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Câmeras reforçam segurança nos restaurantes comunitários

O objetivo da medida implementada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), por meio da adesão ao Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), executado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), é o de garantir mais segurança nos restaurantes comunitários. A iniciativa possibilita o monitoramento em tempo real de câmeras conectadas às unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Atualmente, quatro câmeras da SSP-DF estão em funcionamento nos restaurantes do Riacho Fundo II, Ceilândia Centro (Dj Jamaika), Recanto das Emas e Samambaia (Rorizão) desde setembro do ano passado. As imagens são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB) e para as Centrais de Monitoramento Remoto (CMRs) da PMDF. “A expectativa é expandir gradativamente esse monitoramento para outras unidades, fortalecendo ainda mais a segurança”, destacou a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. “Estamos constantemente avaliando medidas para garantir que nossa população se sinta ainda mais segura nos restaurantes e nas demais unidades de assistência social, uma vez que milhares de pessoas frequentam esses locais”, reforçou.  Em 2025, os restaurantes comunitários serviram mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar  Também foram instalados novos pontos de câmeras nas unidades do Varjão, Paranoá, Itapoã, Sobradinho II, Planaltina, São Sebastião e Arniqueira, que passarão a monitorar os equipamentos em breve. A Sedes já emitiu ordens de serviço para a instalação de câmeras em outras sete unidades: Brazlândia, Estrutural, Gama, Samambaia-Expansão, Santa Maria e Sol Nascente. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de segurança das próprias unidades.  Cadastro Desde 2025, os restaurantes têm implementado um sistema de cadastramento de frequentadores com o objetivo de compreender melhor o perfil do público e adotar estratégias adequadas para cada grupo atendido. Entre as principais iniciativas, destacam-se o reforço na segurança e o aprimoramento dos serviços oferecidos. “A identificação é uma prática comum em diversos equipamentos públicos. Em escolas, creches, delegacias, hospitais e unidades de saúde, por exemplo, as pessoas precisam se identificar, tanto por uma questão de organização quanto de segurança. Nos restaurantes comunitários, não deve ser diferente”, observa a diretora de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karen Moreno. Atualmente, o cadastro está sendo realizado nas unidades de Varjão, Paranoá, Itapoã, Santa Maria e Sobradinho. Até o momento, foram cadastrados um total de 20.455 usuários, o que representa uma média mensal de 1.278 registros.  [LEIA_TAMBEM] Baixa renda Administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social, os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição.   Em 2025, foram servidas mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar, um salto quando comparado com 2019, quando foram servidas 6 milhões. O incremento significativo só foi possível graças a medidas do GDF que qualificaram a política pública dos restaurantes comunitários, contribuindo para que o Distrito Federal fosse, pela segunda vez consecutiva, primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome.  Atualmente, 17 restaurantes dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50).  O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região. *Com informações da Sedes-DF

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Semana termina com 1.212 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.212 oportunidades profissionais disponíveis nesta sexta-feira (8). Os maiores salários são encontrados em duas vagas para chefe de serviço de limpeza em local não fixo, com remuneração de R$ 3.542,51, além de benefícios. Outras vagas também se destacam pelos salários oferecidos, como as oportunidades para encarregado eletricista de instalações, instalador hidráulico e mestre da construção civil, todas com remuneração de R$ 3,2 mil em Samambaia Sul. Em relação à quantidade de oportunidades, o destaque fica para o cargo de estoquista, com 190 vagas abertas. A função oferece salário de R$ 1.736, além de benefícios, não exige experiência comprovada e tem como requisito ensino médio completo. Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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Detran-DF apoia transporte aéreo de coração para transplante

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Parque Tecnológico de Robótica é inaugurado com mais de mil vagas para estudantes da rede pública

