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Atlas do DF 2020

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Informações Socioeconômicas do DF

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Terracap oferece 36 imóveis em licitação exclusiva para entidades religiosas e de assistência social

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) lançou novo edital do Programa Igreja Legal, com 36 imóveis destinados exclusivamente a entidades religiosas de qualquer culto e entidades de assistência social. Os terrenos estão distribuídos por Brazlândia, Ceilândia, Jardim Botânico, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria e Sobradinho. As áreas ofertadas variam de 150 m² a 9.319,95 m², e os preços públicos mensais mínimos partem de R$ 208,50 e chegam a R$ 8.655. A maior área está localizada no Jardim Botânico, com 9.319,95 m², enquanto o menor imóvel, de 150 m², fica no Recanto das Emas. A maior parte dos terrenos tem dimensões entre aproximadamente 400 m² e 800 m². Samambaia concentra o maior número de oportunidades, com 15 imóveis. As áreas variam de 200 m² a 1.440 m², com preços públicos mensais mínimos entre R$ 342 e R$ 1.299. No Recanto das Emas, são seis terrenos, com áreas de 150 m² a 775,34 m² e preços públicos a partir de R$ 208,50. Já no Riacho Fundo II, há quatro imóveis, com áreas de 225 m² a 877,50 m². Entre os demais lotes, destacam-se o imóvel de 7.803 m² em Brazlândia, com preço público mensal mínimo de R$ 4.995, e o terreno de 5.659,14 m² no Paranoá, cujo valor mínimo mensal é de R$ 2.685. Em Santa Maria, são dois imóveis, de 700 m² e 1.400 m², enquanto Ceilândia conta com quatro oportunidades. Planaltina, Jardim Botânico e Sobradinho têm um imóvel cada. Como participar A caução deverá ser depositada até 28 de outubro, em qualquer agência do BRB, por depósito identificado, transferência eletrônica (TED) ou pagamento de boleto expedido no site da Terracap. As propostas deverão ser apresentadas no dia 29 de outubro, das 9h às 10h, no auditório da sede da Terracap ou por meio de formulário eletrônico, no mesmo período. Podem participar exclusivamente pessoas jurídicas constituídas como entidades religiosas ou de assistência social, sendo necessário que a entidade participante ou sua matriz tenha sido regularmente constituída há pelo menos um ano. A concessão é feita por meio de Concessão de Direito Real de Uso sem opção de compra (CDRU-S), com vigência de 15 anos, prorrogável uma vez por igual período. O imóvel deverá ser utilizado para a atividade religiosa ou de assistência social correspondente à natureza da entidade vencedora durante toda a vigência da concessão. O preço público mensal mínimo corresponde a 0,15% do valor de avaliação do imóvel, considerando o valor da terra nua. O pagamento começa após a assinatura da escritura pública de CDRU-S. Após dois anos, a entidade poderá solicitar a aplicação da moeda social, tornando a concessão gratuita mediante execução de plano de trabalho voltado a grupos vulneráveis. O certame é regulamentado pela Lei Distrital nº 6.888/2021 e pelo Decreto Distrital nº 43.209/2022, conforme estabelecido no próprio edital. O edital completo, com a relação dos imóveis, endereços, metragens, valores, cauções e demais condições de participação, está disponível no site da Terracap: www.terracap.df.gov.br. As entidades interessadas também podem obter mais informações na Divisão de Atendimento da Terracap, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, ou pelo telefone (61) 3350-2222. *Com informações da Terracap

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PIB

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Detran-DF divulga relação de mais de 5 mil motoristas sujeitos à suspensão

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Dia Mundial da Paralisia Cerebral reforça importância do cuidado precoce e da inclusão

