14 anos. O encontro foi proporcionado pela equipe de enfermagem do Hospital Regional da Asa Norte, que cuidou de cada detalhe para que o momento ocorresse no estacionamento do Hran, com toda segurança que o momento pandêmico exige. Katia, que cuida da mãe (85 anos) e do pai (84 anos) de segunda a sexta-feira, começou a sentir os sintomas da covid no dia 18 de abril. Segundo ela, no início, parecia uma gripe comum. Era um domingo e ela já se preparava para ir para a casa dos pais. Na quarta-feira (21/4), os sintomas se manifestaram com mais força. “Fiz um chá para ver se melhorava e não melhorou. Foi quando deixei de sentir cheiro e gosto. Liguei para minha filha, que pediu para eu me isolar naquela hora”, relata. [Olho texto=”“Ela sempre falava da cachorrinha e manifestou o desejo de vê-la. A filha da Katia perguntou se ela queria ver alguém e ela foi enfática: quero ver minha cadela”” assinatura=”Fabiane Teixeira, supervisora de enfermagem do Hran” esquerda_direita_centro=”esquerda”] No dia seguinte, já isolada em casa, a irmã de Katia a levou para uma clínica, em Sobradinho, para consultar e fazer exames. Na sexta (23), o quadro piorou e a filha de Katia a levou, então, para fazer mais exames que o médico havia pedido. Fez um RT-PCR para detectar o coronavírus e o resultado foi positivo. No mesmo dia o quadro piorou e ela foi levada para o Hospital Regional de Sobradinho (HRS), onde foi internada. O quadro estava evoluindo mal e, na manhã seguinte, a paciente foi intubada. “Eu já tinha visto outras pessoas serem intubadas, do meu lado, e imaginava que precisaria também. A equipe me avisou e concordei, pois queria viver.” A partir do momento em que foi sedada e intubada, ela se lembra apenas do dia em que acordou, já no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), 28 dias após a intubação. “Acordei agitada, queria retirar o oxigênio, os fios”, recorda. A transferência para o HRSam ocorreu no dia seguinte à intubação no HRS. Em Samambaia, ela permaneceu mais quatro dias após acordar e precisou ser encaminhada ao Hran, onde permanece internada, recebendo assistência multiprofissional para se recuperar e logo poder voltar para casa. Katia faz fisioterapia para recuperar a força dos membros inferiores e melhorar a capacidade pulmonar. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ansiedade “Ela sempre falava da cachorrinha e manifestou o desejo de vê-la. A filha da Katia perguntou se ela queria ver alguém e ela foi enfática: quero ver minha cadela”, conta a supervisora de enfermagem Fabiane Teixeira. A equipe do Hran, então, se mobilizou, junto com a filha da paciente, e organizou o reencontro entre as duas. Charlote foi adotada por Katia quando tinha cinco meses de idade. Já são 14 anos de companheirismo e, ao longo desse tempo, elas haviam se separado uma única vez, quando Katia viajou. Segundo ela, Charlote não gostou da separação e, quando retornou, a cadela demonstrou o descontentamento. A segunda separação ocorreu com a internação na rede pública de saúde. E lá se foram 69 dias de saudade, que chegou ao fim na manhã desta quarta-feira (30). Para o grande momento aguardado por Katia, a equipe encheu balões e a levou em uma cadeira de rodas para o estacionamento do Hran. Assim que viu a cadela, a emoção tomou conta de todos que estavam próximos. O momento foi registrado em vídeo, veja como foi: Participaram do reencontro a filha de Katia, Amanda Zansavio, 32 anos, o sobrinho André Zansavio, 35 anos, e a equipe de enfermagem do Hran que cuida diariamente da dona de Charlote. “Por tudo que eu via, pensava: se eu pegar covid, não vou sobreviver. Deus me deu mais uma chance de seguir o meu caminho e continuar aqui, e viva!”, comemorou  paciente. Katia ainda ficará por mais alguns dias no Hran até se restabelecer e poder voltar para casa. O sentimento de toda família pela equipe que cuida de Katia é de gratidão e de boas energias na luta diária no enfrentamento à covid-19. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Pregão Eletrônico n.º 13/2021

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Gestores da Saúde homenageados por atuação na pandemia

