Morango no DF atravessa gerações com tradição e novas tecnologias
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em 1976, João Fukushi trouxe para Brazlândia três mil mudas de morango da variedade Campinas. O plantio ocorreu fora da época habitual, mas a colheita surpreendeu. Havia terra fértil, água e mercado para o fruto. O agricultor, que também tinha experiência com flores, encontrou nos morangos um motivo para permanecer e construir a vida no Distrito Federal. “Aqui, com terra nova, tudo que se plantava colhia. Foi uma felicidade imensa, e não tive dificuldades. Tinha terra boa e vendia tudo que plantava”, conta Fukushi. Aos 75 anos, ele ainda cultiva morango na propriedade. Hoje, são 25 mil pés e variedades como Albion, Camino Real e Sabrina. A irrigação mudou, os canteiros ganharam proteção e os consumidores passaram a entrar na lavoura para colher os próprios morangos. Sua trajetória acompanha a transformação de uma atividade que, em 2025, produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os cultivos convencional e orgânico, em uma área de 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP). Ao longo de cinco décadas, o conhecimento dos pioneiros se somou à pesquisa e à assistência técnica para mudar tanto a produção quanto às formas de comercializar. Conhecimento que veio com a família A história do morango em Brazlândia está ligada às famílias de origem japonesa, como a dos Fukushi, que chegaram à região nos anos 1970, muitas delas vindas de Atibaia (SP). Parte desses agricultores foi assentada no Projeto Integrado de Colonização Alexandre Gusmão. Eles trouxeram experiência com frutas e hortaliças para abastecer uma Brasília que ainda dependia de alimentos de outros estados. A partir do início dos anos 1990, a atuação das equipes da Emater-DF em Brazlândia e no Incra 8 ajudou a ampliar o acesso ao conhecimento sobre a cultura | Foto: Divulgação/Emater-DF Na família Fukushi, o aprendizado tinha uma referência próxima: o pai, técnico agrícola, que já cultivava morangos antes mesmo de chegar ao Brasil fugindo da guerra. Era no trabalho diário que ensinava a produzir e selecionar os frutos. O agricultor lembra também da troca de informações entre imigrantes, entre os quais havia profissionais com formação agronômica. “Meu pai era um homem de muitos valores e herdei dele o compromisso de oferecer alimentos confiáveis, e a disposição para recomeçar diante das dificuldades. Não reclamo de nada. Tudo o que me aparece de dificuldade, eu aprendo e aceito”, conta. A partir do início dos anos 1990, a atuação das equipes da Emater-DF em Brazlândia e no Incra 8 ajudou a ampliar o acesso ao conhecimento sobre a cultura. Estudos, testes de variedades e orientações de manejo contribuíram para a entrada de novos agricultores e a expansão do cultivo para outras regiões do DF. Fukushi conta que plantou a variedade Campinas por mais de 30 anos. Hoje, escolhe diferentes materiais para oferecer ao consumidor opções de sabor e qualidade, além de melhorar a produtividade. Essa mudança está entre os avanços destacados pelo extensionista Roberto Carneiro, integrante do grupo técnico do morango da Emater-DF e que teve história de atuação na região. “Uma coisa que evoluiu bastante nos últimos 30 anos foi a diversificação das variedades de morango”, afirma Carneiro. Segundo ele, os agricultores passaram de uma ou duas opções para uma oferta mais ampla, com diferentes características de resistência às pragas e doenças, produtividade, tamanho, sabor e conservação, que permitem atender a diferentes demandas do mercado. A transformação também aparece na irrigação. Na propriedade de Fukushi, a aspersão deu lugar ao gotejamento, que leva a água diretamente à região das raízes. O sistema permite controlar melhor a aplicação, reduzir custo com energia e economia de água e, quando associado à fertirrigação, fornece nutrientes pela água. A mudança ganhou importância para o agricultor, que relata redução na disponibilidade de água ao longo dos anos. Nos canteiros, ele utiliza a cobertura plástica conhecida como mulching. A técnica ajuda a conservar a umidade, controlar plantas daninhas e evitar o contato dos frutos com o solo. Microtúneis e estufas acrescentaram proteção contra a chuva e, combinados com outras práticas, permitiram a alguns produtores ampliar o período de colheita para além dos meses secos. Carneiro destaca ainda a contribuição da produção orgânica de morango, que ganhou impulso no DF a partir de 2003 com o apoio da Emater. Segundo ele, experiências com composto