Festival impacta o trânsito neste fim de semana
Em razão do festival Porão do Rock, que será realizado na sexta-feira (22) e no sábado (23), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) fará intervenções nas imediações da Arena Mané Garrincha. A sinalização nas vias adjacentes será implantada nesta quinta-feira (21), a partir das 23h59. Imagens: Divulgação/Detran-DF Na Via N1, na altura do Planetário, e na via de contorno do Estádio Nacional de Brasília (ENB), serão instaladas sinalizações temporárias para coibir o estacionamento irregular e facilitar a travessia de pedestres. Na rotatória próxima ao Colégio Militar de Brasília (CMB), haverá sinalização para desviar o fluxo de veículos. Na entrada principal de automação da Arena Mané Garrincha será reservada uma área destinada aos táxis. Nos dias do evento, as equipes de fiscalização darão início às ações de trânsito às 15h. Os agentes atuarão em pontos fixos e em patrulhamento para garantir a fluidez do tráfego, auxiliar a travessia de pedestres e evitar infrações. Também serão utilizados painéis eletrônicos de mensagens em locais estratégicos para orientar condutores e pedestres. *Com informações do Detran-DF
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Estudantes da rede pública do DF debatem acesso à cultura
Estudantes da rede pública do Distrito Federal participaram, nesta quarta-feira (20), de uma visita guiada ao Museu Nacional da República, dentro da programação do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). A atividade integrou a 24ª Semana Nacional de Museus, realizada entre os dias 18 e 24 de maio, em celebração ao Dia Internacional dos Museus. Participaram da programação estudantes do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Planaltina e do Centro Educacional (CED) Incra 08 de Brazlândia, além de professores da rede pública e estudantes de graduação da Universidade de Brasília (UnB). A proposta visa aproximar os participantes dos debates sobre memória, patrimônio cultural e ocupação dos espaços culturais da cidade. "Trazemos para o estudante a ideia de que os territórios culturais, a educação e patrimônio não são algo fixo em um museu ou em algum sítio arqueológico, mas de que ele faz parte, de que ele vive esse patrimônio" Hércio Ferreira, chefe do Npam “Trabalhamos bastante na perspectiva de pertencimento. Então, trazemos para o estudante a ideia de que os territórios culturais, a educação e o patrimônio não são algo fixo em um museu ou em algum sítio arqueológico, mas de que ele faz parte, de que ele vive esse patrimônio”, destacou o chefe do Núcleo de Memória da Educação e Arte-Educação (NPam), Hércio Ferreira. Hércio também ressaltou que a programação foi construída para aproximar os estudantes das discussões sobre memória, patrimônio cultural e vivência dos espaços culturais do Distrito Federal. “Temos estudantes que estão trabalhando em Brazlândia com inventário cultural participativo. A ideia é trazer esses estudantes para ter um pouco dessa discussão e dessa vivência prática”, explicou. Memória e identidade cultural Jornada cultural dos estudantes teve visita guiada pelo museu e participação em mesa-redonda | Fotos: Mary Leal/ SEEDF Durante a programação, os estudantes receberam exemplares do livro Em busca da Planaltina Perdida, publicação lançada em 2025 como resultado do trabalho de inventário participativo desenvolvido por estudantes e professores da rede pública em Planaltina. A entrega dos exemplares contou com a presença da ilustradora Iasmim Kali, responsável por autografar os livros e conversar com os estudantes sobre o processo de criação da obra. A publicação integra a coleção Patrimônio para Jovens, desenvolvida por meio de termo de cooperação entre a secretaria e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O livro reúne produções realizadas por estudantes e professores a partir de ações de resgate da memória e valorização do patrimônio cultural local. Além de Planaltina, a iniciativa já resultou em publicações sobre Ceilândia e, neste ano, segue com inventários participativos desenvolvidos junto à comunidade escolar de Brazlândia. Para Iasmim Kali, a participação no projeto representou a oportunidade de transformar em arte as vivências e memórias construídas junto à comunidade escolar de Planaltina. “Participei indo à escola, conversando com os alunos para entender o que eles gostavam da cidade e o que pensavam para o futuro dela”, lembrou. Segundo a artista, o trabalho desenvolvido em parceria com os estudantes fortalece a valorização da história local e do patrimônio cultural da região. Beatriz Christina Silva recebeu o livro "Em busca da Planaltina Perdida" autografado pela ilustradora Iasmim Kali A estudante Beatriz Christina Silva, de 15 anos, aluna do 1º ano do CEM 02 de Planaltina, destacou que o projeto valoriza a memória e a história da cidade junto às novas gerações. “A gente aprende coisas novas e também consegue mostrar isso para as outras pessoas. É uma forma de preservar quando reconhecemos esse patrimônio da cidade. Também ajuda a olhar melhor para os lugares e a reconhecer a história de Planaltina”, afirmou. Ela também ressaltou a participação dos colegas na construção da publicação, com contribuições em desenhos, paisagens e ideias para os textos do livro. Museu como espaço educativo [LEIA_TAMBEM]A programação contou, ainda, com a mesa-redonda Territórios Culturais: vozes, acessos e pertencimentos. A proposta buscou aproximar estudantes e professores dos debates sobre cidadania cultural, diversidade de vozes e valorização das experiências construídas nos territórios. A mesa temática reuniu especialistas das áreas de educação, museologia e arte. Entre os participantes estiveram a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), Renata Almendra; o artista plástico e ex-diretor do Museu Nacional da República, Wagner Barja; e a coordenadora da Coordenação de Museologia Social e Educação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marielle Costa Gonçalves, responsável pela mediação da mesa. Após a mesa-redonda, os estudantes participaram de uma visita mediada ao Museu Nacional da República, que completa 20 anos em 2026 e atualmente recebe parte da 36ª Bienal de Arte de São Paulo. Inspirada no título Nem todo viandante anda estradas: da humanidade como prática, da escritora Conceição Evaristo, a mostra propõe reflexões sobre convivência, diversidade e pertencimento. A atividade também buscou desconstruir a percepção do museu como um espaço distante da realidade dos estudantes, fortalecendo a conexão entre escola, território e patrimônio cultural e incentivando a ocupação dos espaços culturais da cidade de forma mais acolhedora e participativa. *Com informações da Secretaria de Educação
