Boletim de Pessoal 2021
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GDF atendeu 12,8 mil servidores com apoio psicológico
A Escola de Governo (Egov) ofereceu mais de 180 eventos de capacitação em 2020. Foram 38 turmas na modalidade presencial, nos primeiros meses do ano, e outras 146 na modalidade de Ensino a Distância (EAD) | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília A necessidade do isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus trouxe muitos desafios para todos os setores da economia, afetando diretamente milhares de trabalhadores em todo o mundo. Para ajudar os servidores do GDF a superar essas dificuldades foi criada, dentro da estrutura da Secretaria de Economia, a Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali). O setor foi o responsável por coordenar diversos projetos de apoio aos servidores do Governo do Distrito Federal como a Academia Buriti, mais de 180 cursos à distância promovidos pela Escola de Governo e ainda uma ação específica de suporte psicológico on-line. “Fazemos isso para que o servidor se sinta valorizado e amplie a conscientização, a responsabilidade, a autonomia e o senso de pertencimento. Isso contribui para a construção de uma cultura de valorização da saúde por meio de hábitos saudáveis”, detalha a secretária-executiva Adriana Faria. No primeiro ano de funcionamento, a Sequali atuou também em atividades contínuas, dando suporte para que todos os órgãos do GDF promovam a saúde integral do servidor. [Olho texto=”Com as medidas de isolamento, foi necessário oferecer apoio emocional aos profissionais que passaram a trabalhar de suas casas, muitas vezes acometidos pela Covid-19 ou acompanhando familiares infectados” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O GDF passou a oferecer apoio emocional aos servidores em teletrabalho, muitas vezes acometidos pela Covid-19 ou acompanhando familiares infectados. Além disso, estudos identificaram situações de ansiedade e outros sintomas que surgiram nesse momento de pandemia. Para suprir essa necessidade de cuidados, a Secretaria de Economia passou a oferecer plantão de acolhimento on-line, com suporte psicológico para quem apresenta sintomas como estresse e/ou sofrimento psíquico. Também foi criado um espaço de acolhimento no Anexo do Palácio do Buriti, para aconselhamento psicológico. Outras ações de saúde mental foram realizadas pela Sequali para oferecer suporte aos servidores. A Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (Subsaúde) ampliou os espaços de reflexão sobre a importância de cuidar da saúde mental no contexto laboral. Foram realizadas palestras presenciais e online, pelo canal da Secretaria de Economia no YouTube, além de debates e grupos psicoterapêuticos. A Subsaúde também realizou o Programa de Educação Permanente em Saúde Mental, Oficinas Temáticas, Suporte Psicológico, Programa de Atenção ao Dependente Químico e Programa de Saúde Mental Materna. As ações da Subsaúde alcançaram diretamente neste ano 12,8 mil servidores. Em outras iniciativas, a Sequali convidou os servidores a participar em conjunto de ações de doação. Foram feitas arrecadações de brinquedos e de cestas de Natal para famílias carentes. Além disso, foi criado o Sistema de Ajuda Humanitária (Ajudah), voltado para ações filantrópicas, que reúne as doações recebidas, monta cestas básicas e kits de higiene, identifica pessoas em situação de vulnerabilidade não assistidas por programas sociais e organiza as ações de doação. Qualidade de vida Para monitorar a situação do ambiente de trabalho, a Secretaria de Economia contratou uma consultoria especializada em Qualidade de Vida no Trabalho. A consultoria conta com formação específica em Ergonomia da Atividade. O diagnóstico dará subsídios fundamentais para a formação de uma política e de um programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PPQVT), com base nas expectativas e necessidades dos servidores. Com espaços planejados, a Secretaria de Economia busca oferecer uma melhor experiência no ambiente de trabalho. Assim, estão em