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Ceilândia recebe mutirão de serviços de energia gratuitos

A Neoenergia participa da sexta edição do programa GDF na Sua Porta com um mutirão de serviços gratuitos voltado aos moradores de Ceilândia, no Distrito Federal. A ação tem início nesta segunda-feira (8) e segue até sexta (12), sempre das 9h às 16h, na praça do restaurante comunitário, em Ceilândia Centro. Durante toda a semana, a distribuidora disponibiliza atendimento presencial para facilitar o acesso da população a serviços essenciais de energia elétrica, sem necessidade de deslocamento para outras regiões. Entre os serviços oferecidos estão negociação e parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de novas ligações e pedidos de ressarcimento por danos elétricos. Entre os serviços oferecidos estão negociação e parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de novas ligações e pedidos de ressarcimento por danos elétricos | Foto: Divulgação/Neoenergia Além disso, equipes técnicas da Neoenergia estarão disponíveis para orientar os consumidores sobre o uso seguro e eficiente da energia, reforçando práticas que contribuem para a economia na conta de luz e a prevenção de acidentes. Um dos principais destaques da ação é o cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica, benefício destinado a famílias de baixa renda. Dependendo dos critérios do programa, os consumidores podem obter gratuidade nos primeiros 80 kWh de consumo mensal, o que representa um alívio significativo no orçamento familiar. Paralelamente ao atendimento ao público, a Neoenergia realiza intervenções na rede elétrica local, com foco na ampliação da segurança e na melhoria da qualidade do fornecimento de energia na região. *Com informações da Neoenergia  

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Transplante, uma nova chance de recomeçar a vida

Todos os anos, milhares de vidas são salvas em todo o Brasil graças à doação de órgãos. No Distrito Federal, apenas em 2025, foram efetuados 820 transplantes, transformando a vida de pessoas que necessitavam urgentemente de um coração, rim, fígado, córneas e medula óssea. No Brasil, a lista de espera para transplantes é única, abrangendo toda a extensão do território nacional | Fotos: Arquivo/Agência Saúde-DF    “O transplante é o encontro silencioso entre a vida que parte e a vida que recomeça. É, sem dúvida, o momento mais emocionante da vida” Robério de Oliveira, presidente do Instituto Brasileiro de Transplantados “Para quem precisa de um transplante, a notícia de que há um doador disponível representa tudo”, afirma o presidente do Instituto Brasileiro de Transplantados (IBTx), Robério de Oliveira. “É a esperança que volta a respirar, é a chance real de continuar vivendo, de estar com a família, de ter um futuro. O transplante é o encontro silencioso entre a vida que parte e a vida que recomeça. É, sem dúvida, o momento mais emocionante da vida.” O próprio Robério precisou ser submetido a um transplante hepático quando 90% de seu fígado estava comprometido por cirrose devido a uma hemocromatose — doença genética caracterizada pelo acúmulo excessivo de ferro no organismo, principalmente no fígado, coração e pâncreas.   A experiência o encorajou a criar o IBTx, para apoiar quem passasse por situação semelhante. “Eu acredito que a conscientização da população é um dos pilares fundamentais para aumentar a doação de órgãos no país”, enfatiza. O Brasil tem o maior sistema público de transplantes do mundo, segundo dados do Ministério da Saúde (MS). Ficam a cargo do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) a organização e o monitoramento de todo o processo, desde a identificação dos doadores até a realização dos procedimentos. A lista de espera é única, nacional e obedece a critérios específicos, independentemente de classe social. A espera  Daniela Salomão, diretora da Central Estadual de Transplantes do Distrito Federal (CET-DF), afirma que a noção habitual de que haja uma “fila” de espera é equivocada. “O termo mais correto é ‘lista’, e isso não é só uma questão de nome, pois faz toda a diferença no entendimento do processo”, explica. “É a partir da relação entre doador e receptor que o sistema identifica, a cada doação, quem são os pacientes com a melhor indicação para receber aquele órgão ou tecido específico” Daniela Salomão, diretora da Central Estadual de Transplantes do DF “Uma fila é algo simples: quem chega primeiro é atendido primeiro”, detalha.  “Já a lista de transplante é diferente: ela é dinâmica, muda o tempo todo justamente porque leva em consideração vários fatores, como a condição clínica do paciente ao longo do tempo, a compatibilidade do órgão entre doador e receptor — e não apenas o tempo em que aquela pessoa está aguardando.” O sistema é informatizado e reúne dados de todos os pacientes do país que precisem de órgão ou tecido para transplante. “O SNT reúne também as informações do doador”, aponta a diretora. “É a partir dessa relação entre doador e receptor que o sistema identifica, a cada doação, quem são os pacientes com a melhor indicação para receber aquele órgão ou tecido específico”. Posição na lista Cada receptor é incluído na lista de transplantes do SNT após avaliação e indicação médica. Existem, no entanto, dois números associados à situação do paciente na lista — o cadastro técnico e a posição ativa. [LEIA_TAMBEM]A diretora do CET-DF esclarece essa divisão: “O cadastro técnico indica a posição que o receptor ocupava no instante de sua inclusão no sistema. Já a posição ativa mostra quem está, em um determinado momento, em condições clínicas de receber um órgão; portanto, tende a variar constantemente”. “É importante entender, contudo, que esses números não funcionam como uma previsão de data da cirurgia. Não é possível prever quando o procedimento acontecerá, porque tudo depende de vários fatores simultâneos: surgir o doador, haver compatibilidade e uma boa condição clínica do paciente”. A especialista relata ainda que, embora a lista de espera seja nacional, ao surgir um doador, os órgãos para transplante são inicialmente ofertados na própria região, com o objetivo de reduzir o período de isquemia (interrupção do fluxo sanguíneo no órgão), aumentar as chances de sucesso cirúrgico e diminuir a complexidade operacional de organizar todo o processo, que deve ser concluído no menor tempo possível. “Se não houver receptor compatível, esse órgão é então direcionado para outras regiões do país, mas isso nos traz uma reflexão importante: estimular a doação regionalmente potencializa o atendimento aos nossos pacientes, com mais rapidez e melhores resultados”, ressalta. “A lista de espera não é apenas um número, ela é um sistema técnico, ético e organizado, pensado para garantir que cada órgão doado chegue à pessoa certa no momento certo;  acima de tudo, transforma o gesto de generosidade em uma nova chance de vida.” Para saber como se tornar doador de órgãos e conhecer mais sobre todo o processo, acesse aqui.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Semana começa com 751 vagas abertas nas agências do trabalhador

