Mais de 900 estudantes participam do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã
A 13ª edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã, realizada pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), foi finalizada nesta terça-feira (9). O evento, que ocorreu também na segunda-feira (8), reuniu 920 estudantes do Serviço Social da Indústria (Sesi) de Taguatinga e da Regional de Ensino de Ceilândia. A programação contou com promoção da cultura de paz, prevenção das violências e fortalecimento do protagonismo juvenil. Coordenada pela Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade, a iniciativa integra o eixo Escola Mais Segura, do programa DF Mais Seguro – Segurança Integral, e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com ações preventivas capazes de fortalecer vínculos comunitários, ampliar a proteção a crianças e adolescentes e contribuir para a construção de ambientes escolares mais seguros, acolhedores e inclusivos. Estudantes da rede pública de ensino participam de apresentação teatral proposta por profissionais das forças de segurança | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Segurança pública também se constrói por meio da educação, da prevenção e da participação social" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública do DF Nesta edição, o programa ampliou o alcance ao contemplar estudantes do ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio. Ao longo dos dois dias, os participantes assistiram a palestras educativas, apresentações teatrais e atividades interativas conduzidas por profissionais das forças de segurança e instituições parceiras, com temáticas como enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes, bullying e cyberbullying, cidadania, convivência respeitosa, segurança digital e prevenção de situações de vulnerabilidade. Multiplicadores da cultura de paz Para o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, o investimento em ações educativas voltadas à juventude representa uma estratégia fundamental dentro da política de prevenção da SSP-DF. “Segurança pública também se constrói por meio da educação, da prevenção e da participação social. Quando promovemos espaços de diálogo e conscientização, fortalecemos fatores de proteção e ampliamos a capacidade dos jovens de reconhecer riscos, prevenir conflitos e atuar como agentes multiplicadores da cultura de paz. O programa Promotores de Segurança Cidadã é uma iniciativa que traduz, na prática, o conceito de segurança integral adotado pelo Distrito Federal”, destaca. Formação cidadã dos estudantes foi apontada como um dos pilares para a construção de uma sociedade mais segura "Quando os estudantes são incentivados a refletir sobre temas como cultura de paz, prevenção às violências e responsabilidade coletiva, fortalecemos não apenas o ambiente escolar, mas também a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a sociedade” Iêdes Braga, secretária de Educação interina O fortalecimento das relações no ambiente escolar foi ressaltado pela secretária de Educação interina do Distrito Federal, Iêdes Braga. “A escola é um espaço privilegiado para a formação cidadã e para a construção de valores que contribuem para uma convivência mais respeitosa e segura. Quando os estudantes são incentivados a refletir sobre temas como cultura de paz, prevenção às violências e responsabilidade coletiva, fortalecemos não apenas o ambiente escolar, mas também a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a sociedade”. A secretária-executiva de Políticas de Segurança Pública, Regilene Siqueira, ressalta que a formação cidadã dos estudantes é um dos pilares para a construção de comunidades mais seguras e resilientes. “Nosso objetivo é aproximar os estudantes das instituições públicas e fortalecer o sentimento de pertencimento, responsabilidade coletiva e respeito às diferenças. Ao incentivar o diálogo, a empatia e a resolução pacífica de conflitos, contribuímos para que crianças e adolescentes se reconheçam como protagonistas na construção de uma sociedade mais segura e solidária”, afirma. Formação para a cidadania [LEIA_TAMBEM]Entre os estudantes, a programação também despertou interesse e ampliou o conhecimento sobre temas relacionados à cidadania e à segurança. Aluna da Escola Classe 8, Marina Rodrigues destacou o caráter educativo e interativo das atividades. “Estou achando esse passeio muito legal. A gente aprende sobre o trânsito, sobre as placas e sobre a importância de respeitar as regras e a faixa de pedestres. Também gostei muito das atividades e dos materiais que recebemos. É uma experiência divertida e que ensina muitas coisas importantes para a nossa vida”, relata. Criado pela SSP-DF, o Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã tem como foco fortalecer a cultura de paz e reduzir a percepção de insegurança no ambiente escolar por meio da integração entre estudantes, educadores, famílias e instituições de segurança pública. A proposta busca incentivar o protagonismo juvenil e capacitar os participantes para atuarem como multiplicadores de boas práticas em suas comunidades escolares. *Com informações da SSP-DF