desenvolvimento o Espaço de Acolhimento, a Sala de Descompressão e o Espaço Sequali de Qualidade de Vida, no 16º andar do Anexo do Buriti. Os espaços serão desenvolvidos para oferecer ambientes de conforto aos servidores, para utilização nos momentos de pausa das atividades do trabalho, visando aliviar as tensões e o estresse. A Secretaria de Economia busca melhorar a qualidade de vida dos servidores, prevenindo doenças e promovendo a saúde física e mental. Nos demais locais de trabalho, a Sequali realiza monitoramento ambiental, para minimizar a exposição de servidores a agentes de risco que possam estar acima dos limites de tolerância definidos em lei. Outro importante projeto, que tem foco na saúde física e mental dos servidores, é a Academia Buriti, criada em agosto. As aulas on-line de jiu-jitsu, taekwondo, defesa pessoal, kickboxing e treinamento funcional são transmitidas pelo canal da Secretaria de Economia no YouTube. O objetivo é auxiliar o servidor e seus familiares a abandonar o sedentarismo, mesmo durante o período de isolamento social, fazer exercícios físicos e adquirir consciência corporal. As atividades ajudam também a combater o estresse e os transtornos de ansiedade. Capacitação A Escola de Governo (Egov) ofereceu mais de 180 eventos de capacitação em 2020. Foram 38 turmas na modalidade presencial, realizadas nos primeiros meses do ano, e outras 146 na modalidade de Ensino a Distância (EAD). Os cursos têm o objetivo de capacitar os servidores e, consequentemente, melhorar o desempenho das funções públicas, com foco em resultados e na qualidade dos serviços prestados ao cidadão. No total, 13.785 servidores participaram de projetos de capacitação neste ano. Criada em agosto, a Academia Buriti oferece aulas on-line de jiu-jitsu, taekwondo, defesa pessoal, kickboxing e treinamento funcional. A transmissão é pelo canal da Secretaria de Economia no YouTube | Foto: Divulgação/Secretaria de Economia Valorização Para celebrar o Dia do Servidor Público, comemorado em 28 de outubro, a Secretaria de Economia lançou duas importantes ações de valorização dos servidores: o Clube de Descontos do Servidor e o DF Superior. O Clube de Descontos é uma proposta de parceria com empresas privadas, com a finalidade de oferecer descontos aos servidores ativos e aposentados na aquisição de produtos e serviços. As empresas credenciadas oferecem aos servidores e seus dependentes o acesso a produtos e serviços em melhores condições de mercado, com descontos de pelo menos 10% em relação aos preços praticados. Já o DF Superior cria condições para melhorar a qualificação profissional dos servidores, facilitando cursos de graduação ou segunda graduação, pós-graduação, licenciatura, MBA, mestrado ou doutorado. O programa prevê o cadastramento de instituições privadas de ensino superior para concessão de descontos em matrículas e mensalidades em cursos de nível superior, inclusive tecnológicos, aos servidores e empregados públicos da administração direta e indireta do DF, e também para seus dependentes. Além de promover a qualificação profissional e incentivar o aperfeiçoamento pessoal dos servidores, a medida também fortalece a economia, pelo estímulo à ampliação do número de estudantes em instituições de ensino privadas. Os servidores do GDF também foram convidados a participar de concursos culturais. O DF Musical reuniu talentos que inscreveram músicas de sua autoria. Já o concurso de desenhos Meu Sonho para 2021 incentivou filhos de servidores a mostrarem sua criatividade e colocarem no papel a esperança por um mundo melhor. Outra iniciativa da Sequali é mostrar histórias marcantes e inspiradoras de servidores, que passaram a ser contadas pelo canal da Secretaria de Economia no YouTube. Com edições quinzenais, o programa “Conte sua história” valoriza o serviço público como missão. Em 2021, a Secretaria de Economia vai ampliar os projetos de qualidade de vida e valorização dos servidores. *Com informações da Secretaria de Economia
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Vigilância Sanitária interdita duas praças de alimentação neste domingo