bokashi, biofertilizantes e produtos biológicos para o solo e as plantas geraram conhecimentos, que também passaram a ser aproveitados no cultivo convencional. O tempo do solo e os desafios que permanecem Mesmo depois de décadas na atividade, Fukushi continua aprendendo com a lavoura. Nesta safra, conta ter perdido mudas ao antecipar o uso de um adubo orgânico que ainda não estava pronto. “Na natureza, o preparo do solo acontece ao longo do tempo: a folha cai, se decompõe e vai disponibilizando os nutrientes. Na agricultura, muitas vezes queremos fazer tudo muito rápido, com pressa de produzir e ganhar dinheiro. Só que a planta é um ser vivo. A gente precisa observar, entender o que ela precisa e respeitar o tempo dela. Não é simplesmente do jeito que a gente quer", fala Fukushi. A experiência do agricultor condiz com os diagnósticos relatados por Carneiro. O extensionista aponta que excessos na adubação, tanto no plantio quanto na cobertura, continuam entre os desafios da assistência técnica. A aplicação desequilibrada eleva os custos, traz doenças e pode comprometer o desenvolvimento das plantas. Assim, o acesso a novos produtos precisa vir acompanhado de análise do solo, orientação e observação da lavoura. Além disso, os erros frequentes por excessos na irrigação promovem perdas de fertilizantes minerais, insumos cada vez mais dispendiosos, além de elevarem os riscos fitossanitários. Outro ponto decisivo para uma boa safra é a qualidade das mudas. Carneiro lembra que, nos anos 1990, transporte inadequado e problemas nas raízes prejudicavam o estabelecimento das plantas. Ações de fiscalização e orientação ajudaram a melhorar o material recebido ao longo do tempo melhorando as questões de sanidade e de transporte, que ainda podem melhorar. “Mas o produtor precisa ficar atento se o viveiro é certificado, se fornece material de qualidade. Também deve ter um bom planejamento para a chegada das mudas e preparo do solo para o plantio”, afirma. Essas questões levaram equipes técnicas a percorrer lavouras em 2025 para identificar os problemas enfrentados pelos produtores. Os resultados dos diagnósticos foram discutidos com os agricultores, gerando o que denominou Pacto pelo Morango, com atenção à qualidade das mudas, à adubação e ao manejo de pragas e doenças. Quando o consumidor entra na lavoura Para Fukushi, adaptar-se também significou repensar a venda. Em um período de dificuldades financeiras e de falta de mão de obra para a colheita, ele e as filhas adotaram o Colha & Pague, com orientação inicial da Emater-DF. A experiência recuperou uma solução que o pai já havia utilizado décadas antes: receber o consumidor para colher a própria fruta. Com o visitante entre os canteiros, o sabor e a qualidade ganharam ainda mais importância nas escolhas do agricultor. Hoje, ele também considera processar parte da produção para agregar valor ao que cultiva. Depois de cinco décadas, mantém a disposição para ajustar o trabalho ao que aprende no campo. “Procuro a qualidade, muito mais do que a quantidade”, afirma. Diversidade nos canteiros e à mesa Para atender a diferentes públicos e necessidades, os produtores do DF atualmente contam com diversas variedades para cultivo. Camarosa, San Andreas, Portola, Festival, Camino Real, Sabrina e Alpina 10 estão entre as principais variedades cultivadas na região. A escolha considera tanto as condições de produção quanto o mercado a que os frutos se destinam. A San Andreas, por exemplo, apresenta boa firmeza e resistência ao transporte, enquanto a Sabrina se destaca pelos frutos doces e suculentos, ambas indicadas para consumo in natura. Já Camarosa e Camino Real atendem também à industrialização, ampliando as possibilidades de aproveitamento da colheita. A pesquisa brasileira também acrescentou uma nova opção: a BRS DC25, conhecida como Fênix. Desenvolvida pela Embrapa Clima Temperado e lançada em 2023, a cultivar foi aprovada para plantio no Distrito Federal em 2025. Entre seus atributos estão a produção precoce, o equilíbrio entre açúcar e acidez e a boa conservação dos frutos após a colheita. Destinada principalmente ao consumo in natura, também pode ser utilizada pela indústria de frutas congeladas. Seu desenvolvimento integra o esforço para ampliar a oferta de cultivares adaptadas às condições brasileiras e reduzir a dependência de materiais estrangeiros. A trajetória de Fukushi mostra que permanecer no campo exige mudar e se adaptar. Novas variedades surgem, a tecnologia de manejo e produção mudam e aparecem novas formas de comercializar e de agregar valor ao morango. Sua lavoura aproxima duas pontas da história do morango no DF: o conhecimento das famílias pioneiras e as possibilidades que a pesquisa, a assistência técnica, as políticas públicas, a experiência e a vontade dos produtores abrem para as próximas safras. *Com informações da Emater-DF