Servidores e gestores da Administração Central da Secretaria de Saúde receberam uma homenagem musical na tarde desta terça-feira (29) em agradecimento ao desempenho que tiveram durante a fase mais crítica da pandemia do novo coronavírus no Distrito Federal. O evento ocorreu no auditório da Secretaria de Saúde (SES) e foi reservado aos subsecretários, gestores e diretores da pasta. [Olho texto=”“Quem trabalha na gestão muitas vezes abre mão de finais de semana, de noites e do convívio com a família para se dedicar a fazer um trabalho melhor para a população”” assinatura=”Silene Almeida, subsecretária de Gestão de Pessoas” esquerda_direita_centro=”direita”] O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, também participou do evento, reforçando a importância de se reconhecer o esforço desses trabalhadores no desempenho de seus cargos durante a pandemia. “Mesmo que seja uma área meio, a Administração Central é fundamental para que a ponta esteja trabalhando. Há uma dedicação muito grande por parte de todos esses servidores. São brilhantes e merecem este reconhecimento”, afirmou o secretário. Cerca de 30 pessoas participaram do evento. Após uma breve introdução e um agradecimento de abertura, o trio musical Maurito & Cia deu início a uma apresentação musical. Ao longo de toda homenagem, as medidas sanitárias, como o distanciamento social e o uso de máscara de proteção, foram respeitadas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A gente entende que este é um momento de reconhecimento para uma parcela da Secretaria que não é vista. Quem trabalha na gestão muitas vezes abre mão de finais de semana, de noites e do convívio com a família para se dedicar a fazer um trabalho melhor para a população. Este é um momento singelo, apenas para retribuir e dizer ‘muito obrigado’ aos gestores e superintendentes que estão aqui”, disse a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida. O trio musical já havia feito uma apresentação a todos os servidores da Administração Central da Secretaria de Saúde. Porém, como muitos gestores estavam ocupados no momento, perderam o espetáculo. A pedido, os músicos retornaram para repetir a apresentação. *Com informações da Secretaria de Saúde

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‘SUS no seu Território’ oferece atendimento em área rural