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quando um bebê demora mais para sustentar a cabeça, apresentar rigidez ou flacidez muscular, movimentar um lado do corpo de forma diferente ou demorar a alcançar etapas esperadas do desenvolvimento são sinais que merecem atenção. Nem sempre essas alterações significam paralisia cerebral, mas elas podem indicar a necessidade de uma avaliação especializada. Celebrado em 6 de outubro, o Dia Mundial da Paralisia Cerebral reforça a importância do diagnóstico, da assistência multiprofissional e de um olhar que veja a criança para além da deficiência. Identificar alterações precocemente pode favorecer o desenvolvimento de habilidades, prevenir complicações e contribuir para mais funcionalidade e autonomia. A paralisia cerebral reúne alterações permanentes do movimento e da postura decorrentes de uma lesão ou alteração no cérebro em desenvolvimento. A lesão que dá origem à condição não é progressiva, mas as manifestações e as necessidades da criança podem mudar ao longo do crescimento. Identificar os sinais da paralisia cerebral precocemente pode favorecer o desenvolvimento de habilidades, prevenir complicações e contribuir para mais funcionalidade e autonomia | Fotos: Divulgação/IgesDF No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse cuidado pode começar ainda na assistência neonatal e continuar ao longo da infância, conforme as necessidades de cada paciente. Relação com o parto Um dos principais mitos sobre a paralisia cerebral é associar automaticamente a condição à falta de oxigênio durante o nascimento. Segundo a chefe do serviço de neonatologia do HRSM, Phabyana Araújo, as causas são diversas e podem ocorrer antes, durante ou depois do parto. Prematuridade, baixo peso ao nascer, alterações no desenvolvimento cerebral, infecções e acidente vascular cerebral fetal ou neonatal estão entre os fatores associados à condição. "A paralisia cerebral pode ter diferentes causas. A alteração cerebral pode ocorrer ainda na gestação, durante o nascimento ou no período neonatal. Por isso, não podemos atribuir automaticamente o diagnóstico a um episódio ocorrido no parto" Phabyana Araújo, chefe do serviço de neonatologia do HRSM “A paralisia cerebral pode ter diferentes causas. A alteração cerebral pode ocorrer ainda na gestação, durante o nascimento ou no período neonatal. Por isso, não podemos atribuir automaticamente o diagnóstico a um episódio ocorrido no parto. Cada caso precisa ser analisado individualmente”, explica Phabyana. Uma das condições que podem provocar comprometimento neurológico é a encefalopatia hipóxico-isquêmica, quando há redução importante da oferta de oxigênio ou do fluxo sanguíneo para o cérebro. Ela pode ocorrer antes, durante ou depois do nascimento. “A encefalopatia hipóxico-isquêmica é uma lesão cerebral aguda e pode deixar sequelas neurológicas. Entre elas, a paralisia cerebral. Mas não é a única causa. Da mesma forma, um Apgar baixo, isoladamente, não permite concluir que houve asfixia ou lesão cerebral”, esclarece Phabyana. O Apgar é uma avaliação rápida feita logo após o nascimento para verificar as condições do bebê. A nota, que varia de zero a 10, leva em conta sinais como frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, resposta aos estímulos e cor da pele. Um resultado baixo indica que o recém-nascido precisa de atenção, mas não permite, sozinho, diagnosticar falta de oxigênio, lesão cerebral ou prever paralisia cerebral. “Na neonatologia, reconhecer rapidamente um bebê que pode estar evoluindo com EHI é fundamental. É uma situação tempo-dependente e, quando a criança atende aos critérios, a hipotermia terapêutica iniciada precocemente pode melhorar os desfechos”, destaca Phabyana. O cuidado em crianças com paralisia é individualizado e pode envolver fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, pediatria, neurologia, ortopedia, enfermagem, nutrição e psicologia A atenção precoce é importante porque os primeiros anos de vida são marcados por intensa neuroplasticidade, capacidade do cérebro de se reorganizar e aprender. Quando existe diagnóstico ou risco elevado para paralisia cerebral, começar as intervenções o quanto antes pode favorecer habilidades, funcionalidade e participação, além de ajudar a prevenir complicações. O cuidado é individualizado e pode envolver fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, pediatria, neurologia, ortopedia, enfermagem, nutrição e psicologia. Dependendo da necessidade, podem ser utilizados órteses, tecnologias assistivas e recursos de comunicação alternativa. Além do diagnóstico Na Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos (UCPPed) do HRSM, esse olhar faz parte da rotina de assistência a crianças e adolescentes com condições crônicas complexas de saúde. A maioria dos pacientes atendidos no setor tem paralisia cerebral, incluindo crianças dependentes de tecnologias de suporte à vida. A unidade oferece assistência integral, humanizada e multiprofissional, com foco na funcionalidade, qualidade de vida, capacitação dos familiares e preparação para uma desospitalização segura, além de cuidados paliativos quando necessários. “Na UCPPed, não cuidamos apenas da paralisia cerebral, mas da criança em sua integralidade. Cada paciente tem capacidades, necessidades e uma história própria. Nosso trabalho é identificar potencialidades, favorecer funcionalidade e qualidade de vida e preparar a família para que esse cuidado tenha continuidade também fora do hospital”, destaca a chefe do Serviço da UCPPed, Lara Vieira. Dimensões diferentes  Paralisia cerebral não significa, necessariamente, deficiência intelectual. O comprometimento motor e o intelectual são dimensões diferentes. Uma criança pode ter grande dificuldade para andar ou falar e, ainda assim, compreender o que acontece ao seu redor. Da mesma forma, não falar não significa não compreender. Com os recursos adequados, muitas crianças podem se comunicar, participar das atividades da família, frequentar a escola e fazer escolhas. “Não podemos limitar uma criança ao que ela não consegue fazer. Algumas vão precisar de mais apoio, outras conquistarão maior independência, mas todas precisam ter oportunidades para se comunicar, participar, aprender e exercer escolhas dentro de suas possibilidades” Lara Vieira, chefe do Serviço da UCPPed “Não podemos limitar uma criança ao que ela não consegue fazer. Algumas vão precisar de mais apoio, outras conquistarão maior independência, mas todas precisam ter oportunidades para se comunicar, participar, aprender e exercer escolhas dentro de suas possibilidades”, reforça Lara. Nesse contexto, autonomia não significa necessariamente fazer tudo sozinho. Significa ter oportunidades de participar, expressar preferências e exercer escolhas com os apoios necessários. Onde buscar atendimento no DF Crianças com atraso no desenvolvimento ou alterações nos movimentos devem ser avaliadas por um profissional de saúde. Na rede pública, a Unidade Básica de Saúde (UBS) é a porta de entrada para avaliação e, quando necessário, encaminhamento para atendimento especializado. O Distrito Federal conta com centros especializados em reabilitação (CER) que oferecem atendimento multiprofissional para pessoas que necessitam de reabilitação, incluindo pacientes com paralisia cerebral. Os serviços podem envolver fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e outras especialidades, conforme a necessidade de cada paciente. *Com informações do IgesDF  