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Sábado (12) é dia de reforçar a proteção: DF oferece vacinação em 20 regiões administrativas
Quem precisa atualizar a caderneta de vacinação terá, neste sábado (12), 48 pontos de atendimento disponíveis em 20 regiões administrativas. Haverá vacinas contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche e outras doenças. Os endereços e horários podem ser consultados neste link. A ação contempla pessoas de todas as idades, conforme as recomendações específicas para cada faixa etária e grupo prioritário. Jovens de 10 a 14 anos, por exemplo, podem receber a vacina contra a dengue. Já idosos, crianças de até 5 anos e públicos prioritários, como professores e caminhoneiros, podem receber a vacina contra a gripe (influenza). Outros imunizantes também estarão disponíveis, incluindo vacinas contra febre amarela, sarampo, tétano e difteria. Para o atendimento, é necessário apresentar documento de identidade válido com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico vacinal e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto de atendimento, independentemente do local de residência. No domingo (13), não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação retomam o funcionamento normal na segunda-feira (14). Durante a semana, de segunda a sexta-feira, há 136 salas de vacinação em unidades básicas de saúde (UBSs). Além das salas de vacinação, as equipes atuam em praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados, órgãos públicos e outros locais de grande circulação. Outro destaque é o Programa Saúde na Escola, que leva as equipes de vacinação para dentro das instituições de ensino, com foco na atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes. Há, ainda, pontos externos em funcionamento contínuo, como o posto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, com atendimento diário das 8h às 12h e das 13h às 17h. Somente em 2025, as equipes aplicaram 154,9 mil doses em 1.085 ações realizadas fora das unidades de saúde. Os locais de vacinação durante a semana e quais vacinas podem ser encontradas estão disponíveis para consulta neste link. O trabalho é apoiado pela Central Distrital de Rede de Frio, responsável pelo recebimento, armazenamento e distribuição dos imunobiológicos. O espaço possui 23 câmaras frias destinadas à conservação dos estoques em condições adequadas de temperatura. Neste sábado, serão disponibilizados pelo menos 40 locais de imunização em diferentes regiões administrativas do DF | Foto: Divulgação Vacinas aplicadas O Distrito Federal superou, em agosto, a marca de 20 milhões de doses de vacinas aplicadas desde janeiro de 2021, período que marcou o início da imunização contra a covid-19. O número reúne as doses dos imunizantes disponibilizados pela rede pública, incluindo vacinas contra sarampo, febre amarela, hepatite, poliomielite, influenza, covid-19 e outras doenças imunopreveníveis. O resultado é reflexo de uma logística que envolve planejamento, armazenamento, distribuição, monitoramento de estoques, capacitação das equipes e oferta permanente de vacinas. Perdas por validade Entre janeiro de 2021 e julho deste ano, foram descartadas 358,4 mil doses por vencimento da validade, o equivalente a 1,3% do total de doses recebidas no período. A gestão dos estoques envolve monitoramento permanente, remanejamento entre unidades, distribuição conforme a demanda e realização de ações para ampliar o acesso da população à vacinação. Os imunobiológicos enviados ao Distrito Federal seguem as definições do Ministério da Saúde, incluindo quantitativos, grupos prioritários, faixas etárias contempladas e estratégias de vacinação. Dessa forma, a utilização das doses depende tanto da disponibilidade encaminhada pelo Programa Nacional de Imunizações quanto da procura da população elegível. Mesmo quando há ampliação do público apto a receber determinada vacina, pode ocorrer perda por validade, especialmente quando a adesão fica abaixo do esperado. A campanha de vacinação contra a influenza de 2025, por exemplo, foi ampliada até janeiro de 2026 para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade. Ainda assim, foi necessário realizar o descarte de 36.960 doses no início deste ano.