Fiscais fazem valer a força da lei nos centros comerciais | Foto: Secretaria de Saúde Dois shoppings na Asa Norte e no Guará foram vistoriados pelos fiscais da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) na tarde deste domingo (20). A praça de alimentação do shopping localizado no Guará estava lotada e precisou ser interditada. [Numeralha titulo_grande=”R$ 2 milhões” texto=”é o valor máximo da multa por descumprimento de medida sanitária” esquerda_direita_centro=”centro”] No shopping da Asa Norte, também foi preciso interditar um restaurante que não seguia os protocolos sanitários vigentes. A praça de alimentação foi autuada por apresentar algumas inconformidades, como o não distanciamento correto das mesas. Nesse mesmo espaço comercial, um hipermercado foi autuado por não aferir a temperatura dos colaboradores e não haver distanciamento adequado de mesas na área do café. Os fiscais orientaram os comerciantes quanto às medidas que deveriam ter sido tomadas, nos termos da legislação pertinente. Após adequação e controle do fluxo de pessoas, houve a liberação para continuar recebendo clientes desde que não houvesse desrespeito às normas de segurança. Aglomeração de clientes viola necessidade de distanciamento para frear contágio | Foto: Secretaria de Saúde Desde a última segunda-feira (14), as ações do órgão em estabelecimentos comerciais foram reforçadas para garantir o cumprimento das medidas de segurança contra o coronavírus, especialmente nessa época do ano, quando as pessoas vão com mais frequência a shoppings e feiras. Os trabalhos com reforço permanecem até a véspera de Natal, no dia 24 de dezembro, em mais de 90 centros comerciais do DF. “Os shoppings precisam organizar e controlar o fluxo de pessoas nos corredores, interiores das lojas, estacionamentos, especialmente nessa época de pandemia, de modo que se evite aglomerações”, alerta a gerente de Fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, para quem “os estacionamentos não podem ultrapassar os 50% da sua capacidade máxima”. Ações em todo o DF Na última quinta-feira (17), um shopping localizado ao lado da Rodoviária do Plano Piloto teve a praça de alimentação interditada por aglomeração. Os fiscais permaneceram no local até que o fluxo de pessoas fosse controlado e as mesas distanciadas. Após a adequação, o local foi liberado para funcionar depois de algumas horas interditado. Áreas interditadas ficaram vazias até que os protocolos sanitários fossem respeitados | Foto: Secretaria de Saúde Outros dois shoppings que funcionam no Pistão Sul e na avenida Comercial Sul, em Taguatinga, também foram alvo da fiscalização neste sábado (19). O primeiro foi totalmente interditado por mais de duas horas. Ficou proibida a entrada de novos clientes até que a circulação de pessoas fosse reduzida. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Por lá os fiscais encontraram pessoas sem máscara e muito próximas umas das outras, nos corredores e na praça de alimentação. No outro estabelecimento havia aglomeração na fila de uma casa lotérica. Neste caso, houve autuação, porém sem necessidade de interdição. Sanções previstas em lei A Lei nº 6.437/1977 prevê autuação quando um estabelecimento de grande porte oferece alto risco de contaminação em massa. O flagrante do desrespeito às normas de segurança e higiene, especialmente neste período de pandemia, pode gerar a aplicação de multa ao final do processo administrativo de autuação, que varia entre R$ 2 mil a R$ 2 milhões, dependendo das irregularidades encontradas pelo órgão fiscalizador. A Vigilância Sanitária recebe denúncias que podem ser feitas via ouvidoria, pelos telefones 160 ou 162, ou pelo site www.ouv.df.gov.br. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Como o DF enfrentou a primeira onda da pandemia