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SLU mobiliza 1,8 mil garis para limpeza das ruas após eleições

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) mobilizou cerca de 1,8 mil garis para reforçar a limpeza das ruas do Distrito Federal após o primeiro turno das eleições. As equipes começaram a atuar ainda na tarde de domingo (4/10) e continuaram nas ruas no dia seguinte, removendo os resíduos deixados durante o processo eleitoral. O trabalho de limpeza foi intensificado nas proximidades dos locais de votação e continuará ao longo da semana, até que todas as áreas sejam limpas.  Santinhos, panfletos e outras publicações tomaram as ruas: até a segunda-feira, cerca de 33 toneladas de resíduos tinham sido recolhidas pelo SLU | Foto: Divulgação/SLU Até o momento, aproximadamente 33 toneladas de resíduos já foram recolhidas. Entre os materiais encontrados pelas equipes estão santinhos, panfletos e outros impressos de campanha descartados em vias e espaços públicos. Com a realização do segundo turno, o SLU reforça o pedido de colaboração da população. A orientação é para que santinhos, panfletos e qualquer outro tipo de resíduo não sejam jogados no chão. Além de facilitar o trabalho dos garis, o descarte correto contribui para manter a cidade limpa, evitar o entupimento de bocas de lobo e reduzir os impactos causados pelo descarte irregular. A participação de cada cidadão é fundamental para manter o Distrito Federal mais limpo. No segundo turno, faça a sua parte: não jogue resíduos no chão e colabore com a limpeza urbana. *Com informações da SLU

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Informe Econômico

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Dia Mundial de Combate à Meningite destaca importância da prevenção