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Convocados 278 médicos para ampliar o atendimento na rede pública do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde (SES-DF) convocou, nesta sexta-feira (11/9), 278 médicos para reforçar a assistência à população. São 200 médicos generalistas, 43 médicos de família e comunidade, 34 ginecologistas e um oncologista. A lista com os nomes completos dos convocados está disponível no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira. Médicos de família vão atuar nas UBSs, enquanto os demais trabalharão de acordo com a demanda assistencial da rede | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A nova convocação integra as ações de ampliação da força de trabalho da rede pública empreendidas ao longo deste ano. Até agora, já foram registradas 1.408 nomeações de profissionais para a Saúde do DF. Os médicos de família e comunidade atuarão nas unidades básicas de saúde (UBSs), ampliando as equipes responsáveis pelo acompanhamento da população na Atenção Primária. Os demais profissionais serão distribuídos de acordo com as necessidades assistenciais da rede. Documentação Os candidatos devem encaminhar, por meio do peticionamento eletrônico, toda a documentação exigida para comprovação dos requisitos, títulos e experiência profissional. O prazo para envio segue até 25 de setembro. A ausência da documentação exigida pode acarretar a eliminação do processo seletivo. Além dos comprovantes dos requisitos, também é obrigatória a apresentação da avaliação médica pré-admissional, com aprovação de aptidão física e mental. A ausência da documentação necessária poderá impedir a contratação. As orientações para realização do peticionamento eletrônico estão disponíveis no site da SES-DF. A edição do DODF desta sexta-feira também divulga o resultado final do processo seletivo simplificado para contratação temporária e formação de cadastro de médicos, referente ao Edital de Abertura nº 21, de 22 de julho de 2026. Reforço da rede Desde março, a SES-DF vem ampliando a força de trabalho com a convocação e nomeação de profissionais de diferentes áreas. Além de médicos de diversas especialidades, as contratações incluem auditores da Vigilância Sanitária, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cirurgiões-dentistas, agentes comunitários de saúde, agentes de vigilância ambiental, condutores de veículos de urgência e emergência e técnicos de apoio operacional – padioleiros. As medidas fazem parte da estratégia da secretaria para ampliar a capacidade de atendimento e qualificar os serviços oferecidos à população nas diferentes regiões do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
A partir das 9h, neste sábado (12) e no domingo (13), servidores estarão no Plano Piloto para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado por eles ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados a depósito no SIA Trecho 4, lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Pontos de ação no Plano Piloto para sábado (12) e domingo (13): 1. Setor Comercial Sul; 2. Buraco do Rato; 3. SHCS CLS 102 Bloco A, ao lado da Drogasil; 4. 303 Sul, atrás do Bloco D (loja Pepe Tintas); 5. Centro POP 903 Sul; 6. SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; 7. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 8. SHCS CLS 305, ao lado da Drogasil, próximo ao Pão de Açúcar; 9. SQS 112, próximo ao Bloco C; 10. CLS 209, próximo ao Bloco C; 11. CLS 409, ao lado do Bloco A; 12. SGAS 609, área verde em frente à Embaixada da Bélgica; 13. SGAS 603, ao lado da Escola Superior do MPU; 14. SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela; 15. SRTVN Quadra 701/2 Bloco P, Edifício Rádio Center; 16. Hemocentro, em frente à SQN 302; 17. SHCNW Trecho 2, terreno nas proximidades do Arquivo Público do Distrito Federal, próximo à Via EPAA; 18. SQNW 302, área verde, Noroeste; 19. 702/703, Setor Noroeste; 20. SHCNW, entre a Cia da Beleza e a Padoca Brasília, Noroeste; 21. Área Especial Noroeste, Quadra 02; 22. SQNW 310, área verde, Noroeste; 23. SQNW 311, área verde em frente ao comércio 10/11, Noroeste; 24. Rua DFL, Casa 1; 25. Estacionamento ao lado do Ilhas do Lago; 26. Ao lado do Clube da Aeronáutica; 27. Ao lado do posto Melhor; 28. Via L4 Norte, próximo à Via N1 Leste.