Centro Médico da PM dispõe de estrutura e serviços de excelência no combate ao coronavírus | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília O combate ao novo coronavírus foi prioridade para o Governo do Distrito Federal desde o início, tão logo a Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou, em março, que o mundo já enfrentava uma pandemia. Já no dia 11 de março o GDF decretou medidas restritivas para conter a proliferação de um vírus desconhecido e, em muitos casos, fatal. Agora, quando o mundo enfrenta uma nova investida da doença (a Covid-19) – a chamada “segunda onda” – o DF está pronto para diminuir os riscos da população. Desde o início da pandemia houve um grande investimento em ações capazes de proteger a população, desde a construção emergencial de hospitais de campanha e a compra de insumos – como máscaras protetivas, para distribuição pública – até a contratação de mais profissionais de saúde. Ou seja, um intenso investimento não só de recursos financeiros, mas também de força de trabalho, estrutura e serviços de qualidade (confira na arte ao final desta matéria). [Olho texto=”“Tomamos as ações aqui de forma muito rápida, fazendo a prevenção com isolamento social, criando leitos de UTI. E atendemos a todos. Não há nenhum caso de quem não tenha sido atendido pela rede pública”” assinatura=”Ibaneis Rocha, governador do DF” esquerda_direita_centro=”centro”] Em nove meses de pandemia, o governo distribuiu mais de três milhões de máscaras de tecido; disponibilizou, nos meses mais críticos da doença, 720 leitos exclusivos em hospitais públicos e privados, e convocou um reforço de mais de 3,7 mil profissionais de saúde. Também foi erguido um hospital de campanha, no Estádio Mané Garrincha, que atendeu mais de 1,8 mil pacientes, e ampliado o Hospital de Ceilândia, com a oferta de mais 73 leitos. [Olho texto=”“Nossas medidas de enfrentamento à doença foram pioneiras no país e reconhecidas nacionalmente”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] Investimentos também foram feitos para transformar o Centro Médico da Polícia Militar em um outro ponto de apoio para tratar infectados pelo coronavírus. No hospital militar, foram admitidos 308 pacientes entre 1º de agosto e 21 de outubro. “Tomamos as ações aqui de forma muito rápida, fazendo a prevenção com isolamento social, criando leitos de UTI. E atendemos a todos. Não há nenhum caso de quem não tenha sido atendido pela rede pública”, enfatiza o governador Ibaneis Rocha. [Olho texto=”“A nossa mensagem é de valorização da vida. É preciso ter consciência de que a Covid-19 mata, e temos que nos proteger. O governo está fazendo sua parte, mas o cidadão também tem de fazer a dele”” assinatura=”José Humberto Pires, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”centro”] A testagem da população também foi reforçada. Mais de 570 mil exame foram aplicados gratuitamente na população, nas modalidades RT-PCR e sorológicos. “Nossas medidas de enfrentamento à doença foram pioneiras no país e reconhecidas nacionalmente”, destaca o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. “Ademais, o governo investiu na ampliação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no acréscimo e na valorização dos profissionais de saúde e em dezenas de campanhas educativas para a conscientização da população”, acrescenta o gestor. [Olho texto=”“Chegamos a aplicar várias multas. Mas o papel da Vigilância Sanitária foi o de orientar e fiscalizar as melhores práticas”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância em Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] Todo o mundo enfrenta uma nova onda da doença, que só será controlada com o sucesso das vacinas. Mas o Distrito Federal está pronto para qualquer emergência, lembra o secretário Okumoto, uma vez que os leitos e respiradores podem ser ampliados imediatamente, e os investimentos na saúde pública não param. Em breve será inaugurado o Hospital de Campanha de Ceilândia, que depois da pandemia será incorporado à rede de saúde do GDF, com mais 60 leitos, e sete unidades de pronto atendimento (UPA) estão em construção. [Olho texto=”“O objetivo principal é coibir as aglomerações em bares e restaurantes do DF, alertar sobre o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns