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Projeto Conexão Para Todos certificará mais 130 alunos 

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto Bem Viver DF, vai certificar, em 1º de junho, cerca de 130 participantes do projeto Conexão Para Todos. A iniciativa promove inclusão digital, capacitação tecnológica e qualificação profissional, ampliando o acesso de jovens do Distrito Federal às oportunidades da economia digital. O projeto oferece formação em áreas ligadas à tecnologia, inovação e desenvolvimento de competências digitais, preparando os participantes para novos desafios profissionais e incentivando a transformação social por meio da educação. A ação também fortalece o acesso ao conhecimento tecnológico em diferentes regiões do DF, contribuindo para a democratização das oportunidades e para o desenvolvimento de talentos locais. A iniciativa promove inclusão digital, capacitação tecnológica e qualificação profissional, ampliando o acesso de jovens do Distrito Federal às oportunidades da economia digital | Foto: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, iniciativas como essa representam um investimento direto no futuro da população do DF: “A tecnologia transforma vidas quando chega às pessoas por meio da educação e das oportunidades. Cada aluno certificado representa um novo caminho que se abre para o mercado de trabalho, para o empreendedorismo e para o desenvolvimento pessoal. Nosso compromisso é continuar ampliando o acesso à inovação e à capacitação tecnológica em todo o Distrito Federal”. Além da entrega dos certificados, o evento também celebra o esforço e a dedicação dos participantes ao longo da formação, evidenciando o impacto positivo de políticas públicas voltadas para a inclusão digital e para o fortalecimento da educação tecnológica. *Com informações da Secti-DF  

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Acordo entre GDF e União permite capitalização de até R$ 6,6 bilhões do BRB

O Governo do Distrito Federal (GDF) e a União fecharam, nesta quinta-feira (28), um acordo que permite a capitalização de até R$ 6,6 bilhões do Banco de Brasília (BRB). O entendimento, construído em diálogo entre a governadora Celina Leão e representantes da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Fazenda e da Secretaria do Tesouro Nacional, cria as condições para a solução financeira do banco, reforçando a segurança da instituição e a confiança dos correntistas. “Hoje nós devolvemos definitivamente o BRB à população de Brasília. O banco passou pelo momento mais difícil e retorna com compliance, com uma controladoria vigilante, responsável e comprometida com a segurança dos nossos correntistas”, comemorou a governadora Celina Leão. O acordo foi firmado durante audiência conduzida pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), e contou com a participação do Ministério Público Federal, do Banco Central e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). “Hoje nós devolvemos definitivamente o BRB à população de Brasília. O banco passou pelo momento mais difícil e retorna com compliance, com uma controladoria vigilante, responsável e comprometida com a segurança dos nossos correntistas”, celebrou a governadora Celina Leão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo o advogado-geral da União substituto, Flávio José Roman, a solução pactuada não prevê transferência de recursos federais nem aval direto da União ao Distrito Federal. “O que se firmou hoje é um acordo em que o governo federal, em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda, viabiliza uma solução com transparência e espírito republicano, buscando o melhor para quem mora no Distrito Federal e para tranquilizar os correntistas do BRB”, afirmou. Pelo modelo acordado, será aberta a possibilidade de uma operação de financiamento dentro da governança do Fundo Garantidor de Créditos, com potencial de capitalização do BRB nos limites da resolução do Senado Federal, de cerca de R$ 6,6 bilhões — valor ainda sujeito a avaliações técnicas e a outros aportes do Distrito Federal. A operação prevê a formação de um sindicato de bancos, composto por grandes instituições financeiras, que atuará como garantidor do financiamento concedido pelo FGC. Os recursos utilizados não são públicos, mas provenientes do próprio sistema financeiro. “Eu preciso registrar que essa capacidade de diálogo e de interlocução é o que a população espera. Sem a presença da AGU, do Ministério da Fazenda e do governo federal acompanhando toda a negociação desde o primeiro dia, isso jamais poderia ter sido realizado” Governadora Celina Leão Diálogo entre governos Segundo a governadora Celina Leão, o acordo foi resultado direto da interlocução entre os governos federal e distrital: “Eu preciso registrar que essa capacidade de diálogo e de interlocução é o que a população espera. Sem a presença da AGU, do Ministério da Fazenda e do governo federal acompanhando toda a negociação desde o primeiro dia, isso jamais poderia ter sido realizado”. Segundo a chefe do Executivo, a solução representa “a alternativa menos danosa” para preservar o banco e proteger os interesses da população do Distrito Federal. Pelo acordo, o Distrito Federal oferecerá como contragarantia dois dos fundos constitucionais a que tem direito. Esse mecanismo integra a estrutura de segurança da operação financeira em negociação. Segundo a União, a medida cria o ambiente necessário para viabilizar a futura capitalização do BRB por meio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Empréstimo de longo prazo A proposta em construção prevê um financiamento com prazo de 15 anos e dois anos de carência. O pagamento será feito pelo próprio banco. “Quem vai pagar o empréstimo é o BRB, que sempre deu lucro e dará ainda mais, com compliance, responsabilidade e transparência”, reforçou Celina Leão. O acordo foi firmado durante audiência conduzida pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), e contou com a participação do Ministério Público Federal, do Banco Central e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) | Foto: Rosinei Coutinho/STF O acordo também incorpora compromissos fiscais assumidos pelo Distrito Federal, incluindo medidas de contenção de despesas, revisão de gastos e cumprimento das regras previstas no artigo 167-A da Constituição Federal. Confira a íntegra do acordo homologado