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Santa Luzia, na Cidade Estrutural, ganha expansão de iluminação pública
A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) iniciou a instalação de 721 luminárias LED na comunidade Santa Luzia, na Cidade Estrutural. Com investimento de R$ 606 mil, os serviços devem ser concluídos até o final de julho e beneficiar diretamente mais de 20 mil moradores. A intervenção faz parte do conjunto de ações do GDF voltadas à ampliação da infraestrutura urbana em áreas de maior vulnerabilidade social. Para o presidente da CEB, Elie Issa El Chidiac, o investimento representa um avanço social para a região. “Estamos levando um serviço essencial para uma comunidade que há anos aguardava por esse investimento. A iluminação pública significa mais segurança para quem sai cedo para trabalhar, para quem retorna para casa à noite e para os jovens que estudam no período noturno. É uma obra que melhora a qualidade de vida e devolve à população o direito de ocupar os espaços públicos com mais tranquilidade”, afirmou. Segundo ele, as equipes já estão mobilizadas para iniciar os trabalhos. "São mais de 750 braços com luminárias distribuídos em toda a comunidade. Nossa expectativa é concluir todas as etapas até o final de julho ou, no máximo, no início de agosto, beneficiando diretamente entre 15 mil e 20 mil pessoas”, disse. CEB IPes iniciou a instalação de 721 luminárias LED na comunidade Santa Luzia, na Cidade Estrutural | Foto: Gilberto Alves/Ascom CEB A chegada da iluminação é acompanhada com expectativa pelos moradores, que relatam anos de dificuldades provocadas pela precariedade da infraestrutura local. Voluntária do grupo Mães Guerreiras, Edivaneide Rosa da Silva afirma que a rede de energia já chegou à nossa porta e agora estamos vendo as luminárias sendo instaladas. “As equipes já começaram o trabalho e a expectativa é muito grande. Estamos felizes por ver esse sonho finalmente se tornando realidade”, afirmou. "Estamos felizes por ver esse sonho finalmente se tornando realidade” Edivaneide da Silva, moradora A percepção é compartilhada por Andressa Ferreira, que também é voluntária da Associação Mães Guerreiras, que destaca os impactos da obra na segurança da comunidade. “A expectativa é enorme. Estamos ansiosos para ver tudo funcionando. Com as ruas iluminadas, vamos poder aproveitar melhor o calçadão e outros espaços da comunidade. As pessoas poderão caminhar à noite com mais segurança e tranquilidade. É uma conquista importante para todos os moradores”, completou. Além dos benefícios esperados, a CEB faz um alerta para a preservação da nova infraestrutura. O furto de cabos e os atos de vandalismo têm provocado prejuízos frequentes à iluminação pública em diversas regiões do Distrito Federal. “O governo está realizando um investimento significativo em Santa Luzia e a colaboração da comunidade será fundamental para preservar esse patrimônio. Sempre que houver suspeita de furto de cabos ou vandalismo, é importante acionar imediatamente a Polícia Militar e registrar a ocorrência pelos canais de atendimento da CEB”, afirmou Elie Chidiac. A expectativa é que, com a conclusão da obra, Santa Luzia passe a contar pela primeira vez com cobertura ampla de iluminação pública, ampliando a segurança e a qualidade de vida de milhares de moradores da comunidade. *Com informações da CEB IPes
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Tecnologia e solidariedade se unem para incentivar a doação de sangue no DF
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) está levando inovação para uma das causas mais importantes da saúde pública. Em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), a secretaria desenvolveu o Flappy Donor, uma ferramenta de gamificação inédita que integra a programação do Junho Vermelho 2026 e promete tornar a experiência dos doadores mais interativa, educativa e envolvente. Inspirado nos jogos clássicos de habilidades, o Flappy Donor convida os participantes a assumir uma missão especial: ajudar a salvar vidas enquanto se divertem. Durante o período de espera para doação, os usuários poderão acessar o jogo por meio de QR Codes disponíveis no Hemocentro e participar de desafios que unem entretenimento e conscientização sobre a importância da doação de sangue. O lançamento oficial será no dia 16 de junho, às 15h, na Fundação Hemocentro de Brasília, durante as ações do Junho Vermelho e do Dia Mundial do Doador de Sangue. A ação faz parte de uma programação especial do Junho Vermelho, campanha nacional de incentivo à doação de sangue, que, neste ano, adota o tema “O Jogo Mais Importante do Ano”, conectando o espírito coletivo