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Celebrado anualmente em 5 de outubro, o Dia Mundial de Combate à Meningite destaca a importância de prevenir a doença, cujas formas podem ser prevenidas por um conjunto de vacinas aplicadas desde os primeiros dias de vida até a adolescência. No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) tem mais de cem salas de vacina preparadas para atender as famílias e ampliar a proteção contra a doença. Os locais e horários de atendimento estão disponíveis neste site. A orientação aos pais ou responsáveis é ir até uma sala de vacina com um documento de identificação da criança e a caderneta de vacinação. As equipes de atendimento analisam a situação e indicam quais doses podem ser aplicadas, mesmo se houver atraso. A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Os pacientes podem apresentar febre alta, dor de cabeça, dificuldade para mexer o pescoço, vômitos e náuseas. A doença exige avaliação médica imediata, e a necessidade de internação e o tratamento dependem da causa e da gravidade do quadro. Os profissionais de saúde alertam para a importância da prevenção. "A meningite é uma doença endêmica no Brasil, o que significa que casos são esperados ao longo de todo o ano", afirma o gerente de Epidemiologia de Campo da SES-DF, Victor Bertollo Pôrto. Em 2025, foram registrados 106 casos e 11 óbitos no DF. Arte: Agência Saúde DF Vacinação Para prevenir diversas formas de meningite, há uma série de vacinas a serem aplicadas, começando pela BCG, aplicada preferencialmente ainda nas maternidades. Para manter a imunidade da criança, são aplicadas no início da vida: DTP-HB-Hib, pneumocócica conjugada VPC20/VPC10, meningocócica C e meningocócica ACWY. Juntos, esses imunizantes protegem contra diversos sorotipos de bactérias que podem causar a meningite, além de infecções virais gerais que podem evoluir para meningite. Considerando os esquemas dessas vacinas, há doses aplicadas aos 2, 3, 4, 5, 6, 12 e 15 meses, aos 4 anos e dos 11 aos 14 anos. "É de extrema importância seguir o calendário básico de vacinação porque foi pensado exatamente no momento ideal em que a criança vai gerar a melhor resposta e também o momento ideal de proteção para a criança, para que, quando ela for exposta àquele agente etiológico, ela já esteja protegida", afirma a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Idosos e grupos especiais A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20) também é indicada para idosos a partir de 85 anos e indivíduos com comorbidades ou condições que aumentam o risco de doença pneumocócica grave, como imunossupressão, cardiopatias, doenças pulmonares crônicas, asma moderada ou grave, diabetes e certas condições neurológicas. Nesses casos, a aplicação depende de avaliação clínica e, quando necessário, de autorização prévia do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). A página do serviço reúne informações sobre o atendimento. Populações indígenas a partir de 5 anos de idade que não tenham histórico de vacinação prévia com vacina pneumocócica conjugada também devem tomar a vacina VPC20. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Lei viabiliza regularização e adequação de áreas destinadas a equipamentos públicos em sete regiões do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal sancionou a Lei nº 7.944, de 2 de outubro de 2026, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a regularização e a adequação de áreas destinadas a equipamentos públicos em sete regiões administrativas: Plano Piloto, Gama, Taguatinga, Sobradinho, Ceilândia, São Sebastião e Recanto das Emas. A publicação está no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (5/10).  Elaborada no âmbito do planejamento e do ordenamento territorial desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a medida busca adequar a configuração urbanística das áreas à realidade existente. Em diferentes situações, equipamentos públicos já funcionam em terrenos que precisam de ajustes para regularização, ampliação ou adequação. Para isso, a lei autoriza operações urbanísticas como a desafetação e a afetação de áreas públicas, além da desconstituição de unidades imobiliárias. As medidas permitem criar, ampliar ou ajustar lotes destinados a equipamentos públicos. Ao todo, são 189.003,04 m² de áreas desafetadas, 37.271,77 m² de áreas afetadas, 1.690,45 m² provenientes de unidades imobiliárias desconstituídas e 440.867 m² de áreas anteriormente desafetadas que serão doadas à União. Somadas, as operações envolvem mais de 668 mil m².  Taguatinga: na região administrativa, medida promove ajustes em unidades imobiliárias para viabilizar a regularização da Feira Central e da Praça do Relógio | Fotos: Divulgação/Seduh-DF   Escolas e outros equipamentos públicos  Entre os locais contemplados estão unidades de ensino, equipamentos de assistência social, serviços públicos e espaços de atendimento à população: ⇒ No Gama, a lei permite a regularização de áreas do Centro Educacional nº 8 (CED 08) e do Centro de Ensino Médio nº 1 (CEM 01), além da ampliação de áreas destinadas ao Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) e ao Centro Interescolar de Línguas (CIL). ⇒ Em Ceilândia, as alterações abrangem o Centro de Ensino Médio nº 10, o Centro de Ensino Médio nº 12, uma área destinada ao Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), a Escola Classe nº 50, o Restaurante Comunitário, a Feira do Produtor, a Junta Militar e o Centro Comunitário. ⇒ Em Taguatinga, serão criadas unidades imobiliárias destinadas ao Conselho Comunitário de Segurança Pública e ao Conselho Tutelar. ⇒ Em São Sebastião, será regularizada uma área destinada ao Centro de Convivência do Idoso. No Recanto das Emas, a medida contempla, entre outros equipamentos, o Terminal Rodoviário e o Jardim de Infância da Quadra 603. ⇒ Em Sobradinho, estão previstas adequações relacionadas à Escola Classe nº 12 e a criação de unidade imobiliária destinada à Farmácia de Alto Custo. ⇒ No Plano Piloto, a lei contempla a realocação de unidades de Administração de Quadra nas regiões da SQS 202 e da SQN 313.  Em Ceilândia, as alterações abrangem a Feira do Produtor, o Centro de Ensino Médio nº 10 (CEM 10), o CEM 12, uma área destinada ao Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), a Escola Classe nº 50, o Restaurante Comunitário, a Junta Militar e o Centro Comunitário Adequação de áreas públicas  A legislação também estabelece mudanças na destinação e na configuração de áreas públicas para adequá-las ao uso existente: ⇒ Em Ceilândia, estão incluídos espaços relacionados à regularização da terceira etapa do Setor Habitacional Sol Nascente e do Parque Linear do Meio. ⇒ No Recanto das Emas, a medida permite adequar a área do Parque Urbano. Em Sobradinho, está previsto o ajuste do sistema viário contíguo à Escola Classe nº 12. ⇒ No Plano Piloto, estão previstas adequações relacionadas à Administração de Quadra da SQDN 407/408, além da regularização de uma quadra de esportes na SQN 313 e da realocação da unidade da SQS 202. ⇒ Em Taguatinga, a medida promove ajustes em unidades imobiliárias para viabilizar a regularização da Feira Central e da Praça do Relógio. Nesse último caso, a área onde está situada uma banca de jornal será incorporada integralmente ao espaço público da praça. Áreas destinadas à União A lei também autoriza a doação à União de áreas no Plano Piloto que já haviam sido desafetadas pela Lei Complementar nº 1.041, de 2024, que aprovou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub). Entre as áreas estão aquelas destinadas à Administração Pública Federal, ao Anexo do Palácio do Planalto, ao Pavilhão de Metas, ao Ministério das Relações Exteriores e à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A doação será realizada mediante prévia avaliação, conforme estabelecido na legislação. Análise técnica Antes da publicação da lei no DODF, o texto já havia sido aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). As propostas passaram por análises técnicas da Seduh, que avaliaram aspectos urbanísticos, ambientais e fundiários, além das condições de infraestrutura e de possíveis interferências com redes de serviços públicos. Nos casos previstos na legislação, as propostas também foram submetidas ao Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), que emitiu pareceres favoráveis. O processo contou ainda com participação popular em audiências públicas realizadas nas regiões administrativas envolvidas. Com a sanção, as medidas passam a integrar o ordenamento jurídico do Distrito Federal e permitem o prosseguimento dos procedimentos necessários à regularização e à adequação das áreas contempladas. *Com informações da Seduh-DF