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Perfil da Presidente
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Jucis - DF
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Lei de Acesso à informação
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Concluída seleção de organização para recuperar vegetação nativa na Bacia do Rio Melchior
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicado o resultado definitivo do Edital de Chamamento Público Sema/Funam nº 01/2026, que selecionou Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos para atuar, em regime de mútua cooperação, na execução do Projeto de Recomposição da Vegetação Nativa na Bacia do Rio Melchior em Áreas de Preservação Permanente (APP) e Zonas de Recarga. O Projeto Melquior, como também é conhecido, foi concebido como demanda induzida pela Subsecretaria de Gestão de Águas e Resíduos Sólidos (Sugars), em parceria com a Subsecretaria de Assuntos Estratégicos (Suest) da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), aprovado pelo Conselho de Administração do Funam (CAF) e conta com financiamento do Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal (Funam). De acordo com o edital, a parceria prevê ações de recuperação ambiental em trechos de 100 hectares da bacia do rio Melchior classificados como áreas de preservação permanente (APPs) e zonas de recarga hídrica, regiões consideradas estratégicas para a manutenção de mananciais no Distrito Federal, além de prever ações de educação ambiental com a população do entorno e estudantes da rede pública. A publicação do resultado definitivo encerra a etapa de seleção da OSC, cabendo agora os trâmites administrativos para formalização da parceria por meio do termo de cooperação. É previsto o início da execução das atividades ainda este ano. Mais informações sobre o edital, critérios de seleção e cronograma de execução podem ser consultadas no site da Sema-DF, neste endereço eletrônico. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Programa garante transporte gratuito para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida
Eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida contarão com transporte gratuito para os locais de votação por meio do programa Seu Voto Importa. A iniciativa é do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), em parceria com órgãos e entidades, com o objetivo de facilitar o acesso aos locais de votação e contribuir para o exercício do direito ao voto. Solicitações de transporte gratuito para pessoas com baixa mobilidade podem ser feitas por e-mail ao Tribunal Regional Eleitoral | Foto: Divulgação O programa foi instituído pela Resolução TSE nº 23.753/2026 e regulamentado no Distrito Federal pela Resolução TRE-DF nº 8.141/2026. A ação também é respaldada pelo Acordo de Cooperação Técnica nº 11/2026, firmado entre o TRE-DF e instituições parceiras para viabilizar o transporte durante o período eleitoral. Para garantir a segurança e a transparência da iniciativa, o transporte será feito exclusivamente para fins de acessibilidade e inclusão. O programa não poderá ser utilizado para atividades eleitorais, partidárias ou de promoção pessoal. Como solicitar o transporte Pessoas interessadas no serviço devem fazer a solicitação diretamente ao TRE-DF, pelo e-mail seuvotoimporta@tre-df.jus.br ou pelo formulário disponibilizado pelo tribunal. No momento da solicitação, é necessário informar o nome completo e o número do CPF. O TRE-DF será responsável por analisar os pedidos, organizar o atendimento, fazer a interlocução com a Sociedade de Transporte Coletivos de Brasília (TCB) e adotar as providências necessárias para a realização dos deslocamentos. A orientação também é válida para usuários do programa DF Acessível que tenham interesse em utilizar o transporte para votação. Acessibilidade é o foco A parceria busca ampliar as condições de acesso das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida aos locais de votação, promovendo maior autonomia e participação no processo eleitoral. Os profissionais envolvidos na execução do serviço, incluindo motoristas, atendentes, coordenadores e demais colaboradores, deverão seguir as normas eleitorais e atuar de forma imparcial, garantindo que o transporte seja prestado exclusivamente para a finalidade de acessibilidade prevista no programa.