desses estabelecimentos, quando não fazendo consumo de bebidas e alimentos, e a necessidade de aferição de temperatura e da disponibilização de álcool gel”” assinatura=”Cristiano Mangueira, secretário da DF Legal” esquerda_direita_centro=”centro”] Suspensão das aulas: o início da prevenção Com a edição de vários decretos, o governador Ibaneis Rocha foi suspendendo paulatinamente as atividades ao mesmo tempo em que reforçou a necessidade do isolamento social. A capital do país foi a primeira a suspender as aulas, em 12 de março. Uma semana depois, uma norma determinou o fechamento do comércio em geral, bem como a suspensão da prestação de alguns serviços e a realização de eventos públicos. Equipe da Segov em dia distribuição de máscaras em Areal, Taguatinga | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília No dia 23 de abril veio a obrigatoriedade do uso de máscaras no Distrito Federal. Essa e outras medidas são fiscalizadas pela Secretaria DF Legal e pela Vigilância Sanitária, com apoio das forças de segurança. Ao mesmo tempo em que monitorava, o GDF oferecia o item de proteção. [Numeralha titulo_grande=”538.739 vistorias” texto=”sanitárias e de distanciamento feitas pela força-tarefa do GDF” esquerda_direita_centro=”centro”] Sob coordenação da Secretaria de Governo (Segov-DF), cerca de 3 milhões de máscaras foram distribuídas até o momento por diversos órgãos e administrações regionais. “A nossa mensagem é de valorização da vida. É preciso ter consciência de que a Covid-19 mata, e temos que nos proteger. O governo está fazendo sua parte, mas o cidadão também tem de fazer a dele”, destaca o gestor da pasta, José Humberto Pires. “Trabalhamos intensamente nas ações corretiva e a educacional. Na abertura do comércio, reforçamos a necessidade do uso do álcool em gel, quantitativo de pessoas, a distância mínima, a higienização”, completa o subsecretário de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde, Divino Valero. “Chegamos a aplicar várias multas. Mas o papel da Vigilância Sanitária foi o de orientar e fiscalizar as melhores práticas”, acrescenta. Servidores da DF Legal e da Vigilância Sanitária não apenas aplicaram multas e advertências, mas também orientaram comerciantes | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília Fiscalização reforçada: mais de 500 mil vistorias O governo também reforçou a fiscalização nas ruas para que as medidas sanitárias contra o Covid 19 fossem cumpridas. De março a novembro, a Secretaria DF Legal coordenou operações em companhia de servidores da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e Secretaria de Saúde. Neste período, a força-tarefa fez 538.739 vistorias em estabelecimentos comerciais, fechando compulsoriamente 24.275 deles por desobediência a alguma regra sanitária. O DF Legal multou 395 lojas e interditou outras 1.678. [Numeralha titulo_grande=”Mais de 70 mil” texto=”pacientes atendidos no Hran” esquerda_direita_centro=”centro”] O uso obrigatório de máscaras também fez a fiscalização abordar mais de 82.225 pessoas nas ruas das 33 regiões administrativas. Deste total, 170 foram multadas. “O objetivo principal é coibir as aglomerações em bares e restaurantes do DF, alertar sobre o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns desses estabelecimentos, quando não fazendo consumo de bebidas e alimentos, e a necessidade de aferição de temperatura e da disponibilização de álcool gel”, destaca o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira. Rede hospitalar ampliada e melhorada Em Brasília, o tradicional Hospital Regional da Asa Norte (Hran) logo deu o exemplo. Tornou-se referência nacional no tratamento de casos de Covid-19. Foram mais de 70 mil pacientes atendidos na unidade hospitalar. Além da excelência médica e de uma reestruturação de fluxo, vários estudos foram feitos no Hran no sentido de reduzir a propagação da doença. A tarefa de salvar vidas se espalhou por todo o DF. Foram construídos os hospitais de campanha do Mané Garrincha (com 197 leitos de UTI) e da Polícia Militar do DF (80 leitos), além dos