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Informe Econômico – edições anteriores

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Audiência pública vai discutir requalificação urbanística da QNN 11 em Ceilândia

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Moradores de Ceilândia e demais interessados poderão participar, no dia 18 de novembro, da audiência pública que vai apresentar e discutir a proposta de requalificação urbanística da Quadra QNN 11. O encontro será realizado às 19h, no auditório da Administração Regional de Ceilândia. Entre os pontos em discussão está a revisão dos usos do solo da área, com a possibilidade de ampliar a diversidade de atividades comerciais, de serviços, institucionais e industriais, especialmente nos trechos de maior circulação. A proposta também considera a implantação e a adequação do sistema viário e da infraestrutura urbana da região. A área da requalificação está localizada na QNN 11, entre as estações Ceilândia Centro e Ceilândia Norte, e integra áreas estratégicas de centralidade e dinamização urbana previstas no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). A análise da Seduh recomenda a concentração de atividades de maior diversidade nos eixos com maior acessibilidade e circulação, enquanto os lotes internos devem manter a possibilidade de usos diversificados já previstos na legislação. A proposta está relacionada ao projeto de urbanismo da QNN 11, que também prevê adequações na configuração dos lotes e no sistema viário. A audiência pública será um espaço para apresentação da proposta e participação da comunidade no debate sobre as mudanças previstas para a região. Mais informações estão disponíveis no site da Seduh: https://www.seduh.df.gov.br/category/audiencias-publicas. A convocação para a audiência foi publicada na edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última sexta-feira (2).  Serviço: → Audiência pública – Requalificação urbanística da QNN 11 → Data: 18 de novembro de 2026 (quarta-feira) → Horário: 19h → Local: auditório da Administração Regional de Ceilândia → Endereço: QNM 13, Módulo B, Área Especial, Ceilândia Sul, Brasília-DF, CEP 72.215-130   *Com informações da Seduh-DF

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GDF na Sua Porta leva iluminação pública e segurança a Santa Maria

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Mais de R$ 20 milhões foram investidos em um pacote de 18 ordens de serviço para Santa Maria, todas assinadas pela governadora Celina Leão em setembro, quando o programa GDF na Sua Porta passou por lá. Desse montante, cerca de R$ 380 mil foram aplicados em postes e luminárias espalhados pela cidade. Engenheiro eletricista da CEB IPes, Frederico Dourado afirma que a companhia, em conjunto com a Administração Regional de Santa Maria, mapeia as necessidades da população. A partir de então, são elaborados projetos técnicos de melhorias de iluminação pública. Cerca de R$ 380 mil foram aplicados em postes e luminárias espalhados em Santa Maria pelo programa GDF na Sua Porta | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília “Nós trabalhamos, principalmente, com a implantação de novos pontos de iluminação pública para permitir que a população local possa usufruir dos espaços públicos com mais qualidade no período noturno, aumentando a sensação de segurança e trazendo mais conforto para a população”, disse. Ao redor da Unidade Básica de Saúde nº 9, foram instalados oito postes de iluminação pública, com cinco luminárias de LED de 70 w e três luminárias de LED de 120 w, além da instalação de quadro de comando e condutores necessários. Neste local, foram investidos R$ 107.978,97.   Na CL 109 e na CL 101, houve implantação de iluminação pública no interior de toda a quadra, com um total de 37 braços de IP, 2 postes duplos e 41 luminárias de LED, sendo 37 de 70 w e quatro de 120 w, com total de R$ 65.455,35 em recursos; na Quadra 100, R$ 57.471,92 foram investidos na instalação de 4 postes para iluminar estacionamentos, com três luminárias de LED de 120 w e uma de 70 w. Geodeci Carvalho se sente mais segura para fazer as caminhadas dela na CL 101 A costureira Geodeci Carvalho, de 70 anos, transita a pé na região da CL 101 e comemorou o novo sistema de iluminação nessa área. De acordo com ela, o setor era escuro e despertava insegurança para a população que caminha por ali diariamente. “Antes, aqui era bem perigoso. Hoje em dia, está ótimo. A falta de luz era péssima. Hoje em dia, está bem melhor”, comentou a piauiense. Também na CL 101, em um campo de futebol de terra, foram instalados quatro postes de iluminação pública, com um total de 24 luminárias de LED de 240 w, além da instalação de quadro de comando, condutores e ferragens necessárias. Ao todo, foram investidos R$ 148.788,08 no local. Gráfico e dono de negócio nas proximidades do campo, Celso Soares Batista, de 68 anos, disse que a população aguardou 25 anos por um sistema de energia no local. Natural de Unaí, Minas Gerais, e morador do Distrito Federal há 66 anos, desde a fundação, ele conta que a circulação de pessoas e o comércio local foram transformados desde que os postes foram ligados. “Agora, as mulheres passam por aí, todo mundo passa, as crianças brincam. Melhorou o aluguel, minha empresa melhorou. Tudo melhora com mais iluminação”, afirmou. O empresário Celso Batista diz que a população esperava havia 25 anos por essas melhorias De acordo com o engenheiro eletricista da CEB IPes, a companhia leva em consideração indicadores utilizados pela Secretaria de Segurança Pública no processo decisório de instalação de equipamentos de iluminação pública. “As luminárias de LED trazem uma qualidade de iluminação técnica muito maior para as localidades, gerando também uma redução no consumo de energia. Nós conseguimos aliar tanto a questão de melhoria da segurança pública quanto também a redução das contas de energia elétrica do parque de iluminação pública”, explicou.