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Estudantes dos CILs do Guará e Taguatinga participam de encontro com cônsul da Irlanda

Estudantes dos centros interescolares de línguas (CILs) do Guará e de Taguatinga receberam, na última terça-feira (26), a cônsul da Irlanda, Sophie Mc Guirk. O encontro, realizado no CIL do Guará, promoveu o intercâmbio cultural e fortaleceu a prática da língua inglesa entre a comunidade escolar da rede pública. O evento foi promovido pelo Núcleo de Língua Estrangeira (Nele), subordinado à Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), da Secretaria de Educação (SEEDF). Um dos integrantes da equipe técnica do Nele, Pedro Reis esteve presente no encontro e acompanhou a troca de experiências entre a cônsul e os alunos. Ele ressaltou a importância do momento para a vida acadêmica e pessoal dos discentes. "Quando eu era estudante de inglês, nunca tive oportunidade de falar com pessoas de outros países, ainda mais da qualidade da Sophie, que conhece bastante da própria cultura, capaz de incentivar de forma tão didática e interessante. Aproveitem esse momento”, celebrou Pedro. A cônsul da Irlanda, Sophie Mc Guirk, palestrou sobre a história e cultura irlandesa para os estudantes do CIL | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Há dois anos, Sophie reside no Distrito Federal a serviço da Embaixada da Irlanda. Apesar de morar no Quadradinho, ela já conheceu diversos estados brasileiros, como Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Goiás, Maranhão, Pará, entre outros. O intuito da conversa foi proporcionar uma breve imersão na cultura irlandesa, pouco conhecida pelos brasileiros, e incentivar a conversação em outro idioma entre os estudantes. “É uma boa oportunidade para os alunos poderem ouvir sobre um país que é um pouco diferente dos países maiores que falam inglês, como os Estados Unidos ou a Inglaterra. A Irlanda não é tão conhecida aqui no Brasil, e queríamos mostrar nossa cultura única e nossas tradições para os alunos”, afirma Sophie. Com a palestra em inglês, do começo ao fim, a cônsul falou sobre a capital da Irlanda, Dublin, e mostrou que as línguas oficiais faladas são o irlandês/gaélico, enquanto o inglês é a segunda língua oficial do país. A população é composta por mais de cinco milhões de pessoas, e um dos grandes festivais culturais do local, Saint Patrick’s Day, é comemorado em 17 de março. Diferenças culturais e curiosidades Ao responder às perguntas dos estudantes, a irlandesa falou um pouco sobre a diferença culinária entre os dois países. “Aqui no Brasil, eu gosto muito das frutas, de farofa, caipirinha e de churrasco. Da Irlanda, eu sinto falta dos queijos e também de alguns restaurantes muito bons”, contou. A vice-diretora do CIL do Guará, Príscila Mesquita, aproveitou cada momento com os estudantes Sophie explicou sobre a geografia irlandesa, como as províncias são divididas, e mostrou como a horticultura é forte no país, além de expor as paisagens naturais fascinantes. A cônsul também trouxe uma curiosidade sobre a Irlanda, um marco importante: a nação foi a primeira a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo por meio de um referendo popular, em 2015. A população votou majoritariamente a favor da mudança na constituição do país. Mudança de perspectiva Orgulhosa da participação dos estudantes, a vice-diretora do CIL do Guará, Príscila Mesquita, destacou a importância do evento: “É incrível ver que a língua estrangeira pública, gratuita e de qualidade faz com que os alunos mudem a perspectiva completamente, mudem a visão de mundo. Agora, eles estão escutando a cônsul da Irlanda e pensando: 'quando eu for lá'”. O Centro Interescolar de Línguas do Guará completou 30 anos, e, atualmente, oferece os idiomas inglês, espanhol, francês, japonês e português para estudantes migrantes internacionais. A diretora do CIL de Taguatinga, Monike Nascimento, surpreendeu-se com a simpatia da irlandesa. “A cônsul é jovem, acessível, educada, carismática, já é quase brasileira. Obrigada à Príscila, aos meus alunos por estarem aqui; nós estamos trabalhando e nos esforçando por vocês e para vocês, para que tenham oportunidades que não tivemos”, disse. Uma das discentes presentes no encontro e que também está na luta por uma das vagas do programa Pontes para o Mundo, Clara Maracaípe, 16 anos, aluna do Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte (CEMTN), salientou: “Eu já tinha muito contato com a cultura irlandesa, porque eu consumo muita mídia de outros países, então sei bastante sobre a história do país. Atualmente, eu faço inglês e espanhol, e acredito que, para todas as pessoas, é muito importante saber mais de uma língua; não só abre mais portas, mas dá facilidade de se comunicar com outras pessoas”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Acompanhe a assinatura do decreto que cria o SUS Candango

 

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