Samambaia recebe ação de acolhimento à população em situação de rua nesta quarta (27)
Pessoas que estão instaladas em 40 endereços distintos de Samambaia receberão, nesta quarta-feira (27), a oferta de acolhimento e assistência social do Governo do Distrito Federal (GDF). A ação tem início previsto para as 9h. Ação compreende acolhimento e oferta de orientações sobre saúde e outros serviços | Foto: Agência Brasília Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de serviços em saúde, educação e assistência social, além de orientações sobre cuidados com animais domésticos e benefícios específicos, como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para quem não tem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer da semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação previstos para esta quarta. → Quadra 201, próximo ao 37º GBM, grade do quartel dos bombeiros → Quadra 201, em frente ao Condomínio Ilha de Páscoa → Quadra 201, atrás do Supermercado Tatico → Quadra 202, conjuntos 2 e 5 e ao lado do metrô → QR 102, em frente à estação de metrô → Quadra 302, Centro Urbano → Quadra 301, no muro do Estádio Rorizão → QN 501, Conjunto 14, em frente à Avenida Principal → QN 511, próximo ao Conjunto C → QR 313, conjuntos 12, 13, 23 e Loja 2 → QN 313, próximo ao Conjunto C, Lote 1 → QN 513, Área Especial 1 → QR 521, Praça do Cidadão → QN 325, atrás do Conjunto B → Quadras 127 e 225 → QR 425, no Balão da Primeira Avenida → QR 423, próximo ao Conjunto 3, Lote 22 → QN 419, próximo ao Creas → QR 411, Conjunto D → QS 409, atrás do Caic Helena Reis → QN/QR 405, QN 403, conjuntos F, G, 5 → QN 401, Conjunto I, próximo ao Colégio CCI → QN 410, próximo ao Conjunto 1 → QR 608, obras da ciclovia → QR 610, obras da ciclovia → QN 402, em frente à Igreja Casa do Pai → QI 416, área pública em frente ao Conjunto 1 → QN 210 Conjunto D, Lote 2, em frente à Clínica Amor Saúde → QR 210, em frente ao Conjunto 15, área pública da Rede Fumas → QS 116, Conjunto 6, próximo ao Centro Clínico de Samambaia → QN 320, Conjunto 1 → QN 320, Conjunto 7, em frente ao Lote 4 → QR 516, conjuntos 13, 23 → QR 512, próximo ao Conjunto 9 → QR 510, Conjunto 4 → QS 512, atrás da escola e posto de saúde → QR 310, conjuntos 11, 13 e 9 → QS 431, em frente ao Conjunto E → QR 433, Conjunto 1, Casa 15 → QR 833, próximo ao Conjunto 4. *Com informações da DF Legal
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Equipes do Hospital da Criança se unem no controle de infecções
Garantir a segurança de uma criança que passa por tratamento de saúde envolve prevenir infecções e, caso elas aconteçam, agir em tempo hábil para combatê-las. Para aprimorar esse cuidado, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) implementou novo processo de vigilância, integrando a equipe de enfermagem ao monitoramento das infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras). Controle de infecção é rigoroso nos procedimentos adotados pelos profissionais do hospital | Fotos: Maria Clara Oliveira/HCB As Iras se dividem entre infecções primárias da corrente sanguínea (IPCS), pneumonia associada à ventilação e a infecções do trato urinário. Dos três tipos, o mais comum no HCB é o IPCS, devido ao perfil de pacientes atendidos: crianças imunossuprimidas, vários tipos de cateter e complexidade de acessos venosos. Periodicamente, os pacientes internados passam por visitas durante as quais se coletam os bundles, conjuntos de informações referentes ao controle de infecções. “Podemos ver os sinais precocemente e agir precocemente para evitar a infecção” Lorena Borges, enfermeira do HCB As visitas para verificação de cateteres das crianças internadas no Hospital são feitas pelas equipes do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do HCB e de enfermagem. Ao envolver mais profissionais na tarefa, o hospital consegue identificar sinais de infecção mais rapidamente. Análises aprimoradas “Sempre trabalhamos com os bundles de IPCS, mas as auditorias eram muito centradas no SCIH”, relata o gerente do Serviço, o infectologista Bruno Lima. “Tínhamos dificuldade em cobrir alguns turnos e de discussão de condutas entre as equipes.” Com o novo processo, a equipe orientou os enfermeiros sobre a melhor forma de analisar os cateteres e quais informações coletar com pacientes e acompanhantes. [LEIA_TAMBEM]Essa integração traz tempo de resposta mais rápido, avalia a enfermeira Lorena Borges, gerente da Linha de Cuidado do Paciente Onco-hematológico: “Podemos ver os sinais precocemente e agir precocemente para evitar a infecção”. A periodicidade das vistorias varia dependendo do perfil de atendimento de cada ala da internação do HCB, mas todos os pacientes são acompanhados no que se refere a vermelhidão, presença de sangue, fluidez do cateter e outras características relacionadas a um processo infeccioso. O HCB também adotou uma ferramenta para o registro das visitas, gerando um histórico de cada paciente. Com isso, em casos de infecção, é possível verificar outras informações relacionadas à causa ou ao manejo do quadro. “Hoje, o processo todo é registrado na plataforma RedCap e conseguimos rastrear todos os bundles nominalmente”, aponta Bruno Lima. “Se tivermos uma infecção e quisermos rastreá-los retroativamente, temos acesso a essas informações, o que foi um ganho muito grande”. O novo processo teve início em 2025, como um projeto-piloto, e alcançou toda a internação em janeiro deste ano. Ao longo das diferentes fases da implementação, o HCB tem mantido uma taxa de conformidade de 96%. A expectativa é que, ao final do primeiro semestre, os dados consolidados confirmem os bons resultados alcançados até o momento. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília
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Nota - Operação Ghost Operator
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