A comunidade do Núcleo Rural Pedra Fundamental, em Planaltina, recebeu vários serviços ligados à área da saúde nesta terça-feira (29). A ação foi coordenada pela Unidade Básica de Saúde (UBS) 12 de Planaltina e ocorreu na Escola Classe da Pedra Fundamental. Os trabalhos contaram com a colaboração das áreas de educação, assistência social e liderança da região, que ajudaram a informar e a incentivar a participação dos moradores. Comunidade teve acesso a serviços, como aferição de pressão. Houve, ainda, atendimento social. A equipe do Cras de Planaltina/Arapoanga fez o cadastro e atualização de programas sociais e atendeu outras demandas surgidas ao longo do dia | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde Intitulada SUS no seu Território, a ação ofertou serviços como atendimento médico, aferição de pressão e glicemia, testagem para infecções sexualmente transmissíveis, educação sexual – com distribuição de preservativos femininos e masculinos e explicação sobre métodos contraceptivos –, atualização do cartão vacinal e orientação sobre saúde bucal, que ensinou como fazer a higiene bucal. Também houve distribuição de kits para escovação dos dentes. Além desses serviços, a vigilância ambiental forneceu orientações preventivas sobre dengue, covid-19 e picadas de animais peçonhentos. Uma equipe da Zoonoses aplicou a vacina antirrábica nos animais. A comunidade teve acesso, ainda, ao atendimento social. A equipe do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Planaltina/Arapoanga fez o cadastro e a atualização do cadastro dos programas sociais, como Bolsa Família, e também atendeu outras eventuais demandas da área surgidas ao longo do dia. [Olho texto=”Os serviços foram organizados no pátio externo da escola e seguiram os cuidados exigidos pelo contexto da pandemia: distanciamento, disponibilização de álcool gel e uso de máscara durante os atendimentos” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O gerente da UBS 12 de Planaltina, Marcus Batista, explica que além dos serviços ofertados, a equipe aproveitou para fazer o cadastramento da população. “Com isso, poderemos conhecer melhor o perfil dessa população e gerar indicadores importantes, tais como faixa etária predominante e prevalência de doenças, entre outros”, informa. Ele lembra que a organização ficou sob responsabilidade da equipe da UBS e contou com a parceria da diretora da escola e de uma liderança comunitária local, que foi essencial para chegar até a população. “A comunidade rural fica distante, então foi fundamental essa colaboração para que a divulgação do evento chegasse até a casa das pessoas”, conta. Moradora do Núcleo Rural, Irene Rosa Pereira, 43 anos, levou o filho Luís André Pereira da Silva, 9, para receber atendimento psicológico e aproveitou para atualizar o cartão do Bolsa Família e cuidar da saúde. “O atendimento está maravilhoso, a equipe é muito atenciosa. Com a pandemia, ficou difícil ir ao médico, então ter isso aqui próximo de casa é muito bom”, comemorou. Outro morador da região que ficou feliz com os serviços oferecidos foi Clemente Cardoso da Rocha, 49 anos. Ele soube da ação por meio da diretora da escola e levou os dois filhos: Eduardo, 11 anos e Ruth, 6, para atualizar as vacinas e receber orientações sobre higiene bucal. “É bom demais ter isso na comunidade, pois facilita nossa vida. O pessoal é bem atencioso”, observou Clemente, que também foi atendido. Atendimentos O médico de Família e Comunidade Felipe Cavalcanti, um dos organizadores da ação, explica que quando as pessoas chegam ao local, passam pelo acolhimento e registro e que é verificado se elas possuem alguma demanda específica. Depois disso, são direcionadas aos atendimentos. “Essa é uma ação importante em termos de acesso da população aos serviços de saúde e do próprio papel da atenção primária, o contato mais próximo com a comunidade. Além disso, focamos na promoção da saúde e não apenas no tratamento de doenças”, avalia. A equipe da UBS conta com cinco residentes da Residência Multiprofissional em Saúde da Família com ênfase em Saúde da População do Campo que atuaram ativamente no planejamento e desenho da ação ofertada à comunidade do núcleo rural. Os serviços foram organizados no pátio externo da escola e seguiram os cuidados exigidos pelo contexto da pandemia: distanciamento, disponibilização de álcool gel e uso de máscara durante os atendimentos. A Vigilância Ambiental forneceu orientações preventivas sobre covid-19, dengue e picadas de animais peçonhentos. Uma equipe da Zoonoses aplicou a vacina antirrábica nos animais Outras atividades Além dos atendimentos e orientações em saúde, a programação contou com debate entre a equipes e os moradores. De acordo com Felipe Cavalcanti, a ideia é estabelecer um diálogo com a comunidade e ouvir as demandas trazidas como forma de aproximar a equipe da realidade da população. A prática de automassagem, conduzida pelo gerente do Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina, Marcos Freire, proporcionou um momento de relaxamento e descontração. Segundo ele, essa é uma forma de autoconhecimento e integra corpo, mente e espírito. “A automassagem é uma prática acessível, de fácil realização e que pode ser feita em qualquer lugar. Queremos difundir isso para que mais pessoas conheçam e possam realizar sozinhas”, destaca. Ele lembra também sobre a importância desse olhar integral para a saúde, com foco na promoção do bem-estar. Parceria A diretora da Escola da Pedra Fundamental, Lucelena Rosa da Silva, ressalta a dificuldade de acesso dos moradores a serviços de saúde, pois vivem distantes da UBS e nem sempre conseguem se deslocar para receber atendimento. Por isso, segundo ela, uma ação dessa dimensão é muito importante para acolher, atender e cuidar desses moradores. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Lucelena explica que o aviso foi feito por meio de grupo de pais de alunos, professores e da Associação dos Produtores Rurais da Pedra Fundamental, que engloba quase a totalidade dos moradores. O líder comunitário e membro da associação Alcides de Paula recorda que a UBS era uma reivindicação de muitos anos. “A chegada da unidade de saúde foi uma das melhores coisas que tivemos por aqui”, comemora. Seu Alcides, como é conhecido, participou ativamente da divulgação do SUS no seu Território e aproveitou para passar pelos atendimentos e levar seus quatro cachorros para serem vacinados contra a raiva. Ele foi acompanhado da esposa e da filha. A nutricionista Aline Toso representou o coordenador da Regional de Ensino de Planaltina, Bento Reis, no evento e reforçou que, quando saúde e educação andam juntas, o resultado para a população é positivo: “As portas da escola estão sempre abertas para esses dias de atendimento. Quem se beneficia é a comunidade”. A meta, de acordo com o médico Felipe Cavalcanti, é desenvolver esse trabalho periodicamente com a realização de ações do SUS no seu Território. ‘Queremos ofertar atendimento médico, mas também ações preventivas a doenças e promoção da saúde”, afirma. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Como promover eventos e emitir certificados para os participantes