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Quinta parcela do IPTU vence nesta segunda-feira (14)
Os contribuintes do Distrito Federal que optaram pelo parcelamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) devem se preparar para o pagamento da quinta parcela. O vencimento começa na próxima segunda-feira (14) e vai até a sexta-feira (18), dependendo do último dígito da inscrição do imóvel. A guia de pagamento pode ser emitida por meio deste link. Basta acessar a opção de emissão do IPTU, informar os dados do imóvel e gerar o boleto para pagamento na rede bancária autorizada. O serviço fica disponível de forma online, facilitando a regularização do tributo sem a necessidade de atendimento presencial. O pagamento após o vencimento está sujeito à incidência de juros e multa. 5ª parcela do IPTU 2026 no Distrito Federal com data de vencimento pelo número final da inscrição do imóvel Finais 1 ou 2: vencimento em 14/9 (segunda-feira) Finais 3 ou 4: vencimento em 15/9 (terça-feira) Finais 5 ou 6: vencimento em 16/9 (quarta-feira) Finais 7 ou 8: vencimento em 17/9 (quinta-feira) Finais 9, 0 ou X: vencimento em 18/9 (sexta-feira)
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Instalação e uso de caçambas e contêineres em vias públicas do DF seguem normas específicas
Quem precisa colocar uma caçamba ou um contêiner em área pública no Distrito Federal deve observar regras específicas relativas à circulação, segurança e descarte de resíduos. As exigências variam conforme a finalidade: equipamentos para Resíduos da Construção Civil (RCC) seguem legislação própria, enquanto os contêineres usados para resíduos comuns e recicláveis destinados à coleta pública devem atender às orientações operacionais. Para ocupar área pública, o interessado deve solicitar autorização na administração regional responsável pelo local. No caso dos contêineres destinados à coleta pública, há orientações sobre a escolha do ponto para garantir o acesso dos caminhões coletores. Antes de instalar uma caçamba ou contêiner, a comunidade deve ser autorizada pela administração regional responsável pela área | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Resíduos de construção As caçambas estacionárias para recolhimento de entulho podem permanecer em via pública pelo período necessário para o preenchimento, até o limite de cinco dias úteis. O transportador deve emitir o Controle de Transporte de Resíduos (CTR) no momento da locação. Quando instalada sobre passeio ou espaço destinado aos pedestres, a caçamba deve preservar faixa livre de pelo menos 1,20 metro. Caso seja colocada em acostamento ou estacionamento público, a legislação determina que isso ocorra quando houver dificuldade de posicionamento no passeio, a no máximo 20 centímetros do meio-fio, com o lado maior paralelo à guia. Também é necessária a distância mínima de 10 metros de esquinas e pontos de ônibus. O equipamento deve ser posicionado em frente ao imóvel onde o entulho foi produzido e não pode ocupar trechos em que o estacionamento de veículos seja proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) ou pela sinalização local. A instalação é vedada quando representar risco para pedestres ou veículos. A colocação e a retirada do equipamento devem respeitar locais com horários específicos para carga e descarga A colocação e a retirada do equipamento também devem respeitar locais com horários específicos para carga e descarga. Durante o transporte, a caçamba carregada precisa estar coberta por lona ou material semelhante para evitar a queda de resíduos na via. Além disso, as caçambas devem estar em bom estado de conservação, ter faixa retrorreflexiva de 8 a 20 centímetros de largura em todas as laterais e apresentar número de identificação, nome e telefone da empresa responsável em caracteres legíveis de pelo menos 10 centímetros de altura. Devem existir, ainda, medidas para evitar o acúmulo de água. A empresa responsável pela caçamba responde pela colocação e disposição do equipamento no logradouro. A transportadora também deve reparar eventuais danos provocados a bens públicos ou privados durante o serviço. O gerador do resíduo é responsável por contratar empresa autorizada e garantir a destinação do material. Nas faces laterais do equipamento, a propaganda não pode ocupar mais de 50% da superfície e deve ficar abaixo das informações obrigatórias de identificação. Nas faces dianteira e traseira, a publicidade é permitida em toda a superfície, sem ultrapassar os limites físicos do equipamento. Antes de contratar o serviço, é possível verificar se a empresa está cadastrada e autorizada. A consulta pode ser feita no endereço eletrônico. Contêineres para resíduos comuns As regras para contêineres particulares destinados a resíduos orgânicos, rejeitos e recicláveis a serem recolhidos pela coleta pública exigem capacidade compatível com a quantidade gerada, tampa, dispositivo para redução de ruídos e identificação do proprietário e do tipo de resíduo. A quantidade deve ser suficiente para dois dias de geração. Contêineres verdes são para resíduos recicláveis secos e os cinza e marrons para orgânicos e rejeitos A orientação inclui a identificação por cores: verde para recicláveis secos e cinza ou marrom para resíduos orgânicos e rejeitos. O equipamento deve ser instalado de modo a permitir a operação dos caminhões coletores e não prejudicar a circulação. Não há prazo máximo de permanência estabelecido para esses contêineres. Aquisição, locação, manutenção, limpeza e conservação do equipamento são de responsabilidade do proprietário. A autorização para ocupar espaço público deve ser solicitada à administração regional responsável pela área. Grandes geradores Estabelecimentos não residenciais que produzem mais de 120 litros por dia de resíduos indiferenciados por unidade autônoma são considerados grandes geradores. Eles são responsáveis pelo gerenciamento dos próprios resíduos e devem cumprir as exigências de cadastramento, acondicionamento, coleta, transporte e destinação. Nesses casos, a coleta não é feita pelo serviço público convencional. O estabelecimento deve contratar empresa autorizada para realizar a coleta, o transporte e a destinação dos resíduos. Condomínios não residenciais ou de uso misto devem observar as regras para as unidades que se enquadrem nessa condição. Solicitações No caso dos contêineres de resíduos comuns, o órgão responsável pela fiscalização pública pode verificar condições relacionadas à limpeza e à existência de avarias. Havendo irregularidade, pode ocorrer notificação e aplicação de multa. Para caçambas, a fiscalização verifica o cumprimento da legislação sobre sinalização, localização, segurança e a validade do CTR. Se uma caçamba ou contêiner estiver abandonado, instalado de forma irregular ou obstruindo a calçada ou a via, a ocorrência pode ser registrada pelo portal ou pelo telefone 162, cujo atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos fins de semana e feriados, das 8h às 18h.