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 751 oportunidades profissionais abertas nesta segunda-feira (8). O maior salário encontrado é de R$ 3,5 mil em dez vagas para encarregado de obras, em Samambaia Sul. Em relação à demanda, o setor da construção civil é o que mais busca por novos funcionários. Empregadores oferecem 80 vagas para servente de obras no Alto Mangueiral, em São Sebastião; 30 para eletricista também em Alto Mangueiral (São Sebastião) e 30 para pedreiro na mesma região administrativa. Outro destaque está para Alto Mangueiral, em São Sebastião, região que concentra o maior número de vagas abertas nesta semana, especialmente na construção civil. Ao todo, são 160 oportunidades distribuídas entre funções como servente de obras, com 80 vagas, eletricista e pedreiro, com 30 chances cada, além de 20 postos para bombeiro hidráulico. Todos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@se. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). 

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GDF investe R$ 16,8 milhões em ações ambientais durante o mês do meio ambiente

O mês do meio ambiente começou com novos investimentos e entregas ambientais. Ao longo de junho, o Governo do Distrito Federal vai investir mais de R$ 16,8 milhões em ações de combate às queimadas, educação ambiental, ampliação da inteligência territorial e fortalecimento dos parques ecológicos.  A proposta é ampliar projetos fortalecidos nos últimos anos e acelerar ações consideradas estratégicas para enfrentar os desafios ambientais do DF, principalmente durante o período de seca. Os resultados aparecem em diferentes áreas Recuperação ambiental O DF já plantou 20 mil mudas nativas em ações de recuperação ambiental e arborização urbana. Também reduziu em 66,9% as áreas queimadas dentro das unidades de conservação, um dos principais desafios enfrentados pelo Cerrado durante o período de seca. O DF já plantou 20 mil mudas nativas em ações de recuperação ambiental e arborização urbana | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo o secretário do Meio Ambiente, Rafael Luiz Ramalho de Santana, o resultado é fruto do reforço nas ações preventivas e da ampliação do monitoramento ambiental. Neste ano, mais de 15 mil chamados ambientais já foram atendidos pelas equipes responsáveis pelas operações de prevenção e resposta. “Reforçamos as ações de prevenção aos incêndios florestais com a realização de quatro blitz educativas e a capacitação de brigadistas para atuação durante o período de estiagem”, afirma. Tecnologia Hoje, mais de 20 bases ambientais já estão integradas ao Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia), plataforma usada pelo governo para monitorar áreas de risco, reunir dados ambientais com a integração dos órgãos e acelerar respostas em situações de emergência.  Ao longo de junho, o sistema ganhará novas funcionalidades. No dia 16, o GDF lança um módulo do Sisdia voltado à integração entre meio ambiente e saúde pública no combate à dengue. No fim do mês, o governo também fará a entrega de novos sistemas tecnológicos ambientais, incluindo o DF Sem Fogo, monitoramento da qualidade do ar e instalação de câmeras 360° de segurança em parques ecológicos. “Reforçamos as ações de prevenção aos incêndios florestais com a realização de quatro blitz educativas e a capacitação de brigadistas para atuação durante o período de estiagem” Rafael Luiz Ramalho de Santana, secretário do Meio Ambiente Educação ambiental As campanhas educativas ganharam força. Mais de 5 mil estudantes participaram de ações de conscientização sobre queimadas e preservação ambiental. Parte dessa mobilização continua ao longo de junho, com uma programação aberta à população.  Entre as atividades previstas estão a Caminhada do Dia do Meio Ambiente, no Parque Ecológico de Águas Claras, a assinatura do Decreto de Trilhas, ações ligadas à pesca sustentável no Lago Paranoá e a realização da Conferência Distrital de Pesca e Aquicultura. “Além disso, promovemos o Seminário AdaptaCidades, que deu início à construção participativa da agenda de adaptação climática do DF, e adotamos medidas para o ordenamento sustentável do Lago Paranoá. São ações que fortalecem a sustentabilidade e a resiliência ambiental do nosso território", ressalta o secretário do Meio Ambiente. Energia limpa O GDF implantou quatro usinas solares e instalou 1.492 placas fotovoltaicas. Hoje, 80 prédios públicos são abastecidos por energia limpa, incluindo escolas públicas que atendem mais de 8,6 mil estudantes. “Meio ambiente não é apenas preservação. É inteligência territorial, qualidade de vida, prevenção de riscos, segurança hídrica e construção de cidades mais resilientes”, complementa Rafael Santana.

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