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População em situação de rua começa a ser imunizada

Nesta segunda-feira (28) começou a vacinação contra covid-19 na população em situação de rua do Distrito Federal. Para esse público, a Secretaria de Saúde reservou 950 doses da vacina Janssen – aplicada em dose única. As equipes do Consultório de Rua serão responsáveis pela aplicação do imunizante. Francisco Souza, 35 anos: “Fico feliz em saber que o governo observa que nós também precisamos desta vacina” | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde Denise Ocampos, gerente de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais, ressalta que é melhor imunizar a população em situação de rua com uma vacina de dose única, como é o caso da Janssen, por se tratar de um público que não costuma voltar para tomar a segunda dose. “Foi o que ocorreu em outros estados que aplicaram vacinas que necessitavam de duas doses. Algumas pessoas perdem o cartão, outras se recusam a retornar”, ela explica. Segundo Denise, a estimativa é que, atualmente, o DF possua 2,2 mil pessoas em situação de rua. [Olho texto=”“Estamos priorizando, neste momento, a população não abrigada, mais exposta à covid-19 e a outros agravos”” assinatura=”Denise Ocampos, gerente de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais” esquerda_direita_centro=”direita”] A vacinação está ocorrendo nos Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centro Pop) do Plano Piloto e de Taguatinga e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Ceilândia. Também foram disponibilizadas 300 doses da CoronaVac para aplicação nos servidores da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) que atuam nessas instituições. Prioridade para não abrigados “Estamos priorizando, neste momento, a população não abrigada, mais exposta à covid-19 e a outros agravos. A situação de higiene em que vivem é precária, o que prejudica a prevenção. Além disso, muitos possuem comorbidades, são idosos, e isso aumenta o risco”, afirma Denise Ocampos. “À medida que forem chegando mais doses da Janssen, vamos ampliar a vacinação até que todos sejam imunizados”, acrescenta. Denise lembra que vacinar as pessoas em situação de rua é uma maneira de dar a elas maior qualidade de vida e de prevenir a circulação do vírus em toda a cidade, já que essas pessoas circulam por todo o DF, muitas vezes sem máscaras. Vacinado, Gilmar Melo, de 49 anos, ficou satisfeito em saber que com apenas uma dose já estará imunizado contra o vírus | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde Francisco Souza, 35 anos, disse estar grato em receber a imunização contra covid-19. “Fico feliz em saber que o governo observa que nós também precisamos desta vacina. Muitos moradores de rua estão pegando a covid-19 e morrendo. Nós também temos uma vida e ela tem valor”, afirma. Para Gilmar Melo, de 49 anos, tomar a vacina da Janssen é um alívio. Ele afirma ainda que o deixa muito satisfeito saber que com apenas uma dose já estará imunizado contra a doença. Vulnerabilidade Cleomar Ferreira dos Santos, de 53 anos, foi a primeira a ser vacinada, pouco antes das 9h30 desta segunda-feira (28). Apesar da fisionomia assustada com a agulha, ela não escondeu a emoção. “É uma vitória. Eu tinha medo de não conseguir ser vacinada”, comemorou. “E é muito bom que seja dose única, pois não é sempre que a gente consegue voltar aqui no Centro Pop. Agora, é continuar se protegendo e, depois, vida nova”, completa a cidadã, que espera poder contar com a imunização para conseguir uma colocação profissional. “Vou poder mostrar nas entrevistas de emprego que já estou vacinada e pronta para o trabalho”. À medida que forem chegando mais doses da Janssen, a vacinação será ampliada até que toda a população em situação de rua esteja imunizada | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde Para Ivan Gomes, de 48 anos, a dose chega para coroar um grande momento em sua vida. “Virei autônomo e, após mais de ano nas ruas, estou saindo dessa situação e indo, finalmente, para minha casa.” De acordo com a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, todos os usuários que estiverem na portaria dos Centros Pops vão ser vacinados, obedecendo o limite de doses. Os cerca de 180 cidadãos acolhidos no alojamento provisório montado no Estádio Maria de Lourdes Abadia (Abadião), em Ceilândia, também vão receber o imunizante. “Trata-se de um público extremamente vulnerável, por ter contato com muitas pessoas ao longo do dia. O GDF sensibilizou-se com essa demanda, que tem o objetivo de chegar também às unidades de acolhimento e casas de passagem”, explica a gestora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Públicos da assistência social Desde o início do ano, vários integrantes dos grupos prioritários atendidos pela Política de Assistência Social do DF já receberam o imunizante contra o vírus. Ainda em janeiro, 92 idosos abrigados em instituições de acolhimento foram vacinados. Em março, 48 indígenas de diversas etnias acompanhados pelo Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do Gama, tiveram acesso à primeira dose. Antes disso, porém, o trabalho alcançou 47 Guajajaras. Em maio, as 17.182 pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no Distrito Federal, com idade entre 18 e 59 anos, receberam mensagens de texto ou ligações telefônicas convocando-as para a vacinação contra a covid-19.   *Com informações das Secretarias de Saúde e de Desenvolvimento Social