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IgesDF abre seleção para seis áreas com salários de até R$ 16 mil

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para seis novos processos seletivos simplificados. As oportunidades são para médico cirurgião vascular, médico ecografista vascular com doppler, enfermeiro estomaterapeuta, técnico de necropsia, analista de carreira e desempenho e analista de contratos, com remunerações que chegam a R$ 16.030,94. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 12 horas e 40 horas semanais. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornadas superiores a seis horas, conforme previsão em acordo coletivo de trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento de alimentação no local de trabalho, além de auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio maternidade e paternidade estendidos e auxílio funeral, conforme os normativos internos e os acordos coletivos de trabalho. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF Especialidades médicas Com remuneração bruta de R$ 16.030,94 e carga horária mínima de 24 horas semanais, a seleção para médico cirurgião vascular está prevista no Edital nº 101/2026. Para concorrer, é necessário possuir graduação em Medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência ou título de especialista em Cirurgia Vascular e experiência mínima de seis meses na especialidade. Entre os diferenciais estão experiência no manejo de doenças arteriais obstrutivas periféricas, incluindo tratamentos clínico, cirúrgico e intervencionista, além de formação em angiorradiologia e cirurgia endovascular ou em radiologia intervencionista e angiorradiologia. Na área de ecografia vascular, o Edital nº 102/2026 oferece oportunidade para médico ecografista vascular com doppler, com remuneração bruta de R$ 9.057,84 e jornada mínima de 12 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em Medicina, registro no CRM, residência ou título de especialista em radiologia, cirurgia vascular ou angiologia e certificado de área de atuação em ecografia vascular com doppler. Também é exigida experiência mínima de seis meses na realização desses exames. Enfermagem Para enfermeiro estomaterapeuta, a remuneração bruta é de R$ 4.894,57, com carga horária mínima de 36 horas semanais. A oportunidade integra o Edital nº 103/2026. Podem participar profissionais com graduação em Enfermagem reconhecida pelo MEC, registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren), pós-graduação em andamento em estomaterapia ou dermatologia e experiência mínima de seis meses em uma dessas áreas. Área técnica O processo destinado a técnico de necropsia oferece remuneração bruta de R$ 2.524,83 e jornada mínima de 36 horas semanais. A seleção está prevista no Edital nº 104/2026. Os candidatos devem possuir curso técnico completo em Necropsia e experiência mínima de seis meses na função. Entre os requisitos desejáveis estão cursos de anatomia humana, anatomia patológica ou medicina legal, com carga horária mínima de 40 horas. Carreira e desempenho Na área de gestão de pessoas, o cargo de Analista III – Carreira e Desempenho tem remuneração bruta de R$ 5.886,92 e carga horária mínima de 40 horas semanais, conforme o Edital nº 105/2026. A oportunidade é destinada a profissionais graduados em administração, gestão de recursos humanos, processos gerenciais, gestão pública ou psicologia, com pós-graduação na área de gestão de pessoas ou gestão de remuneração. Também são exigidas experiências mínimas de seis meses em cargos e salários, gestão e análise de indicadores de recursos humanos e acompanhamento de custos de pessoal, além de cursos de Cargos e Salários e Excel. Entre os diferenciais estão experiência com implantação de plano de cargos e salários e avaliação de desempenho, além de cursos de Treinamento e Desenvolvimento ou Avaliação de Desempenho e do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Contratos Já para Analista II — Contratos, o salário bruto é de R$ 5.119,06, com jornada mínima de 40 horas semanais. A vaga integra o Edital nº 106/2026. Podem participar profissionais graduados em Administração, Direito, Gestão Pública ou Gestão Hospitalar, com pós-graduação completa ou em andamento em áreas relacionadas à gestão e fiscalização de contratos, Direito Administrativo, Gestão Pública ou Gestão Hospitalar. Também são exigidos curso de gestão ou fiscalização de contratos, com carga horária mínima de 40 horas, e experiência mínima de seis meses como analista na área de contratos administrativos. Curso do SEI, capacitação em Excel e experiência com contratos em instituições de saúde, ambiente hospitalar ou administração pública são considerados diferenciais. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os processos permitirão que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial, técnica e administrativa das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais para fortalecer as equipes e contribuir para a qualidade e a capacidade de atendimento à população do Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Evento reúne trabalhos científicos de alunos de escolas públicas do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Estudantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal terão um dia dedicado à ciência, à pesquisa e à tecnologia durante a Etapa Regional de Taguatinga do 15º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal. O evento será realizado nesta quinta-feira (8/10), das 8h às 16h30, no Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (Cemeit), com expectativa de reunir entre 1.500 e 2 mil participantes. A programação contará com cerca de 40 trabalhos científicos desenvolvidos por estudantes de diferentes etapas e modalidades da Educação Básica. Os projetos serão apresentados, avaliados e compartilhados ao longo do dia, em uma programação que também inclui atividades de instituições parceiras. Com o tema “Elas na Ciência: conectando saberes, tecnologia e meio ambiente”, a edição de 2026 destaca a participação feminina na ciência e reúne propostas relacionadas à ciência, tecnologia, inovação, sustentabilidade e meio ambiente. O Circuito também busca estimular a investigação, a criatividade, a produção e a divulgação do conhecimento desenvolvido nas escolas. Atividades de robótica estão entre as atividades | Foto: Divulgação Entre as atividades previstas estão experiências de realidade virtual, jogos e ações de educação empreendedora, além de atividades de robótica, impressão 3D e oficina de foguetes de papel. A etapa regional integra uma iniciativa que chega à sua 15ª edição em 2026. Como referência do alcance do Circuito, em 2024 cerca de 80 mil estudantes das 14 coordenações regionais de ensino (Cres) participaram das atividades, com 512 trabalhos científicos apresentados nas etapas local, regional e distrital. Além de valorizar a produção científica realizada nas escolas públicas, o Circuito cria oportunidades para que crianças e jovens desenvolvam habilidades de investigação, criatividade, pensamento crítico e comunicação científica. Os trabalhos selecionados nas etapas regionais poderão avançar para a Etapa Distrital, conforme os critérios estabelecidos pelo regulamento. SERVIÇO → Etapa Regional de Taguatinga do 15º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal → Data: quinta-feira (8/10) → Horário: das 8h às 16h30 → Local: Cemeit – Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga → Endereço: QNB 01, Área Especial 01, Taguatinga Norte, Brasília-DF → Público estimado: 1.500 a 2.000 participantes → Participação: visitantes não precisam realizar inscrição prévia.   *Com informações da Secti-DF