Mais de mil estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal conhecerão o mundo da ciência e tecnologia por meio do Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec), inaugurado nesta quinta-feira (7). Localizado no Setor Comercial Sul (SCS), o projeto é desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) em parceria com o Instituto Eixos de Gestão, com investimento de cerca de 2,2 milhões. Nesta etapa inicial, com duração de oito meses, são atendidos estudantes de três escolas públicas cívico-militares de Ceilândia, Itapoã e Estrutural, selecionadas pela Secti-DF e secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), com foco em regiões em situação de vulnerabilidade e com baixos índices de desenvolvimento social. Os participantes terão acesso a conteúdos de robótica educacional, programação, pilotagem de drones e cultura maker. O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) em parceria com o Instituto Eixos de Gestão, com investimento de cerca de 2,2 milhões | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Durante a inauguração, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, explicou que o objetivo é fortalecer os jovens talentos. “A expectativa é dar oportunidade aos alunos da rede pública de conhecerem a robótica, que hoje já é vivida na iniciativa privada. A ideia é trazer também para as escolas públicas, para os alunos poderem participar de olimpíadas de robótica e até mesmo tocarem um projeto futuro, uma profissão futura”, comentou. No caso do ensino sobre robótica educacional, os alunos passarão por três fases: estruturação do protótipo, programação e testes. O presidente do Instituto Eixos de Gestão, Gustavo Araújo, afirmou que o espaço foi montado para oferecer todos os recursos necessários para o processo e garantir que os alunos absorvam as técnicas. “O parque tecnológico foi formatado em quatro salas, sendo duas salas makers, em que temos a parte de oficinas e workshops, uma sala com a pista para robôs — que é a melhor pista do Centro-Oeste para Olimpíada de Robótica, e uma sala para drones”, detalhou. “A expectativa é dar oportunidade aos alunos da rede pública de conhecerem a robótica, que hoje já é vivida na iniciativa privada", destacou Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF Hub de inovação, o projeto visa estimular o protagonismo juvenil e preparar os estudantes para as profissões do futuro. O diretor técnico João Victor Pinheiro é exemplo do impacto positivo da tecnologia. “Estudei em uma escola pública de Sobradinho, onde a gente desenvolvia robótica e fui campeão olímpico diversas vezes. Depois abri meu próprio negócio de robótica”, contou ele, que é responsável por um dos robôs usados em sala de aula. “Desenvolvemos a inteligência artificial que roda dentro do robô, dando um toque mais humanizado. Nele, temos a tecnologia da impressão 3D, da robótica e da eletrônica: conceitos que os alunos vão aprender aqui e vão conseguir aplicar para diferentes áreas", explica. Outra representante da importância do ensino de tecnologia é a aluna da rede pública Sarah Serafim, 17. Medalhista em diversas competições, ela reconhece a robótica como sinônimo de oportunidade e transformação social. “Quando a gente traz a tecnologia para as escolas, não é só uma questão de otimizar o país, mas também de dar uma perspectiva de futuro. A robótica abre os horizontes das pessoas”, pontua. “Eu mesma não imaginava o tanto de portas que a robótica poderia abrir. Hoje sei que conseguimos ser engenheiros mecânicos, cirurgiões robóticos, são várias áreas de atuação.” A inauguração do projeto reuniu estudantes do Centro Educacional 1 da Estrutural, que deram os primeiros passos na jornada de aprendizado. Um deles foi Bryan Victor de Caldeira, 12. “Acho interessante a evolução do ser humano com a inteligência, fazendo coisas robóticas”, disse o menino. “Tô animado com o curso, não sei explicar o motivo em si, mas é bem divertido ver e conhecer essas coisas.” “Eu mesma não imaginava o tanto de portas que a robótica poderia abrir. Hoje sei que conseguimos ser engenheiros mecânicos, cirurgiões robóticos, são várias áreas de atuação", diz a estudante Sarah Serafim Hub de inovação Pensado para oferecer uma experiência imersiva no mundo da tecnologia, o PaTec é composto por um auditório multiuso, laboratórios e uma arena inspirada nos desafios da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), voltada às atividades práticas e competições educacionais. Os ambientes foram equipados com kits de robótica de última geração, computadores gamers, dispositivos tecnológicos, entre outros recursos. Atualmente, o projeto conta com seis instrutores de robótica e uma equipe multidisciplinar para execução e suporte das atividades, com profissionais das áreas administrativa, pedagógica, comunicação, marketing, apoio operacional, transporte e arquitetura. As aulas ocorrem de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, no vespertino. As escolas vão ao local em dias alternados. Os participantes contam com transporte diário até o PaTec e oferta de lanche antes do retorno às residências. “O parque tecnológico foi formatado em quatro salas, sendo duas salas makers, em que temos a parte de oficinas e workshops, uma sala com a pista para robôs — que é a melhor pista do Centro-Oeste para Olimpíada de Robótica, e uma sala para drones”, conta Gustavo Araújo, presidente do Instituto Eixos de Gestão Ao final da jornada, haverá entrega de certificado de participação aos concluintes e serão selecionados alunos para integrar o Time PaTec de Robótica, voltado à preparação para competições internas e externas. Estes também vão receber certificação de iniciação em Robótica, agregando formação complementar aos currículos acadêmicos. O investimento aplicado no projeto é proveniente de emenda parlamentar dos deputados Thiago Manzoni, Joaquim Roriz Neto, Pastor Daniel de Castro e Eduardo Pedrosa. O valor foi destinado à ampliação do acesso à educação tecnológica e ao fortalecimento das políticas públicas de inovação no DF.

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