cuidados nas UPAs e demais hospitais regionais do Distrito Federal. Emoção marcou as mais de 1,5 mil altas clínicas no Hospital de Campanha do Mané Garrincha | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Passaram pelo Hospital de Campanha do Mané Garrincha 1,8 mil pacientes. Destes, 1.787 receberam alta do local. Já o Hospital de Campanha do Centro Médico da PM admitiu, entre 1º de agosto e 21 de outubro, 308 pacientes, dos quais 189 receberam alta. O GDF contou ainda com uma ajuda no reforço de número de leitos: a doação de uma unidade modular, anexa ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), feita pela empresa JBS. O local conta com 54 módulos hospitalares refrigerados com 73 leitos – dos quais três com suporte de ventilação mecânica – distribuídos em uma área de 1.015 metros quadrados. Mais profissionais de saúde A Secretaria de Saúde nomeou este ano, até novembro, 3.796 servidores para reforçar os atendimentos à população durante a pandemia do novo coronavírus. Ao todo, foram chamados 1.199 profissionais de saúde efetivos e 2.597 temporários, que ampliaram as equipes e atuaram na prevenção, combate, mitigação e enfrentamento da Covid-19. Corpo de servidores da Saúde, os verdadeiros heróis da pandemia, foi reforçado para vencer o novo vírus | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Para o secretário da pasta, Osnei Okumoto, os mais de 3 mil servidores chamados representam o esforço de gestão para garantir o melhor atendimento nas unidades de saúde durante a pandemia. “Esse é um compromisso do governador Ibaneis Rocha com os aprovados em concurso público. Estamos cumprindo aquilo que foi prometido a todos, que é o chamamento para os cargos na Secretaria de Saúde e, com isso, reforçar os serviços à população”, afirmou. Testagem da população A alta testagem da população sempre esteve na lista de prioridades. Segundo a Secretaria de Saúde, até o dia 31 de outubro foram realizados no DF 573.483 testes nas modalidades RT-PCR e sorológicos. Postos de drive-thru foram espalhados em pontos estratégicos do Distrito Federal para a aplicação de testes rápidos. Os resultados saíam com rapidez, majoritariamente no mesmo dia do exame. As unidades básicas de saúde também ofereceram dois tipos de teste: os rápidos e por swab nasal (RT-PCR). Em outra frente, o governo investiu cerca de R$ 15,7 milhões na aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os servidores que atuam na linha de frente do combate (saúde e segurança). Medida mais do que necessária para evitar a disseminação da doença. Baixa ocupação de leitos A taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados à Covid-19 na rede pública – incluindo adulto, pediátrico e neonatal – sempre esteve dentro da normalidade. No final de novembro, após redução gradativa dos 720 leitos exclusivos para 391 ativos, o índice de ocupação para Covid registrou 64%. Portanto, abaixo do percentual de até 70%, considerado dentro dos padrões sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A redução gradativa dos casos levou o governo a desativar as camas e estruturas a partir de 26 de setembro, obedecendo a um cronograma rígido e controlado por técnicos de saúde e estatísticos. O hospital do Mané Garrincha, por exemplo, encerrou as atividades em 15 de outubro. Taxa de recuperação é 90% Já são mais de 214 mil pacientes recuperados na capital do país, atribuindo ao DF um dos mais altos índices de recuperação em todo o Brasil: cerca de 90%. Até o início de dezembro, foram registrados 3,9 mil óbitos em decorrência da doença. A Secretaria de Saúde segue acompanhando de perto a evolução e o número de casos de infecção por aqui. “As providências e os cuidados seguem. Até mesmo para que o Distrito Federal esteja em condições de enfrentar uma possível segunda onda de Covid-19”, finaliza Osney Okumoto. CONFIRA ALGUMAS DAS AÇÕES DO GDF CONTRA O CORONAVÍRUS:
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Natal antecipado anima pacientes do Hospital de Base