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Campanha educativa Maio Amarelo chega ao Porão do Rock
Nesta sexta-feira (22) e no sábado (23), o Detran-DF levará ao festival Porão do Rock a campanha educativa “Vem, pode vir, só não rola beber e dirigir”, que tem como foco a conscientização sobre os riscos da combinação entre álcool e direção. A ação faz parte do Maio Amarelo. Campanha será estendida ao público que participa do festival | Foto: Divulgação/Detran-DF A campanha, que foi destaque durante o Carnaval, retorna agora com identidade visual inspirada no universo do rock e trazendo a mensagem “Se beber, não dirija”. Durante o festival, o Detran-DF promoverá ações educativas e de sensibilização, além da exibição da campanha nos telões do evento. [LEIA_TAMBEM]As equipes da Diretoria de Educação de Trânsito estarão no local articulando com os participantes para ampliar o alcance da mensagem de segurança viária durante as apresentações. A proposta é incentivar o público a adotar alternativas seguras na volta para casa, como transporte por aplicativo, táxi, transporte público ou o “amigo da vez”. Entre as atividades programadas, haverá simulação dos efeitos do álcool no organismo com o uso de óculos que alteram a percepção dos participantes, além de interação com bafômetros descartáveis, proporcionando uma experiência educativa e reflexiva sobre os perigos da direção sob efeito de álcool. Para o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini, a proposta é aproveitar a grande circulação de jovens no festival para fortalecer a conscientização sobre comportamentos seguros no trânsito: “A ideia é que todos possam aproveitar o evento com responsabilidade e segurança”, resume. *Com informações do Detran-DF
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Hospital de Base reduz casos de infecção hospitalar em 20% após reforço de medidas de segurança
Medidas adotadas pelo Hospital de Base do Distrito Federal para reforçar a proibição do uso de acessórios por profissionais de saúde ajudaram a reduzir em 20% os casos de infecções hospitalares entre 2024 e 2025. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações voltadas para a segurança dos pacientes e para a prevenção de contaminações dentro da unidade. Entre as medidas está a campanha Adorno Zero, que orienta equipes assistenciais a não utilizar acessórios durante o trabalho em áreas hospitalares, especialmente no centro cirúrgico. Anéis, pulseiras, relógios, brincos, correntes e outros itens podem acumular bactérias, vírus e fungos e dificultar a higienização adequada das mãos, aumentando o risco de transmissão de doenças dentro do ambiente hospitalar. A ação vem sendo reforçada nesta semana pelas equipes do centro cirúrgico do Hospital de Base, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), principalmente devido à grande circulação de profissionais em formação na unidade. Como o Hospital de Base recebe muitos profissionais em formação, é necessário que campanhas como a Adorno Zero sejam constantes | Fotos: Divulgação/IgesDF A coordenadora do centro cirúrgico, Ana Cristina Neves, explica que o reforço das orientações é permanente devido à chegada frequente de novos residentes e profissionais. “Como somos uma unidade que recebe constantemente profissionais em formação; esse trabalho de conscientização precisa ser contínuo para garantir a segurança dos pacientes e das equipes”, afirma. A campanha integra outras estratégias de prevenção adotadas pela rede, como o Programa de Redução de Infecção em Cirurgias (Prisc). Segundo a gerente de Planejamento em Saúde da Diretoria de Atenção à Saúde (Diase), Fernanda Hak, pequenas atitudes ajudam a reduzir riscos dentro do ambiente hospitalar. “É uma ação simples, mas que faz diferença diretamente na segurança dos pacientes ao diminuir os riscos de infecção”, destaca. O uso correto de máscaras e uniformes também deve ser verificado nos centros cirúrgicos O médico infectologista Tazio Vanni, do Hospital de Base, explica que pacientes mais fragilizados, como pessoas internadas ou em recuperação de cirurgias, estão entre os mais vulneráveis às contaminações. “Mesmo após a higienização das mãos, acessórios podem dificultar a limpeza completa e favorecer a permanência de bactérias e outros germes”, alerta. Além da possibilidade de transmissão de doenças, os acessórios podem provocar acidentes durante os atendimentos e procedimentos, já que há risco de enroscar em equipamentos e materiais hospitalares. O que é considerado adorno? Adornos como anéis e correntes podem acumular bactérias, vírus e fungos e dificultar a higienização adequada das mãos De acordo com a política institucional, é considerado adorno qualquer acessório utilizado como enfeite, mesmo que tenha alguma função prática. Entram nessa lista anéis, alianças, pulseiras, relógios, colares, correntes, brincos, broches, piercings expostos, gravatas e itens semelhantes. A única exceção é o uso dos óculos de grau, por serem indispensáveis para a visão do profissional. Ainda assim, eles devem ser higienizados regularmente e não podem ser utilizados com cordões ou correntes. A anestesiologista Nadja Corrêa Graça explica que até mesmo o crachá precisa receber cuidados específicos dentro do centro cirúrgico. “Mesmo sendo obrigatório para identificação, ele deve ficar guardado dentro do pijama cirúrgico para evitar risco de contaminação dos pacientes”, orienta. A campanha também reforça o uso correto da máscara, que deve cobrir nariz, boca e queixo durante todo o atendimento. *Com informações do IgesDF
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