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Legislação
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Projetos Aprovados
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Diretrizes para seleção de projetos
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Novas entidades da sociedade civil são eleitas para o Conplan
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Dezessete entidades da sociedade civil foram eleitas, nessa quinta-feira (10/9), para integrar o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) no mandato de 2027-2028. A votação ocorreu em reunião pública na sede da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), com a participação de 97 pessoas. As 104 entidades credenciadas escolheram entre si os representantes de 17 segmentos relacionados ao planejamento territorial e urbano do DF. A reunião foi conduzida pelo secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “A participação da sociedade civil fortalece a gestão democrática do território e amplia o diálogo nas decisões sobre o desenvolvimento urbano do Distrito Federal”, afirmou Vaz. Após a eleição, as entidades escolhidas deverão apresentar à Assessoria Técnica de Órgãos Colegiados (Ascol) a documentação original das instituições e dos representantes indicados para as funções de titular e suplente, além do ofício assinado pelo representante legal. A entrega deve ser feita na sede da Seduh, no 18º andar do Edifício Number One, no Setor Bancário Norte (SBN), Quadra 1, Asa Norte, de 21 a 25 de setembro, mediante agendamento pelo telefone 3214-4092. A votação ocorreu em reunião pública na sede da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), com a participação de 97 pessoas | Foto: Divulgação/Seduh-DF Confira os segmentos e as entidades eleitas. → Mobilidade urbana: Associação Andar a Pé — O Movimento da Gente → Provisão habitacional: Associação de Moradores de Samambaia Sem Teto e Terras — (AMSTT/DF) → Instituições de ensino superior: Fundação Universidade de Brasília (FAU/UnB) → Fiscalização profissional de arquitetura e urbanismo: Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU/DF) → Fiscalização profissional de engenharia e agronomia: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF) → Setor produtivo da construção civil: Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon/DF) → Mercado imobiliário: Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) → Comércio varejista: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) → Produtores rurais: Associação dos Produtores do Núcleo Rural Lago Oeste (Asproeste-DF) → Regularização fundiária de interesse social: Associação Habitacional dos Moradores Assíduos de Ceilândia — (Ashmac) → Regularização fundiária de interesse específico: Prefeitura Comunitária dos Moradores da Colônia Agrícola Sucupira (Precomor) → Arquitetos e urbanistas: Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-DF) → Engenheiros: Sindicato dos Engenheiros no Distrito Federal (Senge-DF) → Moradores e inquilinos: Associação dos Inquilinos do Setor QNQ e Zona Rural de Ceilândia (ASIQZRC) → Patrimônio cultural: Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF) → Ordem jurídica e Estado Democrático de Direito: Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Distrito Federal (OAB/DF) → Produção industrial: Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra/DF) Participação da sociedade civil O Conplan é um órgão colegiado consultivo e deliberativo que auxilia o Governo do Distrito Federal (GDF) na formulação, análise, acompanhamento e atualização das diretrizes e instrumentos da política territorial e urbana. O conselho é formado por 34 membros, sendo 17 representantes da sociedade civil, escolhidos por meio de chamamento público, e 17 representantes do poder público. A participação da sociedade civil contribui para a gestão democrática do território e amplia o diálogo entre o governo, o setor produtivo e diferentes segmentos da sociedade nas decisões sobre o planejamento e o desenvolvimento urbano do DF. A composição também está alinhada às diretrizes da política de desenvolvimento urbano previstas no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), instituído pela Lei Complementar nº 1.065, de 23 de fevereiro de 2026. O edital e o chamamento público para o biênio 2027-2028 estão disponíveis no site da Seduh. Acesse aqui. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh)