O kit distribuído pelas voluntárias do MAC conta com toalhas, lenços, hidratante para pele, batom, creme de barbear, sabonete, entre outros | Foto: divulgação Secretaria de Saúde O dia começou cheio de surpresas e alegrias para os pacientes de algumas áreas do Hospital de Base. Isso porque o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) 55 kits com produtos de higiene pessoal nas unidades de Oncologia, Hematologia e Gastrologia. Francisco Manoel das Chagas foi um dos contemplados com as lembranças. Ele está em tratamento de um câncer e internado desde maio na unidade hospitalar. “Estou super feliz com esses presentes. Não tenho palavras para agradecer”, disse. “Que Deus multiplique para aqueles que fizeram isso de coração.” O kit distribuído pelas voluntárias do MAC conta com toalhas, lenços, hidratante para pele, batom, creme de barbear, sabonete, entre outros. A dona Aparecida dos Santos, que passa por tratamento de câncer, ficou feliz ao receber esse carinho. “É muito bom ser lembrada neste momento”, declarou. “Isso nos dá mais animação para continuar essa luta”. E é justamente essa a ideia do MAC. Segundo a coordenadora do movimento, Regina Selma de Sousa, muitos pacientes, mulheres ou homens, necessitam, durante o período de tratamento, de produtos básicos de higiene. “Não fazemos nenhuma distinção, preparamos kits para homens e mulheres”, explicou Regina. “Qualquer mimo nessa hora aumenta a autoestima do paciente, e isso ajuda na recuperação.” As voluntárias do MAC Além de Regina, o MAC conta com outras três voluntárias: Soraya, Márcia e Marilene. Elas distribuem cestas básicas todas as últimas terças-feiras de cada mês. E isso é feito praticamente o ano inteiro. Para 2021, eles já estão buscando donativos. Aceitam cestas básicas, produtos de higiene pessoal, roupas, calçados e acessórios. Presentes que alegram a alma de quem tem que enfrentar as dores de um câncer. Como ajudar o MAC Doações podem ser feitas às terças e quintas-feiras, das 8 às 18h, na sede do MAC: Ala dos Voluntários do Hospital de Base. Produtos preferidos: cestas básicas; alimentos para café da manhã e lanche da tarde; roupas, calçados, acessórios e utilidades para o bazar permanente; itens de higiene, como sabonetes, escovas, pastas de dente e hidratantes. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospital de Santa Maria retoma oferta de tomografias
Tomógrafo em pleno funcionamento: serviço volta a ser oferecido no hospital | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Desde esta terça-feira (15), está regularizada a oferta de tomografias do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). O serviço foi interrompido no dia 4 deste mês, depois de uma das centrais de refrigeração da unidade de saúde apresentar problemas. De janeiro a outubro, a unidade realizou 23.147 tomografias, com média de 95 exames por dia. [Numeralha titulo_grande=”23.147 ” texto=”Número de tomografias feitas pelo HRSM de janeiro a outubro” esquerda_direita_centro=”centro”] Para retomar os atendimentos, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges), que administra o HRSM, instalou na sala de tomografia um aparelho de ar-condicionado split – composto por duas partes, uma condensadora e outra evaporadora. Assim, os exames podem ser feitos em condições adequadas e sem risco de danificar o tomógrafo da unidade. O tomógrafo é sensível a altas temperaturas e precisa de um ambiente com boa refrigeração para operar corretamente. “O ar-condicionado central apresentou problemas no dia 1º”, detalhou o superintendente do Hospital de Santa Maria, Willy Pereira. “Até o dia 4, estávamos fazendo três exames e precisando desligar para ele esfriar. Optamos, então, por suspender o serviço para evitar que o tomógrafo se danificasse”. “É importante esclarecer que o nosso tomógrafo jamais esteve quebrado”, explica o gerente de apoio diagnóstico terapêutico do HRSM, Ubirajara Silveira. “O que fizemos foi interromper o funcionamento dele por medida de segurança”. Durante esse período, informa o gestor, os pacientes não ficaram desassistidos: “Encaminhamos os usuários que necessitavam do exame para outros hospitais da rede pública”. * Com informações do Iges-DF