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Bebês fazem ensaio na UTI do Hospital Regional de Sobradinho

Lacinhos e fitas, chapeuzinho, sainha de chita e gravatinhas. O colorido das festividades juninas invadiu a UTI neonatal do Hospital Regional de Sobradinho (HRS) nesta quinta-feira (24). O local foi palco de um ensaio fotográfico organizado pela equipe de enfermagem da unidade. Ao todo, 20 bebês prematuros e não prematuros foram fotografados durante a ação. O preparo dos bebês foi feito por enfermeiras, que tiraram as fotos. Nas incubadoras e berços foram colocadas bandeirolas confeccionadas em EVA, material que não contém substâncias tóxicas | Fotos: Divulgação/Secretaria de Saúde “Resolvemos fazer a comemoração dos festejos juninos para alegrar mais a equipe e os familiares dos bebês que estão internados na UTI neonatal nesta época tão difícil de distanciamento e perdas”, revela a supervisora de enfermagem, Flávia Lacerda. O preparo e a caracterização dos bebês foram feitos por enfermeiras da equipe, que também confeccionaram os adereços utilizados no ensaio e tiraram as fotos. Dentro das incubadoras e dos berços foram colocadas bandeirolas confeccionadas em EVA, material que não contém substâncias tóxicas. Todas as mamães autorizaram a colocação dos adereços e a realização das fotografias. Os registros foram enviados de forma on-line às mães. Elas ficaram felizes e entusiasmadas com o resultado e participaram em alguns momentos na área externa da UTI. “Foram tomados todos os cuidados necessários para realizar o ensaio. Os adereços foram individuais e não tiveram reuniões coletivas com as mães”, destaca Flávia. Além do ensaio fotográfico, foi organizado um arraiá junino. Com pratos típicos e tomando todos os cuidados, a equipe desfrutou do clima festivo e descontraído Rosicleide de Souza, 32 anos, mãe do pequeno Bryan Lucas, aprovou a iniciativa. “Eu achei muito bom. Por mais que ele seja tão pequeno e não entenda, vou ter o registro para mostrar para ele lá na frente”, afirma. Bryan nasceu um pouco antes de completar oito meses de gestação e segue internado para ganhar peso e tratar uma anemia. A mãe também passou um tempo internada para tratar complicações do parto, e recorda que o filho deu a ela forças para a recuperação. Diariamente ela fica com ele no hospital e ressalta que a rotina é cansativa, mas momentos como esse trazem ânimo. Rosicleide adora tirar fotos e diz ter registrado vários momentos ao longo da gestação. Arraiá Além do ensaio fotográfico, foi organizado um arraiá junino. Com pratos típicos e uma decoração montada na área externa adjunta à UTI. Tomando todos os cuidados que o momento exige, a equipe pode desfrutar do clima festivo e descontraído. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para animar ainda mais o ambiente, o cantinho do correio elegante disponibilizou papéis para que fossem escritos recadinhos para a equipe. “Foi muito bom receber um bilhete do colega e ter nosso dia transformado”, compartilha Flávia. Ela destaca que esses momentos são essenciais para trazer mais motivação para a equipe. “Trabalhamos mais dispostos e animados, pois torna-se um dia especial, que alegra nossos corações. O ambiente muda totalmente”, avalia. Datas comemorativas A supervisora lembra que a equipe tenta organizar atividades especiais em datas comemorativas como Dia das Mães, Natal e Páscoa. Além disso, o Novembro Roxo é todo dedicado ao reconhecimento e à conscientização sobre a importância de prevenir o parto prematuro. Ao longo do mês, são realizadas diversas atividades em alusão ao tema, inclusive ensaios fotográficos. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Retirada de camisas Brasília Ambiental

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