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Índice de Desempenho Econômico do Distrito Federal – Idecon

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Pesquisas em andamento

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Pesquisas Telefonicas

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GDF na Sua Porta melhora iluminação e amplia infraestrutura no Guará

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A nova iluminação mudou a rotina na quadra poliesportiva da QE 34, no Guará. Segundo a garçonete Patrícia Brito, 26 anos, o espaço era escuro e pouco frequentado à noite. “A iluminação trouxe uma mudança muito grande. Antes, a quadra vivia vazia e, agora, está sempre cheia de crianças. Os pais também se sentem mais seguros com a iluminação”, diz a moradora da QE 40. Quem trabalha no quiosque em frente à quadra também percebeu a mudança. Para o churrasqueiro Gilmar Vaz, 43 anos, a iluminação pública levou mais movimento para o comércio. “Já percebemos a comunidade voltando a ocupar o espaço. A praça voltou a ser um ponto de encontro para a prática de esportes. As pessoas vêm mais tarde para jogar e até ensaiar dança”, conta. O churrasqueiro Gilmar Vaz comemora o aumento no movimento: "A praça voltou a ser um ponto de encontro para a prática de esportes. As pessoas vêm mais tarde para jogar e até ensaiar dança" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A quadra da QE 34, Conjunto K, é um dos três espaços do Guará que receberam nova iluminação por meio do programa LED Dá Jogo, da CEB IPes. Também foram beneficiados o estacionamento da QI 20, Área Especial, em frente ao Colégio Piaget; e o campo de futebol entre a QE 19 e a QE 21.   Segundo o engenheiro eletricista da CEB IPes, Frederico Dourado, a escolha dos locais considera as demandas apresentadas pela população e pelas administrações regionais. “A partir dessas demandas, avaliamos a viabilidade técnica para implantar novos pontos de iluminação. O objetivo é permitir que a população utilize esses espaços com mais qualidade, inclusive no período noturno”, explica. Fernando Sousa, 44 anos, joga futebol no campo há mais de 20 anos e diz que a nova iluminação já levou mais movimento ao local à noite. “Depois que chegou essa iluminação, a criançada fica aqui a partir das 18h até umas 21h. Os moradores também passam sem preocupação, porque ficou muito bem iluminado”, afirma. Para Fernando Sousa, a nova iluminação passa maior sensação de segurança à população Na QE 34, foram instalados quatro postes de aço e quatro luminárias LED de 120 watts, com investimento de R$ 59,1 mil. No campo entre as QEs 19 e 21, foram instaladas 18 luminárias de 240 watts, com investimento de R$ 113,5 mil. Já na QI 20, quatro luminárias de 240 watts foram instaladas em dois postes, ao custo de R$ 26,9 mil. Para a arquiteta da Administração Regional do Guará, Raquel Orbe de Assis, as melhorias atendem a demandas antigas da comunidade. “Muitos locais ainda utilizavam lâmpadas de vapor de sódio e precisavam de melhorias. Com o LED, esses espaços ficam mais seguros e podem ser melhor aproveitados pela população”, explica. Mais infraestrutura O novo estacionamento ao lado do Parque Urbano Bosque dos Eucaliptos tem a capacidade para 23 vagas Além da nova iluminação, o GDF na Sua Porta atendeu a uma antiga demanda dos moradores da QE 44. Ao lado do Parque Urbano Bosque dos Eucaliptos, foi construído um estacionamento com 45 metros de comprimento por 15 metros de largura e cerca de 23 vagas. A obra foi feita pela Novacap e recebeu investimento de R$ 350 mil.  Segundo a arquiteta da administração, o estacionamento atende a uma área com igreja, comércio e equipamentos esportivos. “Essa é uma área do Bosque dos Eucaliptos que está incluída no plano de ocupação, que já foi aprovado pela Seduh. É uma grande melhoria. O estacionamento foi feito com piso intertravado e uma quantidade de vagas que atende a população, principalmente a igreja”, ressalta. Antônio dos Santos, 64 anos, frequenta a igreja da região há 20 anos e conta que o novo estacionamento facilitou o acesso. “Isso aqui é uma mão na roda para todo mundo. Aos domingos, aqui fica cheio. Além de não ter mais lama, não tem aquele problema de animais, pedras, cacos de vidro e outras coisas que ficavam espalhadas por aqui. Está beneficiando todo mundo“, diz o mestre de obras.