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GDF Presente construindo caminhos
Com apoio do programa GDF Presente, a construção ou reforma de calçadas foi ampliada, chegando a todas as cidades do Distrito Federal | Fotos: GDF Presente/Divulgação Tão importantes para a mobilidade e a segurança de pedestres, além do bom funcionamento do trânsito, as calçadas são prioridade dentro da política de mobilidade urbana do DF. Com apoio do programa GDF Presente, a construção ou reforma desses equipamentos ampliou, chegando a todas as cidades do Distrito Federal. Desde janeiro, já são cerca de 160 mil metros quadrados de passeios, em um investimento de R$ 14,2 milhões. No Sol Nascente/Pôr do Sol, por exemplo, quatro mil metros de calçadas estão saindo do papel. Demandaram um investimento de R$ 1,2 milhão e as obras são executadas por uma empresa contratada por licitação pela Novacap, com o apoio do GDF Presente e da administração regional. “Estamos atentos à importância da questão da mobilidade. A Novacap tem feito um estudo das necessidades em cada região. Em 2021, o investimento e a parceria com o GDF Presente será ainda maior”, garante o subsecretário de Desenvolvimento Regional e Operações nas Cidades, Flávio Araújo. “Nossa maior preocupação é construir calçadas acessíveis, mais espaçosas e de alta qualidade, garantindo a durabilidade e elevando a segurança que a população precisa”, afirma o diretor de Urbanização da Novacap, Sérgio Lemos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Para o vigilante Edson Batista, 41 anos, os novos passeios chegam em ótimo momento. “Nessa época de pandemia, em que está tudo tão difícil, é importante pra gente se locomover em segurança”, afirma. “Na nossa cidade, que é tão carente de infraestrutura, a calçada é como um equipamento público, além dos vários PECs (Ponto de Encontro Comunitário) instalados. Estamos muitos felizes e parabenizo o governo”, completa Edson. “A calçada é de suma importância para a comunidade. Ajuda no bem-estar e na segurança dos moradores e, acima de tudo, traz conforto”, opina o administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Domingues. “Aqui, no Sol Nascente, ainda vemos muitas pessoas andando no meio da rua, perto dos carros. Mas agora vai melhorar muito com esse investimento”, assegura. No Sol Nascente/Pôr do Sol, por exemplo, quatro mil metros de calçadas estão saindo do papel. Demandaram um investimento de R$ 1,2 milhão | Foto: Divulgação/GDF Presente Guará No Guará, a construção de um passeio “salvou” um acesso que era foco de problemas na QE 15 do Guará 2. O beco entre dois quarteirões vivia alagado com as chuvas, além de o local ser alvo de alguns assaltos. Cinquenta e dois metros de calçada foram colocados na área. “O acesso ali era muito complicado na época das chuvas. Então ficou excelente, pois significa mais segurança e mais mobilidade para a população guaraense”, explica a administradora Luciane Quintana. Segundo Luciane, uma emenda parlamentar do deputado distrital Rodrigo Delmasso vai destinar R$ 575 mil para a instalação de mais passeios pela cidade em 2021. “Eles são essenciais para as mães andarem com seus carrinhos de bebê, além de idosos e crianças principalmente. No Guará, temos uma população muito ativa”, pontua. Samambaia e Taguatinga Já em Samambaia, a melhoria veio para dar acessibilidade aos usuários do hospital público da cidade, o HRSam, localizado na QR 614. Calçadas também foram colocadas no canteiro central da QR 210/410, onde há duas faixas de pedestres próximas. “Temos uma população de cerca de 300 mil habitantes e esse é um dos pedidos mais recorrentes em nossa Ouvidoria. É primordial oferecer mobilidade”, acredita o administrador Gustavo Aires. Taguatinga também vai ganhar um passeio de grandes dimensões. O GDF Presente está construindo 640 metros quadrados nas quadras 38/40 do Setor M Norte, margeando o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 17.
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