da Copa do Mundo à necessidade permanente de manter os estoques de sangue abastecidos. No Flappy Donor, cada partida representa uma nova oportunidade de engajamento. Os jogadores acumulam pontos ao superar obstáculos e avançar nas fases do jogo, podendo acompanhar sua evolução em um ranking interativo. A mecânica foi criada para estimular uma competição saudável entre os participantes, incentivando não apenas novas partidas, mas também o retorno ao Hemocentro para futuras doações. Em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), a secretaria desenvolveu o Flappy Donor, uma ferramenta de gamificação inédita que integra a programação do Junho Vermelho 2026 | Foto: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino, a tecnologia tem papel fundamental na mobilização social e no fortalecimento de causas que impactam diretamente a população. "A inovação deve estar a serviço das pessoas. Ao desenvolvermos uma ferramenta interativa para o Hemocentro, utilizamos a tecnologia como instrumento de conscientização, educação e engajamento social. É uma iniciativa que aproxima o cidadão de uma causa essencial e contribui para salvar vidas por meio da doação de sangue", destaca o secretário. Além da campanha digital, a programação inclui coletas externas em diferentes instituições do Distrito Federal. No dia 9 de junho, a ação GDF Sangue Bom foi realizada no Palácio do Buriti. Já no dia 18, a coleta ocorrerá na Presidência da República, voltada aos servidores do órgão. No dia 25 de junho, a Faculdade Mackenzie Brasília receberá uma nova etapa da mobilização, simultaneamente à entrega dos kits da corrida Tá no Sangue Run. Encerrando a programação, a segunda edição da corrida Tá no Sangue Run será realizada em 27 de junho, no Memorial dos Povos Indígenas, reunindo participantes em percursos de caminhada e corrida para promover hábitos saudáveis e reforçar a conscientização sobre a doação de sangue. Mais do que uma ferramenta de entretenimento, o Flappy Donor representa o potencial da tecnologia para gerar impacto social positivo. A iniciativa reforça o compromisso da Secti-DF em desenvolver soluções inovadoras que aproximem a população dos serviços públicos, promovam a cidadania e contribuam para a construção de uma sociedade mais consciente, participativa e solidária. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)
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Oficina gratuita promove inclusão social no ensino de música para pessoas com deficiência visual
Estão abertas as inscrições para a oficina gratuita Introdução ao Ensino de Música para Pessoas com Deficiência Visual, que será realizada quarta-feira (10), das 19h às 22h, na Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), localizada na SGAS 907, Conjunto A. Professores, estudantes e interessados em educação inclusiva já podem se inscrever por meio do formulário. A formação faz parte do projeto Música do Cone Sul e busca ampliar o debate sobre acessibilidade no ensino musical, com foco em práticas pedagógicas voltadas a pessoas cegas ou com baixa visão. Durante a oficina, os participantes terão contato com metodologias inclusivas, adaptação de conteúdos e uso de partituras em braile aplicadas ao processo de aprendizagem musical. A atividade é gratuita e inclui acesso ao material pedagógico desenvolvido pelo projeto. Durante a oficina, os participantes terão contato com metodologias inclusivas, adaptação de conteúdos e uso de partituras em braile aplicadas ao processo de aprendizagem musical | Foto: Andrea Menezes/Divulgação Idealizador do projeto, o músico Leo Bleggi explica que a oficina surgiu da necessidade de ampliar a formação de educadores para o trabalho com estudantes com deficiência visual. “Existe uma lacuna de materiais e de formação voltados a esse público. Muitas vezes, o ensino da música não considera essas especificidades”, afirma. “A ideia é contribuir com essa discussão a partir de uma experiência prática, que dialoga tanto com quem ensina quanto com quem aprende por outros caminhos”, completa. “Iniciativas como esta demonstram como a cultura pode atuar como ferramenta de inclusão, formação e ampliação de oportunidades. Ao apoiar projetos que desenvolvem metodologias acessíveis e promovem o acesso de pessoas com deficiência aos processos de aprendizagem e criação artística, o Fundo de Apoio à Cultura fortalece o compromisso com uma política cultural cada vez mais democrática e diversa. Por meio do Programa Conexão Cultura DF, estamos incentivando ações que geram conhecimento, ampliam o alcance da arte e contribuem para a construção de uma sociedade mais inclusiva”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto. Além das oficinas, o projeto Música do Cone Sul prevê a produção de um álbum dedicado à música da região, com lançamento previsto para o segundo semestre deste ano.
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