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Novos trechos de ciclovia vão ligar o Zoológico de Brasília ao Núcleo Bandeirante

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) está executando a construção de dois novos trechos de ciclovias que, somados, correspondem a quase quatro quilômetros. A obra faz a ligação entre o Jardim Zoológico de Brasília, localizado na Estrada Parque Guará (EPGU/ DF-051), passando pela Candangolândia, até o novo retorno sob o Viaduto João Goulart, no Núcleo Bandeirante. Estão sendo investidos aproximadamente R$ 1 milhão na implantação dessas benfeitorias, que englobam as etapas de terraplenagem, pavimentação asfáltica, além de sinalização horizontal e vertical.  Malha cicloviária do DF já conta com 800 quilômetros, figurando entre as mais extensas do país | Foto: Divulgação/DER-DF “O DER busca sempre oferecer ao ciclista o espaço que ele merece no trânsito, com a máxima segurança não apenas para ele, mas também para os outros modais que trafegam por essas rodovias extremamente movimentadas” Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF O cronograma de execução do primeiro trecho de dois quilômetros vai ligar o Zoológico de Brasília à passarela da Candangolândia, próxima às concessionárias. E o outro trecho de ciclovia, com cerca de 1,5 km, fará a ligação da passarela da Candangolândia com o viaduto João Goulart, no Núcleo Bandeirante.  “O DER busca sempre oferecer ao ciclista o espaço que ele merece no trânsito, com a máxima segurança não apenas para ele, mas também para os outros modais que trafegam por essas rodovias extremamente movimentadas”, destaca o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. Malha cicloviária em expansão O Distrito Federal vem ampliando a sua malha cicloviária, que já conta com 800 quilômetros, figurando entre as mais extensas do país. A ideia é integrar as 32 regiões administrativas, reduzir a emissão de poluentes e incentivar a mobilidade ativa. A infraestrutura cicloviária do DF inclui ciclovias, ciclofaixas, calçadas compartilhadas, ciclorrotas, infra parques e zona 30.  Em relação às ciclovias pertencentes ao Sistema Rodoviário do Distrito Federal (SRDF), sob responsabilidade do DER-DF, existem atualmente 339,73 km de ciclovias. Desse total, 207,46 km foram implantados no período de 2019 a 2026, representando uma ampliação significativa da infraestrutura cicloviária ao longo dos anos. Só em 2026, já foram pavimentados mais de 61 km de ciclovias, nas seguintes localidades: DF-025 (Via Marginal EPDB/ Lago Sul); DF-001 (Pistão Sul/ Taguatinga); EPCT; DF-047 (EPAR); VC-441 (Paranoá); DF-205 (Fercal); DF-131 (Planaltina); DF-220 (Brazlândia); VC-533 (Brazlândia); DF-475 (Ponte Alta Norte/ Gama); DF-010; ligação do Núcleo Bandeirante ao Riacho Fundo I; e, na Ligação de Santa Maria à DF-290. Essas benfeitorias estão sendo realizadas graças a um contrato, sob demanda, que prevê a execução de 40 quilômetros de ciclovias no Sistema Rodoviário do Distrito Federal (SRDF), num investimento de aproximadamente R$ 7,6 milhões. O contrato foi assinado em abril deste ano e tem vigência de um ano.  *Com informações do DER-DF

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