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Na Festa do Morango, você também poderá degustar tecnologia, games e experiências imersivas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quem visitar a 30ª Festa do Morango, em Brazlândia, até este domingo (13), na Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), poderá encontrar muito mais que sabores, produtos do campo e shows de grandes artistas. Entre os espaços que movimentam a programação está o Morango Game Experience, área dedicada aos games e às experiências imersivas, com atrações que aproximam o público de diferentes idades do universo digital de maneira leve, interativa e divertida. Instalado dentro da Festa do Morango, o espaço conta com o Museu do Videogame, experiências de realidade virtual, simuladores e atividades que envolvem música e dança. A proposta é oferecer ao visitante diferentes formas de interação com a tecnologia que podem ser aproveitadas por crianças, jovens, adultos e famílias. A programação voltada à inovação conta ainda com a carreta Tech Arena, que oferece videogames e oficinas práticas de robótica e fabricação digital, realizadas nos períodos da manhã e da tarde. A iniciativa amplia o contato do público com ferramentas e possibilidades do universo tecnológico, de forma prática e acessível. Espaço instalado dentro da Festa do Morango conta com Museu do Videogame, experiências de realidade virtual, simuladores e atividades que envolvem música e dança | Foto: Divulgação Para quem gosta de games, o Morango Game Experience é uma oportunidade de experimentar novas formas de jogar e interagir, além de conhecer diferentes gerações dos videogames. O espaço se torna mais uma opção de lazer dentro da Festa, com atrações gratuitas e abertas a públicos de diferentes idades. Além das atrações tecnológicas, a 30ª Festa do Morango reúne uma programação diversificada, com shows, gastronomia, artesanato, flores e plantas ornamentais, exposição agrícola, atividades para crianças e espaços dedicados à comercialização de produtos do campo. Ao integrar inovação, entretenimento e tradição em um mesmo ambiente, o Morango Game Experience amplia as possibilidades oferecidas pela Festa do Morango e cria uma experiência diferente para o público, aproximando a tecnologia do cotidiano de forma descontraída e acessível. Serviço: ⇒ 30ª Festa do Morango de Brasília ⇒ Data: até domingo (13) ⇒ Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, Incra 6, Brazlândia-DF ⇒ Horários: A partir das 18h (sexta) e a partir das 10h (sábado e domingo) ⇒ Entrada: gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível ⇒ Classificação: livre. Menores de 16 anos devem estar acompanhados dos responsáveis.
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Vila dos Carroceiros, em Santa Maria, terá duas linhas de ônibus a partir deste sábado (12)
A partir deste sábado (12), os moradores da Vila dos Carroceiros, em Santa Maria, passam a contar com o atendimento de duas linhas circulares. A medida atende a uma reivindicação apresentada pela comunidade. A operação será realizada pela Viação Pioneira e disponibilizará 38 viagens diárias nos dias úteis, além de 16 partidas aos sábados e 16 aos domingos. A tarifa das linhas circulares é de R$ 2,70. Veja abaixo as linhas, itinerários e horários. Linha 3314 ⇒ Terminal de Integração Santa Maria / Av. Alagados / Condomínio Porto Rico / Av. Santa Maria Linha 3315 ⇒ Terminal de Integração Santa Maria / Total Ville / Av. Santa Maria / Condomínio Porto Rico / Av. Alagados (QR 100) As duas linhas têm os mesmos horários de partida. Os itinerários são diferentes: uma linha segue em direção norte-sul, e a outra em sentido sul-norte. Os percursos completos e os deslocamentos dos ônibus podem ser consultados por meio do aplicativo ou neste site. Dias úteis ⇒ 5h50, 6h40, 7h30, 8h20, 9h10, 10h, 10h50, 11h40, 12h30, 13h20, 14h10, 15h, 15h50, 16h40, 17h30, 18h20, 19h55, 21h30 e 23h05. Sábados ⇒ 6h40, 8h30, 10h20, 12h, 13h40, 15h20, 17h e 18h40.
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